Confraria Tech: IA, CTOs e o Futuro do Mercado Digital
Convidados
Romulo Barbosa
CEO @ Techrom
Jean Lucas
Community Manager @ Confraria Tech
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A Liderança Tech está em constante ebulição, e a ascensão da Inteligência Artificial (IA) redefine o papel de CTOs e executivos no Futuro do Mercado Digital. Em um cenário onde a digitalização avança a passos largos, muitos líderes se veem diante do desafio de não apenas acompanhar as inovações, mas de realmente entender como elas moldam suas estratégias e a própria cultura de suas empresas. Este episódio mergulha fundo nesse universo, desvendando as complexidades e oportunidades que surgem com a nova onda tecnológica. Wellington Cruz recebe Jean Lucas, Community Manager da Confraria Tech, e Romulo Barbosa, CEO da Techrom, para uma conversa instigante que explora a evolução da liderança tecnológica, desde os tempos dos CIOs focados em corte de custos até a demanda atual por CTOs visionários. Debatemos a ilusão de que “agências com IA” são um diferencial, a “bagunça” de produtos de IA de gigantes como Google e Microsoft, e os erros estratégicos que podem transformar inovações promissoras como a Alexa em “peso de porta”. Jean compartilha insights valiosos sobre a Confraria Tech como termômetro do mercado, a perigosa estratégia de “copiar o amiguinho”, e a probabilidade de a Open AI seguir o caminho do Watson, enquanto Antropic se posiciona como um player B2B mais sólido. Abordamos ainda a resistência humana às novas tecnologias, a democratização do mercado financeiro impulsionada pelo Nubank e Pix, e a estratégica calma da Apple frente à corrida da IA. É uma análise essencial sobre LLMs, Prompt Engineering, e a necessidade de uma cultura organizacional adaptável para sobreviver e prosperar. Prepare-se para uma dose de realidade e perspectivas futuras com quem vive e respira o mercado de tecnologia. Jean Lucas, com sua visão privilegiada da Confraria Tech, e Romulo Barbosa, com sua experiência em liderança, trazem um panorama completo que vai muito além dos clichês. Não perca os próximos passos dessa discussão e esteja à frente das transformações. Assine nosso canal, siga-nos nas redes sociais e confira os links na descrição para aprofundar seu conhecimento. O futuro da tecnologia não espera, e sua liderança também não deveria!
- A Grande Onda da IA e o Cenário Atual da Tecnologia
- A Origem da Confraria Tech: Do Subsolo ao CTO
- Alfabetização Tecnológica Executiva e a IA como Eletricidade
- O Ciclo de Vida das Empresas: Envelhecimento e Resistência Cultural
- A Revolução Fintech: Nubank, Pix e a Transformação Bancária
- O Pessimismo Humano Inerente às Novas Tecnologias
- Confraria Tech como Barômetro do Mercado de Trabalho Tech
- A Estratégia do 'Cegueira Coletiva': Copiando Gigantes da Tech
- Fadiga Digital: WhatsApp, Telegram e a Crise da Meta
- O Cemitério de Produtos da Google e a Confusão do Copilot da Microsoft
- Os Deslizes da AWS em IA: Demissões da Alexa e o Incidente Kiro
- A Estratégia de Longo Prazo da Apple: Hardware, Ecossistema e IA
- A Crise do Windows: Perdendo Desenvolvedores e Gamers
- OpenAI: O Novo Watson? Falta de Foco vs. Estratégia da Antropic
- Impacto da IA no Hardware: Especulação e Volatilidade de Preços
- Dominando LLMs: Computação Probabilística e Prompt Engineering Avançado
- Próximos Passos e Agradecimentos
Você começa rede social, aí você chegou em 2010, você já tem o smartphone e a gente tá no momento que a gente tá agora da IA. Para mim isso é um arco, é um, é uma única onda sim que ainda não chegou no topo.
Uma agência com AI. Você fala, cara, legal. É um discurso que vai chamar a atenção de algumas pessoas por uns se meses, mas toda a agência vai ter AI. Isso não pode ser o seu diferencial.
O cara que tem o 365 com copilot, ele consegue fazer certas coisas. O cara que tem acesso ao consegue fazer outras coisas e tudo chama estúdio. É uma bagunça, meu amigo.
Então, num futuro, eu espero que seja possível eu dentro de uma empresa falar: "Eu não quero nem Clou, nem Gemini, eu quero subir uma LLM própria".
Muito bem, muito bem, meus amigos do PPT não compil, estamos aqui para mais um episódio e hoje a gente tá aqui com um cara que parece ser um cara com muito conteúdo, viu, Ron?
Cara, muito conteúdo, muito relacionamento.
Eh, fomenta com bastante relacionamento, né, que é muito bom.
Exatamente. Então, estamos aqui com o Jean Lucas da Confraria Tec pra gente bater um papo com esse cara sobre tudo.
Vamos falar sobre tecnologia, sobre relacionamento, sobre vendors, sobre AI, sobre gestão e sobre a história do do da confraria.
daaria, né, cara? Fala aí, dá um oi pra galera aí já.
Bom dia, boa tarde, boa noite, pessoal.
Meu nome é Jean Lucas. Vocês quiserem me achar no LinkedIn Jean Lucas Lima e tô aqui para falar um pouquinho de tecnologia. Prometo que não vou falar muito e quase nada. A gente vai falar quase nada.
E é isso aqui. A ideia é conversar um pouquinho, falar um pouco da história, do contexto, do por que que as coisas estão como estão.
Isso aí. Tenho certeza que o episódio vai ser muito bom. onde quer pegar esse car para falar sobre o mercado atual de tecnologia. A gente quer falar um pouco sobre os vendores de tecnologia, porque é um cara que tem contato com com Cos, com Coss do Posso dizer do Brasil inteiro, né, Jeão?
Pelo menos São Paulo.
Pelo menos São Paulo aqui. Um cara que tem muito contato com o mercado. Vamos falar sobre mercado de trabalho, vamos falar sobre IA, né? Como que a gente não fala de A, né, cara? Eu queria não falar de A, né? Mas não tem como não falar de Não tem como, né? Então, vamos falar sobre eh tecnologia no geral. Eu tenho certeza que vai ser um papo muito bom, cara. E vai ser uma baita atualização, né? Porque o G novamente, pelo fato dele tá eh, bom, ser a pessoa da do Confrariatec, então, [ __ ] tá super atualizado com o que tá acontecendo no mercado, enfim. Então, isso é muito legal. Isso dá para falar que você é um community manager? É, na verdade eu me eu me posiciono como community manager. É, exatamente. F de um mercado extremamente Eu sou suporte ali. Eu tô ouvindo todo mundo reclamar.
É isso. Vamos lá que o papo tá muito bom. Mas antes, se você gosta do PPT com pila, se você acha que o nosso conteúdo agrega na sua vida profissional ou no seu entretenimento, você pode contribuir com o PPT com pila. Você pode ser membro lá no YouTube e aí você vai lá, membro, vai contribuir com valor de R$ 19,90 ou é R$90, não lembro. É, é uma mexariazinha lá, uma cerveja que você vai pagar pra gente mensalmente aqui pro PPT no Cila. E se você não quiser fazer isso através do YouTube, você tem a opção de fazer um apoio diretamente PPT no [email protected].
br curtiu o episódio, fala: "Pô, vou pagar a cerveja dos caras. Uhum.
Vou pagar o o Guga ali, ó. Vou pagar a cerveja do Guga, que é o nosso operador.
Então, vai lá, pix@ppbtonnila.
Se você não poder contribuir dessa forma, você já contribui demais compartilhando o episódio no YouTube, no WhatsApp, no Slack, no Telegram e do Twitter. Para mim é Twitter até hoje, viu? Não é X.
Qualquer lugar, contribua, faça nosso nossa comunidade crescer e vamos lá que o episódio vai est muito bom. Bora.
Vou começar com a primeira pergunta que eu acho que vai saciar minha primeira curiosidade.
O que é a Confraria Tech? Como começou?
Legal. É, é diferente. É bem diferente, cara. Confraria não foi um projeto que eu comecei. Muita gente acha que foi um projeto que eu comecei, não foi um projeto que eu comecei.
Você para mim é o cara da confraria.
Todo mundo fala isso. Então, engraçado é isso. O pessoal fala isso, mas eu não, mas não foi um projeto que eu comecei lá em 2015, cara.
Não sei se vocês vão lembrar, mas tinha algum momento no mercado que a o a galera da TI era o pessoal do subsolo, né? O cara meio que, pô, deu passava comida por baixo da porta. Isso, deu merda, tal aqui, vamos resolver.
Chama o pessoal da TI e tal ali, mas ficar no subsolo. Aí o pessoal começou a perceber que, pô, cara, tem essas empresas tec aí e tal, tem que ter um cara, tem que ter uma pessoa de tecnologia um pouco mais acima na Steck, assim, né? Tem que subir subir steack, né?
início de subir stack nasceu o cargo do CIO, mas o CIO ele é um executivo, ele é um cara que foi fez MBI, é um cara sabe jogar o jogo corporativo.
Uhum.
Mas não é um cara que, né, cá entre nós, em respeito aos nossos seu, é um cara que mais manja de tecnologia, ele manja mais de corporativo, de budget, de ir para um IT fórum e negociar com os fornecedores. Esse é o perfil do CO.
E aí em 2015, mais ou menos, dentro da abril, tava nascendo assim um monte de startup que quando abriu morreu, vum num startup atrelado.
Uhum.
E nesse movimento que nasceu ali dentro da Abril, quando Abril tava morrendo, eh, já tava essa mentalidade que, tipo assim, cara, Cio não é bem o cara de tec, precisa de um outro cara de um CTO.
Uhum. E aí esse pessoal que tava lá dentro lá, cada um foi para uma startup diferente quando abriu morreu ali. E aí o pessoal falou: "Cara, vamos fazer um grupinho aqui pra gente continuar em contato". Aí começou um grupo no Slack, foi no WhatsApp porque não tinha WhatsApp ainda. Aí começou um grupo no Slack de Cityoss. Vamos fazer uma confraria de CO. E o nome era Confraria de Cityoss.
Uhum.
Aí a confrararia de City começou em 2015 como um espaço para esses Coss manterem contato entre si e convidando outras pessoas. E os caras já tinham uma cabeça de comunidade, foram convidando outras pessoas. Depois nos dois anos, eu fui convidado pro grupo ali, só que o grupo assim como é natural de qualquer comunidade de tecnologia, qualquer grupo de profissionais, eu vejo como um grupo de profissionais, podia ser um grupo de alfaiates ou um grupo de COs. E esse grupo de Coss, que podia ser um grupo de PHP, podia ser um grupo de qualquer outra coisa, tava um pouco parado quando eu entrei. Aí eu falei: "Cara, vou vou ajudar aqui, vou organizar um evento ou outro, vou puxar um papo, mas a ideia é que ia ser um um eu vou tentar organizar aqui". E aí acabou que por coincidência o grupo foi crescendo. Ele enquanto eu estava na gestão do grupo, né? Quando eu entrei nem fui eu que tava puxando, não entrei para puxar, outro cara tava puxando, aí eu, aí outro puxou, aí ficou um tempo parado, eu tava precisando de uns contatos. Falei: "Cara, vou puxar um meetap aqui". E a outra pessoa foi puxando, puxando. É, o grupo foi, começou a crescer, crescer.
E aí eu lembro que eu e um membro chamado Fábio, a gente virou você falou: "Cara, vamos para WhatsApp, cara, que foi uma cabeça meio de mar, tudo isso ainda era dentro do Slack." Slack, é, só que lá no Slack assim era tipo 30 pessoas, tal assim, não tinha um alcance grande, era slackmit.com.
Uhum.
Aí os caras, tipo, você sabe como é que mit.com é, né? E aí o mitap.com tava lá meio parado, tal. A gente virou assim e falou: "Cara, vamos pôr o WhatsApp porque todo mundo tá no WhatsApp. Tua mãe tá no WhatsApp. Todo mundo tá no WhatsApp. Ela já tava começando aquela época que todo mundo tá no WhatsApp, mas não tinha grupo.
Uhum.
Então falou, se a gente for pro WhatsApp, os caras não vão ter como ignorar a conversa, porque vai estar ali junto com o resto, né?
A gente sabe, as empresas estão WhatsApp, né? Então tá todo mundo no WhatsApp. Então vamos para WhatsApp. A gente começou a fazer o grupo no WhatsApp.
Isso foi 2018 para 2019, que não era como ainda grupos de trabalho no WhatsApp. E aí, nessa mudança de grupo de WhatsApp, a gente veio a pandemia, aí no que vê a pandemia explodiu de pessoas querendo conversar, tal, porque todo esse netava todo mundo no WhatsApp de verdade, né?
É porque todo esse networking que acontece acontece naturalmente. Pô, isso aqui é um acabou o emprego, a gente quem não sabe aqui tá gravando de noite, né?
Vem para cá, tal, conversa. Não tava acontecendo porque tava todo mundo preso em casa. Então, acabou que explodiu essa demanda aí.
E aí, nesse primeiro ano aí de pandemia, eu organizei uma conferência do grupo.
Aí o grupo já tinha passado no limite de usuário, estava com o grupo dois, três, quatro, tal. E aí no que estourou o limite de usuários lá, a gente foi lá, fez a primeira conferência do grupo e foi a primeira conferência de CO no Brasil na época, porque geralmente conferência era IT fórum, CIO, tá tão tinha. Então, fazer uma conferência para City. Aí depois veio até um evento falando a primeira conferência de CS. Eu fui lá, mandei e-mail para vocês podem falar, vocês são os maiores, vocês são os melhores, mas o primeiro foi o meu.
Aí a falando, mas beleza, tá? Tinha uns uns membro do grupo, cara. E e e é muito legal e você contando essa história, porque a gente que viveu esse período profissionalmente, a gente sabe que foi exatamente um período onde meio que emergiu a o cargo de City, porque era sempre o o CIO e aí as empresas maior maiores começaram a ver de fato a necessidade de ter um cara que liderasse a tecnologia e o outro cara que liderasse a gestão do ponto de vista de fornecedor, etc. Isso não. E você tem que ver também que com todo respeito o pessoal fala: "Não, foram os vicis que inventaram o carro do CTO, porque não vou investir numa startup que não tenha City show". Dá para ter esse argumento. Só que assim, imagina que você é um VC, você tem grana, você tá vendo aí Facebook, você tá vendo essas coisas tudo acontecendo.
Na época o Open já, Open é mais antiga do que muita gente imagina, o open já tava nascendo, tal. Aí vai vir uma startup, é um CEO e um PowerPoint. Fala, cara, você tem que no mínimo ter um cara de techo, né? Porque senão o senhor vai fazer vai fazer cagada e aí vai falar: "Não, mas é que eu não sabia, eu não sabia que eu tinha que ter o meu código fonte. Eu confiava que a software house não ia desaparecer, sabe? Então assim, né, o pessoal pessoal fala, o pessoal às vezes quer jogar a culpa para lá, para cá, mas a real é precisa de um CTO, precisa.
Mas eu não sei se esse argumento do VC é tão válido, porque o cara poderia exigir um CEO e um CIO.
É, mas se eu já era visto como algo antepassado, né?
Exatamente. Porque é aquele cara que tem uma visão mais eh processo de Exato. Ó, deixa falar a frase do CO.
Não, mas tinha essa frase do CIO na época. Ti é igual unha. Cortou, cresceu, corta. Era, era essa frase, era essa frase. O tempo do seu corta, era essa filosofia. Então assim, ficou e assim, vamos lá. Ah, é injusto. Tinha COS, tal, tinha, mas os caras não tinha autonomia na empresa, não tinha voz. Problema sim.
Não tinha voz. Igual o chefe de inovação. Chefe de inovação.
Muita empresa que tem chefe de inovação sofre muito, porque aí todo mundo para de pensar em inovação. Quem pensa em inovação é o chefe de inovação, mas o cara não tem poder de mudar a empresa porque afinal ninguém meta pensando em inovação.
Exatamente. É, exatamente.
É [ __ ] E o cara não consegue mudar o ponteiro porque ou ele é presidente para poder mandar em todo mundo e poder mandar fazer diferente.
É.
Ou ele ele precisa contar com a boa vontade dos outros para fazer isso. É muito difícil esse tipo de gestão, né, cara? Mas existe sim o lado mercado financeiro, que o lado é se você é uma startup promissor e você tem o CO, fica mais sexy pro cheque ser maior. Teve um momento que foi assim, vamos dar um exemplo, we work para dar um exemplo mais mais assim neutros que não afeta nenhum amigo nosso, né? Talvez a gente tenha que explicar pros mais jovens o que é o ework, que porque nasceu já morreu, né?
É verdade. É, mas era um coworking que tinha city porque eles eram diferentes.
Blá blá blá blá. Era tudo no app diferentão, etc. Não se provou como uma empresa de tecnologia. Não quer dizer que não era inútil, só não era o tamanho do retorno que eles prometeram que era.
Talvez se o CEO não fosse um completamente pirado, talvezia, mas se o cara não fosse pirado também não não teria ter feito, não teria feito o que fez, né? Mas a empresa tem uma série, não tem de recomendar que é esqueci o nome The Crash que na na Apple boa essa série, cara. É bem legal, bem legal.
Eu não tive coragem de ver porque eu passei tanta raiva ver, cara. É que assim, eu sou um cara que eu me mantenho informado, tento me manter o máximo informado e eu via conwork, eu ficava [ __ ] pariu, como que tá acontecendo?
Como é que o pessoal deixa? Eu tava, eu eu vi no dia que saiu, cara. Não, o EWK colocou itens de comunidade e quando foi comunidade falá pera aí, tá tá na minha área dentro da parte de contabilidade e aí começou os ele ele deu pedalada fiscal. Ele deu pedalada fiscal não era doideira. Foi, é muito competente o que foi feito ali. Mas cara, não tinha como aquilo se sustentar de pé. Cara, eu lembro na época eu trabalhava numa empresa ali na Faria Lima e a empresa cresceu, a área de tecnologia, não cabia no prédio, então alugou um andar de uma EWork para não ter overhead de gestão, de prédio, etc.
Eles fecharam o andar da EWork só pra empresa ali em Pinheiros do lado do prédio de 50 m do prédio. Cara, eu lembro que eu fui um dos realocados na WWK e tinha shop à vontade na torneira.
É, como é que essa conta fecha, meu amigo?
É, cara, que loucura que foi isso, né?
É uma loucura que o cara soube convencer muito bem. Essa é a parte doida do cara.
Porém, vamos lá.
É loucura, é loucura, loucura 100%. Mas o cara conseguiu convencer as pessoas que era OK beber no trabalho.
É completamente insana essa ideia. Se você for, pera aí, pera aí. Eu quero os meus colaboradores bebendo álcool enquanto estão trabalhando. Não tem lógica nenhuma isso, né, cara? Não tem.
É antiético se você for parar para pensar, mas não, tudo bem, é inovador, normal. É. E aí você tem razão no sentido de que talvez se o CEO não fosse completamente maluco, eu não tinha tomado tanto shop goz de graça naquela época.
É, cara. Não, mas então, mas o ponto é nessa trajetória, o City foi começou a ficar mais relevante no negócio, independente dessa onda de VC, independente, o CO começou a ficar mais relevante, cai de outra forma.
É um pouco maluco o que eu vou falar aqui, tá? Mas o negócio é o seguinte, se você pegar um arco assim de 1950 até agora, a gente tá numa grande onda quando fala: "Ai, ai, e ai, é uma modinha que vai passar, tá, tá, tal".
Falei: "Cara, você não tá vendo um contexto maior?" contexto maior qualquer.
O cara que tá pensando nisso, ele tá completamente fora da do É, tá vendo muita notícia, tá vendo notícia, mas tem que filtrar um pouquinho, porque assim, você pega desde 1950, você começou com os men com os computadores grandões lá, NA e tal, aí anos 60 você começou a ter uns mainframes grandões.
Aí nos anos 70 você começou a ter o computador pessoal, que entrou a Apple, né? Apple fazendo hoje.
É, tá fazendo por esses dias, hoje hoje. Hoje, se não for hoje, é amanhã, né? na na data gravação aqui, né? Não, do lançamento do episódio.
E aí os anos 80 você começa, legal, todo mundo tem computador. Que que eu faço com esse computador? Ah, começa conector, você começa a ter internet, aí você chegou nos anos 2000, você começa a ter rede social, aí você chegou em 2010, você já tem o smartphone. E a gente tá no momento que a gente tá agora da IA.
Para mim, isso é um arco, é um, é uma única onda, sim.
Que ainda não chegou no topo de digitalização.
Uhum. E quanto mais digitaliza, você precisa ter empresas mais digitalizadas.
Então é natural. Se você pegar uma empresa de 1970, era natural que não tinha ninguém na liderança que soubesse de tecnologia, que ela não era tão tão ela não fazia tão parte do core do negócio, não fazia. Agora hoje uma empresa que não tem uma pessoa de lend tecnologia ou pior que só tem o CTO de tecnologia tá atrasada.
Sim. Na verdade, existe aquela frase famosa de que toda empresa é uma empresa de tecnologia com um nicho específico.
Então, deixa eu fazer uma analogia um pouco diferente, porque a palavra tecnologia é uma palavra difícil de você definir. Se você não, se você tomar cuidado, nada é tecnologia e tudo é tecnologia. Então vamos dizer o seguinte, a gente vai se transportar para um ano no passado e a gente vai entrar numa tecnologia que tá tá subindo essa tecnologia, ela tá vindo, tá todo mundo adotando, mas é um negócio que pouca gente usa, chama eletricidade.
Aí você vai abrir uma empresa, foi um pouquinho.
Isso é, mas olha só, imagina que em 1900 você vai começar um hospital e você vai falar para um grupo de pessoas que você tá captando dinheiro ali, vai falar: "Cara, eu quero fazer um hospital diferente". Esse hospital vai ter energia elétrica, não vai ser a vela, não vai ser a vela, vai ser energia elétrica aqui. E a ideia é que é um hospital que vai ter luz e vai estar funcionando o dia inteiro.
Eu te garanto que na época ia ter pessoas que iam ser resistentes à ideia.
Fal isso é louco, maioria, né? Fala, cara, isso é uma utopia, né?
Isso. E o segunda parte é ter o seguinte, se você definisse o hospital falando, esse é um hospital que tem energia elétrica, era capaz de você conseguir alguns investidores, mas você concorda que não é um diferencial?
Sim, porque cara, é um hospital com energia elétrica. Agora, se alguém vira para Mas ainda é um hospital, né?
É um hospital. Mas o ponto principal é você falar que você vai fazer um hospital com energia elétrica hoje. O pessoal vai falar: "Cara, você é idiota se você não ia fazer um com energia elétrica". O ponto é o mesmo até alguém, provavelmente alguém perguntaria: "Tap, por que que o hospital precisa de energia elétrica?" Exato. Não precisa sempre vai ter. E e e eu quero entrar depois nesse assunto aí, porque esse é um assunto que acho que já deve ter ouvido eu falar, mas é um assunto que eu sempre falo muito. Mas eh, hoje se um cara di falar: "Cara, vou criar uma empresa, ela vai ser, vamos lá, qual que uma agência, só que uma agência com AI." Você fala: "Cara, legal, é um discurso que vai chamar a atenção de algumas pessoas por uns seis meses, mas toda a agência vai ter AI. Isso não pode ser o seu diferencial. O meu diferenciar com EAI, então você não tá fazendo um produto meio que a gente passou disso, né?
É, até uns dois anos atrás, cara, você comprava um pacote de pipoca, tava lá build em AI.
É, era era tudo tinha Ai, cara. Era impressionante.
Mas esse aí é um filtro de negócio que é importante ter. Então, o negócio é o seguinte, as empresas estão adotando mais tecnologia, é uma frase, mas a real as empresas sempre estiveram adotando tecnologia, sempre. E aí o cargo de ter uma pessoa que cuida de desse digital que começou em 1950 e que a gente ainda tá crescendo, é natural que tenha, mas num futuro próximo, você pensar num executivo de empresa que não sabe nada de tecnologia é absurdo, cara. Não diria nem futuro próximo. Hoje já é muito difícil, cara.
É. Eu vou te dar um exemplo caminho.
Quando eu tava vindo para cá, eu tava conversando com uma empresa de saúde.
Essa empresa de saúde me falou: "Pô, Jean, sou eu, City. Tô aqui te mandando mensagem à noite, te ligando, tá tá tal.
E o meu CEO tá aqui do meu lado usando cloud code para fazer o nome dele.
Falei, pô, que legal. O C tá fazendo negócio e o CEO tá fazendo código. Mas porque esse é o momento atual, mas eu tenho, eu concordo também com com essa, com esse ponto de vista, mas eu acho ainda que nós estamos longe. Tem muita empresa ainda que olha ainda a tecnologia como tecnologia, né?
Ah, concordo. Concordo contigo.
É, eu acho que a visão ainda é um pouco disso.
Eu concordo contigo.
Mas eu acho que o cara que é executivo e ele não tá pelo menos olhando para isso, ele não tá pelo menos olhando. E isso é uma coisa que a gente falou já nos outros episódios passados, né? que a IA, por exemplo, ela é uma tecnologia que pela primeira vez ela atingiu o primeiro usuário, pessoa física, a o o a gente como sociedade e as empresas ainda não sabem lidar muito bem com isso.
Então, se você tem um executivo e o cara não tá minimamente olhando para isso e aí olhando do ponto de vista de tecnologia, porque é muito fácil o executivo falar: "Ah, vê para mim aí qual que é o ganho operacional paraa redução de custo que eu vou ter com o IAP, porque é isso que tá acontecendo." O cara não entende potencial, não entende como funciona, mas fala: "Tá todo mundo usando IA e tá reduzindo equipe, que que eu posso fazer?" e e joga de cima para baixo. Mas eu concordo contigo e eu acho que não é no futuro próximo. Acho que o cara que ele quer ser um executivo de de ponta e de qualidade hoje, ele tem que tá minimamente, acho que é, não sei se é o termo correto já, mas letrado tecnologicamente, alfabetizado.
Quero falar com você agora que ainda não conhece a Clever. Clever é uma empresa que já tem mais de 3 milhões de usuários em 30 países com 30 idiomas diferentes, que tem trazido soluções em blockchain, criptomoedas e ativos digitais. O objetivo da Clever é te dar liberdade financeira para operar esse mercado de cripto. Então, se você acredita nisso, se você acredita nessa liberdade, você já pensa como a Clever, vai conhecer os caras, é clever. estão contratando também pessoal para trabalhar com cripto, com blockchain. Então, se você tem interesse, se você tem conhecimento nessa área, procura a Clever. Se você gosta de criptomoedas, se você opera no mercado, você precisa conhecer a Clever, precisa conhecer as soluções da Clever.
Então, o endereço tá aqui embaixo no vídeo. Para quem não tá no YouTube é clever. Vai lá, vai conhecer que realmente é um mercado sensacional.
Vamos pegar um exemplo de um hospital.
Não tem como você ter um diretor de hospital que é especialista em todas as especialidades. O cara sabe cádio, o cara sabe tudo. Não tem lógica. Porém, um cara ter uma especialidade em entender medicina de forma geral, entender o business do hospital faz parte. Aqui eu acho que é o mesmo. Eu não acho que todos os executivos tm que aprender tecnologia. Não. É legal ter uma pessoa que é especializada em cloud, em dados, em outras coisas.
Porém, se o cara tá lá em cima e não faz nada de tecnologia, algo se diz sobre a cultura dessa empresa.
Uhum. e não é algo positivo necessariamente. Concordo contigo.
Então, mas isso e mas esse ponto de vista é é relacionado ao momento atual que a gente tá passando, porque novamente eu tenho a impressão que, cara, eh, ainda tá muito concentrado no time tecnologia e quando você pega outras executivos de outras áreas ainda é aquela coisa, cara, isso é tecnologia, isso aí. Putz, deixa eu eu eu vou colocar de uma outra forma. É, é que o que você vai est falando vai ter para sempre. Isso sempre vai existir, sempre vai ter. O que eu tô querendo dizer é as empresas que ficarem assim vão ter mais chances de ser substituídas por outras que não são assim.
Sim, concordo.
Entendeu?
Então vamos vamos entrar então assim, tem vários assuntos aqui que dá para entrar, mas um que dá para entrar é existe naturalmente uma coisa que é a o envelhecimento de empresas.
Tem empresa que não é linear, tá? Mas toda empresa ela tem o momento que ela tá nascendo, o momento que ela tá crescendo, o momento que ela está madura, aí depois ela já começa a envelhecer e morre.
Então vou dar um exemplo. Yahoo. Yahoo ela é uma empresa que ela passou rápido por tudo isso. Ela nasceu, ela cresceu, ela amadureceu muito bem e aí depois ela entrou na fase final que ela, cara, deixa eu retornar pros investidores o que eles investiram aqui. Vou vender todas as partes, desmonta, ferro velho, aqui vende tudo, tá? tá tudo vendido e foi o que aconteceu e morreu.
As empresas têm esses momentos de maturidade porque uma empresa não é a tecnologia e uma empresa não é o serviço que ela oferece.
uma empresa ela é um um conjunto de conhecimento de todo mundo que tá ali dentro daquele problema específico que gera um valor que gera um valor é um corpo de conhecimento. E aí conforme vai entrando pessoas novas e as antigas vão se formando, esse conhecimento fica um conhecimento institucional e isso pode congelar a empresa e ter uma cultura específica. Por isso que a empresa envelhece e morre.
Uhum. Então vou dar um exemplo talvez um pouco mais tradicional aqui, seria a, não sei quando no Brasil o pessoal conhece, né? Mas é uma empresa que todo mundo conhece, é General Electric.
A GE é a empresa do Thomas Edson, inventou a lâmpada, ela começou como uma startup, ela teve um porío de crescimento exponencial, ela virou um monopólio, ela estabilizou e agora ela tá já, ela já tá quase morrendo. Ela não vai morrer ali porque o nome vai ficar, mas a empresa ela é uma casquinha do que já foi.
Uhum. Porque quando você entra lá, você tá entrando numa empresa que já tem uma cultura de 100 anos, uma cultura que sobreviveu guerra, tal, e você age daquele jeito ali dentro. Então o que você tá falando sempre vai ter, porque tem as empresas que elas vão ficar porque elas são esse corpo de conhecimento que vai trocando os executivos, mas mantém ali, entendeu?
Você acha que é realmente tão difícil renovar a cultura dessa forma? Porque a gente tem alguns casos também, eu acho que é a coisa mais difícil de mudar numa empresa, porque tem alguns casos de empresas que vão se se renovando, vão se reenergizando.
Talvez os casos mais hum eh resistentes sejam mais evidentes, mas a gente tem empresas aí que vão vão, se você me perguntar o nome agora, talvez eu a maioria das empresas, por exemplo, asiáticas, elas conseguem ter um pouco mais esse tipo de de, por exemplo, a Mitsubishi, a Mitsubishi, por exemplo, tudo bem que era uma empresa já eh com um braço tecnológico muito forte, mas que que foi se reinventando durante o tempo, né? que a gente olha muito, é que a gente olha muito como se a gente olha essas empresas como se elas fossem uma empresa, mas não é, é, é 80 empresas com o mesmo nome. É, é um pouco diferente.
E assim, a parte da cultura é a mais parte mais difícil de mudar numa empresa. E conforme o mundo vai mudando, você vai testando coisas diferentes. Vou te dar um exemplo assim, bobo, bobo.
Há menos de 100 anos atrás, a minha avó não tem CPF, porque na época da minha avó, a, o marido tinha CPF e a mulher não tinha CPF, porque ela casou cedo, sique, no caso, né?
Exato. Verdade. Então, quando ela foi aposentar, a gente foi ver ela, ela nem tinha cadastro no governo porque não era assim que se fazia as coisas antigamente. Então, assim, o mundo muda, só que essa cultura se preserva.
Aí dentro de uma empresa dessa época, ela vai bater com as novidades do mundo.
Eu tô falando uma novidade cultural, mas tem várias outras novidades. Por exemplo, um CEO falar publicamente, vir no poder.
Antigamente um o CEO é um cara que ficava fechado atrás de 10 portas.
Agora é uma coisa assim que o senhor ele é uma parte da imagem pública. Então assim, conforme o mundo vai mudando, vai se testando os as crenças da empresa e se a empresa não mudar ela morre.
Porém, a parte mais difícil muda isso, porque viram-se tradições dentro da empresa, vira-se cultura, vira assim, cara, cara, essa empresa, ela tá agindo assim há muito tempo. E tem o outro lado que também que é muito curioso, o ser humano, naturalmente, quanto mais velho a pessoa é, mais difícil ela é de aceitar a mudança.
E o que que acontece numa empresa com quem tem sucesso? a pessoa fica mais tempo ali na empresa.
Então assim, é natural que a empresa fique mais conservadora.
Essa tua observação é muito boa e explica porque geralmente as diretorias são tão conservadoras. É, geralmente é um cara que tem 20, 30 anos de empresa e ele chegou até um um cargo executivo e é um cara que naturalmente pelo perfil executivo que ele tem e pela idade que ele tem, ele ele vai ele vai priorizar a estabilidade.
É, e vai ter naturalmente uma aversão ao risco, né?
E a empresa vai fazer o quê? Vai colocar alguém que não conhece a cultura da empresa, que não conhece essa inteligência da empresa na liderança, não tem lógica também. você não vai pôr o estagiário lá, não tem lógica. Então não é um problema fácil. O que que é mais provável que um competidor mais jovem Uhum.
um pouco mais organizado consiga fazer isso e que ultrapasse a empresa e vai tá tudo bem que em algum momento vai ter uma outra empresa que vai abraçar um risco que essa antiga não abraçou e que vai acertar um sucesso.
Aí você vai falar: "Mas de a empresa tal existe há 120 anos. Tá bom, mas vê se a empresa não quebrou em 2008 e outra empresa foi lá e comprou, né? Sabe?
Tipo, ah, o nome existe, mas a empresa já virou outra coisa mil vezes, sabe? Só só existe aquela casca antiga ali, mas a empresa em si não é a mesma que eu acho que o maior exemplo que a gente tem, que os nossos ouvintes vão poder visualizar bem isso, foi a visão bancária que a gente tinha muito tradicionalista até então e que chegou no bank para dar uma chacalhada nesse mercado todo.
Eu diria que ainda é muito jovem isso para você até comparar com esse ponto, mas o que que acontece? Os outros concorrentes que existiam, o que que aconteceu? Eles foram engolidos pelo mercado.
Uhum. Aí não é porque o Nubank comprou os concorrentes, mas que assim os poucos grandes do mercado que estavam bem ali foi lá e foi pá pá pá pegou.
Sim, exatamente. Aí deu uma chacoalhada nessa visão de cultura que você falou, por exemplo, a os bancos passaram a ter que olhar para a tecnologia de forma diferente, né? E aí a gente começou a ter de fato aplicativos melhores, etc.
Até então, cara, o caixa eletrônico tava conveniente para caramba pro banco. Esse essa esse que é o fato. E aí quando chega um banco sem agência e que precisa eh ofertar isso de forma tecnológica, mais que isso, né? Eh, ter uma experiência de olhar o usuário de fato e provocar uma boa experiência, porque era também acho que foi essa grande mudança, né? Eu eu particularmente como pessoa física, eu não sou fã do Nubank. Eu não sou cliente do Nubank. Eu também não, mas a gente não tem como ignorar o choque de mercado que que ele tem muita coisa que é interessante do Nubank, tá? Tem muita coisa que é interessante. O que que é interessante do Nubank? Assim, entrando um pouco no mercado financeiro, o que que é interessante do Durubank?
Eh, primeiro que eles pegaram a tempestade perfeita do mercado ali, o mercado, o Banco Central estava priorizando a aumentar a concorrência entre os bancos, diminuir a concentração. Isso foi um momento único.
Eles pegaram um momento único que os bancos não estavam digitalizados e o mercado tava começando a ficar, então eles tiveram isso aí. Mas também o banco não tava necessariamente confortável com caixa eletrônico. O banco tava confortável com consórcio, com aquele lá que é o é como se fosse loteria com poupanção.
Gente, morreu isso. Morreu não, ainda existe um pouquinho, mas assim, mas era forte. Você lembra que era o produto principal?
Preciso, eu preciso expressar.
Título de capitalização é uma coisa mais de filha da [ __ ] É, mas é [ __ ] que pariu. O cara que inventou esse negócio, velho. Cara, que raiva, cara, que você ia na agência, quando ainda se tinha que ir na agência, o o gerente ficava te socando. Não, cara, e era quase uma extorsão. Você ia pedir o [ __ ] eu preciso de um limite maior pro meu cheque.
Você que tá ouvindo, a gente talvez não sabe o que é um cheque, mas falou: "Eu preciso de um limite maior aqui pro meu cheque especial". O cara fala: "Não, eu consigo se você tiver mais produto do banco." Ó, eu tenho aqui um título de cap, era uma extorção, velho. Isso é impressionante.
É. E e eu acho que as coisas ficaram um pouco mais transparentes. Você tem toda a razão nisso.
Então foi um conjunto de fatores que permitiu no Bank fazer isso. Mas o o principal que eu vejo é o Nobe era uma empresa que conseguia tomar a decisão rápido. E aí, cara andou e foi longe. E maravilhoso, cara, porque trouxe uma cultura nova ali que para um Itaú, para um Bradesco conseguir se virar, vão, tiveram que se reinventar e tiveram que testar coisas que iam dar errado e e por aí vai, entendeu?
Significa que acabou, não, não acabou. É claro que também vai ter muito mas se você for ver assim o Itaú de hoje não é mais o mesmo de antigamente é outra empresa outra o o mundo financeiro tá muito diferente, né? Eu acho que o o Nub foi a pedra que chacoalhou o lago, sabe?
É, e a gente não teria, por exemplo, na minha opinião, um o a evolução que a gente tem de instituições de pagamento hoje, por exemplo, Mercado Pago, eh, Pague Seguro, etc. Tem que dar um braço grande a torcer pro banco central que ele permitiu, ele flexibilizou e falou: "Cara, vamos permitir agora vai endurecer de novo" natural porque flexibilizou, dá problema, pega, abre, é um feito meio sanfone, uma senoide.
Exato. Mas assim, eles terem flexibilizado isso permitiu o nosso mercado amadurecer muito, muito. Você vê, cara, na verdade a gente tá falando desses outros, mas olha só aqui que curioso. O Mercado Livre ele fatura mais pelo Mercado Pago. Hoje fatura mais pelo Mercado Pago. E antigamente o Mercado Livre só existiria, antigamente eu tô falando assim, nos Estados Unidos, por exemplo, o Mercado Livre só existiria se tivesse um banco forte por trás.
Uhum. Vou te dar um exemplo nos Estados Unidos, que que aconteceu com a Apple tentando virar fintec?
A Goldman Sax emite o cartão da, não é o cartão Apple, é o cartão da Goldman Sax pela Apple, porque lá não teve essa esse movimento igual TV, entendeu?
Sim. Lembrando, para quem é um pouco mais jovem, que não conheceu lá o início, o Mercado Pago ele começou no, você deve se lembrar que você da nossa geração, eh o o Mercado Pago ele nasceu da garantia do Mercado Livre de reter o pagamento do cara se você eh não entregasse, etc.
Então criou-se um banco porque o cara começou a reter capital, né?
E isso foi o embrião ali de começar a ter de fato o mercado pago, né? que também tem a outra, a parte de baixo do iceberg, né, cara, que é a logística por trás de tudo isso, né? Então, sim, sim. E eu tenho amigos no Mercado Livre, conheço bem a tecnologia de lá, cara, negócio inacreditável.
Então, e o o que permite você ter essa logística é o financiamento da logística, né? Exatamente.
Então ele eles também iam virar um banco por causa dessa outra parte grande, mas naturalmente no mercado mais como era antes, eles iam ter que pedir para um Itaú fazer isso. Bradesco nasceu sendo banco de empresa.
Ele era banco para poder fazer a a parte de finanças de empresa.
Até hoje é o que você e o que você fala sobre a cultura da empresa, etc. Faz muito sentido o que você tá falando hoje. O Bradesco, até hoje o Bradesco tem essa cara de bancão corporativo, é de conta PJ. né?
E o Itaú sempre teve essa coisa mais de de bancarização direta da pessoa física.
E assim, falando de mercado financeiro, quem que é o banco que mais me chama atenção em 2026? BTG.
O BTG ele é o banco mais próximo para mim, assim, no meu ponto de vista, do que como é que era o nome? O banco ainda existe, mas eu quis dizer assim, lá atrás, quem foi o cara que permitiu Thomas Edson virar? O que ele virou? foi um banqueiro que falou: "Cara, eu quero investir porque eu acredito coloca energia elétrica na minha casa". E aí que começou o o Jeep Morgan, que foi Deep Morgan que fez isso. O BTG, ele tem esse espírito meio JP Morgan de tipo: "Ah, a gente vai investir em infraestrutura, a gente vai investir em coisa aqui porque a gente acredita que vai dar um retorno." E eu concordo. Eu eu até falando com testemunho pessoal, sou cliente do BTG e eu mudei há menos de um ano.
Até então, eu era cliente de um outro banco de duas letrinhas.
Uhum.
Né? preto e branco.
E e cara, realmente o relacionamento é muito melhor e e você percebe que é uma visão mais moderna.
É, entendeu? É curioso isso. Então, o pessoal fala muito do bem, tá? Mas assim, um que passa um pouco mais fora do radar é que quem é do mercado nosso, a gente a gente vê muito BTG por aí, mas é um é verdade. E tem um outro outro exemplo que a gente fala muito, né, quando a gente fala de startup e de grande corps, que a gente sempre fala que é muito fácil fazer curva com lancha, mas ninguém dá cavalo de pau com com navio, né?
E e as principais críticas que o Nobank tá recebendo agora é porque ele tá ficando muito grande.
Sim, ele e naturalmente ele não tá conseguindo fazer as curvas de mercado de forma de forma que ele precisava.
Mas você lembra que eu falei ali um pouco atrás? A empresa tem momentos, ela ela tem um momento que ela age como criança, depois tá o o Nubank, ele tá saindo da adolescência, ele tá naquela fase assim, tipo a voz fica meio fina às vezes ainda, tal, assim, meio desajeitado, os braços mais longos do que as pernas, esbarra tal ali. Mas é por causa disso, entendeu? Porque assim, ele tá naquele momento adolescência no bank ali e é natural. E assim, cara, se você não tem hater, você não tá fazendo nada, né? É, tá errado. Tá errado. Se você não tem um haters, tá errado.
Então, então assim, no bem que ele tá nesse momento assim meio amadurecendo.
Só pra gente finalizar um pouquinho esse mercado financeiro tava aqui. Outra empresa que chama bastante atenção, o pessoal é que assim, não é que eu não gosto no bank, tá? Tanto que eu ten admiração aqui, mas é que existem cases interessantes no mercado que o pessoal fala muito menos. Eu tava conversando com o pessoal da área de aeroportos e aí, cara, uma empresa que chamou muito minha atenção foi o XP, porque mal sabia na minha inocência, eu passava lá no campo de Marte lá, aqui aqui no PT São Paulo e via lá Pax aeroportos, né? Pax empresa bacana, tal.
É XP, cara, é XP aeroportos, troca as letras e tal da Pax. Eu falei: "Não é possível". Fui lá busc.
É porque a XP é outra que ela também assim, ela investe, ela vai entrando no mercado, tal. Ah, vai ter controversa, vai ter um monte de controversa, mas cara, a XP é outra empresa que interessantíssima.
A a XP quebrou o monopólio de investimentos que existia a plataforma criou também coisas, né? Criou, amarrou muito.
Isso, exatamente.
Quem quem sabe sabe, né? Mas assim, a XP, eu tava até não quis citar aqui no momento da crítica que eu falei da mudança pro PTG, mas é innegável o o que a que a XP fez de aumentar a acessibilidade para investimento de qualidade para as pessoas normais. Por mais que a gente sabe que tem um viezinho ali, tem algumas coisas que que não são perfeitas, mas assim, o público que tinha uma renda um pouco mais alta saiu da poupança, cara. É, acho que esse foi o o clique da XP.
E e fez de uma forma, cara, pulverizada, né, que ele abriu literalmente, né?
Então foi foi uma ponta mudança que ele trouxe pro mercado.
E acabou aquele negócio do cara vender um CDB e capitalização pro cara 70% do CDI, entendeu? Então deu uma democratização no nos investimentos. Antes da XP quase não se falava investimento, era você tinha que ser um cara de muita alta renda para falar de investimento de qualidade. É.
Ou você você ia pra agência de novo e o cara, ah, você quer investir, mas [ __ ] aproveita aqui, compra aqui um título de captação, compra aqui um, sei lá, essas um monte de outras coisas que tinham passado.
Mas que a XP tinha aeroportos, eu não sabia.
Então assim, é engraçado porque o o mercado, por isso que eu falar, não, o pessoal fala do NB, eu acho tão falta de profundidade assim, porque tem tanta coisa acontecendo, tanta coisa acontecendo. E esse assim a gente só pegou alguns casos aí, né? A gente tem as as startups de Open Finance que estão aí, que assim, começou com Gia Bolso e o Guia Bolso, nossa, Guia Bolso, cara, é que ele começou muito cedo. Esse foi o problema do Guia Bolso, ele chegou antes da hora. Ele chegou antes, chegar antes é tão ruim quanto chegar depois. Então o problema do Gabolso foi esse. Mas assim, o Giabol Bolso abriu os olhos, pessoal falando, cara, é esse é o potencial, é para ir que dá para ir. Aí o pessoal começou e tal. Eu tenho uma funcionalidade que eu adoro, que eu uso o Mercado Pago no celular que eu levo pra rua e o Mercado Pago implementou poder ter acesso à conta. Eu consigo puxar dinheiro de uma para outra muito facilmente.
Vai ser genial. Eu falei: "Cara, esse aqui era o futuro que o Guia Bolso tava tentando fazer, só que não tinha não tinha API, não tinha coisa os bancos ainda tava super ainda restrito, né? E e cara, eh, enfim, a gente tá tá tá muito no financeiro aqui, parece que o papo tá muito bom.
era, era, eu acho que demorou um pouco para isso acontecer de fato, porque quando a gente falava do Open Finance, open banking, há 3 anos atrás, a gente tá vendo iniciativas que de fato tomam vantagem disso. Agora é que você tá mal acostumado com AI, cara, que tudo acontece muito rápido, mas em termos de dinheiro é uma mudança muito rápida que tá acontecendo. O pessoal fala muito do Pix e o pessoal no Brasil tem uma tendência, eu eu me envolvi muito com Pix, tá? E o pessoal do Brasil tem uma tendência a acreditar num excepcionalismo do Brasil, ainda mais ano de cópia de eleição, só falar, não, o Brasil é o melhor. Mas assim, o Pix não é uma coisa que nasceu só no Brasil. O Pix foi uma reação que aconteceu em vários países ao mesmo tempo e o pessoal percebeu o potencial disso. Crypto ajudou o mercado Bitcoin, essas coisas e mostrou que era possível fazer transações, dependendo menos de instituições. Exato. o Bitcoin e o crypto é uma reação 2008, então assim, é uma cadeia de coisas que aconteceram pouco a pouco, mas quando o Pix apareceu no Brasil e também apareceu na Índia em outro formato, apareceu em outros lugares, o pessoal percebeu o potencial disso e falou: "Cara, alguns bancos centrais acertaram, outros não. Cada país é de um jeito. O Brasil tem um banco central que é muito centralizador, que é ruim para umas coisas e bom pras outras". No caso do Pix, é bom que o Banco Central centraliza porque permite um rollout perfeito. No Fed americano lá, o Fed não tem tanto poder sobre os bancos, então não conseguiram fazer um Pix lá. Não foi por falta de vontade, foi porque não não tinha como. E o Pix ele é uma inovação que é engraçado, quando uma inovação aparece, às vezes a gente não sabe para que que ela vai servir.
Quando a energia elétrica apareceu, a gente não sabia exatamente porque não dá para saber a dimensão que vai tomar, né?
Não dá, não dá. A aplicação vem depois.
Eu brigo muito com as pessoas que são pessimistas com tecnologia nova que aparece. Fal, para, ah, por que que estão fazendo isso? Tal não vejo utilidade, cara. Mas a utilidade não é o primeiro item que aparece. Então, mesmo quando cripto apareceu, essas transferências sem ter instituição, falar que por que que eu vou querer transferir sem ter banco, que coisa inútil. Mas é isso que tá permitindo quebrar esse monopólio de Mastercard de Visa.
Sim.
E não é, tá incomodando os Estados Unidos.
Inclusive saiu notícia hoje, né?
Isso aí o pessoal, puxa, não, o PX tá incomodando. Não, não, não. Isso na na Índia já tinha sido programa e na Europa já tá sendo problema. Uma coisa assim que tá aparecendo vários cara. E na China? Na China me parece que, cara, os caras nem entram. A é, mas nunca entrou lá por uma questão estatal, não por uma questão tecnológica e política, né? Porque é um outro sistema de governo.
É, não, mas o Brasil tentou fazer algo assim, né? Quando tinha os cartões de bandeira Elo.
Ah, é verdade.
Mas esse que era o problema. E a a solução não era mais do mesmo, cara. A gente vai combater diabetes com brigadeiro, não vai dar certo. Vai dar certo.
Porém, no caso lá agora, a tecnologia permitiu evoluir isso, entendeu? Então a tecnologia que permitiu a gente dar dar essa essa amadurecida aí e agora que a tecnologia cresceu, amadureceu, teve adoção, tem coisa que dá para fazer quando tem adoção, entendeu? Então, legal, para sair do mercado financeiro, o mesmo vale para data center no espaço.
Ah, para que que vai fazer data? Não serve para nada, entendeu?
Você que tá aí escutando esse episódio bacana e quer levar toda essa tecnologia, essas novidades pra sua empresa e não sabe como, chama o time da Vembers. A gente pode ajudar vocês com desenvolvimento de software, com arquitetura de soluções, a entender os problemas que vocês estão vivendo e sair do outro lado com uma solução bem bacana. E se você tá escutando o podcast para aprender coisas novas, faz o seguinte, manda um e-mail pra gente no peoplecare@vems.
E você pode fazer parte também do nosso grupo de talentos. Valeu.
Agora o time do Relações Públicas vai gostar mais de mim.
O meu jornalista do PPT no Cila publicou uma notícia essa semana sobre isso também, eu acho.
Hum.
Falando sobre data centers no espaço.
É, é o assunto do momento. Mas eu só tava comentando assim que para ver que às vezes o pessoal fala: "Ah, isso não serve para nada". É natural como qualquer coisa que aparece. É, é natural. Na verdade, até é algo curioso de inovação.
Fala, entrando um pouquinho em inovação, Space Cloud. O nome da startup é SpaceX, na verdade, né? Porque é do Elon Musk lá que vai fazer também pro data center. Mas falando de inovação, existe um fator psicológico humano que é pessimismo. É natural o pessoal ser pessimista com qualquer tecnologia nova.
Esse é o normal. Então, o que que eu quero dizer com isso, cara? E e e é engraçado até, tá?
O ser humano, ele naturalmente busca estabilidade, né?
É por instinto próprio, né?
É.
E tem muitos casos ao redor do mundo. O meu case favorito no momento são garfos.
Quando Garfo apareceu, era uma novidade.
Garfo é uma novidade recente, por volta de 1500, 1600 por aí.
E o Garf era algo assim, não é? uma pessoa da nobreza que tá usando, não é natural, é algo do demônio, né? Porque é uns uns chifrinho tal.
Caraca, até nessa época é é o pessoal era tipo, não, do mal, tal, até não, mas em 1500 é normal pensar isso. O incrível é achar que tem gente que pensa isso hoje ainda.
Não, não é em 1500 normal. É normal pensar isso com qualquer tecnologia nova. Qualquer tecnologia nova vai ter a resistência. Quando o garfo começou a ficar barato e feito em escala, viralizou.
Uhum.
E aí todo mundo usa, tal. Então assim, aí você fala: "Não, mas a gente sempre usou isso." Mentira. Em algum momento, toda tecnologia que a gente tem, em algum momento a gente não usava. E quando apareceu a tecnologia nova, você falou: "Não, mas esse não é o jeito certo de usar blá blá blá blá. Qualquer tecnologia. Eu gosto de usar o garfo de exemplo. Um outro ótimo exemplo é como o pessoal do cinema foi contra cinema em cor.
Sim. E com câmeras digitais por muito tempo.
É, a câmera digital já é, eu tô falando, eu tô falando no cinema em Cone 930 40, porque não que isso vai atrapalhar a indústria, tá tá, o som também vai vai tirar o pessoal da que faz a música ao vivo, porque passava o filme mudo, tinha o pessoal fazendo música embaixo. Então assim, tudo que entra tem resistência. A vitrola foi um bom exemplo disso. O walk talk é outro bom exemplo disso. Então assim, esse tem ação que existem estudos sobre o pessimismo e e é natural ser pessimista com qualquer tecnologia que aparece. Na verdade, você até pode usar como um proxy, como um indicador que a tecnologia, se ela tem pessoas odiando, sendo pessimistas, é um indicador de que a tecnologia boa.
Que ela que ela que ela realmente muda o ponteiro de alguma coisa. Exatamente, porque é um é um é uma garantia do ser humano que ele vai ser contra qualquer tecnologia nova. Não importa o quão boa ela possa vir a ser, porém cai já naquele problema. Toda a tecnologia nova, por definição, se se é uma inovação, ela não tem uma aplicação ainda ou a aplicação que potencial dela não chegou na Não chegou ainda. Jean, vamos voltar pro praia Confrariatec. Uhum.
Eh, como é que é a dinâmica? Eh, você puder falar um pouco, você falou do início da história, pô, que foi legal para caramba. E como é que hoje o dia a dia, como é que como é que o os membros têm eh interagido e de alguma maneira tirado o conhecimento desse grupo?
Então, eh, é muito pessoal, né? Cada pessoa vai tirar conhecimento da forma que conseguir ali dentro. Eu não tenho uma garantia nem expectativa de que o grupo vai ser útil por igual para todo mundo.
Hoje a principal interface do grupo é o WhatsApp. Então ele é um grupo de WhatsApp com várias temáticas e eu fico ali de um meio que um moderador puxando o pessoal de volta pro tema conforme o grupo vai evoluindo. Porém, existe um fator que só entra no grupo quem é indicado por alguém do grupo e se a pessoa está no cargo de responsável por tecnologia. Aí eu falei, pô, o grupo chamava Confraria do City.
Com o tempo eu comecei a introduzir pouco a pouco a ideia de confraria Tec para poder ir um pouco além do cargo do City, porque tem empresa que não tem CTO, tem empresa que não tem CTO, não porque a empresa não é tec, mas porque a empresa é tão de tech que não tem lógica ela ter um CTO.
Todo mundo é de tecnologia, então a empresa é de tecnologia, então todo mundo lá é, então entra uma pessoa só.
Eu limito a uma pessoa por uma questão de volume de mensagem, se tiver 60.000 pessoas no grupo. Se coubesse 60.000 pessoas no grupo, ia ter 60.000 pessoas mandando mensagem, não ia ter como ter, não ia ser legível.
Uhum.
Esse inclusive é o maior desafio no momento, né? Como é que eu faço o grupo ser mais elegível para as pessoas? E aos poucos que assim, e esse a comunidade da Confraria é um projeto que eu tô tocando hoje. No futuro eu espero que outra pessoa toque, mas o formato que eu toco o grupo hoje é que ele no longo prazo seja um projeto sustentável, mas principalmente que ele tem um longo prazo, que ele é um projeto que dure muito tempo e daí ele tem que se adaptando pouco a pouco, né? Então vou contar uma adaptação que o grupo teve porque o mercado precisou se adaptar.
A adaptação que o grupo teve foi a confraria estava durante 2021 e 22 com vários Citys. O que que aconteceu em tecnologia nessa época? E se a gente for fazer um corte, dá para pôr o gráfico aqui agora, que é o seguinte, teve um boom de vagas de tecnologia e eu sofri com isso dentro do grupo. Eu abri o grupo de manhã para ler 40 vagas diferentes. Ah, F tá contratando, contratando porque tava todo mundo contratando. Porque no momento que 2% e si voando.
Isso é não tem esses, mas ninguém pensa isso no dia a dia. Ah, seria que tá 2% vou contratar mais. Não tava todo mundo contratando porque todo mundo, eu lembro, tá? Eu eu vou falar porque eu lembro no auge do COVID, todo mundo falava: "Nós vamos trabalhar de casa para sempre". Então, todas as empresas vão precisar ter muitas pessoas de tecnologia porque vai precisar. Então, vamos contratar, contratar, contratar, contratar. E era minha observação foi antes até da Covid, né? Porque teve um momento que eu mesmo perdi tanto funcionário, se lique baixa vent lá em cima.
Tem tem essa coisa. Não foi, foi um décimo comparado do boom de vagas que teve quando começou o COVID. Isso foi tão grande que eu falei: "Cara, não dá".
Tá aí, eu não consigo ler o que acontece no grupo porque tem tanta vaga sendo postada. Então, a gente vai criar um canal de vaga e só posta vaga no canal de vaga. E nesse canal de vaga, convida recrutador, você tem seu recrutador, põe com o recrutador lá no grupo lá, tal, tal, o canal de vaga para discutir vaga.
Por que que aí a pessoa fala: "Ai, Jan, você é chato, por que que só aposta vaga no canal de vaga?" Porque existe um momento que teve esse bom daqui a pouco a galera tá mandando meme de política. Se não tiver é acontece ano de eleição, todo ano de eleição acontece. Todo ano de eleição é a mesma pessoa mandando memico, apaga, o cara fica bravo por você é pior do que o Alexandre de Mora. Eu falo cara já ouvi essa piada toda quase qu anos ouve essa mesma piada então e pro cara nem deve ser piada. Isso é sério. Mas eh criou-se o canal de vagas. Então que que aconteceu depois? O mercado mudou de novo, do mesmo jeito que contratou e porque as empresas, existe um assunto de estratégia pra gente falar depois, mas a estratégia de muita empresa é: eu vou copiar o que os outros estão fazendo e se a Amazon, se o Elon Musk, se o Facebook tá demitindo, eu vou demitir. Se eles estão contratando, eu vou contratando, porque os caras são os mais inteligentes do mundo. Então se eles estão fazendo, deve ser o certo.
Isso não é estratégia. Se a sua estratégia é copiar o amiguinho da frente, não dá certo, né? Sabe quando tá ensinando criança atravessar a rua? Você não pode olhar outra pessoa atravessando e atravessar porque às vezes o carro tá lá, mas não tá aqui. Então, cara, mas é triste a gente perceber que tem executivo que faz isso.
Não é, é, não é, é a maioria. É isso. É muito difícil a maioria. Muita gente tá contratando porque AI vai substituir programador. Aí a gente juntou, a gente falou: "Pessoal, AI não vai substituir programador." Ah, vocês são programadores, estão falando isso para se defender. AI não substitui o programador, tá crescendo de novo as vagas. Mas antes disso acontecer, começou a ter demissão em massa. Aí o canal de vagas foi importante porque fal, cara, putz, contratei um cara aqui, o cara é bom, a gente tá demitindo porque a gente contratou demais.
foi lá e no grupo tem um espaço para divulgar também e emitiu agora tá acontecendo o contrário, tá contratando de novo. Ei não ia acabar com as vagas não, não tá tá tendo mais demanda de tec, então tá começando a contratar de novo. E infelizmente esse movimento vai continuar acontecendo porque é estratégia de copiar a estratégia do outro, porque é muito difícil pensar em estratégia, é um assunto complexo, cara. Mas isso me deixa eu evoltar de um jeito, porque o cara é contratado para ele pensar a estratégia da empresa.
E se o cara não faz isso, não conhece o próprio negócio, ele não consegue olhar a realidade do mercado e projetar para dentro da própria empresa. Cara, tu tá, você tem um trabalho, have one job, que é olhar pro mercado e projetar para dentro da sua própria empresa. você tem um salário bom e você é um executivo para isso e você segue isso de uma forma tão Mas não é assim que Mas não é assim que se contrata.
Vamos lá. Me fala qual empresa contratou um CEO.
Já exclui muita, porque muita empresa não contratou CEO. Me fala qual empresa contratou um CEO porque ele ia definir a estratégia. Não é por causa disso.
É, geralmente a circunstância leva o cara para lá.
A circunstância leva o cara. Segundo, o cara tá lá porque ele sabe lidar com board, sabe lidar com o pessoal e ele tem os relacionamentos da indústria. Que que isso tem a ver com estratégia? Nada.
Nada. Ah, mas ele tá lá porque ele vende muito, então ele deveria ser um vendedor.
Exato.
Não, mas o SEO tem que fazer negócio.
Não, se fosse para pensar estratégia.
Então assim, o negócio é, não existe uma pessoa que pense estratégia e quando se cria um cargo pra pessoa criar estratégia, é igual quando cria o cargo de inovação. É um cara para ser ignorado.
Uhum. Então é o cara do sonho, né? O cara que faz powerpo que ninguém vê, né?
Então, então então assim, eh, não existe isso e vai continuar sendo assim. E assim, e você tem que lembrar que maior parte das empresas não são empresas com seossos profissionais. A maior parte é empresa familiar e empresa que o cara mesmo ele foi empreendendo t founder que o igual muito City também, tá? muito city é o cara que sobrou para ser city ali, porque ele foi o programador que foi subindo, subindo, subindo e sobrou para ele ser city e às vezes não tem uma formação, que acreditou no no projeto. É.
E ganhou um equity no começo.
E você já deve ter ouvido, o pessoal fala muito, né, que você é promovido até o seu nível de incompetência, né? Então, quando você chega no servência, você trava, né?
Essa frase é muito real, tristemente real, cara. Aí você fala: "Por que que não pensa em estratégia?" Porque não foi contratado. Para não é não é job description pensar na estratégia.
Deveria ser por Ô Jean. E e uma ponto que você colocou aqui que eu acho interessante do grupo é que de certa forma ele é um termômetro do que tá acontecendo no mercado, né? Porque o de vagas é. E aí, então voltando, continuando lá no grupo, então a gente criou o canal de vagas, tá lá o canal de vagas, tal, acontece até hoje, tá? Tipo o canal de vagas. Nesse momento o termômetro é as empresas estão contratando mais pessoas de tecou lá pessoa para ser prompt engineer, viu que dá resultado, só que aí agora quer que a cria algo útil que não deixa ser hackeado fácil. Então vamos passar pro pessoal de tech. Ah, não tem pessoal de techizado em EAI e vamos contratar pessoas de tech queiram usar EAI aqui dentro.
Cara, que loucura, né? Você falou, a gente falou desse cargo prompt engineer há um ano atrás. É, é o problema de chegar muito cedo. Falaram muito cedo desse cargo. Fal, não, que exagero, prova que é bolha. Não é só chegou cedo assunto.
É, hoje mostro fala em prompt, né? Hoje se você usa AI profissionalmente a sério, você arquivo MD.
É, é igual, é igual igual só do hospital com energia elétrica. Você não fala que, ah, não, esse é um hospital que elétrica, todos são. Então, pô, é tudo arquivo de texto.
Bom, eh, esse é outro movimento que aconteceu no grupo. E esse foi um que eu fui resistente, eu fui a pessoa pessimista.
E eu fui pessimista porque eu tenho, eu tenho cicatrizes do meu passado ali, né?
Trabalhei com Watson lá em 2015.
Nossa, cara, sempre que falo do Watson, fala: "Meu Deus do céu, que passou raiva".
Você pegou também a mesma época do Watson, cara. Cara, o Watson, cara, e você lembra que eles vendiam o Watson como se ele fosse o chat GPT?
Não, que fosse um negócio incrível, que faça que Exatamente. Exatamente. Era um chat GPT. Mas foi aí que a IBM quebrou o Watson.
Foi porque o Watson porque ela prometeu e não entregou.
Exato. O Watson ele ele ele ele foi um bom produto para abstrair todo o processo de treinamento de machine learning clássico, de inferência estatística. Isso e para isso ele era excepcional. Mas quando começaram a querer vender NLP chatbot com Watson, cara, era um fluxograma.
É, é, mas a IBM não vendia isso. A IBM vendia o chat GPT. Fala, cara, você vai ter uma inteligência treinada nos dados da sua empresa.
Já tenho base tudo, cara.
É, mas isso dependia muito do chatbot, né?
A IBM.
E cara, como é que você faz isso se o Watson mal tinha suporte? rede neural.
Eu tinha, eu tinha eu estive muito próximo do time da IBM por volta de 2015, 16 e aí eu vi de perto como se vendia o Watson e o que ele realmente fazia, o que me fez ficar incrédulo com qualquer coisa que apareceu depois.
É porque porque você via falava, cara, não faz o que o vendedor tá falando, não faz.
Ah, mas vai, mas não fazia. E a IBM tinha esse problema, não é de hoje, tá?
A IBM sempre fez isso. A IBM inventou o código de barras e a IBM não ganhou dinheiro com código de bar.
IBM inventou o código cartão perforado.
Isso. Mas a IBM ganhou dinheiro cartão perfurado. Pelo menos o código de barras. A IBM não ganhou dinheiro. Por quê? Porque ela entrou muito cedo no mercado prometendo Deus e o mundo e não existiam os sistemas e não deu certo. Aí depois que o mercado amadureceu, conseguiu oferecer, ela conseguiu lá. O Watson foi a mesma coisa. O Watson IBM entrou muito cedo no mercado, prometeu desde o mundo, não entregou, o pessoal ficou puto e era o mesmo momento que ABBM tá ainda tava tentando vender mainfame e ao mesmo tempo vender cloud.
É uma loucura, né, velho?
E o que ela falava: "Não, você vai ter private cloud, que você vai ter o pior dos dois mundos ao mesmo tempo. Não, mas vai ser bom. Bá, eu vi cliente sair da mesa e falar: "Nunca mais faço um negócio com". E nunca mais fez. Então, é, é, eu peguei essa parte que teve um rate muito grande, BM, não foi não merecido, tenho que concordar, né? E aí ela tentou fazer um rebranding e foi quando ela comprou Redhe Hat que era uma queridinha do mercado de open source e tal para tentar dar uma, na verdade eu vejo hoje olhando para trás na época a gente não tinha como inferir isso, mas eu vejo a compra da Redhe como uma oportunidade de reentrar nas empresas que ela tinha perdido.
É, né? Porque tipo, o cara rompeu com EBM, não quer mais saber, mas o cara tava usando o Linux da Redhe, o cara tava usando o software da Redhe, então o cara ganhou um outro contato lá dentro, né?
E e a IBM tem muito dessa carac IBM é um abraço. A gente gosta muito de vocês. Se você quiser botar o seu logo aqui, a A IBM sempre comenta, quando a gente fala do IBM, ela sempre comenta nos posts aqui da E se quiser mandar alguém aqui pra gente conversar, a gente tá tá aberto também.
Mas então o povo, mas não vendam mais main frame.
Já deu, né? Povo, poxa. Mas então, o grande ponto da IBM foi grande ponto.
Tava falando disso por quê? Porque eu criei uma resistência com a EI, aí eu vi o assunto surgindo de novo. Falei: "Ai, de novo, vai ser um 2.0 essa openi." Eu pensei isso no começo e é muito louco porque olha só, não e talvez eu ainda esteja certo, tá?
Talvez a Open seja seja umson 2.0 por outros motivos, por outros motivos, mas depois eu entro nesse assunto. Só que aí começou o assunto bombar, bombar, bombar. Eu falei: "Cara, não, a gente vai ter que criar um canal." Em 2023 a gente criou o canal de AI e aí o canal de começou a crescer e o canal de hoje é maior que o canal de assunto geral, porque nesse momento é o é o termo, é o tema quente, tá? Então assim, o grupo é um é algo um negócio assim e o meu papel é ficar ouvindo o grupo e tentar criar ações ao redor. A minha limitação atual é, não estamos mais no mundo da pandemia, então o grupo tem que ir além do WhatsApp, porque quando o WhatsApp era o único canal de tudo tava maravilhoso, mas agora as conversas assim acontecem, o grupo amadureceu, são 1000 pessoas, então tem que ter uma 1000 pessoas, cara.
São 1000 pessoas, são 1000 pessoas.
Deve ser fácil a sua vida de moderador disso.
É, deve ser bem fácil.
É, todo mundo me ama, ninguém meia.
Que loucura, cara. Ô, ô, Jean. E, e tem uma curiosidade, nesse ponto em específico, você acha que as pessoas estão um pouco de saco cheio do digital e aí começando a a ter essa necessidade até de voltar o olho no olho, o enfim, a interação pessoal, você acha que isso eh porque de novo, você tô conseunto. Eu tenho essa percepção que eu acho que tá todo mundo um pouco Não, isso vai acabar no assunto home office, né? Já tô vendo.
Não, não é que esse assunto era muito discutido no grupo antigamente. Aí vai e volta, vai e volta. Nem é esse ponto assim. É assim, você tá cansado de energia elétrica, tem muita luz, não.
Você não tá cansado de energia elétrica, mas todos os canais tem momentos que vão e voltam. Esse assunto de canal é marketing.
O pessoal no grupo discutir por que a gente não vai pro Telegram. E eu falava, a gente não vai pro Telegram porque não tem ninguém no Telegram.
E o A não ser seja um russo vendendo droga.
Então, e aí? Não, mas o Telegram é muito melhor, tecnicamente ele tem mais funcionaliz, mas ninguém está no Telegram até hoje. O pessoal fala: "Não, mas o Telegram é bom". Não, não adianta.
Tem gente lembra do Telegram quando WhatsApp, então e não quebra mais. Então o pessoal não lembra mais. Aí o pessoal fala: "Não, Jeama, você que tá sendo chato, você do conta". Tá bom, vamos fazer. O grupo abriu três vezes no Telegram. O grupo com traria de City Out abriu três vezes no Telegram.
Verdade. Eu lembro. E as três morreram porque ficou mais de seis meses sem ninguém mandar mensagem porque todo mundo andava no WhatsApp. Falei: "Cara, eu vi, eu vi isso acontecendo no Slack.
Quando migrou do Slack pro WhatsApp, teve mais mensagens em um mês de WhatsApp do que um ano de slack." Eu falei: "Cara, não adianta. É o canal que tá, cara". É porque é o canal natural das pessoas.
Canal natural. Agora existe uma as pessoas nem ligam mais pelo telefone, as pessoas ligam pelo WhatsApp.
Mas existe fatiga de WhatsApp? Existe porque o WhatsApp é uma péssima plataforma, ele é um software cheio de bugs e a pessoa troca o celular, perde o histórico, tal, o WhatsApp ele podia ser muito melhor em várias coisas se ele quisesse, só que no momento o pessoal usa muito. Aí agora que a empresa começou a usar, você começa a receber spam, começa a receber golpe no WhatsApp, eu tenho seis perfis aí que copiam minha foto e tentam se passar por mim pra minha mãe. É normal isso no WhatsApp, infelizmente. Então tem empresa vendendo lista de contato, tal.
Então o WhatsApp tem uma fatiga e tem de piorar, né? fazer um parêntese.
Pegar eles vão fazer eh WhatsApp não atrelado ao número, mas à, né? Se isso for não tiver uma gestão de identidade de fato eficiente, eh porque já não é tão simples de você clonar usando o número. Se não depender do número, me preocupa, ainda mais na mão de quem está WhatsApp hoje, né?
Enfim, só um par, eu não sei qual em qualquer outra mão seria um problema isso. Qualquer outra mão seria um problema. Não tem ninguém que resolver esse problema. Ah, cara, não sei. Mas o temor, cara, a meta é muito fraca tecnicamente, cara.
Cara, vamos lá. Dá, dá para entrar nesse assunto. Dá para entrar nesse assunto porque, beleza, meta é Quem que resolveu isso bem? Quem que, qual a plataforma que não tem golpe?
Hum.
Mas é uma questão aí é um outro ponto, né? Não, mas esse é o ponto.
Não existe plataforma que não tem golpe, mas por exemplo, eu acho que a gestão de identidade do Google é muito mais robusta do que qualquer da da da meta, por exemplo, até você precisar até Google sem querer bloquear o seu Gmail, porque você fez um comentário no YouTube, aí quando bloqueou o conta do YouTube, bloqueou todas suas contas Google e nem o seu wallet tá funcionando.
Ah, mas aí é um outliner, né? quando eu estava em Hong Kong e eu registrei um cartão lá em Hong Kong, porque eu estava em Hong Kong por vários, várias semanas, e aí a Gol falou: "Não, mas a sua conta é do Brasil, se você tá em Hong Kong, isso é golpe". E eu fiquei completamente offline.
Ah, mas isso aí, esse aí sim, eu concordo contigo.
Não é outlier, porque não é só meu esse problema.
Não, mas eu concordo. É, isso é o tipo de problema que ninguém resolveria.
Então, e o WhatsApp ele só tem um lance, ele é mais usado que e-mail, porque o pessoal jovem não usa e-mail. Sim, assim, o o a meta é uma empresa que é muito mais usada do que a Google. Muita gente usa, eu concordo. Muita gente usa Google, mas a Google dá muito problema.
Mas eu acho é que você ainda fica mais de boa se você perder o seu Gmail do que se você perder seu WhatsApp.
Eu eu entendo suas duas observações, mas eu acho que se o Gmail e a sua conta, porque hoje o o a sua conta Google é basicamente a sua identidade na internet pra maioria das pessoas, tá?
É, você já tentou pagar o Gemini e YouTube ao mesmo tempo?
Eu pago os dois. Perfeito. Você tem o YouTube Premium família?
Tenho. Não, não, família.
Porque se você tiver o família você não consegue pagar o Gemin ao mesmo tempo.
[ __ ] Por que não consegue? E o YouTube Premium Família você não consegue pagar anual, cara. Aí você fica, como pode uma empresa que tem tanto dinheiro não conseg não consegue? Cara, eu concordo de Mas eu acho que se se fosse da meta seria muito pior.
É, eu entendi. Você não gosta da meta.
Você não gosta da meta. Você não gosta da meta.
Eu eu eu não estou dizendo que o Google é bom, mas eu acho que é é que minha opinião é que todas todos são todas lidam muito mal com esse ponto aí, porque todas lidam mal com esse ponto. O foco deles é coletar dados. Ponto. Todos é coletar dados. Mas são todas. Todos fo tod. É, é, é, é que não sei, a meta ela tem um q de explicência técnica que, cara, que não sei se eu concordo com isso, cara.
Eu eu eu tenho essa sensação.
Eu conheço os times, eu eu sou muito envolvido com Graphic L. Eu falo, cara, tem muito engenheiro muito bom lá, cara.
Cara, o o Graphic L e outras tecnologias que nasceram na meta são extremamente boas, mas você consegue perceber que são times deslocados do core do negócio, não é, cara?
Eu eu tenho essa sensação, tô te falando como você tá falando aí, então é uma sensação que você tem, é impressão da marca isso, é a impressão que eu tenho da empresa, como talvez você tenha uma visão diferença de diferente por estar conhecer melhor, né? Isso, isso é literalmente eu estou mais próximos dessas empresas assim, né? Então, e e eu tenho mais contato com o time Google pelas empresas que eu passei, que usava muito Google Cloud, etc. E conheço um pouco mais o raio X.
É.
E eu tenho um pouco mais de, talvez, de carinho e e e conhecimento sobre como funciona.
Isso é algo que o Google investe, tem o GDG, tá tá tá. O Google investe nisso e o marketing disso funciona porque a Google é uma empresa mais B2B do que a meta. Mas assim, mas se você pegar, tira um pouco a cortina, tira um pouquinho assim do bonitinho, quando você começa a ver os problemas do do da da Google que inclui YouTube, que inclui Gmail, essas coisas, fica cara, imagina você fazer uma cagada no seu na sua conta de empresa de Google Cloud e o seu Gmail ser cancelado. Ah, isso é raro, não é? É que os caras eles você ainda vai lá reclama no hacker news e aí alguém vai lá e te ajuda. Mas você tem que reclamar no hacker news para ir.
É que a impressão que eu tenho do da meta é que o core dela não brilha, mas por exemplo você tem projetos como Graphic L, como lhama, que não necessariamente estão ali dentro do core, sabe? E é, mas é usado na empresa inteira.
Vamos lá. React. React é usado na empresa inteira. React native. Usado na empresa inteira. React, o próprio Graphel, provavelmente para transmissão de dados, etc.
Mas o lhama dentro do WhatsApp, por exemplo, é um desastre.
Ah, eu concordo. Essa implementação é ruim.
É um desastre.
Essa é ruim. Mas vamos lá. Já que você gosta da Google, a Google cagou um monte de coisa, né, cara? [ __ ] mano. Você lembra que era Gemini e tinha outros três produtos diferentes de AI ao mesmo tempo.
Aí tinha uns nomes diferentes matando a pouco. Aí tem o antiravity agora que também tem e tem o Gemini Cel.
Não, começou com o Bard.
Lembra disso? Bard.
Era o Bard que aí virou o Geminai.
E e a Google é boa de matar produto.
Só começa a gostar de um produtinho, ela pau vai lá e mata. É que a Google, cara, eu vejo ela na área de de AI como o cara que tá correndo por fora, porque começou muito forte com a Open AI. E aí eu vou concordar com a sua visão de que talvez ela seja o novo Watson, porque ela começou muito cedo e ela tá perdendo um pouco de fôlego. Eu percebo isso que o entre os modelos hoje o chat PT, o a as máquinas de PT começam a degradar mais do que a Gemini e Antropic e Antropic. Troppo que hoje para mim é é o modelo mais eh vou falar meu preferido, mas eu é o que eu tenho mais resultados, né? E para imagens o nano nano banana. E mas eu eu vejo que o o Google, cara, ele pegou a raia do lado enquanto a Gemini, o o Openai tava lá na frente e ela estilingou, cara. E e isso meio que traz um uma visão, como você falou, de bagunça de produto, porque meio que é uma corrida meio desenfregada, tá ligado? É bagunçado o produto. É bagunçado o produto. A visão é, ah, eu confio um pouco mais na Google do que eu confio na Open AI, porque a Google já investiu tanto em marketing comigo, eu já fui de GDG, essas coisas, falo, cara, eu sei que os caras são um pouco mais c, e é uma bagunça, porque, por exemplo, eu que uso muito para desenvolvimento, eu sou usuário e aí eu vou te dar razão nessa confusão de de produto que tem, inclusive Google, por favor, arruma essa [ __ ] porque tá [ __ ] É, eu sou usuário do Google One que por, enfim, não, eles se aproveitam muito do fato de que não tem como eu revisar o meu drive e saber o que eu posso apagar ou não. Eu tive que aumentar o meu meu armazenamento.
Aí eu peguei um plano onde teoricamente eu tenho tudo de AI do Google.
Uhum.
Né? Beleza, já que vou pegar, vou pegar tudo. Aí eu fui pegar e usar a chave do Gemini. Eu não posso forteza pelo Vertex, tal. Exato. Aí eu tenho que usar o Google Cloud para ir pro Vertex, pagar separado, é, né? E aí a chave de de API que eu tenho no Gemini não serve para euedar no meu app, é, eu tenho que usar a chave do Google Cloud com SDK. Isso e e nada disso é explícito. Você você vai tipo na tentativa e erro, horas perdendo tempo para conseguir.
Exatamente. Então, e assim, a Google é assim, a Microsoft ela tava num momento bom e agora ela tá no momento que o pessoal tá falando muito mal dela, mas a Microsoft também é assim. Então assim, não tem caraft, eu eu preciso fazer um parênteses aqui, porque o Google é bagunçado, mas a Microsoft, meu amigo, é, a Microsoft tá numa briga política interna agora, cara. O Copilot é uma bagunça.
É. E eu vou te falar, uma das últimas coisas que eu fiz na empresa onde eu trabalhava até um tempo atrás foi organizar a governança de copilot, porque cara, tem studio no no Eur, aí você tem Copilot Studio dentro do do 365.
Aí você tem o Copilot dentro do 365.
É. Aí você e aí os caras dão um treinamento dentro da empresa para falar, vamos fazer a gente e aí o cara que tem o 365 com o copilot, ele consegue fazer certas coisas, o cara que tem acesso ao consegue fazer outras coisas e tudo chama estúdio. É uma bagunça, meu amigo.
Aí, cara, lá em 2015, talvez antes, tinha um jogo chamado Halo.
Halo.
Aí depois apareceu um personagem de jogo chamado Cortana. Cortando.
Aí a Cortana usou no Windows, aí começou a ter IAI. Aí agora que presta, mataram a Cortana.
E o Cortana foi na mesma época do Watson.
Foi é Cortana e o Watson. Aí já que o assunto são vendors Uhum.
Por que que a WS não consegue lançar uma I decente se ela como não quer, velho?
Ela tem o melhor canal para Iá, que é Alexa. Todo mundo tem um Alexa em casa.
Hum. Não, não, não, não. Vamos lá. Essa é uma história boa. Essa é história boa.
Deixa eu ver uma histada com a história é pior. A história é pior. A gente tava falando de estratégia.
As empresas elas não têm, não sabem fazer estratégia. Aí o pessoal copia os grandes e o pessoal fala: "Não, porque os grandes sabem o que eles estão fazendo? Os grandes não sabem o que eles estão fazendo". Eu vou falar algo aqui que se tirar do contexto dá para me sacrificar.
Vamos ser cancelado. Bora.
É. Não, mas assim que é o Jeff Bezos, Zuckerg, Lomask, eles não têm uma visão do futuro além do alcance do que outras pessoas têm. Eles não sabem bem o que estão fazendo tanto quanto outras pessoas.
Quando começou o layoff, a onda de layoff pós a contratação do COVID, a Amazon fez um layoff e a Amazon demitiu 80% do time da Alexa.
Ah, [ __ ] que pariu.
Foi no mês, foi no mês que lançou o chat GPT.
No mês que lançou o chat GPT. Pode buscar. Eu escrevi artigo na época porque eu fiquei chocado no mês que lançou o chat GPT, o time da Alexa estava sendo destruído porque a Amazon viu todo mundo fazendo layoff, falou: "Vamos fazer layoff, tirou todo o time da Alexa". E aí ela perdeu toda a inércia que tinha para poder entrar rápido nessa corrida.
Aí você fica, nossa, mas por que que eles fizeram isso? Era uma visão ao lend. Não tava seguindo a estratégia dos outros que tava todo mundo fazendo layoff. Porque fazer l é inteligente, cara. Mas é é você se imagina, você imagina que beleza, uma tec do Brasil, uma empresa média, grande do Brasil se espelhem nesses caras, que foi o que a gente estava falando antes, para seguir ceg, mas eles se espelham uns nos outros.
Ah, aí fodeu, né? É cego seguindo o cego. É cego seguindo cego. E o pior que uma empresa do Brasil tá acompanhando uma estratégia de uma empresa americana que tem outra lógica que tem uma lógica de juros de outro mercado, tudo mais, o cara quer replicar no Brasil. Tá errado.
Tá errado. E depois ainda vai se vender de CEO inteligente no YouTube falando, não, demitir todos os programadores.
Parabéns, fez merda. Mas cara, o o maior fiasco da tecnologia dos últimos anos, na minha opinião, é a inteligência artificial chegar no nível conversacional e de linguagem natural que a gente tem e Alexa virar um peso de porta, cara.
Então, e olha, olha só, é um absurdo.
Olha só, cara, como é curioso. E porque assim, são existem tantas cagadas acontecendo nesse momento que é difícil falar que essa é a maior. GPT. GPT. o paper que criou tá nascendo da Google e não foi a Google que criou o chat GPT.
Chat GPT é um dos piores nomes que eu já vi na história de nome de produto e é um dos maiores produtos que a gente aumenta também. Então assim, tem muita cagada de tecendo nesse momento agora. Essa é uma delas, eu concordo. Porém, a WS tem um motivo muito bom para fazer o que tá fazendo. E existe também uma prova que o motivo dela tá fazendo isso é tão bom que ela tá se contradizendo. Então, vamos lá, me convença.
Eh, a WS criou o Kiro, que é um software equivalente do cloud code que gera código para você.
AWS é uma empresa, eu volto lá no começo, ela foi criança, foi adolescente, sobreviveu a bolha.com, cresceu, agora tá grande. Como empresa grande, ela tem comportamento de empresa grande. Então, aqueles engenheiros lá dos anos 2000 da Amazon tiveram o filho, os filhos têm 20 anos, colocou ele dentro da empresa, o cara fez stanfor, vai virar gerente lá dentro e o cara lá tá lá porque o pai dele colocou ele lá dentro, tal. É natural de qualquer empresa ser assim. Quem não vai querer pôr o filho na própria empresa onde você deu certo, você vai saber guiar o seu filho por lá. Então você começa a ter umas gerências assim que não toma as melhores decisões porque, né, não foi escolhido no mérito, foi escolhido.
É. E e isso justifica.
Não, calma lá, calma lá. É uma história em partes. É uma história em partes.
O Kiro nasceu, veio uma ordem de cima para baixo. Todo mundo vai usar Kiro. Os engenheiros se juntaram e falaram: "Quiro não tá no nível de usar em produção".
Dezembro de 2025 a WS caiu por causa disso. Isso não é um problema.
Isso não é um problema. Ask cairí por causa disso. O problema é que eles falaram que foi erro humano.
Aí o pessoal começou a se revoltar no nos andares de baixo. Falou: "Pera aí, o erro foi humano não, vocês mandaram a gente usar Kiro". Aí a história ficou abafada, vazou paraa jornalista e saiu.
O problema é que a WS mentiu dizendo que foi erro humano, mas foi erro de AI, porque foi um executivo que mandou de cima para baixo todo mundo usar o Kiro, que não era um software recomendado pelos programadores.
Culpa é da AI, não. Um problema de gestão e é um problema de má gestão porque são gestores que não sabem o que estão fazendo, entendeu? F uma história em partes. Porém, olha o outro lado da história. Vamos falar de uma de um elefante maior aqui dentro dessa sala.
Apple. Apple não tá fazendo nada de AI.
Um que é uma mentira. Apple tá fazendo um monte de coisa, mas a Apple não está lançando produto, porque a Apple nunca focou em lançar produto sem ter o produto. Então Apple tá esperando o ecossistema amadurecer. Se você como Apple, você vê, cara, tem programador que consegue rodar Ll MacBook.
E tem programador que usa tudo via cloud, como é que eu vou saber qual vai ser o melhor approach? Se eu conseguir esperar, se eu conseguir segurar os investidores, eu posso esperar e ver onde vai dar o mercado.
Você falou da Apple, eu acho interessante porque eu tenho uma visão, não sei se é a mesma de vocês e de quem tá nos ouvindo, mas que a Apple ela é muito mais focada no hardware e no Gagget do que no próprio software. Claro que ela tem um sistema operacional extremamente robusto que ela mantém, mas é uma questão de continuidade, né? Mas ela nunca lançou um software assim, tipo, cara, olha a nuvem Apple, tá? E eu não se eu não sei se eu esperaria da Apple ela lançar um modelo não, ela vai não vai lançar modelo porque a Apple não vende modelo. Eu concordo contigo. Vende isso isso. Mas a Apple não relançou a Siri com uma versão de AI.
Sim, também é e concordo contigo. Mas eu esperaria, por exemplo, da WS algo.
Calma, vai chegar lá, vai chegar. Tô na Apple ainda.
Pera aí que eu vou botar esse ponto que aí você já arremata.
Eu esperaria que a WS, além da da catástrofe que a gente falou da Alexa, que ela tivesse minimamente algo como o Vertex AI ou como o AI Stú daure.
Já vou chegar lá.
Ela sendo o principal vendor de de e o primeiro de de cloud.
Cloud, né? Já vou chegar lá. Já vou chegar lá. Mas falando da Apple, a Apple ela lança produto para consumidor final.
AI não tá madura o suficiente. A maior prova que a Open AI tá pedalando num monte de coisa porque a não tá madura o suficiente ainda. Vai ver, deixa, deixa as cartas caírem. Depois que as cartas caírem, a gente monta aqui o nosso deck.
E um monte de empresa tá tentando atirar no ar e eles são deixa cair e tal. A gente consegue esperar um pouco mais sempre.
Eu acho que a Apple tá no comportamento que eu esperaria da Apple. Isso. iPhone inovação de hardware, o iPhone foi uma inovação de juntar vários hardwares que existiam produto, né, num produto só com distribuição, com usabilidade.
Então, ah, mas a Microsoft criou o smartphone 99, a Microsoft criou o smartphone, pelo amor de Deus. Não, o Windows Phone até veio depois, boa parte, mas tinha um Palme Top que era uma versão ali, tal. Então assim, o smartphone existia, mas a Apple consolidou e Windows C. Windows Phone foi depois do iPhone, depois Windows que era para mop, etc.
Isso. Então assim, a Apple ela tá fazendo o jogo dela. A AWS nesse momento ela é uma empresa de infraestrutura.
Se ela fizer um modelo próprio, ela vai competir com os outros. Se ela virar falar assim, fala: "Cara, usa o que você quiser, eu tô aqui por baixo, tá tudo bem". Tanto que a WS é provedora para essas outras empresas. Nesse exato momento, a Openai tá flexibilizando para est tanto na Azuri quanto na WS.
Isso gerando um problema com a Microsoft, né?
Exatamente. Mas assim, que é meia dona da OP. Então, mas se a WS tivesse o próprio modelo, o Penar não ia fazer isso, não. Mas eu não esperava que ela tivesse. Claro, eu esperava, não é, o ponto está falando. Eu esperava que ela tivesse um, eu esperava que ela tivesse um modelo pelo canal que ela tinha da WS, da, da Alexa.
Então, mas então ela não tem um modelo.
São dois, são duas críticas diferentes.
Uma, tipo, [ __ ] a WS poderia ter um modelo e ela poderia usar o canal de linguagem natural que ela já tem, que é que é Alexa. E do ponto de vista de gestor de tecnologia como desenvolvedor, eu acho que a WS ela não fornece as ferramentas para desenvolvimento com modelos, mas não tão boa quanto um Vertex AI ou um AI Studios.
É que tem a WS Bad Rock que permite você rodar qualquer modelo open source, que permite até mudar os os modelos de mercado. Então assim, tem é tem tem tem e quem tá no ecossistema WS consegue usar, entendeu? Então assim, tem nesse momento tem não é o ponto não é ter porque como é o principal vend a gente espera mais da da W. O que você espera da WS é cloud e isso eles têm muito bem. Eles têm muito bem. Isso aí é extra e você pode ter com outro e continuar tendo o seu S3 rodando ali.
Posso fazer uma pergunta capciosa agora?
Você não acha que a WS ela por ter sido a primeira, ter sido a percursora e ser muito baseada na emo começo, ela não perdeu um pouco desse bonde de serviço, de plataforma como o Google e aure tem?
Não sei. Para mim, quem é precursor para mim é a Google. GPT nasceu lá dentro.
Eles são os precursores Gi.
Não, mas eu não tô falando só de AI, mas tô falando de plataforma. Por exemplo, o Google no começo, quando o Google lançou o GCP, ele, o foco dele não era abrir máquina, não era como a gente via o o AWS para ligar um S2, etc.
O core do Google no começo, não sei se lembra, era o Engendini, que você fazia deploy de um código Java, Python, etc. e ele abstraía tudo aquilo.
Então, o Google, ele já nasceu um pouco com essa questão de de ser mais plataforma, ser mais serviço e depois ele foi abrindo um pouco mais paraa infraestrutura.
A WS, por outro lado, ela nasceu como infraestrutura, porque era o que a gente esperava da Cláudio naquele momento e eu não sei se ela evoluiu tanto pro serviço. Vamos lá. Vamos lá. Primeiro, a WS é a líder de nuvem no momento. Então assim, não dá para dizer que eles estão falhando quando eles estão claramente ganhando. A Oracle e Google estão lutando para tirar pessoas da WS. Então assim, a WS tá bem e eles vão bater onde a WS tá mais fraca, porque eles não vão bater onde a WS tá mais forte. Então esse é o primeiro ponto. O segundo ponto é olha serverless, olha as outras. A WS criou serviços ali ao redor. O que eu acho de forma geral, esse desconforto que tem até que existe um desconforto no momento, é aquela questão de que a WS tá envelhecendo como empresa.
Uhum. E natural, ela tá envelhecendo, ela tá começando a ficar um pouco mais congelada ali e não tá tão como já foi antes aquela engine, aquela aquela máquina de inovação que ela já foi. Ela não é mais tão quanto foi, porém ela é a líder absoluta no mercado agora.
Isso é inquestionável. Assim, se você quer estabilidade, etc., você sempre vai pensar em AWS.
É, mas eu não sei se ela tem esse apetite, como você mesmo falou, é para trazer essas questões de Mas ela tá trazendo, tá? que ela dev tá um pouco quieta porque ela tá vendo também tá esperando ver onde vai cair mercado.
É porque assim o bad rock é interessante.
Se você quer rodar um modelo bad rock é bem interessante. A WS começou já a puxar o Penai para lá porque tem infraestrutura, tem distribuição. Então assim, ela não tá tão atrás. É que o mercado de tá deixando a gente mal acostumado, que a gente quer inovação no na velocidade da luz e não é o momento agora. É, é que a gente passou por várias gerações de inovação, né? A, a cloud foi uma inovação que a gente passou, eh, e a gente tá passando por uma outra revolução de a que tem um outro ritmo.
Isso é fato. E conciliar os dois mundos é muito difícil. Eu acho que a única empresa que de fato tá conseguindo fazer isso muito bem é o GCP. É, é a Google.
A Google. É que assim, apesar de toda a bagunça de eu conseguir de eu pagar um negócio que eu não consigo usar, é que você gosta da Google, não é?
Não, não, não é que você gosta da Google, porque olha só, volta um eu tenho uma boa visão da da Google, tenho muitas críticas.
Sim, sim, sim.
Mas eu tenho que ter visão sobre as outras também, ó. Volta dois anos, volta dois anos atrás análoga, entendeu? volta dois anos atrás, quando o chat GPT tava pegando, quando chat GPT tava pegando, todo mundo falou: "Caramba, como que a Google deixou a Microsoft passar?" Microsoft tá com a Open AI e para você comprar Open AI e GPT corporate Enterprise API era via Zuri. E a Azuri tava crescendo para caramba logo antes.
E a Google tá correndo atrás da bola agora. A Google passou para terceiro lugar porque a Zuri tava passando todo mundo. Chatt deu um boost gigantesco na nuvem da Azuri, que não era tão bem vista e agora as coisas estão meio que voltando como tava antes. Então assim, você fala: "Ah, não, a Google tá ganhando claramente agora um ano atrás não tava não". E claro, mas a gente tá falando aí na escala de velocidade do do da EAI.
Mas não dá para julgar esse mercado, apesar de ser próximo, no mesmo velocidade que o mercado agora. Eu concordo contigo. E e o o ponto que eu coloco da visão que eu tenho hoje é como desenvolvedor e como gestor de tecnologia, olhando para Iai hoje, e eu concordo contigo, hoje, por exemplo, se eu tenho uma aplicação rodando no GCP, otimizada, bonitinha, etc. E eu, em vez do Geminar, eu quiser usar Cloud, eu não preciso sair do Vertex AI. É, eu consigo ter isso de uma forma muito rápida, né? Em grandes empresas tem outras soluções para isso, para você ser realmente agnóstico. Então, num futuro, eu espero que seja possível eu dentro de uma empresa falar: "Eu não quero nem Clou, nem Gemini, eu quero subir uma LLM própria na WS". não tá tão longe disso.
E e o que eu tenho visto de notícia é que aí todo mundo vai achar agora que eu sou o cordeirinho do Google, mas inclusive a gente teve um dois fatos muito relevantes em relação de de hardware nos últimos meses, porque o preço das da das GPUs baixaram muito por causa da TPU do GCP, que eles estão usando uma tecnologia equivalente que aí é específica para data center e não paraa renderização. de hardware, mas que tem uma otimização para rodar a inteligência artificial e recentemente uma tecnologia que otimiza muito o uso de memória RAM para inteligência artificial e que também tá derrubando tipo os preços na no mercado tomando um pouco de cuidado. O mercado tava num momento de especulação, literalmente. O querido Samman foi na maior empresa que se chama Micro, mas é a maior empresa de memória RAM, e falou: "Eu quero 40% de todas as memórias que você fizer". E assinou um contrato que era non bindable, que significa que ele não tinha obrigação nenhuma de cumprir o contrato.
Que legal. É um ótimo contrato. Então, aí o contrato passou. Exato. Aí eles reservaram 40% das memórias R para ele. O preço explodiu, o contrato passou, ele não comprou porque a OpenI decidiu não comprar, o Openi tá tentando captar dinheiro, etc. e acabou que essa demanda diminuiu e agora o preço tá caindo. Essa especulação de mercado sozinha explica muito mais o movimento de preço de GPU do que qualquer outra coisa, porque o pessoal vendo que a Open reservou tudo isso, começou a fazer pedidos, porque aquela estratégia do pessoal um seguindo o outro, você pode falar que é cego sendo cego ou você pode falar que foi malícia do Sultman. Mas todo mundo começou, todas as empresas grandes de AI começaram a comprar um monte de memória RAM, porque se a Open AI comprou, [ __ ] ferrou, todo mundo vai ter que comprar.
E aí começou todo mundo a comprar, o preço jogou lá em cima, aí o pessoal não tinha aplicar e puf, mas isso é meio que uma reação do do próprio mercado pra própria NVIDIA, né? Porque criou-se uma uma NVIDIA dependência com o mercado de AI muito grande. E aí se explica, por exemplo, iniciativas como o Soutman ter feito esse contrato e que aí se especulou de que ele estaria criando os o próprio hardware pra própria para Open AI. O Google que colocou de fato a TPU para rodar, você consegue transp? A TPU é bem antiga, que acho que a meta também tava querendo lançar e a meta também tava falando de hardware, né?
E aí teve um cara que foi um dos criadores da TPU que ele criou uma startup própria e essa startup dele é ela foi vendida para Nvidia e aí Nvidia Exato. pegou o mercado de vol assim. Então assim, mas tudo isso foi numa questão dos últimos seis meses.
Então assim, é muito louco como se tá indo muito rápido, velho.
Então, mas quando tá indo muito rápido assim, não quer dizer que o mercado tá mudando desse jeito. Não quer dizer que por saiu turbo quant caiu o preço da memória RAM, não. São outros níveis de especulação que acaba também causando isso, entendeu? Sim. É isso que tem um contexto maior, claro, né?
É, entendeu? Porque é é difícil você julgar por essa variável só e falar: "Não, então realmente tá acontecendo isso".
CL Mas é que a gente tá num mercado tão acelerado, cara.
Exato.
Que a causa e consequência ela fica muito difícil de jogar.
Exato. Parece que é isso. É por isso que eu falo que não pode jogar um mercado na velocidade do outro. Falar que a WS é carta fora do baralho, não tem como.
Ah, sim. Não entendo dessa forma.
É, mas também não tá mais liderando tanto quanto já esteve. É, é, e assim, a o fala dos vendors, eu acho que a WS ela, até reformulando uma frase para deixar isso mais claro, né? Eu acho que se esperava mais da WS do que ela teve nesse momento. Pelo menos eu esperava mais.
Uhum.
Quando a gente falou da Apple, eu acho que eu esperava ela, a Apple tá se comportando como eu esperava. como Apple, né? Mas a Apple tá passando por uma revolução tão grande, cara. O lançamento desse ano da Apple foi o MacBook New.
Uhum.
Para quem não tá prestando atenção no mercado Apple, especificamente, não tem noção do tamanho da revolução que isso é, porque olha só, ó, como é que foi, ó. Olha que engraçado, é um dominó, é um jogo de 10 anos. A Apple joga jogo de longo prazo.
Uhum. O jogo, a Apple fazia MacBooks com Intel, a Apple começou a fazer iPhones e teve um lobby. Na verdade, a Apple começou com processador Risk no começo, aí depois adotou o aura 86 e teve um lobby gigantesco para que a os processadores dos iPhones fossem Intel e não deu certo porque o processador Intel não funcionava pros primeiros iPhones. Então aí começou a usar ARM. Então a Apple ela começou com o iPhone a usar ARM. Aí a Apple percebeu que ela estava refém das empresas. Então a Apple começou a fazer os chips a o A1, A2 tal.
E ela percebeu: "Poxa, se eu tô conseguindo fazer chip em volume, eu consigo fazer mais chip. Eu peço direto na TSMC lá, que é a minha fornecedora, e começo a crescer o volume. Eu viro uma empresa de chip, eu posso substituir a Intel no futuro. Apple falou isso em 2010.
Mas teve uma época, não teve, John, que o os MacBooks eram arquitetura Intel 86.
Não, em até 86 foi. E eu isso tô falando. Em 2010 a Apple falou: "Eu consigo substituir Intel no futuro". Em 2021, 11 anos depois a Apple substituiu pela primeira vez os MacBooks Intel pelo MacBook M1, que é arquitetura ARM.
Não é arquitetura ARM, tá? É, é diferente, é system, tal, tem todos os detalhes.
Sim.
E aí ela começou a fazer chip para laptop com o chip M. Aí você fala: "Ah, Intel fez isso porque é marketing, porque ela não quer falar quanto gigz tem, não, porque é outro sistema, ele é separado. Você tem um chip para ir e um chip para processar foto, tal. É sistem um chip. E só que a Apple começou a fazer, então a Apple parou a dependência da Intel e você vê que a Intel morreu quase que um ano depois, teve que ser salva pelo governo americano porque senão ela ia falir 100%. Mas porque a Intel que se colocou nesse buraco, mas ela começou a perfeito.
A Apple lançou o MacBook New esse ano. É o primeiro laptop barato da Apple num momento que o Windows tá muito ruim, porque o Windows 11 tem uma briga interna política na dentro da Microsoft, que quem é do time de AI quer usar o Windows 11 como canal para empurrar AI.
E quem é do time do time de Windows quer que entre tantei porque os usuários estão reclamando. E aí tá essa briga lá dentro. Enquanto, enquanto a a Microsoft tá brigando consigo mesmo, dando tapa na própria cara, a Apple falou: "Olha só, esse aqui é um laptop tão bom quanto um laptop Windows que você compraria só porque ele usa chip de iPhone. Ele usa um chip A da, não é da linha M, é da linha A, mas o o desempenho é é compável com uma máquina Intel no Windows, por exemplo.
É porque a Apple faz de ponta a ponta. A Apple não faz software, não é que a Apple não faz software, ela entrega ponta a ponta. A Apple não faz hardware, ela entrega de ponta a ponta.
Então, e isso é exatamente o que eu espero da Apple. desde o começo dos primeiros Apples, isso, ela é uma empresa de produto, isso, ela faz o produto artesanalmente, desde o chip até o software.
Isso. Não artesanalmente, eles são literalmente indústria.
Não, claro. É, mas digo assim, é, é, é quase uma alfaiataria do hardware.
Isso. Eles fazem de ponta a ponta ali.
Isso, eles fazem de ponta a ponta.
E aí, cara, olha que loucura. MacBook New, que saiu agora mês passado, ele é comparável com Windows, só que ele vai ter uma performance melhor que um Windows de mesmo preço, porque se você for comprar o Windows, você tem que comprar o laptop de uma marca, Acer, por exemplo, que vai ter a bateria de outra marca, o HD de outra marca, o sistema Windows, que vai est cheio de AI, que agora um monte de laptop não pode atualizar e o Apple é ponta a ponta. Não, e a a maior vantagem da Apple é essa, porque ela faz o build para aquela especificação de hardware, tá todo mundo falando que inovação tá em EA, etc, etc. A Apple acabou de lançar essa bomba no mercado. Isso aqui é mais inovação no mercado de tecnologia do que foi em qualquer outro laptop lançado esse ano.
Porém, o pessoal tá focado em, então existem outras coisas acontecendo, outros círculos pegando fogo e aí você tá falando: "Poxa, mas a Apple não tá fazendo arcar, a Apple tá fazendo coisas bem impressionantes ali." Sim. É, não, e ela tá atuando no mercado que eu acho que ela deveria atuar e que ela é boa, isso, né? E e tá fazendo isso muito bem, né?
Eh, o problema é quando outras empresas que não são o core delas inovação com AI, começam a atuar em cima de AI. E eu acho que a Apple tá tá muito bem posicionada, mas a Apple tá fazendo um monte de coisa de é que ela não tá deixando nada público. Fala a Mas então como é que você sabe? A Apple lançou uns frameworks de AI, opence e a Apple nem lida com a Open Sece porque ela tá comprou umas empresas de AI, soltou o que for que eles viram que não ia usar ali dentro porque eles estão investindo, eles estão comprando um monte de empresa, tal, só que não é para agora, para daqui uns 5 se anos.
Sim, sim. O que mostra, mas porque o fim é é incorporar isso dentro de algum produto, por exemplo.
Exato. E o que mostra que não precisa desesperar com esse nível de inovação de AI, que é muito rápido, porque dentro da indústria deles, eles sabem que não adianta correr com isso, senão você vai acabar se atropelando. E olha a Microsoft que tá literalmente atropelando Windows.
Uhum.
E aí você fala: "Poxa, mas é tudo a mesma coisa?" Não, não é. É, é a indústria do hardware é num ritmo, a indústria de cloud é num ritmo, a indústria de A tá nesse ritmo agora.
Quando ela amadurecer vai ficar mais larda.
Aí é onde eu acho que a Microsoft erra, porque a Microsoft ela nunca teve um modelo claro na minha opinião. E aí, novamente ressaltando aqui, que a minha opinião como executivo que lida com essas empresas e que consome essas empresas, a Microsoft ela ela não tem um modelo muito claro, por exemplo, entre a sua os seus licenciamentos de workplace, etc. e nuvem, por exemplo, é tudo uma coisa meio bagunçada, tudo meio junto assim, sabe?
E e aí eu acho que quando a gente fala do uso de nuvem, o sistema operacional e a participação que a Microsoft tem na Open AI de fazer isso virar dinheiro, é o cenário perfeito para ter essa disputa política que você tá falando.
Então, a gente teve a a a Ejure tendo um avanço muito bom no uso de AI. com EA Stúo, cara, o framework da três anos atrás, não era opção séria de cloud.
Exatamente. Exatamente. Evoluiu muito a Eur não tinha nenhum case global de uso de Eure como cloud. O chat GPT foi o primeiro.
Exatamente. E e funciona muito bem hoje aure como como cloud, ela tem, apesar de ser bagunçado ali com copilot, chatt, etc. Se você usa para desenvolvimento, consumindo as APIs como um playground ali de modelos, aure atende muito bem, só que fica um negócio meio que tipo, não parece que tem uma uma separação de produto muito bem dentro da empresa, sabe? E fica essa coisa meio meio abstrata assim. Por que que, sei lá, uma dire uma vice-previdência de desenvolvimento de software operacional tem que brigar com AI? Cara, isso não faz o menor sentido, né?
Exatamente. Exatamente. E essas estão acontecendo. O mercado tá vendo isso acontecer em tempo real. Nesse exato momento, a Microsoft tá conseguindo no ecossistema Windows perder os programadores, que os programadores estão um pouco frustrados.
MacBook tá barato, você tá perdendo usuário padrão, porque o usuário padrão pode fugir para um MacBook, MacBook New, MacBook Air, iPad e o usuário padrão também tá chateado porque foi forçada por Windows em tudo.
Muita empresa pequena nos Estados Unidos ficou bolado porque o update pro Windows 11 forçado invalidou muito o laptop que se você instala Linux continua forçando normal e se a empresa usa tudo em nuvem, inclusive Microsoft 365, você pode usar com Linux.
E o que mais me surpreendeu, isso eu não esperava, tem youtubers famosos dos jovens, como por exemplo Pewdiepie, dos jovens, como se você excluísse a gente da Não, mas assim que eles estão e eu não entendi o eles estão ensinando os jovens a usar Linux para games.
E essa é a parte que me surpreende.
A Steam acabou com o problema de Linux sem games, então. E isso me surpreendeu porque eu falei, pera aí, usuário comum tá saindo, usuário avançado tá saindo, power user, o usuário gamer tá saindo, inclusive eu o gamer tá saindo do Windows, cara.
Então absurdo isso. Eu que virei um usuário mais ativo do Reddit nos últimos anos, porque o X deixou de ser uma opção viável.
Os caras que são gamers, tipo, que que monta máquina e que conta FPS na unha, os caras saem do Windows para ir pro Linux, porque os drivers são mais objetivos para lidar direto com o Kernel e usa a Steam para ter performance com o mesmo hardware muito superior dentro do Linux. Então o que uma coisa era uma coisa que, cara, 10 anos atrás que a gente falava de direct x e o [ __ ] não era era completamente inviável.
10 anos atrás você ia usar o Skype para jogar com seus amigos e agora você usa o Discord que era outra coisa que a Microsoft perdeu. Aí você fica, cara, é uma crise real, cara, que a Microsoft tá passando.
É, a Microsoft ela matou o MSN para investir no Skype e perder os dois.
É, pois é. E o MSN funcionaria muito bem para jogos hoje, não funcionaria? MSN era era líder, velho. O MSN enterrou o Não, eu digo, como tecnologia, o MSN daria para ter comunidades do MSN e tal, se ele tivesse feito tivesse sido feito um app para BlackBerry e iPhone que foi como o WhatsApp que cresceu.
Exatamente.
Mas não era só no Windows Phone que você podia ter, tal. Fica. Ô Jean, Windows Phone é de [ __ ] né? Desculpa.
O micone era de [ __ ] Eh, você tocou num ponto no pass minutos atrás e aí uma eu queria o a tua analogia, você comentou que talvez o Openai vai se tornar o o que foi o Watson no passado.
Watson na na tua na tua ótica, obviamente, né? Eu fui, eu tem um grupo de pessoal que é, eu não vou falar que é um grupo de investidores, é um grupo de comentaristas profissionais do mercado financeiro.
Gostei.
Quantos investem de verdade outra história, né? Eu perguntei seriamente lá, pessoal, onde vocês acham que a Open vai existir em 5 anos?
E é um grupo que propositalmente eu quis perguntar, porque é um grupo que eu não vejo como grupo de tecnologia, é um grupo de leigos.
90% falou que sim, obviamente. Quando vi, eu falei cara, é o mesmo feeling que eu tive, mesmo feeling que eu tive quando tava lidando com Dom Cabral, com todo respeito aos alunos da Dom Cabral, todo mundo falava bem do Watson.
Eu olhava pros dev assim, os dev tudo xingando o Watson. Fala: "Cara, um dos dois tá errado e só um dos dois tá mexendo com essa tecnologia todo dia".
Eu vejo muito, muito, muito programador frustrado com a Openi.
Uhum.
Aí você vê a empresa abrir rede social de vídeo, você vê a empresa falar que vai criar um browser que vai matar o Chrome e você vê a empresa fazer 5, 6, 7, 8, 9, 15 projetos em paralelo. Você fala: "Cara, um desses projetos tem que dar errado aí". E se um der errado, dois der errado, três dá errado, como é que fica? A empresa é uma ONG e não é uma ONG ao mesmo tempo. Vai fazer é o o de Open só tem o nome.
Você você falou do X aí e tal, mas o Willon Musk fez uma piada tão boa com o vazamento do código do Cloud, ele falou não, agora que vazou o código do Cloud Code, a antrop é mais aberta do que a OP.
E é verdade, né, [ __ ] Vou ter que dar razão pelo Musk. [ __ ] que pariu. Vou ter que dar razão pelo Musk agora. E cara, e você fica assim, cara, não é open, não é on, sabe? Assim, parece que não sustenta. E uma hora para e eu não acho que a inovação de AI vai morrer. Eu acho que o que eles trouxeram pro mercado vai ficar, só que o que eles têm de vantagem, quase nenhum ponto se sustenta, exceto o B2C. Eles são o app mais tem adoção em massa.
Sim, por ter sido o primeiro, né? que não por ter sido o primeiro bem feito, o primeiro que teve adoção em massa.
É e virou meio que o o Bombril, né? A você fala inteligência artificial, as pessoas lembram de chattamente.
Alguém as pessoas sabem falar o nome chat dept, isso em si só é um mérito para Open o pro cidadão médio que não é tec de tecnologia, GPT é inteligência artificial. Então o cara vai procurar, cai nesse nesse nome, né? Mas eu acho que a a eu concordo contigo que a Openai vai pagar o preço de ter sido a inovadora. E sabe qual o problema? A Google pagou esse preço. A Google inventou o GPT literalmente e não não consegui Mas ninguém sabia quem botou a cara no mercado pagou o preço nesse sentido.
Foi a Open AI, entendeu?
A Google até tá conseguindo recuperar um pouco do que perdeu, tal.
Sim. O problema é que a Openi, por ter sido um nome tão forte com chatt, ela tem intrinsecamente pro mercado obrigação tá sempre na frente. Então ela tá criando modelo, modelo, modelo que que tá mudando muito pouco o ponteiro.
Tem, mas aí que tá, mas ela tem essa obrigação, mas ela não focou nessa obrigação. Ela quis fazer app de rede social, de vídeo, mas isso é uma abstração, na minha opinião. É tipo, ah, eu vou fazer isso, isso, isso, porque eu não tô conseguindo evoluir com o meu modelo como deveria. O modelo novo, que nem por exemplo o GPT que foi lançado, o último modelo, qual que foi o o 5.4? Cara, impressionou muito pouco. Não teve a repercussão que o Sonet do é não, mas o próprio último modelo da da Antrop não impressionou tanto porque eu acho que tá a gente tá num modelo que os o a gente tá no momento que os modelos em si não vão mais impressionar tanto porque tá começando a bater num num numa numa num plato de curva tal, o que tá tudo bem, mas que a empresa sem foco é e tem toda essa história ainda da ONG e o processo do Elom que ele investiu na ONG no começo porque prometeram que ia ser ON, depois mudaram o o foco. Mas eu acho que a o o a falta de foco do PNA vem da obrigação dela est na vanguarda e como você falou, como a gente vai falta de foco vem da falta de foco e eles justificam com isso.
É, talvez. É porque assim os eles não fossem o líder, eles iam falar: "Não, a gente tá fazendo muita coisa pra gente ver como a gente vai liderar". Sabe, eu acho que sempre tem uma justificativa para não ter foco.
É. E e eu acho que os produtos que eles pensam fora do foco também são muito ruins.
Você lembra que eles contrataram o ex o criador do iPhone Johnny Ivey?
Sim. Entrar na parte de Aí saiu aquela foto que parecia que eles estavam casando. E aí o que que deu disso?
É deu nada não assim não é porque eu tô falando que isso não vai dar nada e que não vai sair nada. É que era uma outra distração no meio para pegar mais headline, né?
Parece que eles têm que ter headline.
Exato. Parece que eles têm que estar no no foco o tempo todo.
E isso vai ser o que vai derrubar eles, eu acho.
E ao contrário de outros, aí você vai falar que eu sou fã antropic também, mas sou. Eh, eu também sou. Então, tá tudo bem.
Os lançamentos da Antropic são todos muito bons, né? São muito assertivos, são de impacto e eles estão entrando muito forte no mercado corporativo, né? No mercado corporativo.
Sim. Mas a Antropic, ela prometeu que vai fazer a IPO agora. E a Antropic ela já tá no momento que ela diz assim: "O meu formato de faturamento é B2B". A open ela diz que ela é B2, então ela já tá diferenciando mesmo assim. O o valuation da Antropic é baseado em B2B, da Open A em B2C.
E eu acho que a Antropic ela carrega uma imagem de ser um um vendor mais tecnológico, mais sério para quem trabalha com tecnologia.
E isso tá implícito o próprio B2B.
É, mas isso vou vou então falar o meu asterisco com antropic que é isso pode cair da noite pro dia. Isso pode cair um um problema que tá acontecendo agora e antró que tá tentando resolver é se um programador vai lá e usa. Eu testei isso hoje realmente eu vi. Eu fui lá e falei: "Oi". Ele usou 2% da minha sessão ali.
Eu falei: "Cara, muito usar 2% só para dar um oi e tal". Aí agora eles fizeram post, falam: "Não, a gente tá melhorando aqui e tal". A gente percebeu porque eles estavam no momento que eles estavam tentando fazer o modelo usar mais tokens.
Uhum.
Se perder a confiança dos devits o pessoal vai sair pro outro lado, entendeu? Então assim, não é algo que nada dá para garantir.
Eu vi, eu vi um artigo já muito bom em relação a isso, porque se você vai lá e diz oi no Cloud Code, por exemplo, o que eu digo de oi no meu cloud code e você varia muito do histórico que a gente tem, porque ele carrega uma janela de contexto de pasta, etc. E se você é um usuário hard, você pode ter um pode ser penalizado por já ter um histórico muito grande e o software não é inteligente suficiente para pô, ele só tá falando oi. Eu não tenho que carregar 300 coisas. Exatamente.
Era parte disso que a gente tava discutindo lá de dicas que eu fui falar para um cara lá do grupo, falei: "Cara, olha, você tem que manter a conversa pequena. Não adianta você querer usar os 1 milhão de tokens de sessão por conversa, porque quando passa de um certo nível a conversa diminui a qualidade, você vai gastar mais tokens por est com muito tempo na conversa.
Aí hoje Antropic falou mesmo, Antrop falou: "Olha, mantém as sessões menores, não fica tentando, se tá mais de dois dias com a mesma janela aberta, tenta fechar a janela, porque o pessoal faz isso, o pessoal abre a janela lá e deixa dois, tr qu". Mas problema, né, que a gente falou até no episódio passado, as pessoas ainda estão se acostumando a utilizar a a IA, né? E aí, e até foi uma analogia que eu fiz no outro episódio, é como se você tivesse desenvolvendo software, quisesse manter tudo na RAM.
É, não, você tem que persistir em algum momento e aquilo tem que ter uma mecanismo de busca eficiente, né? Então, a primeira coisa que a gente tem que dar de conselho para quem tá entrando nesse momento, cara, primeira coisa que você tem que fazer, você não pode utilizar IA se você não sabe o que é markdown, cara.
pelo amor de Deus, você precisa saber persistir as coisas, né?
E e quando a gente fala no desenvolvimento, você olhar a persistência de contexto dentro do seu dos seus arquivos, etc. E a janela de contexto, ela é muito relevante com a com a com a analogia de memória RAM e IO.
É, né? É muito, é é muito equivalente. E aí teve até um post que eu comentei no no LinkedIn essa semana que tava o criador do Python e o cara que fez a criação do primeiro LM discutindo e o cara falou: "Pô, entendi o que que é o agente e tal". E aí eles fizeram uma analogia de como se o LLM fosse a CPU, o agente fosse o Kernel e o teu prompt fosse o software.
Isso tem, isso faz muito sentido, porque se você faz essa analogia, como eu falei, de a janela de contexto é a memória RAM e você faz as persistências necessárias, faz muito mais sentido o contexto da computação de que você mantém memória RAM só aquilo que é necessário para que você precisa ter um processamento imediato e você escoa todo o resto para dentro de um IO. Eu tava usando por muito tempo a ideia pro pessoal falando: "Pessoal, você não tem que criar prompt e criar arquivos markdown para criar o contexto do seu prompt. Você tem que usar o código como a fonte da verdade. Se você fizer testes e criar o código, quando a tiver na dúvida, ela lê o código e aproveita e cria algo em cima.
Se você tá criando muito arquivo Markdown para explicar o código, tá alguma coisa errada. Você tá tirando a lógica do código que é testável para uma coisa que não é testável, que é o Markdown. Então assim, você tem que usar o Markdown como guia.
Isso.
E a o mesmo vale paraa janela de texto ali. Você não pode, você não quer utilizar os 1 milhão de T. Ah, mas eles prometeram que dá para usar. Não, não é só porque dá que isso aqui é bom, precisa. É, ah, eu tenho, eu tenho 40 GB de RAM no meu computador. Eu vou usar os 40 GB para abrir um arquivo. Não tem lógica, não é o que você quer.
É o que a gente falou no outro episódio sobre engenharia de de software, por exemplo, que o seu o seu código ele precisa ser autoexplicável, ele precisa ser é o contexto da própria IA.
Sim.
E você usa o Markdown e e a a sua especificação como uma especificação de engenharia de software.
Sim. que vai te dizer o que é regra de negócio, objetivo, etc. Que talvez não seja tão explícito no próprio código.
Você sabe me definir e saber definir depende de muitos níveis de de academia, mas sabe me definir um computador? Eu vou te definir para não ir muito longe.
O computador ele tem que ter um input e output. computador é uma máquina de estado e ela precisa ter um um input ou output de acordo com o seu próprio isso.
E aí ele vai transformar aquele estado e perfeito.
Um prompt se você der o input e o output falar: "Eu quero o output dessa forma exemplos output 90% dos prompt já já melhora." Sim. E muita gente não aplica isso. Eu sei que a pessoa sabe, fala, eu já sabia, eu tudo bem, mas eu não vejo o pessoal usando isso nos promptes. O pessoal não coloca input, você vai falar, cara, eu quero esse aqui, esse é o contexto, eu quero que a saída seja essa, essa, essa. Faça os testes para isso. Tanto é que se você pega LCin e outros frameworks que utilizam eh LLMs de forma eh corporativa, exaustiva, você sempre vai ter um validador de de de output.
É porque o LLM ele é imprevisível, ele pode te dar, ah, você pode falar, cara, beleza, me dá um Jon aí ele te bota um Jon e capsulado dentro do do Markdown.
É, né? E e aí você tem que ter um parcer ali que às vezes usa usa o próprio LLM para fazer o parceamento do do próprio output, né?
E o meu output eu tenho eu tenho um dentro da compraria a gente tem uma área de membros e eu tava falando para esse rapaz aqui um tempo atrás que a gente tava indo comer lá no recente de borrateira que maravilhoso aquele hambúrguer lá.
Quero ser convidado no próximo lá é bom lá é bom bom bom. estava lá e eu virei assim e falei: "Cara, eu tô usando agora para criar um software para mim. Se a sair do ar, o meu software continua, tá tudo bem". E a gente tá falando disso porque eu tava falando tudo que eu crio, eu crio já com os testes e eu não termino a tarefa enquanto os testes não estão passando.
Aí você fala: "Poxa, legal, toda vez que aí aí gera código é como se fosse uma máquina de de jogo, tr gerou o código." Legal, mas se você tá gerando baseado em testes, tá gerando dentro de um contexto, tá compilando, não aumentou o número de erros e você conseguiu inserir testes novos e a tarefa consegue ser concluída de ponta a ponta, então não é exatamente só sorte. Você não tá só jogando dados, você tá falando, cara, eu quero que caiam os dados com a soma tal e só vai ir pra frente depois passar tal soma.
Exato. E e isso nessa discussão meio filosófica que a gente tava tendo lá no no LinkedIn sobre sobre computação e que foi o comentário do cara do Python, do Llm comparando CPU e etc, é começa a dar uma explosão de de pensamentos assim que a gente tem, né?
Porque se você parar para pensar, o Llístico, diferente de você ter um software que não era eh baseado em I, por exemplo, você, por exemplo, tô falando de assembler ou ou C, você tem sempre o mesmo output input, vai te dar sempre o mesmo output, porque é uma máquina determinística, ela não é uma máquina probabilística. O LM, por sua natureza de rede neural e de probabilía, de ser uma máquina probabilística, ela pode te dar pututs diferentes pro mesmo input.
E isso, cara, abre margem para um tipo de processamento que não é determinístico. E o que que qual é o único modelo de máquina eficiente que não é determinística que a gente tem hoje? A computação quântica.
Uhum.
E aí você faz um paralelo de uma coisa para outra. Hoje você tem modelos de ah, não determiníos, que usam quantidades cavalares de computação para poder criar de fato uma rede neural para poder te dar um output que pode ser diferente. E, cara, se você fazer um paralelo disso com a com a computação quântica para alguns anos, eu acho que a gente vai ter assunto para podcast para muitos anos, cara.
Dá para ter muito assunto mesmo. Dá muito mesmo.
Uma coisa que eu gostaria de falar um outro dia, talvez vocês me convidarem de novo, cara, você tá com a sua cadeira cativa aqui já, né, [ __ ] Eh, pegar as empresas que tem lá dentro do grupo mesmo, tal, e começar a comentar como cada uma tá usando em porque tanto caso interessante.
Interessante. Isso é legal, cara. tanto caso interessante porque eu acho que aliás esse é um bom momento para falar sobre esse tema, porque cara, como tá, acho que a gente tem ouvido mais casos ruins do que casos bons. Uhum. Então, fazer esse tipo de bate-papo, pô, como é que tá usando, que para qual tipo de situação, de que maneira tá sendo usado, como é que o time tá usando, enfim, isso é um baita uma um baita pausa. Tem tenho tenho passeado bastante, tenho visto como o pessoal tá usando, tá bem interessante, muita coisa legal acontecendo.
Fica aqui o spoiler, então em breve a gente traz o Jean como cohost para falar com os caras que ele conhece aqui, ó.
Fazer uma série aí.
Isso é muito bom, cara. Só tem que tomar cuidado que o cara fala tão bem que ele vai pegar meu lugar, né, cara? Muito obrigado pela presença, cara. Que papo bom, bom demais, cara. Passou muito rápido.
Foi três Red Bulls.
Três Red Bulls. Bo, você viu, cara? Foi tão bom que foi três Red Bulls.
Olha só, hein? Muito bom. Obrigado, cara. Você sabe que aqui você já é da casa, tá mais do que convidado aqui para outros episódios.
Fechadíssimo. Obrigado pessoal, obrigado a todos que estão me vindo em casa também. E quem sabe a gente se vê em breve.
Sem dúvida você estará aqui mais vezes.
Rom, obrigado, cara. Você sempre o parceiro aqui.
Obrigado você. Sempre bom aqui, cara.
Todo episódio é um aprendizado novo e acho que foi aqui foi mais um bate-papo com bastante conteúdo de qualidade, né?
Sem dúvida que você também tá virando um bom host podcast, hein, cara.
Tô aprendendo com você, pô. Tá ficando um cara muito bom, com as perguntas muito boas. Sempre um prazer estar contigo aqui, cara. Valeu, obrigado, meu.
E se você acompanhou a gente até agora, muito obrigado pela audiência de vocês.
E se você acha que a gente traz conteúdo de qualidade, consegue trazer valor pra sua vida profissional com conteúdo gratuito e você gostaria de contribuir com a gente, você pode ser membro do PPT no CPIL. Vai lá no YouTube, tem o botão de ser membro. Você vai ser membro do PPD no CPIL. vai contribuir com valor mensal aqui para o podcast, pra gente pagar os nossos custos. O Guga que tá ali, ó, dá um oi aí, Guga.
Salve aí. Pagar o Google para o Red Bull dos convidados. Tem uns convidados que bebe Red Bull para [ __ ] mano.
E se você não quiser dar dinheiro pro Google, você pode ir direto no Pix, falar: "Pô, gostei do episódio, vou ajudar os caras".
br, você faz uma contribuição, ajuda a gente manter essa estrutura para trazer mais conteúdo de qualidade para você.
Vai lá, ativa um Pix recorrente, paga uma cervejinha para nós aqui e a gente vai est gerando sempre mais conteúdo de qualidade para vocês. Se você não pode fazer isso dessa forma, a gente entende perfeitamente, mas você pode contribuir de uma forma que traz ainda mais valor pra gente.
Eh, compartilha o episódio, põe no Slack, no A galera tá usando Slack ainda, mano.
É Deus que usa, [ __ ] Slack tava num hype, né, gigantesco e deu uma deu uma baixada, né? no WhatsApp, no Telegram que não tem ninguém. Se você tiver falando com o russo, vendendo droga, sei lá, solta onde você quiser. Ajuda a nossa comunidade crescer. E é isso. Obrigado.
Obrigado, Ron. Obrigado, Jean.
Valeu.
Valeu.
Bora.
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