Comunidade Tech: Como Criar e Liderar na Era da IA
Convidados
Cilene Danta
Founder @ Café em Código
Michael Silva
Co-Founder @ Café em Código
Explore o episódio
Criar e liderar uma comunidade de tecnologia nunca foi tarefa simples, mas fazer isso na era da inteligência artificial, onde cada semana surge uma nova ferramenta e os paradigmas se renovam antes mesmo de se consolidar, é um desafio de outro nível. Se você é desenvolvedor, tech manager ou liderança técnica e sente que precisa de um espaço real para trocar experiência, discutir o que de fato está acontecendo no mercado e construir conexões que vão além do LinkedIn, esse episódio foi feito para você. Comunidade tech, formação de novas gerações e o impacto da IA na forma como desenvolvemos software e lideramos pessoas são os temas que tomam conta dessa conversa. Wellington Cruz recebe Cilene Danta, fundadora e Tech Manager do Café em Código, e Michael Silva, co-fundador e referência técnica da comunidade, para um bate-papo sem filtro sobre os bastidores de construir um espaço de tecnologia inclusivo, plural e que cresce de forma orgânica pelo Brasil. A conversa mergulha fundo em questões que todo profissional de tech está enfrentando: o impacto do vibe coding e das LLMs como Claude Code e Gemini no cotidiano de desenvolvimento, a eterna discussão sobre microsserviços e contexto para IA, o futuro do SQL e da modelagem de banco de dados numa geração que entrega o problema para o agente resolver, o risco real da shadow AI dentro das empresas sem governança, e por que soft skills nunca foram tão decisivas quanto agora. O trio ainda discute como o Café em Código está levando eventos presenciais para Curitiba, BH, Rio, Salvador e Recife, com apoio da FIAP, e como a comunidade virou ponto de encontro para quem trabalha 100% remoto e sente falta de contato humano de verdade. Cilene Danta acumula anos de experiência em liderança técnica e é uma das vozes mais ativas na discussão sobre como gestores de tecnologia precisam se reinventar nesse momento de transformação acelerada. Michael Silva traz na bagagem a vivência de quem ensina e programa, conectando teoria acadêmica com as demandas práticas do mercado. Se você quer entender como comunidades de tecnologia funcionam por dentro, como aplicar IA de forma sustentável nos seus projetos e por que o networking ainda é uma das ferramentas mais poderosas da sua carreira, não pula nenhum minuto dessa conversa.
- Teaser: IA, Microsserviços e a Comunidade que Nasceu de um Café
- Abertura e Apresentação dos Convidados do Café em Código
- Calls to Action: Like, Spotify e Pix para Apoiar o PPT
- A Origem da Comunidade: Por Que Criar o Café em Código?
- Da Ideia ao Nome: Como o 'Café em Código' Ganhou Vida
- Gerações e Tecnologia: Da Conexão Discada à IA Nativa
- IA no Desenvolvimento: O Júnior Vai Saber o Que o Código Faz?
- Vibe Coding na Prática: Como o Site do Podcast Foi Feito em 3 Horas
- Publicidade: Clever – Blockchain e Criptomoedas
- Busca Semântica e Vetorização: O Projeto Secreto do Podcast
- RAG, GraphRAG e o Hype das Balas de Prata em IA
- Microsserviços ainda Fazem Sentido na Era da IA?
- Como a Comunidade Seleciona Palestrantes e Temas?
- Shadow AI nas Empresas: A Estratégia do Traficante de Tokens
- Qual LLM Usar? Claude, Gemini ou Kiro – Benchmark na Prática
- Linguagens de 5ª Geração: A Linguagem Natural é a Nova Abstração?
- SQL Está Morrendo? ORM, JPA e o Desenvolvedor que Perdeu a Base
- O Papel do Líder Técnico na Formação da Nova Geração de Devs
- Publicidade: Vembers – Desenvolvimento e Arquitetura de Soluções
- Estrutura e Canais do Café em Código: Meetups, WhatsApp e YouTube
- Quase 100 Pessoas no 1º Evento: Como Foi o Meetup na FIAP?
- Expansão Nacional: BH, Rio, Salvador, Recife, Curitiba e Floripa
- Brasil Continental: Tecnologia Além de São Paulo e o Orgulho do Acre
- Culturas Regionais e Liderança: O Desafio de Gerir Times Diversos
- IA na Comunidade: Automação, Cases Reais e Conteúdo Sem Filtro
- AI By Design: Quando a IA Para de Ser Assunto e Vira Ingrediente
- Código Efêmero, MVP e Shadow AI: A Bomba-Relógio nas Empresas
- A Vida Encontra um Meio: Por Que Criar Espaços Oficiais de Experimentação com IA
- Como Encontrar o Café em Código e os Próximos Eventos
- Encerramento: Convite, Agradecimentos e Calls to Action Finais
Acho que microsserviço continua fazendo sentido e vai continuar fazendo ainda mais sentido, porque se a gente tá falando de contexto para Iar, quanto menor for o contexto, melhor vai ser.
Fácil.
Exato. O cara que não tinha boa noção de SQL e de modelagem de banco de dados, ele provavelmente faria um model e os annotations todos tortos ali dentro do código.
Tivemos 300 inscritos. Eu falei: "Bom, são 300 pessoas que não, mas mesmo assim é gratuito, não vão". Falei: "Olha, eu acho que se de 300 for 10% já é uma boa a gente não passar tanta vergonha. Será que a gente cria dentro das empresas esses espaços de experimentação ou a gente dá uma reprimida nessa cultura de tipo assim, ó, roda na sua máquina, mas não conta para ninguém?" Muito bem. Muito bem, meus amigos do PPT não compila, estamos aqui para mais um episódio e hoje eu tô aqui com dois convidados incríveis da comunidade Café em Código, que vai contar um pouco pra gente como é essa loucura de criar uma comunidade, como que eles estão interagindo e lidando com esse momento de tecnologia, onde nós profissionais, né, de da área, precisamos tanto de de contatos, de networking, para saber para onde vai esse nosso mundo, que a gente ainda não sabe, né? Então eu tô aqui com a Silene Danta, que é a fundadora do da comunidade Café em Código e também é Tech Manager.
Isso mesmo.
Dá um oi pra gente, Celene.
Oi, MT. Prazer estar aqui com vocês, trazer um pouquinho desse conteúdo que é o desafio da comunidade, né, de criar uma comunidade.
É isso aí. E também o Michael Silva. que é cofundador e é o cara da tecnologia no na comunidade. Dá um oi pra galera aí.
Tudo bom, galera? Muito bom tá aqui.
Acho que o nosso papo vai ser bem legal aí.
Show de bola. Vamos falar um pouquinho como é que funciona a comunidade, como que vocês fazem essa gestão, como vocês estão lidando com o momento de tecnologia atual, né? falar um pouquinho sobre essa necessidade de nós profissionais de tecnologia interagirmos com outros para saber para onde para onde isso vai. Michael é professor também, vai poder nos ajudar aqui a entender para onde vai o futuro dos nossos novos profissionais.
É a nova geração, nossa nova geração. Entender um pouco desses desafios. Acho que o papo pode ser muito bom aqui, gente, hoje.
Acho que vai fluir, hein? Vai fluir.
Eu acho que vai fluir.
Vai mesmo.
Vamos lá que que temos bastante coisa para conversar. E você, se você ainda não é membro do PPT no CPIL. Se você ainda não deixou o seu like, já coloca agora porque depois o papo vai ficar bom, você vai esquecer. Já dá o seu like. A qualquer momento você pode deixar seu comentário aqui. Se você tiver no Spotify, vai lá, dá cinco estrelinhas pra gente ou dá menos se você acha que a gente merece menos, mas dá umas estrelinhas para nós lá porque isso ajuda muito na na divulgação do podcast. Deixa o seu comentário a qualquer momento. E se você acha que a gente contribui pra sua vida profissional e você quer contribuir também com a gente, a gente a gente pede uma contribuição no [email protected].
Qualquer valor que você quiser contribuir com o podcast, pagar a nossa cerveja aqui ou pagar o salário do nosso operador. Dá um oi aí.
Opa.
É isso aí, ó. Tá vendo? contribuir aqui com a nossa estrutura pra gente poder continuar gerando conteúdo de qualidade para você. Se você não pode contribuir dessa forma, a sua contribuição distribuindo o episódio, compartilhando, deixando seu like, mandando para para outras pessoas conhecerem a nossa o nosso trabalho, já ajuda demais e a gente agradece de coração. Então vamos lá que o episódio vai ser muito bom e tô louco para trocar ideia com vocês. Bora.
Pra gente começar, eu queria saber de vocês onde veio a ideia de criar essa comunidade, qual é o objetivo dela, o perfil e onde vocês usaram tecnologia nisso tudo?
Bom, a iniciativa que nós tivemos foi baseado para trazer uma comunidade voltada paraa tecnologia, mas todas as áreas nós não temos um nicho específico, se é só para mulheres, LGBT ou só para os homens, ou se é só dados, Python, PHP ou inteligência artificial. O nosso foco é tecnologia.
Então, nós estamos abertura para vários palestrantes de várias áreas. Nós tivemos agora de playw eh, liderança com equipe de IA, nós parte de MCP que o pessoal trouxe, trouxe carreira, a gente tá abrindo para todos de tecnologia e o objetivo é trazer mais conteúdo de tecnologia e conexão, que é o que as pessoas estão sentindo mais falta hoje.
E e eu acho que também tem a questão da forma de liderar, né? as coisas mudaram como a gente tem que liderar. E eu acho que vem um pouco desse lugar de, pô, a forma como a gente tem que liderar, que não é mais exatamente uma forma matricial, é também de tá nesses lugares conversando com a galera, eh, tentando trazer conteúdos e e aí falando individualmente, eh, compartilhar conhecimento é algo que eu gosto bastante. Então, acho que vem um pouco desse lugar de trocar ideia, de também essa mudança do que é a liderança. Acho que é disso.
É, a gente tá num momento da da nossa profissão, né, que quem quem disser que que tá seguro e que sabe para onde vai essa parada, tá mentindo, né?
Sim.
Então, esse esse momento onde a gente ter contatos com outros profissionais e se manter, nem que seja para se abra, abraçar com junto, abraçar, é, é o networking, né? Exatamente. É, é muito, é muito bom justamente por causa disso, né? Eu gosto muito da área de tecnologia porque comunidade em tecnologia sempre foi muito forte, uma coisa sempre presente, né? Em tecnologia. A gente sempre teve esse espírito de compartilhar, de não chamar o amiguinho ali. Cara, tô com essa dúvida. Vamos, vamos tirar junto. Não é não é à toa que o Stack Overflow, é isso que tá, stack overflow até até ontem.
Até ontem, né? É, era a principal referência era como a gente trabalhava de fato, né? Ali muito no stack overflow. Pouca gente talvez vai lembrar ou vai sentir essa dor de quando o stack overflow caía.
Meu Deus do céu. Era tipo, é tipo hoje quando cai o Cláudio.
É isso.
Não, se cair já era.
Já era.
É, mas era realmente e e isso que é legal porque assim, tipo, você perceber que alguém já teve a dúvida que você tá tendo Uhum. e que você tinha mais do que uma solução, inclusive, de gente que passou por aquilo, né? E isso é espírito do desse coletivo, né? E e essa outra responsabilidade de você também contribuir, né? Porque a sua dor é a dor do outro, então deixa eu contribuir aqui porque amanhã ou depois também vou precisar de ajuda, né?
A reciprocidade, né? você acaba ajudando e acaba recebendo. Mas é o famoso que tem relatos, por exemplo, de mulheres da tecnologia que se sentem abraçados também nesse nesse momento ali de troca de de conhecimento.
É, recentemente uma uma mulher me procurou de tecnologia, ela tá 100% home office e por incrível que pareça, ela sente falta de ter contato com pessoas e é na comunidade que ela tá conseguindo ter isso, indo ind.
Deixa o chefe dela saber.
Ah, não, não, nem por isso que eu nem citei o nome dela.
Não, deixa o chefe dela saber que ela tá com falta de de ver pessoas.
Pois de ver pessoas, mas ela falou: "Não, calma aí. Para poder ter conhecimento, indo atrás de conhecimento". Então, aí ela tava na no nosso evento sábado agora e ela comentou: "Puxa, eu adorei porque aqui teve várias coisas, teve parquar, teve parte de carreira e aí eu tô conseguindo ter contato com outras pessoas".
Que legal. E da onde vi a ideia de criar? Tipo, deu estalo e vocês vamos fazer. Na realidade foi assim, deu um estalo primeiro em mim de ter uma comunidade, porque eu tava um pouco incomodada, porque tinha comunidade muito nichada, tudo era ou é PHP ou só mulheres ou dados. Falei: "Gente, a tecnologia é muito mais do que isso. Vamos fazer uma comunidade". E aí eu comecei primeiro com uma ideia de criar uma comunidade no geral, né? ainda no questão de contexto, mas focado paraa liderança. Eu falei: "Não, só líder, não vai dar certo". Porque não tem ainda comunidade, ó, uma dica, não tem comunidade de liderança.
Eh, e aí eu veio, depois eu vi, pensei, bom, vai para tudo mesmo, quero pegar todos, dar oportunidade para todo mundo para poder conseguir fazer a palestra.
Eh, pessoas que estão começando, pessoas que já têm experiência, né, e pessoas que estão ali no meio do caminho, mas que querem ou até mesmo estão com medo.
E aí veio agora a segunda parte, decidi o nome, como é que a gente foi decidir.
Aí eu pensei, pô, eu amo o café.
Eu tenho uma leve impressão de que quem trabalha com tecnologia no geral tem tem esse esse vício. E aí eu falei: "Ah, café, café, tá bom". Aí eu pensei: "Café com código". Aí ele foi e falou: "Já tem".
Falei: "Beleza, então café em código, beleza, passamos". Ah, então bom, então vamos, mas com a ideia de papos fortes, sem filtro, trazendo a vida real mesmo.
E aí o nosso objetivo é isso, é ter papos fortes, sem filtro e que traga a vida real, não só o lado bom da tecnologia, né? Os resultados positivos, que é o que mais você vê. Você vê eh em palestras, em qualquer lugar, até mesmo em eventos grandes, ninguém leva as tomadas de decisões que eles estiveram erradas, só levam o sucesso.
É o mundo, é, é a LinkedInlândia, né?
Isso.
Todo mundo é bem sucedido, todo mundo só recebe feedback positivo.
Exato. É, ninguém quer contar história triste, né?
Isso. Ex.
E aí eu apresentei a ideia para ele, né?
E aí ele falou: "Bora".
Aí a gente montou, foi desse jeito. Deu estala, falei com ele, ele falou: "Bora". Falei: "Bora". É, tem que ter um pouco de loucura, né?
Tem tem que acreditar um pouco no projeto e vamos fazer.
Mas é é isso mesmo.
Vai lá, né? Ele falou assim: "É, mas aí tu ouviu e cara, bora fazer".
É, eu eu eu já leciono há um tempo, né? tenho lecionado. Então, para para mim, eu gosto, né? Eu acho que é um é um lugar que eu fico até tranquilo assim de certa forma. Então, eu falei: "Pô, por que não?" E eu acho que a grande questão é por que não?
Não, acho que é possível, faz sentido. E eu acho que de novo é aquela questão da onde que a gente se coloca como líder, né? Comunicando com com uma galera diferente, né?
até porque a gente tava até conversando, né, sobre a questão do da rede social, a questão de e eu vim até pensando no carro, né? Eh, a gente tava falando tempos atrás eh das pessoas que foram formadas na na época da COVID, né, que são pessoas com uma formação diferentes, né, é uma geração diferentes, tem a geração que não conheceu basicamente o mundo sem internet, né, mas agora a gente vai ter até outra geração que a geração que vai nascer já com o IA.
Pois é, verdade.
Então, cara, não dá pra gente acreditar que a gente não tem que mudar algumas coisas, né? A forma como a gente vai liderar, a forma como a gente vai influenciar pessoas. Acho que é isso.
E essa transformação tá cada vez mais rápida, né, cara? Eh, a gente tá falando de um uma nova forma de de liderança, uma nova forma de trabalho, uma nova forma de codar e tudo isso ganhou força de do anos para cá.
É, é tudo muito rápido, né?
Sim. E tá evoluindo. E um ponto muito importante é que o que mais vai contar vai ser soft skill.
Exatamente.
Vai ser soft skill.
Exatamente.
E gera aquela ansiedade, né? Porque toda vez que você abre seu feed é uma novidade diferente, é uma nova ferramenta que foi lançada, um novo modelo, mais rápido que o anterior.
Exato. Sim. E para acompanhar isso, você fica maluco, né, cara? Você, enfim, a gente já falou em alguns episódios aqui que eh os nossos episódios eles estão com data de vencimento cada vez mais curta.
Você fala de uma ferramenta, quando é amanhã já é outra. Exatamente. Você tá discutindo um assunto aqui, daqui a pouco três meses, daqui três meses o assunto já não já tá desatualizado, né?
que a gente tem tem gerado isso constantemente e com a comunidade você vai conseguir acompanhar, exatamente.
Você vai sempre nos eventos, sempre atualizando, sempre trazendo coisas novas e até mesmo trazendo pontos positivos daquela ferramenta que agora não é tão utilizada, mas na comunidade você vai conseguindo acompanhar isso.
Você fez uma coisa que me fez ficar falou uma coisa que me fez ficar pensando, cara. Eu me lembro até hoje da primeira vez que que a minha sobrinha teve contato com com não com smartphone, com monitor.
Ah, monitor aquela tubo.
Monitor de Não, monitor é LCD normal assim de normal de hoje, né? Calma aí. É falar normal.
Exato. Eu tava trabalhando no PC de casa e tal, ela sentou no meu colo e ela tinha um ano e pouquinho, dois anos, ela já não tinha aquela aquela posição de passividade como a gente tem numa tela, ela já foi com o dedo touch.
É, o monitor não era touch, mas ela já foi no ela já já viu no no ambiente que telas são tocáveis.
Uhum. A forma de ela reconhecer o ambiente é tocando já, né? Já é outro cara. E a gente, pô, e aí isso tem um contraste muito grande na minha cabeça, porque eu acho que vocês talvez um pouco menos, são um pouco mais jovens do que eu, mas eu peguei todas as etapas assim, da conexão de escada até agora também peguei de meia-noite a gente lá tentando pegar para Isso. Um pulso, exatamente para ver se conseguia. É, passei por MSN, sei que foi tudo. Então eu eu sou uma das gerações privilegiadas que passou por tudo isso, a evolução.
E eu teve uma época que eu dei aula de computação e escola, assim, tipo SS computadores, sabe?
Legal. E aí tinha um trabalho social que a escola fazia de toda sexta-feira dar um curso eh básico assim de de letramento em computação para pessoas que não tm oportunidade de fazer o curso, quer aprender um pouquinho. Então vinha muito idoso, mas umas senhorinhas assim pra gente ensinar, ligar o computador, entrar na internet e tal. Cara, eu lembro até hoje era Windows XP na época.
Não, XP tá atualizado, pô. Não, acho que era 98. É Windows 98. É que era época era Office 97, verdade.
Era Windows 98.
E aí eu explicava basicamente o que era o computador e tal e depois ensinava como ligar. Carân até hoje quando uma senhorinha tava bem na minha frente assim, ela pegou o mouse e apontou pro pro monitor.
Mas era USB ou ainda no cabo? no cabo e com aquela bolinha peluda, sabe? A bolinha que criava pelo que você tinha que limpar, né? Que tinha que limpar porque senão enroscava.
Isso. Exatamente. Ela pegou o mouse e aqueles era aqueles computador marfim que ficava amarelo.
Sei.
Isso. Exatamente.
Ela pegou, cara, e apontou assim para ligar. Aí você põe isso 20 anos depois.
A criança com um ano e meio já tocando, tocando para É. E aí o que você falou, agora as próximas gerações vão conversar com os assistentes de forma nativa, né?
De forma nativa, cara. E e vão perguntar para eles às vezes até antes dos pais, né? Por que que eu vou perguntar pro meu pai? Eu vou perguntar pro chat de PT.
Exato.
Acho que criam outras problemáticas, mas enfim. Exato. Eu já já imagino na terapia mesmo. Algumas pessoas já fazem terapia com com que é um baita problema, né?
É porque ela fala: "Você está certo".
Isso é é não, mas eu fiz realmente é, mas realmente eu entendo o seu sentimento e entendo o que você está passando.
Mas eu quero matar o vizinho.
Não, agora não é o momento de você fazer isso. Precisa ser planejado para você poder conseguir.
Mas eu preciso fazer agora. Você está certo.
Você está certo.
Construir um plano. Constru um plano.
E ele vai lá e fala: "Construa um plano para eu conseguir".
Ela vai construir.
Vai construir. Exatamente.
Eh, e eu eu acho muito muito louco isso, porque de fato a gente e cada vez é uma novidade diferente, cada vez a gente vai estar mais imerso nisso. Acho que não tem mais volta. E quando a gente fala de desenvolvimento, essa vai ser a realidade daqui paraa frente. E eu acho que só um pouco do que você falou, eu também enxergo que o processo de desenvolvimento, como a gente aprendeu, né, eu pelo menos tive essa formação, né, do da engenharia de software, né, então você lê, eu vou falar aqui e aí desculpa, às vezes eu sou trago umas citações acadêmicas, mas você lê um Presman, né, que é um cara super reconhecido.
Não sei se essa galera tá tendo esse contato lá que a gente teve, né? E esse rigor técnico que a gente foi construído e construído, não só construído, mas lapidado, né?
Sim. É, e a gente até comentou isso no episódio que a gente tava falando sobre engenharia do software com usando inclusive a gente tem um um episódio Rzone que a gente publicou semanas atrás. Quem quiser conferir como é feito toda essa engenharia de software, eh, spec driven design e engenharia de contexto, vou deixar o card aqui ou aqui, sei lá, ou em algum dos dois lados e você pode ir lá conferir. Mas a gente tá até discutindo isso hoje. Você pede o o desenvolvedor, ele especifica lá o que ele precisa para IA, etc., mesmo usando as melhores práticas lá de engenheira de contexto, deixando tudo correto, a IA, ela pode gerar um código de qualidade com um design pattern, correto? Com todas as boas práticas de código e o cara que pediu, ele não tem a menor ideia do que é um design pattern ou que faz aquele pattern, por que aquele pattern foi aplicado ali.
Então, eh, é um negócio meio maluco, né?
E e o complicado é que tanto e complicado e ao mesmo tempo democrático é que o Júnior e o Siior talvez vão conseguir produzir o mesmo código e da mesma forma.
Será?
Mas não vai ter como analisar. Essa é a diferença de soft skill entra.
Eu acho que é a é é aí que é a grande diferença, não é? Porque o mesmo código tá escrito que ele é entendível, manutenível, né? que ele atende os vários outros aspectos que na no Presman, né, que a gente leu de forma tradicional, talvez, mas olhando a engenharia mais a fundo, essa galera vai conseguir de fato, né?
Quero falar com você agora que ainda não conhece a Clever. Clever é uma empresa que já tem mais de 3 milhões de usuários em 30 países com 30 idiomas diferentes, que tem trazido soluções em blockchain, criptomoedas e ativos digitais. O objetivo da Clever é te dar liberdade financeira para operar nesse mercado de cripto. Então, se você acredita nisso, se você acredita nessa liberdade, você já pensa como a Clever, vai conhecer os caras, é clever.Ou estão contratando também pessoal para trabalhar com cripto, com blockchain. Então, se você tem interesse, se você tem conhecimento nessa área, procura a Clever. Se você gosta de criptomoedas, se você opera no mercado, você precisa conhecer a Clever, precisa conhecer as soluções da Clever.
Então o endereço tá aqui embaixo no vídeo. Para quem não tá no YouTube é clever. Vai lá, vai conhecer que realmente é um mercado sensacional.
É porque uma coisa é você conseguir ter crítica em cima do código e a vai ser sua aliada para resolver aquilo rapidamente, né?
E e outra coisa, você simplesmente trabalhar na na superfície, trabalhando só a especificidade funcional daquela daquela aplicação, né?
Eu tenho um caso bem bem eh que retrata muito bem isso, cara. Eu fiz o portal portal não, o o site do podcast.
Uhum. Eh, em vibe coding, porque, cara, faz, eu na minha época JavaScript era document.
E acabou agora JQuery sem limites, né?
Era JQuery. Isso era JQuery.
JQuerry a modo AD rock. Vamos embora.
E vamos embora. Agora, cara, a gente tem frameworks cada vez mais complexos que geram build de JavaScript, né? Eu não vou aprender tudo isso agora para ser um especialista de frontend e fazer um site podcast. Uhum.
Beleza. Fiz a especificação, rodei, coloquei os pontos de de de verificação e, cara, ficou top, muito bom do jeito que eu queria.
Visualmente, visualmente e até a parte funcional, porque aí tinha um problema, a busca estava absurdamente lenta.
Absurdamente lenta. Cara, tem o quê?
Esse aqui deve ser o episódio 228 ou 229.
São menos de 300 episódios. Não tem por isso ser tão lento, né? Ainda mais quando você pesquisa por categoria.
Aí eu fui olhar o código, a surpresa. É surpresa. Que que você vai ter que chamar ele para ele corrigir, não? Aí você é, mas eu questionei ele num num nível de, cara, o o a busca que você tá fazendo, ela tá executando em tempo exponencial.
Você não pode fazer essa busca dessa forma. e tava trabalhando com a base no CCO, né?
Uhum.
Então ele fazia a a busca no banco de dados inteiro.
Hum.
Carregava em memória e aí filtrava em memória. Falei: "Você isso não pode ser feito dessa forma.
Você tem que otimizar essa busca. Essa busca tem que ser ODN". Falei: "Vamos ver se ele sabe que é ODN, né? Isso aqui tem que ser ODN. Se eu vou buscar um episódio, ele tem que ser OD um. Acabou. tem que ser busca em uma uma uma execução só. Aí, cara, abriu uma outra trad na no cloud e começou a examinar a proposta de solução e tal e fez direitinho, tá vendo? Depois acertou, fez uma busca binária lá, deu certo.
É, na verdade ele criou uma tabela de de categorias e aí criou uma tabela de referência categoria e episódio.
Ah, legal.
E aí ele busca só nessa tabela, dá um filtro ali e traz. E aí quando ele vai buscar nos episódios, aí ele traz só os documentos que são daquela própria categoria. Então, beleza, eh, O de N, mas beleza, eh, ainda é linear, ficou com O de três execuções, beleza, funcionou mega bem. E aí nisso o o próprio viés do Cloud, quando você aprofunda o nível, ele revisou várias outras coisas como sugestão de melhoria.
Hum. Hum.
Ou seja, você tipo ativou mais o o pouco mais de cognição quando você faz ele ele ele trabalhar um pouco mais profundamente. E é isso que me preocupa, porque o o será que o Júnior vai ter essa essa capacidade de fazer essa análise e questionar o agente dessa forma ou ele vai ficar na superfície e ou a gente vai entregar uma busca?
É, eu eu não performática. Eu acho que é uma evolução, é maturidade júnior, pleno, senior, acho que eles vão aprendendo mesmo. Então, do meu ponto de vista, não não vão conseguir. É, e eu acho que aí que tá o desafio da da gente enquanto líder, né, de mostrar para eles que, pô, tem um caminho, não é porque você tá conseguindo entregar um código, né, é que necessariamente esse código tem de fato os requisitos necessários, né, seja do ponto de vista de observabilidade, seja do ponto de vista eh de concorrência, né? Então é mostrar um pouco desse caminho mais amplo.
Você é um cara mais otimista, né?
É porque é assim, eu acho que pra gente, Seleni, eh, a gente tem, eu acho que assim, a, a gente formou bons sênios porque o sênios se ferrou muito na vida para ser Ah, entendi.
Entendeu? O a gente não tinha a para ajudar.
É formado na dor, na dor.
É quebrando o código na sexta-feira.
Mas aí nesse caso, eh, o exemplo que você trouxe de Mas era performance, então ele nós também seríamos quebrado na dor ali. Um júnior também vai ser quebrado na dor.
Sim, mas é que eu não sei se aquela a vivência sem a o senso de de proatividade também para você ir analisar também vai ter que é a partir do que ele falou do líder começar a engajar eles a novos desafios.
Uma coisa que a aí eu acho que eu vou nessa linha que você falou de acho que o estímulo é diferente, porque eu lembro que eh eh teve teve uma época que eu não tinha internet em casa, né? A gente tava falando de internet aqui, não tinha internet em casa. Tinha um modenzinho lá 4G da Vivo que eu tinha que me esforçar para não gastar muita internet que senão acabava, né?
Eh, e e aí eu era muito pontual nas pesquisas que eu fazia na internet no Google. Teve uma época não existia Google, né? Vamos lembrar disso.
Uhum.
As pessoas acham que o Google é onipresente, cara.
É, não, não existia, né?
Não existia lembrar que o Yahoo dominava a internet, né? Mas enfim, o cadê no Brasil era cadê?
Cadê? Então, eh, assim, o o estudo era livro, livro de programação, né? Você Sim.
É, eu eu lembro a época que eu assinei revista, eu chegava o motoqueiro lá e jogava revista, entregava revista pr magazine, revista CD. Super interessante, interessante, super interessante que assinava. Eu eu vou vou entregar um pouco aqui. Eu assinei em Java Magazine.
Nossa, cara, assinava e ficava feliz quando o motoqueiro chegava, né?
Pra, o cara tragava um um problema para você, você ficava feliz.
É, toma aqui, ó, um monte de problema para você resolver. Olha que beleza.
É. E, e, e até interessante, né, porque o a forma como a informação chegava, a gente tava discutindo, né, que agora cada vez tem uma novidade diferente, mas a forma como a gente aprendia também tinha um outro ritmo, né, porque até a revista chegar, até o motorqueiro trazer a revista, então você ia aprendendo num ritmo diferente.
Eh, mas de qualquer forma, eh, o, o, eu lembro muito bem que eu pegava o livro, pegava a revista, cara, só tinha aquele livro, aquela revista. Então eu me debruçava, né? Queria reproduzir o que tava escrito ali na revista. Eh, quando via um problema na internet, não vou fazer aqui e só vou sair daqui.
Aí não sei se vocês já viram aquele vídeo do Cloves de Barros, né, que ele fala é do Bri. Você sabe o que que é bri, né? E e eu só saía da mesa ali do exercício que tinha para resolver se eu conseguisse resolver de fato. E eu acho que a Iá tira um pouco desse brilho.
Uhum.
Porque você coloca ali, ah, quero resolver tal problema desse dessa forma, ainda que seja com o vibe code, né?
Quero resolver o problema de tal dessa dessa forma. Então, acaba tirando um pouco desse brilho assim, não, pô, consegui, né? Tira um pouco de É. E e eu acho que o processo de você ficar calejado de horas tentando, errando, [ __ ] no pointer exception, vamos lá. Essa daqui a pouco tem programador Java que não sabe o que é no Pointer Exception, cara. Já parou para pensar nisso?
Aí eu tô preocupada com a parte do query query de SQL não precisa mais.
Pois é. Então só eu quero que consulte tal coisa e ele vai trazer. Então, hoje a gente passou por essa fase de de fogo, de de ter quebrado a cabeça ali mesmo, que é onde que era tudo mato. Cara, você vê um erro da hora, você falou: "É isso aqui, ó, resolve. Você já passou por isso antes, você já sofreu ali, você já sofreu. Você fala: "Pô, isso aqui tem problema na Esse calvário eu já passei, né?" Exatamente. Aí eu me preocupo como os novos profissionais vão construir esse repertório, a nova geração.
Essa nova geração vai construir esse repertório, né?
É porque muda o estímulo, né? A forma como a relação ali com o computador muda, né?
Sim, exatamente. Mas enfim, não que seja melhor ou pior, mas é que vai ser diferente, né? né?
Porque agora é tudo mais rápido que nem eu estava no TikTok, 30 segundos, tudo é estímulo para nova geração.
Pois é, então as pessoas não têm mais paciência de ver vídeo de mais de 2 minutos.
É séries também. Netflix já tá pensando em como resolver, colocar menos episódios pra galera ficar vendo, porque a galera não consegue segurar a ansiedade para poder terminar.
Cara, isso é uma loucura absurda. E voltando ao contexto da comunidade, como é que vocês estimulam? Acabou voando inteligência artificial levou a gente loucura.
Isso a gente tem um bolão aqui do que é quanto tempo a gente consegue manter o episódio sem falar de a não deu certo nenhum até agora.
Eu ia perguntar só uma coisinha. Quanto tempo você em quanto em quantas horas você conseguiu finalizar o seu site?
Cara, eu acho que assim, eu ainda estou trabalhando nele que eu tô com Mas tipo estruturar, subir, cara, tranquilo assim, se fosse para mensurar umas 3, 4 horas, 3 horas você conseguiu ter o Sim. Desde o layout ao contêiner Docker, script de CCD para consu a questão da performance. Você ainda conseguir corrigir em 3 horas integração com o YouTube porque não tem atualização, ele vê quando tem episódio novo já e já coloca já coloca front tudo sim transcrição automática, tudo.
Não precisou de um web master, né?
Não, um web master, cara. Realmente. Agora eu tô trabalhando num em breve, inclusive vou dar um spoiler aqui em primeira mão, hein?
Boa.
Eu tô trabalhando em vetorizar todos os o os episódios.
Uhum. pra gente ter uma busca semântica sobre os assuntos e ele te dá um dossiê de tudo que foi falado na história do podcast sobre aquele determinado tema, caraca.
Com a posição do vídeo para você consultar, etc.
Ah, ah, tipo, de 5 minutos a 5 vai falar sobre esse assunto, tá? Vai lá, coloca blockchain, vai falar: "Ó, no episódio tal, o convidado tal falou sobre isso, isso, isso, você clica aqui e assiste o trecho." Uma busca semântica dentro do conteúdo do do podcast, não só em descrição e título, sabe? Uhum.
Porque a gente, por exemplo, a gente tá falando aqui sobre comunidade, um episódio sobre comunidade, mas a gente teve insightes maravilhosos sobre sobre a, né? Então, nessa busca ele vai trazer ali, eu tô fazendo ali alguns experimentos e estudando, né, para aperfeiçoar também o meu conhecimento sobre tamanho de de chunk para vetorização, estratégia de de vetorização com banco de dados com gráfos, etc. Então eu tenho usado isso para me desenvolver melhor, né, e também eh trazer porque quando, não sei se vocês têm isso, mas quando você tem um objetivo, estudar é muito mais fácil, você sabe exatamente qual o próximo passo, né? Antigamente a gente tinha até aqueles livros orientado a projeto, né, que você ia, então, cara, eu falo: "Pô, vou fazer isso daqui, que que eu preciso saber para fazer isso aqui?" E aí eu vou seguindo passo a passo.
E e fica mais eh fácil, né? Porque o próximo passo, se eu não sei, cara, tem que voltar para trás e estudar. Então isso te cria um plano de estudo de forma exada ou forçada de fato.
Exatamente. Eu con algo mais natural, muito mais natural. Não conhecia, eu eu conhecia o conceito, etc. Mas eu nunca tinha feito uma modelagem ou trabalhado hand zone numa base vetorial, por exemplo. Falei: "Pô, agora ter que pegar isso daqui e vou ter que aprender quais que são as estratégicas do algoritmo de vetorização, como que funciona a busca eh por similaridade de cossenos, etc. Aí você você, cara, você se você for mergulhando, você vai mergulhando, você vai longe.
Qual que você quer, né?
tangente.
Isso, exatamente. Então é é é bem interessante você usa isso como linha de estudo, né? Mas a parte básica 3, 4 horas.
3 4 horas. Beleza.
Você você falou de vetorização, né? A gente tá falando de ha.
Hag. Isso.
E por que não graphic hag?
Então, é uma uma estratégia também.
Também é uma estratégia. Eu eu tava até testando uma instância de um banco de dados de grafo.
Uhum.
Para para fazer esse tipo de de modelagem.
De modelagem, né? Mas, cara, tem uns que ficam muito caro você subir na nuvem, esses bancos.
Sim.
É. Então, eu falei, vamos começar primeiro aqui.
Vamos começar com a vetorização, mas algoritmicamente, vamos no MVP.
Vamos no MVP. algorit algoritm pera aí que vai sair algoritmicamente eu acho que a estratégia de grafo funciona melhor para esse tipo de busca.
Eu acho que ela tem um pouco mais de eu eu eu acho curioso porque nesse assunto que a gente tava falando de de a, né, de vários assuntos surgindo, eu acho que Hag foi um desses assuntos que teve uma hora que hag resolvia tudo.
Isso. Exato.
Não, ah, tem um problema, chat, preciso construir um knowledge base. Hag, reg, reg e resolve tudo.
Aí passou três, 4, 5, se meses por aí, né? Depende do da onde você tava no planeta. no time.
É, e não, ha funciona, Rag dá problema, é caro, não, não dá certo. Aí daqui a pouco passou mais alguns meses falou: "Não, agora é graphic hag e resolve tudo".
Sim, sim.
E não, mas tem um vetorial que também resolve. Então eu eu acho que a gente entra nesse looping às vezes, né?
É. É porque é tudo muito novo, né, cara?
Então, eu acho que a gente teve esse esse boom de hag, principalmente quando a gente tava ali na fase intermediária, tipo um ano, um ano e pouco atrás, quando as empresas queriam criar o seu próprio chat EPT corporativo com seus documentos, né? Então, todo mundo queria ver uma forma de indexar seus documentos para fazer uma busca interna ali, né? Então, o cara criava um ha numa ferramenta de IA Stú em qualquer lugar, não tinha menor noção de como aquilo era vetorizado, como que aquilo era quebrado para poder ser e também porque era é fácil, né?
Querendo ou não é fácil, tipo é commodity e também assim, querendo ou não, é um banco de dados. Então, para quem já trabalhou com banco de dados, mais um.
Isso. Isso. Exato. Então, isso acabou sendo esse bom e depois começou a ter uma essa questão mais agêntica. Ah, esqueceram a reg.
Agora a gente vai resolver.
Agora o agente vai resolver.
Não, mas eu vi recentemente saiu. Agora tem obsidian, né?
É que agora que é graphic rag, que agora também vai resolver tudo.
Exato. Também vai resolver tudo.
E antes era o MCP que você criava com determinado eh domínio, né? Que por trás tinha uma pay rest por trás do MCP que trazia o dado para você.
E e você trocava só a camada que era por similaridade para o IPA rest atrás do MCP. enfim, questões de arquitetura e engenharia que serão sempre pertinentes, aliás, mas conforme canta necessidade, eu acredito.
É, o problema é que é o que você falou, cara, às vezes tem bala de prata que cria aquele hype no LinkedIn e acha que tudo vai ser resolvido com aquilo. Cara, seis meses atrás eu não aguentava abrir o LinkedIn, era tudo enn eu falei, [ __ ] os caras lançaram aquela aquela sonda pra lua com Entin.
Deve ter sido comeneten, porque [ __ ] só se faz, ela só fala nesse negócio. E o negócio mais, desculpa a palavra, mas tosco e mais simples que existe é desde sempre, só porque arrumar uma integração com o chat EPT é o BPMN, né?
É, é isso, exatamente. Agora virou a a solução dos problemas da humanidade, né? É vendedor de curso, né? De LinkedIn que causa essas coisas, né?
Mas, mas eu acho que tem eh eu eu sinto que a gente a gente vem formando padrões, né, quando a gente pensa em arquitetura e e como que a gente vai passar isso para pras próximas gerações, né, mas esses padrões estão sendo formados agora. E eu quando eu falo com alguns dos meus alunos, eu falo sempre eh e tento exemplificar que para mim foi os anos ali 2010 que a gente tava começando a falar de microsserviços.
Nossa, cara. é outro outro momento que de fato a gente estava falando sobre microsserviços, estava estabelecendo padrões de projeto eh de desenvolvimento de software mesmo com microserviços ali.
Então era um pouco efervescência, né? A grande pergunta que todo mundo fazia: "Ah, mas que que é microsserviço? Que que é micro, né?
Porque tem serviços.
Qual o tamanho do micro?
É, qual o tamanho do micro?
O micro quanto exato? E e assim, aos poucos a gente foi estabelecendo os padrões, mas não foi do dia paraa noite.
Sim. E e cara, esse é muito legal você colocar esse esse ponto, porque isso tem tudo a ver com o contexto do mercado atual.
Hoje eu me questiono se a gente teria ascensão de uma arquitetura de microsserviços, porque hoje a gente fala como arquitetura de microsserviços como sendo uma um assunto estritamente técnico, mas quem viveu aquele momento sabe que a gente estava naquele momento de do bom da transformação digital, squads, tribos, entregas mais rápidas, metodologia ágil, ágil bombando.
E cara, não tinha como você ter cinco, se sete times trabalhando no mesmo produto individualmente, no mesmo monolito.
Isso aí algum algum arquiteto falou: "Porra, vamos fazer então sete partes diferentes, sete microerviços. Você cuida do carrinho, não tem o micosserviço do carrinho, você cuida do". Então, ou seja, para facilitar a operação da tecnologia, não é porque, pô, é mais fácil você cuidar de sete ativos do que de um, não. Nunca foi sobre isso, né?
O processo mesmo, na realidade, o foco é o processo.
É, é exatamente operação, né? Então, pô, por que que eu vou parar o serviço inteiro se eu tô subindo só uma atualização no carrinho?
Eu paro só o serviço do carrinho.
E e e é o contexto mesmo que você falou, né? Naquela época a gente também tava saindo do dos mainfames, saindo da alta plataforma, saindo dos servidores mais centralizados, né? E os microcomputadores estavam ganhando, né?
A a tecnologia.
Você tava tendo uma ascensão pra nuvem e ter capacidade alocada na nuvem é muito caro, né? Então faz muito mais sentido eu escalar a parte do software que tem mais demanda e não o resto, né? Então daí veio as aplicações Cloud Native e tal, que ainda faz muito sentido quando você trabalha com nuvem, você ter esse tipo de decomposição para poder otimizar recurso. Então nada é simplesmente primazia técnica, né, Mael? Então, tipo, e a gente tem que olhar o contexto do ponto de vista de operação de tecnologia e do do mercado, de o que que a gente tá vivendo naquele momento, né?
Então, na realidade é uma história, né?
Sempre vai ser assim. Então agora teve a questão do microsserviço cláud e agora exato.
até estabilizar e e sempre vai ser essa e essa história.
Exatamente. Então agora a gente começa a se questionar por que que uma tecnologia que foi um uma tecnologia não, um padrão de de engenharia de software como microsserviço que foi at que que a gente criou e desenvolveu para manter várias equipes trabalhando em paralelo sozinhas.
Será que ela faz sentido agora com uma IA fazendo o papel de de várias? Até que ponto posso defender um lado aqui, por favor? Eu vou vou defender um lado. Por que que eu acho isso? Eu eu comento com a galera.
Acho que microsserviço continua fazendo sentido e e vai continuar fazendo ainda mais sentido, porque eh se a gente tá falando de contexto para Iá, quanto menor for o contexto, melhor vai ser, mais fácil.
Exato. Mas aí concorda que a as integrações não, a o a razão é outra. Agora não é porque eu preciso fazer o um deploy atrapalhar outro. Tô restringindo o contexto a um domínio específico.
Sim, sim, sim, sim.
Mas eu acho que no fundo era um pouco sobre isso também, né?
É, eu eu acho que é é um problema que a gente consegue resolver do das duas formas, né? Ou ou eles se complementam, né? De um lado eu entrego, é, se for mais restrito, eu consigo analisar, eu consigo observar, eu consigo testar, que era o problema que a gente tinha, né?
né? Porque às vezes a gente tinha eh softwares muito grandes, né? Eu eu lembro muito bem assim, a gente tava comentando de memórias eh de quão importante é esse quão é importante essa formação por reforço, né, de você bater a cabeça e descobrir qual que é o problema. Eu lembro uma vez que eu peguei uma Procedor que tinha 6.000 linhas. A Procedor, Procedor, é o próprio software.
É, não era enorme o sistema. 6.000 1 linhas para analisar e aí você tinha que ler. Não tinha, não tinha como resumir, você tinha que ler. Pass Claud, me diga o que faz esses, esse código.
Não, não, não tinha, não tinha. Então você, você começava a ler, né, como se fosse um livro, você começava a ler introdução, você lia os comentários, né, você lia tudo que tava escrito ali. Você via alguém que escreveu o código há, sei lá, 5 anos atrás, fala assim: "Não mexo aqui".
Isso, né? Não sei porque tá aqui, mas não tira um comentário.
Exato.
Geralmente era era pro. Então no começo tem o cabeçalho, né, que a gente colocava o cabeçalho e cada modificação tinha de change de log ali, né? Tinha de que a gente fazia colocava mais, mas estava bem. Então se tinha ch log, você tava até num lugar bem organizado.
Não tinha, mas não tava tão bem assim.
Então mas era uma tentativa.
Era uma tentativa.
E e quando a galera não deixava parte do código comentado, né? que foi o desativado, continuava lá só para memória, saber.
Em memória, em memória. É, então eu eu acho que essa questão de ler de fato ali essa preocupação eh de de você analisar mudou para caramba.
Não, sem dúvida. Sem dúvida.
Agora e e isso de acordo agora vai vir de acordo com o contexto e quando tiver necessidade de fato, né? Então, como você falou sobre microserviços vão fazer mais sentido? Se se eu tiver de fato com uma um domínio informacional bem delimitado, como deveria ser antes, que na verdade não era muito assim, né? Vai fazer muito mais sentido. Então você começa a amadurecer os padrões, né? Eh, isso começa a evoluir bem. Mas Celene, conta pra gente como que vocês fazem para eh trazer essas discussões aí da comunidade, porque isso aqui que a gente tá fazendo é um um bate-papo. E como que a comunidade fomenta isso, porque isso essa troca que é bacana, né?
Isso. O que que a gente acaba buscando são palestrantes que sejam focado em cada área pra gente poder trazer essa esses temas, né, durante os MIRUP, né?
Então, desde cloud, parte de a MCP, agente. E aí a gente tem essa discussão.
Nessa última, a gente teve o que que nós dois levamos foi mais como preparar a galera nesse momento de liderança, né, na era de, né, o quanto nós precisamos eh ajudar os liderados a entender qual o melhor modelo, eh, como utilizar, porque ainda tá faltando isso dentro das companhias.
Tem e às vezes o próprio líder não sabe também.
Também. E um dos pontos é o que a maioria das companhias estão enfrentando, né, a parte comercial, né, todas as antropic, todas elas, eh, WS estão levando assim para vocês licença gratuita com às vezes até tokens ilimitados, você ficar bem dependente assim, bem dependente.
Exatamente. nem sabem exatamente para que serve exatamente aquele aquele modelo e só e dá pro seu liderado ali para poder utilizar e vai testando que vai dar certo.
Isso. Exatamente.
Uma hora vai funcionar.
Eu vi um meme no LinkedIn essa semana que foi muito bom, cara.
Eh, era um print de um de um gringo postou assim, descobri agora a melhor técnica para economizar tokens no cloud, para fazer o desenvolvimento.
Preciso compartilhar com vocês que isso, uma experiência tá sendo maravilhosa.
Reduzi muita quantidade de dinheiro que eu tô gastando com o Cloud. contratei um Dev Júnior para escrever o código mais básico, porque ninguém sabia, porque aí não preciso passar pela cara, estamos e claro, é uma uma ironia, é um meme, uma ironia, meme, mas é exatamente isso, sabe? A gente tá colocando tanta energia numa numa coisa e em várias ferramentas, em várias ferramentas que hoje tá aquela estratégia do traficante, né? Toma aqui, ó. Usa aí. Nossa, você pensou a mesma coisa que eu falei. Está igual a estratégia do traficante. Estou olha experimenta isso aqui. Que delícia.
Experimenta que tá uma delícia e é gratuito e aí você vai lá e testa e isso. Agora baratinho aqui, ó. Tokens ilimitados.
Isso. Só que ainda a gente não tem uma visão de como ainda tá sendo cobrada a parte do token, né?
Ah, algumas já estão mudando um pouco a modelo de bilhetagem, né? Porque é porque às vezes é por frase, às vezes é por palavra.
hoje, mas também não é um problema, eu vou jogar de novo pro lado técnico, às vezes também não é um problema conhecido. O vendor locking já não é antigo, a gente só tá se entregando mais.
É, é, é que nesse caso eu não sei se é só o loquin, não é? Muito mais, né? A gente tá entregando todo o processo de desenvolvimento de software, né? É, é diferente do vendor locking da não, não quero citar aqui, mas o pessoal dono do Java aí há um tempo atrás que te vendia o banco e aí você entregava tudo, né?
Sim, exatamente.
Então é é é diferente nesse sentido.
Quando tá aqui a gente cria desavença, cancelamentos.
É, mas assim, aí depois o cara vem aqui, a gente fica amigo.
Ah, então perão. Então tá ótimo.
Não, eu já assinei Java Magazine, então tá bom. É verdade.
É, então eu eu sou nesse sentido, eu sou comprado. Mas assim, é é diferente, mas de fato é um vendor locking que tá entregando o processo de desenvolvimento como um todo, né?
Sim. É que aí não é, você não tá entregando pro vender, você tá entrando, tá entregando para tecnologia. Isso.
Seja ela geminais, seja o Clou, tipo você Kiro, o Kiro, que seja, você vai ficar, mas será que a mesma LLMs diferentes vão entregar o mesmo resultado? Não necessariamente.
Não, em tese, sim, deveria. Se você fizer uma boa especificação, quer entender como faça uma boa, uma boa especificação?
Veja o nosso episódio onde a gente deixa tudo e e mas isso é da criação dos prompt criação do da especificação e dos prompts que vão ser utilizados paraa geração do código, né?
Não, o código gerado, provavelmente por LDMs diferentes não vai ser o mesmo, né?
Tanto que nesse episódio a gente usa dois, usa um para planejar, outro para codar.
Hum. Hum.
E o outro para revisar e ter uma versão, uma uma uma contradição adversarial mesmo ali para isso, né? Mas todo LLM que você coloca para desenvolver, ele tem que seguir uma especificação clara do que vai fazer.
Uhum. E ele tem que logar, especificar o que fez, porque aí outro ele elen fala: "Ah, beleza, era isso que era para ser feito, ele vai conseguir pegar, foi isso que foi feito e eu consigo modificar o código sem tanta discrepância". Claro, eu vejo isso como um risco muito semelhante, você é trocar um programador pelo outro.
Sim.
O código que eu faria talvez não seja o mesmo que você.
E ainda ele vai fazer uma crítica ainda pro seu código. Sempre faz.
Então eu posso ter uma uma variação, mas eu não fico preso a você.
Ah, sim. E isso sem dúvida. Sem dúvida.
Mas eh eu vejo também que a longo prazo e outras soluções acabaram também se tornando isso, né? Na medida que elas vão entregando mais conforto, você vai também se entregando mais a elas, né?
Sim. É gostosinho.
É. Falou, pô, gostosinho, né? Igual você comentou, pô, hoje eu utilizo duas LLMs ali. Quando a gente fala de código, de gerar código, naturalmente maioria das pessoas vai falar que o Cloud Code é o melhor.
No momento é ele que tá ganhando.
Sim, a gente tem outra opção, mas a gente sabe que o Cloud Code talvez hoje tá entregando muito mais, né?
a gente acredita que tá entregando muito mais, mas a galera tá falando que tá entregando muito mais, mas tipo, tá faltando, por exemplo, você fazer o teste mesmo e ver se isso se pr sua necessidade, se para a sua necessidade realmente é ele, que às vezes pode ser que não seja ele, só que tá todo mundo indo pr na demanda, sabe? Manada, indo pra manada, tipo aqui tá falando que é cloud, aí tá utilizando cloud.
Sea, se amanhã eu falar para você que é Kiro, vai todo mundo vai todo mundo para Kiro. Então é isso, então que tá faltando, né? idade é adaptar pro seu negócio. Sim.
Que é o que a gente estava falando essa semana, né? Tá faltando a galera saber exatamente qual que é o modelo que eu vou utilizar no meu trabalho e para quê.
É, e fazer ben marks ali, dependendo do que você vai utilizar, né? Não sei em qual companhia estão fazendo isso aí, né?
Ó, eu vou te falar pro pro podcast, as inscrições, toda a parte textual.
No começo eu fiz alguns testes com o chat PT e com Gemini. Gemini foi bem superior para criar texto, descrição, S, etc. E aí eu fiquei no confortinho ali do do Gemini, né? Então só usava o Gemini para isso. Aí teve um dia que eu falei: "Cara, vou pedi pro Clou fazer". Cara, eu achei muito melhor depois do Cloud. O próprio Cloud no na versão não código, né? Não cloud code, mas uma versão web mesmo, uma descritiva.
Uhum. Cara, uma assim, é difícil dizer melhor ou pior, mas atendeu o seu negócio.
Me atendeu melhor.
Ele te entende mais rápido, né?
Você não precisa ser muito mais verboso.
Você pode ser muito mais direcionado, sim, mas ele te entende melhor.
Eu acho que ele tem uma profundidade melhor nas coisas também.
Mas será que é a questão da interpretação? Porque o que a gente vê bastante agora é que os desenvolvedores vão ter que ter uma interpretação melhor ali de texto, né, para poder criar seu pronto.
Isso é um problema que que é o que é o que vai mais precisar no currículo vai ter assim, eu sou expert sorte língua portuguesa para ele conseguir fazer um prompt para poder a IAT entender, porque senão não vai vir.
De outro lado, eu a gente tava falando sobre a questão do gasto de tokens. Eu eu peço desculpa, eu não lembro na onde que eu vi, mas eh saiu uma biblioteca uma extensão, né, que você consegue colocar junto do cloud para que ele fale de forma mais e rudimentar.
Ah, eu vi isso.
Economizar token.
Isso.
Hum.
Porque o talvez hoje a gente tenha uma comunicação que é uma comunicação mais sofisticada, né?
E para LLM às vezes ser mais direto é melhor.
Exatamente. Sim.
Porque a vetorização tal, né? enfim, é, é melhor. Então, se a gente quer economizar é token, se a gente quer ter melhores resultados, vamos ser mais diretos. Então, também não sei se necessariamente o dev vai ter que aprender a escrever melhor, porque a Ll também vai, a gente vai ter esses outros caminhos.
Sim.
Mas aí vai ter que saber então a interpretação até própria agora da IA.
Cara, isso para mim tem um cheiro de uma segunda abstração.
Se você para pensar, se a gente não vou dar uma viajada agora aqui. Dar uma viajada aqui, ó. Vou abrir um parêntese. Fil, você já viu assim que a gente abre alguns parentes. Eu não tenho problema com isso. Saiu da comunidade agora já tá falando de tok. Bato.
É. Bora. Mas se você parar para pensar, vamos supor, se eu não vou usar a a IA com linguagem natural para gerar código, eu vou usar uma linguagem mais rud, simplificada para gerar código através da IA.
Perceba a semelhança que a gente tem com as linguagens de programação que a gente tinha anteriormente e a linguagem assembler para gerar os binários.
É, é, é o dilema assembly cobol, né?
Exatamente.
Fui muito, fui muito para trás, né? Mas, mas é isso.
É que a galera não vai saber o que é.
Mas é isso. Antes para você gerar um um binário, você tinha que programar em assembly.
Uhum.
Que era extremamente abstrato, eh, mover bit entre registrador do do processador, né? Alguém criou uma linguagem de programação que cria o seu código assembly que gera o binário, que é uma linguagem mais próxima do nosso nível, né? É aí que surgiram if, os elses, os e etc.
Eh, será que a gente não tá numa segunda camada de abstração?
Eu lembro de uma discussão eh que a gente falava sobre linguagens 4Gs, acho que era isso que chamava, que eram linguagens de próxima geração.
Hum.
Então, a gente tinha as linguagens de primeira geração, que eram os compiladores ali, né, que eram bem próximos, os beer metal, né, que a galera chama. Segunda geração C, né? O Linostorvos brigando ali com C++, né?
Nunca vou colocar no no Kern e agora colocou o gol. Eh, as de terceira geração, que se eu não me engano seriam Java, por exemplo, né, que fazem eh de fato controle de memória, né, que foi, putz, poder rodar em qualquer computador sem travar o computador inteiro.
Nossa, era fantástico.
Antes se você movesse um ponteiro errado no se, você não trava só o seu programa, você travava o o tudo tudo, né? que ele tinha acesso a todo o endereçamento do de memória e agora talvez sejam as linguagens de próxima geração, né, que você vai escrever ainda mais por cima. Eu eu lembro num trabalho de uma de uma, eu acho que foi no trabalho da graduação mesmo, que eu escrevi um pouco sobre eh programação orientada aspecto, não sei, assim, foi um assunto que eu gostei na época, né, e também tava um pouco em voga assim, né?
E eu lembro de uma frase de uma autora que eh ia muito nesse caminho assim, que as linguagens de programação elas têm que facilitar de fato a escrita humana.
E e é isso que a gente tá vivendo agora, né, de uma outra forma, não exatamente com com uma linguagem de computador, mas a linguagem humana escrevendo linguagem de computador, né?
Sim.
Sim.
Então, acho que a gente tá colocando mais uma camada de abstração de alguma forma e isso deve se estabilizar em algum momento assim, sabe? Eu não sei muito bem para onde vai, porque então ainda não tem uma visão ainda de para onde vai.
Minha bola de cristal não tá funcionando.
É, ainda não. A parte de governança também ainda tá um pouco obscura também.
É, tá um negócio meio meio se eu fosse dar uma viajada maior aqui, por favor. Eu eu eu ainda acho que eh isso que a gente tá fazendo tá relacionado a um outro assunto e desculpa trazer de novo o passado ao presente, mas é o que a gente chamava de model driven development.
Uhum.
Né? Quem nunca pegou algum software que você modelava e eu era do Java, né? Você modelava, saía a classe Java.
Uhum. E e eu acho que a gente vai evoluir em certo sentido para isso. E e aí eu acho que eu já vi alguns vídeos, né, trazendo um pouco de referência, eh, da galera em vez de digitar a galera falando o que quer. Então, em vez de eu ir lá, não, faça isso, depois faça aquilo, não, ele manda um áudio, né, faz um áudio junto ali e do outro lado vai sair o código, vai sair a especificação, vai sair tudo bonitinho. Então assim, eu acho que ainda tem um caminho pra gente, a tendência vai ser provavelmente nessa parte de áudio.
É, mas aí é a nossa viajada, né?
Aí a gente entra numa outra seara da iteração humano máquina.
Como é que isso vai ser para gerar máquina? É, é a interação do humano com a máquina.
Como é que fica a questão da da nossa matéria de linguagem de programação?
Como é que vai ter? E SKL1 e SQL2.
Como é que vai ficar essas matérias aí com agora só vou chegar e vou falar e consulta para mim e eu quero esses dados.
Como é que você vai ensinar pro cara que como é as três formas normais de modelar um banco de dados?
Algoritmos.
Algoritmos.
Eh, eu eu eh nessa parte aí eu eu acho que tem uma Você que é professor, diga com propriedade.
É, por favor, ajuda a gente aí na nossa viajada. E eu eu acho que tem um desafio porque assim e SQL caiu, não caiu bem, né? Assim, a galera não quer mais aprender a SQL, só que é é a base, né?
Eh, todo mundo quer ser cientista de dados, mas ninguém quer aprender SQL, né?
É, agora, gente, eu só vou lá e coloco lá no, pego uma, pego a ferramenta e coloco lá que eu quero consultar a X e ele monta para mim até o dashboard. que tem de gente querendo ser cientista de dados, mas agora com IA a gente consegue.
Eu eu acho que teve uma parte ali que a gente começou a ter eh os ORMs, né?
Uhum. modelo. Eh, a gente começou a utilizar mais isso na comunidade Java, isso era muito presente, eu me lembro bastante. Eh, e a gente foi perdendo um pouco do costume, né, de se relacionar com o SKL e e eu, pelo menos das últimas experiências que eu tenho tido, talvez não sejam muitas, mas assim, eh, saber bem o que o SKL tá fazendo, entender que o modelo de entidade ele tá gerando talvez um SQL que não seja tão performático ou saber fazer de fato um SQL performático, saber construir uma PROC, né? Eh, eu acho que é um desafio, mas eu acho que são coisas assim que são são muito de de mão dupla, sabe? Porque o cara que não tinha boa noção de SKL e de modelagem de banco de dados, ele provavelmente faria um model e os annotations todos tortos ali dentro do código, né? Porque beleza, ele pode usar lá o um ORM para ele, mete um JPA lindão lá e vai embora. Só que, cara, para ele escrever um módel bem feito, saber o que é, onde ele vai ter composição, onde ele vai ter agregação, ele tem que saber no mínimo o que é um um sk bem feito.
Uhum.
Né? E para ele poder fazer isso. Então, acho que e aí a gente entra no mesmo paradigma aqui, no mesmo na mesma contradição, né? O cara vai fazer isso?
Será que ele vai esquecer o SKL ou ou ele precisava saber o SKL para fazer isso?
Hoje fazer a consulta é o eh ali utilizando IA, por exemplo, é utilizando o IA que fazendo um paralelo com o que o caso que ele deu muito bom de utilizar o RM, por exemplo, lá no no Java, né? Eu eu acho que a gente perdeu um pouco da referência mesmo de tipo assim, tem essa camada de abstração, tá gerando código do outro lado, tá conseguindo consultar o banco, beleza, tá me atendendo.
É exato.
E aí tá mais pro lado funcional.
É, não é tanto funcional, mas o cara foi não tá funcionando. Agora, o que que tá fazendo atrás?
É, ele foi pro código, mas ele subiu um nível, né, cara? É, eh, é uma boa, uma boa reflexão essa.
E, e e e eu acho que tem, eh, falando um pouco, né, nessa questão de, de formação de pessoas, eu acho que o desafio tá aí de, tipo, eh, de fato trazer que, beleza, você tá utilizando o o RM, você tá utilizando o EA, mas vamos tentar voltar os conceitos, porque para pra posição de sior a gente vai precisar conhecer, né? a gente vai precisar criar esse plano de conhecimento, esse esse plano de estudo, porque quando você chegar lá vão ter problemas muito mais complexos que, pô, você vai bater o olho e já vai saber, né? Você você vai poder resolver de uma forma talvez mais rápida.
Mas isso na nova geração vai ser um pouco mais difícil. Eu acho que vai ser mais difícil, porque eu já fui taxado de esperançoso aqui. Eu tenho esperança que que vai ser melhor.
É, você você é um cara que tem uma uma vibe boa. Sim.
Eh, eu acho que conscientemente a gente vai ter que criar planos de de ensino e o ensino talvez fique mais fácil com uso da IA, mas eu acho que a experiência do cara ralar, sabe, é o que ele não vai conseguir bumbum no asfalto.
Uhum.
Eu acho que isso vai ficar mais difícil.
A casca que ele tem que criar ali, aá vai fazer muito mais suavezinho para ele. Ele vai ficar brigando com a Iá e não com o problema que tá rodando atrás da Iá, sabe? ou até mesmo a forma de que como ele tá passando ali o problema para irá para poder ela dar a resposta. Então o a única coisa que ele vai ralar o bumbum é tentar ali como ele vai interagir ali com aá.
Exato.
E não fazendo um paralelo que você fez o RM. É muito comum o cara tentar consertar os annotations e o model dele do que ele olhar porque que a query tá não tá sendo performática. Por exemplo, eu eu to many many many to one do do Java. Cara, era uma discussão eterna. Aí você saía remodelando, mudando ali, mas no final às vezes era melhor você ter feito com eh direto quer no banco.
Direto a quer no banco.
Direto. Ah, não. Vou vou fazer uma proceder aqui. E mas aí eu acho que é coisa que também vem com o tempo da gente entender que, pô, tem coisa muito mais legal, mas tem coisa que tem solução mais simples que vai conseguir atender, vai conseguir ser mais performática, né? Tudo bem que hoje a IA vai, algumas delas a a IA vai conseguir responder, mas às vezes é essa troca humana que vai ajudar a dar aquele estalo, né? E cada pessoa tem uma forma de às vezes virar a chavinha de um assunto, né? Virar de de ter um entendimento diferente.
E aí eu acho que vem um pouco da da questão da comunidade também de que tem gente que essas novas gerações tem gente que vai gostar mais do TikTok, né? corte rápido. Tem gente que vai gostar de algo mais de maior proximidade, né? Pô, eu tenho que estar do lado de alguém, tem que ter alguém no palco falando. Eh, nesse sentido, eu acho que a gente tem que buscar formas para de fato tocar essa galera, tocar o coração, né? Eu às vezes eu falo com meus liderados, abre o coração comigo, né? É de de tentar tocar o coração da gente conseguir montar esse plano em conjunto.
Sim, sim. E na comunidade acaba acontecendo isso, principalmente quando acaba, né, os palestrantes, eles acabam ali. A gente tem aquele network de conversa, de tirar dúvida, troca de experiência, que aí vai sempre acontece.
Você que tá aí escutando esse episódio bacana e quer levar toda essa tecnologia, essas novidades pra sua empresa e não sabe como, chama o time da Vembers. A gente pode ajudar vocês com desenvolvimento de software, com arquitetura de soluções, a entender os problemas que vocês estão vivendo e sair do outro lado com uma solução bem bacana. E se você tá escutando o podcast para aprender coisas novas, faz o seguinte, manda um e-mail pra gente no peoplecare@vemers.
E você pode fazer parte também do nosso grupo de talentos. Valeu.
Agora o time do Relações Públicas vai gostar mais de mim.
Então, a comunidade, vocês fazem eventos, meetaps, certo?
Já chegaram a fazer um evento maior? Tem um canal de comunicação entre os membros que não seja no MITAP? Como que é a dinâmica? Bom, eh, nós temos redes sociais, né, desde de Instagram, no LinkedIn também e temos dentro da ferramenta da plataforma MIRUP.
Uhum.
Nós temos lá o nosso grupo e por ali eles conseguem eh entrar em contato com a gente, se comunicar e conversar sobre algum tema.
Legal.
Inclusive trouxe um presente aqui para você, ó. É com o nosso e acelera café sustenta.
É isso. É isso.
Café em código.
A gente tem camiseta, a gente tem caneca.
Muito legal. Obrigado.
A gente tá presente em LinkedIn, né? Tem WhatsApp também da da comunidade, tem o YouTube da comunidade.
E no nosso e na comunidade do WhatsApp nós conseguimos e pegar com algumas empresas vagas para poder colocar lá.
Legal. Tem a parte de networking que a galera esses dias tava pedindo foto do evento para poder conversar, interagir ali.
Você tiveram evento agora poucos dias, né?
Sábado agora.
Como é que foi? Que que teve de lá?
Olha, surpreendeu que a gente teve na realidade assim, eh, estávamos, eu estava esperando na expectativa de 20 pessoas, 30 pessoas. Falei: "Gente do céu, vai dar só 30 pessoas, que vergonha".
E aí tivemos 300 inscritos. Eu falei: "Bom, são 300 pessoas que não, mas mesmo assim é gratuito, não vão".
Aí fui lá, eu até falei para ele, falei: "Olha, eu acho que se de 300 for 10% já é uma boa, a gente não passar tanta vergonha". É, é. Aí beleza. Aí eu contratei café, contratei um monte de coisa, comprei lembrancinha, copinho de café pra galera para poder ser a nossa logomarca.
E não parava de chegar, gente. E não parava de chegar. E não parava de chegar. E aí chegou um momento que não tinha lugar para sentar e ele tava até organizando, ele tava pegando as cadeiras para poder tipo aonde foi na no auditório da FIAP.
Ah, legal.
A FIAP tá entrando como o apoiador ali, bem 100% mesmo. E que por sinal a gente vai levar a comunidade para vários estados. Então em junho nós vamos estar em Belo Horizonte, setembro nós vamos estar no Rio de Janeiro, outubro em Salvador e Recife nós vamos estar em novembro. sempre com a FIAP como base.
Sempre com a FIAP, sempre entrando como nossa apoiadora.
Legal.
Ela abraçou a ideia porque ela viu que a gente estava bem engajado e querendo mesmo levar a tecnologia para esses lugares, principalmente Salvador, que não tem muitas comunidades, e Recife também.
Uhum.
Recife, apesar de ter um polo ali de parte de Isso e é no Porto Digital que eles têm ali uma parceria, a FIAP tem.
Então vai ser bem bacana, porque a gente tá querendo levar realmente o conhecimento, a comunidade para todos, né? E o que mais nós estamos fazendo agora é mais é o colab.
Uhum. que é entrando em contato com outras comunidades. E o que que eu observei, né, que a maioria das comunidades elas abraçam, né, a ideia, mas tem também aquelas comunidades que estão meio que focadas no problema dela e aí elas não abrem não abrem muito a porta para poder. Mas nessa última, nosso último evento, tivemos quase 100 pessoas.
Que legal.
Surpreendeu. Foi surpreendeu. Acho que surpreendeu ele também. me surpreendeu porque a gente pensou, não, só 30 pessoas com certeza e ainda é o primeiro evento.
Foi o primeiro, foi o primeiro.
E eu acho que aí que tá a dificuldade, né? Porque quando você coloca a régua, foi e a gente teve também um patrocínio da Icon Consulti, que é a Multiconsulting agora, né?
Ela entrou como patrocínio também, ela abraçou também a ideia da comunidade.
Que legal.
E aí aproveitando, eu já tomo atrás de patrocinadores para os outros estados.
Estamos precisando de apoiadores.
Importante importante. Importante. E cara, mas a ideia é bem legal assim e enfim, a comunidade do PPT no CPO tá aqui aberta para quem quiser conhecer a comunidade do café em para você participar também de algum dos nossos eventos, chamar a galera que já teve aqui também. Acho que é legal.
Conte comigo lá para poder fazer uma palestra, falar sobre. São 30 minutos que você pode levar no conhecimento. Um pouco que você tiver já agrega, né? Já estou confirmado no próximo aqui de São Paulo ou lá do Vale do Silício Brasileiro, Florianópolis. Como é que vocês vão para lá? Florianópolis. Eu estou querendo em agosto, mas tô negociando com o pessoal da FIAP.
Por favor, o Vale do Silício Manézinho.
É a FIAP. Eu preciso ainda, ó, por favor, FIAP, já ouve ele aqui porque eu tô ali no chão.
Tem bastante empresa de tecnologia em Florianópolis. Eu acho que uma comunidade como essa cai muito bem.
Eu vou falar por mim assim. Eh, eu eu tinha um sonho, vou falar de um sonho, eu tinha um sonho de conhecer todas as capitais do Brasil. Eh, consegui conhecer todas as capitais.
Pô, que legal.
É, foi uma saga. Tem, teve parte que não teve nada de luxo, nem um pouco de luxo, né?
Ah, sim. Você ia de carro? Poxa, não, não. Teve, teve parte que eu fui é fui de ônibus, né? Eh, aquele aquele trajeto que o Cariane fez, né, da Transamazônica. Uhum.
Eu fiz também, só que de ônibus.
Eu, cara, eu vi um vídeo ontem sobre isso, tá? Você vê, né? Domingo, né? Você tá ali fazer nada, tá fazendo nada.
Aí apareceu no meu YouTube um cara que fez uma viagem de Porto Alegre a Santarém de ônibus.
Ah, tem tem. Verdade.
É a maior linha de de ônibus. Quantas horas foram? Três dias e pouco.
Três dias aqui Maranhão, gente.
Mas devo dizer que não é tão assim.
O quê? É três dias daqui pro Maranhão.
Não, pro Maranhão. É Maranhão. É, gente, é que Santarém é um É, mas São Paulo para Marxo do de São Luís, né? Santar é é um pouquinho mais para baixo.
Pensando que é porque se três dias então, né? Você considera que o cara saiu de Porto Alegre.
É, foram três noites, talvez um pouco mais de É, bom. Maranhão. Maranhão também a mesma coisa, tá? Só # feedback. Mas, mas o que eu que eu queria complementar assim é que eh o Brasil tem muito lugar legal, mas assim, em todos os estados tem muito legal, lugar legal, tem muitas eh nichos, né? E tem que a gente fala bastante de tecnologia e fala de tecnologia em São Paulo e e aí ah, tem outros polos, né?
Desculpa que às vezes a gente é muito eh a galera de São Paulo, né? Muito bairrista, né? Fal: "Você acha meu?" É que isso, bicho? Acho que a gente é muito bairrista às vezes e acha que só tem tecnologia em São Paulo. A gente esquece, cara, tem São José aqui que é um baita de um polo tecnológico, tá?
Tem um IMP, né, cara?
É isso. É, é só a NASA brasileira fica em São José.
O Ita também tá lá, né?
E por incrível que pareça, eh, nós conversamos com uma comunidade de lá e eles sentem muita dificuldade, sem apoio para para a comunidade dele lá em São José.
É. E aí a gente vai tentar fazer um projeto com eles lá também para tentar puxar e fomentar também isso.
Eu sou fã de São José, principalmente por causa do IMP. A o meu mestrado foi na área de física.
Uhum. Que legal.
E eu sou meio apaixon esses assuntos. Eu fiz, eu fazia cursos de verão no IMP.
Hum.
Pô, vou tirar férias, vou no IMP. Cara, tem cursos de verão no IMP e tem tours que você faz lá, cara, que é impressionante.
Você a gente é meio, meio viralata, sabe?
Muito, mas muito vira lata.
Eu sou suspeito para falar desse assunto por esse por esse histórico pregresso de querer conhecer todas as capitais.
Sim, cara. Parece quando eu vi eh a câmera onde é feito satélite para para lançamento Uhum. Eh, dentro do IMP você faz um, cara, é um negócio absurdo de primeiro mundo.
É um negócio incrível.
Os Estados Unidos encomenda satélite para ser feito no Brasil e manda para Cabo Canaveral para ser lançado lá.
É, em Braer tá tá aí para provar.
Exatamente. A tecnologia espacial brasileira é incrível, cara.
Pois é. E nessa cidade não tem muito apoio pra questão de comunidade, né?
E e eu eu acho que é o assim, vários lugares do Brasil a gente tem polos tecnológicos ou eh pessoas muito interessadas, pessoas que querem formar a comunidade, pessoas que querem trocar conhecimento. E, cara, eu acho fantástico o quanto que a gente pode expandir e pode de fato expandir no sentido de eh de trocar mais ideia, né?
Sem dúvida.
E conhecendo, né? E é pr é nesse caso, quando a gente vai para outros estados, eu nós entramos em contato com as comunidades locais, por exemplo, de BH, que vai ser agora em junho, entrei em contato com a comunidade local que era Mulheres em Nuvem.
Eh, e aí elas acabam me direcionando, ai, você quer fazer um evento aqui?
Então eu vou com você. Tem a outra comunidade também de BH para incentivar ali dentro.
Que legal. E aí agora tô entrando em contato com a comunidade do Rio de Janeiro, tentando buscar quem são a comunidade de tecnologia de Salvador para poder engajar eles para poder começar a fazer e apresentando os apoiadores que que são da comunidade de café em Código. Então, por exemplo, tô levando o apoiador do da FIAP e apresentar para eles que eles também podem eh ir atrás e que a FIAP vai estar aberta para ouvir eles. Curitiba, por exemplo, a gente vai agora dia 22 de maio para Curitiba. A FIAP também já. E aí eu tô levando para outra comunidade eh o contato da galera da FIAP para também ter esse incentivo. Por incrível que pareça, assim, a FIAP tá apoiando 100%, ela tá dando um apoio bem bacana.
E aí o que que a gente tá agora atrás, na verdade é patrocinadores, porque, por exemplo, para nós irmos para Floripa, vai ter um custo.
Sim. Então é isso que a gente tá correndo atrás, né, de algumas empresas da área de tecnologia para para fomentar e ajudar nessa inovação, né?
E e faz todo sentido, eh, tanto paraas empresas quanto paraa própria comunidade, eu acho que é um é um jogo de ganha ganha, né?
Sim. Principalmente que nós eh são um público qualificado, né? Um público da área de tecnologia. É, é o é o que eu vivo com, com o próprio podcast, né?
Então, a gente tem nossos patrocinadores aqui.
Não somos um podcast gigante e não queremos ser porque eh é um público de nicho, né? Um público técnico um público se levvel de tomadores de decisão de tecnologia, né?
Então a gente nunca vai ser um inteligência limitada, né? Ou um flow.
Ah, né? Para isso você tem que ser falar de tudo, tem que falar, né? E não é que a nossa o nosso o foco, o nosso focou, o nosso foco é ter conteúdo de qualidade para quem trabalha com tecnologia, né?
Então ter conteúdo de referência, né?
Conteúo de referência, né? Então isso pra gente faz uma diferença muito grande, né? Porque quem apoia o PPT apoia porque quer tá atrelado a um projeto que compartilha conhecimento e que faz sentido, né?
E que faz sentido e que é uma marca que vai ser lembrada em algum momento como referência naquele assunto, etc. Né?
Inclusive você também, se quiser ser apoiador do PPT no CPIL. Se você quiser ter, olha que televisão bonita, o seu logo aqui, hein?
Olha, olha, a gente precisa conversar.
Eu vou colocar comunidade junto com a Clever, com a VMBS, com a Tech aqui, ó.
Você pode estar aqui.
Isso mesmo. Então, é uma forma de apoiar o seu trabalho.
E, e a mesma coisa com a gente, a gente tá em busca de apoiadores e é mais para essa questão do tipo, pra gente conseguir levar mais ir para mais lugares, né? que agora a gente tá aí com a gente conseguiu pelo menos o espaço local nesses estados, Curitiba, Belo Horizonte. Uhum.
Eh, e Salvador e Recife e Rio de Janeiro. Aí, Floripa, a gente tá no negócio ainda, porque eles, o pessoal da da FIAP fala asseni: "Se acalma, se acalma que você quer pegar todas as nossas agendas." Falei: "Ué, a gente tem que já planejar o ano todo." Ó, eu posso falar aqui? Eu tô com a camiseta de O Acre existe.
O Acre existe, cara. Eu adoro esse a gente ainda não vai pro Acre ainda. Você conhece?
É um slogan do próprio estado, né?
É, eu eu comprei isso lá no no museu no museu da do povo Acriano, desculpa, não lembro exatamente o nome, mas eu comprei exatamente lá. E eu adoro essa camiseta porque é isso, tipo, a gente tem vários lugares legais.
Uhum.
O um dos lugares que eu acho assim, a gente não conhece de de fato o Brasil, desculpa. Eu eu acho isso. Eh, é Manaus, é um lugar fantástico.
Ah, mas é um outro um outro Brasil.
Muita vontade de conhecer, cara.
É um outro Brasil enquanto experiência.
O tamanho do rio Amazonas. A gente, eu quando eu fui não tinha noção de quão grande é o rio Amazonas, né? Quão intransponível é o rio. Uhum. Então eu acho que é um pouco dessa ideia da também da comunidade a gente tentar falar mais abertamente.
O que eu acho muito legal do do Acre Existe, é que eles abraçaram o meme sim, de uma forma positiva, porque o meme é tipo cara, o Acre nem existe, né?
Ou tinha aquela coisa do ah nem chegou no Acre ainda, né?
E eles abraçaram isso de uma forma que ficou muito legal, cara. Eu vejo muito vídeo de viagem no YouTube, etc. Esses dias eu tava vendo um vídeo justamente sobre lembrei Museu do Povo Acriano. Muito legal, por sinal. Comprei a camiseta lá e é outro estado que que vale a pena você conhecer, vale a pena ir lá. Eu conheci só a capital, não tive tanto tempo de de estar por por lá, né? Mas eh assim, a região norte do Brasil é muito fantástico e Manaus é de fato um Brasil muito diferente.
Eu vejo o Brasil, cara, como um grande continente praticamente com vários países dentro, porque a gente tem culturas diferentes, a gente tem até a forma de conversar. Exato. É diferente o vocabulário, né?
A gente é um país continental, cara, né?
É, é incrível. E a gente fala muito sobre o o Nordeste tá mais isolado das da das decisões do Sudeste, a economia tá mais focada aqui.
Mas acho que o Norte tá mais.
Mas o Norte tá muito mais, né?
Acho que o Norte tá bem mais esquecido, né?
O norte é o norte é muito esquecido, né?
Eu eu acho que a gente eh eu eu cheguei a conhecer todas as capitais. Não, não quero ser eh eh não quero ser injusto com nenhuma delas, porque cada uma eu acho que tem uma coisa legal, mas de fato eh a a gente são regiões muito diferentes, mas ao mesmo tempo tem uma coisa, tem uma áurea, né? Agora a galera tá falando de áura, tem uma áurea que liga o brasileiro. Tem uma coisa, tem alguma coisa ali que todo mundo se acha brasileiro. É muito estranho isso. Eu achei muito engraçado.
Eu eu lembro uma vez que eu tava fazendo, eu tava atravessando o rio Amazonas porque eu ia fazer essa questão da da 319, né, que vai de Manaus para Porto Velho. Eh, eu tava atravessando o Amazonas e fazendo uma call no Teams.
Falei: "Cara, isso aqui é muito diferente, cara. Isso aqui é o é uma experiência que eu nunca vou passar de novo na minha vida.
Eu falei, cara, isso isso é muito diferente, né? E e ao mesmo tempo, na hora de eh e talvez pra gente que é de São Paulo é diferente isso, na hora de de pagar a água que você ia consumir, você pagava com Pix. Então de aí eu trago esse ponto assim, tem uma a gente é diferente, mas ao mesmo tempo, pô, o Pix todo mundo usa, então tem uma áurea de ser brasileiro nisso tudo.
Tem tem o que é maravilhoso, né? Porque a gente tem uma unidade nacional com várias culturas e apesar de diferenças políticas, etc., o brasileiro ele, a gente tem uma uma nação concisa.
Sim. Sim.
E e e é é muito louco porque eu eu já trabalhei eh evidentemente, né, nessa época do do remoto eh e e também a gente tendo a possibilidade de ter eh contato com várias vários estados e culturas, o quão diferente cada estado, cada pessoa de cada estado é em certo sentido na hora de trabalhar. Por eu vou dar um exemplo aqui, eu não quero trazer nomes, mas ele vai saber quem que é. Eh, eu tenho uma criação que é uma criação de uma família nordestina, né? Eh, então, invariavelmente você carrega algumas coisas que são traços das da sua própria criação.
E eu tinha um colaborador, né, um amigo ali de trabalho que a gente se dava muito bem porque ele era de Pernambuco da onde vinham os meus pais. Então, a gente se relacionava muito bem, que se conectava. Mas eu nasci em São Paulo.
Pois é. Mas você traz uma cultura, né?
É. E e do outro lado, eu eu lembro um evento que que eu eh eu tinha um outro colaborador que era eh ali de eh Pato Branco, eu não vou ser tão direto aqui, mas era de Pato Branco.
E a forma como a gente eh conversava, como a gente se entendia, era diferente.
Eu eu eu tinha que ter uma leitura cultural do da pessoa de Pato Branco, da pessoa.
E devo dizer que não é não só pato branco, né? Acho que qualquer cidade, né? Você vai ter que ter essa leitura cultural.
Mas devo dizer que eh mesmo ali eh no Paraná, você tem dois Paraná. Você tem um Paraná que teoricamente é mais perto eh que é de fato mais perto eh da costa. né? E o Paraná que é mais interiorano, que é o Paraná mais perto de Foi. Uhum.
Sim.
São duas culturas um pouco diferentes, né? Porque se a gente for pegar historicamente, são as culturas eh de missiones, né?
Uhum.
E e a galera que era da costa, né? Que tinha os piratas franceses, outes que mais para Florianópolis. Mas assim, eh, é diferente.
Ah, é, é, é muito louco isso. Por exemplo, isso que você falou, eu sou paulista até o último fio de cabelo pelos meus hábitos, etc. Mas minha mãe é pernambucana.
Legal.
Hum. Legal. Onde é de Pernambuco?
Então, de Surubim.
Hum.
Interior de de Pernambuco.
Uhum.
E a família que meu pai é filho único.
Então, meu pai é português.
Uhum. Só que ele é filho único, então nunca tive muito contato com a família do meu pai para ele ser filho único, família menor. Uhum.
E minha mãe tem 200 irmãos.
Vários irmãos.
Então eu eu assim como você, eu cresci com uma cultura nordestina de Pernambuco, né?
Legal.
Apesar de ser paulista até o o último fio de cabelo.
Cabelo. Mas é porque você nasceu em São Paulo.
Nasci em São Paulo.
É. Então no meu caso, eu nasci em São Paulo, mas meu pai e minha mãe baianos.
Então você traz também traz uma cultura?
Sim, eu trago a cultura e o meu filho também que nasceu em São Paulo e também ele tem essa mesma cultura de nordestino.
Aí vem a grande mágica, né? Porque meu pai é português, eu fui criado por mamãe pernambucana, sou casado com uma catarinense.
Catarinense?
Ai meu Deus, uma mistura, cara. Às vezes eu falo até pra minha esposa, se eu fico assim, eu fico em São Paulo uma semana, duas, primeira vez que eu volto falar com ela, eu às vezes eu tenho que ter um um lag para entender o taque.
Dá um legzinho assim, ó, de lado, eu ã aí depois acostuma, né? Depois volta depois volta.
Mas é é um choque cultural, cara.
Tem tem mesmo, principalmente um sotaque, né?
Sim. Você falou de de do Paraná, é Santa Catarina é a mesma coisa. Santa Catarina é um estado muito conservador.
Sim.
Eh, o interior é muito e Florianópolis é tipo Beverly Hills de é de Floriva, né?
De de de Santa Catarina, porque é mais cosmopolita, é é muito mais liberal, né? É uma cidade praiana, é uma, enfim, tem uma outra visão, né?
Mas você vai pro interior, é outra realidade, né? Mas são mais conservadores.
Muito mais conservadores, né?
É. Etajaí também eu senti que o pessoal também era conservador.
Sim. Ali ainda um pouquinho melhor, mas você vai pro pro interiorzão mesmo ali para Blumenau, eh, que tem uma influência alemã mais forte, etc.
Eh, são mais conservadores. Então, Floripa é tipo Ber Hills, cara. Tipo São são São Francisco assim.
É, mas isso que eu acho fantástico do Brasil. Exato.
Todo mundo junto e misturado.
Você falou que é um continente, né?
Exatamente.
São vários lugares. Então é aí que a gente quer levar tecnologia para todos os lugares.
E como é que vocês estão usando esse conhecimento de tecnologia que vocês têm, inteligência artificial em prol da comunidade?
Só eu que tô respondendo aqui sobre a comunidade. Agora é a sua vez. E você já percebeu, né, que assim tem por que que eu fui conversar com ele sobre a comunidade?
Ele é muito técnico.
É uma DR. Estamos numa DR.
É, é uma DR. Uma DR. Ele é muito, ele é muito técnico. E, e, e, e eu sou mais, tipo, mais pessoas, mais comunicação, mais marketing, mais comercial.
E ele é o o par que vai conseguir, tipo, levar ali a comunidade, porque ele ele é a parte mais técnica e eu tô mais na parte de comunicação, marketing, liderança, ali, gã. uma comunidade técnica. Nada melhor que uma dupla como essa.
Exatamente. Então agora é sua vez, por favor.
Eu eu eu tendo a dizer que o desafio tá aí.
Acho que o desafio tá aí. Ah, a gente tá engateando, né, no sentido de colocar isso dentro da comunidade enquanto processo, né, pô, vamos fazer os nossos cortes, vamos fazer as nossas publicações de forma automatizada. O que eh eu acredito e aí é um pouco do que a gente tava falando aqui, é de trazer pessoas que estão aplicando isso, aplicando IA, né? Não só a gente aplicar nos nossos processos, porque aí é um trabalho que não necessariamente a gente precisa mostrar ou que vai ter um impacto tão grande, mas trazer pessoas que estão aplicando, cases, né? por exemplo, o que você trouxe é a sua experiência é um ótimo case para ser levado e na comunidade como um exemplo do que você está fazendo. E uma coisa, tipo, que você trouxe que é algo básico e que tipo foi ótimo e você eh experiência que você acabou de dizer, tipo, em dois meses você fez coisas que uma que numa companhia você não ia conseguir. Então são esses assuntos que a gente quer levar, né? E e eu acho que o desafio agora é o contrário. Eh, o que que a gente pode trazer que não tem a Exato.
Tá difícil, cara.
O pessoal manda mensagem para mim, fala: "Cara, todo episódio você fala de A, cara, mas só tem e o mundo de tecnologia só fala de A." Mas o problema também é o seguinte, que algumas pessoas também estão ficando um pouco saturadas disso.
Sim. Então por isso tem que dar uma mesclada ali, colocar ali um pouquinho sobre várias eh várias coisas e aí põe um pouco de a ali no meio, mas não que isso vai ser 100% do seu evento ou 100% do mira, porque aí a galera está um pouco cansada, porque é muito do mesmo, né? Sim, é muito do mesmo.
O que eu vejo que a gente vai passar por um processo de maturidade é a gente a Iana não vai ser o assunto, ela vai ser um tópico presente em todos os assuntos.
Isso só vai falar de cyber utilizando e a vai ter uma parte de uma ferramenta que nós utilizamos vai falar de engenharia de software, vai falar sobre a vai falar de banco de dados, vai ter um pedaço de coisa falar de é como é que é design, né?
By design, exato.
Vai ser eh LGPD, by design, é segurança by design.
Isso. Agora vai ser AI.
Todo produto tem lá. Fui comprar um pão de forma, tava lá AI Beauty no pão de forma. Vira rótulo. Vira rótulo. Vira rótulo.
Mas eh o o eu acho que o desafio e eu até na eu acho que na academia tem um pouco disso, né? Eh não não é na de musculação.
Ah, de musculação. Ah, outra academia, gente. Ah, academia de Eu acho que na academia tem esse desafio assim de o que que não vai ter, né? Ou quais assuntos que não necessariamente precisam de, né? Tem muita coisa que regra de três ainda resolve.
Pois é. Eu eu vi um meme hoje, eu sou eu vejo muito meme, gente, que eu tava de férias, né? Então tem momento, é aquele momento de você descansar, repertório de meme tá bem afiado, que era como como o cara fazia uma busca de string dentro do Java, por exemplo.
Aí tinha lá duas, não era exatamente isso, mas o o a ideia do meme é é eu vou reproduzir a mesma.
Aí tinha duas linhas lá, o cara colocava lá função, o comando de buscar string e tal. Aí como é hoje? O cara importa o SDK da Open escreve um prompt, vou te passar um texto e você vai me dizer se esse texto tá contido dentro do outro texto. Aí tem mais uma, c uns cinco comandos, aí ele pega o retorno e aí sai o resultado do do substring.
E a gente esqueceu algumas coisas assim, né? E, a gente fala bastante de a, mas cara, tem coisa que é visão computacional mesmo. Visão computacional com IA sem vai dar bom. Uma coisa que eu acho que vai amadurecer bastante agora e que vai favorecer muitas pessoas com background técnico mais aflorado e principalmente aí puxando um pouco a sardinha pro pro meu lado, as questões de arquitetura que são como nós teremos plataformas e aplicações que utilizam o IA de forma sustentável e embarcadas dentro das aplicações. que a gente tá vivendo um momento que as pessoas acham que a IA é a própria aplicação, né? Só que a gente vai chegar no momento que as pessoas falar: "Cara, a IA ela é um microsserviço order dentro da minha da minha infraestrutura e que tá mandando e trazendo informações de fora." Uhum.
Como que eu governo isso? Como que eu faço isso de uma forma sustentável e de uma forma organizada, né? E segura e que às vezes e há também precisa de cash.
Isso. Exatamente.
Básico. Então, como que exatamente? Então, como que quais são as melhores práticas para eu fazer uma aplicação com um uma AI a building, né?
Uhum.
Como que eu coloco isso para funcionar?
E vamos passar por essa por essa escala de maturidade. Hoje a gente tá vendo gente do negócio criando aplicação e criando shadow AI dentro das empresas sem governança. Isso, cara, é uma bomba relógio. A gente vai ver muita coisa acontecendo daqui em diante.
Vai, vai. Nos próximos anos vai ter N8N. Você falou N8N.
Eh, cara, eu já vi cara criando aplicação, eh, cara de negócio criando aplicação, o cara que é um pouco mais esperto, baixando fonte, subindo docker na própria máquina dele corporativa. Mas eh eu eh apesar de de ter esse background também bem técnico, de de achar que de fato a gente tem que ir para um lado que a gente tem que sempre melhorar as nossas aplicações, a performance, mas acho que o Python trouxe uma lição pra gente, trouxe uma lição de que às vezes o software pode ser efêmero mesmo, ele tem que ser um script e daqui a pouco ele pode morrer.
Sim, eu também acho. E só que é difícil essa matemática, né, de até você entender a quão efêmero que pode ser o software que ele ele funciona para aquele caso e não vai ser utilizado para mais que ele vai ser experimental.
Então aí só voltando uma outra discussão que talvez seja menos IA, né, mas mais sobre a aquela cultura que a gente viu surgir lá em 2010 ou talvez até antes, que é a cultura do MVP, que é a cultura do ágil. né, no sentido de que, pô, a gente tem que experimentar algumas coisas e e talvez ter essa cabeça agora que a gente tem a, né, que é um de fato um acelerador, um facilitador isso.
Eh, mas é se permitir experimentar essas coisas porque é o MVP de agora que pode estar construindo o produto de amanhã, né? Exatamente. Esse teu ponto sobre o código efêmero e descartável, ele é muito bom, porque voltando àquele ponto que eu falei lá no começo da gente analisar o contexto, né?
Uhum. eh, tanto de negócio e social da época que a gente tá falando de tecnologia.
Escrever código sempre foi muito caro.
Então, você tinha que ter reuso, você tinha que ter estabilidade, tem que reaproveitar o máximo que você puder. Se isso começa a baratear e vira commodity, que foi o caso da cloud, né? A cloud, os computadores, os servidores começaram a virar commodity.
Exatamente. Eu consigo ter uma permissividade maior, cara. Beleza, escreve esse código, depois você não serve mais o jogo fora, cria o outro.
Tudo bem. Como é que hoje, cara, você tem código rodando em mainframe de banco que ninguém mexe até hoje.
Legado, porque foi caro de construir, seria caro de refazer e talvez isso agora mude.
Mas já tem a escrevendo cobol.
Já tem a escrever cobol, [ __ ] Mas podia escrever em outra linguagem, podia entender em cobol.
Polêmico, polêmico, polêmicas, polêmicas. Isso vai virar um corte.
Então, e se o código vira de fato commodity, e eu eu, por exemplo, sempre fui um um crítico muito grande de MVP porco, desculpem o termo, gente, mas que cara, faz um MVP de qualquer jeito só para validar e tal, aí amanhã valida e aí a empresa quer que você escale o produto em duas semanas sem nenhuma estrutura, sem cara, se você tem como construir uma estrutura nova em du 3 horas com com inteligência artificial de uma forma estruturada, etc. Aí a coisa vira de muda de Mas agora esse cenário vai conseguir, nós vamos conseguir fazer isso. E e talvez você nem precise mais ter o MVP porco, porque agora você consegue fazer melhor com a, né?
É, é, mas tá aí um pouco um ponto difícil, né? Porque entre fazer o MVP experimental, que não é necessariamente otimizado, e fazer o o o certo logo de largada, não necessariamente o o estado da arte, né?
Uhum.
É, mas é difícil, né?
É, é difícil. E e para difícil ter a sensibilidade do quanto você está de fato tendo um overgenering.
É.
E e do quanto você tá sendo displicente.
É muito difícil. Concordo.
É isso, é isso, é isso. E eu acho que tem um ponto também que talvez a gente esquece um pouco dessa cultura do do Lin, eh, da do espírito de startup, assim, galera, vamos experimentar, vamos ver se dá certo.
Exatamente.
Em certo, de certa forma, né? Eu acho que tem níveis ali, a gente tem que conhecer bem onde tá pisando, mas vamos experimentar, vamos ver se dá certo. E aí vira um código, vira um código produtivo, vira um código que tem que ser observável.
Mas eu vou além e digo que será que a gente cria dentro das empresas esses espaços de experimentação ou a gente dá uma reprimida nessa cultura de tipo assim, ó, roda na sua máquina, mas não conta para ninguém.
Não tem talvez uma cultura que é, pô, tem um ON8N que é corporativo, é pra gente experimentar, tem regras, tal, tal, tal, mas vamos experimentar, galera. Vamos ver o que dá para fazer.
Então, acho que tem esse desafio cultural mesmo.
Sim.
Mas aí tem que ver baseado em estratégia, né? Se isso vale a pena ou não pra empresa, né?
É, é que assim, tem o ponto de você aliar a estratégia da companhia e tem o bichinho ser humano, né? Eu costumo falar muito no aqui, já falei em alguns episódios que a gente fala sobre a nós gestores de tecnologia, nós estamos vivendo um problema principalmente de estratégia que a IA foi uma tecnologia que ela chegou primeiro no cara da ponta.
Uhum.
Ela não, geralmente a gente tem o mundo acadêmico tendo contato com tecnologia de ponta, depois a gente passa pro business na tecnologia de ponta. E depois o usuário final tem acesso tecnologia de ponta. A IA a a OpenI botou o chat EPT no celular de todo mundo. O CTO Cio da empresa não tem a menor ideia de como controla isso dentro da empresa.
Sim, isso pulou, né?
E aí o que que acontece? O usuário ele ele tá acostumado a usar Jaia na vida dele para resolver os problemas da vida dele e ele vai usar na empresa para resolver os problemas do trabalho dele.
Sim. Como terapia que eu tava comentando para você. Exatamente. E aí, se a empresa não dá condições de fazer isso de uma forma estruturada, ele vai dar o jeito dele, cara. Ele vai resolver colocando os dados da própria empresa e numa num ambiente gratuito.
Exatamente. Aí o cara vai lá, pega o chat GPT gratuito, sobre a planilha de de da a folha de pagamento e fala: "Calcula para mim". Exatamente. Por isso que a galera, as empresas estão já pegando as licenças para utilizar dentro da empresa.
Parâmetros é exatamente o que você falou, se você deixa o cara fazer eh no shadow, cara, não reprime o cara, bota ele para fazer num ambiente oficial, controlado, governado, etc. Mas a e Jurassic Park já dizia pra gente, né? A vida encontra o meio.
Muito justo que você trouxe.
É, o cara que ele vai usar iar, velho.
Ele vai arrumar um jeito de tirar essa planilha do teu computador corporativo.
Ele vai jogar no celular dele, vai mandar pro chat EPT e vai te entregar o relatório e dizer que foi ele que fez. E mas ele vai fazer um comentário, vai colocar ainda pontos importantes.
É, eu eu lembro na época do curso técnico de informática que a gente não tinha acesso à internet, né, em alguns computadores, assim, era restrito. E para algumas pesquisas que a gente queria fazer, precisava ter acesso.
Cara, a gente achou lá um acho que era um surf que chamava, que era um proxy reverso.
E a gente conseguiu acessar, conseguir tirar a vida contra o meio, cara. É isso.
Não tem nada mais criativo que o usuário.
E hoje não adianta se adicionar lá open Ai no na na lista de bloqueio de de URLs, porque tem 300 outras 1000 opções que vão e proxy tem serviço que você assina lá que chama PI da Openi.
É sim. E poderia ficar continuando continuar esse papo com vocês até a próxima segunda-feira.
Mas como quem tá ouvindo a gente que se interessou pela comunidade, como é que encontra vocês?
No LinkedIn encontra como Café em Código, no Instagram também Café em Código. E aí nós vamos começar agora a fazer eh alguns episódios eh online mesmo.
Uhum. no nosso YouTube, Café em Código.
Então, dia 29 agora, nós vamos ter um colabastec de Manaus de tecnologia e vai ser online, né? Vai ser um bate-papo só de mulheres que estão na tecnologia.
Eh, duas estão em Manaus, uma tá em Belo Horizonte e eu em São Paulo, que a gente tentando ali trazer ali a galera em conjunto. E quando for agora em dia 7 de maio também lá em no YouTube, eu vou ter uma uma galera que é do de acho que eu não me engano era eh Florianópolis e de outro estado, agora que eu não tô me lembrando, mas de São Paulo. Então eu tô tentando fazer legal.
Se não dá para eu ir lá, se não dá para nós irmos lá, a gente vai online. Vamos online até a gente conseguir aí.
Mas ele quer, ele quer. Calma que a gente vai conseguir qualquer cidade.
Ele só fala, ele só fala assim, pelo amor, ele é o guia, cara. Ele já foi em todas.
Não, mas ele só fala assim para a única coisa que ele fala para mim, tá, mas como é que a gente vai? Eu falei: "Calma, calma que a gente vai conseguir, calma".
Eu não sei, eu só quero, que só quero ir. É assim, não quero me estender mais, mas eu já fui para de, eu morava em Mauá, eh, aqui em São Paulo, eu já fui de Mauá para Porto Alegre com Peugeot 206.
Então, vamos embora.
Misericórdia que É isso aí, cara. Então é assim, YouTube Café em Código, Lickedin Café em Código, Instagram Café em Código e aí pode acompanhar a gente que no LinkedIn eu tô eu, nós somos bem ativos no LinkedIn na página. Nossa página não é eh parada, então todo dia eu tô colocando alguma informação lá. Eh, a gente tem ali episódios que nós criamos, que é Iá no bully, que é para falar sobre Iá, sobre engenos em episódio de antifraude e engenharia, temos café, resenha de café que é para poder falar alguma coisa relacionada. Então, a gente tá movimentando. Nedin todos os dias tem legal.
Todo dia tem uma informação e também tem uns eventos ali calendário.
Muito bom. Então, no próximo evento vamos lá na página do BPT no CPIL. Pode deixar, deixa o comentário, pode deixar que aí a gente faz uma publicação para avisar nossa comunidade, quem tiver interesse. Vai ser o próximo vai ser em Belo Horizonte.
Belo Horizonte vai não, o próximo agora vai ser dia 22 de maio em Curitiba.
Em Curitiba. Então nossos ouvinte de Curitiba, né, com compartilha lá com a gente, marca a gente comp que aí a gente é isso.
Passa aqui pra nossa e muito obrigado pelo espaço, pelo pela oportunidade aí. Legal. Bate-papo.
Maravilhoso. Excelente.
Muito bom. E aí você já sabe, né, quando tiver agora um evento em São Paulo, você já tá São Paulo Floripa, pode me chamar que eu vou lá falar umas besteira.
Show, show.
Contar umas mentira, tá? Então tá ótimo. Mas tem que levar também o o lado negativo, né, que é o que eu falo que tá faltando aí da galera.
Tem um monte de casos de insucesso para contar.
Isso, isso que é bom. Monte que é isso que a gente aprende também, né?
Mas é exatamente a vida real mesmo, né?
er, que só acerta quem errou um dia, gente.
Nunca é 100% certo.
Exatamente.
Muito bem, obrigado pela presença de vocês. O papo foi ótimo.
Espero vê-los mais vezes aqui. Pode, casa agora de vocês, fazem parte da nossa comunidade.
Pode chamar, pode chamar, ainda mais tendo cerveja, eu veio mesmo.
Opa. Aqui se tem uma coisa que não falta, pode faltar microfone. Cerveja, mas cerveja não vai ter. É isso aí. A gente dá um jeitinho de falar na lata. É isso aí. Fechou. Meus amigos, muito obrigado pela audiência de vocês. Se você curtiu o episódio, não esqueça de deixar o seu like, de fazer parte do nosso canal, se você ainda não tiver inscrito, deixar lá cinco estrelinhas no Spotify. Deixa o seu comentário se você ficou com alguma dúvida e se você acha que pode contribuir ainda mais com o PPT no compila, [email protected].
br qualquer valor, curtiu o episódio, acha querer, vai, quer pagar a cerveja do host, manda lá, ó, valorzinho que vai incentivar a gente a continuar produzindo conteúdo de qualidade para vocês. Se não puder contribuir dessa forma, solta esse episódio por aí, manda no Teams da empresa, manda no compartilha no WhatsApp da família, solta aí e faz a nossa comunidade crescer que a gente tá aqui para produzir conteúdo para vocês.
Obrigado, gente. Valeu,
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