IA na Operação de TI: Eficiência e Desafios na Prática
Convidados
Romulo Barbosa
CEO @ Techrom
Ariê Perini
Diretor de Produto e Tecnologia @ Suno Investimentos
Italo Santos
Diretor de Engenharia @ Quinto Andar
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A integração da Inteligência Artificial na Operação de TI não é mais uma promessa futurista, mas uma realidade que redefine a eficiência e os desafios diários. Você já se perguntou como grandes empresas estão realmente aplicando a IA para otimizar seus processos, ou se as conversas do LinkedIn refletem o que acontece na prática? Neste episódio, mergulhamos fundo na IA na Operação de TI, desvendando a verdade por trás das promessas e enfrentando a complexidade da adoção em cenários reais. Prepare-se para validar suas dúvidas e encontrar respostas diretas sobre como a IA está transformando o universo tech. Wellington Cruz recebe Romulo Barbosa, CEO da Techrom, Ariê Perini, Diretor de Produto e Tecnologia da Suno Investimentos, e Italo Santos, Diretor de Engenharia do Quinto Andar, para um bate-papo sem filtros. Eles compartilham suas experiências com ferramentas como Copilot, Cursor e Cloud Code, discutindo a mudança de paradigma do desenvolvimento de software, a importância do Spec Driven Design (SDD) e a gestão de custos de tokens. Exploramos como a IA está impactando a estrutura dos times, a velocidade de prototipagem e a forma de medir o ROI, além de abordar os dilemas da governança de IA e a segurança de dados em um mundo onde a tecnologia avança mais rápido que as políticas, mencionando a relevância de LLMs como Antropic, GPT e Gemini na gestão de dados com Snowflake, Trino e Power BI. Com a expertise de líderes que estão na linha de frente da inovação, este episódio oferece insights valiosos sobre a adaptação de equipes, o letramento em IA e a necessidade de focar em fundamentos e criatividade. É uma aula prática sobre como transformar desafios em oportunidades, utilizando a Inteligência Artificial como aliada estratégica. Não perca essa conversa essencial para entender o futuro da tecnologia. Curtiu? Deixe seu like, compartilhe com a galera e inscreva-se para não perder nenhum conteúdo. Quer interagir com nossos convidados? Deixe sua pergunta nos comentários!
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lá na época medieval, a pessoa construí a ferramenta para ela construir a outra coisa e ela precisa aprender como aquela ferramenta funciona. E AI, de maneira geral passa por isso na minha cabeça.
Eu acho que a tendência é que os modelos fiquem cada vez melhores e que essa supervisão humana do detalhe seja cada vez menos necessária. Copilot de hoje, que eu acho que ele melhorou bastante, né, em relação a essa questão da IAS, copilot de uns dois anos atrás, eu falo assim, cara, vamos lá. Hora que o compilot chamar pilot, a gente conversa.
O pessoal tá usando a de forma escondida porque não pode, porque compli porque segurança, tá tal. O carotinho tá botando dado super sensível lá. E aí quando o cara menos espera tem um vazamento.
Vazamento.
Muito bem. Muito bem meus amigos do PPT não compilha. Estamos aqui para mais um episódio e Ron. Hoje nós vamos fazer jus ao nome do podcast.
Cara, tô curioso para esse podcast de desse hoje em especial, cara, que vai ser um bate-papo interessante.
Exatamente. Hoje a gente vai trazer aqui a realidade de nua e crua, exatamente, e crua, de duas empresas muito conhecidas no mercado, nós vamos revelar agora, né? e que estão tendo diretamente o impacto da inteligência artificial dentro das suas operações. A gente vai entender com esses caras o que que tá acontecendo na real ali fora do do da LinkedInlândia, né?
Sim.
Do do do mundo que do influencer do, né, do do Instagram que tá falando que faz não sei o qu.
Não, aqui é vida real. Aqui é vida real.
É como que o filho chora e a mãe não vê, né? E quem tá com a gente aqui hoje, Ron?
O Ari Perini, que é diretor de produto e tecnologia da SUMO Investimento.
Isso, Svestimentos.
E o Itítalo Santos sei da Quinto Andar, diretor de engenharia. Sei.
Dá um oi pra galera aqui, Italo. Fala pra galera aí.
Obrigado pelo convite, Ron. A gente tem uma história longa, muito tempo já que a gente se conhece.
Para quem não sabe, vou contar. Eu já, eu já estive aqui.
É verdade. É verdade.
E deixei de estar aqui no mesmo dia.
É verdade. Ele já esteve aqui, mas você não conhece ele. Não Exato. Eu precisei embora coincidente, mas voltei hoje. Tô aqui. Obrigado pelo convite. Prazer. Tô na Quintandar há não muito tempo, pouco tempo. E eu lidero hoje os times de engenharia, eh, que cuidam dos produtos de aluguel, que é o principal produto da empresa. E o time que a gente chama de single station, que é o time que olha para majoritariamente, de forma muito simplista, as ferramentas internas, principalmente de atendimento para operação e comunicação, que é uma das coisas mais importantes que a gente tem, que é se comunicar com os inquilinos locatários, proprietários e assim sucessivamente.
Show de bola. Todo mundo deve conhecer aí o quinto andar, a menos que você seja muito privilegiado e nunca precisou alugar ou ou ou locar, cara.
algum algum imóvel, né? E bem-vindo aí, cara, por Obrigado, obrigado para aqui no PPT e obrigado por por aceitar o convite sempre.
Ari, boa. Eh, bom, sou Ari Pereira, então, né? Trabalho na Sunu já há 6 anos.
Você largou os vinhos e foi trabalhar na Suno, não é isso?
Poderia ter sido isso, né? Mas eu não ia ter largado os vinhos. nada contra sua, mas eu não ia ter largado. Eh, bom, enfim, a a atuo nessa frente de tecnologia, produtos até pouco tempo atrás também, dados CRM na parte técnica também.
Eh, enfim, tô lá se anos, então tudo que tem SU, plataforma app, sites, tem outras marcas nossas que também as pessoas acabam não sabendo também. Eh, passa ali pelo time que que eu que eu atuo ali na diretoria. E é isso, tô ansioso pro papo aí. Vai ser bem legal trocar bastante também com com o Itítalo aqui na frente do quinto andar.
Show de bola. Estamos duas duas empresas de mercados diferentes, de portes diferentes e que estão passando pelo mesmo momento de de transformação, né?
Então vamos entender qual que é o impacto que esse momento de tecnologia está tendo nessas empresas e o que que a gente pode aprender com eles aqui, porque é um grande momento de transformação e que se se alguém tem mais certeza do que dúvida, tá errado, né, Ron?
Pois é.
E e vai ser um bateep interessante para mostrar que a intenção aqui é como é que eles estão usando na prática, né? como é que tá sendo essa estratégia de uso da AI, como é que tá sendo a fomentação dentro dos times, como é que tá sendo a questão de orçamento, porque são sempre é obviamente uma preocupação, principalmente pro CFO, né, [ __ ] da conta e tal, mas cara, acho que vai ser um baita bate-papo.
É isso aí, como é que a coisa tá acontecendo na real? Então vamos lá que o episódio tá muito bom. Mas antes, se você gostaria de contribuir com o Peptena com pila, primeira coisa que você tem que fazer é dar o like nesse episódio. Se você tá no Spotify, dá cinco estrelinhas lá pra gente. Ajuda o nosso conteúdo chegar em mais gente. Se você ficou com alguma dúvida, alguma pergunta, vontade de perguntar pr os caras aqui no meio do episódio, deixa o comentário, porque eu consigo pegar exatamente onde você perguntou e eu mando a pergunta para esses caras aqui pra gente fazer esse bate-papo ali na nossa comunidade. Se você gosta do nosso trabalho, você pode ser membro do PPT no Cupila, vai lá no YouTube, tem lá, você já tá inscrito, vai tá lá, seja membro.
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Grupo da família é bom.
Do condomínio também é bom.
Do condomínio é bom também. No grupo do da diretoria da empresa que você trabalha do futebol, sei lá.
Tem um grupo do truco também, cara.
Grupo do truco. Eu descobri que tem o grupo do açuvio.
Grupo do açuvio. Não sabia.
As pessoas só conversam a suviana.
Aí como é que a Sovia PPT não compila?
Bora.
Que que mercado muito louco que a gente tá vivendo hoje, né?
Sim.
Esses dias eu Pois é, cara.
Eu eu participei do último TDC agora que foi de inteligência artificial, Summit.
Uhum.
E E aí falando com o pessoal da organização e tal, abriu as inscrições pro TDC São Paulo agora, só que o evento é em setembro. Eu falei: "Cara, eu tô com medo de se submeter um trabalho agora em setembro já tá obsoleto.
Completamente já tá obsoleto. Porque, [ __ ] beleza, eu tenho um material legal para apresentar hoje.
Eu não sei o que vai acontecer em junho.
Não, não tem como saber.
O negócio tá muito louco, cara. Tá, tá numa, numa frequência assim e numa mudança e que tá e tá mudando muito a operação de tecnologia, né?
Sim. E e como é que vocês estão vendo isso aí no no dia a dia de vocês?
Bom, quem que vai quem que vai começar que vai que vai longe?
Vai abre aí.
Beleza. Eh, cara, assim, eu concordo muito, né? Acho que cai assim, você constrói algo hoje, ele fica obsoleto muito rápido. E eu até fico vendo a polêmica, né? Fico até vendo a galera postar MBA pra gente desenvolvimento fazer e tem gente, falei: "Cara, como é que você compra o MBA agora para fazer isso?" E não, ó, conta ironia que eu vou falar, mas quem fez MBA NHN no os meses passados aí no LinkedIn já se fodeu.
É, cara, tipo, é absurdo assim. Eh, bom, enfim, e lá na Suno, né, a gente é muito adepto a a IA, é uma empresa menor, assim, tem perto de 400 pessoas, então eh você consegue controlar bem esse tipo de coisa.
Então, eh, a gente tem muita liberdade, enfim, eh, toda a diretoria, os sócios, enfim, o fundador da empresa é muito adepto, tipo assim, eh, e a gente entende que entrega muito valor. Então, desde o ano passado, por exemplo, qualquer funcionário da SUNO quiser ter o GPT, tem, né? Agora, todo mundo que quiser ter o cloud lá, o plano max tem.
Então, assim, a gente saiu, por exemplo, agora nos últimos dois meses de eh quase nada de custo de clou, né? gastava mais que GPT, cara, eu vou fechar 1 milhão de custo uma empresa de 400 pessoas.
[ __ ] a gente tava conversando sobre isso aqui, não tem. Você quer testar o quê? Testa, a gente compra. Isso é uma merda, porque eu tenho meta de controle de budget assim, cara, esse ano eu já tô falando que você é f, cara, me ajuda aí porque vai ser difícil esse ano. Eh, então assim, a gente tem muita liberdade.
Então, lá no começo do ano passado, eu me choquei mais assim, sabe, com o a transformação na no time de desenvolvimento, engenharia, produtos, enfim.
E o bom é que lá eu tive muita liberdade para poder fazer algumas mudanças. Então eu tô falando assim, literalmente fevereiro eu tava mudando a estrutura de squads da Suno por conta de a então quando estou llovable, entre outras ferramentas. Então eu tinha por exemplo squad deve 10 pessoas, virou squad, tipo, tem squad de duas pessoas. Ah, mas não é um squad. É, não é também conhecido como dupla.
Uma dupla, né?
É que você não tá contando os agentes no time. Exato. Exato. Mas é isso, virou uma dupla mesmo assim. Então eu tenho, por exemplo, lá uma dupla, uma, eu tinha uma squad que era a maior squad antes, a gente retomou ela de uma área alogada aula específica, a gente trouxe uma pessoa de produtos com um um engenheiro de software que eu tinha ali mais desenrolado, porque eu acho que a gente pode falar um pouquinho depois disso, né, da mudança do perfil.
Eh, cara, a gente tava entregando a mesma coisa do que esse time antes entregava, tipo assim, literalmente cada duas semanas feature, melhoria, eh, a galera fazendo um pair programming, né, mas não é bem um pair programming porque é uma pessoa de produtos ali, mas cara, protipando junto, né, seja numa ferramenta. E aí a gente até usava Gitlab, passou a usar GitHub, que tem mais integração, usar bem melhor com essa, exato, com essas soluções. E cara, deu super certo assim, então a gente começou a mudar muito. Só que no começo a os meus devs lá ficaram meio que, ah, cara, pô, legal isso daí, mas, pô, usar prompt, né, Vibe Code, qualquer coisa que seja para programar, tem muito risco, né? É legal para projetos novos, mas para eh projeto legado, cara, tem muito risco e tudo mais. Eu falei: "Cara, vamos testar, né? Vamos." E aí, muita resistência ainda. E eu e aí veio o cursor, né? Winds surfing, entre outras. Mas lá a gente adotou mais o cursor e eu pago hoje cursor para todos os meus desenvolvedores. Eu comecei o de $ sem limite, quando eu vi gastando 400, 500 por mês, aí eu peguei o de 200 para todo mundo e não tem limite, né? Eu fico ali minimamente zero limite, cara. A gente Mas qualquer modelo, qualquer modelo, o que que acontece?
Eu posso usar o cloud no cursor sem limite por 200, você pode usar. É porque aí tem os limites lá. Por exemplo, se você usar o Office, você vai gastar mais. vai gastar mais rápido esses 200 limite noú fal é que você consegue setar para não travar bater os 200 ele não para é o extra usage do cl é você deixa ali porteira aberta é o 200 e passou passou e quase todos eles passam todo mês e quando não pass eu percebo muito bem assim que o cara tá num momento de manutenção, né? Não tá codando nada em si. Eu já tive desenvolvedor que gastou 1.000 mês passado. Só que obviamente eu tenho uma pessoa lá que gerencia e sempre fica de olho para ver, pô, o cara só tá usando modelo opos para tudo, qualquer coisa a gente vai lá chama, né, orienta e tudo mais de novo. Uma estrutura pequena.
Eh, mas cara, tá entregando muito resultado, né? Eh, e aí eu mesmo codei, né? Eu fui desenvolvedor durante muitos anos, passei pra gente projetos, né?
Passei pra parte de dados, enfim. Hoje tô numa camada mais executiva, então não tô tão atualizado como era antigamente, mas cara, comecei a fazer um monte de projeto, fazendo em Gol, fazendo em tecnologia que eu nunca nem tinha conhecido, mas você tem a base. E aí quando eu comecei a pegar alguns desafios que a gente tinha lá de débito técnico e e começar a codar e mostrar pro time toda a minha linha de raciocínio nos promps e tudo mais, a galera começou a olhar, falou: "Cara, trabalho com Aria há bastante tempo e eu sei que ele não tem esse nível de conhecimento técnico para acodar nesse nível porque, enfim, ele já não tá mais nessa cadeira. E se ele fez algo nesse nível, nessa qualidade, cara, pera aí, vamos dar uma olhada. E aí foi quebrando. E aí eu falo para ele, galera, tenta, sabe? Tipo, cara, isola, tá no local host, né? Cria uma brand bonitinha para isso. Se quebrar, se perder um dia, dois, pô, joguei o trabalho fora porque fez alguma merda aqui, beleza, entendeu? Tudo bem, acho que é o momento. E aí hoje em dia, cara, quase praticamente todos os meus desenvolvedores são muito adeptos, assim, eles trabalham muito bem com isso. Eu acho que agora a gente tá num outro momento, né, que é o momento onde a gente sai de simplesmente jogar prompts lá, né, e usar padrões, né, SDD, né, uma coisa muito muito forte. Agora a parte de de contexto, deixa só fazer uma observação aqui, um merchã interno.
A gente publicou algumas semanas atrás dois episódios mostrando handson, o que é o SDD, tá? Spec driven design. Então a gente fez aqui um um pok deck do PPT no compilador Pokdeck é bom. um gerenciador de cards do Pokémon, onde a gente especificou o todo, ele foi todo eh codado baseado em especificação. A gente só mexeu com Markdown e a gente mostrou exatamente como fazer isso usando Gemini como especificador, como researcher e o Cloud como codificador.
Diferença, né, de alguns anos atrás a gente fazia MVP e poc, né?
Com blog, é verdade. Agora a gente todo mundo constru. É verdade, é verdade. Então, se você quer entender o que é o SDD na prática ali, e assim, foi um foi um episódio mega simples, porque a gente não usou nenhum framework.
Uhum.
Não, só o conceito para mostrar como é o conceito e como isso pode ser manutenível, né? Porque eu queria te fazer o gancho justamente por causa disso, porque acho que o desenvolvedor ele tinha muita resistência de cara, beleza, vou ficar ali dando prompt, dando prompt, dando prompt, mas qual que é o qual que é a rastreabilidade disso? como que isso vai ser manter nível na linha do tempo.
E aí começam a surgir essas metodologias que dão um pouco mais estabilidade pro ambiente de desenvolvimento.
Exato. E a parte de contexto também, né?
O documento de contexto junto agora que tá bem forte, né? Então você traz o SDD mais o contexto para a não ela ter que descobrir as coisas e você já orienta muito bem, né? Então padrão é sei lá, arquitetura de banco, alguma coisa assim.
Então isso é muito forte. Eh, e aí eu acho que até aproveito para te fazer um gancho porque você vem de uma organização bem maior. É, exato. E para mim, cara, eu acho que inclusive vai ter novas áreas na área de tecnologia, né?
Então, por exemplo, venho refletindo bastante para ter uma área tipo ops, sabe? Tipo, ter o design Ops, product ops, ter uma parte de engenharia pra área de tecnologia ops. Para cuidar do quê?
Justamente disso. Para uma organização muito grande, cara, tem um time, né, um especial, especialista nisso, em cuidar dessas specs, cuidar desses contextos.
Então, pô, você o time que mexe no checkout de uma empresa, cara, mega sensível. Então, eles não vão cada um fazer o seu contexto, cada um fazer seu spec. Tem um time que cuida disso.
Então, já tem uma biblioteca de documentos de spec contexto que eles sempre vão usar para poder desenvolver e você consegue garantir um certo padrão.
Eu não consigo no tamanho de organização que eu tenho, mas eu vejo forte isso assim, nas organizações dos grandes para te passar, vai. é como se fosse uma governança que a gente tem no no ciclo de desenvolvimento padrão, né, que a gente tem ali todo o processo de gestão de mudanças, etc., mas uma governança atrelada as specs e aos contextos, né?
Faz todo sentido.
Exatamente.
Eu a gente foi para foi para um lugar bem mais longe do que eu tava pensando.
Volta, volta.
Mas você avisou, você avisou, você avisou. Eh, eu não sei se faz sentido na minha cabeça esse lugar, mesmo em organizações grandes.
Uhum.
Tudo que você falou, eu acho que dentro do Quintandar hoje, que é uma organização de engenharia bem grande, de mais de 500 pessoas, então é é bastante grande de fato.
500 pessoas de tec, de engenharia, engenharia, tec inclui produto, design, eh, e dados também. Então, engenharia e dados. É, é uma organização relativamente grande e os desafios não são tão diferentes desse que você falou, não. Eh, eu tem uma afirmação que eu que eu queria já botar o boi na na sala aqui.
Traz o elefante, que é as pessoas não sabem usar EAI no geral.
Ponto.
E aqui é menos sobre o eu não queria entrar no mérito da da competência ou da qualificação das pessoas. É mais sobre é uma ferramenta nova.
Sim. E eu vim ouvindo hoje o podcast do Lenis e a red de produto da da Antropic falando sobre quão rápido e o que Antropic faz para entregar uma feature todo dia. Não sei se vocês estão usando code toda, [ __ ] chega a ser um saco às vezes, tipo, [ __ ] de novo isso aqui, aí reinicia e etc, etc.
E vai muito no num lugar aonde a as áreas entre si, entre produto, engenharia, dados, engenharia, design, produto, elas começam a ficar cada vez mais cinzentas entre si. Elas param, elas começam a ter cada vez mais overlap e e não importa e o que que vai acontecer. E aí esse lugar do o lugar que eu quero chegar sobre as pessoas não sabem usar usar ai vai muito na na resistência, no medo, no controle. Eu acho que eu tenho Quintanar tá muito forte assim muito forte. Eu vinha usando AI e eu tô no Quintan há pouco tempo. Quando eu cheguei lá, eu falei assim: "Tá beleza, é outro ritmo de ai aqui, deixa eu ver aonde eu tenho que ir".
E eu comecei a olhar muito o comportamento das pessoas. Eh, apesar de ser uma pessoa técnica, eu sou gerente e todo gerente precisa se preocupar com o comportamento das pessoas. E eu queria entender o que que faltava. Então, a gente no Quintandar tem cursor para todo mundo. Essa foi a coisa óbvia que todo mundo fez. E o cursor dá várias métricas de uso, de acceptance rate, de daily usage e tal. E 80% das pessoas usam cursor diariamente.
O que que falta pras 20 pessoas, 20% das pessoas usarem? Falei: "Não sei." E aí eu comecei a fazer alguns workshops, work sessions do tipo, a gente tem um evento presencial a cada três meses, tinha um problema específico de address matching, eu chamei o a pessoa responsável, falei assim: "Me explica o que que tá acontecendo nesse problema aqui". A pessoa me explicou, eu falei assim: "Vamos tentar resolver isso aqui?" Falá, "Sentei com a pessoa". Aí você começa a olhar os padrões de comportamento. A pessoa foi primeiro olhar qual que era a classe de address match.
Aí eu voltei e falei assim: "Não, pera aí, me diz qual que é a classe". Fui no cloud code, me diz qual que é a classe, esse aqui é o problema que a gente tá tentando resolver. cria um plano, o plano saiu, falei, vamos revisar o plano. Uhum. Então, cada vez mais você percebe que o que a gente tá falando de resistência, na verdade, é esse lugar de qual que é a barreira psicológica que você precisa sobrepor para você conseguir usar de fato todo o potencial das ferramentas como um todo. E aí tem aquela coisa de como você conhece a ferramenta que você tá usando. Eu eu falo do da pessoa que é artesã ou de eu assisto muitos vídeos aleatórios no YouTube de forja, fazer faca, espada, essas coisas.
É um buraco sem fim.
É um buraco sem fim. sem fim.
Se aparecer o primeiro no seu vídeo, não assista, porque vai aparecer outro, aparece outro, aparecer outro e você não vai conseguir parar de assistir.
Mas o o a a minha a metáfora que eu costumo fazer é se você pega forja lá na época medieval, a pessoa construí a ferramenta para ela construir a outra coisa e ela precisa aprender como aquela ferramenta funciona.
E ai de maneira geral passa por isso na minha cabeça. Então é do tipo, eu tenho uma barreira psicológica que eu preciso sobrepor, que é como é que eu uso. E tem 1 milhão de conteúdos hoje na internet ou em qualquer lugar sobre como usar AI de um jeito diferente assim.
Quero falar com você agora que ainda não conhece a Clever. Clever é uma empresa que já tem mais de 3 milhões de usuários em 30 países com 30 idiomas diferentes, que tem trazido soluções em blockchain, criptomoedas e ativos digitais. O objetivo da Clever é te dar liberdade financeira para operar esse mercado de cripto. Então, se você acredita nisso, se você acredita nessa liberdade, você já pensa como a Clever, vai conhecer os caras, é clever.O. Estão contratando também pessoal para trabalhar com cripto, com blockchain. Então, se você tem interesse, se você tem conhecimento nessa área, procura a Clever. Se você gosta de criptomoedas, se você opera no mercado, você precisa conhecer a Clever, precisa conhecer as soluções da Clever.
Então o endereço tá aqui embaixo no vídeo. Para quem não tá no YouTube é clever. Vai lá, vai conhecer que realmente é um mercado sensacional.
Pessoal, fazer uma provocação para para vocês dois. Vocês acham, eu tenho a minha percepção individual, eu vou falar depois de vocês, que a gente já passou por um pouco dessa resistência do desenvolvedor quanto a a EAI, até por, como você mesmo falou, Ítolo, do desconhecimento que que a pessoa tinha. Eu vejo muito pela minha jornada nesses anos que a gente tá trabalhando com a EAI, eu tinha um preconceito muito grande com o termo. Ainda tem, acho termo muito ruim, descreve muito mal, que é vibe coding.
Sim, né?
Ah, sim. É, o termo é ruim, que é o termo é ruim da e aquela impressão que você vai dando ordem displicentemente, não sabe o que tá acontecendo. Fal, dá a impressão de que você não sabe o que você tá fazendo.
Isso. Exatamente. E na verdade, quando você vai no detalhe de como você tá aplicando a a EAI, você consegue fazer e e eu acho que isso é uma coisa que o desenvolvedor precisa perceber e muitos já perceberam, que a IAI ela pode atender aos vários estilos de desenvolvedor, né? Tem um cara que é um pouco mais generalista, tem um cara que é um pouco mais detalhista. Eh, eu, por exemplo, quando eu tô desenvolvendo, eu gosto de conferir etapa, etapa que tá sendo feito para porque eu tô definindo o algoritmo, eu tô definindo a engenharia de software. Uhum.
Então, eu eu consigo fazer isso através das da das especificações, gerar ali com a gente, falou, ó, a cada validação, a cada sprint virtual que você cria, você tem que passar pela minha avaliação e a gente vai seguir, vai continuar. E tem cara que tem um outro tipo de de de estilo que talvez não seja tão detalhista, etc.
Eh, a gente passou por muito tempo dessa resistência do desenvolvedor, cara. Não, não vou usar IAI porque I nunca vai fazer um código melhor que eu. Mentira, vai, né? A gente sabe que que em muitos casos vai na média vai na média vai. Eh, vocês acham que a maioria já já já se despertou que a Iá é é aliada do cara?
Cara, eu tenho várias percepções. Eu diria que a pessoa que é mais early adopter por padrão, ela é uma pessoa que vai fazer aquele teste de tipo, deixa eu ver, deixa eu olhar aqui, etc, etc. E esse essa barreira psicológica eh que que eu tava falando, ela vem muito mais sobre a ideia de controle, porque a gente controla nesse perfil que você tá falando assim, o que que a gente quer? Controle. Eu quero saber que que você escreveu, por que que você escreveu, por que que você não fez o capitalizado snake case.
Essas coisas tendem importar menos hoje em dia. E aí um uma das coisas que eu venho refletindo e cada vez eu escrevo no meu caderninho, a gente sempre como desenvolvedores e desenvolvedoras a gente sempre teve a ideia de que a gente controla o código, porque a gente controla a execução. Sou eu que vou decidir quantos métodos, se eu generalizo, se eu não generalizo. Só que agora com AI, para você sobrepor essa barreira, você tem que entender que o controle tá no contexto. O controle não tá mais na execução. Você pode ir lá conferir na IDE, você pode abrir, olhar.
Eu vou chutar aqui que 90% das vezes vai tá certo e vai tá muito perto do jeito que que você faria, que eu faria ou melhor e ou melhor ou até melhor. Então eu diria que tem tem misto. Vou vou vou na na estatística segura aqui metade metade porque quem passou dessa barreira entendeu a maneira de trabalhar que mudou o Boris, que foi quem escreveu o Cloud Code, eh, eu não lembro se foi ele, eu não lembro quem foi que falou, eu ouvi um podcast que a pessoa falou que daqui alguns anos não existe mais IDE. É, eu ia falar isso assim, eu acho que essa esse formato hoje que você usa ali os prompt, seja no formato que for e você vai vendo o código, execução, você ainda tem aquele contato com o código, eu acho que a gente não tá tão longe de não ser mais isso. A interação vai ser você e o prompt e alguma forma de você não só ver o produto final, mas eu acho que essa questão de você ver o código ali e aí vai no negócio do contexto, porque a gente tá falando de cursor de cloud code, que eu acho que são as mais comuns, provavelmente, né?
Sim.
E eu tava discutindo isso hoje, inclusive com uma das pessoas do meu time, que é o cursor, ele não muda o modelo mental ou o paradigma de desenvolvimento, ele ainda tem o chatzinho assistente.
Uhum.
Cloud Code muda o paradigma. Você tem um terminal, uma tela preta, sim, que você não vê o código ou você vê pedaços do código, né?
É. Ou você faz que nem eu, que deixo o cloud code aqui, o VS Code aqui atualizando sozinho.
É isso. Mas esse é o paradigma, entendeu? Que que na minha cabeça é quando você muda o paradigma é é outro esquema. E o cursor tem, eu descobri hoje inclusive que ele tem lá o agent mode, que é só a telinha tipo Google, né, que você só digita o que você quer.
B Sim. Então, no final das contas, para mim é quem ultrapassou isso vai passar pra próxima fase. É, esse é um ponto interessante que eu até discuti em alguns episódios atrás, eu acho que dá para explorar melhor com vocês, né?
Eh, eu eu ainda sendo honesto, assim, posso ser um pouco purista, mas eu acho que não dá ainda para ser displicente não olhar o código, pelo menos eu.
Pode ser um apego emocional, pode ser, mas eu ainda vou lá olhar como que que foi feito e tal, até para saber se tá adequado ou se de repente com a minha experiência falar: "Pô, isso aqui para dar um problema em algum momento, né?" Sim. Eh, mas eu eu entendo que e eu acho que a tendência é que os modelos fiquem cada vez melhores.
Uhum.
E que essa supervisão humana do detalhe seja cada vez menos necessária. Eu não sei se hoje a gente ainda tá nesse ponto, mas é o que eu quero provocar.
Eh, da mesma forma como lá os nossos antepassados programavam em assembly. Caraca.
E a gente e e você que eu quero fazer um episódio inclusive para mostrar como é que é programar em assemble. Em breve vamos ter aqui no com no com com EAI, tá? É lógico, né?
para mostrar como era programar na no tempo dos nossos ancestrais, eh, você literalmente tinha que movadores do processador.
Começaram a surgir as linguagens de programação que o próprio compilador gera o código assembly e gera o binário, né?
Será que naquele momento tinha alguém falar: "Cara, será que esse compilador gerou o meu binário do jeito correto?
por e alguém lá conferiu a sempre, talvez.
Uhum.
Os compiladores passaram a ficar cada vez melhores.
Sim.
E ninguém tá olhando mais código a sempre, né?
Então, talvez a gente esteja passando por um momento de uma nova camada de abstração em que você não vai precisar mais olhar esse código, né? Eu acho que vai ser um uma relação natural de relacionamento nosso com a máquina, né?
É, eu eu acredito muito nisso. Eh, e o que que eu acho também, acho que é uma questão de ferramenta, né? Então, por exemplo, hoje, eh, beleza, você quer olhar o código que ele foi produzido porque você tem os seus padrões, você tem aquilo que você enxerga que é o mínimo. E de repente até no Codebase que você tá acessando, você já sabe que tem alguns probleminhas ali que você quer sempre garantir. Eu acho que aí vai entrar a parte mais dos agentes, né? eh, de você conseguir você mesmo programar um agente com o seu conhecimento daquele projeto ou do que você gosta para ele fazer o processo de revisão encurtar cada vez mais ao ponto de sim a gente chegar, eu acredito muito que a gente vai chegar nesse momento que a gente não vai olhar muito mais o código.
Eh, e eu não acho que isso é aquele, ah, o papel do desenvolvedor não vai mais existir e tal. Eu sou a isso, eu sou totalmente avesso, assim, isso não rola. Eu vejo lá na Suno lá, por exemplo, todo mundo tá fazendo, cara, tudo. Toda reunião que eu entro, eu vejo um dash novo, um sistema novo, porque tem o cloud de cowork para todo mundo, né?
E aí o pessoal sai assim: "Ah, time de dados antes, né? Aquela backlog eterno, agora todo mundo tá fazendo seu dash, tá fazendo suas coisas lá". E aí, cara, desbedador olha aqui, ele falou: "Cara, esse cara não sabe nada de nada de tecnologia, não é que ele tá ultrapal, não sabe nada e ele tá produzindo isso daqui, mas não é que vai roubar vaga, nada disso." Então, e assim, do mesmo jeito que o pessoal que fazia engenharia, né, engenheira civil, qualquer outra coisa nas faculdades, pô, vai lá aprender a fazer uma integral, uma derivada, entre outras coisas, e vai pro mercado de trabalho, não precisa, tem ferramenta, um monte de coisa. Eu acredito que o fundamento ele é tão importante quanto ele era lá atrás, né? Que antes era uma questão de que nível de senoridade você é, né?
Então se você estuda bem os fundamentos, arquitetura de software, você vai escalando para outros patamares. Tinha desenvolvedor que se interessava por isso, ia longe, é o cara que realmente era o o mais senior e tinha o cara lá que era o builder mesmo, que cara o negócio acodar e tudo mais. Eu acho que a gente vai continuar nas faculdades aprendendo, né, acodar e tudo mais ali, mas é para saber conceito. Depois não vai mais precisar usar isso porque vai ter ferramenta. Então eu acho que a gente vai muito nesse caminho. E até voltando um pouquinho da sua outra pergunta em relação à resistência, né, dos desenvolvedores hoje em dia. Cara, assim, eu tenho uma visão que é temos perfis, é, temos arquétipos, né? Exatamente. Então, assim, o que que eu acho, qual que era o desenvolvedor mais valorizado no mercado? O cabeçudão, o carrancudo, o cara lá que o zangado zangado, é verdade, né? Aquele cara lá que ninguém nem queria falar com ele porque era toda hora patada, mas ele resolvia.
Ele era o cabeçudo, ele é o cara que ele resolve tudo, qualquer coisa, cara.
Problema se você tiver coragem de pedir, ele resolve.
Exato. E se estourou o problema na empresa, é ele que vai resolver. Esse cara, exatamente, esse cara. E aí você fala assim, e ele não falava o que que aconteceu, né? Ele falava minimamente o que aconteceu tá resolvido.
Resolvido, né? Então é o bombeiro, é o bombeiro assim. Então é esse cara era o mais bem remunerado, era aquele mal necessário no sentido de cultura, não técnico, né?
Essa pessoa eu senti esse perfil mais resistente. Eu acho que é o que demorou mais. Não é que se é esse perfil, ele é resistente, porque dilui o poder desse cara, né?
dilui muito o poder dele. E outra, ele começa a ver um algo que ele é muito bom e fora da curva e todo mundo começa a fazer. E qual que é a primeira reação dele? Criticar, né? Pô, mas e padrão e escalá isso aqui, enfim, ele criticava muito e ele ficou muito na defensiva, né? Eu escutei, cheguei a escutar lá desenvolvedores seniors que eu tinha do tipo assim: "Ah, todo influenciador que eu vejo fala que a não faz nada direito." Eu falei assim: "Cara, que influenciador que você tá vendo?" Uhum.
Né?
Uhum. Isso.
Se você tá tendo sua opinião de trabalho com base no influenciador, já tem um problema. Aí já tem um problema, mas assim, eh, rolou muito isso assim. Então, muita resistência. E aí quando eu olho e lá no cursor a média de uso, cara, é muito nítido assim, mais uso os mais juniors plenos, né? E o quanto mais senior, menos uso a ponto de zero uso em alguns casos, né? Então eu acho que eles vê usando, não é uma coisa que é esse perfil não usa ponto não, mas é vem usando assim, o que é bizarro, né, cara, porque a IA na mão de um júnior pode ser um problema.
Problema super.
Vimos a o caso da Amazon, né? Acho que, né, por conta disso.
Exatamente. E esse cara usa mais. E aí a na mão de um sior que é uma baita ferramenta, uma baita ferramenta, o cara vai voar, entendeu? Exato. Exato. Então assim, é, eu acho que isso tudo é um é um é um problemaço, sim. E aí aconteceu até com esse próprio perfil de quando eu entrei e falar: "Não, curso que a gente paga o surf que vocês quiserem, vamos fazer, vamos". E aí ele falou assim: "Não, não, mas eu pago já o cilot do meu bolso, não o copilot de hoje, que eu acho que ele melhorou bastante, né, em relação a essa questão das IAS, cilpilot de uns dois anos atrás.
Eu falo assim: "Cara, vamos lá. Hora que o coilot chamar Pilot, a gente conversa". É isso.
Então vamos de cursor.
Mas cara, nesse nesse gancho de você falou pessoas com mais senioridade ou menos senioridade, mais experiência ou menos experiência, eh nessa nessa linha de olhar números como um todo, que essa é uma das das coisas que a gente tem muito forte na cultura do quinto andar, é Uhum.
A gente não tá olhando exatamente para uso de quantos tokens ou quantas chamadas, etc., mas a gente tá olhando paraa produção.
E eu não vou entrar no mérito, eu vou falar a métrica e é menos sobre a métrica e mais sobre a característica, que é o nu das Dora Matrix de maneira geral.
Uhum.
E quando você cruza senioridade com a métrica de pull requests, é merged request, cycle time, pega todas as dor matric e você coloca em perspectiva senioridade, é invertido do que a gente tava falando aqui. A gente olhou esses números tem duas semanas, então isso é bastante invertido.
Então a gente pode, tem várias perspectivas. Eu acho que tá todo mundo aprendendo a olhar essas métricas de alguma maneira. Eh, cada hora sai um framework novo de como medir valor de entrega de AI, Ry e tudo mais, mas eu tô, a gente tá olhando todas as métricas possíveis pra gente conseguir entender o máximo de padrão. E, e essas métricas nas senioridades maiores, elas são 48% maiores do que em menor senioridade.
Mas, eh, eu tava, a gente tava olhando esses gráficos, eu gastei um bom tempo olhando esses números e um deles me chamou a atenção de de senoridades de pessoas mais juniors, que é o cycle time aumentou.
Então você vê volume e qualidade com pessoas mais seniors, mas você vê um pouco mais de velocidade de fato, que você encurta o tempo de de cycle time em pessoas com menos experiência.
Então é é uma dicotomia no final das contas.
É interessante.
Tem o eu acho que eu ia complementar assim porque lá a gente tem vários tipos de produto, né? E os produtos com maior complexidade, obviamente onde a gente tem essas pessoas mais seniors, né? Eh, e os de menores complexidades que eu acho que você consegue produzir mais, talvez esse seja o reflexo disso, mas achei interessante essa essa visão, enfim, do don e a gente olhou recentemente esses números, inclusive, porque a gente queria, tipo, beleza, vamos cavar mais coisas pra gente parar de falar de de só de volume, de só de, vamos começar a colocar em perspectiva pra gente entender mais detalhes.
E e assim, por exemplo, volume lá na Suno é menos assim, se eu levar da hora métric, essas coisas, o pessoal vai olhar, fala assim: "Tá, mas e aí?
entregou valor pro usuário assim, no final é isso é difícil de medir, é muito difícil de medir, porque às vezes você entrega um monte de coisa e não necessariamente aquilo que o negócio vai ver que é entrega de valor. Então o que a gente percebeu é tudo que a gente precisou fazer de melhoria de feature, implementação, enfim, tudo isso ganhou uma velocidade muito grande. Então é antes você pedia algo, fala: "Pô, legal pr caramba isso daqui, pô, daqui a dois meses a gente vê isso no ar. Agora, pô, legal isso daqui às vezes na semana que vem tá no ar." É, mas né? Então isso é assim, cara, é fantástico. E aí eu consigo ter até em alguns casos de produtos mais simples, senioridades menores de desenvolvedor entregando como se eu tivesse três, quatro desenvolvedores e o e a pessoa de produtos, por exemplo, eu tenho cursor pro time de produtos, meu time é pequeno, consigo controlar, mas no modo ESC. Então, cara, como é que é a regra de negócio do cálculo de tal da dos estados investe? Ele entra no cursor no modo ESC e ele não para o desenvolvedor. Cara, maravilhoso isso.
Vale a pena eu pagar, nesse caso, os lá da licença do cursor. Então, eu acho que essas mudanças que a gente tá fazendo estão sendo muito legais. Eu acho que até o formato, você falou muito do Len, né, nessa entrevista eu vi também e depois até vi um post no LinkedI do Lenny fazendo o compilado do que que ele aprendeu. Cara, é fantástico aquilo, cara, que para aquele momento que a gente tá, aquilo tem que ser rodado nas empresas assim, sabe? E essa troca do perfil da pessoa, sabe? o perfil do desenvolvedor, o perfil da pessoa de produto. Então, o desenvolvedor legal, tem que saber muito de tecnologia, mas tem que estar mais ligado ao negócio.
Ele tem que se importar mais com o que que ele tá fazendo em relação a o negócio, a regra de negócio, o que que eu entrego de valor, né? Ele tem que se questionar um pouquinho, ele tem que participar mais e não só receber a tese.
O que convenhamos já era importante antes da Iara, já era, mas aí era a pessoa que se destacava, isso devia ser sempre, né?
Porque na prática isso é difícil, perfil, muito difícil. É muito difícil. Mas o o outro, eu acho que eu li, eu ouvi, eu não lembro, mas assim, eu, ó, eu assumi isso como uma uma verdade para mim também.
Você tava falando do da pessoa, o cabeçudo, a pessoa cabeçuda.
E com a abstração da ferramenta, quanto mais abstração a gente tiver, mais eh quanto mais capacidade de execução a gente tiver com menor custo, a maior habilidade que a gente vai precisar das pessoas não é técnica, é criativa.
Você vai começar a ver pessoas que não são técnicas Uhum. que são muito criativas, produzindo coisas muito, muito boas.
Cara, a gente é das antigas, né? Eh, eu vim quando eu era desenvolvedor, era frontend, desculpa, eu era frontendo.
Lembra do front endigo que o ele não sabia JavaScript, não sabia um monte de coisa e ele chopinhava nos sites quem nunca deu contro C no Stack Overflow.
É, não stack overflow, tipo, ah, como é que faz esse carrossel aqui? Vai lá no site que tem o carrossel, tem o É nesse nível, o front end.
Sim, esse cara era meio rato assim, né? Ele conseguia fazer um monte de coisa e tudo mais que e ele ao longo da da carreira antes da EA, ele rapidamente era botado escanteio, né? Era meio farçante, vamos se dizer. Esse cara com Iá na mão, ele voa.
Máquina, é uma máquina.
Ele é uma máquina. Eu acho que é o que você falou muito de criatividade, ser agilizado, sabe? Querer resolver problema vai gerar muito problema também. Mas a criatividade que eu tô falando, ela vai num lugar de como é que você melhora o seu dia a dia de trabalho, né?
Sim. Eu eu tenho uma opinião um pouco polêmica sobre isso. Eu acho que eu concordo com um pouco dos dois lados, assim, eu acho que esse cara de de criatividade, ele vai voar daqui em diante, porque ele vai poder se expressar e dizer e eh botar um produto ele mesmo.
Sim.
Para para funcionar, sabe?
Mas quando a gente olha paraa manutenabilidade, paraa estabilidade, etc., eu acho que o cara técnico, ele também vai ser importante sim para coordenar ali a Iia e manter aquilo de uma forma eh coerente para você manter o produto no no nos trilhos, sabe? Que é o que que o cara da criatividade provavelmente não faria. E aí volta no que que a gente estava falando de IA não substitui desenvolvedor, mas o trabalho de engenheira, engenheira de software muda.
Sim, que vai ser esse trabalho que você tá descrevendo. E eu substitui o Júnior, né? O Júnior substitui. Eu acho que você acha que não substituiador Júnior, cara? Acho que essa é uma tangente que a gente já vai nela.
Polêmica.
Deixa, deixa eu concluir polêmica, porque a gente tem um problema nesse lugar também.
Coitado. Sei que é Júnior que tá ouvindo a gente. Calma, calma, calma, calma, calma. Exato.
Mas o ponto é como muda o trabalho. É. E e ele é um trabalho que tem um platô na e assim aqui é bola de cristal, né? Mas para mim é ter um platô. Então uma vez que você criou o contexto, você usa o conceito que a gente quiser aqui, mas assim, você garantiu que você tem lá o controle dentro do contexto, a pessoa que é criativa vai ter segurança. Eu lembro que eu tive um chefe que ele colocou dois códigos em produção, ele derrubou a produção duas vezes.
Que legal.
Aí na terceira eu falei assim: "Você tá proibido de colocar código em produção?
Ele falou assim: "Tá errado". Eu falei: "Não, você derrubou a produção". Falou assim: "Não, na época eu tava com SRE, ele falou assim: "O seu trabalho é tipo o circo que tem a rede embaixo." Uhum.
Então, a pessoa que tá dando cambalhota lá, ela tá segura porque ela sabe que tem uma redinha embaixo. Então, você não tem que me proibir de coloc de dar cambalhota.
Você tem que construir, você tem que construir a redinha. E eu guardei isso para mim, porque isso é verdade.
Certeza. E nesse mundo de, ah, a redinha vai ser esse contexto que a gente tá falando de governança, de vai precisar construir essa rede. Mas hoje, e aí pegando a primeira pergunta que você fez, é, eu não acho que as coisas ficam sim, as pessoas as coisas vão ficar obsoletas rápido, mas elas vão, o seu custo de prototipagem é muito pequeno, vai ficar cada vez mais barato, sem dúvida nenhuma.
Ah, e qualquer um faz. E jogar código fora já era importante. É que a gente é muito a preço do tipo, [ __ ] eu fiz, eu gastei três dias aqui.
Eu acho que isso é a principal mudança que a gente vai ver, porque como código é commodity, né? Uma é uma das coisas que a gente mais mantinha, porque produzir código sempre foi caro.
Exato.
O salário era caro. Então produzir código era sempre muito custoso, tanto do ponto de vista de dinheiro quanto do ponto de vista de tempo, né? Então, sempre teve um esforço muito grande de reutilizar, de manter um código coerente.
A regra de generalização, vai fazer três vezes.
Isso agora tende a não ser tão prioridade.
Sim, né? Claro, tudo depende do do contexto da situação que você tá. Se você quer ter um ecossistema coerente, você vai continuar mantendo ali algumas regras que são triviais para para isso.
Mas você vai fazer um MVP, pô, gera esse código, [ __ ] Amanhã gerar outro, cara, nesse exemplo, eu acho que, e aí eu falei das das linhas entre as funções começam a ficar cada vez mais borradas, a gente tá fazendo um protótipo no Quinto andar de um produto novo que foi feito em, eu vou errar a data aqui, mas em quase uma semana. com protótipo feito pela pessoa de design usando lovable, eu não lembro todas as ferramentas, funcional, handover, colocou dado sintético, tá funcionando sim, uma semana produto novo que demoraria, cara, provavelmente mês, dependendo quanto meses, né?
O PRD para escrever o PRD eram 30 dias, duas semanas talvez, porque você tem que fazer pesquisa, não sei o quê. Então, prototipação é muito, muito, muito barato e, e código, acho que é código é barato de produzir com AI, eu acredito que ele tá talvez mais difícil de manter.
Uhum.
Mas porque a gente ainda não investiu nesse, né? Acho que tá no processo, no processo de amadurecimento. Isso é exploratório. É total. E e assim o o próprio PM, né, a pessoa de produtos, ele vira um builder, certamente. Não, ele é o responsável por construir, mas ele tem que ter ferramenta de builder.
Nessa mudança que eu falei que a gente fez das squads, cheguei a errar ali uma outra contratação do tipo, contratei a pessoa que não tinha visão, sabe? Tipo, não sabia reconhecer que aquilo, aquela experiência não tava legal, sabe, né?
Não tinha muito essa skill de pro designer. E então eu até mudei um pouquinho que tem que ser uma pessoa que tem um pezinho também nisso, porque ela tem muita liberdade de fazer agora. E, cara, cunha não faz sentido você ter uma esteira, né, de design, ex, research, não sei o quê. Você encurta tudo isso, então tem que ter um pouco de olhar.
Então eu acho que tanto o papel da pessoa de produto quanto o papel da pessoa de engenharia é não é que eu vou ficar desempregado, não é que a IA vai me substituir, mas com a eu consigo entregar tanto valor que na minha visão o bom profissional que está se encaixando, ele vai ganhar mais, ele é mais valorizado, né? vai ser mais valorizado no mercado do que o que era o cabeçudo que a gente tava falando.
E e a afirmação, outra afirmação forte, desculpa, porque o negócio vê valor.
É isso que o meu ponto era nesse lugar, tipo assim, a pessoa que é obsecada em gerar resultado e não em gerar código, essa pessoa vai voar nesse lugar que a gente tá falando aqui. É, mas isso é uma mudança, eu imagino que é mudança de paradigma, não é uma mudança de paradigma, mas é uma mudança de postura pro dev, porque de novo, o dev tá muito ainda focado no assim, eu tenho a impressão, porque o que eu vejo é que vocês são uma empresa eh eh digital native, então é uma outra mentalidade do que empresa tradicional, que ainda o cara ainda olha código, ainda tem uma [ __ ] tem uma versão grande. E aí duas perguntas que eu queria fazer para vocês já pegando o gancho. A primeira é a questão do letramento. Como é que tá sendo feito esse letramento? Se existe uma estratégia de letramento do time de vocês. E o segundo que o Ari trouxe aqui mais a questão de cara eu tô meu meu budget já estourou e meu sefou. Só que o que eu vejo na prática em um outro lado da mesa é que [ __ ] sefou tá ali com a caneta na mão e fala: "Cara, que história é essa? Que conta é essa?" É, é. E aí? E aí tem travado muito a galera também de desenvolv porque é caro, cara.
O cara começa a brincar.
Car, eu eu vi essa semana um meme no LinkedIn até para vocês comentarem.
Acho que eu vi o mesmo meme.
Era maravilhoso. O cara postou assim, claro, é um perfil de humor, né, de ironia. Mas gente, encontrei uma solução incrível para reduzir a quantidade de tokens que a gente utiliza, reduzir o código do a quantidade do biling do cloud code.
Contratei um Dev Júnior para ele escrever o código mais simples. Eu vi esse meme e eu vi um meme parecido que era uma comparação de quanto que você gasta por token por mês. Era 150.000 alguma coisa assim. E salário de um de uma pessoa dev Júnior, tipo 2000 por mês.
Exato.
Sacanagem.
E tem também aquela P que você coloca que ele fala que nem homem das cavanas, já viu que ele diminui o tok para ver legal, cara. Que aí você faz aí a responder muito gag o basicão.
E aí é menos tok, é menos caracter, cara.
Cara, muito bom, muito bom, muito bom, muito bom, cara. Deve é muito criativo, né? Fal, não deve é tudo engenheiro, mas é criativo para caramba, cara. Os caras para dar nome de variável precisa de muita criatividade.
Exato.
Cara, sobre o letramento acho que tem assim, a gente pode falar do da questão de tecnologia, dos devs em si, eh, e pode falar a questão do resto da empresa. Então, lá, como eu disse, todo mundo da empresa tem acesso e pode brincar à vontade. Tanto é que as pessoas nunca não sabiam o que era Versel, supa base, né? Sabia. Agora todo mundo sabe o que é isso, cara. Porque eu tô toda hora você vai ver, tá lá no ar o negócio hospedado.
Qual foi o grande ponto? A gente tem, acho que até várias empresas estão começando a ter métricas de IA para incentivar o uso. Eu acho que a gente tá num momento de experimentação. Eu acho que a gente tá olhando menos agora do tipo, ah, qual que é o resultado agora?
Se eu botar aqui 200 para esse desenvolvedor, qual vai ser o resultado na ponta? Menos, isso é menos, tipo, vamos ver, vamos sentir que a gente tá entregando mais. Eu acho que o ano que vem, a minha aposta, o ano que vem vai ter esse esse shift, né? Acho que não vai ser esse ano ainda.
Eh, e aí lá, eh, como aconteceu, né?
Primeiro que a gente criou uma área de a, obviamente, porque acho todas as empresas criaram, mas eu fiquei muito preocupado, tipo assim, como é que a gente garante governança, mas como é que a gente dá a flexibilidade para todo mundo poder brincar à vontade e não ficar dependendo de do time de tecnologia. Então, lá a gente criou um hub, né, que é um time de a e a gente criou lá o conceito, não criou o conceito, mas usou o conceito de champions. Então, cada área tem o seu champion, que é um builder leve, vai ver priorização na área e tudo mais. Então eu consigo ter a governança de um time de A e dou a flexibilidade para eles resolverem. E a cada 15 dias eles sentam os champions com o hub para analisar o que tá sendo feito. Falar o que você tá fazendo aqui a outra pessoa já fez, né?
Ah, o que você tá fazendo aqui, cara?
Precisa de escalabilidade, todo mundo pode usar isso. Aí eu absorvo e aí eu controlo o backlog porque se você só tiver esse time no primeiro dia, ele já estourou o backlog, já tem o backlog três meses, já não atende, já vai ser uma loucura. Então, o letramento tem esse essa essa parte da gente conseguir orientando as áreas. E a gente fez lá um programa chamado show de cases, que todo mundo traz a cada 15 dias todos os cases que eles vêm fazendo. E aí não tem muito, nesse momento, não tem muito tipo assim, ah, não, tem que ter um case que trouxe R isso e aquilo. A gente tá começando a olhar para isso agora, porque já faz umas semanas que a gente tá fazendo, mas todo mundo compartilha, a gente dá lá os incentivos de coins lá que a gente tem e tudo mais para compartilhar o conhecimento entre todos eles, o que tá sendo maravilhoso, porque meus devs estão vendo todos os tipos de pessoa fazendo um monte de coisa. invertida, né?
Entendeu? Que fala: "Opa, pera aí". Aí ele acaba até ficando assustado, mas de novo, não se assustem, tá?
Desenvolvedores, assim, vocês entregam muito valor, só usar e só tá adepto a isso. Então, mas a gente não tá fazendo tipo workshop, a cursos, porque de novo cai o tempo todo. É, usa a própria vai te ajudar a a descobrir e fazer o discovery do que você precisa. Usa, põe a mão na massa, erra, né? Aproveita esse, cara. Eu acho um momento maravilhoso. A gente empresa que é adepta de a que tá com budget, cara, você tá meio que quase que tão pagando para você um curso, uma faculdade, uma formação em algo. Você tá num momento que daqui a pouco você vai ter que vir pronto para isso.
É, é isso aí.
E assim, eu não acho que letramento, como a gente entende o que é hoje, ele faz sentido paraa EAI, porque a gente tava falando sobre as coisas ficam obsoletas muito rápidas.
Uhum. Então, eu acredito que a evolução dos modelos, os modelos vão ficar tão bons, tão rápido, que pouco, muito, poucas coisas vão importar. E eu acho que o letramento hoje ele nasce obsoleto, ele vai nascer já fado. E e a metáfora que eu uso normalmente com as com as pessoas é aquela pessoa que quer começar a beber vinho, qual que é a recomendação que normalmente as pessoas fazem? Vá ao supermercado, pare na frente da gôndula, escolha o rótulo mais bonito que você achar. Pega, vai para casa, abre, toma. Gostou?
Anota. Não gostou, anota.
Que que é II? É, tá aqui, usa. Não sei usar. Pergunta pra Iai, como é que eu uso? Ou qual que é a dúvida que você tem? Como é que você retroalimenta aquela coisa? Eu acho que o o treinamento formal, eu acho que ele faz pouco sentido da velocidade que a gente evolui, modelo, produto, quantas versões saem do cloud code, curso, seja lá o que for. E o que a gente tem feito no quinto andar, são várias coisas, mas acho que as duas principais é paraa engenharia especificamente, a gente criou o que a gente tá chamando de AI Squad Model, que a gente escolheu alguns times, times que tão em produtos que já são grandes, já estão em produção há muito tempo, code bases maiores, times que estão criando novos produtos ou criando novas funcionalidades e e aí você consegue ter quase um teste AB como funciona.
Sim. E o principal objetivo disso é como a gente faz push, como é que a gente chega no limite de do máximo que a gente tem, não só de entrega, mas dos das barreiras, porque você vai começar a ter barreira, tipo, a infraestrutura, o pipeline, eh, a permissão local, o número de tokens, sessões, o cloud code para essas pessoas, a gente tá entregando cloud code como ferramenta principal e o cursor é para todo mundo.
Então você vai bater no seu limite de sessão lá de 5 horas. E beleza, o que que aconteceu? Então, a ideia é aprender e principalmente como esse time muda o modelo de trabalho. A ideia não é entregar, só entregar mais rápido com AI, mas é como você otimiza o modelo de trabalho como um todo a partir das ferramentas. Hoje eu tava conversando com uma pessoa que ela me mandou assim do tipo: "Criei todas as tarefas do Gira usando Cloud Code". Eu falei, então vamos fazer o planejamento de execução agora com cloud code e a gente saiu com plano inteiro. Então esse é o Squad Model pra engenharia e a gente tá replicando o que a gente chama de AI boost para produto e design. E a ideia é o quão perto de produção a gente consegue chegar com uma ideia de uma pessoa não técnica ou que não tem um background de engenharia de software e a gente quer saber do tipo assim, dá para botar em produção?
Uhum.
Ou quão perto a gente consegue chegar disso?
Mas eu não tenho um ponto eh e eu entendi faz sentido essa questão que são experimentos, né? Eu acho que tô tô junto com que são todos experimentos. Eu acho que o letramento formal vai funcionar mal.
que eu falo, talvez a palavra não seja correta, mas eh ou reeducação, mas enfim, é que o que a gente tem ouvido e e eu novamente na posição de conversando com o cliente e tal, é que às vezes o cliente eh eu tenho escutado muito clientes mais tradicionais que pessoal tá usando ai escondida porque que não pode, porque compliance, porque segurança, tá tá o carot tá botando dado super sensível lá ou tá fazendo coisa E aí quando o cara menos espera tem um vazamento, tem um vazamento.
E aí essa é o grande, é uma das preocupações que hoje tá sim sendo discutida como é que faz isso na prática. E todo mundo tá, como vocês falaram a verdade, todo mundo tá aprendendo, tá tentando ver a melhor mundo. Não tem um certo nem errado, mas eh tem essa preocupação de primeiro tá, a galera tá colocando dado super sensível ali que não deveria e outra coisa é a questão de segurança, né, de pô tá expondo coisa que não deveria tá.
Eu acho que tem vários lados. Eu acho que eu consigo falar de dois desse daí.
Comportamento humano de novo importa.
Então toda vez que você restringe alguma coisa, bichinho difícil, né?
É. O ser humano é difícil. bichinho.
Hoje eu fico me perguntando por que que eu decidi ser gerente.
Ô, um agente não faria isso.
Faria.
Pior que faria, né? V uns car porque por foi treinado com comportamento humano.
Exato.
Exato. Então, foi o comando pro Lambo.
É o comportamento humano. Toda vez que você coloca uma restrição, o ser humano é criativo o suficiente para ultrapassar ela.
Então, é quanto mais restrições você colocar e mais pressão de entrega. E aí eu tô falando de forma genérica aqui, né? Tipo, tem que entregar, tem que fazer e a pessoa sabe que tem aquela ferramenta, a pessoa, por que que eu não tô usando?
É difícil. E a pessoa vai criar um jeito de de usar.
O que a gente falou já algumas vezes aqui no PPT é que a IA ela chegou na mão do usuário final muito rápido.
É, e porque qual que é o ciclo natural, né?
Uma tecnologia, ela amadurece no mundo acadêmico, ela vai pro mundo corporativo e ela chega no final user e normalmente modificada, inclusive isso, ela vai evoluindo e e chega lá na ponta do cara. Então, quando você tem uma tecnologia na sua casa, uma TV 3D, por exemplo, cara, isso já passou pelo mundo corporativo, já passou pelo mundo eh acadêmico onde foi desenvolvida.
Cara, a Openei quando lançou o chat EPT, ela botou na mão do Sim.
do adolescente no celular, da academia direto pro usuário no final.
Exato. E e a gente não teve tempo para se preparar corporativamente para isso.
Então, ninguém sabe muito bem o que fazer para governar, etc. E aí entra o dilema que você falou, Itulo, o cara tá acostumado a usar o o chat PT ou qualquer inteligência artificial na vida dele já no dia a dia ali no celular?
Aí no trabalho o cara fala: "Não, você não pode usar".
O cara fala: "Porra, essa [ __ ] dessa planilha resolve em 2 minutos no chat PT. Pago para ele vale a pena. Tem RO fácil.
Ele vai vazar essa planilha de algum jeito, por e-mail, por drive, vai mandar pro celular dele, vai resolver e vai falar para você quebi.
Teralho. E aí o ponto que eu queria chegar é a pessoa vai ultrapassar essa barreira. Não importa como, mas ela vai ultrapassar essa barreira.
E aí eu acho que a visão que importa é de investimento. Eu tava conversando esses dias com uma pessoa lá no Quintando, falei assim, a gente fez a conta, tipo assim, se aquela conversa, tipo, se a gente quisesse dar cloud pra empresa inteira. E aí pensei que é uma empresa bastante grande, o quinto andar.
Aí a gente fez uma continha lá, tipo, dava muito assim, eram muitos milhares de dólares. E aí quando você olha isso, você fala assim: "Tá, eu posso pensar desse jeito, que é um custa muito caro, vai ser inseguro, eu a gente pode pensar de outro jeito que é o jeito que a gente tá pensando, é isso é um investimento, eu preciso investir, porque se eu não investir, se a gente não e experimentar, você não sabe o que que vai dar certo e você também não aprende com o que vai dar errado." Mas tem um risco, sempre existe um risco. O tradeoff vai est sempre ali do tipo até onde eu quero investir, que tipo de guard rway eu vou ter. E eu acho que a solução menos difícil ou a mais comum é você contratar um plano enterprise, sim.
Que você tem proteções legais, você tem proteções de privacidade, você tem controles de governança a nível de organização.
Sim, isso.
Eu diria que isso é o mínimo.
Mas é isso que eu falar, isso resolve todos os problemas que a gente acha que a gente vai ter? Não, mas esse no mínimo te dá a capacidade de auditar e de controlar o que você conhece.
E para quem quer fazer custa a partir de R$ 90.000 e custa baratinho, inclusive, porque tem o mínimo lá, eu cotei recentemente, inclusive.
É isso.
Mes se você olhar o risco, você tem que perder um mínimo de conta.
Sim. Se olhar o risco que você tem de do teu contrato aparecer numa resposta do chat EPT de qualquer pessoa, porque, cara, tá lá no disclaimer que eu vou usar o dado, que vai usar o dado, cara. Então você pegou o contrato do fornecedor, jogou no chat GPT público da Mariazinha do do da contabilidade vai virar o o GPT pago tem o compliance melhor que o out porque eu vi que o cloud é é ele já vem tipo assim vem por padrão que ele vai usar aí você tem que entrar lá fazer o plano próp pessoal né o próp pessoal aí o cloud enterprise é por default o enterprise optout não acho O Enterprise éterprise Opt não us isso. Exatamente.
Então o GPT só de você pagar o da padrão.
Mas você acha que a Mariazinha da contabilidade paga o GPT ou ela é uso gratuito?
Cara, eu acho que ela paga.
Não paga.
Eu acho, cara.
Não paga porque o chat GPT agora você pode ter chat temporário, você tem um monte de coisa de graça.
É, é que eu eu sou pouco usuário do chat do da parte gráfica. Mas qualquer LLM para um usuário normal, não técnico, o plano pago atende.
Atende bem.
Porque o limite é grande. Porque assim, nós não atende pra gente que gera código, fazendo que faz.
Exato. Mas pra Mariazinha que vai lá, pergunta ali, bota uma imagem, manda fazer um meme de gato.
É, é porque eu vi muito, eu vi muito lá na empresa essas pessoas antes pagando do próprio bolso assim, sabe? E aí falando que é pior, não é? Super pior. E até isso, né? Por exemplo, essas grandes empresas têm toda essa trava de comp. Eu entendo essas travas todas, mas cara, tem um risco alto pro negócio, porque elas vão movimentar muito assim, vai ser um, é o famoso Titanic para movimentar e essas pequenas ou que são digitais por por nascência, cara, vai ser muito problema, cara. O problema não é assim, você proibir não tira o risco, eu acho que aumenta.
É exatamente, você simplesmente tá sendo displicindo que não existe, entendeu?
Quando na verdade quando você faz um processo de governança, um plano enterprise, etc., que você oferece ferramenta, [ __ ] você pelo menos você tá controlando o risco. É um risco controlado.
E vai ser uma vai ser uma porrada para uma empresa dessa, né, entrar no Enterprise. Mas, cara, honestamente, tem dinheiro, não, a maioria dessas tem dinheiro também, cara. Vai, vai para cima, vai tende a ter um ganho muito bom ali na ponta.
Acho que sendo muito pragmático, eu acho que a empresa que não consegue pagar os 90.000 1000 por mês, por exemplo, para um plano Enterprise, talvez ela não tenha tanto risco de não tem porte e risco suficiente para ela ter um problema maior, etc. Mas se você eh tem um portefo, o que é questionável, mas eu entendi o ponto que você marcar aqui, é porque assim, pega uma empresa fatura 20 milhões por ano, cara, tem um risco já pro negócio e 90.000 por mês é um é um dinheirinho ali, né?
Sim, sim. Mas o risco de não ter é maior que pode quebrar a empresa.
Essa empresa com certeza esse que é o problema. Aí o o é o custo de não ter, né?
Exato.
E o mercado que você tá inserido, né?
Isso.
Isso importa muito. Inclusive, você é um mercado regulado, você não tem opção.
Ex. É, não tem opção.
E aí de novo eu volto no seu lugar que é sim, é difícil, vai ter um risco. E aí eu volto no é investimento, porque você tá investindo em reduzir o seu risco.
E aí tem e e paradoxalmente o que a gente também escuta, que a gente já discutiu aqui também, é que às vezes o o diretor foi numa apresentação X e ouviu o concorrente, falou: "Puta, tá usando ele não". Aí volta pra empresa, tem que voltar aí, tem que usar top down. Aí os caras ficam, [ __ ] mas como que case? Aí o pessoal fica desesperado e aí faz qualquer coisa novamente, aí gasta uma [ __ ] grana, não dá resultado porque vocês estão trazendo coisas, falar: "Cara, pera aí, você falou mais de uma vez e você também falou resultado." Eh, não, mas cara, que valor eu tô trazendo pro negócio? Sim, sim.
Entendeu? É, não é não é usar por usar, mas cara, assim, eu tô pegando um problema de negócio e como é que eu, porque o que a gente vê muito é o cara quer usar, mas ele não tem o tá, mas qual é o problema que eu quer resolver?
Mas eu acho que a gente já ultrapassou essa barreira.
E de novo, eu posso estar falando só da minha bolha, obviamente, mas eu acho que essa barreira de obrigatoriamente eu ten bolha bem privilegiada. Eu eu acho também, mas eu acho que o do Roy, do tipo assim, eu preciso ter um projeto com o Roy provado para eu ter Ya, não é isso. Isso, acho que não, não estamos nesse momento. Acho eu acho que isso é o momento do ano que vem. Ah, eu quero usar mais ou eu quero usar uma outra ferramenta.
Eu eu tenho um ponto aqui que eu quero é bom até a gente discutir. Eu acho que a gente tem duas situações aqui em relação ao ROI.
Uma é você usar IA na sua operação, né?
Então eu tenho eu tenho as minhas entregas ali, eu vou ter eficiência operacional. Cara, para isso você não precisa. O Roy tá mais do que claro que o gestor tem que responder nesse caso, não é o o analista que tá fazendo, é o gestor dele.
Então você tá eh melhorando a sua operação utilizando EA e como produto muitas vezes que, por exemplo, o caso do Quintandar é isso, exatamente. E existe a questão do Roy de quando você tem um produto com IA embarcada, aí sim eu acho que o Roy ele é é ele é e ele é longo.
Ele e é longo. Então, por exemplo, voual, cara, vou fazer um aplicativo aqui que eu vou eh fazer um atendimento ao cliente com IA, esse cara vai demandar tokens, vai ter consumo direto com o cliente final e eu vou espero substituir tantas posições no call center, por exemplo. Aí o Roy que esse lugar que eu falei de quinto andar, esse é o lugar do quinto andar de tipo como você desenvolve produtos.
Desculpa te interromper, não imagina.
Eh, para esse lugar é que na minha cabeça eu inverti, né? Excelência operacional para mim tá nesse lugar de como é que você constrói produtos que melhoram a operação, dada a característica do da empresa.
Eh, e aí o que você também o que você chamou de excelência operacional é a pessoa que quer construir alguma coisa e ela consegue fazer aquilo melhor e mais rápido e ou, né, é não necessariamente construir um produto de mas que ele construiria com código normal, ele usa para entregar mais rápido. A minha visão é que a segunda opção, que é como é que você cria um produto de A, é um investimento com ROI muito longo. Uhum.
E precisa de paciência.
Sim.
O primeiro e onde tem mais risco também, né? Não, on já tem mais risco. Exato. Então, o primeiro que é você otimizar o seu dia a dia de trabalho individualmente ou em grupo ou em time, é esse ROI, eu acho que é mais difícil de você medir, mas você consegue, eu vou chamar sentir ele ou ver ele no dia a dia. Você vai ter algumas métricas que você vai olhar, você vai falar assim: "Puta, isso aqui ficou um pouquinho melhor". E aí no lugar de excelência operacional, às vezes você não reduz força de trabalho humana, mas você diminui TMO, por exemplo. Então você consegue ter mais volume com o mesmo número de pessoas, que é uma excelência operacional tão boa quanto reduzir.
E eu acho que tem esse essa essa pira sobre sobre reduzir por conta de ai e muitas vezes você não precisa reduzir, só precisa. É, e muita gente tá fazendo muito mal isso também, né? É, eu acho assim, eh, super concordo, cara. Eu acho que eficiência operacional a gente não consegue provar e medir muito fácil, mas você sente, você vê a todo momento.
Isso. Eu acho que teve dois momentos, né? Quando surgiu IA, todo mundo queria fazer um produto de A, né?
É, a gente fez obviamente lá, [ __ ] uma vez for tá lá no Pão de Forma. Ia vamos fazer aqui uma um agente que o assinante conversa com a gente, ele consegue vasculhar todo o nosso conteúdo e responder para ele e tal. Vamos fazer para lançamento ali na campanha grande, tal. Duas semanas tinha. Falei: "Caraca, velho, duas semanas a gente não tinha feito ainda, mas vamos embora". Fizemos, lançamos.
Que que foi legal? Gastamos pouco para lançar.
Uhum.
e tiver uma baita descoberta legal, cara, porque assim, a Suno tem vários tipos de produto, não vou me alongar nisso, mas basicamente a gente fez esse produto para Suno Research, que é uma casa de análise. Então, basicamente você tem carteiras recomendadas de investimento, você tem relatórios, só que eu não posso fazer um serviço por regulação consultivo. Eu não posso virar e falar assim: "Rômulo, eh, você vende isso daqui, compra isso daqui, sua carteira tá bem assim?" Não, eu posso falar: "Você não é uma coeta, você é um pesquisador".
Não, nem corretora. Eu faço análise de ativos de investimento, ó, Apertabras, esse é o preço teto, por conta disso, faço relatório bonitinho e eu tenho a minha carteira recomendada, né? Mas eu não posso dar opinião sobre a sua carteira, vende, compra, você que decide.
Existe a consultoria, é uma outra regulada e tal, que a gente também tem.
Quando a gente começou a olhar o research, cara, todo mundo tava usando a IA para que? Ele jogava a carteira dele e fala: "E agora? Baseado na minha carteira em tudo que você sabe, o que que eu faço?" Na maioria. Então assim, o produto não funcionou para aquilo que a gente tinha visto da pessoa conversar.
com os relatórios, com tudo, com a carteira recomendada.
O próprio usuário desvirtuou o fim, né?
Ela queria uma opinião dela e aí o quê?
Reforça consultoria. O R, então é isso.
Qual que é, como é que você mede?
E aí ele não pagou por isso, né? Ele já tava embarcado lá. Mas pra gente foi um baita conhecimento. Falou, caraca, estamos no caminho certo de investir em consolidia, pô, será que vamos fazer alguma coisa para consolível?
Isso que é fod é todo mundo tá perguntando isso. Vamos entender quem é essa pessoa para poder fazer isso, ser um leite mais qualificado para lá. Pô, ele vai, ele virou algumas coisas e chegou até vender, porque aí a gente começou a fazer o agente responder: "Ó, isso a gente não pode fazer regular consultoria, manda para lá e vendeu, entendeu?" E é um produtinho mais caro de uma oportunidade de um de um experimento.
Exato. Mas hoje estão menos nessa pira, né? Vamos desenvolver um produto, uma feature de todo mundo ter lá seu. Eu acho que isso até diminuiu bem, graças a Deus, né? Porque eu acho que não é esse o caminho só da IA, né?
Você que tá aí escutando esse episódio bacana e quer levar toda essa tecnologia, essas novidades pra sua empresa e não sabe como, chama o time da Vembers. A gente pode ajudar vocês com desenvolvimento de software, com arquitetura de soluções, a entender os problemas que vocês estão vivendo e sair do outro lado com uma solução bem bacana. E se você tá escutando o podcast para aprender coisas novas, faz o seguinte, manda um e-mail pra gente no peoplecare@vemers.
E você pode fazer parte também do nosso grupo de talentos. Valeu.
Agora o time do Relações Públicas vai gostar mais de mim.
E a gente tava falando sobre os estereótipos e que o o Hon é o cara de dados.
Uhum. E na ideia da AI mais perto do do usuário, a gente tava fazendo um protótipo que, cara, já vai virar um produto em duas semanas, tem do Quintar, que é qual que é a a barreira de uma pessoa de produto hoje? Barreira não, né? O a o limite, né?
O limite, sim. Eh, análise de dados há do anos atrás, 3 anos atrás, sei lá, muito tempo atrás.
Uhum.
Tinha que ter um data analytics, data engineering, data science, PM, backg, engenheiro de um faz integração, lá lá, lá, lá, lá, lá.
Hoje é um skill. A gente criou um protótipo dentro do curso que você só pergunta quantos contratos foram assinados nos últimos 30 dias.
E o analista de dados, você tá falando de produtos e o papel do analista de dados agora com isso? Eu eu tem uma mudança lá acontecendo. Eu queria saber sua opinião antes de falar.
Tem tem uma mudança. Eh, mas antes de eu falar dessa parte de do perfil e o que acontece, etc., É, a gente tá fazendo um experimento com algumas pessoas eh de produto, algumas pessoas de operação, que são pessoas não técnicas e analistas de performance de operação e etc.
as poucas pessoas que têm acesso a isso.
Eu tô falando de talvez 30 pessoas, alguma coisa assim, as análises que estão saindo disso em velocidade principalmente, mas em em algum nível de qualidade, principalmente as pessoas são mais analíticas e mais críticas, que não fazem uma pergunta e pegam, copia e cola aí, tipo, olha, trabalha, conversa com com a EAI sobre o dado em si. Sim, é bizarro como isso acontece e como desbloqueia é o o a a velocidade de de análise de benchmark de seja lá o que for.
E aí voltando no nessa do data analytics, eu não acho que é recente isso não, tá? Assim, se eu pegar os últimos 5 anos, a gente já foi voltou nessa conversa no mercado.
Sim, sim.
Sei lá, 200 vezes.
Eu não sei se eu tenho uma opinião.
Uhum. Porque, mas o ponto que a gente tá hoje é a tecnologia não permitia fazer o que a gente consegue fazer hoje usando o LLM para dados.
E assim, tecnicamente falando aqui, é é o cursor, o GMI, CLI, a interface importa menos.
Uhum.
Mas o o protótipo é um script Python gerado pela própria AI, que conecta no trino Uhum. e que gera as queres basead em linguagem natural.
Parece super simples isso, né? Por que que a gente nunca fez isso? Porque a barreira da tradução da linguagem natural, a gente tinha ter que usar NLP, um monte de coisa que você tem que treinar modelo, que você tem que blá blá lá. Hoje já não tem mais essa barreira.
Gen quebrou essa barreira, né? Antes de você fazer isso com NLP e machine learning padrão, por exemplo, era extremamente custoso, né? monetariamente falando, inclusive além de tempo. Mas para concluir a sua pergunta, é, a gente falou sobre a mudança de EA não substitui desenvolvedor, mas muda o jeito de trabalhar. Quais foram os A gente fez quase um teste A, B, C assim de de possibilidades.
Sim. Eh, um dos testes era o a primeira versão era ter a cursor, esse scriptinho, conectando no trino para executar as queres com o code base de transformação de dados e os arquivos de contexto.
Uhum.
Então, tipo, o que que é a tabela? Tipo, se você quer falar de NPS, quais são as tabelas, quais são todo o arquivo de contexto.
Experimento B. Eu tava fazendo uma brincadeira disso, experimento, aí virou um experimento B que era eu não tenho codebase, eu tenho só os arquivos de contexto. E aí você programou o skill para, se você não tem, você tenta inferir fazendo a querer no esquema, mas dá um warning pra pessoa dizendo: "Ó, eu não sei o que eu tô fazendo aqui, eu fiz uma inferência, então valida isso com certeza".
Sim.
E o outro experimento era mudar a interface.
Porque qual que é o caminho mais comum de como é que você distribui esse experimento? Cria uma interface web.
Uhum.
Aí eu falei assim, eu não vou manter uma API, um front end, fazer deploy, tem que monitorar. E aí a gente volta nim e n foi difícil essa pro português, desculpa. É, a gente volta no Não somos professor Pascoal, fica tranquilo, somos todos de exatos, a gente tem salvaguarda.
Tá bom. E aí você volta na na interface.
Eu acredito que em algum momento a gente chega no lugar aonde todo mundo vai ter uma interface cloud cork like.
Se vai ser o cloud cowork, eu não sei, mas isso aqui remove um custo de infraestrutura de código gigantesco, porque a interface é de graça, aspas no de graça, né? Aqui você paga por múltiplas coisas dentro do pacote.
Sim. Que que eu acho? Eu acho que sim, mas por outro lado você aumenta a infraestrutura para servir esses dados.
É o que que eu é isso. A gente não falou sobre isso, mas assim, o dado tem que tá bom. Então de novo, não e para você consumir, por exemplo, lá a gente usa snowflake, é crédito. Se você ficar toda hora consumindo, pingando, pô, às vezes um dash lá que fica pingando de tanto tempo já gasta um monte de crédito. E aí assim, qual qual foi o que a gente a movimentação que a gente começou a fazer lá? Primeiro, putz, a gente usa Power BI, aí sempre tem aquele backlog gigante do time de análise, um monte de coisa pedindo e tudo mais. A gente falou: "Cara, vamos começar a fazer dash?" Cara, antigamente era loucura fazer você programar o front de um seu dash e agora você pede, ele sai. Então, lá na empresa lá todo mundo pega, é, todo mundo pega seu Excel, sobe lá e fala: "Monta um dash para mim" e monta. Então, todo mundo não precisa manter fronte e tudo mais, mas cada um tem o seu. É uma bagunça porque cada hora tem um dash diferente. Às vezes assuno é vermelho, preto, cinza, aí vem o dash azul, roxo, que as pessoas não têm esse senso. Eu fico maluco, mas eu não posso falar porque assim, importante é eles estarem maluquí. Você pegou o background de front end aqui, fal [ __ ] não seguiu o system design. É, não, eu era. É exato.
Esse ícone. Não, credo.
Enfim. Então assim, eh, pô, vamos, né, cada um faz o seu dash, né? E aí o próprio e a gente tinha um dash lá, por exemplo, que a gente queria fazer umas melhorias e tudo mais, a gente já quis fazer um teste, cara. Em poucas horas a gente migrou o dash de Power BI para código bonitinho e tal, falou: "Cara, esse é esse é o caminho." Porque via prompt analista fica muito mais rápido, muito mais prático ele produzir os dashes, né? Pô, esse é o caminho, cara.
Não durou uma semana essa estratégia.
Por quê?
MCP, se lá todo mundo tem o cloud, né? Eh, e você tem o o você constrói o conector MCP pros seus dados, matou.
Você não precisa construir dash mais para mais ninguém. Você não precisa fazer análise para mais ninguém, né? Você vai lá, coloca, né, GI aqui da sua área, né, seu seu database bonitinho ali e você começa a conversar. A gente volta para aqueles conceitos, né, data driven, data first. Agora é na real isso, assim, tipo, você consegue. Só que qual que é o desafio que a gente tá encontrando agora? é custo de infraestrutura de dados para poder todo mundo tá conectado nisso e conseguir conversar e tudo mais, que eu acho que essa é a barreira que eu acho que, né, a gente já tá conversando com alguns fornecedores e tudo mais que eu acho que vai assim, talvez nas próximas semanas a gente já já quebra essa barreira, mas para mim esse é o futuro, né, das pessoas conectarem seus dados no cloud e aí ele faz o que ele quiser. quer um gráfico, você quer uma análise, você quer construir um dash. Mas eu acho que ganha controle nesse lugar também, porque pensa, é, eu entrei nesse experimento nai na janelinha, eu falei, tava fazendo essa brincadeira aqui, a gente tá fazendo um negócio estruturado, eu eu vou estar aqui perto.
E eu comecei a, a fazer um experimento de criar uma interface web, porque eu queria testar o cloud design. Então, foi logo quando saiu o cloud design, eu falei assim: "E se eu fosse fazer uma interface web disso? Não vai usar isso?" Dia 1 logada já feita no cloud Design.
É mesmo?
Bem legal. Então assim, o cloud design para mim foi, eu queria experimentar o cloud design, não vai usar interface web porque não faz sentido manter uma infraestrutura de chat de GPT like. É, não faz sentido.
Mas eu falei, deixa eu ver como é que é o cloud design. Saiu um negócio assim, eu acho que é a melhor ferramenta hoje.
Eu ainda não usei, cara. O que eu acho que é a melhor ferramenta.
O que eu fazia, o que eu é menos sobre frontend, tá? É sobre design.
É, então é isso que é o ponto, porque até então como que eu usava, né?
Disse o back end.
Isso. É. Pois é. Eu ia lá no no Wxcape, fazia porcamente um afframe, ó, aqui eu quero isso aqui, quero isso aqui. Aí eu ia no cloud code, criava uma pastinha com identidade visual, aí botava logo, system design. E eu falei: "Cara, tá aqui o que eu quero, tá aqui a referência".
Sim, só faz o JavaScript bonito, né? E ficava ótimo. Ficava ótimo, pô, com as corzinhas, tudo hornando, tudo certinho.
Mas eu nunca tive aquela coisa de, [ __ ] vamos fazer um design, uma coisa assim, até porque para mim como backend, cara, conecta na minha PI, tá razoavelmente bonito, tá respondendo em 100 msundos, tá tranquilo. Mas o ponto que eu queria chegar é, eu fui fazer esse experimento para testar o cloud design, mas eu comecei a a esbarrar em alguns outros lugares de performance de dados, porque eu eu falei, beleza, eu fui lá e dei enter numa query, tipo, como é que tão os contratos?
Ficou lá. Eu falei assim, tá? Deixa eu ver a querer que saiu daqui. Medo.
Aí saiu uma query que era unbounded, um negócio super esquisito. Eu falei assim: "Então, beleza, eu vou fazer um overlay do script do do skill". Na verdade, falei assim: "Se a pessoa não colocar um período de tempo, pergunta pra pessoa." Então aí você já resolveu um problema de performance.
Então vai ser query bounded. Dado que você tem o contexto, você não vai ficar fazendo scan, que é o contexto que tabela que já não tem um full table ali no meio do caminho. Uhum.
Então você começa, na verdade é um, você aumenta um pouco o seu risco, mas também aumenta a sua capacidade de controle.
Sim.
Óbvio que com a interface sendo cursor, cloud cowork, seja lá o que for, a própria pessoa pode dizer: "Vai lá e mexe no skill para mim". O que eu acho que é um risco razoavelmente OK. Uhum.
E aí você tem várias maneiras de fazer isso com ferramentas de de end point, de se controlar e etc.
Sim. Eu acho que isso entra no ponto que o que que o Ari falou lá no começo da gente ter uma área que vai governar talvez esses skills, arquivos de contexto e esses arquivos de contexto, porque aí sim, pô, pera aí, o cara tá tem uma skill aqui que tá fazendo uma query que é full squan. Full scan. Eu tenho que dar um bound nisso daqui, tenho que afunilar esse contexto, né?
Vocês estão quase me convencendo de que que essa área faz sentido. Eu ainda não tô 100% conv na curva porque você falou lá que você lá no começo você falou que achava que não precisava. Agora porque na minha cabeça você mesmo deu um case de que faz sentido.
Porque na minha cabeça é a área de data analytics, analytics de engineering, tem vários nomes aqui que a gente pode usar, deveria ser essa área e não uma área centralizada sobre isso.
Talvez. Sim, eu acho que é esse a minha cabeça tá mais nesse lugar de não é ante a governança, mas a centralização da governança.
Isso, exato. Ela vai ter que est distribuída, porque você quando você centraliza, você assume que você tem um conjunto de pessoas que são altamente capacitadas em todos os assuntos, o que raramente é verdade.
É, mas acho que é menos sobre o assunto, mais sobre a padronização, né, de garantir essa padronização, governança, a comunicação sobre esses padrões em todo mundo. Eu acho assim, eles podem talvez não cara que faz, mas o cara que garante que vai ser feito.
É. Ou se é uma gestão muito bem ajeitada da empresa do tipo assim, ó, se eu tenho aqui essa área que cuida de uma PI que é muito core da empresa, então tem um padrão que todas as áreas precisa ter muito bem gerido essa spec, esse contexto e de repente o gestor repassa de tempo em tempo garantindo que todo mundo seguindo. Mas é aquilo, né? você confiar que aí o dia que der um problema, pô, mas você não olhava, ah, putz, não olhei pensa diferente.
Esse é o mesmo conceito de Code o Uhum. Sim. É, faz sentido. O cara prom é código hoje, gente. Exatamente.
É tão simples quanto isso. O arquivo de contexto é código. O prompt que você colocou é código.
Eu até tinha feito uma ferramenta que já caiu, né? Eu botei no ar assim, comprei o RL e tal, não sei que chamava prompto.
Que era o quê? Era um github de prompt.
Você tinha lá, você colocava o seu prompt, então você tinha lá projetos, collections e prompts. E aí juro por qual que era o quando a gente falou de os desenvolvedores ainda ser resistentes, eu comecei a mostrar como é que era o prom e tudo mais. Falei: "Puta, legal, esse é o futuro. É falar mais de prompt de código".
Não esquece, esquece. Uma semana o negócio.
É, pois é. Agora aproveitando esse esse ponto que vocês colocaram até pra gente já funilar pro final, o que vocês já percebem de mudança na operação de vocês hoje? E quando eu falo operação, eu tô falando de gestão de mudança, gestão de código. A gente viu, por exemplo, algumas semanas atrás, o Kit Hub abriu o bico de tanto por request que que recebeu, né? Se isso representa entrega de negócio de fato, não sabemos, mas a gente sabe que com os agentes a gente tem por request a a rodo, a gente já começa a questionar se sprints de 21 dias fazem sentido por causa disso, né? 21 dias.
Então que é padrão, né? Até até um um tempo atrás.
Que isso, cara?
É fala fala entre duas e três semanas, né? Menos que quatro. É mais que duas ou mais. Só que não estão no conceito.
Conce parece, parece um parece um passado tão distante.
Mas é que vocês estão no conceito.
Sim.
Agora eu botei minha cabeça no lugar certo. É, é que é que quase ninguém segue, né? Enfim, todo mundo adapta um pouquinho, né, a metodologia. Mas é, mas geralmente é sprint de 15, 21 dias, né? Isso. É por aí.
Não passa disso. E o que que aconteceu?
O que que vocês podem dizer que, cara, isso aqui era assim e eu mudei a minha operação? Agora isso funciona assim.
Eu eu acho que é difícil esse binário.
Uhum.
Eu sei, porque é uma evolução, mas eu tô incentivando a reflexão de, pô, realmente, ó, isso daqui mudou.
Eu eu consigo perceber que a gente tá atingindo alguns limites mais rápido.
Então, code review sempre foi um problema em todo mundo.
Ninguém queria revisar código, né?
Ninguém quer revisar código. É difícil.
Eh, você depende das pessoas mais seniors, às vezes é um code base super complexo que você precisa mexe com ego também tem isso. Você mandava request changes.
Ah, sempre, né?
Sempre que precisava. Claro.
E lá, tá vendo? Você sempre que precisava. Então assim, tem acho que tudo isso, mas esse limite ele é o primeiro a ser atingido.
Então você começa a ver, eu tava lendo um relatório da Linear B.
que fala sobre PRS ou por requests criados por agentes demoram mais tempo para serem pegos paraa revisão.
Hum.
Porque é mais código.
Sim. Uhum.
São perr naturalmente maiores, mais sólidas, mais, né?
Isso em em volume de de linhas e assim.
E não necessariamente só por isso, mas assim, de novo, é um relatório, você tem que fazer as suas interpretações. E uma das evidências era por requests gerados por AI, temha, vou chamar de preconceito aqui do tipo, [ __ ] não vou pegar, não seguiu o padrão, eh, não deve est daquele jeito. Então, acho que esse é um limite que a gente vai chegar.
Eh, o outro limite que a gente vai chegar vai ser no acesso às ferramentas.
Então, uma mudança talvez que é binária, que eu consigo dizer é as pessoas estão cada vez mais pedindo cloud code, cloud cowork.
E aí eu tenho uma opinião pessoal muito forte de que é um, eu acho que os modelos da Antropic são muito bons e para algumas coisas muito específicas, mas o os produtos que a Antropic estão produzindo são muito superiores.
Uhum. Sim.
Então, as pessoas estão estão usando o cursor, funciona, etc. Mas a a pessoa tá usando na na questão de tempo até o Tropic ser a líder de mercado.
A gente paga uma grana, eu não pego o anual porque assim, ah, é 20% 30% de desconto, cara. Eu não sei se daqui a dois meses eu vou ter que Todo mundo era GPT, senavam não sei quantas centenas de de licenças. Eu já tenho quase nada de licença.
Então acho que a mudança binária é todo mundo tá desesperado para ter acesso ao cloud code no nível corporativo.
É que eu acho que a Openea ela quebrou a barreira, ela ela abu as portasou a bolha. Exato.
Mas ela f ela se perdeu um pouco ali no caminho, eu acho, sabe?
Ficou muito focado em lançar modelo, modelo, modelo, modelo e Antropic veio produto, produto, produto.
Exatamente. E com modelos que são, ela focou em modelo de qualidade para entrega específica. Ela falou: "Nós somos um modelo técnico corporativo focaram muito no corporativo, tipo code review". Eu não testei ainda na prática porque é cario, mas assim, eh, tende a ser, né? Então o cloudic design, gente, desculpa assim, é muito bom assim, é, tem várias coisas, tipo, ah, antes todo mundo começou essa de agente desenvolver, né, e codar com com Prompt, não vamos investir em desenvolver um projeto, então mais parrudo design system. Agora a gente vai ver na prática porque usa desse design system, cara, ele já tem isso pronto, ele cria o design system, você importa o design system que você quer na hora de fazer novos projetos. Eh, você escolhe o Warframe ou não, você faz o com a ferramenta ds, né? Você faz uma caixinha assim, escreve: "Eu quero isso aqui".
Ele faz a linha.
Eu vou defender o Figma. O Figma Make não fica tão atrás, tá?
Legal. Não, não é legal também.
Eu não sei. Us o c porque tem o tem o bias, né, do do da ferramenta mais nova. A gente vai ter o baias da ferramenta mais nova. Figma que é bom.
Você tá falando que eu sou modinha, mas eu também sou.
Quem não, [ __ ] se você não for modinha no mercado de hoje, meu amigo, você tá lascado. Você tá lascado.
Não, mas eu realmente achei muito bom.
É muito bom. E eu acho que a última mudança para as pessoas que só uma parêntese, então vocês estão dizendo que com cloud design eu posso cancelar o meu Canva? Pode, porque eu tô pagando aquela [ __ ] lá e pode, cara, e ele faz tudo, ele faz PPT, ele faz. que me chamou muito atenção foi que nesse protótipo da da do AI para dados ali, eu dei o problema e o que eu esperava que resolvesse. Então, tipo, eu queria que você mostrasse as queries, porque eu sei que as pessoas têm apego ainda por ver a querer para saber se tá usando a tabela certa e tal. Eu quero que você mostre os arquivos de contexto.
Eu eu foi exatamente desse jeito, cara.
Saiu um desenho e aí um monte de pergunta. Eu acho que isso foi isso é outra coisa.
Pergunta que o normal, cara. É muito bom porque é uma entrevista com você, né?
E aí saiu um design que eu, como uma pessoa que não é designer, eu falei assim: "Nem nos meus sonhos eu conseguiria fazer um negócio usual desse jeito.
Paraaiar assim, assim, dá um pau no loveable". Tipo assim, eh, me julguem, eu ainda não sei o favor, mas eu eu agora já foi, esse foi Q1, Q2 ano passado.
É, eu acho que assim o o os modelos da Antropic tem esse diferencial, você da mesma tarefa pro GPT e até pro Gemini Uhum.
Ele vai falar: "Ah, é isso aqui, isso aqui, isso aqui". Ele é meio que bateu, levou.
O cloud ele ele ele te dá possibilidades, fala: "Olha, tem isso aqui, deixa eu entender melhor". E ele te questiona lugar que eu te falei do produto, não é sobre o modelo, é sobre o produto. Eu acho que a gente vai parar de falar de modelo.
Ex. E ele vai evoluir.
Ele percebe que ele pode enriquecer o próprio contexto e antes de te dar resposta, ele fala: "Cara, mas esa aí, para que que você quer fazer isso? Isso aqui e aí, cara, esse refino te dá te dá um produto muito melhor no final." Mas aí, de novo, a interface é que importa. Porque o cloud code, cloud cork, ele não é a interface direta com LM, tem um monte de coisa ali, se vocês viram o código que vazou, etc. Tem um monte de insite de como o produto da da que engenharia de contexto por trás, né?
Porque a LM ela não tem estado, né?
Exato.
Então ele vai trabalhar ali.
Então nunca é modelo contra modelo, é sempre produto contra produto. E aí esse lugar aqui funciona e a guerra do modelo acabou. E e para concluir, eu acho que a mudança que que eu que eu tô vendo mais recente das pessoas que ultrapassaram essa essa barreira psicológica de confiar na eias pessoas estão compartilhando skills.
Eu fiz esse skill aqui para resolver não sei o quê. Esses dias eu eu uma pessoa me mandou inclusive, [ __ ] foi super legal aquele dia. Compactar a conversa é um negócio que pode é é loteria assim, pode acontecer de tudo na hora que compacta a conversa no Cloud Code.
Pode ser ótimo, pode ser que perca uma diferença.
Se você antecipa e você faz o compact e diz o que tem que guardar e o que tem que jogar fora, funciona bem. E aí essa pessoa falou assim: "Eu fiz um skill de randover de compactar a conversa". Eu falei: "Que genial!" Então eu tô vendo essa mudança binária que é do tipo assim, quem ultrapassou a barreira de tipo putz, eu confio na AI, eu acho que tem um modelo mental diferente, é, eu vou começar a melhorar o meu dia a dia. Então é, dado que a própria ferramenta tem essa, vou chamar de limitação, eh, a pessoa criou um negócio que melhora a vida dela para para ter melhor qualidade depois de compactar a conversa. Então, acho que essas três coisas que eu vi, é, acho que do meu lado assim tem alguma tem muitas diferenças eh do que o Italo falou, porque é uma empresa de outro porte, né? Então, por exemplo, e outro mercado completamente diferente.
Outro mercado, né? Tem a questão do regulado, mas é um outro porte. Então, a gente consegue e muito além do que outras empresas, né, consegue fazer isso. Então, lá o que que a gente viu muita mudança é modelo dos times, modelo de trabalho, né? o a pessoa de produto, ela tendo muito mais autonomia de construir na prática sem depender de um prodot designer, né, se depender do próprio desenvolvedor, mas trabalhando junto com o desenvolvedor, né, ao mesmo tempo, no mesmo projeto. Então, em vez de pedir e esperar, ele mesmo já vai pedindo, já vai construindo junto e aí a pessoa de desenvolvimento tá muito mais apoiando nas integrações, em olhar o que tá sendo feito, em garantir que aquilo vai realmente pra produção, né? Eh, tem até um colega meu do trabalho que nem é da tecnologia, ele fala: "Fazer 95% do projeto é rápido.
Esse cinco final, cara, demora 10 vezes o que tempo que você levou para fazer os 95".
Então, botar em produção é outra conversa, né?
É, então todo mundo tá fazendo muita coisa, fazendo dash, fazendo sistema, qualquer coisinha vira um sistema. É, putz, toda parte lá a gente tem uma rotina lá, o gerenciamento da rotina, a gente usa muito PDCA, então, putz, montar o PPT, indicador, desdobramento, né? dava um baita trabalho, as pessoas começaram a fazer dash para poder fazer isso. Legal, né? Em curto tempo, cara, eu perdi todo o storytelling de análise porque a pessoa abre o dash, vai falando, eu perdi aquela linha de raciocínio, sabe? Então assim, usa o dash para te apoiar, tira print de lá, mas segue a estrutura, continua no PPT, porque é importante no dia a dia, no nosso acompanhamento. Então tem que tomar cuidado com o que é ganho, né? A aquilo que não, pera aí, isso aqui não é uma quebra de paradigma, né? Isso aqui é só um uma ferramenta, um facilitador.
Eh, no contexto da Suno, a gente tem uma identidade visual muito característica, forte, mas eu não tenho assim, sabe, tipo um head de design que qualquer coisa, se a pessoa tá lá com PPT, com o logo fora, alguém vai reclamar. Eu não tenho isso hoje lá. A gente não investiu nisso ainda. Talvez daqui uns anos a gente invista. Como eu não tenho isso ainda, eu tenho um brandbook bem básico.
Então assim, pô, d fazer as coisas, sabe? Eu tenho essa liberdade. Eu não inventando, não mudando o logo, mantendo as cores e a fonte. Vamos embora. É, acontece às vezes lá do da galera lá de fazer o negócio roxo. Mas assim, vamos embora, entendeu? Tipo, vamos fazer.
Então, eu tinha, eu cheguei a ter oito pessoas no time design, né? E aí isso veio diminuindo ao longo do tempo. Hoje eu tenho ninguém, eu não preciso terceirizo. Eu tenho uma pessoa de produtos que veio, né? Tem mais de 14 anos de experiência e tudo mais que vira o nosso ponto de apoio ali, né? Então, eu tenho uma pessoa de produto, ela precisa ter um visual, uma visão melhor disso, ela precisa estudar mais conceito, né? Não é só o generalista pelo generalista.
Eh, no time de desenvolvimento, eh, eu tenho isso. No meu caso lá, as pessoas mais seniors continuam segurando o Rojão ali, é ele que resolve aquela bucha. Mas o o o eu não vou nem falar de planing júnior porque eu nem tenho muito planing junior, né? Eu tenho nível de senioridades diferentes lá pra tecnologia ou para produto que que tem.
Mas eu tenho um cara pleno lá, por exemplo, que ele tá sozinho numa squad, cara, que antes é uma squad assim de quatro, cinco desenvolvedores, cara, tá entregando muito bem, assim, tá fazendo muita coisa. Então eu vejo no sempre foi importante soft skill, né, para uma pessoa que é mais hard skill, mas agora o soft skill vai fazer esse cara ser promovido, vai fazer esse cara subir, vai fazer esse cara ser visto e por aí vai. Então eh eu acho que as pessoas de tecnologia têm que se preocupar com isso. Então eu tô vendo uma preocupação maior, as pessoas mais interessadas querendo pegar as coisas para fazer. Então acho que é muito isso, assim, troca de estrutura, a a gente trabalhando mais esse modelo per programming, menos dependência de time de design. Não que eu não acho importante design, acho que dentro do contexto da SUNO hoje tem menos importância, né, do que tinha no passado.
Eh, e testar muito assim e todo mundo testar, né, lá essa frente de dados muito importante, né, mas ela tem muitas barreiras, né, essa barreira de infraestrutura para sustentar tudo isso, não a qualidade de dado vai importar muito nesse lugar. É, por exemplo, engenharia. Ah, engenharia agora, cara, eu acho que das áreas técnicas ainda é menos, eu acho, afetada, porque assim, tem um trabalho para fazer ali, não tem o curso que você vai plugar lá e, né?
Então, eu acho que o trabalho de engenharia é mais importante você realmente garantir que tudo tá sustentando que depois a camada analítica, enfim, o datas e tudo mais tá mais fácil. E assim como o front end já tá virando commodity, né? Então o desenvolvedor ele tem não pode ser mais do que nunca só frontend, ele tem que ser outras coisas também, né? Conseguir fazer e muito base, né? arquitetura, eh, padrão de projeto. Acho que isso ganha um nível de importância que antes era ou mais senior ou arquiteto. Não, agora todo mundo, assim, todo mundo tem que ter um pouco disso. Eu queria até pegar esse gancho, ô, Ari, eh, quando o Ital, o Itítalo comentou ali do do experimento que você fez de dados, de [ __ ] colocou ali a skill e aí [ __ ] rodou a querer, me deu a entender que o papel tradicional do engenheiro de dado o cara ele tende a mudar, porque agora você vai simplificar muito. E aí para o área de negócio que é o cara que [ __ ] é o cara que mais [ __ ] cadê meu dado? Eu quero fazer o dash, eu quero tirar essa análise.
Vai facilitar absurdo.
Eu acho que tem tem uma uma linha aqui que é um concordo. E é que aí a gente vai entrar nas funções específicas, né?
Eu acho que data engineering muda, assim como muda engenharia de software.
Uhum. data science. Eu acho improvável e a gente mexer nessa área.
Talvez dê um pouco mais de produtividade ali, mas é exato. Data analytics, Analytics engineering, BI.
Aqui muda muito.
Uhum.
Porque dado que você precisa de uma fundação de dados importante, que é o dado gold, o nome que a gente quiser usar aqui, vamos falar de medalin, né? A gente tá falando de de gold.
Uhum.
Esse dado tem que tá muito muito bem estruturado, limpo, organizado. Não. E aí você acabou de falar que essa parte ainda é ainda ela é muito importante. E eu acho assim, se uma empresa tem, sei lá, 30 pessoas entre é que lá a gente tem tanta, tem o data quality, engenheiro de dados e analista de dados, né? Não tenho tantas quebras.
Hoje, se eu tivesse que fazer uma mudança, eu mudaria, eu diminuir o número de analista de dados e aumentaria o número de engenheiro de dados. Então não reduziria o número de dinheiro de dados. Por quê? Porque com a velocidade de entrega de datavis, eu preciso acelerar muito a parte de engenharia.
Do mesmo jeito que antes o gargalo numa entrega de uma squad era número de desenvolvedores, porque o PM o que ele produz ali em uma semana é sem é semanas de trabalho de um time inteiro. Agora eu tô com um problemaço.
Por quê? Porque um dev ele entrega muito mais rápido do que o PM consegue pensar, prototipar, fazer um mini discovery, desenhar regra de negócio.
E nesse lugar que a gente tá falando de BI Data Analytics, tem um pedaço que é o contexto do modelo de dados do ponto de vista de negócio. Talvez esse shift, e aqui é bola de cristal, esse shift passe cada vez mais perto pra pessoa de de produto ou a pessoa que tá realmente lá perto do negócio.
Uhum.
Mas essa pessoa precisa retroalimentar esses arquivos de contexto que seria o cloud MD, o UPS. É verdade.
Mas é é de novo, precisa ter o contexto de negócio. Então o que que é o papel da pessoa de de BI, etc. Convenceu ele, viu?
Não convence. Eu posso ficar nessa briga até o fim.
Eh, é, traduzi o que você tá pensando do ponto de vista da empresa, de negócio, de oportunidades, em uma análise de dados que vira um dashboard que você pode ou não fazer aquilo. E isso muda porque a interface muda, né? A interface vai ser o cloud cork, vai ser esse experimento que a gente tá falando. Eh, mas esse conhecimento específico, ele vai ele vai evoluir de de alguma maneira. Hoje ele é muito muito dependente de dataltex, da pessoa de BI e assim sucessivamente.
Eu ainda quero acreditar que não morre, mas muda muito. E talvez a aí eu volto naquele lugar das você começa a borrar as linhas entre muitas funções. Então, data engineering com data analytics BI.
E, eu acho que isso aqui vai ficar cada vez mais borrado.
É, eu acho que não vai existir muito morrer, eu acho que se transformar. Acho que muita coisa vai se transformar. Eu eu concordo 70%. Eu acho que algumas coisas vão morrer. Me fala duas.
Quem que você vai deixar triste hoje?
É, quem que você vai deixar triste?
Cara, eu vou não posso deixar ninguém triste Mas a gente sabe que algumas funções vão morrer, né? E essas pessoas elas têm oportunidade de mudarem e evoluirem, né?
E aproveitei agora. Ex. A chance é agora. Isso eu acho que assim, não não são as pessoas não vão deixar de ser importantes, mas algumas funções vão deixar de existir. Isso é fato. E essas pessoas que estão nessa função hoje, elas têm que procurar se adaptar ao mercado e mostrarem o valor numa nova realidade, né? Porque essas funções elas a gente diz que ela morre, mas na verdade ela muda de contexto, né? E e o trabalho ele se transforma. Metáfora disso é revolução industrial.
Exato. Exatamente.
As pessoas continuam aqui, elas continuam trabalhando nas fábricas, elas continuam fazendo parte. O cara que só apertava parafuso se fodeu. Então, se você tá apertando parafuso na teia até hoje, vamos pensar em Mas isso que você tá falando da oportunidade de você evoluir para mim sempre foi verdade, porque o framework nasceu, a biblioteca JavaScript XYZ, isso sempre foi verdade.
A gente sabe que tem muitas pessoas que ficaram no cantinho gostoso, confortável do que faziam e etc.
E eu acho que a IA deu uma sacudida aí.
Concordo. Eh, o fato é, algumas funções vão deixar de existir, a produtividade vai ser muito maior, a entrega de negócio vai ser rei, né?
Uhum.
Então, estamos vivendo aí um uma terceira revolução industrial.
Será?
Quarta? Não sei, cara. Eu acho que é grande nesse nível assim.
Mas eu acho que é grande nesse nível.
Lá o Thiago Reis, que é o fundador, ele quando começou essa onda, ele falou: "Cara, para mim, eu tô, a gente tá vivendo o lançamento da internet e o lançamento do iPhone".
Sim. É, é isso. É, é nesse ponto, com exceção de que não é um grande boom, né? Eh, e esse que é o ponto. É uma, é uma evolução que tem uma continuidade, você falar, foi bizarro isso porque, tipo, sei lá, vamos pegar só do mundo de tecnologia, né? Internet, web 2.0, eh, cloud.
E aí e é um negócio que tá mais linear assim, negócio parecia que era só mudar de fase assim, tipo, ah, agora tem internet, mudar de fase bom, agora tem porque assim, se você pegar o que foi o primeiro iPhone e o que é o próximo, o último, o 14, cara, evoluiu, mas a essência é mesma.
17 eu não sou, você vê que eu não sou um Apple boy, imagina, tem um Shom, né, velho?
É o, é o, é muito PH, ó. É o PHP, o de cabeça do PHP.
Eu tenho Shom, né, velho?
É o PHP. É o super HP. É o PHP CGI. PHP CGI.
É o PHP CGI.
Então você imagina o se você pega o iPhone 17, o primeiro, evoluiu hardware, evoluiu, mas eles são essencialmente a mesma coisa.
Uhum.
É um um iPhone, né?
Sim.
O que a gente tá vivendo em do tr anos de a as coisas estão mudando muito rápido e elas estão transformando a forma de lidar com isso, né? A gente trs anos atrás era uma maravilha perguntar pro chatt e era isso, cara.
Já era, já era maravilhoso isso.
Já era maravilhoso. Agora a gente tá falando de specd drive, a gente tá falando de de memória, de markdown, de engenharia de contexto, que é uma coisa, cara, que a gente nunca imaginaria tr anos atrás. Então, a gente tá num numa constante evolução.
Eu acredito que vai ter um teto, até porque o a capacidade computacional tem um teto, né?
Já tá chegando já, né?
É. E então isso isso daria um outro episódio. E é eu acho que isso vai ter um técnic acabando com a água do planeta.
E isso, exatamente. A galera tá gastando 2 L de água a fazer meme de gato, né?
Ou novela de fruta.
Novela de fruta. Não, mas a novela de fruta é muito bom.
É bom demais. Bom demais. É, é tudo que a gente queria ver numa novela e não podia passar na TV. Do gorilão. É do Gorilão. É muito bom, cara. É muito bom.
Pois é. Pois é. E cara, eu vou passar para vocês fazerem os últimos comentários, senão a gente vai ficar aqui até amanhã de manhã.
Sim, sim. Boa.
Porque o papo tá muito bom.
Não é assim, eu acho que do meu lado, eh, eu acho que a gente pegando esse gancho, né? Acho que a gente tá chegando num teto. Muito pretencioso a gente falar isso que a gente tá chegando num teto agora porque cara uma loucura.
Veja bem, eu não falei que a gente tá chegando no teto. Falei que vai existir um teto.
Vai boa. Tudo bem.
Se ele tá daqui 10 anos ou daqui a se meses, eu não sei.
É que é que é tão surreal, né? Que o tanto que a gente já tem agora que parece que já estamos próximo. Eu até ia falar, se a gente já tiver próximo, para mim é uma questão de evolução agora é é é entrega, né? Escala, né? a gente conseguir fazer mais com menos token, em vez de a gente conseguir fazer um vídeo lá de 14 segundos, a gente conseguir fazer um filme de 2 horas. Eu acho que é muito mais nesse nível do que entrega.
Acho que assim, eu fui frontend muitos anos, vim dessa escola, para mim é surreal ver ele entregar frontend nesse nível de qualidade, né? eh, o próprio design, assim, tudo. Então, eu acho que assim, a gente tá realmente vivendo uma numa evolução muito grande. O que eu falo para as pessoas é: busquem sair da sua zona de conforto. Mesmo que você esteja muito bem posicionado nesse momento, revisite o tempo todo a sua posição.
Eh, foque muito no no soft skills e foque muito no conhecimento de base.
Isso não vai mudar.
Isso não vai mudar. Então para est atualizado é isso assim, soft skill, fundamento daquilo que você é especializado e tenta usar os seus conhecimentos diversos. Todo mundo é diverso, né? todo mundo coloca váos chapéus e para se posicionar bem e tá revisando isso o tempo todo. E para quem tá trabalhando numa empresa que tá muito forte com IA, aproveita essa oportunidade, usa bastante, não deixa o barco passar porque daqui a pouco vai ser premissa, já tem que chegar pronto e aí você vai ter que botar do seu bolso para aprender as ferramentas para chegar pronto pronto no mercado.
E assim, não tem muito o que falar para mim aqui.
A minha, acho que minhas considerações finais são: Aproveitem. a oportunidade que o mercado e a tecnologia tá dando pra gente agora.
Testa, experimenta e olha para fundamento. Para quem é de tecnologia, os fundamentos não vão mudar, não vão. E eles talvez fiquem cada vez mais importantes, nunca foram tão importantes.
Porque eu vou reforçar o que eu falei, o controle não fica mais na execução, o controle fica no contexto.
Uhum.
E quanto mais capacidade a gente tiver nesse lugar, melhor é. Mas tem que aproveitar a oportunidade, aquela ideia que você tinha, faz, constrói, joga fora, testa de novo.
Agora você tem maneiras para isso, né?
Como diz?
Muitas, mas é muitas. São muitas. Aquela ideia que você tinha que você fala: "Puts, eu vou ter que aprender uma linguagem nova, [ __ ] Vou ter que aprender uma linguagem, tem que contratar um front end." Cara, agora você só precisa do Max do Cloud.
Isso a gente vai ter um problema de de dinheiro do ponto de vista de token. Eu acredito que o ROY de longo prazo disso é alto. A gente tá agora no começo da escalada.
Eu vou deixar aqui o gancho para um outro episódio com vocês, mas eu acho que a gente tá no meio da estratégia do traficante. Esses caras são deixando a gente deixar ficar à vontade. Cor aí que vai falar que é viciante, cara. E aí, dopamina, gente, vocês já leram os artigos?
Dopamina, é dopamina total, cara. Daqui a pouco esses caras antropic, Google, PNI vai puxar a corda, meu amigo, esse token vai lá para cima e você vai depender disso. Falou, a OpenI falou, você viu?
Kit Hub já trocou a precificação. O o a Openi, o cara da Openi falou que o que o Antropic tá fazendo é o plano max que eles cobram, acho que 200, eles fizeram uma continha lá que na verdade eles estão entregando $.000 em token, então eles estão Então, mas o GitHub já trocou precificação.
Sim. É, então a estratégia do traficante. Ele vai te dando ali, ó.
Olha aqui, ó. Experimenta. Olha que delícia. Gostosinho, né?
O próximo vai ser mais caro.
Boa.
Rom podia ficar até terça-feira com esses caras, né? Cara, mas é muito assim eh eu acho que esse episódio tá sendo muito legal porque eh a gente trouxe dois cenários de empresas que de fato, cara, o diferente do que a gente tem visto na na maior parte dos casos, eh vocês estão usando, cara, eh eh hardcore, todo mundo usando, incentivando, cara, que é fantástico, porque novamente o que a gente vê é o inverso, cara.
Uhum. É restrição e eh bateção de cabeça. É o cara tá usando aqui o openeni aqui botando um dado super sensí porque ele precisa entregar um relatório e [ __ ] tá entregando aqui.
Uhum.
Eh, então, [ __ ] acho que tá sendo um um baita de um episódio porque, [ __ ] vocês estão falando, [ __ ] É, é isso.
Usando como e a gente sabe que isso é uma, é, é um item competitivo de mercado, assim, a gente poder fazer isso. A gente fala muito isso lá. Então cara, isso é fantástico, porque acho que para quem tá ouvindo esse, quem vai ouvir esse episódio, cara, [ __ ] uma baita aula legal para benchmark, entendeu?
[ __ ] de duas empresas e como é que tá usando na prática, como é que tá sendo a realidade, as dificuldades, [ __ ] como é que tá sendo os guardios e enfim, [ __ ] isso é ótimo, cara.
Isso é ouro, né? Obrigado meus amigos por trazerem convite toda essa qualidade de conteúdo aqui pros nossos ouvintes. Boa, obrigado.
Mega bem-vindos aqui todas vezes que vocês quiserem vir tomar um espumante safado e uma cerveja boa.
Minha cerveja tá top, pô.
Então, venho aqui que estarão sempre muito bem-vindos. Obrigado.
Você que acompanhou a gente até agora, muito obrigado pela companhia de vocês.
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Ou se você não quer colaborar mensalmente ou se você não quer ser e vítima das bigtecs, né, Ronc? Você pode fazer a sua contribuição direto no [email protected].
br, vai lá, manda o que o seu coração mandar e você não ganhar mal porque você é de tecnologia.
Então vai lá, faça uma contribuição PBT no CPILA. Pode deixar o seu Pix recorrente e ajudar a gente a manter essa estrutura para gerar sempre conteúdo de qualidade no mundo de tecnologia. Ron, obrigado novamente, meu amigo.
Obrigado a você. Obrigado, Ari e Ítalo.
Pô, foi sensacional o bate-papo.
Prazer, prazerzaço. Ítalo. Prazer, prazer.
Mega bem-vindos. Valeu,
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