IA Corporativa: O Roadmap para Governança e Soberania de Dados
Convidados
Romulo Barbosa
CEO @ Techrom
Danilo Barsotti
CTO @ Jumpad AI
Explore o episódio
A rápida ascensão da Inteligência Artificial (IA) tem revolucionado o cenário corporativo, mas trouxe consigo um desafio crucial: como implementar a IA Corporativa de forma segura e eficaz? Muitos líderes de TI enfrentam a pressão de colaboradores que já utilizam IAs pessoais, criando um ambiente de adoção desgovernada que ameaça a Governança de Dados e a Soberania de Dados da empresa. Este episódio mergulha fundo nessa problemática, explorando o “SaaS Apocalipse” e a crescente necessidade de soluções que permitam às organizações retomar o controle sobre seus ativos de informação em um mundo movido a IA. Neste debate imperdível, o host Wellington Cruz recebe Danilo Barsotti, CTO da Jumpad AI, e Romulo Barbosa, CEO da Techrom, para desvendar o roadmap essencial para a adoção de IA no ambiente empresarial. Danilo compartilha sua jornada empreendedora e como a Jumpad AI surge como uma plataforma self-hosted que oferece governança, segurança e privacidade para o uso de LLMs e outros modelos de IA. Discutimos a complexidade de gerenciar dezenas de ferramentas de IA não homologadas, a importância da maturidade de dados e como a Jumpad abstrai desafios técnicos como vector databases e RAG (Retrieval Augmented Generation). Abordamos a decisão estratégica entre “build vs. buy” em IA, o retorno das soluções on-premise (até mesmo mainframes!) e a mudança no mercado de trabalho, que agora valoriza o especialista em detrimento do generalista. Com a vasta experiência de Wellington, Romulo e Danilo no universo tech, esta conversa oferece insights valiosos sobre como traduzir a complexidade da IA para o público corporativo, focando em ROI, segurança e experiência do usuário. Não perca as lições de quem está na linha de frente da inovação, construindo o futuro da IA com uma visão clara de execução e propósito. Se você busca entender os próximos passos para a sua empresa na era da IA, este é o episódio definitivo. Deixe seu like, comente suas impressões e compartilhe este conteúdo para que mais profissionais possam navegar com segurança neste novo cenário. E se você valoriza o nosso trabalho, considere se tornar membro ou faça um Pix para o PPT Não Compila!
- IA: Onde o Usuário Final Lidera a Revolução Tecnológica
- Bem-vindos ao Futuro da IA Corporativa com Danilo Barsotti
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- A Revolução Silenciosa: Usuários Pressionam a Adoção de IA nas Empresas
- Klever: Liberdade Financeira no Mundo Cripto
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- O Retorno do Mainframe na Era da IA: Uma Sanfona Tecnológica
- A Jornada Empreendedora: Como a Paixão por IA Conectou Fundadores de Peso
- Desmistificando a IA para Executivos: A Escolha Estratégica 'Build vs. Buy'
- Empreendedorismo na Era da IA: Desafios e a Ascensão dos Especialistas
- Recados Finais e Agradecimentos: Apoie o PPT Não Compila
Toda hora que a Antropic ou Pennii lança eh algum módulo novo deles, alguma empresa despenca na Nasdaq. a gente tá vendo uma tecnologia que primeiro impactou o usuário final e não o corporativo.
Então o cara não tem a na empresa dele, mas o chat EPT no celular dele já virou dia a dia. Então a galera fez um movimento acertado de vamos focar no nosso core business e vamos contratar serviços que não são o nosso core business, né? Você enxergou um mercado que não existia.
Então isso é prova que, cara, o quanto vai abrir uma janela gigantesca de oportunidades novas, cara. Muito bem, muito bem, meus amigos do PPT não compil, estamos aqui para mais um episódio e hoje a gente vai mudar um pouco a pauta, viu, Ron? Vamos falar de um assunto diferente hoje. Vamos falar de a quase não tá falando, né, cara? O mercado falar de gente, poxa.
Ah, cara, não tem como fugir, né, cara?
Cada dia tem uma coisa nova, né, cara? É o que tá mudando o mundo, né, cara? É o que tá mudando o mercado, né?
Então, hoje a gente vai aprofundar aqui.
Estamos aqui com um cara, [ __ ] muito gente boa, que já teve aqui com a gente há um ano e meio, mais ou menos. Mais ou menos mais ou menos. O episódio bombou do cara, meio Danilo Barçote. Como é que você tá, cara?
[ __ ] tô bem, feliz demais de estar aqui com vocês. Eh, sempre um prazer estar aqui e falar um tema, né, que é IA, né, cara. todo mundo falando muito.
Eh, mas hoje a gente vai entrar aqui nos detalhes mesmo de como uma empresa na Enterprise tem que usar o negócio, né? a gente sai um pouco do do hype, né, vamos dizer assim, e entrar mesmo, bola no chão, colocar como que, né, as empresas estão adotando.
Uma coisa que a gente tem falado muito, né, Ron, que é sobre não só sobre a necessidade da IA, mas o roadmap aqui que as que as empresas têm de adoção sobre isso, né? A dificuldade de governança, como manter eh todos os guard rails que time, né, o time para manter isso, né? Então, a gente vai passar eh eh por esses pontos para falar da nova empreitada aqui do Danilo, né?
É, cara, e esse também é um ponto de curiosidade, porque a outra vez que ele veio aqui, ele tava numa outra jornada, né?
Isso, exatamente.
Então, a gente vai, vamos entender aqui esse momento da carreira dele, né? e falar um pouco sobre essa empreitada que ele tem agora, que tem muito a ver com os pontos que a gente discute aqui, como governar os modelos, como oferecer inteligência artificial corporativamente de forma segura, governada, com custo acessível. Então, hoje infraestrutura. Então você que tá no mundo Enterprise, que é gestor de tecnologia ou você é um entusiasta que tá ali eh precisando utilizar a inteligência artificial dentro do do teu dia a dia, acompanha que o episódio vai ser muito bom, né? E principalmente se você quer saber se você deveria ser um especialista ou um generalista, no final você vai saber, tá? Embasado, mas segura porque sua conta no final. No final, vamos falar muito sobre como o mercado está transformando aqui, né, Ron?
É isso, cara. Vai ser um um excelente bate-papo, como foi o primeiro, né? Mas acho que tem mais novidades aqui, então, promete, promete, é sempre muito bom, né?
Promete.
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Vou pagar a cerveja do Ron.
A cerveja não, mas pode ser o gel.
Pode ser o gel. Pagar o gel do Pode ser o gel. [email protected].
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É que eu não falo, mas isso aqui para mim é uma desculpa para conhecer gente legal e tomar cerveja.
É isso aí.
É isso aí.
Vamos lá que o episódio tá muito bom.
Bora.
Rom, eu vou fazer um um gancho aqui com um episódio que a gente teve muito bem comentado aqui pelo pelo público do PPT.
Foi um episódio que a gente conversou com o Rafa Turk da UV, que repatriou a cloud dele por questões de latência, pro Pix, etc. Vou até, deixa eu ver onde é.
Aqui na careca do Rom, não sei, não, acho que é aqui na minha careca. Vou deixar o card aqui pro pessoal conhecer o episódio.
E e nesse episódio a gente falou muito sobre eh ter uma infraestrutura selfosted e questões de latência e investimento em a isso, né? E aí hoje aqui com a com a presença com a presença do Danilo, a gente vai poder falar um pouco disso porque é um cara que tá com um produto muito interessante nessa linha. Eh, a gente sabe o quanto tá crescendo o uso de a e muitas vezes de forma desgovernada, o que é um principalmente um risco de segurança, né?
Sim. Sim. E sem contar essa esse momento que a gente também eh sempre escuta de cliente, de amigos, de parceiro, enfim, esse essa questão do investimento, né, de infraestrutura, né? Então, e o Danilo pode falar um pouquinho mais a visão dele em relação a esse momento do produto, enfim, e não só de investimento, mas das vantagens que você tem, né? Porque eh a gente sabe que existem planos dos LLMs, etc., que são eh corporativos, etc., mas precisa de uma camada de governança para que você tenha segurança, etc. Então, fala um pouquinho de de como vocês estão propondo esse uso, Danilo.
Bom, é, cara, assim, é interessante, né?
A gente tá falando da volta do self hosted, né? O Saspocalipse que a gente tá vendo aí que tá rolando no mercado.
Muito bom. Vou anotar esse termo. É, é um mercado que o pessoal tá falando muito, porque você vê toda hora que a Antropic ou Pennai lança eh algum módulo novo deles, alguma empresa despenca na Nasdaq. Eh, então são empresas que, cara, eram intocáveis até do ano, um ano atrás, eram intocáveis. Então você pega empresas gigantescas aí que eram intocáveis, era tipo quase que uma renda fixa, olhando pela perspectiva do americano que investe em capital aberto, né, na bolsa lá nos Estados Unidos.
Com juros brachíssimos. É muito comum isso.
É assim, é muito comum. E era empresa que assim era impossível desvalorizar porque os caras eles tinham de, né, o mercado ali, o controle do mercado todo, né? E agora a gente falando que o jogo mudou, né, a IA, como a IA tá movendo, né, esse tabuleiro, as peças desse tabuleiro, é um negócio muito interessante, né? Então, o que o Turk, né, falou para você aí na na última na no último nessa conversa, né, que que vocês tiveram, é uma realidade que tá acontecendo no movimento global mesmo, né? Então são alguns movimentos que estão acontecendo muito por resultado da potência do que a IAT tá se transformando no mercado global, né?
Então o primeiro movimento que a gente vê é a preocupação da soberania, né?
Então assim, IA ela não é mais um ativo opcional, né? Ela não é, ela é uma ferramenta estratégica para qualquer empresa. Então, desde a empresa pequena até a empresa gigantesca, se ela não tiver uma estratégia muito clara de adoção, de uso, né, de na prática mensurável e etc, a empresa tá fadada a derrota. E é por isso que vem o sas apocalipse, né?
Porque essas empresas tradicionais que geravam, continuam gerando, obviamente, né? Porque eles têm ainda a vantagem do market share do lado deles, né? Mas pega essas empresas que estavam no no conforto de dominar o mercado, de ter um market share gigante. Cara, isso não tem mais, assim, não existe mais isso hoje em dia, justamente porque a IA tá mexendo nessas peças, né? O tabuleiro mudou, né? E aí, cara, você olha assim, eh, você vê a empresa que ainda não adotou, ela já tá perdendo espaço, né? E as empresas que estão já adotando, né, já estão em fase de adoção, elas estão muito preocupadas com a soberania, que vai muito nessa linha do a gente tem que parar de usar SAS e parar e passar a pensar em como que eu, dono, né, da informação, eu evito ou de alguma forma governo, controlo se eu tô treinando o modelo de alguém, né, ou ou eu quero correr esse risco. E como também eu tenho liberdade de usar qual modelo faz sentido para mim naquele momento e naquele contexto, tá? Então eu acho que esse é o primeiro movimento que tá acontecendo e vai muito na linha do que foi discutido aí com o pessoal da UV, né, de cara, eles têm um data center próprio deles, muito por conta de latência, comunicação com o Pix e tal.
Eu conheço CAS, inclusive um abraço aí pro Turk e prosbéios. Mas eh, então esse é o primeiro movimento. Segundo movimento que eu acho que foi o o Ron, né, que falou, tá acontecendo uma uma adoção desgovernada da IA, tá? E aí essa essa eh esse ponto ele é ele é o que acaba acontecendo e ele fica cada vez mais evidente é que assim existe uma força que está tá sendo eh colocada no no nas empresas ali para adotarem IA. Só que não vem uma força junto de como a gente deve adotar IA, né? Então, a Jumad, né, a minha empresa, depois eu vou explicar um pouco, mas a Jumpad resolve também isso. Então, a gente resolve tanto sendo uma solução self hosted, que a gente entrega um ambiente governado, seguro, foco enterprising, né? Então, como, né, os fundadores vêm do mundo enterprise, né?
Depois eu também vou falar um pouco sobre a gente, mas sobre os fundadores, né, no caso, mas muito foco em Enterprise, é governança, como que eu consigo adotar IA gerando ROI, claro, né? Então, pô, como que eu consigo atrelar segurança? privacidade, como que eu consigo controlar, né? Pô, eh, essa informação é muito confidencial. Não deveria mandar, mesmo que eu tenho um contrato com a Antropic e com a Open AI ou alguma dessas, um contrato que, eh, olhando da perspectiva contratual me protege sobre aqueles dados, é, mas é só é só uma promessa.
É exatamente assim, você não tem como garantir que de fato aqui não tá, é, existe um contrato, obviamente, tá baseado ali em termos, né, jurídicos, né, enfim. Então você tem ali uma segurança legal, mas cara, né? Vai saber. Então cara, quando é informação muito confidencial, o que a gente tá vendo, né? A gente já tá tratando esse tipo de coisa também, a gente já tem casos com clientes, esses clientes compram parque de EPUs e eles rodam modelos lá dentro. Então, e aí modelo pode ser Gema, né? O Gema 3, o Lama, enfim, o Kyw. Então pode ser n modelos ali da a escolha do cliente. E aí ele consegue rotear, obviamente usando a plataforma Jumad, ele consegue rotear a informação de acordo com a criticidade, de acordo com a confidencialidade, sensibilidade da informação. Então isso também é um ponto importante que inclusive volta lá o tema, preocupação do pessoal da UV e tudo mais, né, que tá trafegando dado, tem toda uma ligação ali com o Banco Central, é latência, enfim. Então a gente volta para esse mundo de self hosted, é onde SAS e tá passando por um momento super turbulento, assim, então tá passando por vários desafios que nunca enfrentaram antes. E aí você tem o terceiro e o último ponto, tem vários outros, tá? Mas eu vou parar nesse, que é as empresas elas perceberam que o maior ativo delas agora não é mais o código.
Código não é mais gargalo, né?
Não é mais o gargalo. Inclusive, por incrível que pareça, olha que mundo chegamos agora. Agora o gargalo é o produto.
Pois é, a mesa virou.
O produto agora é o gargalo. Porque e por que o produto agora é o gargalo? É um mercado que tá tão acelerado que se o seu time de produto não conseguir usar IA para evoluir o seu produto, você vai ser engolido pelo mercado. Porque tem alguém que está fazendo isso nesse exato momento, construindo a próxima Sales Force, a próxima SAP, a próxima Google e Netflix e por aí vai. justamente porque você não tem mais esse ativo, o valor real, óbvio, né? Não tô falando que código perdeu o valor, não é isso que eu quero dizer pelo commodity, né?
É, ele comoditizou.
Tudo bem que ainda você precisa ter um conhecimento técnico, então não adianta você pegar uma pessoa que é não, ele não vai acontecer sozinho, né?
Mas a gente pode dizer que uma sprint de 15 dias virou um sprint de 15 minutos, 15 horas no máximo, né? Porque você tem uma, tendo uma capacidade de de gestão, de revisão, de decisões arquiteturais corretas, etc., você tem uma capacidade de geração de código muito rápido, né?
Claro, você pode produzir porcaria muito rápido ou você pode ter alguém produzindo código muito bom, muito rápido. É, é só uma questão de como você utiliza, mas o processo tá muito mais eficiente, né? Exatamente. Então assim, eu acho que esses três pilares mudaram muito a regra do jogo. E aí voltando, né, pro que é a plataforma, né, pro o que é a jumpad, eh quando você para para pensar que se o seu dado não tá financiando a sua empresa, o seu dado tá financiando o treinamento de algum modelo, de alguma gigante do mercado, tá? Isso é um fato.
Assim, se os seus dados não estiverem suportando a tua infraestrutura, a tua empresa, infraestrutura que eu digo, não é só a TEC, né, de tecnologia, infraestrutura mesmo, pô, tomar de decisão do se level, dos gerentes, dos técnicos, enfim, se o seu dado não tá financiando a sua empresa, você tá financiando a empresa de alguém.
Se você não tá usando seu dado, alguém vai usar, alguém alguém está usando, tá? De alguma forma, até o uso está acontecendo de alguma forma. Aí pode ser que o uso seja ele qual for e você conta com a sorte.
Então aí a gente volta pro ponto de que uma plataforma self hosted onde você tem, né, o um todas as as capacidades para trabalhar em uma arquitetura de IA disponíveis para você, né, o que a gente chama de one stop layer, né? Então, a gente é um one stop layer, enterprise one stop layer. Então, a gente tem todas as as ferramentas, né, os módulos necessários para você construir qualquer coisa em cima de IA e o teu maior ativo, que é o dado fica autoconto na tua infraestrutura. [ __ ] isso é Mozard, né? Porque assim, você tira todo o peso, primeiro, preocupação do teu time de segurança com é o sonho de todo siso.
Exatamente. Você dá o controle e cálculo do Roy. É o sonho de todo sef.
você entrega ferramenta de eh consumo de dado, né, de conversa, você consegue finalmente conversar com o seu dado, que é o sonho de qualquer CEO. E tem um fato aqui que é o seguinte, galera. Hoje em dia ninguém quer parecer um idiota numa conversa com outra pessoa, porque hoje em dia a IA tornou todos muito inteligentes, né? Então, só que quando você não tem uma plataforma disponível, uma plataforma como a Jumad disponível na tua empresa nesses moldes, eh, como o dado é da sua empresa ainda, você não consegue entrar numa reunião, pô, eu entrar numa reunião com o CFO, eu quero me preparar antes, mesmo eu sendo, sei lá, o CEO da empresa, o CTO da empresa, eu quero me preparar para pelo menos ter uma conversa inteligente com o cara, para eu saber o que tá acontecendo na empresa. Enfim, aí tem uma conversa aí, obviamente o cara tem a especialidade dele, mas aí é uma conversa de troca e não de aula, né?
Então assim, hoje em dia ninguém quer parecer um idiota na frente do outro, todo mundo quer ter os dados e a plataforma disponibiliza isso. Então é um sonho para várias cabecinhas dentro da empresa, né? Para vários chapéus dentro da empresa, né? Então é o sonho pro CFO porque consegue controlar controlar não, né? Controlar os custos ou investimento, né? em Ia consegue calcular ROI é o do CEO porque ele tem acesso a todas as informações da empresa em tempo real.
A gente não depende mais de um, a gente tava até falando, né, no caminho aqui de dating gestion, né, que é um negócio que assim, hoje em dia você não tem mais necessidade disso, né, não como tinha antes, óbvio que ainda existe mercado, óbvio que existe, sempre vai existir a tecnologia, mas assim, de fato, para você liberar informação, acesso a tudo que tá acontecendo na empresa para as pessoas, você não precisa ter um um dating gestion gigantesco lá, super estruturado, né? Então eu acho que esse é o grande a grande mudança, assim, é onde a gente se posiciona, sabe? Eu queria que você comentasse, Danilo, um fator. Acho que o Ron concorda comigo tendo essa vivência mais próxima de mercado.
A gente vive um momento muito particular em relação a IA, porque eu acho que o fluxo da pressão da adoção, ela ela mudou de lado. Geralmente as pessoas têm contato com a tecnologia através do trabalho, através da mídia, elas eh elas são influenciadas pela corporação geralmente, né? A gente ouvia a pessoa falar: "Pô, olha que legal o sistema que eu tenho na empresa lá, pô, eu faço isso desse jeito na empresa". Pela primeira vez, a gente tá vendo uma tecnologia que primeiro impactou o usuário final e não o corporativo.
Então, o cara não tem a na empresa dele, mas o chattou dia a dia, cara.
Sim.
E o corporativo não tá preparado para governar isso, né? E e se você CIO City ou SISO acha que bloquear o site, etc., o cara vai dar um jeito de usar porque ele já incorporou na vida dele. E se você não tem um um substituto, uma forma de utilizar inteligência artificial corporativamente na vida dele, ele esse cara vai dar um jeito.
Não. E e pior, eu diria, Wellington, e o que tá o que tem acontecido é que as tem as ferramentas paralelas, né, ou periféricas tão entregando EAI, né, então uma qualquer ferramenta paralela tá entregando e o cara e o usuário tá usando ali, tá entregando informação super sensível para essas reais, sem orientação, sem regra, governança, segurança, controle controle Tá, tá muito delicado esse essa relação.
E, e é uma relação que se inverteu, porque agora o usuário ele, ele põe pressão na empresa para utilizar uma coisa que já é do dia a dia dele. Cara, o cara tá acostumado a usar o chat PT, ele vai mandar um e-mail pessoal dele, ele usa e aí ele não vai usar na empresa, ele vai dar um jeito, ele vai usar o da Sana, ele vai usar o do E teu dado corporativo vai embora, né?
Quero falar com você agora que ainda não conhece a Clever. Clever é uma empresa que já tem mais de 3 milhões de usuários em 30 países com 30 idiomas diferentes, que tem trazido soluções em blockchain, criptomoedas e ativos digitais. O objetivo da Clever é te dar liberdade financeira para operar esse mercado de cripto. Então, se você acredita nisso, se você acredita nessa liberdade, você já pensa como a Clever, vai conhecer os caras, é clever.O. estão contratando também pessoal para trabalhar com cripto, com blockchain. Então, se você tem interesse, se você tem conhecimento nessa área, procura a Clever. Se você gosta de criptomoedas, se você opera no mercado, você precisa conhecer a Clever, precisa conhecer as soluções da Clever.
Então, o endereço tá aqui embaixo no vídeo. Para quem não tá no YouTube, é clever. Vai lá, vai conhecer que realmente é um mercado sensacional.
Cara, isso é muito doido porque assim, é o que é exatamente o que você falou, pela primeira vez a gente vê isso é uma mudança pra humanidade, assim, é uma mudança estrutural de humanidade.
Inclusive, foi um desses, por esse ponto especificamente que eu decidi voltar a empreender, que depois a gente pode falar sobre isso. Mas assim, nem a revolução da DTCOM que rolou lá, acho que foi 95, 92 ou alguma coisa assim, não foi do jeito que tá sendo agora. Não foi justamente porque primeiro a tecnologia ela era ela era muito restrita a grandes corporações, porque você precisava ter muito dinheiro. Eh, e até nos Estados Unidos era uma realidade de muito dinheiro até pro americano, tá?
Comprar um contador era meu uma vitória pro cara. Imagina aqui no Brasil, então era um mercado restrito. Quem tinha acesso isso era normalmente pessoas de técnicas, né? Então a galera que tinha lá perfil técnico e tudo mais. E aí aconteceu aquela cauda de adoção e já foi uma revolução absurda, né, assim, foi mudou como, né, a humanidade eh funciona, né, como as pessoas se relacionam e por aí vai. A segunda foi a chegada dos smartphones, né, então foi a segunda revolução. Aí já foi muito mais acelerado porque era um equipamento muito mais barato, muito mais acessível para uma pessoa entre várias aspas normais, né? Quando eu falo normal aqui é que a gente é nerge, né? É, os anormais somos nós, tá?
É que fique claro isso.
É que fique claro isso. Os estranhos somos nós, né?
Quando ele fala pessoas normais, são pessoas que não são como a gente e provavelmente não é como você que está ouvindo esse episódio.
Exatamente. Então assim, aí já aconteceu uma adoção em massa e mudou a forma de como a humanidade ela funciona, se comunica, né? Se relaciona.
E cara, a Iá para mim é a mais poderosa de todas, sabe? É a mais poderosa de todas. Porque assim, primeiro ela bebe do resultado dessas duas revoluções grandes que aconteceram, da dotcom e depois de smartphone. Então, ela tá eh em cima dessas duas. A tecnologia, ela já tá na mão de qualquer um, só que criaram um jeito de usar a tecnologia que é revolucionário, entendeu? E isso daí para mim vai ser a maior mudança que a, pelo menos a nossa geração vai passar assim. E eu acho que é uma janela assim que é impressionante a gente tá vivendo isso. Eu tenho um puto orgulho assim de parar para pensar quando eu comecei e vocês compartilham também da, né, da velícia aqui. Mas cara, quando a gente começou a trabalhar, eu até falei isso no outro episódio, cara, a gente era odiado assim nas empresas e agora, bicho, a gente chega superstar com IAV, [ __ ] [ __ ] que vocês estão, né, construindo e tal.
Então, cara, isso é uma é uma mega revolução. Isso vai mudar realmente como as pessoas mudam. como as pessoas funcionam no dia a dia e corporação, então nem se fala, cara, assim, nem se fala. E cada vez mais os dados da sua empresa são importantes para que a sua empresa se mantenha no mercado cada vez mais, tá? Justamente por causa disso, assim, código não é mais um ativo, o principal ativo.
Produto tem que ganhar uma agilidade absurda. O que que essas duas coisas não, se ela não tiver, ela não funciona?
é o dado e o dado tá na tua empresa. Aí se você tem um um ambiente self hosted que você tem segurança e tudo mais, esse negócio todo funciona tranquilo. Não é comodity, porque é algo só da tua empresa, é específico do teu negócio, né, da tu da tua característica, enfim.
Então, eh, é de fato onde tá o grande valor. O que a gente tem visto e, [ __ ] a gente tem discutido aqui em diversos episódios, é que ainda eh pouquíssimas empresas a eh têm essa essa consciência do dado real, da qualidade, né, de usar de forma coerente. E aí tá sendo tá sendo atropelada essa questão porque como você já comentou o Wellington também tá vindo ou tá vindo pelo usuário final cara eu preciso usar EI ou tá vindo top down cara meu concorrente tá usando, preciso usar top down e bota um up o negócio assim bizarro então o o cara que tá no meio ali, o coitado do gerente TI é que não sabe o que fazer porque o usuário tá pedindo e o chefe tá mandando e aí o cara não sabe exatamente como resolver essa questão com segurança, né?
É. Não, e assim, final do ano passado, o Google soltou um relatório, a média de ferramentas diferentes, a média de ferramentas que a empresa atendia dentro da empresa, ou seja, os funcionários estão usando, mas não são homologadas, não é algo oficial.
Na média são 65 ferramentas diferentes que tem IA, sabe? Então é o caso, o exemplo que você deu, eh, é o exemplo que você encontra em ferramentas e nem é empresa de grande porte, não, tá? É small para medium. Eh, são empresas de pequeno e médio porte Estados Unidos, né, americanas, 65 ferramentas diferentes. Então, imagina, tem uma uma força top down que vem, né, eh, board, conselho, se level e etc, só que tem uma força que é incontrolável, que é essa bottom app, que entra 65 ferramentas que a galera tá usando lá e bicho, ninguém sabe para onde tá indo, no que tá acontecendo, entendeu? E tá sendo usado. Tá sendo usado. E aí, qual é a decisão do cara que tá ali, né, o cara de segurança ou do se levo que tem uma preocupação, né? A primeira decisão que o cara tem que tomar para estancar, bloqueia tudo, não tem. Só que aí vem a pressão contrária do tipo, pô, mas você tá perdendo a oportunidade de ganhar eficiência, de lançar novos produtos, tá perdendo um monte de oportunidade. E aí entra essa discussão que, cara, é difícil encontrar um meio termo se você não tem algo para gerenciar tudo isso, entendeu?
E é muito difícil de conter, né? É, eu vi essa semana tem subreddit dentro do Reddit de cara ensinando como fazer para tirar o dado de dentro da empresa de forma oculta pro cara poder usar IA no celular dele e levar de volta pra empresa.
Cara, olha o perigo isso, bicho.
Pois é. Não, e o cara fala: "Pô, ó, usa esse daqui, porque aí você eh joga o texto para cá e aí você sincroniza com o seu celular, joga no chat apt, põe de volta e aí volta pra máquina. Tudo tipo os caras e os caras falam abertamente, cara, eu preciso fazer isso daqui e aqui na empresa o chat PT, o Gemini é bloqueado.
Uhum. É, o cara dá um jeito, cara, e pensa num bicho e criativo. É o usuário final, bicho. Esse cara vai dar um jeito.
E cara, às vezes o cara nem faz por mal.
É isso que é maluco. Às vezes ele não sabe. Só que é tão legal. E ai é por isso que é meu, é a maior revolução que a gente vai passar assim, que tecnologia empurra pra humanidade, sem dúvida nenhuma. É, porque assim, é um negócio muito legal. O cara às vezes não faz por mal. Óbvio que tem um cara que faz com segundas intenções, então ele tem interesse de vazar mesmo, de comprometer alguma coisa. Mas cara, 90, chutar um percentual aqui, né? 90% não é só que é um negócio tão legal que o cara quer mostrar porque o cara realmente acredita naquil vezes o cara quer se destacar, sabe que o resultado do que ele vai ter usando aá é é o chefe vai gostar mais. O cara ele tá usando com boa intenção, só que ele não tem a condição de de discernir às vezes do do quão mal ele tá fazendo pra empresa com aquilo, né?
Ah, pois é. Não. E assim, ó, você sabe qual maior maior vetor de vazamento nesse ecossistema de IA? É o MCP.
Uhum.
Tá certo? Por quê?
Porque repara, quando Antropic lançou o protocolo, ela foi genial, olhando da perspectiva de disponibilizar ferramentas e etc para uma LLM, né, pro modelo fazer escolha.
E aí eles foram geniais, a segunda, né, mais uma vez geniais, porque eles abriram o protocolo para que todos usem e o e o mercado adotou isso massivo, até porque a necessidade era super latente e ainda é, tá?
E e era a opção mais viável que tinha, né?
É, e ainda é super latente. Só que o que que acontece? Não tem nenhum mecanismo de segurança. Olhando pela perspectiva de protocolo do MCP, não existe nenhum mecanismo de segurança, tipo, sei lá, duplo fator de autenticação.
Eu consegui eh, sei lá, tunelar via proxy o que tá passando pelo, né, depois que eu entrei no MCP. Enfim, não tem isso, cara.
Não, nem algo parecido como ALF que você consiga identificar quem tá usando, não tem.
É só de máquina para máquina.
Exatamente. E aí que tá de novo, né?
Quando você tem uma plataforma que governa tudo para você, você consegue governar inclusive os MCPs, né? Então, inclusive você consegue, tipo, definir, cara, que usuários podem acessar ou que grupos de usuários podem acessar esse MCP, quais MCPs a empresa pode usar, eh, por, né, e aí definir o quando esses MCPs devem ser usados, enfim. Então é isso.
De novo, a gente volta pro self hosted porque você tem um um one un stop layer que você consegue matar ou pelo menos, né, matar não, mas você mitiga todos os riscos que você tem usar, por exemplo, o MCP que você tem disponibilizar qualquer modelo de qualquer lugar, né, porque você tá fazendo chamada VAPI, você não sabe para onde aquele negócio tá indo.
Então, a gente volta mais ou menos na época antes, sabe, do SAS, né, cara? Eu eu sou da época, pô. Não tinha SAS, né?
Vocês também, cara. A gente tinha que construir tudas, cara. É, exatamente.
Você subiu uma máquina muito rápido, mas era ass.
Exatamente. Então, assim, a gente meio que tá voltando justamente porque o ativo, o maior ativo de todas as empresas voltou a ser o que você acumulou de dado ao longo do tempo, né?
O que você acumulou de dado de experiência de execução, né? Então, processos, seja lá o que for, e a capacidade humana que tá dentro da tua empresa, né, que são as pessoas que estão ali há bastante tempo, que conhecem todo o processo. Cara, isso voltou a ter um valor absurdo. Então, é muito doido isso, né? Porque de novo a gente tá agora a gente vai acelerar empresas num nível absurdo, vão parecer novos produtos, só que também aparecem outros desafios, né, que podem virar outros problemas, né, que antes não existiam. E é esse o cenário atual, né?
Então, eh, como que vai ser, né? Qual é o próximo passo, como que esse negócio vai virar? É muito louco isso.
E eu queria queria que você comentasse um ponto que a gente sempre toca aqui no no PPT, né, Ron, que é sobre o o problema da maturidade de dados dentro das empresas, né?
Porque veja, eh, o que você o que você colocou, ele faz muito sentido quando a gente fala que o meu maior ativo agora passa a ser o dado, porque todo o entorno ele passa a ser commodity e a IA vai me dar uma performance muito maior.
Mas como Ron falou, a gente tem muitas empresas hoje que tm problemas para fazer a gestão, governança e e manipulação de dado no nível mais básico do nosso processo de de de data mais simplório que a gente tem, de ingerir o dado correto, de gerir metadados, etc. e ter um BI eficiente, ter um analytics eficiente.
Como que você vê esse tipo de corporação que é a maioria, tomando vantagem, por exemplo, de uma plataforma como a de vocês, da Jumpet, que que vai poder utilizar esse dado com segurança lá dentro, mas o cara ainda não fez nem a lição de casa, sabe? O cara ele ainda não faz nem e aí descendo um pouco mais no técnico para quem tá nos ouvindo entender, às vezes o time de engenharia de dados, o cara mal ingere isso ainda para um banco de dados colunar, etc. Como é que você vai falar para ele de transformar isso num embeding, por exemplo, para virar uma busca vetorial pro cara poder criar uma Hague eficiente ou criar um agente, sabe? Eh, porque, [ __ ] se o cara não tem um leake ainda estruturado, não tem metadado do que significa cada dado?
Como é que o cara vai fazer uns embedings, por exemplo, para poder utilizar isso dentro de uma plataforma?
É, eu acho que essa é a magia da jumpad, porque primeiro que você não tem que se preocupar com embeding, vector database ou coisas do tipo, né? O que que a gente faz, né, na prática? A gente é uma plataforma ótima pra gente se comunicar com qualquer sistema, seja ele qual for. E esse sistema pode ser um banco, ele pode estar estruturado ou não estruturado, pode ser um sistema, pode ser alta plataforma, baixa plataforma, para você que não sabe o que é alta e baixa plataforma, alta mainframe, coball, essas coisas, baixa plataforma, Java, Node, por aí vai, né? Isso também é coisa de velho, né? Normalmente a galera não, faz um tempo que eu não ouvi o termo, inclusive.
É, mas assim, e essa que é a grande sacada da Jumped, né? Então, a gente tira o esforço, né? necessidade de conhecimento técnico de como eu vou montar um hag, por exemplo, que é uma parada extremamente complexa, tá? Eu sei porque o módulo de hag especificamente fui eu que programei lá dentro da Jumpad. Então, é um negócio mega complexo assim que envolve você conhecer cara e algoritmo mesmo, sabe? Você voltará n suas aulinhas de ciências da computação, você aprendeu, finalmente você usou aquela [ __ ] na sua vida, sabe? É, pois é. Você fala: "Porra, não, realmente agora faz sentido isso daqui".
Depois, depois de 25 anos, né? Fez todo sentido isso, né?
Mas assim, a gente, a sacada é essa, entendeu? O que que a gente faz na prática, né? Eu eu gosto de falar que assim, a gente é muito bom e consegui conversar com qualquer coisa justamente porque a gente descobriu uma forma, a gente montou uma tecnologia que, né, e é propriedade nossa, que essa tecnologia consegue interpretar o dado onde ele está. Então, e a partir do ponto que a gente consegue interpretar aquilo, a gente só traz o que precisa precisa vir pra plataforma e o restante continua lá na origem, né?
Então, seja ele o sistema ou o banco de dados, seja o que for, fica lá. Então, imagina que a gente é meio que um índice eh com esteroides assim, né? Então, a gente é um índice anabólico, vamos dizer assim, com anabolizantes.
Eh, e a gente faz isso muito bem. Então, assim, respondendo a sua pergunta, eu acho que a LLM, na real, é meio contrainttuitivo que eu vou falar, cara, mas eu acho que eh modelos, né, inteligência artificial generativa, ela diminui um pouco a necessidade de você ter o estado da arte de estrutura de dados. Ela tira um pouco a necessidade de você ter um um dat um dating gestion, sabe assim, estado da arte absurda assim de estrutura e por aí vai. Justamente porque, né, e aí falando de novo da Jumpad, justamente porque a gente aprendeu a fazer isso, porque a gente construiu uma tecnologia que consegue fazer isso e ela possibilita isso, né? E aí o papo, isso é muito doido, isso é muito maluco, porque aí a galera de dados, o que que a galera vai começar a fazer, né? a galera vai começar a ver quais dados que eles sempre eles sempre gostariam de pegar, de, né, de montar cubo, enfim, fazer ali o que eles sempre desejar, mas eles nunca tiveram tempo.
Agora a plataforma vai disponibilizar isso justamente porque tira a necessidade deles terem que gerar toda hora as coisas, né? Então, porque era isso, né? Pô, vocês sabem, né? Então, o cara, principalmente o Ron, sabe disso, né? Tipo, alguém pede um gerente ou se leva ou seja lá quem for, pede alguma informação, aí vem o desdobramento, cascata, né? Isso cai pro gerente, aí cai pro dev, não sei que lá, cai pro cara de dados. O cara de dados lá bate no banco e e o cara ou passa pro estagiário.
É, aí, pô, monta, monta o relatório, aí volta, né? Aí vai, vai voltando, aí vai de novo pro cara que pediu, vai pro cara, aí chega na origem do pedido, né?
Então não tem mais a necessidade disso acontecer, justamente porque a gente tem uma tecnologia que consegue, cara, fazer, sabe, a maior parte dos casos de uso, porque responde o que o usuário está pedindo com base nos dados da sua empresa, né? E daí volta ali no ponto de que hoje em dia ninguém quer parecer um idiota numa conversa, né? Então é por isso a gente consegue entregar a informação estruturada, vinda, seja lá da onde for, né? origem dela, a gente entrega isso na plataforma de forma estruturada pro usuário e aí a gente habilita essa galera de dados, né?
A galera que tá nesse trabalho hoje em dia que é muito braçal, é muito cerebral, mas braçal também, que tem que ir lá, monta o relatório, puxa o dado daqui, dali, por aí vai, livra essa galera para realmente trabalhar em coisa que gera valor de fato, né? e não ficar gerando relatório, porque o cara tem que fazer uma reunião, seja lá o que for, isso continua obviamente sendo importante porque empresas são feitas de conversas, de alinhamentos, né, e etc.
Mas você tira o cara que antes gerava essa informação de ter que gerar, porque a plataforma consegue fazer isso de forma automática, né? Então acho que é isso, assim, sabe? É, a gente não tem mais essa necessidade de ter o estado da, sabe, de ingestão e por aí vai. Ô, Danilo, eh, como é que o mercado ou as empresas eh têm reagido? Porque eh [ __ ] vocês eh vocês abstraem uma série de complexidade eh no num ambiente como esse de Ei, onde principalmente eh você dá a possibilidade do cliente colocar isso dentro do ambiente dele e não deixar na nuvem. Eh, isso sem plataforma isso tornaria muito complexo e você tira essa complexidade, pô, de uma forma muito interessante. E como é que tem sido a a receptividade dos clientes em relação a isso? Eh, você sente que quando o cliente tá mais maduro para adoção da EAI, eh, automaticamente a plataforma, [ __ ] carin chega volando na plataforma daquele que ainda não tá tão maduro, ainda tem a complexidade de entender como e usa? Como é que você tem?
Cara, assim, ó, a maior alegria é no mercado regulado, né? Galera do mercado regulado, banco, telco, saúde, por aí vai, né? Porque, cara, você chega, porque assim, quando você vai lá na lista, né, o que que a empresa, né, a solução, o produto tem que ter, né, quando a maior parte das linhas a gente fala, cara, segue a política da empresa, segue os requisitos de segurança da empresa, tá? Por quê? Porque é selfie hosted. Então assim, se você confia na sua infraestrutura, né, se o a empresa ali que a gente tá trabalhando confiar na infraestrutura dela, ela automaticamente ela pode confiar na plataforma, na jumpad, porque tá rodando na infraestrutura. Então assim, mercado regulado, cara, adora a gente assim, né?
Principalmente compliance, segurança, governança. Achei que a quaristinha do compliance toda checada já. É, exatamente. E, e assim, isso é muito legal porque, pô, você vende mercado regulado, eu trabalhei em mercado regulado a vida inteira, acho que o Ron também, né, Ron, ou pelo menos seus clientes são de mercado regulado, né, regular, cara, você sabe como é difícil contratar uma um fornecedor, uma solução, né?
Justamente porque se der qualquer problema, é a empresa que vai arcar com todos os os o o ônibus, né, cara. E ainda mais nesse momento que vira e mexe você escuta histórias de hack daqui, vazamento de lá.
É, exatamente. Então assim, é mercado regulado, eles eles adotam muito e é rápido assim porque justamente porque tem toda essa necessidade de adoção de IA é um um assunto estratégico que está na pauta de 100% do se level dos tomadores de decisão e por aí vai, tá?
Então, se o cara não pegar um acelerador para poder fazer isso, ele perde o timing, ele perde o timing, ele assim, ele ele é engolido pelo mercado, porque ele por ser muito regulado, ele teria que fazer isso de uma forma muito artesanal, né, para poder atender os requisitos dele. Então ele não pode pegar carona num SAS aí ou comprar um chat GPT corporativo pro cara e ou sei lá, botar um copilot Microsoft pro tá todo mundo no Office.
É, e aí o cara realmente ele ele precisa ter um acelerador que atenda o os requisitos de de regulação dele, né, para ele para que ele não tenha que fazer todo esse esforço e overhead que ele vai ter para criar uma gestão dessa que requer o mercado regulado do zero, né, com mais pessoas, com com overhead de de de operação que ficaria muito grande, né?
É. E assim, tem uma outra característica também, eh, que isso daí é uma preocupação, nem precisa ser empresa de mercado regulado. Todas as empresas, tá, que a gente tem conversado, eles têm uma preocupação bem grande de quanto de lock in eles vão ter com as bigs, né? Então, Microsoft, Google e por aí vai.
E quem nos preocupa com isso tá errado, tá errado, tá muito errado, né? E aí, obviamente, empresa grande, né, eles sacam isso muito rápido. Empresa pequena demora um pouco para saber onde tá se amarrando para entender, mas depois que entende também fica preocupado. E a gente atende, cara, nichos diversos, né, desde empresas gigantescas até empresas middle, né, e todos eles têm essa preocupação, uns mais, outros menos, mas de fato assim, as empresas grandes têm muito preocupado enquanto elas vão locar, né, ter o lock in com as grandes os grandes big corps, né? E aí quando você traz para uma plataforma como a nossa, a gente endereça isso muito bem, né? Porque você tem acesso virtualmente a qualquer modelo, né? Você pode bater o modelo que tá no hug rodando na tua infraestrutura em parque de EPU que você eventualmente colocou lá para rodar, rodando, usando o modelo open source e por aí vai. Você pode também bater num closed source, tipo openi antropic.
Você pode ser você pode ser um proxy para um SAS de LLM, por exemplo.
Pode, você pode ser isso aí. você traz a camada de governança e você faz a chamada externa, mas você tem um filtro todo anterior do que se o cara tivesse usando puro na porta.
Porque porque assim, ó, eh, imagina, cara, essas empresas que estão adotando IA agora, né, e tão em tão, cara, estão a todo vapor fazendo isso. Imagina se uma Big Corp muda, uma Big Tech muda alguma cláusula que agora eles falam assim, ó, a partir de mês que vem eu vou começar a usar os dados para treinar o modelo.
Eh, e aí é, às vezes o cara nem vê, porque ele vai clicar lá, atualizamos nossos termos e serviços para continuar a usar aqui.
clica no no OK.
Às vezes o cara nem um exemplo, você aí que tá usando o o chat GPT free, você deu agree, né? Você deu de acordo ali naquela janelinha que apareceu há uns três meses atrás, eh, porque você tava com pressa para usar o chat GPT.
Sabe o que que você concordou? Você concordou usar os seus dados para treinar o modelo?
Exatamente, pequeno gafanhoto. Aí da próxima vez que o Ron perguntar alguma coisa, ele pode dar o seu contrato da academia como exemplo pra resposta do Rom. É isso. Então assim, cara, é um jogo muito complexo e se você é de uma empresa que tá realmente construindo coisas em cima de IA que você quer que perpetue, né, porque você tá fazendo investimento, isso é o seu maior ativo agora, né, porque é IA processando seus dados que vão se transformar em produtos que vão gerar ROI para você. Então, se você tá realmente preocupado com isso, você tem que pensar o quanto você quer ter de lock in com seja ele o fornecedor que for, tá? Eh, e aí assim, aí você, um cara inteligente, você poderia pensar assim: "Ah, mas, pô, eu vou vou fazer o lock in com a Jumad." É isso que eu ia fazer, a pergunta capciosa aqui. Beleza, eu troco o meu loquim com todo mundo, mas agora eu tô preso contigo.
Pois é, mas você tem acesso ao banco de dados. Você consegue exportar tudo que tá dentro da plataforma, você consegue tirar os seus agentes de dentro da plataforma e recriá-los, eles aonde você desejar. Então assim, você não tem um locking de fato na plataforma. O que você tem é a possibilidade de centralizar em algum lugar coisas que você, se você tá no na na Tropic, se você tá no Gemini, se você tá na Open Ai, você não tem a possibilidade de tirar as coisas. Cria um agente agora na Open AI, tente tirar ele e criar exatamente igual na no Gemini. Não tem como.
Eu aposto que você não consegue.
Ah, inclusive até até até quem faz o uso mais avançado, que faz os workflows entre, por exemplo, no no cloud code ou no Gemini Clee, eles não são o mesmo padrão. Não adianta. Tem você pega frameworks que roda no cloud code, não roda no Gemini, porque a estrutura de skios de de formatação de workflow, etc., é diferente.
Você que tá aí escutando esse episódio bacana e quer levar toda essa tecnologia, essas novidades pra sua empresa e não sabe como, chama o time da VMBERS. A gente pode ajudar vocês com desenvolvimento de software, com arquitetura de soluções, a entender os problemas que vocês estão vivendo e sair do outro lado com uma solução bem bacana. E se você tá escutando o podcast para aprender coisas novas, faz o seguinte, manda um e-mail pra gente no peoplecare@vems.
E você pode fazer parte também do nosso grupo de talentos. Valeu.
Agora o time do Relações Públicas vai gostar mais de mim.
Eu te fiz essa pergunta, Danilo, porque eh como você tem esse modelo self hosted, eh você conseguir colocar uma camada adicional de segurança e de governança nos modelos que são SAS, já pode ser um grande avanço para algumas empresas que não querem, por exemplo, investir em GPU, porque isso é muito caro no DC, né? Então, o cara treinar o próprio modelo, etc. Eh, e eu queria que você falasse um pouco sobre isso, sobre a complexidade de você manter o modelo, etc., e o quanto você consegue abstrair isso, requer um investimento, né? E a gente não tá falando de comprar uma RTX do seu PC gamer, estamos falando de de placas e GPU de de de data center, não? Nem roda jogo, já começa por aí, exatamente, né? Então é um é uma linha de investimento muito alta, né? Então ter essa possibilidade de você trabalhar com os modelos que são eh disponibilizados via PI, serviço, mas ter essa capacidade de governança intermediária já é um grande avanço, né?
Eu eu passei um tempo eh dessas últimas semanas me aprofundando um pouco mais em botar modelo para rodar localmente com Hug Face, tal. Fiquei triste que a minha placa de vídeo não roda [ __ ] nenhuma, né? E e aí você comprar um Mac Mini, eu tenho, a gente tem lá na de Mac Mini, é absurdo.
Eu, eu tenho uma RTX 3050.
Uhum.
E, cara, os modelos maiores, eh, você acho que o máximo que eu consegui rodar foi com 16.000 variáveis.
Uhum. Ah, pequenininho, pequenininho porque aí rodou um pouco mais de de fluidez, mas você pega um de 64, 128, é absurdo a quantidade de processamento que você tem, né? E e isso num nível corporativo dentro de um DC e mais o conhecimento que você precisa ter, que não é simples para você manter o seu próprio modelo, eu diria que é um desafio muito grande para pequenas e médias empresas fazer isso artesanalmente com a própria equipe de infraquitetura, etc.
E e eu queria que você falasse um pouco sobre isso e e como é que você abstrai tudo isso, porque você falou que roda modelo lá do Huging Face.
É, é, a gente roda de novo, virtualmente qualquer modelo, né? Então pode ser um VLLM, né, que tá rodando na tua infra ali local, né? Então rodando na tua GPU ou nas suas GPUs, né, no seu parque de GPU. Eh, roda closed source, então opening eye, Gemini, Antrop, todos esses caras, a gente suporta nativo, eh, huging face e na, enfim, a gente suporta todos, né?
Uhum.
E aí, cara, qual que é a grande sacada, né? De novo, volta pro mundo enterprise, que são preocupações de enterprise, né?
A gente criou mecanismos que a gente consegue compreender o que tá trafegando, né? o que que tá, o que que tá acontecendo ali em, né, na na plataforma, porque imagina, tudo cai na plataforma e aí a plataforma distribui isso para onde for. Aí essa distribuição pode, dependendo do contexto, cair no teu parque de EPUs, que aí tá rodando o modelo open source, sei lá, a gente tem casos, isso é muito interessante, que o cara ele tem um parque de GPUs, ele despluga da internet, então eh network out eh desplugado, ele roda todos os modelos dele local e aí tem de tudo lá, GMA 3, Lama, Kild e por aí vai.
Esses modelos entregam inteligência para um para para contextos específicos, aonde ele precisa ter uma confidencialidade absurda, ele tem uma preocupação absurda com sensibilidade ali daqueles dados. Eh, e a gente consegue compreender isso e para onde mandar e na hora que a coisa tá acontecendo, entendeu? Anish tem uma série de guard rails dentro da plataforma que ela consegue compreender isso e rotear ou automaticamente ou então o cara pega um contexto e fala assim: "Meu, todo mundo desse time, sei lá, time e legal, por exemplo, todo mundo desse time não pode usar outro modelo ou pode usar nessa situação. Ele configura tudo isso na plataforma e a plataforma opera isso automaticamente.
Mas cara, o que eu tava até falando pro Ron aqui, né, antes a gente tava conversando, um negócio que é muito maluco é a infraestrutura que a gente opera, que a gente que a gente tem que administrar de forma automática, porque como a gente suporta qualquer coisa, né, rodar, a gente atualmente suporta a Nativo ou CI, AWS, GCP, e beal. Beal é qualquer coisa, né? qualquer coisa. Pode ser o Bermet, pode ser aquele PC que tá rodando embaixo da mesa do CIO.
Exatamente. Então assim, é qualquer coisa bermal e a gente suporta, cara, todas essas opções, esses sabores, né?
Mas você coloca uma camada de visualização para a gente a gente coloca a gente coloca, mas ainda assim é um negócio muito maluco, tá? Porque eu vou te falar, mesmo colocando essa camada por cima e a gente não, né? Não é virtualização tipo VMware, nada disso, né?
Eh, a camada que a gente coloca, ela ainda assim é um build diferente para cada um desses sabores e é uma é uma inteligência da da Jumad de fazer isso, né? Justamente porque a gente tem que permitir os nossos clientes, inclusive a mudar de tenant, de provider, seja ele qual for, no momento que o cara quiser.
Ele tem que ter uma imagem disponível, né? Ele tem que ter um um build ali que ele pode rodar e depois só exportar os dados dele. Vai tá rodando.
Se ele saiu da GCP, foi pra WS, da WS foi para data center próprio, Bear Metal, decidiu voltar e por aí vai, a plataforma tem que est preparada para isso. Você é de infraestrutura, né? Você trabalhou um tempo, né, de arquitetura, mas você conhece de infraestrutura, certo?
Arquiteto tem carregar em todas as áreas.
Eu fui também boa parte da minha vida arquiteto, né? Eu infraestrutura, enfim, eu fui de tudo, né? Cara, você sabe a complexidade que é, né? Assim, o Kubernets, ele funciona na GCP, a GKE, por aí vai.
Kubernets, ele funciona de um jeito lá na GCP. Você vai paraa WS, apesar de ser o mesmo Kubernets, é um outro jeito de operar.
Sim, geralmente as camadas de operação mudam de acordo com o vendor e aí você tem que eh se adaptar para essa governança da da nuvem. Mas o contêiner lá dentro ele roda igual. Mas como você orquestra ele muda de vendor para vendor, né? A menos que você ligue tudo com IAS e trabalhe com com CUP CTL vanila.
Isso. Só que aí a gente tem uma outra característica também. É assim, se você quer usar o banco de dados eh gerenciado pelo provider, pra gente pode.
E cara, e aí começa a ficar um jogo, né, meio maluco assim, de complexidade técnica mesmo, sabe? Porque não sei se você já rodou, por exemplo, Pch Gre, eh, gerenciado na na GCP e na WS.
Apesar de ambos serem PH Greis, eles têm características que mudam o comportamento do produto. Cara, isso são coisas pequenas, cara. Eu vou dar um exemplo. Isso é um caso real. Eh, é bem legal isso. O Redis, a gente suporta Redis. O rediz, a gente não sabe o porquê, mas tem uma configuração no rediz que é diferente da WS.
Eh, e ele assim impacta o comportamento da plataforma porque a gente não imaginava que, cara, é um detalhe que muda todo o jogo, sabe? E a gente descobriu para demorou para descobrir isso.
E a gente só descobriu porque a gente tava tomando um pau, né? A gente tem uma bateria de testes aí de novo, complexidade de rodar em qualquer lugar, né? Uma coisa é você ter um build rodando em todos os lugares. Outra coisa que você tem que lembrar que você precisa testar esse build em todos esses lugares. Isso gera débitos técnicos, você precisa corrigir, que são coisas específicas para cada uma das plataformas.
Vai, você vai evoluir a a frase clássica de funciona na minha máquina para funciona no meu DC.
Isso é exatamente isso.
O cara fala: "Pô, deu pau: "Ah, mas no meu DC tá funcionando." Exatamente isso. E a gente não pode deixar isso acontecer, né? Então assim, cara, é muito doido como a gente opera em infraestrutura, justamente porque tem essas esses pequenos detalhes impactam a operação do cara. Então a gente tem que tá à frente de qualquer problema, cara.
A gente tem uma bateria de testes assim automatizados por IA, assim, é muito doido a nossa nosso pipe de build e e disponibilização de release, né? O nosso release train passa por uma série de coisas. É muito doido. E é isso, um pequeno detalhe que a gente descobriu no Redis, que e assim é comportamento que não deveria mudar nada, mas GCP tem um comportamento, AWS tem outro, não é bug, é só uma decisão de um cara lá, o arquiteto do provider decidiu, falou: "Não, coloca essa configuração aí porque tá certo". E o outro não decidiu impacta o funcionamento da plataforma.
Então assim, eh, é muito doido esse negócio de como a gente opera em infraestrutura e é muito interessante, cara, como que a gente coloca esse tipo de segurança, né, onde a gente consegue fazer o roteamento. Pô, você pode ter dois data centers diferentes de GPUs, você pode ter um bermet ou outro rodando, sei lá, na GCP, na WS, sei lá, Badrock, seja lá onde for, a gente consegue fazer tudo isso, entendeu? fazer todo esse roteamento.
É interessante pelo que você falou, né?
Eu posso ter a minha camada de gerenciamento num DC ali onde eu tenho uma borda mais exposta com internet e aí eu falo com os LLMs, etc. E eu posso ter um outro DC com uma conexão privada onde rodo o GPU só para uma e esse cara sem borda, sem conexão externa, só com o meu private link para poder rodar, por exemplo, o modelo de informações confidenciais, etc.
É, exatamente. Ô, Danilo, e é uma curiosidade, eh, como a plataforma, bom, você tá posicionando a plataforma em Client Corporate, né, Enterprise, eh, imagina que eu ou ten um mainframe ou tem um SAP, que aí, cara, tudo que envolve esse tipo de ferramentas são tem complexidade, tem que dependendo até do caso, [ __ ] ativar uma funcionalidade no na plataforma para usar, enfim, como é que eh eu poderia usar usar se eu tenho uma dessas plataformas a Jump para pegar os dados e e trafegar e começar a criar meus modelos.
O velho dilema dos conectores.
É, então, a gente tem uma tecnologia proprietária que faz exatamente isso.
Lembra aquela hora que eu falei que assim, o análise de dados, né, a galera de engenharia, eles agora não precisam se preocupar muito com o estado da arte de como eles vão estruturar os dados, né? Então eles precisam obviamente estruturar o dado em algum lugar, mas a plataforma ela tem a inteligência para conseguir ir até o lugar consumir a informação, somente informação que precisa ser consumida para dar resposta para algum usuário ou para algum sistema que tá batendo na plataforma. Plataforma armazena isso, vector database, né, embedado com rhenk, um monte de algoritmos ali por trás, mas no final das contas a gente consegue se comunicar com qualquer sistema, né?
Então a gente tem caso, por exemplo, comunicação com mainframe, né? De novo, a gente é plataforma enterprise, a gente atende clientes que t mainframe, cara.
Principalmente mercado regulado, tem muito mainframe, né? Eh, infelizmente.
É, mas assim, cara, é mainframe é um monstro, né? [ __ ] assim, né? Cara, a capacidade de processamento de um mainframe, eu que nasci em baixo plataforma e tudo mais, mas, cara, a gente tem que dar o braço a torcer. Eu também nasci no que é [ __ ] [ __ ] Assim é um negócio absurdo a capacidade de processamento de um mainfame, sabe?
E é muito louco porque a gente tá vivendo um pouco a volta a esse mundo, né?
Sim, porque era um investimento capex gigantesco para você ter um cara um caminhão de processamento e e dentro da tua própria da tua própria infraestrutura, né? E aí a gente foi pra nuvem, pulverizou isso em nuvem, etc. A gente tá vivendo uma tecnologia que tá trazendo de volta, cara.
É muito doido, né? É uma é uma grande sanfona, né?
Não é? E assim, para mim, cara, um movimento natural, a IBM, se você tá assistindo aí, ó, CEO da IBM, né? Fica a dica. Roda modelo no mainframe.
[ __ ] é verdade, não é, cara? É um [ __ ] processamento, poder de processamento.
É que eu não sei aí e é é um gap de de conhecimento meu mesmo, mas eu não sei qual é o tipo de arquitetura e o processamento tem no mainframe.
Ah, eu também não sei, mas cara, é IBM, né, bicho? Os caras sabem fazer, os caras vão dar um jeito, né? Porque sabe o que eu fico pensando assim, ó? As empresas que usam mainframe, quanto será que elas têm investido, cara, anos, décadas de mainframe? Hoje em dia, com certeza deve ter algum processamento ocioso lá, capacidade de processamento que tá ociosa, mais ou menos, viu? Porque já foi essa, passou essa fase onde a IBM te vendia a máquina e aí você fazia um investimento capex que ia amortizando.
Ah, não é mais assim, então agora você paga por MIPs, né?
Ah, não, sempre foi pagamento por MIPS, mas MIPs tá rodando na tua infra lá, né?
Porque o main frame é teu, né? Sim, mas você agora você consegue, por exemplo, ter um uma locação de um mainframe e você paga só o teu consumo de MIP, não necessariamente o inframe sendo teu.
Ah, não sabia disso, cara.
É quase um SAS eh self hostim.
É porque a última vez que eu trabalhei com Mainframe, eu não era programador mainframe, mas eu fazia muita interface com mainframe, eu era Javeo, né? Eh, o data center tinha mainframe e tinha MIP também, né? É, eu trabalhei muito tempo, mas aí você tem é que o MIP você pagava pelo software, né? E você tinha que ter um investimento em hardware para ter a máquina, mas agora já tem modelos que você paga um valor por MIP já com software e hardware. Você não necessariamente precisa ter o upf, o upfront de deante. Não sabia, mas enfim, cara, se os caras conseguirem de alguma forma rodar modelo a IBM, [ __ ] assim, é que já não tem, né, velho? Talvez até tenha e a gente tá falando aqui, [ __ ] ideia genial e os caras já tiveram, né? Provmente já tem.
É, não é, é que assim, quando a gente fala de A e lembra do IBM, a gente ainda para lá no Watson, né? 2 18 É, foi o precursor, né? Só que eu acho que nem era ainda, acho não, não era generativa, né? Era redes neurais, né?
É. É. E era um modelo bem rudimentar de rede neural e ele trabalhava muito com com machine learning clássico de inferência estatística também, classificatória etc. Né?
E mas a parte de de processamento de linguagem natural era um modelo mega rudimentar de de rede neural.
É, eu não nunca usei assim, eu nunca tive contato direto com o Watson. O o Watson ele foi tanto que o aí é uma opinião, não é uma informação, né? Acho que um um grande problema do Watson deslanchar foi justamente a dificuldade que ele tinha de tratar com linguagem eh linguagem natural, porque o o o modelo de de linguagem dele era muito rudimentar. E as empresas que voaram muito com Watson era porque utilizava bastante o machine learning eh clássico, né, para inferência estatística, classificatória, etc.
E e modela muito bem esses modelos. E aí o Watson dava uma performance muito boa, né? Então você tinha uma facilidade para treinar os modelos, para ver os modelos e você conseguia ter uma uma facilidade muito maior do que você rodar, por exemplo, um tensor flow na sua na sua infraestrutura, né?
Mas ainda estamos falando aqui de um modelo, uma geração anterior de inteligência artificial para LLM, né?
Sim. E aí eu não sei, IBM, se você quiser vir aqui mandar um embaixador aqui para contar para nós como vocês estão em relação à inteligência artificial generativa, vai ser um prazer recebê-los aqui e quem sabe vocês não aparecem o nominho ali, né? Nominha aqui, ó.
Eu queria mudar um pouco a conversa. Eh, a gente atá falando aqui que acho que a primeira vez que você vê aqui tem um ano e meio quase, cara. Acho que sim. tempo para caramba e você tava num numa outra cadeira.
Eh, e agora você voltou a empreender, ou seja, o bichinho do do empreendedor te picou e meu, porque já é a sexta, né?
Sexta. É, queria que você falasse um pouquinho dessa desse movimento.
Legal. É, eu acho que assim o o a justificativa, né, a primeira, né, assim, o que me engajou muito de fazer essa mudança foi primeiro. [ __ ] e a vai, eu acredito de verdade nisso, e é uma é uma mudança que vem primeiro para mudar os alicerces da, de como a humanidade, né, se comunica, trabalha, enfim, também vai mudar os alicerces da parte de tecnologia, né? Então é uma mudança que a gente vai passar e cara, a gente já tá vivendo isso na prática, né, como tá mudando. E assim, cara, eu acho que a janela, pelo menos para mim, é a última janela assim de uma mudança de fato, eh, que vai acontecer, porque a gente pegou as três, né? Essa é a terceira. A gente pegou Dotcom, smartphones e e agora Ei, né?
Somos uma geração muito privilegiada, muito privilegiada, cara. E assim, eu eu olho assim, eu falo: "Porra, [ __ ] velho, animal fazer pares disso, sabe?
Você não se sente meio esquisito de, cara, parece que era ontem eu tava trocando mensagem no seq e hoje eu tô treinando modelo de inteligência artificial, sabe? Lembra?" É, pois é, cara.
[ __ ] animal assim, cara.
E e se parar para pensar aí um um parêntese aqui de de senhores conversando, cara, parece que era ontem eu tava aprendendo Clipper, ontem eu tava fazendo algoritmo de chunking para embeding. Cara, cara, é um negócio muito louco, muito diferente, velho.
Eu lembro, a última vez que eu vim aqui, eu falei, eu vi o meu tio programando numa sala escura, ele programava Clipper, Assemble, era essas coisas, entendeu? E cara, assim, sei lá quantos anos sais aí, porque eu comecei a programar muito cedo e tal, mas cara, olha agora, né? Assim, é um negócio muito doido. Então isso movimentou muito assim na minha cabeça para fazer um movimento, né? Pô, sou executivo já há anos já, mas também sempre tive essa essa vertente de empreender, né? Então, sempre fui um cara muito muito inquieto assim, né? Eu sempre tive uma uma facilidade eh de ver algo e tentar explorar essa oportunidade, resolver um problema de fato, né, um problema real, eh usando tecnologia, né? Eu sempre tentei fazer isso, eh, e, né, tô na minha sexta, na minha sexta jornada, né, cara. O que acabou acontecendo foi que eu já tava construindo, né, um um sistema nas madrugadas lá, que é o Lexfine, né, que era uma startup que eu tava estruturando para resolver assuntos legal com IA, né?
E aí, cara, eu durmo pouco, a não falei para vocês na na minha última visita aqui, mas cara, eu durmo tipo 3 horas meia, 4 horas no máximo por noite. É, e sempre foi assim. Mal isso, velho.
Sabia que você viu que eu comecei a falar todo mundo, porque eu ia falar já sua próxima. Todo mundo me pergunta, é o que você vai me perguntar se faz mal. Não, não faz mal para mim. Então eu faço, né, acompanho tudo certinho.
[ __ ] tu tem 4 horas a mais. de vantagem com a gente, cara.
É exatamente. Então, porque se isso não te faz mal, tu tu nasceu com o DNA privilegiado.
É, não faz mal assim. E às vezes a galera duvida é que eu tô sem meu relógio aqui hoje. Famoso trabalho enquanto eles dormem para você funciona.
Eu realmente tô trabalhando, né? Mas dependendo da perspectiva que você olha, isso pode ser triste também, né, bicho?
Eu trabalho muito mais, né?
Mas enfim. Aí, cara, tava construindo nas madrugadas, né? E aí já tava com a plataforma bem estruturadinha e tudo mais. Aí o a gente tem um amigo em comum, né, o o Ron também tem, que é o Jean. O Jean ele é líder da comunidade de Citys, né? Ele é o community manager da da comunidade City que a gente faz parte. E aí o Jean, ele tava conversando com o Maurício Chamat. Maurício Chamat, fundador do mercado Bitcoin. E aí o o Chamat falou: "Cara, tô uma jornada nova, né? Tô empreendendo e tudo mais.
Voltei, né, a empreender e eu tô com a Jumped e tal". Aí ele contou um pouco que era Jumped e o Jan falou: "Cara, você tem que trocar uma ideia com o Dan e eu já conhecia o Mau trabalhei com eu trabalhei no MB e no mercado Bitcoin, né? Então sou esse do MB e tal". Então a gente já tinha uma relação, mas a gente não sabia que a gente estava trabalhando em coisas que poderiam ter um estavam alinhados sem saber já, né?
É, exatamente. E aí a aconteceu essa ponte, cara, vamos construir junto, bora, bora, bora, vamos nessa, né? E aí assim, pô, outra coisa que me brilhou os olhos, primeiro, o mal cara, [ __ ] o cara fez o mercado Bitcoin, 2.1 bilhões de dólares a empresa, sabe? Fundador do mercado Bitcoin. Os qu nós somos quatro fundadores, né? Então, eh, os quatro são tec, os quatro são tec de tecnologia, né? O mal manja para [ __ ] de tech.
Por incrível que pareça, cara, a gente conseguiu enfiar dois gayons. A gente tem dois G fundadores, cara. Cara, qual a probabilidade de ter dois Gayons na mesma empresa? Pois é, o Assis ele fez uma pesquisa no IBGE. O IBGE você consegue ver, né, a quantidade de pessoas que nasceram e o nome lá, se eu não me engano. Depois o Assis ele vai assistir, aí ele fala o número e eu trago para vocês o número exato, eu comento no vídeo. Mas se eu não me engano, no ano que eles nasceram nasceu tipo 100 gons no Brasil.
Eles tem a mesma idade?
Tem. Eu acho que sim. Ou algo parecido aí.
É na mesma janela assim, né?
É a janela do sexo ali foi mais ou menos na mesma e a galera nasceu, sabe? E aí o mais impressionante ainda, isso tem foto, cara. Eles não pegaram um Uber que o cara se chamava Gleon. Eles tiraram foto. Juro, cara, se isso não criou um buraco de minhoca, nada vai conseguir. Acelerador de partícula, nada disso vai. É bizarro.
E aí assim, a gente, cara, decidiu se juntar, [ __ ] bora vamos acelerar a jumpad. E aí, isso que é legal, sabe, cara? São quatro caras que têm eh características complementares, experiências assim, pô, é absurda assim, cara, a gente vai conversar com o fundo e tal, fundo falando pra gente, cara, a gente nunca viu assim uma galera de, né, de conhecimento técnico assim, né, de experiência de carreira mesmo, de vida, de empreendedorismo e etc, junto, montando uma empresa, né? E isso é animal, assim, isso também é um negócio que me, pô, brilhou os olhos assim e cara, a gente decidiu, vamos fazer junto esse negócio acontecer.
E agora a gente tá nessa jornada aí empreendendo e, cara, dando tudo certo, a gente tá crescendo, enfim, legal demais, assim, eu tô muito feliz.
E assim, é transformador, né, cara, você ver assim o impacto que a gente tá causando nas empresas, o quanto a gente consegue acelerar, a gente tem um case, né? Eh, isso daí é cliente falando, né? A gente conseguiu acelerar o roadmap dele de c.
Por quê? Porque, cara, você coloca uma stoper que o cara consegue construir agentes, ele tem toda a camada de segurança, de governança, de guard rails, eh, de insightes de reunião, de gravação de reunião, de chat padrão, né?
Eh, uma forma que é uma tecnologia proprietária nossa de se comunicar com qualquer sistema, conseguir processar dados ali em tempo real, gestão de acesso, né, IAM, tudo, cara. Quando você entrega tudo esse negócio, o cara olha, fala: "Bicho, eu ia demorar 5 anos, eu vou demorar dois".
Sim, sim. Não, não tem a menor dúvida.
E aí, cara, [ __ ] você imagina, eu sempre tive um sonho assim de fazer parte de uma empresa, né? Construir uma empresa que dispensa a apresentação, sabe quando, pô, vocês já viram quando bigtechs, né, velho? Quando esses caras vão fazer uma venda, [ __ ] você ninguém pergunta quem é você, não é, velho?
Tipo, vai o cara do Google lá vender na tua empresa, você fala: "Porra, meu irmão, é o Google". Os cara [ __ ] entendeu? Assim, é, é, é assim, é inquestionável.
O cara já entra com um tru com um as na mão, né?
Com as na mão. Sempre foi o meu sonho fundar uma empresa dessa, sabe? E eu tenho certeza que a gente tem as melhores pessoas, o cara o grupo de fundador absurdo assim, com uma tese muito clara e a gente tá provando isso no no mercado.
Uma pergunta, Danilo, curiosidade aqui.
Você não tem dificuldade para lidar com o público não técnico para para levar teu produto, fazer o teu produto ser ser compreendido? Porque pra gente aqui nesse nesse bate-papo tá muito claro o valor que você leva. Governança, segurança, vender loquin, eh, be metal.
Isso tudo para quem é da área técnica, cara, é música pros ouvidos. Mas você nunca chegou para falar com CFO, o cara fala: "Ó, cara, por que que eu preciso de você e não assino direto openi?" Cara, eu juro por Deus que eu vou falar agora. Ontem eu fiz uma reunião em um cliente que a gente tá negociando, né?
até até evoluindo as conversas. A gente tá naquela na apresentação, fazer demo e tudo mais. E a gente apresentou a plataforma pra gestora de portfólio, que não é uma pessoa que é técnica igual a gente. Obviamente ela conhece e tudo mais, mas ela não é tipo deve igual a gente, né? E no no no fim da apresentação, eu tava fazendo a DM e tudo mais. Aí lembrando, né? Eu, pô, já fui vendedor, eu sou, apesar de ser técnico, ser e tudo mais, eu sou desenrolado.
Desenrolado.
No final da reunião, ela chegou, ela falou assim: "Juro para você, cara". Ela falou assim: "Cara, parabéns, porque você conseguiu explicar coisas técnicas para pessoas que não são técnicas. Eu entendi perfeitamente o que você falou, o que é a plataforma. É impressionante o que vocês estão falando, o que vocês estão, aliás, fazendo. É impressionante o jeito que você apresentou. Parabéns.
Vamos seguir para as próximas etapas.
Legal.
Então assim, cara, é um baita desafio você explicar uma plataforma como a Jumped para quem não é letrado, né, de fato, assim, tem, né, o conhecimento técnico para saber, cara, como é complexo você administrar a infraestrutura do cara e entregar, né, um um one stop layer pro cara e etc. Eh, não é fácil explicar, mas eu acho que eh a gente conseguiu encontrar, cara, um meio de que pessoa, assim como a IA fez com as pessoas, né, tá todo mundo adotando Iá, a Jumped conseguiu encontrar um meio de entregar, né, produtos ali dentro da plataforma que fazem muito sentido para para qualquer pessoa, né? Ela não precisa ser letrada em tecnologia para conseguir entender o valor, para conseguir entender a complexidade que a gente consegue resolver. com a facilidade que a gente entrega, né? E assim, eu não não tava apresentando PPT para ela, eu tava mostrando a plataforma tranquila, né?
Pois é, exatamente.
Tanto que não podia perder essa.
É, o PPT não compila, cara. Não tá apresentando o PPT. Eu tava mostrando a plataforma para ela. Só que a gente tem uma preocupação tão grande, cara. A gente tem um time de UX lá que é impressionante, entendeu? a galera que tá olhando pra experiência, a jornada do usuário que tá lá com a gente na Jumped, é impressionante a galera assim de conhecimento, sabe, de experiência, né, cara? E isso é uma é eu acho que é uma coisa que é vai ser diferencial e e eu acho que tem um vácuo aí que se vocês estão aproveitando isso, isso te deixa já há milhares de anos na frente.
Porque quando a gente fala de a vejo dois momentos diferentes, duas situações diferentes. ou você tem uma interface padrão de chat, que aí é Gemini, chat EPT, o cloud web, etc. E aí você eh tá limitado a um ambiente de pergunta e resposta. Ou se você quer de fato fazer uso da da IA agêntica e e e o benefício que a que a inteligência artificial generativa te traz, cara, tu tem que ir para um cloud code, tem que ir para um Gemini Cle, etc. E isso não toca o usuário. E e tem uma complexidade, não é todo mundo que consegue escrever um skill.md ou um workflow. MD para dentro do do Gemini e tirar de fato tudo que você precisa para fazer um agente, etc.
Então, e e essa questão do da experiência do usuário comum de extrair o total que você tem da e a generativa, eu acho que ainda tá muito pouco explorado, cara.
Concordo. 200%. E assim, uma das nossas maiores preocupações é sobre a experiência do usuário e assim, eh, a experiência de qualquer usuário. Esse é o ponto. E é por isso que eu consigo chegar, por exemplo, nesse caso e mostrar a plataforma e pra pessoa fazer todo sentido. Fazer todo sentido, porque primeiro, eu não mostrei um PPT, eu mostrei a plataforma, eu perguntei para ela, pô, o que que você queria? Isso on the fly ali, tá na durante ali a a apresentação, né? Pô, o que você queria construir? Aí me fala um negócio, você não consegue construir no dia a dia. Aí ela me falou, eu construí mandando voz pra plataforma. A plataforma construiu, mostrei funcionando, mostrei todo o ecossistema, expliquei uma parada que é ultra técnica, sem ser técnico, e ela compreendeu justamente por quê. a gente se preocupa muito com a experiência, com toda essa parte de customer experience, né? Então, como que as pessoas vão usar, quais são as jornadas, quais quais jornadas fazem sentido, o que que a gente pode facilitar na vida ali das pessoas. Então, a gente tem um time dedicado a fazer esse tipo de análise, um time muito competente que tá fazendo isso agora. E aí a gente consegue diminuir essa distância entre coisas que são extremamente técnicas e disponibilizar essas coisas para pessoas que não necessariamente são técnicas. É óbvio que a pessoa que é técnica, ela consegue orquestrar fluxos agênticos dentro da plataforma, ela consegue criar fluxo determinístico, eh, no mundo que é probabilístico.
Então, ela consegue fazer isso. Então, a gente atende todos os sabores. A pessoa que não é técnica, ela vai conseguir usufruir, construir coisas avançadíssimas no ambiente controlado, governado, né, que você não, a própria plataforma te impede de fazer alguma besteira, enfim. Então, super controlado e também atender a pessoa que é outra técnica, né, que tá conseguindo construir coisas super avançadas, né, a gente tem ferramentas dentro da plataforma que também é para esse público. E é essa que é a grande sacada da plataforma, conseguir explicar para pessoas eh técnicas e não técnicas como é impressionante tudo que ela pode fazer, porque isso é interessante, tá?
Quando eu perguntei para ela, o que você gostaria de fazer e você não consegue fazer e ela me contou quando eu mostrei para ela como é fácil fazer na plataforma. Cara, na hora você vê assim a expressão facial das pessoas mudando, porque aquilo explode a cabeça da pessoa, porque ela fala assim: "Porra, então eu posso fazer várias outras coisas?" E ela começou a pensar, obviamente ela não externalizou o que ela tava pensando, mas pela expressão facial dela dava para ver que explodiu a cabeça dela, entendeu? E isso é o papel da Jumpad, né? Entregar toda essa experiência, todas essas possibilidades para uma empresa, pros seus colaboradores, nesse ambiente controlado, rodando na tua infraestrutura. É. E aí quando você chega para passar por uma entrevista ou uma apresentação com time técnico, aí fica tudo muito mais fácil.
Mas sempre mais fácil. Muito mais fácil, né?
É, eu não digo mais fácil porque nunca é fácil, né? O processo de vendas nunca é fácil, né? Então tem vários questionamentos, tem várias objeções ali, né? Eh, mas cara, a gente mostra e assim, isso é o outro ponto também que é interessante, né? Como a gente é uma empresa de tec, né? A gente é uma empresa detec e os fundadores são todos de tecnologia, cara, a gente sabe o que que pega na dor, né? Pô, a gente vai se [ __ ] a vida toda, entendeu? tocando infraestrutura, arquitetura, integração.
Aí pegateway para lá, service bus para cá, é caixe que dá pau, não tá cacheando ou tá cacheando muito. Enfim, a gente viveu isso quando a gente chega pro time de tecnologia, eh, já com essas dores endereçadas, né, com os mecanismos para eles não sofrerem com esse tipo de dor, pô, muda todo o jogo, entendeu? justamente porque a gente é uma empresa de tecnologia, porque os fundadores são de tecnologia e, cara, hoje em dia 90% da empresa é tecnologia. Eh, a gente aí numa startup, né, mas cara, 90% das pessoas que estão lá são pessoas de tecnologia, CRE, DEV, eh, QA, enfim, todo mundo é de tecnologia. Então, não é uma conversa fácil, porque as pessoas questionam muito, questionam até no no ponto de que é tudo novidade, né? Sim.
Então às vezes os caras questionam, a galera questiona, porque também não tá ligado como que é o negócio, mas tá preocupado.
E são questões técnicas que são naturais, né?
São pertinentes.
Vocês estão mega preparados para para responder.
E sempre vai ter aquele cara que vai bater no peito e falar: "Pô, isso aí eu boto minha dúzia de framework, três GPU no meu data center e eu resolvo." Sempre tem o o que é o aliás. É, a gente tava até conversando sobre isso, que essa é a tendência tem sido, né? O cara quer fazer dentro de casa porque quer até o louro, pô. Aí depois colocar no quedinho dele, ó, eu fiz, preparei e cara, só que na hora que vai botar a mão na massa é muito mais complexo que isso, né? Exatamente. E se o cara não tá preparado para isso e ele eh ele acha que vai ser simples, né? Eh, primeiro, se ele acha que vai ter simples é porque ele já tá despreparado, porque ele não entende a complexidade de de governar um ambiente como esse, rodar um modelo dentro de casa, enfim. Eh, provavelmente o cara tá tá tá pensando muito mais nos louros do que entendendo a complexidade técnica do que é.
E assim, é interessante, né, como o mercado é cíclico, né, comportamento humano é cíclico, né? Se você parar para pensar, é a segunda vez que a gente passa por isso, né? Porque a primeira vez as empresas antes construíam tudo e perdiam o foco do core business. Veio o SAS. Aí a galera entendeu: "Bicho, eu não vou ficar perdendo tempo com isso.
Eu sou um banco. Meu core business é meu gerenciar conta corrente, emprestar dinheiro, né, consórcio e etc. Então a galera fez um movimento acertado de vamos focar no nosso core business e vamos contratar serviços que não são o nosso core business, né? E aí o SAS explodiu, aí corta cena movimento cíclico de mercado, né, de pessoas, comportamento humano.
Qual que tá sendo, né, que a gente pega muito também, tá? Não, a gente tá tentando construir tudo dentro de casa, só que aí você olha, cara, pô, é um banco, qual que é o sentido? Não é o core business do cara.
Pois é. E sabe qual o problema disso, da? Se a gente olhar pro pro pras disciplinas que tratam da boa gestão de tecnologia, de uma arquitetura corporativa madura, por exemplo, o princípio do Builder BYU, ele passa tanto pelo SAS naquele momento, né? Então você não deveria estar construindo aquilo que você já pode ter como serviço. E também passa por essa decisão de A, porque uma disciplina que ela não mudou porque IA, né? Então, se o teu core não é gerir inteligência artificial, por que que você vai ter um overhead disso? Vai ter que contratar a gente, vai ter que adquirir conhecimento para poder fazer e vai ficar passivo, porque você tem que depois manter aquele negócio atualizado. Você tem que colocar bug fix, você tem que colocar fix de segurança, você vai enchar uma operação que você não precisaria, né? Então é é uma disciplina. Eu toco muito nesse ponto porque eh a gente tem uma visão de arquitetura que é muito arquitetura de soluções que é técnica, mas arquitetura corporativa ela tem que direcionar exatamente isso, né? Então ela tem que orquestrar ali com diretoria de infraestrutura, com com CFO, etc. Cara, aqui não é build, não faz sentido você ter build aqui.
É. E e tem uma outra leitura também, que é o seguinte, né? Se eu não tô adotando, meu concorrente, tá? Exato.
E aí é o meu time to market, né? Então assim, Ia tá engolindo, né, o mercado e isso é IA engolindo o mercado porque torna a empresa que tá adotando de forma correta e a mais ágil, mais produtiva, mais assertiva, né? E aí a gente tem vários, né, vários vários nomes aqui para dar, mas muda o ponteiro da empresa. E aí, então assim, se a sua decisão é build, você pode ter êxito, sem dúvida você pode ter êxito, só que você vai ter êxito primeiro perdendo o foco no teu core business, trazendo um passivo, que é um produto novo, que você vai ter que gerir ali, que aí tem toda a complexidade dele e aí você coloca de fato em risco porque o seu concorrente tá adotando uma solução muito mais rápida e e vai ter uma entrega muito mais rápida, né, que quem tá por trás da solução faz parte do core business fazer isso. Isso, entendeu? Então assim, a gente, cara, nasceu já com esse intuito. Então os nossos processos, a nossa governança interna, nossa metodologia, cara, a gente foi feito para isso. Então, a gente é muito ágil para fazer as coisas, né, para lançar as coisas, que não necessariamente é uma realidade de um cara que tá saindo muito do core business dele, que tá colocando em risco time to market e por aí vai.
Exato. E e eu não tô falando isso aqui porque o Danilo não, viu, gente? Estamos falando de uma disciplina de arquitetura, que é análise de build, de tradeoffs, escolhas, né? Qual escolha que você tem que fazer? Isso vale para outros exemplos também, não só pra empresa do Danilo. Mas, por exemplo, se você é dono de uma rede de supermercado, você não precisa construir um RP, né?
Você vai focar no que é varejo, você não vai focar em sistema de logística, né?
Então, eh eh é questão de escolhas, né?
Eventualmente você pode construir de uma forma mais lenta até um custo mais barato, mas o e o custo de oportunidade que você já tá no mercado, né?
Não. E o a estratégia, né? A a o build your buy, ele vem da época da industrialização, sei lá, 200 anos, entendeu? Então não é porque é o Danilo, porque é o El, porque é o Ron, não. Não.
Exato.
É uma decisão estratégica isso. Que você tem que colocar o peso na balança. É o quanto está gerando de passivo, quando tá tirando o foco do teu time para pro core business da empresa, quais riscos você tá trazendo, né? E aí risco não é risco de só de segurança, não é risco só de vazamento, não é risco de negócio, cara. Porque tá vindo uma avalanche aí que teu concorrente tá contratando e você eventualmente tá meu, decidiu não, bateu no peito, falou: "Pô, vou construir". Você pode ter êxito, pode, mas quando você coloca na balança e aí de novo, né, o builder by eh quando você coloca na balança, faz análise e aí você coloca variável de risco, né? E e o time to market você deveria colocar como um risco. Não compensa.
Exato.
Não compensa. Então assim, eh, é uma é uma é um negócio deve existir, sei lá, desde a época da industrialização, sei lá quantos anos, 200 anos, sei lá, alguma coisa assim. Então, não é a gente aqui que tá falando aoma que não não se muda, né?
E e enquanto isso o cara decide e resolve fazer o build. E o o funcionário dele tá no Reddit vendo o tutorial de como pegar os e-mails e mandar pro celular dele para ele usar inteligência artificial, né?
Pois é. É. Então, e assim, é um negócio que você porque não é o teu core business, né? Você não vai conseguir fechar todas essas arestras aí, né? Ô, Danilo, eu tenho uma curiosidade. Eh, voltando de novo a tua mudança, né? De novo, você tava numa numa startup também que tava em grande ascensão, você tava super bem, [ __ ] Tava, acho que a gente pode falar o nome aqui, né?
Wall. E e de repente você fez esse movimento de voltar a empreender e, cara, produto fantástico, parabéns, inclusive. Mas eh eu queria a curiosidade é quão difícil foi essa decisão, porque você tava num momento super bom, a empresa tava bem, [ __ ] é uma empresa também que tá crescendo para caramba, né? Para aí obviamente pô momento de eh empreender, cara, que é um tesão, mas tem todo o seu o seu outro lado também que eh só quem empreende sabe como é que funciona. Mas como é que foi essa decisão?
Cara, assim, nunca é uma decisão fácil, né? você sair do de uma empresa estabilizada, né, de uma empresa super sólida, né? Eh, vou te ouvir com muita atenção nesse momento.
Ah, é boa, boa. Assim, cara, nunca é uma decisão fácil. E ainda eu tenho um negócio que complica um pouco mais, né, olhando a perspectiva de vida, que minha filha tem 2 anos e agora ela tem 2 anos e 10 meses, né? Eh, ela vai fazer 3 anos dia 28 de abril, no mês que vem. Então, assim, isso pesa muito, sabe?
Eh, uma outra coisa que assim, mas aí cara assim faz parte do jogo, sabe?
Porque você nunca tá, o humano, né, no geral, ele tem uma falsa sensação de estabilidade, né? Então, você tem uma falsa sensação de controle de todas as areiáveis e tudo mais. Então, é uma guerra muito mais psicológica do que de fato uma guerra real mesmo assim, né? Porque a gente tende a achar que é, mas na verdade a gente sempre está, é, a gente sempre tá, né? Não é porque você tem um bom emprego, que você está estável nesse emprego, né? E aí, cara, assim, a decisão ela nunca é fácil, né?
Então, tô na minha sexta empreitada de, né, de empreendedor, né? Não é nunca é uma decisão fácil. Eu tenho esses agravantes, então pô, minha filha pequenininha e tudo mais, mas cara, eu acho que para mim a coisa que mais pega, isso é meio contrainttuitivo assim, eh o que mais pega para mim é a expectativa dos outros sobre o que eu tô construindo, sabe? Porque assim, eu não estouri as outras cinco tentativas que eu fiz, né? Eu sempre, de alguma forma criei expectativa nas pessoas, porque eu sempre acredito muito assim, cara, eu faço com muito amor assim as coisas que eu faço, sabe? principalmente essas paradas de empreender. Quando trabalho também nas empresas, cara, trabalho igual maluco, porque eu amo o que eu faço, entendeu? Só quando você tá empreendendo, cara, é vezes 20 assim, né? Porque você tem, cara, todo o seu ativo ali em cima e se aquilo der errado, [ __ ] você tem que dar um restarting, entendeu? Assim, é um movimento complicado. Então, assim, é meio contitivo, mas eu acho que o maior desafio é você lidar com as expectativas que os outros criam, né? justamente porque você ama aquilo que você tá fazendo. Tipo, eu eu cara, eu verdadeiramente acredito no que eu tô construindo na Jumped, né? Eu com todo o time, eh, com sócios, enfim, eu realmente acredito. E isso cria uma expectativa, né? Pô, vocês, vocês não gostaram do produto? Sensacional, não é sensacional? Então, assim, eu criei uma expectativa em vocês, né? E isso que me preocupa, porque quanto mais pessoas que tm expectativa boa, isso é legal para [ __ ] assim, todo mundo, porque cara, né, reforça a tese que é muito boa, que eu tô no mercado, pô, animal assim, só que cara se e é empreender, o mundo de empreendedorismo é isso, né? O maior desafio. E se der errado, eu errei cinco vezes. Errei, não, assim, eu aprendi bastante, mas eu nunca escalei uma startup no nível que a gente tá escalando a jumpad, né? Mas assim, eh, as outras cinco vezes, uma galera chegou depois, veio perguntar, [ __ ] Dan, né?
O primeiro, a primeira eu não tinha nenhuma história antes, o cara falou: "Ah, beleza, deu errado". A segunda que não deu certo, o cara veio, falou: "Mas pra novo, velho". Aí a terceira fala: "Mas velho, você não tá aprendendo nada?" E aí passa cinco, eu tô na sexta, cara. expectativa, velho. Gerenciar expectativa dos outros. É, o que as pessoas não entendem é que eh você talvez só acerte na quinta, na sexta ou na sétima vez, porque você errou as outras, né? Então o o problema é o problema é é não é errar, né? É talvez parar no meio do caminho, né?
Porque as pessoas sempre falam: "Pô, mas o cara tá na terceira startup, vai tentar de novo". Claro. E e todo mundo que escalou e que conseguiu foi porque aprendeu de alguma forma, né? E e é muito louco essa cobrança que a gente tem de, pô, o cara no primeiro primeiro negócio do cara não deu certo, tal. E aí se você inverter o jogo e falar qual foi a tua melhor carreira, o teu melhor emprego que você performou melhor foi o primeiro?
Não foi, cara? Pois é, no segundo emprego você foi melhor, no terceiro você foi melhor.
Exato. Então é acumulativo.
É cumulativo. E você cresce junto com com essa necessidade, né?
Mas sem contar que isso também, Danilo, eu acho que é uma questão nossa do Brasil, cara, porque quando você vai paraos Estados Unidos, é o contrário, total, não é cultural isso no Brasil, cara. Lá os caras tem um [ __ ] de um, você tem um [ __ ] valor, cara, é a tua sexta empreitada, entendeu? independente do que foi, mas [ __ ] cara, você quanto você aprendeu nessa jornada para você tá super maduro nesse momento, eu falar, cara, eu sei o que eu já errei lá, eu não vou errar de novo aqui, você vai errar outras coisas, mas o que você já passou lá, você já tá e é isso que o grupo de fundadores tem, né, cara?
Assim, o Ma fundou uma empresa de 2.1 bilhões de dólares, ele é fundador, né, da startup do MB, do mercado Bitcoin. O Gon Gayon Cabral tem uma [ __ ] história no MB e antes, obviamente uma carreira de executivo animal. Meu, foi Caio no MB, né? O TIF AI officer, foi COO, CEO, CFO, o cara foi tudo no MB. O o outro Gon, né? O Assista é um puto histórico de empreendedor, dono de consultoria, calou consultoria, empresa de blockchain, empresas de game, [ __ ] história. E eu várias empreitadas de de como empreendedor mesmo e uma carreira sólida como executivo. Aí, cara, junta tudo isso. É por isso que é acumulativo.
A gente até brinca, né? Somando capeta.
É, exatamente. Capitão planeta. Vai, planeta. Essa você vai ter que procurar no YouTube para saber o que é isso, cara. terra, fogo, né? É, junta o anelzinho lá e tal. Cheiro de mofo que tiramos a naftalina.
Mas cara, a gente costuma brincar ali, né, com no grupo dos sondadores, cara.
Somar a nossa experiência dá mais de 120 anos, cara. A, eu tenho 20 de de, né, trabalhando mesmo em empresa, já tô 22 para 23 anos, né? O os eles também, tipo, todo mundo tá mais ou menos nessa linha. Um tem 26, outro tem, entendeu, cara? somando tudo, dá tipo 120 anos, entendeu?
E e eu eu vejo a sua empolgação de falar, eu percebo o como é diferente o quando a gente trabalha com o que quer e com o que você acredita.
Principalmente a gente quer da área de tec, né, quando você tem uma uma motivação interna, não que e e eu fazer um um até um um desabafo aqui, né? Eu saí do mercado corporativo há poucas semanas, há pouco tempo, né? E não que eu não gostasse do que eu fizesse, mas você tem seus compromissos, né? Você tem a tua rotina, tem a tua gestão que você precisa fazer, etc. E aí, nesse período, cara, eu com tempo livre, com falou: "Cara, pô, eu quero olhar isso daqui, quero olhar isso aqui, quero." Eu acho que foi o período em que eu mais trabalhei, entre aspas, eh mais me envolvi com outros assuntos, com pesquisa, etc.
Nos últimos anos, sem dúvida nenhuma, e com uma carga horária muito grande durante o dia, mas eu não me senti cansado em nenhum momento, sabe? Você fala porque, cara, pra gente que gosta de tecnologia, que gosta de estudar tecnologia, cara, você estudar um assunto novo para dar um negócio diferente, é tipo jogar videogame, sabe?
É, [ __ ] olha que legal isso daqui, olha que bacana. E a evolução de conhecimento que eu tive, principalmente na área de de ar que mais handsone nesse período, né? Porque nós como profissionais de arquitetura precisa ter essa bagagem da aplicabilidade, etc. Mas cara, quando eu sentei ali, pô, vou botar um modelo para rodar na minha máquina, vou ver como é que funciona isso daqui, vou entender como é um algoritmo de chunking para um haag, para um Vector DB, etc.
É, é gostoso, cara.
É, cara, sabe? É legal, né? E aí você você evolui muito rápido e você não tem uma carga de cansaço muito grande, né?
Porque e eu acho que isso o o legal de empreender é isso, porque você tá envolto num num propósito que você acredita, fazendo algo que você se encaixou, que você escolheu, você resolve um problema, né?
Resolve um problema. Então é muito mais leve, né?
Problem, não é? E assim, cara, eu conto por dia, assim, na média, eu tô trabalhando entre 16 e 18 horas por dia.
É lógico, você é um zumbi, você não dorme final de semana, feriado. É, tem isso também. E cara, eu faço de tudo assim, eh, e os fundadores, né, todos eles, cara, a gente formata a máquina, a gente entrega a máquina, eh, a gente é contábil, é financeiro, é óbvio, a gente já tem uma estrutura, né, que porque a gente já fez captação, enfim, então a gente já tem uma estrutura já mais redondinha, mas tem muita coisa, cara, que a gente faz e isso que é legal, entendeu? Porque assim, a gente monta os MacBooks para entregar pra galera, a gente tem uma preocupação enorme com segurança. Cara, os nossos MacBooks tm padrão de segurança de enterprise e com bitlocker, com o negócio todo, velho, tunelado, VPN, assim que você não encontre em startup, entre aspas, normal, sabe?
Justamente porque, cara, todo mundo de tec, todo mundo com experiência, bagagem assim, que sabe como funciona, tem um lastro, né? experiência em arquitetura, empreendedorismo, então junta essa galera segurança segura, segurança muito grande.
Exatamente. Então assim, é prazeroso, cara. É prazeroso. Assim, a gente tá trabalhando igual maluco. Isso não fica só pro sondadores, sabe? A galera, o founding team, né, que são as primeiras contratações, né? Eh, cara, você olha a galera assim, a galera encara a Jumped como uma missão mesmo de vida assim e tá todo mundo curtindo muito, sabe?
justamente por a gente tá explorando um mercado, cara, que ele simplesmente não existe. A gente tem as a possibilidade, cara, nas mãos de construir algo que não foi explorado nem por BigTech, nem eles sabem. É isso que é o mais maluco, porque a BigTech tá em outro nicho, né, que é de ser o grande cara que você vai ficar na frente, isso, entendeu? Assim, o E que abre um nicho, uma avenida enorme aqui pr para onde vocês estão, né?
Sim. que a BigTech não tá interessada na avenida, não tá interessada na faixa de areia, ela tá interessada no oceano, né?
E aí você consegue ter um um uma margem ali para nadar de braçada, né, cara?
É. E assim, cara, de novo, é um mercado IA tá abrindo o mercado que não nunca existiu, porque nunca existiu IA desse jeito, na IA generativa, não de necessidades que a gente nem conhece ainda, não. E e com certeza a gente não conhece, tá? Porque você vê todo dia, cara, tem uma novidade, aparece uma novidade lá no Twitter, seja onde for o último com destaque foi o openaw, né? O open bot. Ele já mudou de nome 1 milhão de vezes, agora nem lembro uma históra cloud, era cloud, é virou M bot, agora é open claud. É, então assim, cara, olha o cara fez, tipo, ele fez um uma parada que, tipo, eh, aondea, a Apple com a Siri não conseguiram fazer. E eu não sei se vocês leram o ele conta, se você quiser conhecer melhor, a gente fez uma instalação num episódio, a gente fez aqui as nossas críticas, mostrou como funciona e o card está aqui, sei lá, tá em algum lugar aqui na tela. E e assim, eu não sei se vocês leram o artigo que ele que ele postou contando como foi a jornada dele de construção. Vocês leram?
Não, não, não cheguei.
Depois eu compartilho com vocês o link.
vai deixar na descrição isso. Ele fala, cara, que ele ele fez o a entrega daquele código em um mês. Ele fez basicamente vibe code. Obviamente o cara é um [ __ ] dev, né? O cara tá na 30ª sei lá quanta jornada dele de empreendedor lá. Ele fez aquele PDF kit, Hum. que é o cara que você consegue construir, né, PDF, ler todo aquele negócio. Ele vendeu a startup, viajou, sei lá, dois, tr anos, voltou com esse negócio na cabeça, falou: "Cara, vou criar uma uma parada tipo um Jarvis, né, o do Homem de Ferro". E, cara, o cara basicamente vibe codou o negócio.
Obviamente ele é um [ __ ] dev, então não é o vibe code que a gente imagina do cara que não tem conhecimento técnico nenhum, né? O cara é extremamente assertivo extremamente assertivo. Ele demorou um mês lá para fazer e lançou um negócio, cara, foi o projeto com a maior escala de crescimento da história. Ele quebrou o Linux, ele quebrou tipo de em Stars, né, quando você pega a cauda longa e analisa, tipo, todos eles são mais ou menos assim, né? É uma curva, é bizarro também, mas é uma curva bem mais e bem mais é a do da galera, né? Linux e por aí vai, né? É, é assim, é, é um pouco mais assim, a dele é cara, é uma, é uma vertical assim, é o cara e ele se tornou o repositório com maior quantidade de stars do GitHub. E aí você olha, né, o próximo passo, é engraçado, né, o nome dele era Cloud, né, ou alguma coisa assim. Ele tomou um processo da Antropic, ele teve que mudar para um nome que eu não lembro, M, alguma coisa lá.
corta a cena depois de três semanas ele virou um cara animal assim da open não é da Open Ey, cara. Open deu fez um hi com ele. O o Sen Al Uman fez o processo pessoalmente. O Sen Alterman pegou e contratou o cara. Por que que o Sen Alterman fez isso? Porque o cara é dev. O cara é um empreendedor, espírito de dev, né? Carreira de dev. O cara construiu uma parada que mudou o mercado em um mês. Ele eh mandou o código pro GitHub aberto, a comunidade adotou em massa. Aí o que aconteceu?
Empresa começou, todo mundo começou a anotar, o cara entrou pré-história, a maior empresa de IA do mundo tá para se tornar, né, se tudo acontecer, vai abrir capital e vai ser uma das empresas mais valiosas do mundo. O cara que é fundador da empresa liga para ele e fala: "Bicho, animal que você fez, você não quer vir trabalhar para mim aqui? Agora se eu fosse o Jeff Bezo, se eu já não tivesse demitido o Red de AI, que ele já fez duas vezes, eu eu demitiria de novo.
Mas a eles fizeram uma limpa, né, no time da Alexa, né?
É, então não é mais o time original, já mudou, já trocaram duas vezes.
Duas vezes. Sabia só da primeira. Ele ele demitiu o Red de A que entrou na no time da Alexa, não funcionou porque prometeram pro ano retrasado Alexa que ia ser paga, ia ter o negócio lá com IA Generativo, lembou, não lançaram, aí contratou uma nova galera também não rolou. Aí um cara sozinho em 30 dias fez o que a Alexa deveria fazer, né?
É, é bizarro assim. E aí você vê, né, é um mercado que não existe ainda, né? É um mercado que tá em em descoberta assim, né?
Pode surgir algo amanhã que a gente nem saiba o que vai ser, não, nem sabe. Então assim, é muito doido, cara. Então, dito tudo isso, é um mundo novo.
É um mundo novo. E foi por isso que eu, cara, decidi dar o frio na barriga mesmo. Mas, cara, a gente tá com um time muito forte, né? O grupo de fundadores é absurdo, assim, a tese é muito boa, né?
A nossa capacidade de execução é impressionante. Obviamente que tem toda essa parte de ger expectativa dos outros, mas cara faz parte do game de empreender no Brasil, né? E o Brasil obviamente atenua não, ele intensifica, né? Esses essa você já começa no hard, é, você já começa jogando de verdade assim, sabe? É, você consegue crescer no Brasil, de fato, você consegue crescer em qualquer lugar do mundo. Então, Danilo, você, cara, você é prova de um uma tese, eh, não é tese, mas do que eu acredito, cara, que nós estamos no melor no melhor momento de empreender, porque tá tanta coisa mudando ao mesmo tempo e isso vai abrir uma janela de novas oportunidades, cara. E [ __ ] você me enxergou um mercado que não existia.
Então isso é prova que, cara, o quanto vai abrir uma janela gigantesca de oportunidades novas, cara.
Sim. É o o único ponto, né, que a gente também tem que trazer um pouco pra realidade, que essa janela abre para nós e abre para todo mundo, né? E aí, obviamente vai da tua capacidade de execução, de não ficar, né, eh, atirando para tudo quanto é lado, né? Você tem que ter uma tese, você tem que identificar o ICP, né? e ideal customer profile, né? Então você tem que identificar isso muito rápido. Você tem que ter, cara, a habilidade de conseguir ir nesse nicho e e cara crescer, porque é isso, né? Ia de novo, tirou o valor código, eh, tirou esse valor, né, que existia antes, que era um ativo de muito valor, que é o código.
Eh, e passou a colocar o valor agora em outra coisa, que é o produto em si, é como as coisas funcionam, né? o problema, principalmente está resolvendo, problema que você tá resolvendo e também eh o quanto você, né, que tá à frente da empresa, né, o conjunto de fundadores e tal, tem a capacidade de orquestrar tudo isso, porque, cara, é como é é quase que uma quase, não, é uma orquestra, né, que você tem que gerir agora como inteligência que você eh vive ali no mundo de probabilidades, né, isso daí coloca uma complexidade em cima dessa orquestra que no final das contas tá em cima dos fundadores e depois tá em cima do grupo de gestão, tec leads e por aí vai, né? Mas assim, de fato, é, cara, é um mercado novo, assim, não existe, cara. Me lembra muito, sabe o quê? Eh, você tava falando, né?
Construir o aplicativo pro Workut, pro Facebook, esses negócios todo, né? Só velha. É só, cara, me lembra na época, lembra quando lançou a Apple Store?
Nossa, [ __ ] Eu olhei aquele negócio, eu falei: "Velho, eu vou ficar trilionário com essa caceta aí porque é um canal, ó que louco, né, velho, que Steve Jobs botou, né? É uma, é um mercado que tá na sua mão 24 horas, cara, que é Apple Store, velho. Isso não existia, o conceito não existia, não existia nada.
E aí, cara, naquela época quando eu olhei isso e foi uma das minhas jornadas, né, talvez acho que foi a terceira jornada quando eu fiz o Buba.
Depois eu posso falar o que que foi isso, mas enfim, cara. Quando eu olhei isso, eu falei: "Velho, vou ficar trilionário porque eu vou fazer um aplicativo que resolve uma um problema, né? Eh, e eu vou lançar na Apple Store e eu vou ficar meu trilionário porque eu tô na mão de potenciais clientes. São milhões, né?
O problema, o problema do Buba que era um problema que só existia para mim, aparentemente era uma ótima ideia só para mim, né? E aí eu não ganhei escala, mas cara assim, para para pensar, eh, né? É um mercado novo, me lembra muito essa época, né? Você viveu a época de aplicativo de Orcut, Facebook, né? Eu acho. E depois os aplicativos para celular, etc.
Aplicativo para celular. Então assim, cara, é um mercado novo, só que agora eu acho que o que vai separar as crianças dos adultos mesmo é a sua capacidade de execução, é o quanto você consegue operar essa orquestra, né?
Eh, o quanto você consegue ser atrativo para bons colaboradores, né? Então você fazer as escolhas certas, founding team por aí vai, eh, e depois atrair novos talentos e mantê-los, né, porque também isso deu uma baita pressão, né, para qualquer empresa, ainda mais agora a gente voltou de novo, né, ter o aquela briga eh incontrolável de bons talentos, né, nunca parou, mas a gente voltou a ter novamente. Não, a última vez que a gente teve isso foi na pandemia e agora de novo, né? De novo foi forçando para bons talentos. Importante isso é uma pergunta que eu queria te fazer até pra gente eh encaminhar já pro nosso final aqui, porque senão a gente vai ficar até quarta-feira da semana que vem, porque o papo tá muito bom.
Mas eh uma coisa que eu tenho percebido, cara, é que não só agora, né, falando especificamente de A, porque se você olhar só para IA, isso já tá acontecendo, né? A gente tá fechando uma janela de oportunidade para estagiário, deve júnior, etc., que ainda não tem tanta experiência e tanto skill para planejar uma aplicação sozinho, etc.
traz uma barreira de entrada mais para esse cara, porque você dá uma dá um cloud code na mão de um cara, o cara faz chover, né? Sim.
Como você deu o próprio exemplo do molot do Open Claw, né?
Mas se a gente olhar, e aí voltando aqui pros nossos cabelos brancos, a janela inteira, você também tem a sensação de que a tecnologia ela tem virado uma área um pouco mais séria e séniior para profissionais especializados.
Porque se a gente olhar até 20 anos atrás, a gente tinha curso de web master na SOS Computadores com sobrinho de muita gente de 14 anos programando site em PHP. Isso, isso meio que sumiu. E aí a gente começa a ver cada vez mais a tecnologia funilando por um uma uma carga de skill mais pesada, técnica, com nuvem, etc. E agora comá ainda mais, né?
Então é o que você disse, os profissionais, bons profissionais começam a ficar mais escassos e a barreira de entrada pro mercado de tecnologia, a corda começa a ficar cada vez mais alta, né?
Total 100%. É engraçado isso, né? A gente, cara, de novo, né? Como os movimentos são cíclicos, né? Eh, lembra na época que sempre tinha alguém que aparecia algum famoso, esse, né? essa galera aí de tec mais famosa e tal, chega fala assim: "Não, o segredo é ser generalista".
Aí vinha de novo alguém fala: "Não, o segredo é ser especialista". Isso depois de alguns anos, né? E aí não, generalista e especialista. E a gente ficou, [ __ ] você generalista e especialista, generalista e especialista, né?
A última que eu lembro era ser generalista.
Isso que sei lá, deve est aí há uns três, 4 anos, não, talvez um pouco mais, mas enfim, é bom ser generalista. E foi algo que eu sempre eh eu sempre fui contra.
Eu nunca achei que o generalismo era o o melhor caminho. Acho que você tem que ser um cara desenrolado, mas você tem que ser especialista em alguma coisa, né? Porque senão você vira um pato, né?
É, é meio que a visão que eu tenho. Você você pode ser generalista e na área de arquitetura você deve ser generalista.
Você deve ser sim, mas você tem que ter alguma alguma coisa que você faz diferente, especial dos outros, né? Tem que ser arquitetura, exato. Você tem que ser eh você tem que ter uma especialidade, né? Porque senão é o que você falou, você é um ornitorno.
Você não nada direito, você não caminha direito, você não, né? Exatamente. E aí, cara, o que eu acho que agora a gente tá virando, você tem toda a razão, na minha opinião, a gente vai ter uma um achatamento da pirâmide, então a corda vai ficar muito mais fina e muito mais bamba para quem tá entrando no mercado.
Eh, e eu acho que isso daí vai muito na linha de agora os especialistas estão na moda.
Uhum.
Justamente porque toda essa camada generalista, cara, é agora de fato, tá, agora não é influenciador que tá falando, não é isso. A Iá de fato resolve o generalismo, cara. Isso é fato.
É um fato. E aí, onde difere o humano da máquina, né? É na especialidade que possivelmente, cara, a IA ela não vai conseguir resolver, pelo menos não, sei lá, agora pode ser que resolva semana que vem, até porque precisava de muito, precisaria de muito processamento para ser especialista em tudo.
Em tudo, exatamente. Então assim, eu acho que agora voltamos ao que eu sempre defendi, que é você tem que ser especialista em alguma coisa, só que você tem que saber operar o que te dá o generalismo, né? Antes eram os livros, era você ter o conhecimento geral sobre, né? A gente tava até conversando antes de iniciar o papo aqui, cara, você tem que conhecer sobre algoritmos, sei lá, bubble sort, sabe? Que é uma parada super básica que você aprendeu lá na faculdade, ciência da computação, você nunca usou aquela merda.
Se você fez ciência, você não sabe, você não fez, volta, volta e devolve o diploma, volta pra faculdade e devolve o diploma agora.
Primeiro semestre, pô, não é possível, né? Mas enfim, cara, a gente volta nisso, entendeu? a gente volta a ser cobrado para ser para sermos especialistas, porque agora a gente tem definitivamente uma ferramenta que te traz a resposta generalista, né? Eh, com muita com muita assertividade, óbvio, tem alucinação, você tem que ter a habilidade de olhar isso, falar: "Porra, tá uma viagem esse negócio aqui, deixa eu ver se tá certo ou não". Mas cara, 90%, 95, 99% dos assuntos gerais você resolve com a IA hoje em dia. Então, voltamos, olha só, pro momento de sermos especialistas. Eu brinco até até pra gente fechar que esse advento da EA para gerar código é a hora agora que o arquiteto brilha, porque a gente agora o normal é exatamente o que o arquiteto fazia antes, que era corrigir e questionar o desenvolvedor. Pois é.
Então por arquiteto é maravilha, cara.
Você fala: "Não, por que que você usou esse padrão aqui não usou o outro padrão?" E aí o o nosso desenvolvedor hoje que é o ele não reclama, ele vai lá e corrige do jeito certo. Então pra gente de arquitetura, cara, tá uma maravilha.
A gente continua fazendo o nosso trabalho com mais eficiência.
Pois é. Então assim, você que tá querendo entrar no mercado agora, se especialize, né? Não, não vá nesse papo agora de generalista, porque agora temos evidências claras de que o generalista não vai não vai rolar, cara.
Tem tem máquina fazendo generalismo melhor que você.
Muito, mas muito melhor, cara. Então, assim, pega um assunto, destrincha ele até o fim, vai no osso, estuda, cara.
Estuda, como a gente fez lá na época que a gente começou, né? Eu aos 11 anos, vocês também, né? Então, cara, destrincha, vai que vai dar certo, mas sem dúvida nenhuma o mercado vai mudar.
O mercado já está mudando, tá? E eu acho que o movimento é esse. Vai acontecer um rápido demais. Eu acho que esse é um movimento, vai de fato acontecer um um achatamento, né? Então os cabelos brancos aqui que a gente tem na né, na cabeça, o ron nem tanto, mas na barba o ron só não tem cabelo branco porque ele não tem cabelo, né?
É, exatamente. Mas ele tem na barba, né?
Então assim, os cabelos brancos que que a gente tem agora, eu acho que de fato vão fazer a mudança assim, vão vão vão realmente tá à frente, né, liderar essa essa revolução que a gente tá passando, que a IA tá promovendo. Também acho, cara. Acho que não tem jeito melhor da gente finalizar esse episódio com com o recado aqui do Danilo. Cara, muito obrigado pela pelo papo contigo. Ia ser muito bom, né, velho? Papo legal. É a segunda vez e bicho, se deixasse a gente ia ficar mais umas 3 horas falando. Tem papo. Vai longe.
Vai longe, cara. E e ó, todo mundo que ouve o PPT, que já participou, sabe que a gente não tem roteiro, não tem pauta, a gente segue o papo. É sempre muito bom, principalmente quando o convidado é bom, né, cara?
E e assim, cara, o que eu gosto muito daqui, bicho, é que a gente é técnico raiz, saca? [ __ ] não tem papinho assim, é, a gente é viveu, cara. A gente vive, né? A gente vive a vida toda. Skin the game, sabe? a gente sabe o que a gente tá falando e tal, tem muita propriedade, tudo aqui, tem muita verdade também. Então, [ __ ] é sempre um prazer. Eu encontrei o R, né, cara, na na na Paulista, velho, escritório, um dos escritórios da Jump é de ficar lá na Paulista. Encontrei ele sem querer.
Aí eu comentei com ele, eu falei: "Porra, tô com maior saudade lá de vocês, a gente podia combinar". Aí o Ron falou: "Porra, bora".
Então, o legal é que o Ron, se tiver um dia de sol, você vê de longe.
Pois é, né? de longe.
Então não é possível.
Foi foi uma bite coincidência. Então assim, cara, pô, encontrei ele e, pô, a gente combinou rapidão. Tô aqui. Mega prazer, cara. Gosto muito de estar aqui com vocês. É mega respeito, sabe?
Respeito pela história do do PPT não compila, assim, é animal mesmo. Obrigado pelo convite, cara. [ __ ] gente que agradece aqui teu papo. É muito legal, cara. É sempre muito bom ter você aqui.
Sabe que essa cadeira aí é tua. A hora que você quiser, Valeu.
Só chegar e sentar aqui, meu velho.
Obrigado.
Obrigado. Obrigado mesmo. Valeu.
Show de bola. Você que acompanhou a gente até agora, muito obrigado pelo pela audiência de vocês. Espero que a gente tenha trazido aqui conteúdo de qualidade, de relevância para você e sua carreira profissional. E se você ainda não deixou o seu like, essa é a última chance. Vai aqui no like, deixa o seu comentário, compartilha esse episódio.
Se você quer contribuir de uma forma ainda melhor para o PPT no compila, você pode ser membro do PPT no compila. E agora a gente tá uma novidade, Ron, se o cara não quiser ser membro porque ele não quer dar dinheiro pro YouTube, ele pode ter o Pix do PPT no compil.
Olha aí que legal isso. Isso aí, ó.
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É isso aí, pô. A gente tá aqui para isso, né? Programador raiz é assim, né?
É isso.
E tem a dica, pode fazer um Pix recorrente, deixa ali, ó.
Boa.
Ajuda a gente a crescer e deixar a nossa comunidade cada vez mais forte. Se você não pode contribuir dessa forma, a gente entende perfeitamente. Compartilha o episódio, posta no Nickedin, manda no WhatsApp da empresa, no Teams, no Slack, né? Manda para aquele cara que tá querendo empreender. E, pô, isso, ó, baita dica que o Danilo falou.
A gente tem que fazer um episódio só sobre empreendedorismo, cara. Fica aí a ideia.
Aí você vai contar todas as tuas seis jornadas.
Tem muita história maluca, cara.
Vai ser legal. Já, já, já. Vamos, já vamos agendar. tá convidado. Valeu,
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