Mulheres na Tech: Liderança e Inspiração | Especial Mês da Mulher
Convidados
Tatiana Scarpioni
Lead Software Architect
Lilian Ferreira
BI Manager
Alexandra Borges
Tech Manager
Carol Gaia
CRM Manager
Explore o episódio
No cenário vibrante da tecnologia, a trajetória de mulheres na tech rumo à liderança feminina em tecnologia é um espelho de resiliência e inovação. Você já se viu diante do dilema de não se candidatar a uma vaga por não ter 100% dos requisitos, ou sentiu o impacto de um feedback que parecia desconsiderar sua essência? Neste episódio especial do Mês da Mulher, mergulhamos fundo nas experiências que moldam a carreira em tecnologia para mulheres, oferecendo um guia para superar desafios e construir um caminho de sucesso. Com a palavra, um time de peso: Tatiana Scarpioni, Alexandra Borges, Lilian Ferreira e Carol Gaia. Elas desvendam a importância da paixão por pessoas na liderança, como a inquietude impulsiona a inovação e a relevância das soft skills em conjunto com a expertise em dados, CRM e arquitetura de software. Prepare-se para insights valiosos sobre a necessidade de entender o 'porquê' dos problemas antes de aplicar soluções com IA e análise de dados, além de estratégias para planejar transições de carreira e lidar com feedbacks desafiadores. Uma conversa essencial sobre a verdadeira essência de um líder que inspira e empodera. Com anos de vivência em posições estratégicas, essas referências da liderança tech compartilham perspectivas autênticas sobre o universo corporativo e a construção de carreiras com propósito. Este episódio é um convite à reflexão e à ação, mostrando que a liderança feminina na tecnologia é mais do que um cargo; é sobre transformar e impactar. Deixe seu like, compartilhe este conteúdo inspirador e assine nosso canal para não perder os próximos lançamentos. Conecte-se com nossas convidadas através dos links na descrição e marque presença no lançamento do livro 'Elas na Tecnologia' – Volume 3, dia 25/04, na Livraria da Vila do Shopping Pátio Higienópolis. Sua próxima fase na tecnologia começa aqui!
- Abertura e Boas-Vindas: Mulheres Líderes em Tech
- Superando a Síndrome do Impostor: Mulheres e Oportunidades em Tech
- Quebrando Barreiras: A Coragem de Se Candidatar e o Papel da Cultura
- Desvendando o Mundo dos Dados: Análise, IA e o Futuro da Informação
- Patrocinador: Klever - Liberdade Financeira em Crypto e Blockchain
- IA e Qualidade de Dados: Por Que a Base é Mais Importante que o Hype
- CRM na Prática: A Jornada do Cliente e o Coração das Empresas
- Planejamento de Carreira em Tech: Encontre Seu Caminho e Propósito
- Transições de Carreira: Da Gestão ao Tático e a Importância da Preparação
- Patrocinador: VMBEARS - Soluções em Software e Arquitetura
- Histórias de Transformação: De Policial a Salesforce e o Impacto na Vida
- A Pandemia como Catalisador: Mudança de Carreira e Propósito de Vida
- Mentoria e Networking: A Chave para a Transição para Engenharia de Dados
- O Poder do Feedback: Lidando com Críticas e Transformando Desafios
- Feedback Negativo como Propulsor: Minha Jornada para a Liderança em Dados
- A Arte de Dar e Receber Feedback: Contexto, Agilidade e Egos
- Lidando com Pessoas Difíceis: Estratégias para Conversas Complexas
- Liderança é Essência e Propósito: Desenvolvendo Pessoas e Inspirando Times
- Liderança Não é Cargo: Explorando Carreiras Técnicas e o Valor do Humano
- Encerramento e Lançamento: Elas na Tecnologia - Volume 3
Se eu estou lá para desenvolver pessoas, eu também posso ser desenvolvida em qualquer papel que eu estiver, em qualquer cadeira que eu estiver. Então, foi aí que eu comecei a mudar a minha forma de pensar.
Uma pessoa que tá começando, eu sempre falo assim, eh, você precisa entender, eh, antes de colocar a mão em código, qualquer que seja. Não é um problema ter um problema. Não tenho medo de falar do problema. Me falem um problema. me fala exatamente o que que a gente tá perdendo com isso, entendeu? Porque se eu não souber o problema, não tem nem por onde eu começar.
Exato. E muitas vezes eu faço isso, eu dou protagonismo para outro profissional. Então já veio o feedback, ah, mas você não atuou porque eu dei o protagonismo para outra pessoa para que ela brilhasse
pessoal, eu sou a Tati. Cadê o Wellington?
Onde está o Wellington? Está o Wellingtone.
Esse é o PPT não compila. E esse é um episódio especial para falar sobre o Dia Internacional da Mulher e temos essas mulheres incríveis aqui, líderes de tecnologia.
Muito bom.
Mas cadê o Wellington?
Onde tá o Wellington?
Tá Wellington.
Que que você fez com o Wellington?
A gente prendeu o Wellington. E aí, esse vai ser um episódio só com mulheres.
Wellington, muito obrigada pelo espaço.
Obrigada, PPT não compila, produção.
E esse podcast não é só para mulheres.
Esse podcast também é para os homens, para todas as pessoas, que possam entender um pouco do universo das mulheres, da liderança na tecnologia e que cada uma aqui possa trazer uma mensagem, não só para as mulheres, mas também para os homens, que também são eh nossos parceiros, assim como o Wellington, que foi super gentil de abrir essa pauta aqui para essas mulheres. E aí, eu vou começar. Temos aqui a Lilan, temos a Lê, temos a Carol.
Esse vai ser um bate-papo, eu tenho certeza que vai trazer muitas coisas legais. E aí eu queria saber de vocês.
Quem é você na tecnologia?
Nem precisa saber de empresa. Quem são vocês na na vida, na tecnologia, na se apresentem na na vida, na técnica. Posso começar?
Claro, aquela assim vai por ordem alfabética.
Qualquer qualquer ordem, né?
Deu certinho.
Eh, primeiro obrigada, viu, Tati, pelo convite, por estar aqui com a Carol e Lili maravilhosa.
A gente brincadeira, né? Não trocamos ele, né? Na verdade, ele cedeu o espaço para nós, né? Gentileza maravilhosa.
Obrigada. Eh, e por ter esse espaço de voz. para nós, né? Então, quem que eu sou na tecnologia, né? Vou dizer assim, hoje, eh, eu sou uma mulher de quase 48 anos, tô aqui assim há dias para fazer completar os 48, eh, com uma jornada de liderança desde os 24. Então, comecei com liderança em tecnologia bem jovem na parte de engenharia, mas comecei minha carreira com infra. E acho que um dos meus maiores propósitos é fazer essa conexão de pessoas e tec. Então eu falo assim, você gosta de tecnologia muito, mas eu acho que eu gosto muito de gente também, então eu fico ali, sabe? Eu gosto mais de tecla de gente, eu fico na dúvida.
Tem história, tem história para contar para contar. Hoje a gente vai ver suas histórias. Obrigada mais uma vez, Lilan. E você?
Bom, vamos lá, meninas. Muito obrigada por estar aqui com vocês, Tati. Obrigada pelo convite. Agradecer também o que cedeu espaço pra gente, por estar aqui entre maravilhosas. Bom, eu também com quase 48 anos. Eh, eu na área de tec, eu sou especialista em dados. Eh, não só eh atuo paraa TEC eh focada em dados, mas eu também tenho um projeto onde eu crio ali um impacto social eh de representatividade feminina e através desse projeto a gente dá vozes para as mulheres trazerem as histórias e as jornadas dela na área, né, em tec, nesse universo de tec e merch que delícia maravilhosos maravilhoso. E assim, é um prazer também estar aqui com vocês e a gente poder explorar temas que são bem relevantes, não só relacionados à área de tec, mas pra mulher que tá inserida no papel de liderança em TEC, né, que eh de um bom tempo para cá isso tem mudado muito, né?
Não era muito comum a gente ver mulheres inseridas, mas antes da gente falar vamos deixar todas se apresentar e a gente bate esse papo sobre esses temas.
E a Carol, Carol, amigas.
Bom, eh, antes de falar de mim, então eu agradeço a a tanto vocês, né, por estarem aqui conosco, mas também o pela oportunidade de estar aqui e pela oportunidade de poder falar, né, não só da gente, mas das nossas experiências e poder compartilhar, né, porque aproveitando agora já introduzindo como eu sou na tecnologia, como eu sou como mulher ou como pessoa, eu acho que a gente existe no mundo para ajudar as pessoas, né? Então, se todo mundo pensar que um tá para ajudar o outro, todo mundo vai sempre se sentir bem. E aí eu trouxe isso pra minha carreira, porque para mim a tecnologia só existe para ajudar algum negócio. Ela não existe por existir. Uma tecnologia que não é para ajudar alguém não não serve para nada, né? Então é por isso que durante toda a minha carreira eu sempre fui muito de dados. Eu comecei programação e tudo mais desde muito cedo. Trabalhei em grandes empresas e tudo. E aí depois que eu queria sempre muito, sempre fui muito de dados, muito tec, né? E aí eu falo assim, mas o que que a gente ajuda? Qual que é o ganho que a gente tem com isso?
Como é que eu faço para ajudar mais, né?
E aí foi aí que eu saí de dados e fui pra CRM. E claro, com ninguém faz nada sem dados, porque tudo tem dados, né? E aí eu comecei a olhar como é que eu consigo ajudar o cliente então estar mais na ponta para poder ajudar as pessoas, seja a empresa onde eu estivesse ou os meus clientes, seja eles quem forem, né? Interno ou externo.
Então eu sempre falo pr pras pessoas, independente da tecnologia que eu estou aplicando, mas assim, o que que eu como que eu posso te ajudar hoje? De verdade, eu trago meus clientes para mim, eu falo: "O que que eu posso te ajudar?
Porque eu sei, eu estou ali para ajudar." E às vezes quando as pessoas chegam com problema, falam: "Não é um problema ter um problema". Porque eu fico até agradecida quando as pessoas vêm me procurar para ajudar aquele problema, porque através da tecnologia a gente consegue ajudar. Então, seja uma tela para um atendente, né, que é um botão que vai ajudar a vida dele, ele já vai trabalhar mais feliz. e um atendente trabalhando mais feliz, ele atende melhor o cliente e o cliente vai gostar mais da nossa empresa e assim por diante, às vezes com poucas ações muito simples. Então é isso que me fez apaixonar pela tecnologia, não pela tecnologia em si, mas por ser uma ferramenta que ajuda as pessoas. E aí, como eu gosto muito de ajudar, por isso que eu me encontrei muito, não só em dados, mas como CRM, né?
Fala com os olhos brilhando.
Carol.
Bom, eu sou a Tati, tem uma comunidade chamada Defentec, a Carol já participou.
É um trabalho voluntário que visa formar mulheres na tecnologia, inspirar. E quando o Wellington comentou, ele fala da comunidade. E eu tenho certeza que esse bate-papo aqui vai inspirar eh mulheres em transição de carreira, que a gente tem bastante, mulheres que estão pensando, quero ser líder, tenho medo.
Mulheres que vem uma vaga e muitas vezes tem medo de clicar porque não tem 100% dos requisitos dessa vaga.
E eu queria entender um pouquinho de vocês. Isso já aconteceu com vocês?
Vocês terem medo de algum desafio, medo de olhar uma vaga? Eu não sou perfeita ou não tenho 100%. E agora o que eu faço ou não? Vamos embora. Vou vou vou com tudo. Não sei, 50% e vou embora. Já faz.
Isso não é percepção, né, Tati? Não é percepção. Que eu vi um estudo sobre isso que realmente as mulheres só clicam quando elas atendem atendem 100% dos requisitos. Sim, sim.
Eu eu também concordo. Eu acho que já aconteceu comigo sim de eu não me aplicar uma vaga justamente por eu não eu olhar as competências ali e os requisitos e falar: "Não, não sei tudo não, não vou". Porque acho que no momento da entrevista isso pode, né? Eh, sei lá, ser um problema para mim, né? E aí não me aplicar e realmente não participar por medo, justamente por, né?
Não ter. Claro que hoje a gente repensa porque a gente tem um pouco mais de maturidade, mas eu acho que quando eu comecei na minha carreira eu fazia muito isso, não participava muitas vezes.
E deixa eu fazer uma pergunta. E o que que fez você mudar? Porque você fazia isso no passado. O que que fez você fazer a transição? Eu não sou mais assim. O que que mudou para falar assim: "Agora eu consigo fazer não não fazer o que eu fazia antes?" Eu acho que quando eh não só quando a gente passa, né, a se desenvolver mais, a gente desenvolver pessoas, que é o nosso papel de líder, a gente acaba entendendo que nem todas as pessoas elas estão preparadas paraas cadeiras que a gente tem dentro de uma empresa e nas cadeiras que elas estão sentadas, né? E a gente, o nosso propósito como líder não é só a gente fazer entregas de projetos, é desenvolver pessoas. E quando a gente olha para isso, você tem a necessidade de desenvolver pessoas. E se você vai desenvolver pessoas, por que você também não vai se desenvolver, né? Você também precisa. Então, o que fez eu mudar minha minha forma de pensar foi exatamente isso. Se eu estou lá para desenvolver pessoas, eu também posso ser desenvolvida em qualquer papel que eu estiver, em qualquer cadeira que eu estiver. Então, foi aí que eu comecei a mudar a minha forma de pensar. Mas antes disso não. Então, antes de assumir um papel de liderança, de fato, eu não pensava, porque eu achava que os líderes já esperavam que eu tivesse pronta para aquela cadeira. E na verdade você não precisa estar pronto, né? Então eu só descobri isso depois que eu virei líder.
É, é uma eh eu acho que a gente deixa passar muita oportunidade porque você acha que ah, eu não vou ser a melhor candidata para para aquela vaga. Acho que talvez até um pouco do medo da rejeição, né?
Também o medo da rejeição, do não e ah, mas vai ter uma outra candidata.
Geralmente é outro candidato, né? Não é outra candidata, infelizmente, né?
Eh, mais bem qualificado ou é simplesmente é aquele candidato que teve a coragem de ir lá se aplicar. falar exatamente isso, porque a maioria das vezes é isso.
Vocês entrevistam a entrevistam candidatos e e uma coisa que eu admiro, vocês devem ter passado por isso, é autoestima.
E eu já nas mentorias, nas mentorias também, eh, na comunidade a gente tem mentoria de homens, eh, com mulheres e eles comentam: "T, eu eu percebi uma coisa, autoestima".
Eh, às vezes a pessoa ela tem uma potência e às vezes ela não se enxerga dessa forma. Então é uma característica. Então vocês trabalharam isso. Carol, tô corajosa, Carol.
Mas é por, mas é porque eu sobre esse assunto, sabe? Muitas coisas que eu vejo, eu sempre vejo porque tudo isso é uma cultura, né? Então é a nossa experiência como vida e tudo mais, mas se você vê até dos desenhos, né? Então, a menina sempre é princesa, ela sempre depende de um príncipe, ela depende de alguém.
Então, toda hora você depende, parece que você não é forte suficiente, diferente dos heróis, porque é ele que faz as coisas, então ele tem que fazer acontecer. Então, se os heróis eles não têm aquela autoconfiança, como é que ele vai salvar o mundo, não é mesmo? Mas e é isso, é muito da cultura do mundo em si, não é Brasil, não é São Paulo, não é isso, é mundo, né? Então, e até você fazer essa virada de chave, porque é uma coisa que foi inserida na sua mente desde pequenininha, é só na leitura e ouvindo podcast e ouvindo pessoas falando até ter essa transformação dessa experiência do dia a dia e pra gente conseguir se olhar do outro lado e testar e perder o medo e ir com medo mesmo, né? Mas uma coisa que eu queria comentar sobre essa parte que você comentou de liderança e pessoas hoje eu gosto muito de pessoas que são incomodadas, né? Eu eu falo sempre que assim, eu adoro pessoas que quanto mais estudo melhor. Eu concordo 100% com isso. Mas às vezes aquela garra de querer fazer acontecer daquele desafio que a pessoa, mesmo que ela não saiba, ela vai atrás. Para mim são as melhores pessoas para se contratar na vida, porque ela vai atrás, né? Então ela é esforçada. Então aquela pessoa que é incomodado, a gente adora os, eu tive líderes que falava, adoro os incomodados, o inconformismo, né?
Inconformismo, né? Então aquela pessoa que vai atrás para resolver, porque no final são os melhores, né? Que é o que faz acontecer.
É. é o que faz até em inovação fala muito isso, né? Eu cheguei a ocupar uma posição de red de inovação e as pessoas falavam assim: "Mas Alão, o que que é inovação, né?" Eu falei: "Inovação é você ser incomodado com alguma coisa e você ir atrás de uma solução melhor do que o que existe, do que aquilo que você tá fazendo, né? Então essa coisa, né?
essa esse informe, essa inquietude.
Exato.
Então eu acho que ser inquieto é é positivo.
É positivo.
Exato.
E eu eu falei da Carol, mas eu tive essa jornada também de ter medo de me inscrever, só que depois me virou uma chave. O problema é que eu me inscrevo assim, ó, não sei que que é isso aqui.
Eu me inscrevo. Por quê? Porque eu comecei a perceber, principalmente na área técnica que você vai estudando, vai se especializando, ainda mais quem é de arquitetura, o arquiteto ele sabe tudo, não sabe nada. Eu tenho especialidades, mas eu tenho um guarda-chuva.
E hoje em dia, né, na minha época não tinha internet, é tão tão fácil, mas é o mesmo tão difícil para quem começa. E eu queria até ouvir isso de vocês no dia a dia, como liderança, as pessoas de outras gerações que estão chegando no mercado, a quantidade de informação vejo pelas mulheres de que vem para fazer treinamentos na comunidade. Tem muita informação, tem muitas áreas, tem dados, tem CRM, tem infraestrutura, tem inovação e então é uma quantidade enorme de informações. Eu queria que vocês fossem falar um pouco da área de vocês e vender a área de vocês para alguma mulher. Por que que elas deveriam se inspirar em vocês? Na área, na liderança? Eu preciso ser técnica. Eu fiz cinco perguntas ao mesmo tempo.
É bom que dá bastante espaço para falar.
Dá bastante espaço para falar.
Bom, pra área de dados, o que que a gente muito bom, é dados, né? Então, para eu poder trabalhar o dado, eu preciso fazer uma análise dele, entender um comportamento, né? identificar um padrão e a partir disso criar soluções, sejam elas com IA, sejam elas com modelos preditivos, enfim, ou até um um dash, uma visualização, né, um tablô, um alguma coisa nesse sentido. Então aí eu já tô falando até de ferramenta, mas eh justamente essa inquietude que eu acho que é o que traz muito então para uma mulher que quer ir pra área de dados, por onde ela começa.
É, eu acho que hoje a gente tem bastante trilhas e oportunidades aí de cursos no mercado que formam pessoas. Eh, se eu trouxesse algumas escolas ou até referências aqui, pode ajudar, mas eu acho que esse não é intuito. Mas o começar é, sei lá, você gosta de Excel, por exemplo, se você gostar de Excel, colocar dado ali, você fazer filtros e buscar informações no Excel, isso já é um uma análise, já é uma pré-análise, né? Então, que é um passo antes de você, sei lá, mergulhar em SQL, mergulhar realmente aprofundar em ferramentas que são utilizadas hoje em dados. Então, eh, se você gostar já de trabalhar no Excel, mexer com formulazinhas ali, já é um caminho, né? Eu eu sempre falo isso, mas eh eu acho que para quem assim para vender mesmo a área de dados, vou falar os lados, todas as partes positivas.
Hoje em dados a gente tem muito mais oportunidade do que numa frente de engenharia de software, por exemplo, né?
Então o dado você tem engenharia, você tem ciência de dados, você tem toda essa parte de a que tá chegando agora e aí o mercado tá bem, né, assim, eh, indo pro sentido de todo mundo quer usará, todo mundo quer criar gente, todo mundo quer fazer tudo com inteligência artificial, mas a base de tudo é o dado. Então, toda empresa que precisa trabalhar com IA, ela vai precisar de alguém que entenda da parte de dados, que entenda de arquitetura de dados, que entenda de análise de dados, que saiba criar modelos e padrões. Então, tudo que a pessoa puder estudar nesse sentido, né?
conhecer ferramentas. Então, o que que é uma arquitetura dentro? Sei lá, utilizando, quais são as ferramentas que eu tenho, então posso desenvolver ou atuar no ambiente, sei lá, em GCP, AWS, Ejure, tem o Databics, que é uma plataforma muito mais completa também.
Então, eu poderia falar de diversas ferramentas, mas antes de tudo, dá um passo para trás, né? Você vai gostar de fazer, trabalhar com análise, você gosta de mexer no Excel, isso é um caminho já, né? E depois dentro da área de dados você tem outras frentes que você também possa atuar. Não necessariamente você precisa ser tão técnica, né? Mas entender do negócio, que é um dos pontos que a Carol falou, é entender o que que você traz como solução. Você vai ter o dado, beleza, mas para que que eu preciso do dado? Qual é a solução que eu vou entregar com ele? E aí sim esse essa parte que se conecta então com o negócio. Então não necessariamente precisa ser técnico, mas quando você conecta a tecnologia com o negócio, é onde você realmente traz a inovação, a transformação e aí você traz oportunidades de soluções e de criações também, né? Então eu acho que ser mais criativo também ajuda, né? Eu são essas, sabe que eu percebi? Você falou de muitas competências que não são dados, que são soft skills.
Exato.
A Carol também. Ela também. Também.
Mas não se faz nada. A gente não é robô, né?
Exatamente. Mas agora tem robô.
Mas o robô não tem só.
Aí também tá aí para mostrar que hoje é possível. Você não precisa necessariamente saber o tudo, né? que aí se conecta muito naquele ponto que a gente iniciou a nossa conversa relacionado a, ah, eu vou me me candidatar uma vaga, mas eu preciso saber tudo? Não, hoje não precisa. Mas o que que a gente precisa ter em mente que alguém que tá atuando na área de tecnologia sempre vai precisar se atualizar, seja com ferramentas, seja com, sei lá, algumas outras habilidades, não só técnicas, porque as habilidades comportamentais são de extrema importância também. Eh, mas como o mercado ele muda muito e a gente tem muita atualização de ferramentas, então a gente precisa assim ter um norte, saber alguma coisa, mas a parte técnica é algo que você desenvolve muito quando você tá inserido na área, né? É aquilo que a gente falou, você não precisa saber tudo para sentar na cadeira, mas se você tiver essa vontade, né, de buscar, de de e como você trouxe, brilhar os olhos e ter essa vontade, essa inquietude, já vai te ajudar também. né? É, é, é o mínimo, né? Sem dúvida. É, eu acho que essa, eh, fazendo aqui o papel de vendas, né? Todo mundo é um pouco de vendedor, né? Eu sempre falo, né? Quando você vende aquilo que você faz, eh, dentro, acho que todas as áreas, a Carol também vai concordar.
Acho que você também vai concordar, Tati, dentro de arquitetura. Eh, falando um pouco de engenharia, eu acho que uma pessoa que tá começando, eu sempre falo assim, eh, você precisa entender, eh, antes de colocar a mão em código, qualquer que seja, seja abrir uma ferramenta de dados, seja abrir, eh, sei lá, um terraform para codificar alguma automação em arquitet arquitetura ou fazer um desenho de arquitetura que seja ou mesmo pra parte de de arquitetura de dados também pra parte de CRM. Eh, eu acho que as eh acho que as novas gerações que elas perderam um pouco o poder de sintetizar as coisas, que acho que as gerações anteriores, acho assim que a nossa geração foi a última geração que fazia isso. Bem, eh, e, e o que que eu tô tentando explicar aqui para quem vai ouvir a gente entre nós, nosso papo aqui, quando você recebe uma demanda, às vezes a pessoa não consegue entender exatamente o que precisa de ter de saída daquela demanda. Qual que é o resultado que você espera com aquilo?
Questionar, eh, por aonde a gente vai chegar.
Eh, e daí se você não entende muito bem o que que é esperado de resultado e como você vai começar essa demanda? Há grandes lives, há grandes distâncias de do resultado tem que ser refeito, não? Exato. Então, assim, e o que eu vejo assim eh trabalhando, até teve casos mais recentes assim de eh eu tá mais próxima assim da da do time de desenvolvimento de software em alguns momentos. Eu eu estive em posições mais executivas e eu decidi estar mais no tático com a turma de desenvolvimento.
E aí eu falei assim: "Mas por que que você tá fazendo isso? Eh, não é porque eu acho que assim vai ser mais fácil.
Mas esse resultado conversa com aquilo que a gente precisa chegar. Eh, aí a pessoa olhava o número, né, e tal, fazia análise. E eu lembrei de você porque é bem rodar uma query, aí a pessoa me manda query. Não, eu não quero rodar query, eu quero que você me traga a informação, valor. Exato.
Então você vê as pessoas meio perdidas, então acho que assim, tentando conectar a a sua pergunta ali, eu vejo que as pessoas meio que se perdem assim, independente do que elas escolherem dentro de tecnologia e até em outras áreas, começa pelo porquê. Eh, por que que eu tô aqui? O que, por que que eu gosto de dados? Por que que eu gosto de engenharia? Mas se a pessoa não tiver um bom treino de síntese de entender e o o famoso turbo shoot. Agora você gostou. A arquiteta fica coração quentinho. Eu como comecei minha carreira estrutura, então eu falo que eu adoro é fazer trouble shoot, que é refazer resolver problema, né, Carol? É, é o que é bacana.
Aham.
Se as pessoas não conseguem entender isso, elas eh vão ter dificuldade em qualquer área. É a minha visão, tá? Isso num bom desenvolvimento de software, numa boa análise de dado, numa boa arquitetura de projeto paraa CRM, para eh sustentar um produto que tá sendo construído. É a minha visão. Então, quero falar com você agora que ainda não conhece a Clever. Clever é uma empresa que já tem mais de 3 milhões de usuários em 30 países com 30 idiomas diferentes, que tem trazido soluções em blockchain, criptomoedas e ativos digitais. O objetivo da Clever é te dar liberdade financeira para operar nesse mercado de cripto. Então, se você acredita nisso, se você acredita nessa liberdade, você já pensa como a Clever, vai conhecer os caras, é clever.Ou estão contratando também pessoal para trabalhar com crypto, com blockchain. Então, se você tem interesse, se você tem conhecimento nessa área, procura a Clever. Se você gosta de criptomoedas, se você opera no mercado, você precisa conhecer a Clever, precisa conhecer as soluções da Clever.
Então, o endereço tá aqui embaixo no vídeo. Para quem não tá no YouTube, é clever. Vai lá, vai conhecer que realmente é um mercado sensacional.
Legal a dica pras pessoas que aí querem encontrar, que querem comentar, é, começa assim, ah, eu tenho um problema, tá?
Como que a gente apoia para resolver, né? Eh, antes da da ferramenta de fato, né? Como que a tecnologia apoia e aí também entender eh além de eu trazer uma solução, né? o que que ela agrega de valor nessa entrega que eu tô fazendo, porque hoje pras empresas também o mais importante é o é o valor de entrega, né? E às vezes o valor realmente de grana, né? O quanto põe na mesa e o quanto tira na mesa, né?
Então, claro que nem todos estão às vezes dentro de uma equipe desenvolvendo projeto, eles não vão conhecer de ponta a ponta, né, tudo que tá relacionado ao que eles estão resolvendo em relação ao problema, mas realmente conhecer e saber explicar, né? Por que que você tá criando essa solução? Vai, ela vai resolver o quê, né? Se se a pessoa não sabe de fato como que ela tá entregando, como que vai ser essa entrega que ela tá fazendo, qual a qualidade que vai ter.
Exato. E até um complemento que você tá falando é que um meu líder hoje comentou comigo, ele falou eh tem muitas empresas que estão com meta de colocar a IA, só implementar a IA, mas a meta deveria ser qual que é o resultado que você gera com a IA, né? Porque não adianta, eu vejo muitas coisas acontecendo em algumas casas que pô, você vai trocar um bote que, né, OK, é uma árvore de decisão, mas e aí você colocar uma é um fac, ela só muda a forma de falar, mas o resultado é o mesmo. E se porque o conteúdo muitas vezes é o mesmo. Então assim, para que que você teve todo aquele trabalho para fazer basicamente a mesma coisa? Então assim, minha visão é que se você vai chegar no mesmo resultado, nem precisava ter começado. Então por isso do porquê, qual é o resultado que nós temos com isso, então como é feito hoje para entender o problema, né? Que aquele negócio não sabe se você tem que amar ou você tem que odiar o problema, mas você tem que conhecer.
Por isso que eu sempre falo pr as pessoas, não é um problema ter um problema. Não tenho medo de falar do problema. Me falem um problema. Me fale exatamente o que que a gente tá perdendo com isso, entendeu? Porque se eu não souber o problema, não tem nem por onde eu começar.
Exato.
Né? Então e estamos aqui para resolver problemas, né? Porque se fosse tudo certo, ia todo mundo pra casa.
Todo mundo pra casa. E até para priorizar, desculpa até te te interromper, mas até para priorizar, às vezes você chega lá, tem um montão de coisa para fazer. Verdade. O que você escolhe?
Até eu acho que você viu um artigo que eu coloquei para quem não sabia onde ir, qualquer caminho sabe. Aquela festa aqui foi assim do meu coração.
Para quem não sabe para onde ir, qualquer caminho serve.
Exatamente. Sobre isso.
É. E aí também conectando um pouco com o que a Carol trouxe, que qual é que eu vou resolver esse problema e a solução que eu vou dar? Ou seja, eu vou trocar só um chatbot que eu tenho por um, sei lá, por uma outra ferramenta que tá usando a tá bom, mas ele ele vai entregar já o valor que ele já entrega hoje. Legal. Então você só tá trocando isso. Mas você sabe quanto custa para implementar isso ou qual o custo que vai ser depois que você implementar? Porque você tem que avaliar, tem que manter né? Então assim, é um custo, a sustentação disso, como eh, né? Tudo que a gente cria tem um custo e por isso que eu falo que conecta muito com a entrega de valor, não só de valor pro negócio, mas porque tem que trazer um resultado em cima disso, mas tem que trazer dinheiro pra mesa, porque a gente tá tá tá gastando para construir. E o gastar, o investir para construir é com time, com tempo, com gente que tá fazendo análise, com gente que tá desenvolvendo, implementando e depois gente que vai suportar todo esse processo que você vai entregar, né? Então é, e um pouco disso também falando de dados, um pouco falando dos cientistas de dados, eu vim pensando aqui no caminho sobre cientistas de dados, falando o que que os cientistas de dados estão fazendo agora, né? Porque nossa que fazendo os modelos preditivos e tudo. E na metodologia de um cientista de dados e quando ele faz um modelo, um algoritmo, sempre tem a parte da revisão dos algoritmos e tudo mais. E hoje aí aí eu vejo o pessoal usando, só que ele tá consumindo um algoritmo por trás, não tá desenvolvendo, mas tá consumindo. Mas às vezes eu vejo aquela falta da criticidade, se daquele resultado e qualquer coisa pode dar errado, né?
Então assim, cadê a sua, o seu lado crítico de validar aquilo ou só jogar?
Parece que jogou para Deus seja que Deus quiser. E não é assim, né? Então, assim como a metodologia do cientista de dados de fazer um algoritmo, que é excelente, eu gosto muito, sou apaixonado por essa galera, eh se perder um pouco na hora do consumo da IA atual, né, da generativa.
Então você você não vê a galera preocupada com aquele resultado, né?
Então vou colocar um chatbot, a gente sempre tá olhando tudo aí você solta e ela tá, mas ela tá respondendo, não tá respondendo, aquele cliente tá sendo satisfeito ou não? Então assim, quem tá vendo isso não é de novo, é aquele negócio do resultado, não só implantar por implantar, né? Então eu vejo muita galera querendo, querendo, querendo, mas o dado em si, sem um dado bom esquece.
Então se aquela empresa já não tá indo bem com dados, não é a IA que vai fazer milagre, porque a IA não faz milagre.
Ela trabalha em cima dos seus dados, então seus dados não estão bem estruturados. Não tô falando, principalmente para vocês, né? Só paraa galera que tá vendo. Mas é que todo mundo sabe, tipo, todo mundo, né?
Algumas pessoas não, mas quem não para quem não sabe isso aí. Se os dados não estão bem alinhados, estruturados, governados, a I vai ser uma perdida, assim como a empresa já é perdida quando ela não tem isso estruturado. Então é o que eu falo, WhatsApp, ferramentas excelentes e tal, se você não tem estrutura em um processo bem governado, não faz milagre. É por isso que muitas vezes você vê projetos acontecendo, empresas investindo muito dinheiro em tecnologias enormes e ela não olha pra base, né? Você vê empresas que não tem cadastro de clientes hoje e quer colocar uma [ __ ] no Estamos juntos.
Estamos junto.
Catálogo, uma organização documentada, entendeu? Então assim, a vai ser perder, coitado da Iada até d ela vai ser perdida, vai ser mais um no meio do caço. E tem muito hype, né? Já ouviram?
Eh, muitos líderes de tecnologia e a first. Mas o back tá aqui também de desordado.
Eu sempre falo isso aí. A first não, você tem que ser, né?
First, olha as suas pessoas primeiro.
Sempre falo isso. Acho que eh até do manifesto ágil, né?
Eh o acho que uma uma grande quebra de paradigma que a gente teve eh foi essa coisa de olhar as pessoas acima dos processos, né? E a gente tá perdendo isso.
Exato.
Então, enfim, vou falar um pouquinho do CRM, então, né? Vamos vender.
É, vamos ver você que trabalha com gerenciamento de clientes, né, assim, de de efetivamente cuidar, é, é, são pessoas, pra gente uma pessoa que quer trabalhar com uma área souber de dados, infraestrutura, engenharia, engenharia.
Não, então eu gosto de de mostrar como é que é o às vezes tem muita gente inserida já no CRM, mas não sabe o que tá fazendo o CRM, né? O que CRM eu sempre falo é com a sociária financeira da empresa. Às vezes a pessoa só dá um nome diferente. E é engraçado que você chega em algumas empresas não se sabe que é CRM e em outras tem várias áreas de CRM. E aí tem uns algumas pessoas acham que CRM é só engajamento, só venda ou só atendimento, né? Então CRM é um conceito, né, de o relacionamento com o cliente que ele faz toda a jornada.
Então primeiro você engaja, o que que é engajar, né? Então, na visão do cliente, ele recebeu uma oferta baseado no conhecimento que aquela empresa tem dele. E o conhecimento vem da onde? Dos dados. Então, baseado nos dados que eu tenho daquele cliente, a gente consegue ofertar o que a nossa empresa quer vender e pro público que ela gostaria de ter. Então, essa é a parte do engajamento. Mas ele não para por aí.
Depois que o cliente engaja, ele veio, chegou na minha empresa, é o tal do lead. Então, chegou um lead e falou: "Vai para onde? Vai para vender? Vai para quem?" Vai pro comercial, vai pro digital, autocontratação. Aí tem a parte da venda. Capturei o lead, engajei e vou vender. Vender digitalmente não é digitalmente, é um comercial, não é?
Então tem toda aquela tela, desde o desenvolvimento da tela para uma pessoa do comercial que vai visitar as pessoas nas empresas, que tá numa loja, né? Seja numas casas Bahia, seja num banco, seja num atendimento de a num hospital, por exemplo, porque um uma pessoa no hospital, ela é um cliente pro hospital, então ela tá sendo atendida, né? Então, o atendimento dela vai fazer ela escolher aquele hospital ou não. Então, todas as empresas têm essa parte. E aí, depois que você fez o atendimento, você quer saber se aquele cliente vai querer voltar ou não ou se ele tem algum problema, que é o atendimento do cliente. Então, e aí o cliente vai querer eh resolver algum problema, vai ligar, vai ser no WhatsApp, vai ser por qual canal que vai ser atendido. Então, se arrema, exatamente essa jornada, início e meio e fim e continuar com aquele cliente o tempo todo. Ele não acaba que ele não tem fim, né? né, que é aquela parte do reduzir o churner. Ah, [ __ ] o que que é reduzir o churner? É fazer com que o cliente não saia, porque captar um cliente é muito mais caro, né?
Então, então se você manter a sua base ali, é muito mais rica, né? Tudo baseado em dados. Então, CRM é tudo isso, isso é negócio, isso é processo que através de tecnologias a gente implementa isso dentro das empresas de forma organizada.
Então assim, é uma coisa que você acaba mexendo na empresa como um todo e ela mexe no coração.
Cultura, né, Carol? Também. Exato. Na cultura de o cliente no centro, o cliente primeiro, mas também não pode esquecer do resultado que a empresa precisa ter. Então eu acho muito legal.
Sempre comecei com dados isso. Meu, eu sempre falo, meu primeiro metade do meu coração é dados, outra metade CRM, que eu sem dados a gente não faz CRM, esquece. Aliás, quase nada na vida a gente faz sem dados.
E então, porque por isso que é a minha base principal, mas é essa é a parte legal. Então você, se uma pessoa quer entrar numa empresa, ela quer conhecer um pouquinho de tudo da empresa, então como é que vende? Porque no final da onde sai as coisas para empresa do dinheiro. O dinheiro vem como do comercial. Então o comercial é o coração da empresa. Mas não é só isso. Precisa do engajamento e precisa do atendimento.
Porque se eu vendo, né, e o cliente vai ser bem atendido, ele volta para esse comercial. Então por isso que a a visão 360 e a visão da jornada do cliente é boa pro CRM. Então, se você gosta de entender como uma empresa funciona e tudo, tem várias áreas de todo esse caminho que eu tô, que eu tô comentando aqui. Hoje eu atuo em tudo, né, como tecnologia, mas você pode pegar só um pedacinho disso aqui. Então, se você gostar deste assunto, você pode se aprofundar no assunto e aos poucos você vai acabar, você pode entrar na tecnologia. Então, da metodologia é muito mais fácil, né, hoje em dia, que antes a metodologia acho que ajudou muito, né? Eh, então quando você vai com um PO, com um PM, tem vários nomes aí no mercado, BIO, que era antigamente, né, business o Hwer. Eh, depois tem a parte de desenvolvimento, você pode ser mais tex, você pode desenvolver, você pode usar a parte de teste e aí quando você tá no negócio, você entra um pouco também acabar várias carreiras agora.
Não precisa programar, porque se eu quiser programar, eu posso programar.
Então, surge muitas dúvidas, né? É para quem começa, para quem tá na jornada, é, quero, não quero programar, tem espaço, tem espaço, quero saber de negócios, né?
Tem espaço, tem espaço, tem espaço. Mas o que que é importante? Eu acho que às vezes também falta, né? As oportunidades estão ali. Legal. Lembra que a gente falou que eu não preciso saber de todas as competências para eu buscar uma oportunidade? Bacana. Mas você precisa saber o que você quer paraa sua carreira também.
Isso é de extrema importância. Eh, porque senão eh, vai ser assim, você sempre vai estar numa empresa, talvez fazendo movimentos laterais, porque você não vai se encontrar realmente na sua carreira. Você vai pegar lá uma oportunidade, porque às vezes as pessoas também pensam assim: "A área de tecnologia é a área que mais paga bem, né? Vamos combinar, né? Todos pensam assim, ó, é o departamento mais caro de todas as empresas, a área de dados, então, nossa, o povo é milionário, né?
É, que é o que o pessoal pensa, não é bem assim, né? Vamos deixar isso claro.
Mas eh quando você também não sabe o que você quer paraa sua carreira, aquilo que você falou, qualquer caminho vai servir.
Então você tem que ter essa premissa também. O que que eu quero? Como eu o começar é importante. Então você pode começar por onde você encontrar uma pequena oportunidade ali, mas depois você vai se moldando também, né? Então você identifica o você conseguir identificar o que você tem mais eh afinidade, o que realmente brilha os seus olhos, né? E aí você fazer as suas escolhas. Então pode ser dados, pode ser infraestrutura, pode ser arquitetura, pode ser n coisas, né? Tem temos muitas oportunidades, mas você precisa ter um direcional para você saber fazer as suas escolhas, né?
E não tem medo de testar, né? Que às vezes a gente fala isso, tem que tomar cuidado pro pros mais jovens, né? que tão geração Z e tal, ficar ansioso porque ele acha que ele tem que acertar na primeira e não.
É, eu acho que eu dei sorte no sentido de escolha de carreira, né? Tipo, escolhi carreira ter e fui. Eh, só que muita gente não é assim e as pessoas têm que perder esse medo de Eu vejo muitas mulheres noite na vila, pode ser, tá tudo bem. Eu vejo muitas pessoas eh na transição de carreira, que eu acho muito legal. Então, a transição de carreira eu acho incrível porque as pessoas é não ter medo de mudar e eu dou tanto valor para essas pessoas assim também dentro da nossa carreira.
Isso e não é um problema mudar, né?
E e até de posição, né, gente? Eu passei eh quase se quase 7 anos eh em cargo executivo e eu falei: "Putz, mas eu queria ir mais pro tático". Eu queria estar mais junto com os times e decidi voltar. E tem gente que fala assim: "Nossa, mas você tá voltando umas casinha para trás no jogo, né?
Para trás para quem, né?" Exato. Para trás para quem? Porque eu tô procurando um lugar que eu acho que me faz mais feliz e onde eu consigo agregar mais valor. Eu acho que eu consigo trazer uma visão para efetivamente fazer times de alta performance, de trazer mais excelência aí, coisas que geralmente as empresas sempre buscam, né?
Uhum. Mas é é tem um olhar, tem um viés ali que as pessoas às vezes ainda t um julgamento e aí quando você é mulher aí o negócio engrena, vamos falar, vamos falar então sobre esse tema.
Isso também é importante trazer, né?
Porque assim, não só perfumes, as flores t, né? Tem os espinhos aí no caminho, né? Acho que é legal trazer também.
Bom, vamos falar de transição de carreira, né? que é um tema que é, eu acho que é importante, acho que todas nós passamos, eu acho que não só para mudança de área, às vezes mudança de empresas, eh até a nossa forma de pensar realmente de do que aonde a gente quer estar, né?
Então, por isso que eu falei que a gente tem que ter essa responsabilidade pra gente de saber escolher o que a gente quer pra nossa carreira, porque assim, você pode ter um líder que vai te inspirar, ele vai te dar um direcional, ele pode ser um aliado seu, você pode fazer mentoria com pessoas, né? Entender o que que aquela pessoa que tá naquela cadeira faz hoje, né? Eu acho que talvez eu queira estar lá, sei lá, daqui algum tempo. Mas além disso é justamente saber fazer as suas escolhas e saber que a cada cadeira que você sentar, ela vai exigir um pouco de você e do teu compromisso, né, e do teu conhecimento.
Eh, e aí, como a Lê falou, eh, eu estive em papéis executivos, né, em cadeiras executivas e eu decidi fazer um um outro movimento. Por quê? Porque para ela naquele momento de vida dela era mais importante.
E isso é importante, esse reconhecimento, porque senão realmente você vai viver num lugar e num papel que não te agrega, não te faz feliz. Agrega pra empresa porque você tá entregando o resultado, porque você como profissional se cobra também.
Sim.
Mas o quanto isso te custa em vida, em saúde, em, sei lá, satisfação, né? Eu acho que e na transição de carreira, eu acho que talvez acho que o momento mais difícil para as pessoas é justamente elas mirarem o que elas querem e o como elas têm que fazer para chegar ali.
Então ter aliados é importante na onde você trabalha para te ajudar nesse movimento. Eu também acho que um outro ponto importante é você também se preparar financeiramente. Então, às vezes eu vou escolher, eu vou dar um exemplo. Eu quando eu fiz, eu atuava sempre na na parte de engenharia de software, fui desenvolvedora, programadora quando eu comecei minha carreira. Eh, e passei um tempo fazendo isso. Fui analista, enfim, fui mudando, né, dentro as oportunidades que eu ia tendo, eu ia buscando, mas era algo muito ali pontual e que não mexia muito no meu bolso, né? E aí, dado momento na minha carreira, eu falei: "Poxa, eu hoje eu conheço muito da empresa que eu tô, mas eu quero se eu tivesse que ir pro mercado hoje, quem é a Lilian pro mercado hoje?" Eu me fiz essa pergunta um dia e aí eu tava já, sei lá, 8 anos naquela empresa e eu falei: "Cara, quem que eu sou no mercado hoje? Se eu for pro mercado, tudo que eu faço hoje nessa empresa que eu entrego com excelência e e tá muito bem feito, bem executado, que era o feedback que eu tinha do meu líder, o que que vai servir quando eu for para um outro lugar?
Quanto que isso vale lá fora, né?
Exato. E aí eu falei: "Bom, eu acho que eu preciso estudar, preciso me atualizar". Que é aquele tema que a gente fala de sempre tá atualizando, né?
não só com as ferramentas da empresa, mas olhando pro mercado. E quando eu fiz isso, eu percebi que eu falei: "Putz, eu preciso buscar alguma coisa". Aí foi quando eu olhei pra parte de dados, realmente falei: "Não, vou fazer uma transição pra área de dados. Ah, é isso que eu quero. Acho que agora eu achei meu caminho." Aham.
E aí eu falei, pensei, bom, vou fazer uma especialização, vou estar pronta pro mercado, que a gente pensa que vai acontecer assim, né? Vou aprender sobre dados, já programo, vai ser uma coisa mais simples e fácil, mas como é que você transita do papel que você tá de engenharia de software paraa área de dados? Quem vai dar essa oportunidade para você? E não é assim. E aí vem aquele outro ponto, porque eu lembro que assim, na época eu já era líder de equipe, eu já gerenciava uma equipe, então eu tinha esse papel de gestão de três ou quatro times na época e eu tinha uma faixa salarial que assim para mim ajudava muito. E pra fazer essa transição, na época que eu tava, que eu terminei minha especialização em dados, eu só tinha oportunidade de engenheira de dados na época e eu já era líder da área e eu falava: "Gente, mas eu não quero voltar aqui para essa cadeira, eu já não tô mais nessa pegada aqui de programar, eu quero fazer tipo gestão na área de dados." E aí eu ouvia sempre assim, é muito mais difícil de você encontrar essa oportunidade. Por quê?
porque você não tem talvez a experiência ou atuação em projetos de dados para que realmente você possa ir para essa cadeira. E fazer esse movimento pro para ser uma engenheira de dados na época mexia muito no meu bolso. Meu salário ia para 1/3 do que eu tinha. Eu falei: "Gente, não é o que eu quero agora".
Então também tem essa visão de que essa transição você precisa estar preparado financeiramente, porque senão não, eu não fiz esse movimento, continuei no meu no meu papel de gestão até aparecer uma oportunidade para eu fazer gestão realmente de projeto.
Então, primeiro eu fiz uma parte arquitetura de um projeto para uma instituição financeira na época. eh, vendi esse projeto junto com a empresa que eu estava, que era uma consultoria, deu boa. E aí eu falei: "Bom, é minha primeira experiência, legal. E isso já me ajuda a est com um pezinho ali dentro de dados." E aí eu ia descobrindo muito mais o mundo de dados e aí meu olho brilhava mais ainda, eu queria mais ir para lá e eu tinha que continuar fazendo o que eu tava. E aí, tipo, equilibrar isso também, essa ansiedade de você querer migrar, né, e mudar de área, mas isso levou assim um ano e meio mais ou menos. E aí eu consegui fazer esse movimento paraa área de dados e ir para um papel de liderança, assumindo sim uma cadeira importante, eh, sem a necessidade de fato de eu mexer no meu bolso, mas levou um tempo de um ano e meio mesmo depois de eu ter já me formado. Então, eh, se preparar financeiramente e também se preparar para você ter contatos que vão te ajudar nesse processo, que já estão na área, que conhecem, t essa experiência, que podem te ajudar nesse passo a passo, né?
Então, uma mentoria, você ter troca com pessoas que estão já inseridas na área, o o quais são os ganhos e as perdas que você pode ter e aí você se preparar para isso. Acho que são esses passos, assim, na minha opinião, eu acho que vocês podem também complementar eh sobre os passos a na transição. Você que tá aí escutando esse episódio bacana e quer levar toda essa tecnologia, essas novidades pra sua empresa e não sabe como, chama o time da VMBERS. A gente pode ajudar vocês com desenvolvimento de software, com arquitetura de soluções, a entender os problemas que vocês estão vivendo e sair do outro lado com uma solução bem bacana. E se você tá escutando o podcast para aprender coisas novas, faz o seguinte, manda um e-mail pra gente no peoplecare@vems.
E você pode fazer parte também do nosso grupo de talentos. Valeu.
Agora o time do Relações Públicas vai gostar mais de mim.
Na minha carreira, eu sempre experimentei, trabalhei com dados e eu acho que eu tenho uma coisa que é, eu nunca digo não, porque principalmente em arquitetura, você vai passando por algumas áreas e eu caí em APIs, né, numa grande instituição e me apaixonei por esse tema e fui me especializando, me especializando, mas de repente eu fui para trabalhar com CRM, só que tudo que você aprende você conecta. E aí eu vou falar, a Carol também é uma pessoa que me indica muitas pessoas por conta da comunidade. A gente tá falando de transição aqui no nosso cenário e existem, eu acho que vocês conhecem pessoas assim, eu conheço na comunidade transição de carreira de auxiliar de enfermagem para tecnologia, RH. Eu conheço várias pessoas que eram de RH que veio pra TEC. Sim, eu tenho um aí. Tati, termina aí o o concurar que a Carol me traz muitas pessoas. Eh, teve uma pessoa que ela me indicou, eu acho que ela nem sabe o final da história, ela era uma policial militar e ela foi pra carreira de seos force, mas Carolin acabei que eu tava com outra turma, ela teve, ela fez, estudou eh sozinha e conseguiu fazer uma migração de carreira. Isso. E como diz, não sei se vocês conhecem a Ana Fontes, ela tem um livro sobre empreendedorismo. Quando você muda a vida de uma mulher, eh, esse impacto é na família toda. É, então é muito grande assim.
Até se mudar ela é esposa de um amigo meu.
É, sim. Então, a Carol que que trouxe e Carol até legal assim, eu lembrando quando eu você era minha cliente, né, e eu te atendia, você tinha um posicionamento diferente de dados, tava entrando no mundo de CRM. Eu percebi também a sua mudança de posicionamento e o quanto você trouxe. Conta um pouquinho também se você puder dar sua história. É foi uma mudança grande, mas foi o eu gosto do desafio, né? Eu gosto de entrar depois que eu, porque a gente vai descobrindo, que eu sempre falo, a gente não nasce assim, né? É.
E eu fui descobrindo que eu gosto de ir para lugares que eu que eu não sei porque eu vou aprender mais. Então é gostoso assim aquele negócio e e foi a vida mesmo que me trouxe isso. Aquele primeiro foi aquele friozinho na barriga, né, que são as transferências, né? às vezes até dentro da mesma empresa, mas é só o primeiro. O primeiro daquele friozinho, ops, passou, você vê que depois é gostoso, né?
E aí quando você muda e você acaba buscando isso, né? Então foi dentro dessa grande empresa que eu conheci, né?
Que que que a gente trabalhou em conjunto e aí veio uma oportunidade, sempre fui de dados, d sempre tec, né?
Sempre fui um PMtec, sempre fui te produto tec, né? E sempre de dados, dados para analista, dados para algoritmo, dados para engenheiro, dado para big data, dado para risco, dado tudo produtos de dados, certo?
Isso, tudo de dados. E aí tem oportunidade de CRM. Falei: "É diferente, não entendo nada, então fo".
E aí foi muito gostoso, né? E aí que eu porque eu sempre queria mais, né? Alguma coisa além do tipo o dado do porquê do dado, né? Então sempre busquei isso do do porquê das coisas para ter um ganho real, né? E ver esse ganho, né? Não ficar só num papel, só um número, mas ver aquilo real na vida. Então o CRM trouxe, né? que eu já expliquei, que eu trouxe essa essa visão, mas eu queria falar um pouco do da mudança minha de transição de carreira da pandemia, porque a pandemia teve aquela incerteza do mundo, né, que você não sabia, não era quarentena, não eram 40 dias, né, que aí a gente descobriu 40.
Eu lembro que eu fui pra casa. Ah, não, você vai ficar só uma semana aí, né?
E aí, e aí foi aquela validação, veio para mim, aquela validação, exatamente o que você falou. Falei assim: "Será que vale todo esse esse tempo que eu fiquei nessa empresa e fiquei muitos anos e aí eu falei: "Será que é isso mesmo? O pessoal sempre, né, te elogia e tal?" Falei: "Mas será que é mesmo?" Você começa a se duvidar, será que isso é de verdade? E aí a pandemia me trouxe aquela sensação de falar: "Eu não sei o dia de amanhã porque a gente não tinha vacina e tudo e a gente realmente não sabe se você pegar, se você vai morrer, se você não vai morrer." De verdade eu fiz essa reflexão. E aí minha vida mudou não só transformação de carreira, transo na minha vida, tudo, tudo, tudo, tudo.
Exatamente pelo medo de não saber o dia de amanhã.
Olha aqui.
E aí eu falei: "Ou vai ou vai e seja o que Deus quiser." E aí foi, mudei de tudo, tudo, tudo mesmo.
Aí certeza te ajudou aí pr pra mudança, né?
Então, mas e aquele negócio, vai com medo mesmo. E aí foi real, né, que eu mudei de uma empresa financeira para uma empresa de saúde, ou seja, sabia o qu nada de saúde, o que eu achava é ótimo.
CRM lá era o código do médico, né?
Bom, muito legal.
Acho que aproveitando aqui também um gancho que a Tati trouxe, né, que ela recebe muitos contatos de mulheres que querem realmente fazer transição de áreas, né, que não estão às vezes inseridas em empresas também que t essa possibilidade de ir pra tec, né, que tem essa facilidade, vamos dizer, não é uma facilidade, mas é um caminho, né, mas de mulheres, por exemplo, que vem de outras áreas, né, às vezes atua, sei lá, eh, numa área de enfermagem, é muito legal, bolícia militar, mais e aí quer atuar na Artec, né? Então tem oportunidade, dá para fazer. Eh, eu tive um caso que é, eu gosto muito de falar, tenho orgulho de falar desse caso. Eh, não vou citar nomes e, mas vou contar mais ou menos como aconteceu. Então, no primeiro lançamento do do livro do Elas na Tecnologia, o volume um, uma moça, eh, logo depois do primeiro lançamento, uma moça me procurou através de um LinkedIn eh por indicação até de uma pessoa que ela viu, ela viu sobre o livro e ela, uma pessoa diz para ela me procurar que ela teria eh um direcional para ela fazer a transição de carreira. Na época, ela atuava numa instituição financeira e ela atuava vendendo produtos dessa instituição financeira para pessoas jurídicas. E ela queria muito atuar na área de téc.
Ela já estava estudando para tecnologia, ela já tava cursando, acho que o segundo ano da faculdade de tec, fazendo engenharia de software na época. E que que ela fazia? Diferente da gente que tinha medo de se candidatar, né, por não ter as competências, os requisitos, não.
Ela se jogava nas vagas, então ela via oportunidade, ela se candidatava nas vagas internamente, mas ela não conseguia passar. Ela entregava todos os cases, participava de todo o processo seletivo, mas ela não era aprovada porque ela não tinha experiência, que é aquele lance do eu vou fazer a transição de engenharia de software para dados, mas você para você atuar como líder você tem que ter experiência. Poxa, mas eu já tenho experiência como líder. Não, mas tem que ser em dados. Então, às vezes acontece de ter esses percalços no caminho e no caso dela, ela se candidatava e não passava por não ter experiência na área de tecnologia. Então isso era um impedimento para ela. Sempre foi. E aí quando ela me procurou, ela me trouxe essa dor. Ela falou: "Olha, eh, me pediram para eu falar com você, que você me daria algum direcional." E aí a gente fez uns combinados. Falei para ela, ó, vou fazer algumas mentorias com você, vou entender o seu momento e vou ver como que eu consigo te apoiar. E aí nessas conversas eu fui falei: "Vou jogar o bichinho de dados nela, vou perguntar o que você trouxe ela pra máfia, né?" Que ela quer virar ela para essa, como é que é que a gente fala? Uma pílula vermelha, para essa pirâmide. É, eu falei para ela se que é azul ou vermelha, né? Então, enfim. Mas voltando aqui, eu falei para ela um pouquinho sobre dados, porque como eu disse, dados a gente tinha muito mais oportunidade quando ela me procurou e o mercado estava muito, né, ascendente para a carreira de dados, né? E aí eu tive oportunidade, justamente pelo projeto que a gente tem de se conectar, de fortalecer essa rede, de ser realmente apoio. Eh, por isso que eu falo da importância de você ter alguém que possa te apoiar, estar do outro lado já, que vai te dar esse direcional e vai te ajudar muito. Então, eu fiz a conexão dela com algumas pessoas e falei sobre dados com ela, dei algumas aulas de SQL pra ela, mostrei no Excel como é que funcionava uma tabela, o que para ela ter a ideia do que que era dados mesmo, né? E aí eu falei para ela, olha, estuda SQL, vê se você se identifica com isso e aí na próxima mentoria, na próxima agenda que a gente teve, a gente vai falar de dados. E aí ela gostou e aí ela me trouxe, eu vi que ela tava, né, eh, entusiasmada para isso. E aí ela falou: "Tá, mas quais são os caminhos?" E aí eu conectei ela com algumas pessoas, inclusive com a dona de uma instituição que forma engenheiro de dados. E a gente conseguiu ali um estudo para ela nessa área. E aí eu falei para ela, olha, se você fizer esse caminho, pelo menos você vai levar uns se meses para fazer essa transição, mas eu tenho certeza que daqui seis meses você tá preparada pro mercado e você vai ser escolhida para uma vago. E foi exatamente como aconteceu. Ela fez esse curso de engenheira de dados, se formou 4 meses depois ela estava estagiando. Então ela se desligou da instituição financeira, foi estagiar numa outra empresa para conhecer realmente o que que era a área de dados, que atuar com dados nesse estágio, né? Então, por ela estar matriculada na faculdade, ela tinha essa oportunidade de fazer de de fazer um estágio. E aí, com dois meses que ela tava no estágio, uma outra coautora que também fez parte desse projeto, abriu uma vaga nessa mesma instituição financeira que ela tinha saído pra engenheira de dados júnior e conseguiu, buscou a gente ali no grupo e falou: "Olha, eu tô com uma oportunidade, tal". E aí eu falei: "Pera aí, isso conecta com alguém que, né, tem uma uma precisa de uma oportunidade e não tem experiência". E aí a gente conectou elas e ela puxou essa moça pra mesma instituição que ela já trabalhava anteriormente, mas pra área de tecnologia em dados. Então, hoje ela está atuando como engenheira de dados, ela fez essa transição e foi a maior assim satisfação da vida para ela, né?
Então isso assim, isso foi muito bom e assim positivo, mas não é sempre assim que acontece, né? Mas foi uma experiência que eu tive de ajudar nessa transição também. Então, quando a gente tem pessoas aliadas e pessoas que realmente estão dispostas a ajudar, isso também facilita o nosso caminho. E assim, eu eu não posso deixar de reconhecer que eu tive, né, no na minha trajetória, quando eu tive que fazer essas transições, então saí do operacional e da execução para ir para um papel de liderança, de gestão, eu tive bons gestores, né, que me ajudaram muito, então líderes que me ajudaram muito a exatamente olhar pro que realmente eu precisava me desenvolver.
Então, os feedbacks eram importantes para esse desenvolvimento e que também me ajudou em partes na minha nas minhas transições, né, seja para mudar de um cargo pro outro, de fazer um movimento para uma outra cadeira um pouco mais gerencial, mas que também me ajudou a me desenvolver como profissional. Então isso também é importante na transição.
Você comentou sobre o feedback, né? E às vezes eu fico pensando naquele negócio que a gente falou sobre ser mulher, né?
O feedback às vezes por causa da rejeição, quando a gente ouve um não, é um feedback direto, porque o o feedback direto é o bom feedback que é o verdadeiro. E às vezes a gente quando a gente ouve uma verdade que parece uma rejeição ou parece um não, um negativo nosso, a gente acaba trazendo um pouco pro sentimento pessoal, né?
Pessoal, e aí aquilo acaba magoando, né?
Sendo que a gente não deveria colocar sentimento naquilo, né? deveria pensar, falar, putz, colocar, tirar os sentimentos, deixar aquilo frio, como se fosse uma planilha do Excel, né? Então assim, né, um mais um e tal, então é isso, então é isso, esse resultado. Por às vezes eu acho que quando a gente tá por ser mulher com feedback, às vezes a gente quera ou não, a gente acaba pond colocando sentimento e aí às vezes você fica com aquele aquela sensação, aquela mágoa que não deveria ter. E e a gente tinha que agradecer o feedback verdadeiro, porque é isso que faz a gente se transformar, né? Feedback. que aí eu queria compartilhar e perguntar para vocês, acho que a Ana também tem bastante experiência é nessa questão, é o feedback. Nós somos mulheres aqui com uma trajetória longa na tecnologia e eu já tive feedbacks que a gente sempre faz uma reflexão se aquilo faz sentido ou não.
E já aconteceu de eu receber um feedback e falar assim: "Vou olhar para trás, vou olhar a minha trajetória e se isso faz sentido".
e não fazia sentido.
Eh, então, por algum momento você teve, foi taxada de alguma forma, mas ou a pessoa talvez não te conhecesse, o líder não te conhecesse por alguma situação. Já aconteceu com vocês? Comigo já aconteceu. Eu falei assim, deixa eu olhar minha trajetória. Pera aí.
Isso aqui não faz sentido.
Não faz sentido o feedback que veio. Ou a situação, você vai refletir e falar: "Ó, você é ruim numa determinada um determinado soft skill, uma determinada tecnologia. Comigo já aconteceu dentro da arquitetura. Eu penso muito em orquestração, eh, de papéis. Eu às vezes não sou protagonista, eu deixo o protagonismo e isso também eu acredito que seja parte da liderança. Você não vai lá toda vez, você é de dados, você conhece engenharia, você conhece infra. E muitas vezes eu faço isso, eu dou o protagonismo para outro profissional.
Então já veio o feedback, ah, mas você não atuou porque eu dei o protagonismo para outra pessoa para que ela brilhasse. E eu penso nisso até até como deixar a outra pessoa brilhar e e isso faz parte da liderança. Então o que a situação de repente no feedback, ah, mas você não atuou como uma líder, já aconteceu. Não sei se faz sentido que eu falei aqui de algum feedback que vocês tenham e dada a trajetória que vocês t aí muito tempo de mercado, de liderança, muitas empresas que passaram que não fez sentido por qualquer motivo que seja um, vou até falar uma coisa aqui, um viés inconsciente já pode ter, ah, você é muito sensível, viu, Ana?
Alguma coisa nesse sentido ou não? Tudo fez sentido. Eh, Tati, assim, eu tenho inúmeros exemplos. Eh, até por eu ter começado a liderança muito jovem, eh, tinha muito menos mulheres na liderança. Infelizmente, não que isso tenha mudado muito, infelizmente não, porque eu já ouvi coisas bem ruins assim, ah, tá aqui por causa de SG, coisas bem grosseiras, vou dizer. para infelizmente já escutei cota.
É porque assim já é a mesma coisa, é como se fosse cota, né? Mas é a verdade, é assim, é o é, não que isso seja uma verdade para você, porque isso não, não é o que você é, mas você começa a perceber como aquela pessoa pensa.
Mas é, é porque mostra quem são as pessoas e e também mostra se aquele lugar que você está faz sentido para você, porque tem muito aquela coisa e esse lugar eh às vezes você cabe no lugar, mas aquele lugar não te cabe. É, na verdade não se conecta com a sua essência, com a sua ideal.
Eu sempre olho muito isso, assim, isso é importante.
É desse, eu não sei se o o que eu tive se encaixa, mas eu sei que me ajudou muito na minha carreira e por mais que naquele momento fosse uma dor que realmente eu levei, eu trouxe um pouco pro lado pessoal, mas me ajudou. Foi justamente nessa transi, por isso que aconteceu a transição para dados. Então assim, eu tava numa empresa há 8 anos trabalhando como analista de temas líder na época. eh tinha um salário legal e eu conhecia tudo do negócio. já tinha implementado eh três plantas eh feitos sistemas globais paraa empresa, enfim, eh foram anos ali, era uma indústria automobilística que eu trabalhei na área de tec e eu lembro que surgiu uma vaga, eh eu era de consultoria, então era CLT numa consultoria, porque geralmente essas empresas grandes, elas não têm um time grande de tecnologia, então eles contratam muito por alocação ou pessoa PJ, né, que a gente fala, que é o modo de contratação, mas na época eu era CLT de uma consultoria e a gente tinha um contrato, a consultoria tinha um contrato com essa empresa que a gente estava locado diretamente para todos os projetos da empresa. Então, passaram-se anos nesse mesmo modelo, para mim tava OK. E aí, de repente foi quando eu comecei a olhar pra minha carreira, eu falei: "Bom, agora acho que eu tenho que pensar na minha carreira, meus 30 anos ali, tenho que pensar na minha carreira.
Não que eu queria entregar a minha idade aqui, mas queria aquele era o momento de pensar na minha carreira.
Eh, e aí foi quando surgiu uma vaga eh efetiva ali para ser efetivo da empresa e eu falei: "Gente, eu tenho aí nesse caso, eu tinha todos os requisitos".
Falei: "Gente, por que que eu não vou me candidatar nessa vaga? Eu vou, mas antes de eu me candidatar, como é de um outro líder, qual que é o o, né, o etiqueta etiqueta etiqueta. Ah, vou lá ver. Ah, tô pensando, tô pensando. Então, conversar com o meu líder direto. Você acha, pro conhecimento dele que eu tenho essa vontade, né, de ser CT, de ser efetivo, de ser uma carreira, um plano de carreira, a sua aspiração, né, importante.
É. E aí eu falei, vou lá conversar com esse líder e vou ver se ele consegue de repente fazer um bate-papo para outro líder, falar que eu tenho interesse e me ajudar nessa transição para essa vaga, né? Olha que coisa. E na época, para minha felicidade, o meu líder virou para mim e falou assim: "Veja, eu era analista de sistemas líder, a vagar era para ser analista de sistema líder efetiva da empresa, ou seja, mesavam CNPJ, né? queria me pagar e o e enfim. E aí ele falou assim para mim: "Olha, eu eu falei: "Ah, eu queria se você pudesse, né, falar com outro líder e apresentar o meu desejo de ir para aquela vaga para me candidatar, tal".
Não, eu não posso fazer isso. Aí eu falei: "Ué, mas por quê?" Falei: "Poxa, eu já tô aqui há tantos anos, eu conheço do negócio da empresa, eu conheço de todas essas etapas, já implementei três plantas aqui com vocês, sistemas para linha de produção, para tudo." Aí ele falou para mim assim: "Porque você é uma boa executora, você nunca vai poder ser uma boa líder".
Hum.
Você tá falando sério?
Sério? E aí, isso foi uma coisa que entrou entrou no meu coração assim com uma dor que eu lembro que assim eu fiquei pensativa na hora tipo engoli o choro que é essa situação mesmo, que você não espera, né, o seu líder e ele sempre tá ali falando exatamente para você, nossa, você é muito boa no que você faz, você entrega bem, você entrega com excelência, com qualidade, como se ele fosse seu dono, não é mesmo?
É, mas aí eu aí eu posso fazer uma leitura agora?
você é a terapeuta, mas continua a história. Você é terapeuta agora.
E aí o que que aconteceu? Eu voltei pra minha casa pensativa e foi aí que eu comecei a pensar realmente o que eu estou fazendo nessa empresa. Então eu o que que eu entrego de valor pra empresa e tudo que eu entrego legal é bom, mas e para mim como pessoa? Daí foi quando eu comecei a olhar pro mercado e falei: "Não, agora tá na hora de eu mudar alguma coisa para mim. Se não vai ser aqui que eu vou ter um plano de carreira, se não vai ser aqui que eu vou crescer na minha carreira, vai ser em outra empresa, em outro lugar, porém eu não vou ficar estagnada onde eu tô. E aí realmente eu saí que ele também dá resultados. Então é isso, tá vendo?
Ele veio e aí todo feedback, eu exato. E aí eu olhei e falei: "Não, preciso mudar". Daí foi aí onde eu tive a questão, eu conversei com pessoas fora da empresa para saber o, assim, as pessoas que eu tinha essa admiração da área de tecnologia, que eram meus aliados, que trabalharam comigo um dia, sei lá, em uma empresa, na outra. E eu fui conversando, o que que vocês acham?
O que que o mercado, né, para para qual caminho a gente tá indo no mercado, o que que é legal estudar, porque sei lá, Java, outras ferramentas eu já desenvolvia, eu já fazia. Que que é legal conhecer? E aí foi quando surgiu o tema de dados e aí eu comecei a buscar, pesquisar e eu falei: "Bom, vou me candidatar e vou, sei lá, vou para uma entrevista, porque na época para fazer uma MBA na área de dados, você tinha que levar um currículo seu e passar por uma avaliação do coordenador da faculdade ou da do MBE, que eu queria me candidatar para ver se ele realmente aprovava, se os requisitos para você estudar dados atendiam que o que prestava para você se matricular. Á, porque não era simplesmente você ir lá e se matricular na época, né gente? Mas também não tô falando. Por isso também tinha entrevista. Aí eu fui, levei meu, falei: "Pô, vou falar com o coordenador. Fiquei até tipo assim, como se fosse uma entrevista, né?
Vou pagar para estudar e o cara tem que avaliar se eu posso." Eu falei: "Mas tudo bem, né? Vou lá".
Levei meu currículo, fiz todo um bate-papo com ele. Foi uma hora de conversa ele me perguntando, né? E tal.
E aí terminou, falei: "Eh, e aí eu queria saber, posso me matricular?" Não, claro, você pode ir lá e se matricular, tá dentro do do dos requisitos. E aí foi quando eu comecei a fazer me MB em dados. Então assim, esse feedback me trouxe coisas negativas, acordou, né? Deu um despertar, né? Sim, foi o despertar, foi a virada, né, de chave ali, o clique, né, na minha cabeça, mas foi algo que também eu levei pro pessoal na época não discutir com ele, porque o que que eu entendo, gente, feedback construtivo a gente só recebe, a gente digere, a gente entende realmente vê o que conecta ou não. E aí o que que eu liguei foi exatamente o que a Lei trouxe. Tem empresas às vezes que dado momento a cultura ela não vai se conectar com a sua essência e aí você realmente precisa fazer a leitura e ver tá conectando com a minha essência, então ok, não tá, mas pera aí, tá interferindo, vai exigir que eu mude a minha essência, então eu não quero caber aqui.
Você não tem que convencer o outro que tá te dando feedback, é o que ele pensa, né? Então é por isso que você falou digere, porque é o que ele pensa, não tem como ele é sua car. Eu lembro que eu tinha um líder que falava assim para mim, quando ele aconteceu alguma situação, ele falava assim e eu ficava brava, ele falava assim: "Lilan, gelo no estômago, né?" E aí eu fui meio que aprendendo com isso também. Então você tem que aprender a lidar com esse feedback construtivo que às vezes não vem de encontro com o que você tá esperando. Ou até você pode ter se esforçado muito na sua carreira, ter entregado muito e o seu o seu líder ainda achar que não é o suficiente.
Mas ele te falou uma verdade daquele momento que e foi excelente você ter ouvido isso, porque imagina se você não tivesse perguntar, não tivesse tido esse feedback, até quanto tempo você ficar lá. Exato. Exato.
Mas eu acho que o outro outro lado também é que você teve o o seu ímpeto, a sua coragem de falar: "Não, eu queria queria mudar, né? Queria, mas sua inquietude", que é o que eu falo, né? Sim. É você assim, às vezes o feedback ele pode até eh, como eu vou dizer, não vir de encontro com o que você espere e te trazer dor, mas você não ficar no conformismo, você ah tá bom, ele tá certo.
Ou não só ali chorar de canto. Você pode até chorar você fazer chor é tipo, ah, eu nasci para isso aqui. Ah, pera aí.
Talvez tem talvez assim que nem a frase que ele usou, você nunca vai ser uma boa líder, ele errou. Grande não, com certeza.
falou que a gente pode falar palavrão.
É, foi um escroto, né? Mas enfim, o ponto que realmente fez eu pensar diferente, não vai estar lembrando que ele falou isso para ela, mas essa mensagem era para ele do céu escroto. E obrigada pela sua escrotice, porque olha a maravilha de mulher que você perdeu na liderança.
Obrigada. Alê, mas assim, eu acho que foi esse ponto que fez realmente eu repensar na minha carreira e fez realmente eu eu falar: "Não, pera aí, eu vou deixar alguém conduzir a minha carreira ou eu vou fazer isso por mim?" São as minhas escolhas. E aí realmente fez eu sair da minha zona de conforto, buscar algo. E hoje eu tô na área de dados justamente por conta desse feedback. Então, transformou, é, transforma, né? Então, o feedback negativo também ajuda a gente, ajuda a gente olhar pro momento que a gente tá com gratidão, assim, ó, graças a Deus isso aconteceu, porque hoje eu tô muito feliz onde eu tô e fazendo o que eu estou fazendo.
Sim. Então, a gente deve pedir feedbacks.
Acho, eu acho que sim. Tem sempre tem que tem que pedir. Eu acho que tem que sempre conversar. E, eh, o que que eu vejo? Eu eu falo, aprendi isso com um ex-diretor meu, que ele falava que o feedback bom é o feedback pão quentinho, que você sempre tem que tentar também trazer essa essa situação pra pessoa que tá recebendo feedback, seja ele construtivo ou positivo, mas é legal você falar eh feedback aí que eu dei para pra Lili agora, para o seu ex-líder lá, na época foi, né? Enfim, mas olha, né, o que já tô dando feedback. Eh, e quando não tá legal também, dá o exemplo, né? Ah, a gente tava numa reunião e putz, eh, queria depois falar: "Ó, fulano, Beltrana, ó, putz, aconteceu isso e isso eh, não me senti confortável com aquela situação.
Dá o exemplo e tem que ser rápido, de preferência um, alguns minutos depois, uns segundinhos depois.
conhece, às vezes a pessoa tá na reunião e tá passando um pouquinho, já na reunião eu tô ali teclando fazer você é assim, aí car na hora porque a gente tem muita coisa, esqueço. Então assim, tem que fazer na hora.
Hora tem que fazer na hora. Eu já deixei um recado lá e se a pessoa mandou muito bem, eu já também na hora falou: "Nossa, se foi sensacional, a gente fala todo mundo, te amo mais ainda agora por causa dessa reunião, porque você foi esplêndida ou esplêndido e quando precisa também, né, dar aquela uma chamadinha de atenção nó, você exagerou aqui e tal." Eh, e eu gosto que as pessoas façam isso comigo também, mas eu acho que tem uma moderação, porque precisa ter muito o contexto. Eh, gente, e eu acho que o feedback ele precisa ter contexto, porque você perguntou, né, T assim, ah, você já recebeu feedbacks assim que não tinha muito a ver inúmeros.
Tem uma frase interessante que como é o liberou, né, a gente pode falar umas bobeirinhas. Meu irmão, eu tenho um irmão que mora fora já há alguns anos e ele brinca assim comigo e fala assim: "Aqueles termos que gringo não entende, né?" Falou assim: "Ah, esse cara aí não sabe nem por onde a vaca mijja e tá querendo me dar feedback".
mentalmente eu falo, por favor, não cortem essa frase porque é importante, as pessoas têm que entender isso. Sabe aquelas que você pensa assim, meu, que esse cara tá falando? Ele não sabe, não sabe nem por onde a vaca mijja, meu, e tá querendo, né, assim, para quem não sabe onde a vaca mijja, é que é muito perto, né, onde sai a urina e onde sai as fés fazer aqui uma didática, desculpa.
Mas e aí às vezes a pessoa quer dar um feedback, mas ela não tá contexto nenhum.
Então eu eu vejo isso muito acontecer.
Ah, porque eu tenho que dar esse feedback. Ah, porque eu sou faz por obrigação, né? Não, obrigação.
Ah, porque eu sou big boss aqui, então eu tenho que descer e dar. Aí eu falo: "Ai, gente, que babá".
Ou então você tá nas empresas que tem você, porque para mim o feedback é isso, tem que ser natural. Tem que ser natural, mas registrando ferramenta não vale. Ah, forte. É isso. Isso é ruim.
Então acho que é nesse sentido, tá?
Tem uns feedbacks que são construtivos, mas são ótimos, que faz, eu falo que é um tapa na cara assim, faz a gente acordar, fala: "Meu, o que que você tá fazendo?" É, e e acho que é legal trazer o reforço depois para quem eh vai tá ouvindo a gente, que a carreira é nossa, não é do nosso líder, não é do nosso colega de trabalho que seita do nosso lado, não é de pai e mãe, não é dos filhos, é da gente, né?
É o líder, ele pode auxiliar, ele pode ajudar, ele pode. Por quê? porque ele conhece as suas competências, você tá ali no dia a dia com ele, então ele vai conseguir te direcionar, mas a escolha realmente tem que ser sua.
Eu acho que um outro feedback importante, que já que a gente tá falando aqui de feedback também, que eu acho que é importante, é assim, a gente como líder geralmente a gente tem esse papel de levar o feedback pro liderado, né? Mas também é importante às vezes você a gente abrir pro liderado trazer os feedbacks deles em relação à nossa vida.
Porque Mas não tenho medo. Você tem medo?
Então olha só, teve uma seguro. Não.
Então, mas assim, mas o que que é legal?
Eu acho que essa transparência criar realmente criar, eu acho que criar essa conexão com esse liderado para ele ter essa liberdade de trazer para você, porque assim, da mesma forma que ele tem pontos de melhoria, a gente como líder às vezes também tem. E se a gente não parar para ouvir, como é que a gente realmente evoluir melhora ou atende assim? Não é atender, mas assim, a gente entende o momento deles, porque assim, eh, um time ele só vai ser feliz se ele entregar e ele vê que o líder dele tá sorrindo e tá feliz, porque na real é isso, né? O liderado ali, ele tá fazendo e entregando, mas ele ele não vai olhar para esse termômetro sempre, ah, meu, vou vou fazer tudo porque meu líder vai ficar feliz. Não, ele vai fazer porque é o trabalho dele, é a competência que ele tem para atender aquiv. Se ele tiver dificuldade, ele vai te procurar. Mas o que que é importante dessa relação? É justamente é essa troca. Se você não abre pro seu liderado trazer, e aí não tô falando que coloca uma roda, põe em todos os liderados, eles vão falar tudo de uma vez para você, não. Mas você ter um bate-papo com eles e abrir para que eles tragam, porque esses pontos pra gente também é importante desenvolver.
Dá medo.
Hoje eu não tenho mais. Eu acho que para mim isso é, mas já tive esse medo assim, sei lá, o que que a pessoa vai trazer, né? Sei lá.
E o ambiente seguro você vai sentir, né?
Porque tem aquele feedback se dá para cima, né? que aí é quando você vai o contrário, aí a pessoa não aceita.
Acontece bastante que os egos são enormes muitas vezes vaidade, né? Isso tem bastante, né?
Ah, tá.
E aí você sente, né? Se o ambiente é seguro, não, porque pelo retorno você já sente. Aí você, a gente tem que se controlar muitas vezes, porque ainda tá dentro da empresa, né, que a gente tá na nossa carreira e é o nosso CPF, sim, porque o mundo é pequeno, né? E um outro. Então é uma coisa extremamente importante que a gente precisa pensar na nossa carreira o tempo todo e nem sempre dá para falar exatamente o que a gente quer falar, porque a gente tem que pensar na gente, né? A gente não sabe o dia de amanhã. Mas o que eu queria comentar, sai um pouco de feedback, mas ainda entrando um pouco, mas que pode ir além do feedback, é como que a gente lida com essas pessoas difíceis, com ego, que às vezes não é só acima, mas do lado ou abaixo, né? Que às vezes não é só não aceitar o feedback, mas é no dia a dia com as pessoas mais difíceis de lidar, né? Então, como que vocês usam alguma tática, alguma estratégia de lidar com pessoas difíceis para ter conversas difíceis? Pode ser conversa, fica difícil porque a pessoa é difícil, né? Muitas vezes não gerem, né? Essa conversa é difícil porque a pessoa é a pessoa eu eu penso em observar e me aproximar, como a Carol comentou, dei uma vez eu tive uma negativa, eu vou tomar um pouco mais de cuidado eh de levar assim. Então, não sei se na experiência de vocês como é que foi, a gente vai a nossa última rodada aqui, daqui a pouquinho a gente vai se despedir.
Olha, eu acho, eu tento levar um pouco também assim de gentileza, gera gentileza.
Eh, eu já tive papéis muito submissos até para eu conseguir ir angareando espaços.
Eu eu tive que eh aceitar muita coisa.
Ah, não, mas pô, mas não é meu, vou vou chamar aqui o meu job description, né?
não é o que tá dentro da do meu cargo, mas ok, vou fazer, eh, vou aceitar. Eh, e a piada eh, ah, mas você tem que entender, você é a única mulher aqui na área, né, como se eu fosse o ET, né?
Então, assim, eu já aguentei muita coisa assim. E aí depois também de uma certa um certo momento você começa a falar: "Gente, eu não eh não tô mais querendo, não tô mais afim". Mas você faz a gestão de risco, né? Porque você fala assim: "Hum, mas esse cara, se ele me mandar embora amanhã, mas tá tudo bem". Aí você, né, faz o, como fala o planejamento financeira, faz o colchão, né? faz não.
Eh, porque tem tem uma coisa, viu, Tati, que às vezes você fala assim: "Ah, tem pessoa que é difícil e tem pessoa que quer se tornar difícil." O que eu queria deixar aqui, né, que já tá encerrando já. Ah, eu tava aqui. Posso lançar mais um assunto? Queria fazer um desafio aqui para vocês de darem uma mensagem para mulheres que estão assistindo esse podcast e também para os homens. Lembra que eu falei no início pessoas no final para as pessoas para as pessoas tá aqui no eh eh inscrito no canal e se não se inscreveu se inscreva no canal PPT não compila. Deixe uma mensagem para pessoas que querem seguir o caminho de liderança que é super fácil, eu imagino. Foi muito, foi uma constante, uma constante.
Deixa uma mensagem pras pessoas.
pergunta.
Eu vou vou tentar ser super pragmática aqui. Não tem como você querer ser um líder sem gostar de gente. Você pode adorar programar, você pode adorar dados, arquitetura, infraestrutura, mas tem que gostar de gente.
Eh, liderar é realmente uma dedicação, não é status. Eh, eu acho que eh liderança é um estilo até quase, sabe assim, eh, tem que tá um pouco na essência. Então, fala assim: "Ah, tem pessoas que são, ah, mas ele é um, ah, é meu líder, é, mas tem líderes e líderes." Então, acho que eh acho que acho que esse é um é um grande recado assim que eu deixaria.
Ilha, seu recado.
Bom, acho que se conecta um pouquinho com o que a Lê trouxe. Eh, eu acho que tá na essência também, na minha opinião, está na essência. Eh, justamente por tudo que a gente conversou aqui, quando eu assumi meu papel de liderança, eu entendi realmente para mim, assim, tem que estar na essência e tem que ser seu propósito e tem que ter um propósito conectado. Para mim, qual é o propósito?
é o quanto eu desenvolvo as pessoas, não só eu. E e eu como líder, né, como a gente tem que sempre pensar, é como líder, a gente não pode ter essa vaidade. Lembra que você tava falando um pouquinho tempo atrás aqui que você tomou um feedback porque você não apareceu, né? E para mim a minha maior satisfação é meu time aparecer, meu time ganhar, meu time fazer, então eles estarem satisfeito. Então eu acho que quando a gente tem eh tá no papel de liderança, a gente tem que deixar esse protagonismo pro time, porque é eles que estão ali na operação mesmo. Eh, levar resultado, apresentar resultado é preciso num momento lá que você precisa, sei lá, ter um papel ou um exercer um papel executivo. Mas eu acho que quem tem que brilhar e ter o protagonismo é o time. Você tem que ter essa essência de líder mesmo, tem que estar na sua pele isso e você tem um propósito conectado que é desenvolver pessoas e o quanto você realmente vai impactar quando você desenvolver aquela pessoa. Porque é o que você falou aí um dos pontos que a gente tava aqui comentando, tá? Quando você ajuda alguém numa transição de carreira ou ajuda alguém numa formação ou até a se desenvolver para aquele papel que ele tá atuando, qual o impacto que você tá gerando na vida dele, mas não só na vida dele, na vida das pessoas que estão em volta. E o liderar, eu acho que é muito exemplo, né? Então é o porque você vai ter líder que você vai ter a referência e vai olhar para ele e vai falar: "Puxa, eu quero ser como esse líder, eu gosto disso". Não é tudo que você vai gostar do seu líder, mas vão ter pontos importantes para você se desenvolver e ter ele como referência. E se você puder ser essa referência e arrastar por ex, né, pelo exemplo, é ótimo, porque que nem eu como líder, eu não sou perfeito, né? Eu não vou ser, mas não, nós somos humanos, né?
E se conecta muito com a questão humana, né? Então assim, é, eu não vou ser a perfeita, mas eu vou ter pontos positivos como também vou ter pontos negativos e e tá tudo bem, né? Não, não, eu não preciso ter essa perfeição, mas a partir do momento que eu consigo desenvolver alguém, gera um impacto positivo que tá relacionado ao propósito, que é o meu propósito. Então, acho que isso para mim é o que mais vale. Aí sim vale ser líder, sabe? Acho que essa mensagem minha sensacional. Eu acho que para quem busca ser líder não tem que ter medo. E aí você tem que lembrar que você já lidera sua vida, né? Se você lidera sua carreira, você lidera a sua casa, você lidera você e aí a partir do momento você só tá trocando para liderar outras coisas, né? Então às vezes a gente já tem essa liderança, só que não percebe, só não dá o nome de liderança, né? E aí uma coisa sobre liderança que eu vejo bastante é que é pra gente que é mãe, né? Então você é como se fosse um filho.
Então você esse negócio de você, o seu filho tá na frente, o seu filho apresentar, você sente orgulho do seu filho, né? Então é natural a gente sentir orgulho. E os os quando a gente tem os liderados, a gente eu tenho muito orgulho. Quando eles entregam alguma coisa, aquela sensação, você fala, é muito satisfatório o ganho deles. E no final, eu sempre falo, a gente tem que remar. Todos nós, eu e todos vocês, a gente está exatamente no mesmo barco.
Ele vai ficar girando, ele vai chegar do outro lado. Somos todos um time mesmo, assim como em casa somos uma família, assim por diante. Por isso que já temos liderança e tudo mais. Mas uma coisa que eu queria falar um pouco contrário é: tá tudo bem se você não quiser ser líder também. Nem todo mundo precisa querer ser gerente. O final da sua carreira não precisa querer ser gerente. Relaxa, tá tudo bem se você não você não é obrigado. Então assim, porque eu vejo muitas pessoas falam: "Mas eu tenho que ser gente". Calma, pode ser que não e tá tudo bem, isso não é um problema.
Relaxa, respira. Eu tenho amigos, nossa, já aposentaram desenvolvedores porque era satisfação na vida dele e tá tudo bem. Não quer dizer que ele não tem ambição na vida. Então, se ele não é um, ele não é de novo, ele lidera ele mesmo, ele lidera o time, ele lidera o projeto, ele lidera as coisas dele, ele lidera ele lidera qualquer coisa.
Então, para as pessoas vão se sentirem mal se elas não tiverem essa vontade, entendeu? E e aí as coisas vêm naturalmente. Eu vejo muito, ninguém nasce líder, você não forma, tipo, você não sai da faculdade, você já é líder, né? Tipo, no sentido do trabalho e tudo mais. E essas coisas vêm com o tempo, né? Para não precisar ter pressa, né?
Você pode ter esse desejo, você vai conseguir quando a gente quer, a gente consegue, mas não ter medo a gente já faz. E se não quiser ser tudo bem também.
Legal. Coragem.
Tem que marcar um outro podcast porque tem um tema legal aí para falar sobre carreira Y. Ya. É, tá vendo? Dá para ver, hein? Vou dar uma mensagem conectando aqui com o que vocês falaram.
Existem, existem outras carreiras. Eu também já fiz uma carreira de gestão, voltei pra área técnica e existe uma carreira técnica que é o Stephan engineir, Distin Engineir, também tem outra opção. Não quero ser gestora de pessoas, sou uma apaixonada e eu sempre trago que liderança não é cargo, liderança é estado de espírito.
Exatamente. Então, liderar times técnicos, liderar pessoas, desenvolver pessoas, importante ser boas pessoas, né, no mundo de inteligência artificial que vai vai fazer diferença é humano.
Muito obrigada, Carol, eh, Lilian, Alê, pela aula.
Todos que assistiram, muito obrigada. E esse mês do dia da mulher que a gente se inspire com cada uma de vocês. E temos um recadinho de lançamento, temos um recado da Lilha.
É, e temos que fazer um brinde, hein?
Bom, é verdade. Não brindamos, né?
Mas queria só deixar para todos que vão assistir o nosso podcast, a gente tem um lançamento do Elas na Tecnologia e pro dia 25/04 a partir das 18:30 e na livraria da Vila no Shopping Patenópolis. Então, a gente espera vocês para nos prestigiar e conectar com a gente, pegar um autógrafo e conhecer as nossas histórias, as histórias das maravilhosas que estão inclusive aqui, que estão participando desse volume de edição três. Então vocês estão super convidados para participar desse momento de lançamento com a gente.
Legal.
Parabéns, Wellington. Muito obrigado. Obrigada ao PPT não compila, ao Guga. E espero que vocês curtem esse episódio e que elas inspirem cada uma elas na tecnologia, como diz o livro. Muito obrigada.
Isso. Obrigada.
Ciao.
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