Cloud Brasileira: Soberania, IA e Geopolítica
Convidados
Leonardo Senra
CRO @ Omid
Marcio Dunder Perin
Head of Business Development @ Omid
Explore o episódio
Cloud brasileira deixou de ser pauta de nicho para se tornar uma das discussões mais estratégicas nas salas de reunião de TI do país. Com a pressão crescente por soberania de dados, os custos imprevisíveis das grandes nuvens globais e a explosão da inteligência artificial empurrando empresas a buscarem mais controle sobre onde e como seus dados são processados, o mercado está diante de uma encruzilhada real: manter o status quo nas big clouds ou construir uma infraestrutura mais próxima, previsível e alinhada às leis e à realidade do Brasil? Este episódio entra de cabeça nessa conversa e traz respostas concretas para quem está no meio dessa decisão. Wellington Cruz recebe Leonardo Senra, CRO da OMID, e Marcio Dunder Perin, Head of Business Development da OMID, para uma conversa de mais de uma hora e quarenta minutos sobre o que é de fato construir e operar uma cloud pública brasileira, soberana e verticalmente integrada. A conversa atravessa temas que todo gestor de TI conhece na pele: o fracasso silencioso do lift and shift, a armadilha dos créditos iniciais das big clouds que viram uma bola de neve no OPEX, a dificuldade de justificar capex em hardware num cenário de juros brasileiros e a nova camada de complexidade que a IA generativa joga sobre tudo isso. Léo e Márcio explicam como a OMID nasceu dentro do ecossistema da Green Fora, uma das maiores gestoras de data centers da América Latina, e por que ter dois data centers Tier 3 próprios, sem colocação terceirizada, muda completamente a equação de controle, segurança e preço. O papo ainda mergulha na geopolítica digital, no Cloud Act americano, na iniciativa de nuvem soberana do governo brasileiro conduzida pelo CTPRO, e no que os três níveis de soberania de dados significam na prática para empresas de setores regulados. Para quem está avaliando multicloud, repatriação de workloads ou quer entender como rodar modelos de IA com mais governança e sem depender de infraestrutura fora do país, esse episódio é leitura obrigatória em formato de áudio. Leonardo Senra e Marcio Dunder Perin chegam ao microfone com trajetórias construídas na interseção entre negócios e infraestrutura de missão crítica, trazendo uma visão rara de quem vive o ciclo completo, do data center físico à conversa com o CFO. Se você quer continuar acompanhando debates como esse, inscreva-se no canal do YouTube, siga o PPT no Compila no Spotify e compartilha esse episódio com aquele colega que ainda tá tentando entender a fatura da big cloud do mês passado. Os links da OMID e dos convidados estão aqui na descrição.
- Teaser: O que é uma Cloud Brasileira Soberana?
- Apresentação: Quem são Léo e Márcio da OMID?
- Curta e Compartilhe
- O Maior Desafio de Ser uma Nuvem Brasileira
- A Onda de Repatriação de Workloads: Por Que o Move to Cloud Frustrou Tanta Gente?
- Consultoria Antes da Migração: Comparando Banana com Banana
- Como Nasceu a OMID: Da Green Fort à Cloud Pública Brasileira
- O Catálogo da OMID: O Que Ela Oferece vs. as Big Clouds?
- Preconceito Técnico e de Grife: Como Vencer a Resistência do Time de TI?
- O Executivo Entre a Cruz e a Espada: Créditos, Bônus e Lock-in
- Segurança, Multicloud e Conectividade Privada com a OMID
- IA, Soberania de Dados e o Risco do Shadow AI nas Empresas
- GPU na OMID: Dá para Rodar Modelos de IA com Soberania Hoje?
- A Nuvem Soberana do Governo Brasileiro e o Papel do SERPRO
- Encerramento: Visita ao Data Center e Próximos Passos
Máquina virtual, object store, discos das mais variadas performances e banco de dados, tudo aquilo que você que não te leva ao looking. Nós temos tem uma turma nova que tá mais aberta e que experimenta o novo e etc e que vai mais fácil. Galera da startup.
Agora tem um negócio que tá mudando tudo que chama IA.
Trazer aqueles clientes que precisam estar no Brasil, numa plataforma brasileira com soberania. com administração própria brasileira, sem passar por interperes do do governo americano.
Com esse advento cada vez mais massivo da IA, tem muito executivo que tá naquele entre a cruz e a espada. Muito bem, muito bem, meus amigos do PPT não compil. Estamos aqui para mais um episódio e hoje, meu amigo ilustríssimo, brilhante, estamos aqui para falar sobre cloud, mas uma cloud diferente, certo?
E de um tema que tá super super em voga.
Eh, acho que toda a empresa, todo se level tá discutindo sobre a questão de ter cloud própria, ter soberania de dados local, [roncando] eh usar modelos proprietários dentro de casa, enfim, acho que vai ser, cara, um bom tema pra gente, sim, vamos falar aqui hoje de uma cloud brasileira que é o mid e entender como que funciona isso, né? como é que se cria uma cloud aqui no Brasil, como que isso eh impacta o mercado, como eles lidam com isso no mercado. E para falar com a gente sobre isso, a gente tá aqui com o Léo e com o Márcio. Eu vou pedir para eles se apresentarem e falarem um pouco mais do Mí. Márcio, prazer, muito obrigado pela oportunidade de estar aqui com vocês. Me chamo Márcio, estou à frente do time de pré-vendas e desenvolvimento de novos negócios no MID e estou à disposição para todos para que vocês possam nos procurar a respeito dessas dessas duas grandes situações chamada cloud e data center.
Bom, igualmente super obrigado pelo convite. É um prazer estar aqui com vocês. Meu nome é Léo, eu sou o diretor do OMID. E a OMID, ela é uma cloud pública brasileira soberana e verticalmente integrada.
E é isso que a gente vai explicar um pouco aqui. O que que é? Existe cloud pública que não são as big cloud. Sim, existem. E a gente é prova disso, então uma cláude pública brasileira, soberana, porque a gente atende os três níveis de soberania estando aqui no Brasil e verticalmente integrada porque a gente detém todos os elos da camada de da da de você ser um provider da solução de cloud. Então você ter o seu data center próprio, tier 3, mais de um para você ter a redundância, né? Então, dois data centers próprios, próprios tier 3 e não é próprio dentro de um colo, é próprio próprio. Então, a gente pode lá visitar um prédio da mid e o ambiente inteiro nosso, tá certo? E a camada tanto do orquestrador, segurança e observabilidade e o nosso nóque, a parte formada por pessoas que atendem os nossos clientes.
Vamos entender com eles aqui como que funciona isso, né, Rom? Porque uma nuvem brasileira eh é um assunto que tá extremamente em voga, né? entender como que isso funciona, quais são os desafios de se ter um negócio como esse, de eh fazer frente às grandes que a gente tá tendo, eh o eh as grandes no mundo todo e etc. E quais são os benefícios, né, de você ter uma nuvem brasileira e os desafios de de tratar isso também num país como o nosso, né? Então acho que aqui a gente vai conseguir falar bastante sobre migração paraa nuvem, custo de data center, adoção de soluções que são cloud native ou não, uso de modelos de ar. Acho que a gente tem uma série de segurança, né?
Segurança. Acho que a gente tem uma série de assuntos aqui que são do interesse dos nossos ouvintes e que vai ser um papo muito bom, né?
Vamos embora.
Vamos lá. E se você curte o PPT no compila, antes de continuar o episódio, deixa o seu like, deixe seu comentário, se inscreva na no nosso no nosso YouTube, no nosso Spotify e se você entende que o nosso trabalho agrega valor para você, você pode ser membro no no nosso canal do YouTube. Seja membro, contribua um pouquinho com o PPT no Compila. E se você não pode contribuir dessa forma, você pode contribuir soltando o episódio para aí, mandando slock, no slack da empresa, né?
Com certeza.
Mandando no grupo do WhatsApp, fala pro chefe, ó chefe, se é um pesag interessante.
Isso, faça a nossa comunidade crescer, que isso tem muito mais valor pra gente.
E a gente tá aqui numa campanha para fazer o o transplante capilar do ROM.
Boa, né? Então, se você quiser, cara, eu tô eu tô eu tô confiante [risadas] que isso vai acontecer, cara.
E se você quiser contribuir, ele vai fazer uma repatriação capital.
Isso. Exatamente. Exatamente. É o [email protected].
Contribua aqui com o nosso [risadas] com o nosso podcast. Vamos lá que o papo tá muito bom, gente. Bora.
Pepina. [música]
[música] Antes da gente começar esse papo aqui mega interessante, eu vou pedir para vocês experimentarem a Pilsen da Maro.
Boa.
Eu vou de IPA hoje. Você tá tomando o quê, Ron?
Eu tô de APA.
APA, né?
Que aliás eu tô conhecendo a APA, para ser sincero. Nunca tinha tomado APA.
[ __ ] essa cerveja maravilhosa, ainda mais a Marto, Maralto, que é a cerveja oficial do PPT no CR, cara. E eu achei as embalagens agora outra embalagem aqui achei cara. As latinhas são lindas, né, cara?
Sensacional. Parabéns.
É, e a cerveja é incrível. Então, você que tá ouvindo, a gente ficou com vontade, olha aqui, que cerveja maravilhosa. Quer ganhar um kit da Maralto aqui, ó, um kit desse aqui. Vá no nosso Instagram. Qualquer postagem, mande uma mensagem direta pra gente escrito Marto, você vai pro sorteio, a gente vai sortear todo episódio, a gente vai sortear um kit da Maralto e vocês vão retirar aqui no estúdio com a gente, vai assistir o episódio ao vivo com a gente aqui, tomando a sua maralto. Então, vai lá, saúde, saúde, saúde.
Muito boa, muito boa, boa, né?
Parabéns, Maral. O pessoal vai poder ver, além de tomar cerveja com a gente, vai poder ver maquiar, minha maquiagem tal.
Pois é, vai ver, vão descobrir o mistério de como você deixa essa careca tão listrosa, essa mente tão brilhante.
Isso vai ser um privilégio para poucos.
[risadas] Mudando de lúpulo para data center, eh, eu queria começar com uma pergunta bem objetiva com vocês. Qual o desafio de ser uma nuvem brasileira?
[roncando] Olha só, boa, boa. São vários, né? Bom, primeiro agradecer eh toda a equipe aí, Wellington, todo mundo pelo pelo pelo convite pra gente tá aqui em nome do MID. É um prazer. E, cara, eh, eu posso, acho que tem várias camadas dessa, dessa casca de cebola que pode ser a resposta dessa pergunta tua, tá? Eu acho que a acho que a principal ponto é é é é a gente poder concatenar todas essas mudanças que estão acontecendo num momento onde o Mercado Brasil, de certa forma ele quer uma alternativa às Big Clouds.
Ele quer uma alternativa às Big Clouds.
Ao mesmo tempo, a gente vê um movimento que com a IA todo mundo quer e se pudesse, tava a maioria todo mundo on premises ou em em em em ambientes mais próximos, né, dentro de casa, o mais dentro de casa possível para ter mais controle, mais segurança, né? E aí no momento que você quer mais controle ou segurança, às vezes são, às vezes não, isso a gente vê no dia a dia, são as grandes marcas lá de fora que dão um pouco essa segurança de dormir tranquilo, mesmo que às vezes só subjetivamente, né, o peso da grife, mas ao mesmo tempo, antes até ontem você queria sair da grife porque era caro, você não tem previsibilidade, mas agora com o IA você quer voltar. Então, eh eh tá num tá num momento, eh eh ambidestro ali dos próprios das próprias TI, né, de você às vezes querer coisas que não conversam. E a OMIDIA é um dos players que poderiam estar respondendo várias dessas questões, né? Eh, a a vez a dor que eu tenho é que eu queria ser uns quatro Léus pra gente tocar tudo que a gente precisa tocar ao mesmo tempo, né?
Porque o mercado tá muito aquecido sobre tudo que tá acontecendo, né? Mas o que me veio de resposta bate pronto, que de fato você me pegou de surpresa foi isso aqui, né? O o como o mercado ele tá ainda tentando entender como ele se posiciona, porque tá tudo, o cimento voltou a ficar fresco, né? Então, muita mudança, né? E a gente tá conseguindo conseguir abraçar tudo que tá acontecendo ao mesmo tempo que tá numa era de aceleração, né? Eu gosto muito de uma frase, eu gostei que você tá aqui nesse, a gente tá nesse ambiente meio caverna aqui, né? [risadas] E super lúdico.
É, é, é uma, um contraponto, uma um contraste com o tema do podcast. É, [risadas] eu vou, olha, eu vou te dar uma dica do final de semana para vocês tomando uma Mar alto, que é você pegar e assistir o filme do desenho original de Alice no País das Maravilhas.
Assistam também quem tá, quem tá de casa, assista. Mas olha no contexto do teu trabalho e do teu desafio. Você vai ver e se não me engano, acho que é da década de 60 ou 50 ou 40, não sei.
Acho que é gente, eu não vou abrir o celular para pesquisar aqui, mas é antigo, né? Tem uma hora que o coelho fala o seguinte, eh, ele tá correndo, né? O coelho maluco com relógio e ele fala: "Eu preciso andar rápido, eu preciso andar muito rápido". E uma hora ele vira para Alice e fala o seguinte: "Eh, para ficar parado você tem que correr o mais rápido que você puder para você ficar parado.
Mas se você quiser chegar em algum lugar, você precisa correr duas vezes mais rápido do que isso." E eu acho que é um pouco do momento que a gente tá vivendo, né? Tão antigo e tão atual, né?
É. A gente tá num momento meio maluco de tudo. Acho que dá pra gente falar que a gente tá num mundo meio eh meio revirado de algumas coisas, né? Mas quando a gente fala na temática de data center, cloud, repatriação de de workloads e soberania digital, a gente tem, como a gente até falou aqui um pouco fora do ar, tem vários assuntos que estão se cruzando nesse sentido, porque antes até do mundo ficar tão revirado, a gente já tava começando a ver um movimento de repatriação dos workloads, né?
Sim. pessoal foi paraas grandes nuvens, eh, foram muito agressivas há 5, se anos atrás, teve o move to cloud coletivo, né? E a e a pandemia foi o acho que o grande vez, impulsionador, eh, deixou isso muito mais evidente. E a gente passou para um momento onde muito desses workloads não estavam preparados para para de fato tomarem vantagem do que é um ambiente nuvem, né? E aí você acaba tendo um custo de operação mais elevado, né?
veio aá nesse momento, cruzou tudo isso colocando uma exposição e uma superfície de ataque do ponto de vista de segurança muito grande, né? O que traz um receio de de eh ter isso debaixo do seu controle também, de uma governança muito mais rígida, né? e o contexto geopolítico, como a gente falou, que também eh tem trazido uma camada adicional de preocupação aqui, né? Como que vocês vêm esse momento para falar de nuvem com esse executivo que passou por tudo isso?
O que geralmente eu converso e eu entendo com os executivos e também fiz parte desse movimento lá atrás quando isso começou nas poras outras empresas onde eu passei. O problema foi todo mundo precisava ir pra nuvem por conta dos custos, né? Então, eh, as empresas elas estavam com os hardwares vencendo, perdendo garantia, ficando velho, obsoleto. E o profiss e o executivo precisava movimentar isso, tirar esse custo do do capex dele e transformar isso em outro movimento. E aí foi quando todo mundo efetivamente foi pra nuvem. E aí o que que eles fizeram? Colocaram um para um, uma vez CPU, uma CPU, uma V CPU, uma e moveram tudo pra Nuben, tudo, literalmente tudo.
Isso, lift and shift.
O que aconteceu? Nem todo workload está preparado para uma nuvem. Nem todo workload é um cloud native. Então assim, eh, quando a gente encontra essas situações, a gente primeiro entende que nem todo workload foi preparado para est naquela cloud, nem todo workload tá foi construído daquela maneira. Então, é é uma consultoria, na verdade, a gente é mais consultivo com os clientes para entender para onde você tá querendo seguir o seu negócio, tá mirando para onde? Realmente essa aplicação deveria estar nessa nuvem, ela não poderia estar numa outra nuvem com uma outra característica. Você não deveria estar pagando tanto quanto você tá pagando num num outro local. Então, e aí respondendo a sua pergunta do por que era uma nuvem brasileira? Porque brasileiro é bom para caramba para não falar aquele advérbio de intensidade que todo mundo gosta de falar nessas horas.
Falar que é liberar.
Então assim, [risadas] mais paraa frente, depois você tomar um pouco mais, eu talvez eu fala, fale.
Então, eh, o brasileiro ele é muito bom no que ele faz e não negando o quanto as bigs são importantes e foram importantes e vão ser importantes pro resto da vida do brasileiro, mas o brasileiro tem que entender que ele não é aquele cachorro de lado, aquele cachorro que vira lata. viralata que não tem não tem essa importância. Então, a o trabalho que a gente faz é trazer uma alternativa as grandes clouds para que aquele workload seja efetivamente utilizado no na sua máxima performance e não simplesmente ah, vamos converter o que você tem aí de físico, vamos jogar aqui pro virtual e vida que segue, né? Então, eh, é a consultoria, é fazer um trabalho consultivo para que ajude o negócio da empresa andar paraa frente, né? Eh, é dessa forma que a gente vem trabalhando e vem tendo muito sucesso, porque muitas empresas e os executivos eles estão muito ligados ao negócio, ao quanto tá faturando, quanto tá sobrando de de bota online, mas eles não estão preocupados só com a tecnologia. Às vezes tem um monte de profissional lá trabalhando, um monte de especialista, mas os caras não não se ligam no negócio e o executivo não se liga na tecnologia. Então essas coisas não se conectam em determinado momento, né? E é onde tem esse ato. E aí a gente entra para juntar esses iatos e falar assim: "Ó, aqui é a solução da maneira adequada, do jeito que você pode pagar, porque hoje em dia, por mais que a I tá aí todo mundo querendo consumir de ainda é muito cara pro brasileiro." Uhum. Sim. Teve um outro podcast que o cara da Nvidia veio aqui, um abraço e eu assisti o o podcast todo e é muito interessante a velocidade como qual a Europa tá na nossa frente e os outros países de primeiro mundo estão na nossa frente. Por quê? Por conta da grana, né?
Então por isso que eu falo que o brasileiro é bom para caramba, porque a gente faz muito com pouco, com pouco, né? Então a gente consegue se a gente tivesse as capacidades de investimento, né? ou a capacidade de captação ao juro americano ou juro europeu, né? Porque você de fato eh investir numa tecnologia que por mais que tá todo mundo adotando, né? Neomid também tá dando seus passos aí em direção a a a IA, obviamente, né?
a gente já tem coisas já no no portal que a gente pode abordar sobre isso, mas eh é complexo você aprovar uma decisão de investimento quando você tá falando dos patamares que são e pela taxa de juros que é praticada no país, a que rentabilidade você tem que devolver, né, de um projeto para você viabilizar as coisas. Então é diferente.
E e esse ponto que vocês colocaram sobre a consultoria, ele me chama muita atenção porque é algo que falta no momento da adoção da cloud.
Eu já passei por alguns momentos de move to cloud na minha na minha vida profissional e é muito sedutor quando as bigs chegam para você. A gente você que tá ouvindo a gente sabe que que funciona assim. Eh, você tem um monte de subsídio, você é incentivado a levar tudo pra nuvem como está e isso frustrou muita muitas pessoas que agora estão tentando fazer esse repatriamento, né?
É, tem gente que se machucou e faz tudo para sair também, né? Tem os extremos também. Tem a turma que ama e tem a turma que Exatamente. Exato. O ponto é que o custo não fechou, né? Mas mas a gente tem uma resposta para isso, não, mas acho que o ponto é exatamente essa questão de do uso consciente com a consultoria, porque você a gente sabe que tecnicamente o uso da nuvem ela precisa ser mais consciente, diferente de você usar um data center, né, principalmente pela forma de investimento. E esse cara que tava nessa encruzilhada alguns anos atrás, que era o cara que tava com o hardware entrando of sport ou até of colocando um risco operacional para dentro da empresa, esse cara tava entre entre a cruz e a espada. Por quê?
Ele para modernizar o sistema dele de TI, ele ia gastar uma grana e ele não ia ter tempo para ele renovar o hardware, ele tinha que ter, Às vezes o dono da empresa ou diretor financeiro, nem ia liberar aquele capex para ele fazer eh eh eh imobilizar tanto investimento assim em algo que não é o core da empresa.
E são 12 mobilizações, porque ele vai ter que investir num capex para modernizar uma ação de negócio que vai continuar sendo aquela ação de negócio.
Então, é uma modernização que não move ponteiro da empresa, é uma restrição técnica, né?
E ele vai ter que se se ele não fizer isso, ele vai ter que investir um capx em hardware, que é gigantesco, que vai sofrer depreciação por vários anos.
Então esse cara olha pra N, fala: "Cara, eu vou eu vou trocar um caminhão de capex por pequenas caminhonetezinhas de Opex. Tudo bem, sem ver o resultado final, [risadas] né?
Final, né? Porque você ganhou o bilhete de tantos milhões upfront para você gastar, só que no fim aí o descontrole, esse aqueles tantos milhões, eles se acabam em seis meses.
Isso, exatamente s meses, né?
Exatamente. E aí a bilhetagem segue normal e aí aquele aquele caminhonetezinha de OPIX começa a virar um caminhãozinho, né? E a coisa começa a ficar então essa questão do do uso consciente da nuvem, eu eu gosto muito desse assunto porque eu sou de arquitetura. Então, eh você arquitetar e ter um workload na nuvem não tem que ser igual a um hardware que você já tá alocado, que já tá sendo eh já tá amortizado na sua infraestrutura, né?
Então tem uma questão aqui que é de gestão de tecnologia e de estratégia de tecnologia, né? Então, o trabalho que vocês fazem como tendo essa consultoria de, pô, vamos para cá, vamos para lá, isso faz muito sentido do ponto de vista de eficiência operacional.
A gente tenta investir em diferentes formas de alcançar todo mundo, né? É óbvio que a gente segmenta, né, eh, os clientes, a gente não consegue dar mesmo nível de atenção para todo mundo. Então, quando chega uma empresa média grande, a gente consegue dar esse atendimento dedicado e consultivo que o Márcio tá falando. Mas a gente também tem o portal da OmIT, que se você entrar, né, no omit.com.br, br. Eh, você tem ali em cima o botãozinho simule sua cloud, você tem o nosso pricing calculator lá, o simulador que você entra.
Se você já contratou ou já trabalhou com infraestrutura ou arquitetura e fez os as 40, 60, 120 horas de curso para saber operar qualquer big cloud, né, você ou se você ou se você já comprou uma passagem aérea e tem uma inteligência um pouco acima da média, você consegue cotar um ambiente dentro do mídia. Então foi feito para ser a cloud, o ambiente mais intuitivo do mercado, tá certo? Para simplificar.
Então assim, o acho que o nascimento da MID vem muito contra a resolver os problemas que viviam nas lacunas de oferta dos incumbentes desse mercado, que são grandes gigantes globais que tropicalizaram ou fizeram a escolha de portfólio daquilo que fazia sentido, tá no Brasil, que é um menos de 1% mercado global, ou seja, não merece ter produtos Taylor Made paraa necessidade dos gestores G de TI. Ah, mas todo mundo não precisa de máquina virtual e mais ou menos ali um popurri de coisa que você monta no ambiente. Isso não é igual no mundo inteiro. Bom, eu te falo uma coisa, uma estrutura de suporte no teu país ou você ter toda a solução operacional de orquestração de cloud dentro do seu país, que depois a gente pode falar sobre os movimentos do governo sobre soberania, que a gente toca nisso aí depois, mas a gente tem iniciativas de de ter ali o o a o Media University, o nosso YouTube, com cursos e tutoriais para operar na nossa cloud, né? E são coisas que a gente vai em 2027 acelerar ainda mais paraa gente poder também ser uma referência de conhecimento e ajudar esse profissional a dedicar o menor esforço a gente conseguir fazer para ele a menor distância entre o onde ele tá hoje e o problema que ele tem que resolver.
Porque ninguém acorda de manhã e fala: "Cara, eu preciso estudar. Eu hoje tá um sábado de sol. Hoje eu quero estudar 8 horas sobre cloud. Que delícia, cara.
Ninguém quer fazer isso.
Ah, eu eu às vezes já fiz, tá? [risadas] Mas você não fez querendo. Certeza que você não fez querendo.
Eh, talvez 8 horas não, mas umas duas ali.
Precisando, eu diria, né? Não querendo, [risadas] precisando. Mas assim, eh, desculpa, eu fui muito nerdo agora. Não, mas [risadas] mas considerando que também o outro lado da curva que pode ser o sonho de muitos, que é você ter um agente com outlaw e você botar para ser o seu analista de infraestrutura para achar os problemas e resolver tudo, bom, se der certo, ótimo, mas o que que pode sair disso daí?
Sim, sim. Não é, é perigoso também. Então você precisa estudar e ter um mínimo de referência.
Não mide uma coisa que a gente tem que você poder ter um 0800 ou um WhatsApp, né, para você falar com o nosso time de do NOC e tirar aquela última dúvida antes de apertar o botão e fazer alguma coisa que pode ser um grande acerto ou uma grande cagada no seu ambiente. E acho que isso faz muita diferença, esse contato, essa parceria humana. Então, às vezes não é quando é um cliente muito grande, né? É o que o Márcio falou de chegar junto e desenhar uma estrutura, de fazer um move to cloud, etc., mas num menor, né? Ele pode, muitas vezes, ele vai fazer um moving de um ambiente, ele quer tirar uma dúvida, ele pode dar um check com o nosso time do NOC. Isso dá é é uma segurança antes de você executar algo que pode não ter volta.
Quero falar com você agora que ainda não conhece a Clever. Clever é uma empresa que já tem mais de 3 milhões de usuários em 30 países com 30 idiomas diferentes, que tem trazido soluções em blockchain, criptomoedas e ativos digitais. O objetivo da Clever é te dar liberdade financeira para operar esse mercado de cripto. Então, se você acredita nisso, se você acredita nessa liberdade, você já pensa como a clever, vai conhecer os caras, é clever. Estão contratando também pessoal para trabalhar com cripto, com blockchain. Então, se você tem interesse, se você tem conhecimento nessa área, procura a Clever. Se você gosta de criptomoedas, se você opera no mercado, você precisa conhecer a Clever, precisa conhecer as soluções da Clever.
Então o endereço tá aqui embaixo no vídeo. Para quem não tá no YouTube é clever. Vai lá, vai conhecer que realmente é um mercado sensacional.
Mas Léo, você colocou um ponto importante que eu fiquei curioso para entender melhor com vocês como surgiu a mid. Porque veja, eh, não é um movimento natural sem como um cara não acorda num sábado bonito e vai estudar cubernetes ou eh provisionamento de cloud na nuvem num num sábado ensolarado.
Também não tem tantas pessoas que acordam falar: "Tá aí, vou montar uma cloud, pode ser um bom negócio." A gente teve no Brasil recentemente o caminho meio que imitado ou coincidentemente do Magalu Cloud que veio do retail. E as nuvens elas geralmente elas nascem de um subproduto da própria subsistência de um outro negócio. Foi o caso da Amazon, né?
E o caso do do o Google também que teve uma a infraestrutura, ele precisava ficar tão bom naquilo para ele, né? Exatamente. E aí ele acaba vendendo isso como um serviço.
É. E que inclusive é uma coisa que a gente já viu em outras indústrias, né?
Os se a gente olhar paraa automotiva, os sistemistas na automotiva nasceram muito disso, né?
Então assim, empresas que ficaram muito boas em fazer motor ou fazer painel, fazer suspensão e dali surgiram submarcas que começaram a fornecer para outros, né? Então, enfim, as consultorias são boas nisso, né? Pegar boas práticas e crosspolinizar outras indústrias. E foi o que que aconteceu com aconteceu com a AWS, o GCP pela infraestrutura que ele já tinha no buscador. Uhum.
A a EUR porque a Microsoft precisava correr atrás, né?
Não teve [risadas] jeito.
Não teve jeito. Teve escapatória.
Não teve escapatória, né?
Agora a mais recente a Oracle.
A Oracle também. Eh, e como é que eu te conto essa história. Eu te conto essa história. Eh, a a OmID, ela nasceu incubada, tá, dentro de uma empresa que chama Green Fora, que eu não sei se vocês já ouviram falar.
Se você falar o nome anterior, eles vão saber na hora.
Isso, isso, isso. É, é, escreve green 4T, tá? E a Green, ela é hoje uma das maiores construtoras de data center.
Agora quero Brasil e América Latina. Vai falar, você vai na hora, você vai lembrar na [risadas] hora.
Eh, mas ela também ela, a grande especialidade dela é também ela ser uma empresa de eh eh manutenção eh e gestão de facilities de missão crítica especializada em data centers. Então hoje se você for na na no escritório da Green, você visitar o NOC da Green, você vai ver lá o centro de comando que tá monitorando, né, e fazendo observabilidade de mais de 350 data centers em toda a América Latina, tá? Então, dentro dessa dessa eh do grupo e ela de uma das empresas do grupo eh que eh há mais de 40 anos vem construindo e fazendo a gestão de de ambientes de missão crítica e salas cofre, etc. Eh, viu-se um início de explosão e de crescimento por Cloud. E olhando já lá atrás para a explosão, que seria a inteligência artificial, começaram a se questionar: será que a gente não deveria estar posicionado nesse mercado? Tá? Então, eh a ideia eh de um cara eh brilhante dentro desse grupo que é o Eduardo Marini, né? que hoje é o o o CEO da Green Fort, tá? E é um dos caras do fundo. Ele está eh eh eh CEO porque a Green Fort, inclusive, se vocês olharem as notícias, está na internet. Em janeiro desse ano, ela foi vendida pro grupo Legran, Hum, multinacional francesa, que fornece sistemas elétricos e parte relevante que eles estão investindo são em sistemas para data centers. Então eles não são só o soquete e acendedendor de tomada, que quando a gente vai fazer reforma a gente precisa comprar, né? E de juntores, eles têm uma linha industrial também.
Então quando a gente olha para data centers, Sim, é um grande business da data center, inclusive.
Então se você olha no data center, né, uma parte do tripé crítico ali do data center é a parte de energia, né, a outra é clima e a outra são toda a parte de máquinas e dados, né, e etc. Mas a parte de energia, você tem tanto as réguas, né, toda a parte de cabeamento, você tem os disjuntores. Então tem uma série de produtos eh eh que a Legran é fornecedora globalmente, né? Então a Green automaticamente ela passa a ser um canal, né? Então faz sentido como movimento você avançar na cadeia de valor, né?
Então, eh eh essa foi uma operação do fundo. E aí a a a foram destacados na época, né, eh dois grandes executivos, eh que é o Ricardo Araújo e o Davi Rocha, tá? Que tão desde o começo da da OMID. Eh, a Green construiu os nossos dois data centers. Então, a gente tem dois data centers nossos.
Uhum. E uma coisa que eu descobri nesse mercado é que tem muita gente que vira e fala assim: "Não, eu tenho meu data center próprio." Legal. Onde quer seu data center? Ah, é dentro da Econix, dentro da Collocation, né?
Na Mansul 666, quem não lembra? Quem não sabe disse endereço que mudou de nome várias vezes.
Eu descobri isso fazendo muitas reuniões com junto com Márcio que a gente vai a clientes e às vezes a gente fala: "Cara, a gente tem data center próprio onde?" Na Econix. Não, próprio.
Essa é uma pergunta que eu ia fazer.
Onde é que vocês estão com a solução?
Porque a Equonix domina, né, o mercado de Ex. Então é um grande play, assim, pela pelo amor de Deus, um respeito gigante aí, mas aí são escolhas de modelos de negócio, né? Então, inclusive a gente sabe extra oficialmente que pedaços das grandes bigs estão lá dentro também, alguns p Sim. Não, com certeza.
100% delas estão nesses grandes, né? Que acho que aqui em São Paulo sim, né?
Mas tem uns tem um alguns que são de que são deles mesmos próprios, né? Mas acho que aqui dentro de São Paulo os grandes estão dentro de Quinx.
Quixent.
Isso é aqui São Paulo. É Quinix. Escala na escala. Olha, é assim, vamos lá, né?
Eh, é sempre complicado a gente falar o que que o outro tem, né? E aí, mas aí a gente fala, quem tá vendo de casa, [risadas] vocês podem.
E quem tá vendo de casa fala assim, bom, eles têm um interesse em falar que não tem e que só eles têm, né?
E e será que é tão relevante ter? A gente pode explicar, a gente pode falar sobre isso também, né? Que vantagem Maria leva de você falar assim: "Eu tenho meu próprio data", né? A gente pode tocar em várias coisas aqui. Eh, mas de fato, né, pelo mundo e pelo Brasil, até onde a gente sabe, né? Até saiu uma notícia que a a Microsoft tá fazendo um grande data center para GPU e ali perto da região de Campinas, né? Mas a informação que a gente tinha até outro dia é que a grande parte das zonas de disponibilidade das big clouds, e quando a gente fala big cloud, a gente pode falar dos três grandes aí, tá certo?
Que detém globalmente 94, 96% do mercado de cloud.
No Brasil, eles, né, trazem de contêiner todas as suas máquinas e eles botam incollocation num player.
Uhum.
Eh, de colo, tá certo? Eh, de vantagem de cara. Eh, eu falo assim, se eu tenho um data center próprio construído por nós, agora lembrando, né, construído por nós, construído pela Green, né, e a gente se desplugou totalmente da Green, virou uma companhia 100% autônoma em 2020, né, e a gente não é um startup e a gente não se vê como isso e nunca foi, porque eh eu não posso abrir o número aqui, mas vocês podem imaginar quanto custa você construir um data center tier 3. A gente na partida quando abriu a cloud, abriu a porta da lojinha, a gente já nasceu com dois data centers, tier 3 certificados com todas as certificações.
ISO 9000, 27.001.
Eh, toda a família 27.000, 37.000.
37.001. Tem a NBR, a 19247.
Exato. Que a gente tem salas cofre para agentes certificadoras def, SNPJ que operam lá dentro em salas cofre certificadas.
Então assim, eh eh IRAC, isso, IRAC 100% movido a energia limpa.
Mas eu ainda tô curioso para saber o nome antigo.
Isso, ó. E aí, [risadas] adicionando um pouquinho nessa, adicionando um pouquinho desse, fica com a gente até o final que você vai entender. Eh, a MIDI foi criada em 2018 e aí vem de encontro com o que ele disse, que esse advento do Mov Cloud começou antes da pandemia. Aham.
Então, esses caras que o Léo acabou de falar, já prevam isso lá em antes de 2018, que seria um bom negócio um data center.
Uhum.
Então aí por isso é uma cloud, né? Uma cloud. A escolha do data center, vamos lá, foi uma questão do seguinte: controle, independência e autonomia.
Você não ficar na mão de nenhum elo da cadeia.
Se eu tô num colo, se o cara do colo vira e fala o seguinte: "Olha, eu vou atualizar minha tabela aqui, inflação estourou". Seja lá o que for, o motivo que for, alguém deu uma canetada e agora o imposto vai chamar, eu mudei de nome, agora empresa virou de outro dono e agora o outro dono e aí você aumentar 20% vai ter que repassar, você fica ref ou você absorve na margem, então você você Então a o primeiro drive foi controle, autonomia, tá? Mas tem um que também de eficiência, porque se eu tenho, se eu sou fullsteck, se eu sou verticalizado, e eu vou te dar dois exemplos em outras indústrias totalmente diferentes que exatamente por ser verticalizados, eles vieram do nada, eram tirado para lixo e hoje eles estão dominando as indústrias. Eu vou falar para você da Billid e da SpaceX.
Eh, se você vê, por exemplo, na biografia do Elon Musk, ele conta, ou o biógrafo, né, não foi ele que escreveu, mas o biógrafo ele conta em detalhes essas etapas que ele pegava uma peça, fala: "Quanto custava e quanto custa aqui?" "Ah, custa eh $50.000". Pô, por quê? Porque é para foguete.
E aí ele ia ver uma peça na indústria automotiva muito parecida que fazia a mesma função, que custava 10 vezes menos. fala, cara, a gente vamos estudar a a Ele, né? É um grande questionador. Vamos pegar as especificações, vamos ver o realmente o que precisa eh para essa função e o nosso primeiro papel é é explodir foguete. Então, vamos testar e ver. e ele conseguiu fazer muito mais barato, né, aquilo que custava um buzilhão de dólares. E no caso da BID, essa questão de se especializar e você ter um encaixe perfeito entre as coisas, porque você não tá trabalhando para um monte de montadora, né? Então você, ela verticalizou tudo, da bateria, painel, banco e tal. Então os caras fazem tudo, né? e você chega numa eficiência de custo impressionante. Então, só o fato de eu não ter que pagar uma bitributação, não, sem de um colocation, eu já sou um pouco mais barato.
Eu não [limpando a garganta] tenho que pagar um license de um orquestrador, porque a gente tem um orquestrador próprio que vem há quase há 10 anos sendo desenvolvido, né? Eh, que é uma base, a gente tá aqui e num num canal para técnicos, né? Então, foi a partir de uma solução KVM que foi se evoluindo e já tá descaracterizada.
Agora, by the way, Google e a WS fizeram a mesma coisa, tá? Lá atrás a WS começou com o KVM e eles foram evoluindo em cima dele até que vira um outro bicho e até bota um outro nome lá, né? Então a gente pode falar aqui do Omid Stack, que eu vou te falar que ele tem uma mesma tecnologia de padrão global, que ele não tem a prateleira inteira que você vai achar numa big, mas ele tem tudo que 80% das empresas precisam. Isso é uma pergunta que eu ia fazer para vocês. Quando a gente abre um catálogo de um GCP, a WS, então nem se fala, né? Porque são anos desenvolvendo produtos e serviços, né? E times de milhares de pessoas, investimentos de PID gigantesco, etc. Eh, a pessoa que trabalha com com a nuvem de fato para um ambiente corporativo, como nós que que trabalhamos aí, passamos por por grandes empresas, a gente sabe que muito daquilo você não usa. É, principalmente eu como arquiteto desaconselho algumas coisas por causa do loquin, etc., né? Exato.
E [roncando] e o que sobra ali naquele stack que de fato agrega são coisas de runtime e que são mais agnósticas de fato, né? Olhando para isso, o que que aí hoje oferece? Porque, cara, na se eu se eu abrir o Google GCP, eu vou ter um catálogo de quase 200, a WS, acho que chegou a 200 já, 284, mais precisamente.
Quase 300. E e o que que de fato a a OMID hoje oferece? Que beleza, eu tenho aqui minha minha empresa, eu vou quero colocar numa numa nuvem brasileira, quero ter toda essa autonomia aqui e vou sair de um grande e vou trabalhar na OmID. O que que esse cara pode esperar dos serviços da OMID hoje? Por que que eu tô fazendo essa pergunta para vocês? Porque quando surgiu Magalu Cloud, uma das críticas foi que só tinha bucket, só tinha object storage. E e qual a maturidade do MIDIA hoje? Pra gente entender hoje tudo que uma empresa tradicional tem de necessidade, precisa de uma cloud, nós temos máquina virtual, object, discos das mais variadas performances, eh banco de dados, tudo aquilo que você que não te leva ao lookin, nós temos.
Uhum. Então, por exemplo, ó, eu não vou usar o famoso Firebase porque eu sei que vai te levar o Lquin. Eu não vou te usar, não vou te vender um Oracle porque vou te levar o Lquim. Eu não vou te vender um Aurora porque eu vou te levar ao LIM. Então tudo aquilo que não te leva ao loquin, aí consegue te ofertar, a a Omid consegue te entregar isso com a mesma performance, a mesma estabilidade e às vezes eu tirei até maior, tá? E depois a gente pode falar disso também. Isso é e um ponto adicional com suporte próximo. Eu acho que muito além da [roncando] comparação com com o grande que eu nem consigo fazer isso. Eu acho que nem cabe a gente se comparar porque não faz sentido. É, são realidades diferentes, mas é você saber que a partir do momento que você entrou como um cliente da MID, você sabe para quem você vai ligar. Você vai pegar o seu telefone, você vai ligar pro Léo, falar: "Léo, cara, tô com problema, me ajuda?" O Léo vai falar assim: "Vou te ajudar".
E e Wellton, eu vou te eu vou eu vou botar uma provocação na mesa aqui e a gente vai falar de uma outra indústria que todos nós somos especialistas porque ela faz muito parte do nosso dia a dia, né? E porque toca também numa coisa que é muito importante para todo mundo, que é dinheiro, tá certo?
Eh, o dia que você descobrir, vamos falar, a gente sabe aqui igual tem as Big Clouds, tem tinha no Brasil, sempre tiveram os incumbentes, os grandes bancos ou Big Banks, né, Big Clouds, Big Banks e os Neobanks, né, os digitais que vieram para desbancar, que começaram meio desacreditados.
A, isso aí é pro desbancarizado que não consegue ter acesso a crédito, inclusive, né, os grandes bancos falando, né, lá atrás, ah, essa turma vai quebrar, né, será que eles vão saber dar crédito? O brasileiro na implência é alta, o público dos desbancarizados não dá dinheiro. É só a gente olhar aí o lucro valuation do Nubank, que é o champion dessa categoria dos digitais, tá certo? A pergunta que eu te faço é o seguinte: o Nubank é desse tamanho que ele é, mas ele tem tudo que um Itaú ou um Bradesco tem? do portfólio de produtos nem precisa, né?
Não, mas ele tem tudo que 80% da população precisa.
Uhum.
Porque é o pagar e receber é um acesso a crédito que o cartão atende? é um consignado ou é um empréstimozinho ali para você se virar ou realizar um sonho, fazer um casamento de uma filha e financiar isso depois e tal e você saber ali jogar o jogo do jeito simples, porque a gente pode falar que a relação nossa no dia a dia, e vamos fazer um pouco aqui de fazer um exercício de design thinking, tá certo? você tem que pagar uma conta. Se você tem uma conta que você precisa pagar hoje, ela é uma interrupção ao seu dia. Então, eh, você não quer ficar muito tempo no app do banco. Inclusive, esse banco, ele é muito bom se ele fazer com que a tua experiência com a marca, com o relacionamento, seja o mais rápido possível, né? Então aquele micromento da verdade é eu entrar, eu ser muito rápido e eficiente. Paguei e eu volto a fazer o que eu tenho que fazer no meu dia.
E a gente pode correlacionar isso paraa infraestrutura.
Sim. E e eu acho que esse é o ponto. Eu tô eu tenho eu tenho duas personalidades dentro de mim. Eu tenho o entusiasta de tecnologia que quer testar tudo que vê na frente e tem o executivo de tecnologia.
Como executivo, o que me faria olhar para o MID, por exemplo?
Eh, se eu tenho um OPEX muito grande num grande provider e isso tá me honerando dentro da minha estratégia, um dos pontos que você pode pensar é em repatriar isso para um DC.
Se você olha para um DC, você faz um collocation, enterprise para sua empresa, por exemplo, você tem um custo de operação muito grande para manter isso. Tem sustentação, você vai ter que manter um noque, você vai ter que ter uma uma série de custos operacionais para poder gerir, seja um modelo tradicional, numa nuvem privada, etc.
Uhum.
Quando você me fala de uma camada extra de abstração aqui numa nuvem eh mais barata, brasileira, onde eu conseguiria fazer esse tipo de de de orquestração do meu workload para cá, mesmo que com a infraestrutura básica, com IAS ali, que é o que a gente precisa, que é o que eu usaria num DC. Exato.
Isso começa a ficar mais plausível do ponto de vista do executivo.
A gente tem na visão do executivo, eu vou te falar de duas coisas aqui, a redução de custo e a previsibilidade.
Mas a gente precisa ser aqui eh a gente tava até conversando antes, né? A gente precisa comparar banana com banana.
Uhum.
E não, e comparar banana com banana não é comparar VM com VM. E a gente vê todos os dias, né, Márcio, profissionais extremamente inteligentes, capazes e com anos e muitas batalhas nas costas aí que fazem confusões que são básicas. Acho que por cacoetes, que até é de interesse dos líderes da categoria, que haja essas confusões, tá? Então não é você olhar o preço de uma AVM de uma família mediana numa big cloud no mid que você compara preço. É importante você olhar pro seu total cost of ownership, qual que é o seu TCO da tua cloud hoje numa big. Então uma uma coisa que a gente fala muito é cara pega suas três últimas faturas, tira uma média, porque ela flutua. você tem várias cobranças que são eh eh eh indiretas e e e não previsíveis. E fora isso, a depender de onde tá sua cláud, você ainda tem que contratar um terceiro certified partner que tá ali te ajudando e faz parte do teu custo. Sim. Sim.
Porque você não tem uma uma área de atendimento ou um NOC da cloud para te apoiar. Então você pegou esse custo todo e se você tá com os dados no Brasil, porque se você tá lá em West Virgínia, aí a conversa é outra. Talvez latência não é importante para você, talvez a mid é quem vai te atender bem. Agora, você precisa de performance, latência, segurança e você quer pagar menos com seus dados no Brasil, né, e tendo previsibilidade, porque a gente é cloud pública, brasileira, soberana, a custo fixo, mas esse que eu acho que é o ponto que que que tem que vir pra discussão, sabe, Léo? OK. Veja e e é exatamente o que você colocou. Eu não posso comparar, por exemplo, uma máquina na West Virgínia em São Paulo, porque já tem tickets diferentes e às vezes quase o dobro, né? E quando eu falo não só da diferença regional, mas da operação que tá embarcada nisso, eu tenho aspectos muito diferentes que precisam ser eh eh considerados para eu chegar no meu custo total de operação, como você mesmo colocou. Então, se eu tô na nuvem e essa nuvem ela me oferece automatização e ela me traz uma série de conveniências que reduzem a minha operação dentro da minha área de TI, eu consigo fazer um jogo de custo um pouco melhor para justificar até o custo dessa nuvem. Agora, eh, se eu consigo ter essa mesma facilidade num custo mais acessível e que eu não precise ter toda a operação que eu preciso ter para ter num data center, porque eu acho que eh o o nicho, eu tô conhecendo vocês hoje, para quem a gente tá ouvindo aqui, acho que o nicho que vocês encaixam muito bem é contra o cara que mantém um collocation ali com uma uma operação muito grande, Porque é o quando você trabalha com uma nuvem muito grande e você tem e uma série de dependências dessa nuvem e a facilidade que você tem com essas nuvens, é o que você falou, se você tá norte Virgínia e você não tem problema de latência, [ __ ] você tem e talvez você esteja num mundo que que não seja o mundo do cara que precisa ter isso embaixo da asa dele com uma operação que é mais custosa, sabe? Tá, mas tem um segredo nisso que assim, ó, eh, nem todo workload nasceu para estar na Amazon ou em qualquer big, aliás, muito poucos, muito poucos nasceram.
O que eu costumo dizer pras pessoas é aonde deveria estar esse circuload. A, o nosso nosso objetivo não é trazer todos os clientes da Big 4 para dentro da mid, não é o objetivo. O objetivo é ajudar o cliente a colocar o workload dele no lugar correto.
Perfeito.
E às vezes a multicloud é a solução.
Perfeito. Perfeito.
É ter aquele workload no seu local correto. É. E eu acho que é nessa linha pelo seguinte, eu tenho visto um movimento muito grande de cara repatriando isso tudo pro data center, mas a mesma forma que ele não olhou o custo total que ele teria quando quando ia pra nuvem, que ele não olhou o contrato, não viu subsídio que ele teria, ele também não tá olhando pro custo de operação que ele vai ter para manter essas máquinas rodando.
Mas mas o o mundo não é preto e branco, né? A gente tem aí mais de 50 tons de cinza e não dá para ser binário nisso também, né? Então, assim, acho que e e a eh eu acho que o caminho do olhar estratégico sobre a arquitetura e a decisão dos gestores de TI, ela tá muito sobre isso. Eh, seja numa visão multicloud ou numa visão multiinfraestrutura, né? O que que deveria estar aonde? E se a gente fala dos agentes ou a tua inferência de a, a gente bota mais uma dimensão nessa equação aí que de de de tridimensional virou quatro dimensões.
Agora, sabe que eu tô falando isso, Léo? que eu tô me vendo num cenário de seis meses atrás que eu vivi que a gente tinha uma necessidade de fazer um investimento capex muito grande. O uso de nuvem para alguns workloads era muito caro e dentro da estrutura de data center o trabalho ele era muito artesanal que a minha operação era muito pesada. Então eu vejo vocês como uma terceira via aqui no meio do caminho que pode ser muito interessante para esse cara que tá nessa situação.
É uma alternativa a tudo aquilo que você não vai conseguir fazer. Porque o que acontece é você tá numa numa big onde seu custo tá exagerado. Você sabe que você não tem o controle. Por isso que surgiu a carreira FOPS, né? é os caras entenderem o que a fatura dessas bigs fazem, porque não é impossível de entender, mas é muito complicado e o gestor de TI não vai ter tempo para ficar olhando.
Você tem um cara fazer isso.
E no final do dia o financeiro vai ligar pro gerente de TI, pro diretor de TI falar assim: "Consegue me explicar essa fatura? Porque ontem tava 10 e hoje tá 1000?" O cara não vai saber na hora. Ele não vai ter essa resposta, né? Então vem para resolver isso. Primeiro, custo previsível. você sabe o quanto isso vai te custar, você não vai ter esse tipo de problema, né? Segundo para clientes que estão hoje local com esse custo exagerado, trazer para uma nuvem onde esse custo deixa de ser um problema, entendeu? Deixa de ser essa necessidade de eu preciso contratar pessoas, eu preciso montar um noque, eu preciso ter um monitoramento, eu preciso não deixou de precisar isso. Aí tá aqui para resolver esse problema para você no custo previsível, onde você tem o suporte próximo, onde você vai tá lá indo, né? E aí a gente tem clientes, inclusive que tá até migrando nesse momento, nesse momento de tá muito caro aqui para mim, não dá, vem nessa pegada.
Recebe, a gente recebe todo tipo de cliente com dor, tá? E geralmente quem chega pra gente eh e por indicação ou pelo trabalho e de marketing que a gente vem fazendo, né, de trabalho institucional, etc. Mas assim, ou o cara tá numa big e ele precisa reduzir custo, ou ele tá se lascando lá com a imprevisibilidade e falou: "Cara, eu preciso pegar parte, né, parte do que eu tenho e eu preciso da performance da baixa latência, né?" Então, a gente tem ambientes de missão crítica, a gente tem na base de clientes eh eh eh operações que não são triviais, que não podem estar em West Virgínia, né? Então tem uma certa característica ali, né? O cara que quer pagar o mais barato do mundo e talvez não tá tão preocupado com questões ali de latência ou até segurança, ele tá espalhado em outros lugares pelo mundo aí ou pelo Brasil, né? Tem nível de serviço para todo mundo e tá tudo bem. Mas também tem o cara que tá num tá num num numa cloud eh privada, num hosting que ele tem condições ali que tá perto de uma renovação e aí, né, tem investimento de máquina que tem que fazer, tem todas umas características ali que ele vai pagar como serviço, OK? Mas ele tá buscando uma alternativa, né? E a gente tem gente que tá no Onemesis e tá conversando, chegou até a gente, então e e chegam de todos os sabores, tá?
Segundo todos os sabores, mas não sei qual que é a opinião do Márcio, mas eu percebo o volume de gente com dor nas big, eu percebo que é maior no nosso dia a dia ali do do trabalho comercial.
Ponto o ponto é que acabou o romance, né? Acabou o Ludmel e a galera tá começando a ter um pouco mais de de racionalização sobre o uso das nuvens.
Eu queria fazer uma pergunta para você, para você, Léo e Márcio. Eh, é, na verdade, é uma dúvida que é uma pergunta, né? Vocês têm tido o sentido um pouco de preconceito, principalmente não do gestor, porque o gestor normalmente o cara e eh ele é mais talvez seja mais agnógico, ele tá olhando o custo porque o CF tá na na gigular dele aqui, mas o cara técnico obviamente ele é muito paparicado, né, pelos grandes, porque tem lá [ __ ] certificação, tem os eventos, tem os brindezinhos, tal, tal, tal. E e esse cara, obviamente quando ele é certificado pela pelas grandes, ele de certa forma ele é valorizado no mercado, né?
E quando ele não trabalha com as grandes, fica numa situação delicada.
Então eu imagino que, aliás, imagina não, a minha dúvida é vocês enfrentam isso no dia a dia e aí acaba sendo uma barreira de vendas para para solução?
Posso responder que eu faço isso todo dia, toda hora? Faló, pode, pode. Só vou falar o seguinte.
Eh, não é só na TI, não. Tem um monte de lugar que as pessoas gostam de grife.
A gente pode falar do mercado da moda, de carro, paga-se pela grife, né? E mas isso também dá uma grife que dá um conforto, né? O cara vira e fala: "Poxa, caiu, mas eu tava na maior do mundo, né?
Não foi meu trabalho que foi ruim, ma do mundo caiu, eu só cai junto." Então tem uma aquela rede do circo do do trapezista, né?
Ele acha que às vezes a grife vai ser aquela aquela aquela rede de proteção.
É, do ponto de vista do executivo, isso faz muito sentido, mas do ponto de vista do técnico, como o Ron falou, tem preferências pelo conhecimento que é é é duro de quebrar, né?
Todo todo técnico, arquiteto, desenvolvedor, o cara tem aquele lugar quentinho que ele que ele ele conhece melhor, que ele que ele tá acostumado, né? que ele já sabe mexer, já sabe.
Exato. O cara fala: "Pô, aqui eu sei que funciona assim, o cara tem a zona de conforto e geralmente esse cara que tá mega capacitado com com certificações, etc." Ô, o cara senta e faz mágica ali onde ele tá, mas não por limitação do provider ou por eh uma uma super evolução do provider, mas porque o cara tá habituado, o cara tá com com conhecimento. Como é que como é que lida com esse cara para para quebrar um pouco disso? Porque eu já passei por isso, cara. Quando a ORCO começou no Brasil, eu tava como ré de arquitetura de uma empresa e eu falei: "Cara, mas a Orac pode vir aqui e gravar um dia com a gente também, mas você fica meio assim, sabe? Será que vai ter tudo? Será que vai funcionar tão bem?" E a gente sabe que desenvolvedor tem suas preferências, os técnicos têm suas preferências. E eles são inclusive não só isso, como eles são uma eles podem ele pode ser uma uma barreira de venda, né? Porque ele pode botar um monte de coisa, já atrapalhou, já atrapalhou. Agora a gente não é para todo mundo e a gente não vai agradar todo mundo. E eu acho também que quem quem tudo quer nada tem.
Quem quer agradar todo mundo não agrada ninguém, né? Agora tem histórias até bonitas que a gente vê, né? que o executivo falou: "Pô, redução de custo, previsibilidade, eh, estratégia digital aqui de segurança de dados, soberania digital, tá tudo no Brasil, pô. Legal. Vamos, vai lá para te e fala: "Cara, testa, faz uma poque com os caras".
Você vê no olho do cara a vontade, ele não quer fazer.
P da vida, né? Às vezes p da vida porque veio top down também, né?
Veio top down. E tem vezes que que a turma mina, você vê que os caras minam para dar errado.
Eu já passei por isso. [risadas] Não, mas assim, cara, tá tudo bem, tá tudo bem. A gente fez um trabalho de evangelizar um pouco o mercado, que tem dois executivos e mais uma galera técnica que descobriu que a TI existe, tentou, testou a plataforma e no fundo, no fundo, ele viu a poc e viu que a gente foi bem para [ __ ] Você falou o advérbio de intensidad que eu queria falar. Ah, [risadas] e e é porque é a parte que mexe com a gente.
Mas eh eh cara, eu penso o seguinte, ele vai voltar, ele vai voltar porque passa ano, passa dois anos, a gente tá maior, ele vai descobrir, tem dois amigos dele que eles, olha, que já estão trabalhando com multicloud, que tão pedaço no mid e cara gosta, ele fala: "Cara, vou tentar de novo".
E vai. E a gente tem história de caras que começaram com o nariz torcido.
O cara pegou o jeito da plataforma, viu, falou assim: "Opa, mas você tem tal coisa".
Por ex, eu vou te falar um exemplo só, que tinha um cara técnico que odiava a gente por causa de uma feature, ele amou uma um grande provider de de soluções de tecnologia que revende que vendem grandes projetos e a cloud é um componente da solução dele, tá? Então ele precisa ter um grande ambiente que ele vai fazendo por cliente, só que e clientes grandes e o cliente tem várias BU dentro desse macroambiente.
E ele gastava tr dias com time de Finops no final de cada mês para separar as faturas.
Porque a empresa trabalha com custeio por BU, com BU. Então ela tinha que alocar os custos por BU. Então a empresa de tecnologia passava uma fatura lá, mas o cliente dela falava: "Cara, você tem que me quebrar por BU o consumo de máquina virtual de, né, de tudo lá".
E ele tava numa big e passavam era quase 4 dias de trabalho para fazer essa separação. E o que a gente falou fal assim: "Cara, na fatura do mídia, a nossa fatura ela é transparente e quando você monta lá o ambiente, né, você consegue ver isso até na tipologia, você monta por projeto e você separa recursos por BU e aquilo vem discriminado na fatura".
Ele: "Você tem isso?" Ele falou: "Vai me economizar 4 dias. Deixa eu tentar aqui.
Você que tá aí escutando esse episódio bacana e quer levar toda essa tecnologia, essas novidades pra sua empresa e não sabe como, chama o time da VemBERS. A gente pode ajudar vocês com desenvolvimento de software, com arquitetura de soluções, a entender os problemas que vocês estão vivendo e sair do outro lado com uma solução bem bacana. E se você tá escutando o podcast para aprender coisas novas, faz o seguinte, manda um e-mail pra gente no peoplecare@vems.
E você pode fazer parte também do nosso grupo de talentos. Valeu.
Agora o time do Relações Públicas vai gostar mais de mim.
Tem um ponto aqui que eu queria que vocês falassem um pouco também, que é a questão executiva, porque assim, como é que você lida com uns gigantes que acediam esses executivos o tempo todo e muitas vezes fala: "Cara, vem para cá porque a primeiro o primeiro ano você não paga, milhões de crédito que você vai usar No segundo ano você paga metade, no terceiro ano você paga 70%, o cara fala: "Porra, eu vou bater meu bônus no primeiro ano, eu vou bater meu bônus no segundo". Isso é um grande problema, né? Porque o cara tá vendo só no curtíssimo prazo. Aí esse cara já no mercado tem pessoas que fazem isso, o cara tá lá, não tá mais lá. Então cara, quem vai assumir, cara? Não tá nem preocupado com o problema que vai gerar na Como é que isso cara? Olha, eh, eh é muito parecido com problemas diferentes, situações diferentes, mas muito parecido com o que que o Márcio, a gente tava falando aqui. A gente também sabe que a gente não vai ser para todo mundo, para um cara perfil altamente racional, objetivo, que ele quer um assessment técnico feito pelo time dele, onde tem uma poque com objetivos claros, que ele quer medir performance, ele quer medir, né, o o o latência e ele quer comparar banana com banana e ele vai tomar uma decisão técnica.
O papo rola super bem.
Uhum.
Tá. a gente vê que é um perfil ali mais eh carreirista, que gosta de ser mimado, [limpando a garganta] tá com a visão no longo no curto prazo, do bônus, né?
É, mas assim, vamos lembrar que o mercado também évilha.
Sim, né?
Sim. Eh, pode ser que o lugar, o lugar aonde ele, se se ele foi deixando bomba, um rastro de bomba por trás, em algum momento um novo empregador num cargo mais alto vai pedir uma referência, vai falar com o antigo, né, gestor, se ele não era o número um da tecnologia, porque talvez aí, né, talvez ninguém vai saber explicar direito aquele negócio, mas eu vou assim, um tipo de situação que que acontece, o cara sabe que a gente é uma empresa brasileira pequena, Eu tenho um caso que tá acontecendo agora nesse momento. Cliente tá cotando com a gente um colocation. Ele quer um hack full. Um hack full 10 GB de internet e 5 KVA. Beleza, passei o preço pro cara, estamos lá negociando. Ele virou para mim e falou assim: "Mas vocês são os data centers mesmo? Voltando aquele assunto".
Aham.
Falei: "Somos". Ele falou assim: "Vocês não estão dentro?" E falou o nome do player falei: "Não". Falou assim: "Não, mas a empresa falou que vocês estavam lá". Eu falei assim: "Então". falou errado. Aí eu falei para assim: "Tá aqui o nosso vídeo do nosso eh o vídeo nos tá aqui um vídeo de São Paulo com o nosso data center. Tá aqui um vídeo do Rio de Janeiro, nosso data center. Eu falou assim: "Qual é a dúvida que você tem da MID? Você quer as referências técnicas?
Você quer as cartas, as cartas conforto?
Você quer carta de referência técnica dos nossos clientes, você quer a lista dos nossos clientes que a gente divulga na nossa apresentação comercial? O que mais você precisa?
Não, veja bem, é porque eu o meu chefe, ele falou que não conhece vocês e eu falei assim, a questão não é o conhecer vocês, a questão é que vocês já estão pensando naquilo que te contaram. Você não tá indo atrás da informação, você tá indo num movimento que você tá indo contra aquilo que você vai, você vai pagar mais caro, você vai ser prejudicado porque você tá querendo ir para um player que subaloca um outro data center, você vai botar suas coisas lá quando você parar que seu técnico vai lá não vai conseguir.
Uhum.
Porque tem esse problema também. que é intrínseco das operações, né? E aí operação, como você trabalhou, se você contrata um cage num data center, se você subcontrata o seu cage, o seu cliente não pode ir lá dentro. É você que tem que ir para fazer a manobra aqui que precisa ser feito, uma uma camada de cebola para poder resolver um problem para poder resolver um problema que Então esse [roncando] é um dos outros problemas que a gente decidiu ter o nosso data center para não ter esse tipo de situação, o empurra empurra, né? Ah, o problema tá no disjuntor que falhou, pô. O problema tá na internet do cara que parou. Então são coisas que a gente vive no dia a dia por ser menos conhecido, mas que a gente no fim do dia acaba sendo melhor.
Uhum.
E é é essas vantagens que aí que acontece. A gente tem um cliente que indica o outro, que indica o outro, que vai indicando, que vai indicando. Daqui a pouco os caras começam a me procurar.
E aí, muito engraçado isso, porque aí eu no LinkedIn as pessoas te acham, te falam onde você tá, que quem é o MID? Aí você começa a falar, aí um outro fal: "Não, eu vi, eu sei onde que é, eu tô lá". E aí você fala: "Caramba, mas pera aí, calma. Eu não era desconhecida até então". E aí acaba que as pessoas vão não tá num um movimento momento diferente. Isso aí ainda acontece, tá? O que você tá falando bastante tem eh e eu vou te falar que assim, a gente pode a gente pode até eh eh eh as BIG, eles fizeram um trabalho de mais de década, tá?
com muito investimento, muitas pessoas excelentes, excelentes executivos, tá? Então eles têm o mérito deles, sim, né? Nós somos novos entrantes aqui, né? Criticando e eh eh mas a gente tem que tirar o chapéu que o seguinte, eles fizeram uma evangelização do mercado para todos os lados, porque eu vou te eu vou te falar coisa que eu já escutei da boca de executivos se level de empresas, tá? mais de uma vez da boca deles. Então assim, eu não tô falando o que que o Léo acha ou não tô falando o que que tá escrito em algum lugar, eu tô falando o que eu já escutei e vivenciei em reuniões de negócio, que o cara virar e fala assim: "Mas sabe o que que é?
A gente tá para fazer uma um MNI e toda vez que vão fazer uma dual diligence com a gente, essas grandes aí auditorias, se eu tô numa big, eles já dão o cheque e nem perguntam se eu tô em um outro lugar, eles me dão um trabalho de auditoria, porque as grandes já fizeram esses trabalhos que você tá com risco zero e você tá state of the art, se o seu ambiente tá tá dentro do Big Cloud. Agora, vocês que sabem do riscado, a forma como tá o ambiente, a arquitetura, as escolhas técnicas que você fez interferem muito mais do que o provável, que você tá, porque se tá dentro de um de um data center tier 3, o servid servidor da Dell é igual se você tem lá os os dois geradores com as UPS, as salas de bateria, o, né?
É, é uma visão de, é o que você falou mesmo, que é uma evangelização que os caras fizeram já de 10 anos para cá, tanto no nível técnico quanto no nível executivo, né?
No comercial.
E no comercial.
Um marketing incrível dos caras. Os caras são Mas olha, Welton, a gente sabe que isso aí vai também eh geracional.
Uhum.
Tá, vamos falar assim.
Então, a galera que tô vendo que todos nós já temos fios brancos nas barbas, tá?
Mais o que gostaríamos.
Exato.
Alguns sem cabelo, inclusive, né?
[risadas] É, então, eh eh a gente tava, eu tava dando exemplo aqui de banco digital, tá?
Eh, eu não sei onde que tá a conta principal que uma coisa é a tua conta principal que você usa pro dia a dia, outra coisa é conta que onde que estão os seus investimentos, a sua aposentadoria por estudos. O brasileiro ele tem quatro bancos em média no celular, tá?
Estudados do Google de 2 anos atrás.
Então, em média, quatro aplicativos de bancos e a principalidade tá em 1,6 ou 1,8 bancos. Você tá dizendo o seguinte, né? O que que que a tua principalidade do teu dinheiro que você mais usa tá em duas instituições, geralmente é a do dia a dia e aonde que tá a tua previdência ou o teu investimento, se tudo der errado, onde que tá o teu dinheiro que você tá tentando construir a aposentadoria?
Dificilmente alguém da nossa geração, o dia que ele descobriu que o Nubank existia, por mais que fosse uma proposta de valor incrível, porque a gente tá falando aqui de uma coisa que tem a ver com segurança.
Uhum.
Eh, ameaça a tua existência, porque a você perder o seu dinheiro. É isso.
Uhum.
Então isso bate lá no nosso reptiliano do cérebro, tá? Na nossa amídala cerebral. Então, dá aquela aflição de você pensar onde que eu vou botar todo o meu dinheiro. Então, o cara fala assim, cara, eu vou botar numa grande instituição tradicional.
E o digital é o meu do dia a dia aqui, ó. É o do Pix, é o do que tá no celular, se eu roubar meu celular não tem problema e tal, tal tá tal. Se a gente olha pra moçada aí que já tá chegando perto dos 30 anos, eu conheço um monte de gente que, cara, tá tudo no Nobel ou tá tudo no PicPay, tá tudo no no Next, no CC e tá tudo bem. Porque ele começou ali, ele foi construindo ali, tá? Eh, a minha mãe, que é uma jovem senhora de 70 anos, ela que foi funcionária pública a vida inteira, ela tem conta no Banco do Brasil. Para ela não existe outro banco, porque o Banco do Brasil é do governo, então nunca vai quebrar.
E ela tem um certo sentido nisso, né?
[risadas] É ela. Eu posso vir com todas as explicações do mundo de porque que ela poderia estar sendo mais atendida ou das escolhas de investimento que ela faz, que ela faz as mais conservadoras, inclusive parte do dinheiro dela na poupança que não rende nem o CDI. E eu tentei já explicar para ela várias vezes, mas cara é uma escolha emocional, então eh não não parte de um princípio lógico. Sim. É, então o seguinte, não é ela e tá tudo bem, mas quando a gente olha os novos, então a gente percebe que assim tem uma galera das antigas que é mais aberta, tem uma que é mais fechada e tá tudo bem, tanto do C level quanto da galera de base, tem uma turma nova que tá mais aberta e que experimenta o novo e etc vai mais fácil, galera da startup.
Agora tem um negócio que tá mudando tudo que chama IA. Eu tenho uma dúvida eh da parte de segurança que eu acho que todo mundo que deve estar ouvindo aqui também tem, que é, aliás, duas, né? A primeira é como time de siso, e provavelmente também vocês devem falar muito com o time de siso, [ __ ] eu quero mover meus rockloads para para o mid. Eh, pô, mas como é que é a parte de segurança? Como é que tem os guardios de segurança?
Essa é uma primeira pergunta, como é que como é que é essa parte de segurança? E a outra é que é um caso que eu eu vivencio muito no dia a dia, né? O cliente tem sei lá, workload que às vezes tá no on tá numa nuvem e ele precisa de uma, em vez de e eh trafegar os dados numa nuvem pública, aliás, numa rede pública, ter uma rede privada, vocês também tm essa estrutura também?
Pergunta.
Sim. Eh, hoje falando de segurança, a gente pode elencar algumas formas, né?
Então, todas as formas tradicionais de file, né, seja ele file virtual, file físico, à disposição. E nós também temos à disposição nosso catálogo de produtos.
Quando a gente fala de multicloud, existe essas duas formas. Ou ele usa via nuvem pública através da conexão SSL, né? Ou senão a gente também tem a conexão com as nuvens públicas, né?
Então, a gente também tem as nossas conexões com os data centers, aonde a gente consegue fazer eh Express Hout da Zuri, Direct Connect da Oracle, então todas as da Amazon, do Google, então todas essas públicas, a gente também tem o acesso a essas nuvens para fazer a questão da multicloud, né?
Então, inclusive um dos bons processos de migração que nós fazemos é utilizando esses tipos de de comunicação, né?
Porque é uma comunicação mais segura, mais dedicada, onde a gente não tem nenhum tipo de limitação. Então a gente também tem e oferece o nosso catálogo.
Assim, se eu quiser fazer uma conexão direta com a OMID do meu data center, não me cons também pode, também é possível. A gente tem, a gente tem muitos clientes dentro de uma linha multicloud que usam OMIDIA, onde a gente começa às vezes como backup, o ambiente de desenvolvimento, eh, ambiente de homologação, DR, né? E aí a coisa vai evoluindo ali, a gente vai ocupando mais espaço, mas ele ele faz um link dedicado.
E um adendo, quando a gente fala de DR, isso é muito legal. Então hoje a a MID tem dois notas centro, então a gente facilita o processo do desastre recovery. [limpando a garganta] Então empresas que precisarem fazer um processo de BCP, um processo de DR, que precisam de duas localidades, a gente tem isso já pronto.
E alguns serviços que eventualmente o cara precisa de Miaz, né? Exato.
Aí você tem dois sítios que que você consegue fazer um multiaz.
Isso. Exatamente.
Deixa eu uma última pergunta eh que me veio também em mente eh vocês também se o cliente quiser montar um [suspirando] uma estrutura de dados, né, que sei lá, com conector ali para puxar dado, seja de banco ou de alguma fonte, ter ali um um S3. Eh, aí também tem essa estrutura também. Se o cliente quiser montar isso, essa essa estrutura de dados.
Sim. Temos, temos à disposição.
Inclusive a gente não quis também ter todos os sabores igual tem as outras empresas, né? Hoje você tem S3 das empresas que são aqueles S3 offline que você tem que fazer restaorque, você tem que pedir restorque, tem tempo de SLA.
No nosso lado não, a gente só tem um um tipo de S3 que é o standar, que é comparado com todos no mais alto nível de performance. Então isso a gente também usa quando a gente quer fazer migração, disponibiliza ess três, copia dado e depois traz para dentro de casa.
Então, também temos isso à disposição.
Inclusive, a gente baixe o preço de todas elas para poder realmente eh o nosso objetivo é realmente abrasileirar todos os clientes que hoje estão fora do país, né? ou que não que estejam fora. E aí vem a questão da soberania, que a gente falou pouco até agora, mas eh trazer aqueles clientes que precisam estar no Brasil, numa plataforma brasileira, com soberania, com administração própria brasileira, sem passar por interperes do do governo americano e às vezes até por questão de regulação, né?
Exatamente.
O que eu queria perguntar para vocês, eh, são muitas coisas, mas eventualmente o nosso tempo não vai, a gente vai ter que fazer um episódio dois, né? daqu daqui uns meses você chama a gente de novo.
Com certeza. Eh, eu queria perguntar para vocês se os eventos que a gente teve no, não sei se foi ano passado, mas talvez um pouco nesse ano, de falha nas bigs que a gente teve, como isso influenciou o business de vocês? A galera começou a olhar, mas tipo, cara, aquilo que eu achava que era certo, talvez não é tão certo e eu preciso abrir meus olhos e e e ter alguma coisa mais próxima que eu consiga ter pegar um telefone e ligar pro cara.
A a gente teve no ano passado, acho que [roncando] eh duas das três tiveram eventos.
Uhum.
Tá. Então a gente teve ali acho que um evento AWS, um evento, teve um de um de um player privado também que deu uma uns incidente grandão. Teve teve a Cloud Fair que acho que teve dois.
Isso. Cloud Fair teve dois e aor teve um mais específico em identidade ali que fodeu minha vida.
Teve E teve um desses aí que a gente não não teve um que pegou fogo no hack que eu recebia [risadas] receb. Eu ia falar desse aí. Eu ia falar desse aí que como a gente tá no business, cara, eh, pensa que tem gente que trabalha em outros lugares que já trabalhou com alguém da mídia, tem os grupos da galera.
E é isso, quando você tá num grande colo, cara, olha, pelo amor de Deus, né?
Tem de tudo até um lugar que é limpo, perfeito e dos sonhos. Mas você tem lá um cliente de contrato de 8, 12 anos que o hack dele já virou um um maranhado de fio. Todos todos nós já vimos foto desses hacks malucos aí que existem, eles não são de conto de fadas. E se um negócio desse aí com equipamento que não é dado manutenção, etc., O cliente não paga por smarts, é só ele que vai lá e o cara que vai lá foi cortado e ficou por isso mesmo e tal. O negócio pega fogo. E aí vai que o teu Cage é do lado. Você foi impactado, cara. Desligaram a energia da região caiu a energia toda.
Hã? Caiu a energia toda.
Caiu a energia toda, cara, da sessão do negócio ali.
Então assim, você tá sujeito porque o negócio é uma grande, você tem um movimento grande. Então eu falei que a escolha de ter data center próprio era muito por uma questão de controle, né, autonomia, mas ele passa também por segurança. Então, se eu tenho um data center da OMID, exclusivo da OMID em São Paulo e no Rio, que é só acessado por funcionários do MID, né, a gente garante ali um controle e um patamar de qualidade em todos os hacks que estão lá, [roncando] que isso é é de fato diferenciado.
Funcionários e clientes OMID, né?
Exato. Funcionários e clientes OMID. A gente tem clientes isso. OMID, que a gente tem algumas situações específicas ali de PS, de colcation especializado para ambientes de sala cofre, para agentes, certificadores, que é um nicho bem específico que é legal, mas o fato da gente ser inclusive auditado eh eh eh eh eh eh eh ter um nível de exigência escrutínio por hospedar HSMs de geração de ECPFS epjs em salas cofre, a gente tem um patamar de nível de segurança.
de quatro estágios no nosso data center, que é diferenciado em relação aos demais, né? [roncando] Inclusive a nossa cláude do Rio de Janeiro, eh, ela tá dentro de uma sala cofre, porque a gente tem uma sala cofre desocupada.
Uhum.
E por acaso a Cláudio do Rio de Janeiro tá dentro de uma sala cofre.
Uma pergunta que eu acho que é a cereja do bolo para esse episódio que já tá muito bom.
[roncando] A gente tá vendo esse advento de a e muitos executivos estão preocupados com qualidade dos dados são colocados na IAV vazamento de dados para para pros modelos que são utilizados, né? Porque a gente pass, eu já falei algumas vezes disso no em alguns episódios, né? A, ela tem um fenômeno, a IA generativa teve um fenômeno muito eh diferente no mundo da tecnologia, que ela pulou alguns estádios, ela ela caiu já na mão do usuário final e hoje todo mundo tem chat de PT no celular, mesmo o cara que não tem ideia de como aquilo funciona, né? Então, quando você vai para ambiente corporativo, cara, o seu assistente administrativo ali, ele quer usar IA e ele não tem noção se ele pegar um contrato e jogar no chat EPT gratuito, aquilo vai ficar público em algum momento, né? Então existe essa preocupação porque as empresas não se prepararam paraa voracidade do usuário final em relação aá. Então tá todo mundo meio, cara, como é que eu faço para isso funcionar dentro do meu controle?
E aí o ponto que eu quero chegar é, hoje a gente tem o uso desses grandes vendors, eh, Open Ai, Antropic, o próprio Copilot da Microsoft, que no fundo é Open AI ali por dentro. Mas, eh, e com esse advento cada vez mais massivo da EA, tem muito executivo que tá naquele entre a cruz e a espada. Eu mantenho esse provider externo, eu repatrio isso, mas meu time não tem experiência em gerenciar GPU, não consigo rodar isso.
Eh, o cara tá acostumado a rodar disco VM e separar core e separar memória. O cara não sabe gerenciar uma GPU. você vai dar uma N100, uma L4 na mão do cara, ele não sabe trabalhar com isso. E isso não é uma um nicho de oportunidade para vocês, pro cara conseguir rodar esses modelos de uma forma eh soberana e com mais controle. Como é que vocês estão vendo esse momento?
Eh, o, eu acho muito engraçado quando a gente vai ler um um post do LinkedIn, né, e a gente já começa a pegar o tom de voz da Iá, né, que a gente vê quando o conteúdo foi e tem uma frase que o chat GPT usa direto, né, que ele solta assim e isso muda o jogo, ele [risadas] fala direto, né?
Então isso que você falou é algo que muda o jogo, né, D?
E não foi o chat PT que falou, viu, gente? Aqui é ao vivo. Aqui é aqui é seres humanos conversando.
Seres humanos falando. [risadas] É é é human intelligence.
É isso.
Humanoides.
Eh, cara, isso aí acelerou um processo e foi um uma, eu vou te falar que foi uma surpresa boa, tá? De timing, de encontro das coisas, tá certo? Então, a gente a gente tá num mundo agora que a gente percebe cenários de guerras localizadas e tensões geopolíticas, uma tendência mais o o o mundo ele vive momentos de pêndulo, né?
É abertura, abertura, abertura, abertura. Depois é fechar, fechar, fechar, fechar. Então a gente tá num momento de movimentos mais, é uma senenoide, né? É, exatamente. É um movimento mais eh nacionalista. A gente tá vendo aí movimentos onde direitas estão ganhando eleições. Eh, estamos aqui analisando, né? Não estamos falando aqui de de Uhum.
de preferência. Estamos falando aqui de Então, a gente vê o próprio governo Trump no nos Estados Unidos, agora teve recentemente na Alemanha, né? Ganhou direito, na Itália já tava.
Então, a gente tá vendo isso por aí. E aí, a partir do momento que fica mais polarizada a coisa, a gente começa a ver uma preocupação grande com eh soberania de dados. Isso já tava começando pré-i a IA eh julgou nitroglicerina na na fogueira porque é algo muito novo, é algo que acho que tem poucas pessoas no mundo e eu tenho muita dificuldade, mesmo conversando com especialistas de de conseguir, né, ter a visão do impacto total que esse negócio tem e para onde pode ir. Acho que ninguém consegue dizer isso hoje.
Tá muito difícil.
Eh, a eh eh você percebe e em vários cases a tentativa de detar tentar deixar isso on premises. Essa história de esgotar Macmin.
Uhum. Sim. botar um agente on prem para você conseguir isolar aquilo do do todo.
Então essa coisa de você ter um agente que você espeta num ambiente principal ou que você, né, vai tá operando, eu tava falando exemplo de banco, mas isso serve para qualquer empresa, uma empresa de uma companhia aérea, venda de ticketing com IA, consegue eh ter melhores margens e realizar mais venda.
Com certeza. Como que bota isso com segurança para não sair distribuindo passagem de graça? Como que você bota isso no sistema de chequin, no sistema de controle lá do piloto, do avião?
Fluxo de fluxo de passageiro no no próprio porto, entrar de saída de portão, portanto, você botar na polícia, igual na China, né, que as câmeras é um Big Brother que vai vendo a cara de todo mundo, sabe onde todo mundo tá. Então assim, tem benefícios, mas e aí como é que fica a história? Então a gente fica com dificuldade de entender para onde isso para. E aí a gente vê essas duas coisas, tanto a preocupação por soberania, tá, digital, vocês sabem do Cloud Act lá dos Estados Unidos, a França com movimentos de acho que até 2028, todo governo tem que sair de todo o governo francês, é, parece que é todo ecossistema Microsoft e eles desceram uma norma lá que tem que sair até 2028 de times, Outlook, etc. uma decisão deles lá, né, pelo Clouddex. E e já tem o o Gaia e tem uma outra iniciativa que me fugiu o nome aqui, mas não é só um um um um memorando ou um ideal de princípios, mas já estão sendo feitos igual teve o Prodata, que já virou realidade aqui no Brasil, tem tem projetos específicos incentivando eh eh eh eh providers locais para que o mercado tenha opção de escolha.
de omides europeias, que são eh players locais que entregam soberania digital nos três níveis, tá certo? Eh, para que o mercado tenha escolha, né? E e hoje você tava falando lá, você começou perguntando em algum momento para mim qual que é o maior desafio do mid.
Talvez o maior desafio do MIT é ser mais conhecido, porque é é é como a gente às vezes eh eh recebe ali alguém que fala assim: "Puxa, cara, eu se eu soubesse antes que tinham vocês". Porque agora com a IA a gente vê muitos gestores de TI falando: "Cara, se eu pudesse, eu tinha o meu data center, eu tinha tudo on prems, eu não posso botar esse capex". Então, no OPEX eu preciso de uma solução que seja soberana.
Uhum.
Porque eu preciso rodar os meus modelos, rodar a minha inferência.
localmente onde eu tenho mais controle, né? E a gente tá sendo buscado para isso. Inclusive, assim, eh, empresas e players que a gente acreditava que em 2026 ainda não estariam nos procurando, né? como a gente tava falando lá, caras que ainda e eh eh na conversa com a gente a gente vê que ele tem um apego às grandes ali, mas com aá essa conversa tá furando a fila e ele tá procurando a gente porque uma grande não atende a questão de soberania hoje.
Não só soberania, preços também, né?
Quanto custa você é executar o seu modelo, treinar o seu modelo? Isso, né?
E essa é a pergunta que eu faço para vocês agora. Se eu hoje fosse um cliente da mid, eu precisasse subir uma máquina com GPU parruda e todas as características para rodar um bom modelo de A dentro da MID, hoje eu conseguiria fazer isso?
Hoje consegue, mas é um projeto especial, não é algo de prateleira.
Uhum.
É, e aí a gente a gente tem que vir para coisas que são características do nosso país, né? A gente falou de taxa de juro brasileira, a gente falou que a gente ia de capital capital nacional. Vamos falar a verdade, quanto todo mundo sabe quanto custa uma placa de NBIT ou mesmo que for uma aceleradora, uma placa neural específica paraa inferência, que você não precisa estar rodando, hoje em dia a gente já sabe que você não precisa estar rodando em GPU a inferência, então a gente tem placas mais econômicas, mas mesmo assim você vai importar um hack disso, não estamos falando de investimentos pesados e parte da tese de negócio daí da gente entregar eficiência financeira pro cliente vem da a gente respeitar o capital e a gente não ter capital parado. Então, os nossos data centers são data centers boutique, onde eh a gente tem uma capacidade de hacks e meggaw que a gente não abre muito por opção do acionista, tá? Uhum. Mas o que eu posso te abrir é que a gente tem mais de 90 milhões em contratos ongoing de cloud, tá, com os nossos clientes, eh, em diferentes momentos que a gente fecha desde o do do do mês a mês, quanto 12, 24, 36 até 60. E quanto mais longo, maior o desconto fidelidade que o cliente ganha, tá? Eh, mas a gente é um data center boutique que ele tá em quase eh eh eh eh mais de 50% de utilização. E como a gente tem o DNA também de construção e gestão de data center, pra gente não é um problema ter que construir um terceiro. Uhum.
Para muita gente é. Então você faz grande para você não ter que fazer de novo, mas todo aquele pedaço vazio, o pedaço que tá utilizado, aqueles clientes tm que pagar pelo todo. Então esse é mais um motivo do porque que a gente consegue ser mais eficiente financeiramente pro cliente, né? Então a gente vai distribuir dessa forma. A gente também não tem GPU à disposição.
Uhum.
Porque é algo muito caro de difícil negociação, tá certo? Mas a gente muito em breve, em algum momento do ano que vem, a gente a gente vai ter uma capacidade grande para inferência, produtizar isso, né?
Que são são coisas que estão até em N que eu ainda não posso abrir muito.
Ah, que pena. Mas vamos supor, eu sou um cliente hoje da da OMID, eu pego o telefone, Léo, quero rodar um modelo aqui.
Vamos rodar. Vamos rodar, como é que a gente faz? Vamos. Você consegue consegue uma máquina, pra gente aqui botar para rodar? Exato. Sim. Mas a grande dificuldade, eu acho que é, e aí a gente aqui que já tá nesse mercado e que já estudou isso, que conhece isso, pra gente é um assunto muito leve de se falar, né? A gente aqui quando a gente fala, e aí eu assisti vários episódios de vocês, eu vi que o o negócio fica leve quando as pessoas falam, só que o que eu tô vivendo lá com os meus clientes não é leve desse jeito, porque o cara não sabe nem o que é um data lake. Ele não sabe nem o que é um banco de dados que ele tem que ter. O o o diretor lá, ele não sabe que ele tem que criar o banco dele.
Sim, sim. Ele não sabe que ele tem que estruturar os dados dele para poder gerar uma inteligência artificial decente para ele usar.
Tem um step gigantesco para esse cara seguir.
É maluco isso, porque simplesmente os clientes chegam com a demanda e falam assim: "Tenho que criar o meá, tenho que fazer". Lembra? Uns 15 anos atrás, quando uns 15 anos atrás, todo mundo falava assim: "Eu preciso, o CEO falava: "A gente precisa fazer um app." É isso.
Vamos desenvolver o aplicativo.
Isso. A gente tem que ter um app.
Isso. E e ó, fica a dica aqui rodar celular. Se você tiver nessa mesma situação para ter que organizar os dados, etc., fala com esse careca aqui, ó, da Techron.
A gente ajuda a empresa exatamente nessa jornada de estruturação de dados, montar data leak, eh, e também avançando também até em criar modelos também. A gente tem falado com alguns alguns clientes que também precisam estruturar dado para começar começar rodar seus primeiros modelos, fazer as inferências, então a gente tem e a gente sente a gente tem discutido muito isso com vários clientes, cara, [ __ ] eu quero e ver uma demanda top down, não precisa porque o VP foi no evento, precisa rodar um Aai, aí cara sai a galera desesperada que precisa rodar aí, cara, mas qual é o Como faz isso?
Não, e não tem nenhum propósito, cara.
Vou vou rodar para qual problema que resolver assim, qual é o negócio que tá envolvido nesse business aí, né? Executivo tem direito na confraria do vinho, na confraria do charuto dele lá falar lá na empresa a gente já tá rodando GPU. Ia você tá fazendo também e ele é o primeiro da turma. Deixa o cara. [risadas] Você que se vire para fazer esse a rodar. Aí se você tiver na situação, você procura o Rome porque eu eu depois é o Mí para botar um negócio para rodar para colocar para rodar. [risadas] Exatamente. Tenho certeza que vai ser um grande atendimento da OMID e nossa mente brilhante do Mason. Teve uma notícia que a gente, né, a gente sabe que as coisas aqui no no do podcast elas são atemporais, mas a gente pode falar que há duas semanas atrás teve uma notícia grande do governo sobre um projeto de ter, né, de lançar a nuvem soberana brasileira, que é uma iniciativa pelo governo. Chamo.
Oi, teve até um chamamento público oficial.
Chamamento que inclusive a gente foi convidado, a gente participou e a gente tá contribuindo lá. Ô, ô, Léo, para você complementar, eu queria que você falasse um pouquinho disso também nesse mesmo movimento, já que a gente tá falando de governamental, sobre a iniciativa de trazer mais data centers pro Brasil.
Perfeito, a gente fala. E e foram duas coisas que foram anunciadas, então é a cloud soberana brasileira, mas também a a um um modelo de inteligência brasileiro para GPU, etc., para poder rodar aqui. Então, claramente é uma visão eh do governo de adquirir independência e autonomia às bigtecs. Por isso tudo que a gente tá falando aqui, tanto soberania, que é uma precisa ser cenário mundial, demanda, né, que é uma demanda mundial. Eu acho que é uma estratégia, eu acho que tem uma visão eh interessante ali e acho que muito de excelentes cabeças que existem no CPRO e a turma técnica influenciando mais do que questão política, né? Então essa é essa a forma que eu vejo que eu acho que é bom pro pro país como um todo, tá certo? E a gente precisa lembrar, né, o o Márcio, ele falou muito bem que o o a gente é muito bom no Brasil. Vamos lembrar que a gente tem um case recente de algo criado numa parceria aí muito bem orquestrada pela autarquia responsável que é o Pix, puxado pelo Bassen, onde ele trouxe um pouco da arquitetura, das regras de todo o arcabolso, mas estiveram várias escutas públicas de escutar as instituições e os players e os agentes.
E foi feito algo que eh por acaso eu até tava numa instituição financeira na época e era criticado, etc. A turma fala: "Não, esse negócio aí vai demorar anos, não vai matar o boleto, né? Olha o cartão de débito, a penetração que tem depois de tanto tempo e teve uma adoção estrondosa, foi um sucesso na população, uma revolução no comércio. E eu vou te falar que a gente tem o sistema de pagamento digital mais avançado do mundo, sem dúvida nenhuma, com algo puxado e orquestrado por uma instituição muito competente, que é o Bassem. E eu acho que a gente pode, eu quero fazer a defesa de um outro, de um, de um outro instrumento de tecnologia que a gente tem no Brasil, que merece todo o respeito e a consideração que a gente tem, é o reconhecimento do que do que acontece no Brasil, que é o GOVBR.
Sim, as pessoas falam muito sobre disponibilidade e tal, pô, às vezes cai, gente, tá falando de um país que é um continente, são quase 300 milhões de pessoas. Você se eu te ou gestor que tá nos ouvindo agora, você sabe qual a dificuldade de você fazer um single sain paraa sua empresa? Você imagina fazer isso para um país 300 e tantos milhões.
Exatamente. Então é uma coisa que a gente tem que tirar o chapéu pro stack de tecnologia brasileira que a gente tem no GolfBR. Então, se você trabalha em alguma iniciativa como essa do Pix, parabéns, ou do GOV, meus parabéns. Fica aqui o nossa gratidão e o nosso reconhecimento.
E o Já tem uma página, já tem uma página no site do CPRO, vale a pena fuçar lá.
Se você quiser, eu te passo e depois pode botar para quem tiver no YouTube aqueles aqueles link. Isso, tá? que é que é um o o o a nomenclatura com um grau de soberania de como o cérpr tá definindo e ali tem as camadas sobre você ter ah você tem os dados no Brasil, beleza, você tem uma soberania nível um, é a mais fraca. Então você tá numa big com seus dados no Brasil, beleza, parabéns, mas você tá no nível um.
Uhum.
Né? onde tá essa operação e essa orquestração, você chega no nível dois e aí o nível três, se você tá exclusivamente dentro do cerpro, se você é gove ou se você tá numa empresa eh apenas de capital brasileiro, que segue apenas as leis brasileiras, você tá imune ao cloud ou, né, acessos de outros países, outras agências aí, eh, e, enfim, são escolhas de segurança e blindagem que as companhias fazem. se você tem seu segredo industrial, se você lida com saúde, segurança pública, financeiro e e gov e por aí vai, né?
Então, o papel dos CO das áreas de tecnologia dos SISO é ter esse tipo de discussão.
Sim, né? E eu acho que é muito a calhar e o tanto que eu já aprendi com os especialistas eh e os outros diretores técnicos da comcio, que eu aprendo todo dia, eh, da relevância dessa discussão.
E eu vou te falar que eu ficava um pouco preocupado com isso, não vendo essa questão soberania digital, soberania de dados na pauta do do da da discussão dos executivos de TI, sendo que quantas vezes a gente escuta conversas como eh intemperes raras de acontecer, não, a gente tem dois sites porque e aqui é um bunker, porque se cair um avião em cima do site e o outro pega, qual a chance disso acontecer, né? Eh, hoje o risco geopolítico é muito maior que esse.
Muito maior. Perfeito. Você pegou meu ponto, né? Perfeito. E quando a gente olha para pr para Iá, esse negócio acelera abruptamente. Então, eu acho que a discussão da soberania tá sendo muito bem conduzida eh pelo pelo CBRO. Eles no chamamento, eles estão eles estão convidando eh todo mundo, mas também incluindo os players brasileiros como o MID, né? E eu acho que da mesma forma quando você tá fazendo uma escolha de infraestrutura, tem vários, você pode falar de segurança, você pode falar lá de de redundância, de de de link ou seja lá o que for, você pode fazer várias escolhas no quesito de soberania, você vai ver qual parte da sua isso, isso vai fazer parte da discussão. o Gartner e se não me engano, eu acho que a partir de 2000, até o fim de 2027, 70% das empresas, principalmente em projetos DNAI, eh o a o início da conversa da infraestrutura vai passar por eh o nível de soberania que você vai ter que atender. Então, qual workload? Que tipo a base de dados histórica dos nossos clientes tem que tá o quê?
Qual a nossa indústria? Isso tem que tá lá fora? Isso tem que estar numa base soberana. local, o transacional, o ambiente de produção pode estar onde, o backup tá onde. Então isso também vai passar da conversa da arquitetura diferentes graus de soberania com diferentes cursos, diferentes providers, então uma camada mais de discussão e principalmente quando você tá botando a IA na na conversa.
Eu tenho a impressão que isso envolve até a camada do se leva, do CEO mesmo, né? Porque isso, cara, [limpando a garganta] eh tá passando ser estratégico também, né? Porque, pô, quando você usa uma EA e você roda o teu dado, o teu dado, cara, aquilo vai se tornar extremamente específico pro teu negócio. Ninguém tem aquele dado mais. E hoje tem essa discussão, pô, você tá rodando lá. Enfim, daí a gente já discutias vezes aqui o Shadow Ai que tá rodando em vários departamentos, é, trocando, trocando informação, mandando planilha super sensível pras pras grandes.
O cara compartilha o projeto, né? Ele cria um projeto, bota todas as informações e compartilha ainda com os caras.
Pois é. Pois é. Não, e vamos combinar, né, pessoal, o buraco é muito mais embaixo, porque você impede na rede corporativa que você acessa os agentes, mas o cara pega o celular, ele tá batendo foto do contrato na mesa dele para perguntar, mandando pro chat que ele paga para perguntar se é um problema que a gente não sabe muito bem como lidar ainda, né?
E eu vou ter que convidar vocês para outro episódio porque o nosso tempo já passou.
Já passou. Temos colado [risadas] red que nós não falamos também, né?
Eu acho que vocês vão vocês vão ter que vir aqui novamente tomar uma maralto de novo com a gente. Vão ter que fazer esse sacrifício. Primeiramente excelente, hein? Maralto acertou no gosto da cerveja assim, ó. Já tá na ter no terceiro sabor diferente.
Parabéns, Marto, parabéns.
Muito bom, meus amigos. Infelizmente a gente vai ter que encerrar aqui. Eu tenho mais 30 perguntas para fazer para vocês. É muito legal a gente ver uma iniciativa como a de vocês. Acho que dá um um sabor especial ser brasileiro quando a gente vê que a gente tem mão de obra, a gente tem expertise e a gente tem capacidade de realização eh tão ou maior do que a gente vê por aí. Então fica aqui o meu a minha admiração pela pela iniciativa de vocês e o PPT no CPILA tá aqui com as portas abertas sempre com essa iniciativa de vocês ou outras brasileiras que quiserem vir aqui mostrar o seu trabalho. Parabéns.
E olha, tem muita Cláud convidar você para visitar aquele aquela convite, o convite do visite a nossa cozinha. Não pode porque a visita, a cozinha dele é terceirizada.
Aham.
Né? Então tá também o convite aqui de você lá conhecer, vamos lá fazer um vídeo pros nossos ouvidos conhecer o nosso data center, conhecer a nossa sede doit que a gente tem a a sede administrativa também.
Vamos lá, a gente combina, vamos marcar e a gente publica aqui pr nossos ouvidos entender como funciona o data center, que muita gente não foi.
Gratidão, gratidão sobre isso, hein?
Gratidão pr as pessoas que não conhecem o data center. Eu conheço muita gente de TI que nunca entrou no data center, não tem a capacidade de entrar no data center, não sabe que é um hack.
Primeiro que não pode, né? Assim, não é qualquer um que entra para começar a conversa, né? O cara trabalha com TI, ele desenvolve. Às vezes eu nunca vi um deve entrar dentro de um negocinho.
Exato. O cara não sabe onde a mágica acontece.
Exatamente.
Gente, a nuvem ela não tá no céu, ela tá dentro da de máquinas que estão na terra.
A nuvem entra na terra, né? [risadas] Exatamente. Meus amigos, obrigado novamente. Foi um episódio muito bom.
Foi ótimo estar com vocês.
Muito bom. Papo muito franco, muito direto, boa.
E que tenho certeza que vai agregar muito para pr pros nossos ouvintes.
É isso aí. Para saber mais, omit.com.br, br. Siga nas redes, link na descrição, tá tudo lá no nosso site. É um prazer.
Show de bola, Ron, obrigado, meu velho.
Obrigado, Léo e Márcio, por terem vindo. Acho que é um papo super pertinente pelo momento que a gente tá vivendo. E, cara, acho que legal a gente poder trazer esse esse tipo de bate-papo até pro PPT, porque, cara, tem muita gente que tá em discussão, tá em análise. Eu acho que, pô, a gente poder, é o momento mais pertinente, cara.
Exato. A gente poder contribuir com esse tipo de bate-papo, cara, é ótimo.
Sem dúvida. Obrigado para você que acompanhou a gente até agora. E se você gosta do nosso trabalho, se você entende que a gente contribui pra sua vida profissional, você pode contribuir também com o PPT no CPIL. Você pode ser membro do nosso canal, vai lá no YouTube, tem lá o inscreva-se, você já vai estar inscrito, se você não tiver inscrito, você já vacilou. Então você se inscreve e seja membro do PPT no CPIL.
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Boa.
Tem o Pix@ppt comprar mesmo, tá? Tá, tá acabando.
É, tá acabando. É, mas troca a marca que isso aí não tá funcionando. [risadas] E aí você contribui lá com qualquer valor. [email protected].
Eu acho que fala com ele assim. Fala assim: "É que meus cabelos estão na cloud, eu virtualizei". [risadas] É, são são cachos virtualizados.
Virtualizados. [risadas] Valeu, Eu
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