IA na Engenharia de Software: Qual é o Impacto Real?
Convidados
Valdir Scarin
CEO @ VMBears
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A Inteligência Artificial está transformando a engenharia de software, mas qual é o impacto real e como podemos navegar por essa revolução? Em meio ao hype e às promessas mirabolantes, surge a dúvida: como a IA na engenharia de software pode ser integrada de forma profissional e sustentável, sem comprometer a qualidade e a robustez dos projetos? Este episódio mergulha fundo nessa questão, validando as preocupações de quem busca entender o futuro do desenvolvimento. Neste bate-papo instigante, Wellington Cruz recebe Valdir Scarin, CEO da VMBears, para uma troca de ideias valiosa sobre como a Inteligência Artificial amplifica a produtividade e reconfigura o papel do engenheiro. Eles discutem a importância da curadoria humana na geração de código pela IA, as limitações da "janela de contexto" das LLMs e como a engenharia de contexto se torna crucial. Valdir compartilha insights práticos sobre o uso de ferramentas como GitHub Copilot e Notebook LM para modernização de sistemas, geração de documentação e criação de histórias de usuário. O episódio também aborda o ressurgimento da especificação de software, a analogia da IA como um "martelo" na caixa de ferramentas do desenvolvedor e os desafios para a formação de novos talentos diante dessa nova realidade. Com a expertise de quem vivencia a transformação tecnológica diariamente, Wellington e Valdir reforçam que a IA é uma aliada poderosa, mas exige um sólido conhecimento de engenharia para ser bem direcionada. Não perca esta conversa essencial para entender como abraçar o novo e exponenciar sua carreira. Dê seu like, inscreva-se no canal e compartilhe este episódio com sua rede. Se você busca uma oportunidade para aplicar esses conhecimentos, a VMBears está com vagas abertas para diversos níveis de senioridade – confira no LinkedIn da VMBears ou envie seu currículo para [email protected]. Seu apoio é fundamental para continuarmos gerando conteúdo de valor!
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O cara sentou no no cloud e falou: "Façam o o GTA 6 de acordo com o que você sabe sobre a fanquia GPTA e o que vai ter no GTA 6. Saiu uma uma desgraça, lógico, porque você não especificou exatamente como é aqui. O ponto que a gente tem que entender é o seguinte, a gente não deixou de lado a engenharia de software. A gente só tem que mudar o jeito que nós geramos ela, né? E poxa a documentação do sistema é maravilhoso.
Aí tem dois problemas, né? Porque o Júnior ele não vai poder julgar o que a Ia tá fazendo, porque ele não sabe se tá certo ou se tá errado.
É.
E se a Ia faz para ele, ele não vai aprender nunca. É só que antes eu escrevia.
Hoje quem escreve para mim é Iá, bicho.
Eu pego lá um modelo, mando, ó, esse aqui é o template. Segue isso aqui, acabou. Muito bem. Muito bem, meus amigos do PPT não compil. Estamos aqui para mais um episódio. Hoje um episódio um pouquinho diferente. Vai ser mais uma troca de ideias com o meu grande amigo gigante Valdires Carim COV. Como é que você tá, cara?
Opa, tudo bem? Wel, obrigado pelo convite, cara.
Tá com saudade. A galera também tá com saudade de você, cara.
Faz tempo, né, bicho, que eu não faz tempo você não vem aqui, né?
Que é dar o ar da graça.
Pois é, cara. Obrigado por ter vindo.
Eu eu que agradeço o convite. Acho que a nossa pauta vai ser divertida, né? Como sempre, muitas piadas e construtiva também, né? Acho que falar de eh engenharia de software potencializada com a IA é um assunto que tá no hype.
Precisamos também, né? Precisamos eh e a Vemers fala muito sobre modernização de sistemas, né? Modernização de de aplicações e a gente eh faz isso na prática. Então, poxa, como é que eu consigo estudar aplicações antigas usando IA? como é que eu uso a IRA para me ajudar a a potencializar mudanças, né, estruturais no software e e poxa, isso passa por processo de engenheiro de software. Então, falar sobre isso aqui hoje vai ser fenomenal, cara. Obrigado pelo convite.
Pô, eu que fico muito feliz de ter aqui você de novo pra gente trocar essa ideia, porque é um assunto, cara, que ele é necessário, né? Eh, eh, é um, é um hype tão grande que a gente, pô, e a gera código e tal, mas como que a gente encaixa isso profissionalmente? Porque engenharia de software é um processo sério, um processo profissional que não pode ser só limitado a um prompt direto no chat EPT ou no cloud, etc. Como é que isso de fato funciona na prática para um processo bem consolidado de engenharia de software apoiado com a Yahra? Eu acho que essa é uma discussão que precisa ser feita. a gente precisa elucidar, porque a gente tem muita gente que que nos ouve e e e tem esse anseio de entender.
Tem tenta encaixar, né, no dire como nós mesmos também, né, assim, ninguém aqui é um mago, um feiticeiro, né? A gente tá aprendendo com todo mundo. Então, assim, o nosso bate-papo ele ele é muito sobre assim, a nossa experiência, é o que a gente vê no dia a dia, é empírico, a gente traz aqui a nossa experiência empírica. Então, não tem como ser, não tem como ser ruim, né? né? Vai ser vai ser no mínimo construtiva, né?
É isso aí. Então, a gente vai discutir aqui o CEO de uma consultoria aí com grandes contratos que está trabalhando diretamente com o IA. Eu também tenho estudado algum algum tempo aí já como trabalhar com inteligência artificial dentro do nosso mundo de arquitetura, engenharia de software. E a gente vai poder trazer aqui para vocês um panorama, né, até para que as pessoas se situem fato como isso funciona, quais são os paralelos, quais são os fundamentos, como elas precisam entrar nesse mundo para poder fazer o desenvolvimento mais efetivo em tempos mais curtos, mas com segurança e com qualidade, né, cara?
Isso aí.
Vamos lá que o visor tá muito bom.
Antes disso, antes, ó, ó. Sentiu, sentiu a pausa dramática? Foi, foi boa, foi boa. Foi boa. Treinou, hein? Ó, treinei, pô. Pensando qual episódio?
218.
É por isso que você tá assim treinadíssimo.
218 episódios, cara, fenomenais, todos maravilhosos.
Aí, tantos episódios e o cara que não apoia o PPT ainda.
Aí não pode.
Ô, se você ouve o PPT no compil, estamos aqui no episódio do Tem que apertar no botãozinho lá, cara, do, ó, o like. Tem que apertar no like, tem que no inscrever-se, isso, tem que subscrever, cara, porque poxa, toda semana recebendo conteúdo massa.
Exatamente. De graça.
De graça, bicho. E e assim, de graça, mas se você quiser ajudar, né, ajudar aqui o PPT com dá para ajudar.
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1490 era o valor da vaga Java Magazine, Java lá em 2000 pouquinho, né?
Examente. E se você não quer dar dinheiro para a meta, não pro meta não, é Google, né, velho?
É Google.
É Google. Você não quer dar dinheiro pro Google, você pode apoiar diretamente o PPT no compila.
Aí é massa demais, hein?
Você vai lá direto, ó, pum, paguei a cerveja do Valdiro. Pronto.
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Valeu.
Bora.
Acho que esse papo ele é mais do que importante, né, cara? Acho que é uma é uma necessidade da gente discutir esse tipo de assunto com o novo novo mundo de tecnologia.
É igual é igual quando você não tinha martelo e inventar o martelo. Que que eu faço agora com esse martelo? Onde que eu vou injetar ele no meu dia a dia, no meu processo, né?
Então, eh, poxa, inventar uma ferramenta nova, o que que ela muda no que eu faço hoje? E aí a gente vem discutindo e você brilhante, de forma brilhante, vem sempre trazendo aqui um monte de perspectiva de como usar Iá no dia a dia, né? Mas uma das lacunas que a gente trocando ideia no boteco, né? Eh, pensou: "Poxa, como é que a IA pode ajudar a gente no processo de desenvolvimento de software, na engenharia de software? Eu acho que tá todo mundo usando, né? E há para alguma coisa ou outra, mas assim, vamos usar também aqui, né, para fazer eh os artefatos, o o a construção do do dia a dia do software, né? E e como sempre, né, ajuda muito, ajuda.
Sim. E e é uma discussão muito necessária, né, Valdir? Porque independente de se você que tá ouvindo a gente é a favor de de uso da IA no na geração de código, na cobertura de código, etc. ou não, isso tem um impacto de negócio, um impacto executivo muito grande, que é a velocidade que as coisas eram entregues. A a exigência vai passar a ser muito diferente daqu.
Se você se você e assim, eu posso falar isso de carteirinha, né? Porque na Vems, o nosso pensamento é: "Poxa, como eu consigo fazer melhor, fazer bem feito em menos tempo? Porque se eu não fizer, o concorrente vai fazer." Exatamente.
E aí vira uma nova uma nova eh régua de validação, né? Poxa, porque e e como tudo é uma competição, né? Quando você vai vender um software, vai vender um um projeto, eh você vai dar uma proposta de como você entrega aquilo. Se o seu concorrente entregar de uma forma melhor e com menos tempo, ele vai ganhar.
Então, é fundamental a gente trazer isso pro dia a dia, né?
E e não só as consultorias como VMBS, mas também os profissionais, né? Quem tá resistente a isso até agora, cara, você vai ser o cara que vai demorar duas semanas para entregar uma sprint enquanto a galera tá fazendo em dois dias, porque tá usando ferramentas, etc.
Então, eh, a gente tem a obrigação, o dever, né, de de discutir esse tipo de assunto e orientar aqui os nossos ouvintes sobre como tornar isso de uma forma que é o meu maior medo, já abrindo a discussão, viu Valdir, como tornar o desenvolvimento e a engenharia de software, arquitetura de software de forma sustentável e com qualidade usando EA, sem negligenciar o olhar do car, que é um especialista e e não abrindo margem para para decisões que não são as melhores através da inteligência artificial, né? Então, acho que isso é um ponto muito claro de discussão. Eu vi um artigo essa semana, eu até devia ter trazido o link, mas eu vou botar na descrição aqui depois da edição, dizendo que a gente tá naquele pico de expectativas, sabe, do Gartner em relação à geração de código. E a gente já tá escorregando pro Vale da Desilusão, porque muitas empresas que foram as early adopters de utilização de código, de de geração de código com a e etc, copilotos, estão vendo a quantidade de débito técnico aumentar muito mais rápido. É lógico, você faz mais código rápido, você você também aumenta aumenta aumenta os bugs, né?
E e isso já tá dando uma freada na galera, tipo, cara, pera aí, talvez nem tudo eu preciso fazer tão rápido com IA, mas eu preciso governar isso e acertar o ponto, né?
É, eh, pegando esse gancho aí, né? O que que eu vejo, cara? Eh, pô, eu uso IA o dia inteiro, né? Eu uso I na minha IDE, no meu no meu e-mail, na minha IDE, no meu celular, enfim, até para comprar o roteador lá em casa que eu precisei comprar, eu tava usando em perguntando: "Pô, esse aqui e aquele ali, qual que é a diferença, né?" Mas a gente precisa fazer a curadoria. Então, a gente desde o começo aqui, se pegar os primeiros episódios do PPT no compil falando de a, a gente fala curadoria. Eh, e eu eu tô vendo essa essa ausência do desenvolvedor, cara, nos meus squads mesmo e e nos no do os que eu acompanho também, né, da dos meus clientes, eh, a gente vê muita utilização de, ah, mas se a pessoa que tá usando, ela não tem um conhecimento acima da média, aí o código que é gerado, ele não é revisto. E aí ele entrega qualquer coisa. É. É, e de fato, né, poxa, o código vai est na média, porque a IA é isso, ela ela entrega a média, ela entrega o o avaliação do todo, né? E aí ela ela gera para você a média, a excelência ela tá na mão do artesão que tá ali atrás, né? Então, a gente discute muito sobre isso e sempre fala, a IA, ela é fenomenal para dar volume, né? Mas para dar aquela personalidade no código, você precisa da da pessoa, né? e no código, no artefato gerado, enfim, seja ele qual for, né?
Eh, uma especificação. Eu uso muito, cara, por exemplo, para revisar refinamento de negócio, eu preciso entender um projeto que eu entrei na metade ou ou quase no do meio pro fim, né? Eu, poxa, eh, eu fiz, eu tô lá num cliente, né? Eh, e a gente teve um desafio gigantesco no começo do do projeto, eh, muito muito retrabalho, falta de conhecimento do negócio, eh, a a o pilar feito direito, isso não tava assim, né? E aí quando eu fui chamado lá para resolver o problema, o que que eu precisei fazer? Poxa, entender um um 8 9 meses do dia pra noite. Como é que eu fiz? Poxa, eu usei a para compilar todas as transcrições, os documentos gerados para eu absorver o conhecimento, né?
Mas a partir daí é comigo, eu preciso colocar a régua para cima, porque senão ele vai continuar fazendo as coisas erradas ali, né? Então o que eu vejo no dia a dia é o programador ele bota muito código lá sem saber. Eu já questionei desenvolvedor, pô, meu, para que que você fez isso aqui?
Não tô entendendo. Ah, aí vem aquelas respostinhas meio assim, meia colá, né?
Aí você vai lá e apaga e faz de novo, cara. Imagina.
Então, eh, e eu já vi, pô, eu desenvolvo software há 25 anos, cara. Eh, você desenvolve software desde quando não existia software?
Não, eu só comecei cedo, mas eh poxa bicho, eh, a gente fazia isso lá atrás e continua fazendo isso hoje, né? No passado o pessoal falava: "Ah, dá contrtrol C, conttrol V do stack overflow e o e o cara copia da pergunta, não da resposta." Agora só tem um modelo pouco mais inteligente que pelo menos vai colocar a resposta e não a pergunta, né?
Exatamente.
Mas, cara, sabe que que eu tenho percebido?
eu tenho eu tenho estudado muito essa operação de tecnologia com nos últimos dois meses, né? E eu tenho chegado num paralelo, não sei se vai concordar comigo, mas eh existe uma coisa na na IA que é é o contexto que você dá para ela.
Quanto mais informação ela tiver, mais assertiva ela vai ser, mais determinística ela vai ser, né? Então, quando a gente fala, por exemplo, eu odeio esse termo vibe coding, porque parece que você sente e fica, ah, agora pinta de azul e tal e não tem nada a ver eh com com esse essa sensação que dá o termo, né?
Eh, mas quando você fala de utilizar IA, por exemplo, para gerar aplicações, gerar código, quanto mais informações você fornece, melhor.
E e não adianta você sentar na frente do chatt e falar: "Desenvolva uma aplicação regulatória que faça isso, isso, isso ou faça o GTA 6". Eu vi um vídeo hoje sobre isso. O cara sentou no no Cloud e falou: "Façam o o GTA 6 para mim". rodando na minha máquina de acordo com o que você sabe sobre a franquia GPTA e o que vai ter no GTA 6. Saiu uma uma desgraça, lógico, porque você não especificou exatamente como é aquilo. E a não tem esse contexto. E se você olhar para o que a gente tinha muito no começo do desenvolvimento software, você como um um ser pré-histórico assim como eu, tem até a barba um pouco menos barba preta, pelo menos isso, né? Antigamente a gente trabalhava muito especificação de software.
Sim. Sim.
E e o desenvolvedor ele tinha muito muita pouca margem para ser criativo, tanto pro lado positivo quanto pro lado negativo. Exatamente.
Mas a especificação era extremamente rígida.
Um caso de uso, não? E aí assim, né? Vamos lá. Eh, poxa, a gente lutou muito para chegar num processo de desenvolvimento de software, tipo Unify Process, né? que você tinha lá eh poxa, concepção do projeto, você avaliava o escopo de uma forma macro, fazia contagem de ponto de função, aí depois você criava o cronograma, aí você tinha as fases de eh levantamento de requisito, desenho de solução, eh prototipação, desenvolvimento, eh teste, né, eh homologação e depois implantação, né? Então assim, haja a fase aí para você poder entregar um software e você também tinha muitos contratos, né? Então você fazia fazia software com empresas grandes, então você precisava e engessar, não, talvez não seja a melhor palavra, mas você precisava cercar o produto que seria gerado em função de alguma coisa que fosse palpada. muito bem especificado.
Exato. Então, a gente construiu grandes coisas, grandes eh grandes ideias basead de software que a gente foi largando mão. A bem da verdade. É isso. A gente foi largando mão porque a gente falou: "O que importa é o código, só que a engra de software é importante." Mas eu tenho um ponto sobre isso. Eu acho que eu consigo olhar para trás e inferir o porque a gente foi largando mão e acabou sendo mais negligente por isso.
É, é porque demorava.
Demorava, demorava.
Era muito custoso.
Mas, mas é, era, vamos lá. Demorava. Era ruim ou era bom?
Demorava, mas o, mas era bom. E e aí talvez o que a gente esteja vivendo agora seja aquele martelo.
Exatamente.
Talvez tenham inventado o martelo.
Você chegou no ponto que eu que eu que eu queria fazer a comparação.
Um software bem especificado, ele sempre foi muito bom, mas a gente não tinha tempo para especificar porque o mercado demandava uma evolução muito rápida. Então a gente começou a falar de agilidade, de XP, lembra? Eh, que extreme programming que o cara sentava do lado ali acodando.
Exatamente. Mas aí dá margem paraa interpretação. A especificação tá completa, não tenho documentação.
Exato.
Só que agora a gente chegou no martelo, como você bem disse, que talvez eu não tenha mais esse gap de tempo para especificar. Muito bem. eu consiga eh usar o o as iterações que a gente tem no dia a dia para ser insumo dessa dessa maquininha, né, que avalia as coisas com uma visão mais holística e gera um artefato interessante, né? Então a gente a gente mudou muita coisa, né? Eh, poxa, as reuniões hoje são online, a transcrição é muito mais fácil e mesmo quando você tá numa reunião presencial, hoje você tem equipamentos que você coloca em cima da mesa, ele grava tudo, transcreve tudo e depois você pega lá o TT e acabou, né?
E toda aquela especificação que a gente tinha que pegar, transformar em regra de negócio, etc., você consegue gerar uma transcrição de uma reunião e um agente pode transformar isso em Sprints, cara.
E e muito além, né? você pode juntar várias reuniões, você pode e consolidar os conhecimentos, criar resumos que são de fato de fato consistentes. E aí quando você passa o conjunto de definições pro cliente, ele vai olhar para aquilo, vai falar, vai est muito mais conciso, vai estar muito mais íntegro, ele vai olhar para aquilo, vai falar: "Poxa, faz sentido, né? Vamos para o próximo caminho". Então assim, eh, eu acho que o o nosso episódio aqui ele é muito legal para isso, né? É que assim, temos engen que muitos esqueceram, mas já temos. Agora a gente tem essa nova ferramenta que pode deixar a engenharia muito mais fácil. Eu eh eu trabalhei muito com casos de uso, né?
Trabalhei com os diagramas do do RUP, tava com ferramentas de modelagem e tudo mais, né? E quem quem nunca fez um bonequinho de palito? um bonequinho de palito, um diagrama de sequência, um diagrama de de caso de uso, né? Aquelas próprias casos, pô, eu já cheguei pegar casos de uso de 100 páginas para implementar, que a eu trabalhava na HP na época e a gente tinha que construir um RP de energia elétrica, né, da empresa CC, que hoje é cliente da BMBS, inclusive. Eh, poxa, o é tão complexo o assunto que a gente tinha um caso de uso com 100 páginas, cara. Fluxo alternativo, não sei o que, não sei o que lá. Bá, pô, você só para entender aquilo lá, você precisava ser um gênio.
Imagina quem escreveu.
Pois é.
Era Deus.
Pois é.
É porque, pelo amor de Deus. Então, assim, essas coisas a gente foi deixando, deixando de lado, foi tendo artifícios novos, né? poxa, vamos criar histórias, vamos entregar menos coisas, tudo isso é maravilhoso, mas eu não posso perder o rigor da dos documentos que a que passam o conhecimento, porque mais do que eh um pedido, ele ele é de fato uma consolidação de uma ideia, ele ele amadurece aquela ideia. E também isso é uma coisa que eu tenho eh visto que a gente tem deixado de lado, né? o amadurecer a ideia, o papel do analista de sistemas que nós tínhamos no passado, ele ele confabulava em cima de todas aquelas regras de negócio, como é que ele ia desenhar um sistema? ele presumia, né? Ele interpretava aquilo. E aí você tinha uma especificação que não era extremamente clara, porque ela não podia ser refinada de uma forma tão tão grande que não desse margem paraa dúvida, justamente por causa de tempo, etc. E aí você acabava tendo um desenvolvimento que que dependia da presunção do cara que tava desenvolvendo. Enquanto nos modelos anteriores, quando a gente ainda tinha waterfall e etc, aqueles casos de uso, aquelas regras de negócio eram extremamente bem definidas que não davam margem de de dúvida pro desenvolvedor.
Então, o desenvolvedor ele era extremamente assertivo, né?
Sim. E então assim, né, tudo isso foi muito bom. eh tinham seus defeitos e eu acho que agora a gente pode melhorar, né? A gente a gente tem essas ferramentas de ar que poxa, eu tive tive um projeto aí a a que eu tive que ajudar o pessoal a colocar no trilho, né? Eu cheguei lá no projeto depois de 10 meses. Poxa, o que tinha de discussão rica feita? É, não tem preço. É, e como o pessoal nessa empresa trabalha tudo online, poxa, eu consegui eh obter todas as transcrições da das reuniões, pegar o código fonte que tinha sido gerado, eu consegui pegar as especificações que que tinham sido geradas e colocar numa ferramenta de a eh chama Notebook LM do Google, né?
A a missão dela é consolidar conhecimentos diversos das fontes que você passar para ela. Você adiciona as fontes, ela interpreta e gera um processamento em cima daquilo, né?
Isso. E aí você tem, aí você pode fazer perguntas, você pode pedir podcast, você pode pedir um podcast sobre um assunto específico, você pode pedir um mapa mental.
Toda toda sexta-feira eu publico um infográfico, eu não, né? O agente que eu criei, ele publica o infográfico do episódio da semana do PPT no Cupila que é gerado no notebook LM.
Perfeito.
Ele consome o vídeo e gera um infográfico. Maravilhoso.
Então, a ferramenta ela tem possibilidade de consumir vídeo, bicho.
Consumir eh documento, texto, PDF, imagem. É fenomenal. Eu usei essa ferramenta para me dar e insumo para eu para eu gerar uma uma estratégia de evolução desse projeto pra gente colocar ele no trilho, né? Eh, poxa, gerei mapa funcional, gerei eh as histórias, né? Eu eu criei uma um conforme eu fui analisando os protótipos, eu fui avaliando, poxa, isso aqui é uma história X, isso aqui é um histó e aí eu fui pedindo pra ferramenta me dar o corpo da história. E, cara, eu consegui fazer isso em tempo record. Por quê?
Porque a gente tá usando a IA para ajudar a gente nos processos de engenharia, né? E eu confesso que eu tô até um pouco distante da formação acadêmica de de hoje em dia, né?
Eu me formei lá em meados de 2010, eh, 910, quer dizer, não, eu eu demorei para sair da faculdade, inclusive, cara. Eu trabalhava bastante, né? E aí eu tinha dificuldade para ir e fazia presencial na época, não tinha esse negócio de EAD e tal. Então, cara, eu devo ter saído por aí também, porque eu entrei em 2007, não saiu antes que eu. Devo ter saído em 2013, 2012, que eram eram 4 anos. Eu saí em seis, eu entrei em sete, então deve ter saído em 2012.
Então, naquela época a gente tava eh já assassinando o cascata, né? E a gente tava falando muito do ágil e muito das histórias e muito bá. Eh, e hoje em dia eu não sei como é que tá, não sei nem se se as pessoas na na universidade ela tem esse histórico, né? Porque assim, muito do que era feito no passado, esses diagramas, tudo elas são muito bons.
Então a gente a gente pode agora lançar a mão disso de uma forma muito mais rápida.
Isso.
Quero falar com você agora que ainda não conhece a Clever. Clever é uma empresa que já tem mais de 3 milhões de usuários em 30 países com 30 idiomas diferentes, que tem trazido soluções em blockchain, criptomoedas e ativos digitais. O objetivo da Clever é te dar liberdade financeira para operar esse mercado de cripto. Então, se você acredita nisso, se você acredita nessa liberdade, você já pensa como a Clever, vai conhecer os caras, é clever.O. estão contratando também pessoal para trabalhar com cripto, com blockchain. Então, se você tem interesse, se você tem conhecimento nessa área, procura a clever. Se você gosta de criptomoedas, se você opera no mercado, você precisa conhecer a Clever, precisa conhecer as soluções da Clever.
Então, o endereço tá aqui embaixo no vídeo. Para quem não tá no YouTube, é clever. Vai lá, vai conhecer que realmente é um mercado sensacional.
E aí eu vejo muito esse paralelo, como eu tava fazendo aquela analogia antes, de como você trabalhar com aá de forma criteriosa e de forma segura, né? Se você dá dá bastante contexto para ela e e ela entende exatamente o que precisa ser feito, ela vai ser extremamente assertiva.
Se você é evasivo e dá margem paraa interpretação, ela pode tomar um caminho que talvez não seja o melhor e que você não gostaria. Então, quando você utiliza Ia e você toma o caminho correto da engenharia de software, que você especifica, você faz isso de uma forma muito mais eh criteriosa, aí tem menos margem para errar. E você tem os você tem as etapas de validação do artefato.
E você tem a própria IA para gerar essas etapas.
Exato.
Então, poxa, eu quero fazer um software, eh, quais são as definições que eu tenho? Ah, eu quero tal coisa, tal coisa, tal coisa. Elabora para mim aí, faz alguma coisa me cria um conjunto de princípios arquiteturais, um princípios de negócio. E aí você pede isso, você avalia. faz sentido. Gostei. Ah, vamos, não gostei. Vamos mudar um pouco aqui porque meu negócio é diferente do que ele presume e tal. E todas essas eh todos esses conflitos que você tem, né, de ideias e tudo mais, isso vai servindo de insumo para as próximas etapas, né?
Então é é o que você mesmo fala, né? Ué, inclusive teve outros episódios aqui falando sobre engenheira de contexto que é realmente fenomenal. a gente precisa eh usar no dia a dia as ferramentas de ar pra gente ir absorvendo esse apoentada. É igual andar de bicicleta, né? Por mais que todo mundo te ensine, todo mundo te fale como faz, você precisa ir lá fazer para e sentir na prática a dor de como é.
Exato.
E e ganhar musculatura e calo para poder fazer.
Exato. Porque eh, pô, eu eu já tentei fazer software do zero lá e tomei pau, o negócio não saía, tinha um bugzinho lá.
um bugzinho que, meu, só eu analisando bastante consegui entender, né?
Contrapartida também, nesse projeto que eu tô falando aqui, que eu que eu tive que fazer um um uma mudança de rota lá, eu precisava eu precisava ganhar atração, cara.
Precisava ganhar atração nos sprints e eu tava pensando, poxa, o que que eu vou fazer, bicho? Tem lá um time, time bom, time maduro, mas novo no negócio, né?
Eh, poxa, deixa eu ver, deixa. Eu tenho, eu tinha uma história que eu tinha, eu tava estudando sobre construir uma tela, já tínhamos padrões de interface, tínhamos protótipos, eu falei, eu vou usar o o copilot, GitHub Copilot integrado da minha IDE, que é o GPT, né, que é o é o Peni de qualquer forma.
É ele, você pode escolher os modelos ali. E eu escolhi o Demini 3.1.
Ah, tá. Você foi direto pela store do Copilot, aí você podia escolher o modelo, né?
Então, na lá no próprio própria IDL te dá os modelos que você escolhe. Você pode trocar, você tá num Ah, tá. Não, você estava no GitHub Copart, não, no Microsoft Cop, desculpa.
É isso. Eu tô lá no no VS Code, na verdade.
É no VS Code que é do Gitup. Desculpa, eu que vacilei aqui.
É. Aí, bicho, eu falei: "Poxa, tem o código aí da aplicação, interpreta esse código aí para mim. Eu preciso fazer esta história. Eu tenho este esta imagem de protótipo. Eh, eu preciso que você siga os padrões do do projeto. Eu preciso que você siga os estilos. Precisa meu, eu fiz uma tela que eu tinha previsto no cronograma. Uhum.
Em 80 horas eu fiz em três, só sabendo perguntar, né? Tinha problema, eu ia lá, explicava, tal.
Mas é, é sobre isso que a gente precisa trazer, né? o o dia a dia da IA pro pra engenheiro de software, a gente precisa olhar para esses pontos, porque não é que você vai deixar de ter o profissional ali, mas ele vai ser muito mais produtivo, vai ser mais muito mais produtivo. E e até fazendo um adendo aqui, Valdir, que você falou sobre engenharia de contexto e como a gente aplica isso dentro da da engenharia de software. Hoje o modelo que a gente tem uma janela de deixa eu explicar primeiro o que que é uma janela de contexto, né? Quando você tá conversando ou você tá fazendo interações com os modelos, ele inicia com contexto zerado ali. Cada vez que você intera com ele, aquilo vai pro para um para dentro do contexto dele, para ele saber do que você tá falando. É como se fosse uma memória de de curto prazo, digamos assim.
E e todos eles têm uma um tamanho de uma janela. Se você ultrapassa essa janela, as primeiras, as últimas interações vão sendo descartadas e ele vai substituindo pelas, vai resumindo, né?
Ele vai resumindo, não é que ela ela é 100% descartada, ela vai perdeal e perde detalhe, ele resume e resume isso.
É, e aí você vai comprimindo o contexto, né?
E e ele tem essa janela de contexto que é a capacidade que ele tem para fazer isso. O modelo que tem maior que janela de contexto hoje é o Cloud, que semana passada trocou o a janela que era 250.000 tokens para 1 milhão de tokens.
Então você tem 1 milhão de tokens ali que permanecem dentro daquele contexto até ele comprimir e até ele ele passar.
Se você pegar um grande software, cara, ele ele ultrapassa em centenas de milhares de vezes 1 milhão de tokens, porque a gente tá falando de caracteres, estão falando de sílabas, né, ali para contagem em tokens. Então, a janela de contexto ela é muito pequena.
E aí onde vem a estratégia de você trabalhar engenharia de contexto e que você deve, que eu já vi algumas críticas na internet em relação à engenharia de software, engenharia de contexto gerando código, deve prestar atenção. É, a galera fala: "Pô, mas eu quero codar e o modelo tá gerando aqui um monte de arquivo MD".
Isso nada mais é, e vamos fazer um paralelo aqui, a janela de contexto do modelo é como se fosse memória RAM. Você não consegue manter tudo que tem no seu HD em cima da memória RAM pro computador trabalhar numa velocidade muito rápida.
Então, quando você tem um um skill, um workflow ou um framework para trabalhar com desenvolvimento de software, engenharia de software, eh, usando IA, o correto é justamente ele vai gerando esses contextos, criando esses arquivos MD, que é o contexto persistido de uma forma física, porque ele não tem uma capacidade muito grande de manter todos esse contexto dentro da memória dele.
Então ele vai gerando esses arquivos MD, que são informações que são pertinentes sem a redução de contexto, sem a o resumo, para que ele resolva ações e ele saiba o que ele fez no passado dentro daquele código.
Então é absolutamente normal e saudável que você vá armazenando isso em arquivos de Mark, que depois você com a experiência vai aprender até editar esses arquivos e gerar esses arquivos. E e você vai chegar num ponto onde você não vai ter mais um vibe coding conversacional, você vai trabalhar com processamento de markdown. você abre o bloco de notas, escreve teu markdown e a máquina processa aquele markdown, gera outros e vai expandindo o contexto.
Por que que isso é importante?
Quando você uma das principais críticas do do da IA utilizando o código é que depois ela entra num loop que ela não lembra o que ela fez e ela começa a fazer erros repetidos. Nossa, eu tive um problema desse, cara, no com o Jem na época que eu tava faz mais ou menos uns um ano, um ano e meio, eu tava com um eu tava avaliando um problema numa aplicação que eu tava fazendo e aí, poxa, meu, tá dando tal erro, eu vou lá perguntar pro cara, né? Aí eu perguntei pro Gaminar e pô meu, e aí, que que você acha que é? Ah, tal, faz tal coisa que vai dar certo. Aí fiz, não deu certo, cara.
Aí eu falei: "Pô, ele não deu certo." Aí discussão, discussão. E eu analisando o problema, aí daqui a pouco ele me fala a mesma coisa que falou trás, cara. Aí, aí você fala: "Não, pera aí, deixa para lá agora, agora vou voltar aqui, né? Vou arregaçar a manga." Exato. Que ele ele não tem informação suficiente para sair daquele loop, né?
Então agora a gente tá ganhando uma maturidade muito grande com os skills do CL.
Ferramentas também, né? As ferramentas estão evoluindo, elas estão evoluindo. O Gemini tem lá a o qu anos já três anos que a gente tá nessa brincadeira.
Ah, que com geração de código da forma que tá acho que uns dois anos, né?
É, então, pô, é tudo muito recente, né?
Então, esses frameworks, eles vão gerando ali os arquivos MD.
E aí ele tem os skills, os o os o os workflows que você coloca dentro da própria ferramenta, que ele não precisa armazenar aquilo em contexto. Quando você fala tipo: "Ah, eu preciso alterar essa feature em tal lugar". Ele tem um arquivão gigante, resumindo aonde tá aquela feiture, ele pega aquele aquele contexto básico e aí via as ferramentas de próprio terminal, ele vai ler os arquivos MD, que é onde ele tem informação para resolver aquele problema. Aí ele carrega o contexto só com o que é pertinente.
Ou seja, né? Isso aí não são as histórias, as especificações.
Examente. É esse o paralelo que eu queria fazer. que a gente tem que entender é o seguinte, a gente não deixou de lado a engenharia de software.
A gente só tem que mudar o jeito que nós geramos ela, né? E poxa, a documentação do sistema é maravilhoso, cara. E a própria IA pode te ajudar a fazer isso, né?
Exatamente. Então, um software bem especificado na IA vai gerar um software de qualidade também feito na E o que que você pode fazer também, né?
Eu tenho feito isso também para programas legados, né? Eu tenho usado a IA para entender as regras de negócio do código. E aí eu eu com em conjunto com a eu gero documentos.
Eu gero o documento de negócio para quê?
Para eu poder falar com as pessoas porque é muito comum você chega numa empresa, você fala: "Pô, tem esse software aqui para modernizar, então vou modernizar". O que que vocês sabem sobre ele? Não sei. Só sei que foi assim.
Exato.
Igual o pessoal do Auto compedecida.
Então você vai lá, você usa a própria e poxa, e o próprio notebook LM também. Eu sou apaixonado por esse cara. Eh, poxa, eu boto o código lá da aplicação, meu, eu começo a estimular, começo a fazer pergunta e às vezes ele erra. É assim, 98%, 97% dá certo. Tem 3% que vai dar errado. Então você precisa eh matar no peito. Essa hora você precisa ir lá no código, você precisa ver, né? Mas eu tive um um desafio grande no ano passado que eu até vim com o pessoal da Natura aqui, né, falar sobre o sistema de promoções. Poxa, sistema legado de 15 anos, bicho. A gente, eu, que que eu fiz para entender o software, né? Botei lá o código fon no no notebook lm e comecei a construir uma documentação de negócio para eu poder bater com um time de de negócio da Natura, a gente eh confirmar as regras e aí depois a gente conseguiu modernizar. o software, tudo mais, é quase uma engenharia reversa, né, cara?
Porque e e se a gente fizer o paralelo que a gente tá falando de documentação, é você gerar documentação a partir do código.
É isso.
Para você poder gerar código novo de acordo com a especificação da documentação. Você tem a liberdade, né, desculpa. Eh, aí você tem a liberdade de quê? De debater, né, regras de negócio antiga que estavam lá com um ponto de vista novo, a evoluir essas regras e aí implementar, né?
Sim. não só a regra, mas como arquitetura e engenharia do próprio software para ser modernizado, né?
Exato. Então, o segredo, né, e voltamos aqui a precisamos ter artefatos. O desafio que nós tínhamos de ser serem demorados, de serem gerados no passado, hoje já não é uma verdade, conseguimos eh gerá-los com muito mais velocidade, né?
E a gente só não pode eh cair na na falácia, no erro de de simplesmente não fazê-los. Temos que temos que nos preocupar com as especificações, temos que escrever eh histórias eh completas.
Eh, eu, por exemplo, quando eu vou escrever uma história para passar pro time de desenvolvimento, poxa, tem lá a parte da funcionalidade que aquele eu quando eh quero para depois eu tenho um contexto de negócio meu ferrado. Falando do ponto de vista de meu do mercado, seja, vou dar um exemplo aqui do do mercado de saúde falando do por que uma pessoa precisa passar no plano para fazer aquela funcionalidade.
Depois a gente, eu, eu coloco lá uma sessão de regras de negócio, que aí eu coloco as determinações, é, são fatos, poxa, tem que ser desse jeito. Aí a eu tenho protótipo quando é é tela, né?
E aí eu descrevo a tanto a o protótipo como a navegação no protótipo, a o comportamento esperado do protótipo.
Depois eu falo sobre a visão de implementação quando o assim o que que eu quero que o programador faça, porque por mais que a gente ache que o programador é um artista e cada classe é uma cada arquivo é uma pintura, bicho, a gente precisa est mirando todo mundo. É menos, né, gente? Pera aí, a gente precisa mirar no lugar só, bicho. Pera aí.
Quanta, meu, quantas vezes você não vê falta de reuso, coisa básica, reuso, acuplamento, encapsulamento, meu, ninguém, ninguém respeita as coisas, responsabilidade de cada camada, sabe?
Então, uma orientaçãozinha ali, que geralmente a criatividade do programador é para ser criativo de um lado não tão bom, né?
O cara é criativo de cara, mas para que fazer isso?
É, cara, assim, é surreal. E nós estamos em 2026, cara. Em 2016 era a mesma coisa. Em 2006 era a mesma coisa.
Impressionante. Mas isso é do comportamento do ser humano, né? Eu tenho uma filha de 11 anos, cara. Se eu não falo para ela o que eu quero que ela faça, ela vai fazer o contrário.
Ex.
Exatamente. E é por isso agora uma brincadeira aqui de classes, viu, pessoal? Desculpa, mas nós como arquitetos precisamos fazer essa piada que a IA é maravilhosa pra gente, né?
Porque é o deve que faz exatamente o que você pediu.
Exato.
Cara, é maravilhoso.
É, também você pedir é ele também erra.
Vai.
Sim, mas ele erra menos. Pelo menos ele não é teimoso. Ele erra menos.
Ele não é teimoso e não é criativo, né?
Exatamente. Mas não é proativo. Sim, faz um monte de coisa que você não pediu.
Você precisa dar o cercadinho nele. Mas realmente é isso mesmo.
E e aí depois, bicho, que mais que eu coloco? Falei pro Devil o que ele tem que fazer. Depois eu falo assim, como você vai testar cenários de teste, né?
Então coloco ali os cenários de teste e um monte de casos que estão linkados com o negócio mesmo, cara. Mas isso é tão maravilhoso. Deixa eu pegar um parênteses aqui para eu fazer um par uma uma explanação do quão a gente tá vivendo um momento diferente da tecnologia.
Quando você especifica isso do ponto de vista de negócio, antes de você passar pro agente deve eh fazer o desenvolvimento do código, você pode levar isso para um agente de teste, ele já cria os critérios de aceite, os testes unitários e se o outro agente discordar, discordar e fizer um desenvolvimento errado, vai quebrar o teste. E e não é que vai quebrar dentro do contexto da EA, vai quebrar no teu build, porque ele não vai passar no teste unitário.
Sim. E e aí por fim, eu coloco os critérios de aceite, né? Mas eu eu sei lá, construí essa esse esse esqueleto, né? Sei lá, desde 2017, 2018, só que antes eu escrevia.
Hoje quem escreve para mim é aí, ah, bicho. Eu pego lá um modelo, mando, ó, esse aqui é o template. Segue isso aqui, acabou. Aí eu pego o meu template mais a regra de negócio, mais as reuniões de refinamento, junto tudo ali num liquidificador e a gente vai gerando, né? E evidentemente eu leio tudo e aí eu ajusto coisas que saem erradas, ajusto.
Eh, é legal que às vezes você pega coisas diferentes que você pensava, né? Mas o o é disso disso que nós estamos falando, né? Nós não estamos falando que deixa tudo para ir a ou pede a eh fala que você quer um software e aí no final você vai testar o software. Não. Aí abre o chave GT, faz a abre o chat GPT e fala: "Chat GPT, cria um sap." Então isso não vai funcionar. O que a gente tá falando é você precisa conhecer de técnicas de de desenvolvimento de software, você precisa conhecer dos padrões de arquitetura, você precisa conhecer eh engenheiro de software e você precisa conhecer muito bem o seu negócio e aí você precisa colocar essas etapas no seu no seu processo de desenvolvimento, né? Então assim, quais etapas? as bisas que a gente tinha no passado.
Você que tá aí escutando esse episódio bacana e quer levar toda essa tecnologia, essas novidades pra sua empresa e não sabe como, chama o time da Vembers. A gente pode ajudar vocês com desenvolvimento de software, com arquitetura de soluções, a entender os problemas que vocês estão vivendo e sair do outro lado com uma solução bem bacana. E se você tá escutando o podcast para aprender coisas novas, faz o seguinte, manda um e-mail pra gente no peoplecare@vemers.
E você pode fazer parte também do nosso grupo de talentos. Valeu.
Agora o time do Relações Públicas vai gostar mais de mim.
Então, e esse ponto ele é ele é muito crítico, cara, porque a gente tá vivendo uma discussão que é natural pela pelo momento novo e e das pessoas estarem recias sobre sobre sua profissão, seu trabalho, etc. Mas aí ela não vai substituir o conhecimento de engenharia de software, ela vai amplificar quem faz esse trabalho. É, para mim essa palavra é é um é um mantra amplificar, aumentar a produtividade, né? Auxiliar é uma ferramenta, cara, igual calculadora, igual martelo, igual tudo que vocês já tem aí no dia a dia. Vai ajudar muito, cara. Ela vai te ajudar muito, mas o teu olhar de compreender o negócio e pensar numa solução que atenda aquele objetivo de negócio. Cara, isso aí, ela pode ser um grande acelerador ou um amplificador, mas nada vai substituir o ser humano aqui nesse sentido.
Apesar disso, eu tenho uma grande preocupação com isso ainda. Eu diria, eu queria saber a tua opinião. como você mesmo falou, é nesse processo de utilização da EA, se você tem um cara com menos conhecimento, você pode passar alguns problemas ali na geração de código, no que que não tem, porque o cara não vai ter tanto propriedade para poder discutir ou discutir com a Iá ou ou poder apontar os problemas que ele tá vendo na mão de um cara, cara. Eh, é você dar 20 braços pro cara codar 20 vezes mais rápido com a mesma qualidade que ele faria sem a como que fica a barreira de entrada dos caras novos, velho? Porque vai ficar muito difícil, porque um cara sénior vai ter, você aumenta muito, né, o o que você precisa saber para poder entrar, para poder ficar muito bom. Porque porque, por exemplo, ah, eu tinha no passado, eu eu comecei a programar eh em 2000, comecei com o Java em 2005.
Eh, tinha, teve um amigo meu, né, um cara fenomenal, Rogério Gato, o nome dele. Eh, era bonito, era gente boa para [ __ ] O o cara falou assim para mim: "Porra, meu, eu olho para você, estagiário, eh, nós estamos no Java 15, né, entregando Java 5. Eu, tem tanto pacote no Java 5 é Java 1.5, isso.
E ele falou para mim: "Pô, meu, eh, tem tanta coisa para você aprender para começar a entregar". Eu fico até com dó, porque na minha época eu tava no Javão 3 e aí eu vi as coisas acontecerem, então era era mais fácil. Eu aprendi a base e depois ia aprendendo aos poucos, né, as coisas novas.
E aí ele falou isso para mim lá atrás.
Poxa, hoje então, nossa, se ele vê a pessoa, a pessoa nova, ele fala meus pês, né? Exatamente.
Porque ficou muito mais difícil para eu entrar para jogar assim, eu já tenho que ser um Neymar, né? Tem que ser um Ronaldinho gaúcho.
Porque você já tem que ser top, cara.
Porque a média, assim, a média é da IA, você vai ser o vai vai ter que sobressair as entregas dela. Então você precisa ter uma base muito maior de de conhecimento.
Exatamente. Porque o sior tem uma sinergia muito grande que é assim, ó. A ela entrega muito rápido, mas ela pode entregar penals, né? Então o sior potencializa a IA porque ele vai direcionar o canhão pro lugar certo e a IA potencializa a velocidade do senor. Então tem uma sinergia ali muito grande. É como realmente se o cara fosse um povo e tivesse rodando com 20 braços para para gerar essa produtividade dele. Agora um Júnior, cara, o que o aí tem dois problemas, né? Porque o Júnior ele não vai poder julgar o que a IA tá fazendo porque ele não sabe se tá certo ou se tá errado. É. E se a Iá faz para ele, ele não vai aprender nunca.
É porque aí tem aquela frase, né, assim, quando você entra no rio e sai, você não vai entrar no mesmo rio e nem você vai ser a mesma pessoa que entrou no rio anteriormente, né? A gente é transformado pelo que a gente faz e se você não fizer, você não vai ser transformado.
Pois é. Eu acho que a gente é uma geração muito privilegiada. É porque a gente tá aí e numa num nível de senioridade em que chegou a a IA e que vai nos exponenciar e e dar a capacidade para isso. Agora, como vai ser daqui em diante, cara?
E também e também faz parte do processo de desenvolvimento de software, treinar pessoas novas. Então é um desafio que a gente vai ter que resolver, né?
Exatamente.
É, eu eu concordo com você que talvez esse seja um dos maiores desafios pr para você trazer pessoas para ela para ela conhecer a imensidão de conhecimento que a gente já produziu.
Cara, a gente aprendeu coisa para caramba nos últimos 20 anos. Poxa, a diferença de programar para cloud e sem cloud já foi um par, foi uma quebra de paradigma gigantesco, né?
Eh, e a gente que viveu os dois mundos, eh, temos as duas habilidades, né?
Agora, quem tá chegando aí, que nem eu falei de caso de uso aqui, quem é que sabe o que que é o caso de uso?
Exatamente. Exatamente. Principalmente a galera recém formada, porque a gente viveu um um curso bom de ciência da computação. É o quê? 5 anos para 4 c anos.
Exatamente.
A a a realidade do mundo de tecnologia 4 anos atrás era outra. A gente tava falando de ajud de de era era uma outra era na pandemia. a gente tava falando de de trabalhar remoto, como é que a gente podia potencializar o trabalho remoto, tal, né?
Exatamente.
Eh, cara, surreal. A gente a gente tá falando de de eh engenheir software, né?
Eu aprendi sobre caso de uso, aí tinha os livros, o livro lá eh escrevendo casos de usos efetivos, tinha os padrões de desenvolvimento orientado objetos que eram gang of War e bá.
Cara, cara, meu, já não, a gente tá ressuscitando o papel do analista de sistemas.
Então, e esse papel, cara, é assim, para mim foi uma lacuna que a gente criou.
Ah, traz o PIO, o PO vai resolver tudo.
Cara, o PO é uma pessoa de marketing, bicho. P de negócio, não só de marketing.
Não, digo, mas eu eu quero dizer marketing porque assim, ele tem que estudar o negócio, ele tem que estudar o mercado, como é que eu potencializo o meu produto no mercado? Isso é a missão do marketing, cara, né? Isso, isso não é uma analista de sistema. Aí quiseram dar para esse cara o papel de analista de sistema, aí não, ele não tem esse perfil, tá? Então vou mudar pro desenvolvedor, mano. O desenvolvedor quer entregar o código, cara. Eu já vi eh eh podcast desenvolv falar: "Ah, o meu produto ele roda muito melhor sem PO." Eu converso lá com um cara de negócio.
Talvez ele não atenda o negócio, mas ele roda bem.
O produto, o software roda para caramba.
Rod agora, se ele atende a empresa, tá vendendo, né? O que que tem que fazer para vender? Você tá fazendo teste AB?
Se tá coletando métrica de de sucesso, se tem fricção no checkout, imagina o cara tá nem aí com isso.
Tá nem aí. Tá nem aí.
Então assim, você faz muita coisa, você vira pato, não faz nada direito, né? Eh, e aí, meu, judiaram do PIO. Eu eu acho assim, cara, eh, o PO ele ele é um papel fundamental, né, que nem eu falei, ah, ele é um se do produto, ele tem que fazer o produto dele vender para caramba, ganhar dinheiro paraa empresa e tal. Mas, cara, análise de sistemas, bicho, é um negocinho chato, cara. É desenhar uma funcionalidade, né? Eh, assim, poucos desenvolvedores têm essa visão abstrata.
Uhum. molecada quer receber um negócio para fazer ali que a minha primeira graduação foi de análise de sistemas, foi tecnólogo de análise de sistemas quando ainda existia o o termo de análise de sistemas, né? E eu vejo que o papel ele se diluiu em três em três papéis principais. de no como você falou, o desenvolvedor que recebeu essa carga, que é o que a gente falou antes, que ele tem que presumir o que aquela especificação que não é tão específica vai, com perdão da redundância eh vai realizar. Mas principalmente eu acho que quem teve uma responsabilidade de traduzir negócio e tecnologia foi o arquiteto de TI. Nossa, sobrecarregou o cara.
Exatamente.
Sobrecarregou porque ele precisa entender o do negócio e e dizer pro dev como ele tem que ser como tem que ser feito, quando na verdade deveria ser uma coisa mais estratégica, né? E a gente como arquiteto, acabou tendo que ser um ponte entre o negócio e a tecnologia, né?
Sim. E aí eu vou eu vou até além, cara.
Você falou desses três perfis, vou lembrar de mais um aqui também. O cara de ex, o cara de ex também acabou que tem que entrar nas reuniões, tem que entender que o outro cara quer, confabular alguma coisa. Ele faz uma funcionalidade como ele acredita que é possível ser feito, mas às vezes o que ele que ele sonha ali não é tangível, né? Então, às vezes você tem uma fricção aí para para implementar aquilo, né?
Enfim. E o analista do sistema, ele ele carregava muito bem esse fardo, cara. Eu sinto falta. Eu sinto falta. Eu eu acho, cara, que com o advento da IA a gente vai ter que ser cada vez mais analista de sistemas, mais arquitetos e menos devs, porque em algum momento, não hoje, hoje a supervisão minuciosa do código ainda é é é muito importante, mas eu acho que quando os frameworks amadurecerem e os modelos amadurecerem para você ter uma especificação tão rica e o modelo tão bom que gere o melhor código possível. Eu acho que o que vai de fato ser a virada de chave é uma especificação e uma visão de negócio cada vez mais poderosa.
E você falou um um negócio interessante, você falou framework, né? Eh, para nós que que desenvolvemos framework, ele tem uma é é um uma semântica muito muito rica, né? que é. Poxa, eu eu uso um framework Java. Ah, eu uso o Hbernate, uso o eh sei lá. Eh, pô, tô tô fraco, hein? Spring.
Spring, pô. Spring é [ __ ] cara. Tu esqueceu do Spring, velho.
Eu tava vendo se você ia lembrar.
Pô, se eu sou um cara de de front end, é, pô, uso Angular, uso React, uso não sei o quê, né? Talvez daqui a pouco surja um framework mais amigável para própria programar para ele, cara.
Sim, sem dúvida. Sem dúv.
E aí esses gaps que você trouxe, que existem de fato, eles sejam cobertos aí porque esse frame aqui eh facilite, né, o dia a dia.
Sim. E eu eu tenho uma visão aí meio futurista, digamos assim, que agora vou dar vou dar uma chacalhada na mesa agora.
Pera aí que eu vou segurar meu copo.
Segura a cerveja aí. Ih, se sua mulher via só o o áudio agora já era. Vir, eu falei o meu copo, você que tá deduzindo cerveja. O seu que é cerveja?
O meu é é guaraná. Por isso que é amarelinho assim.
Guaraná. Isso. Guaraná. Brama.
Brama.
Você lembra que tinha guaran? Tinha.
Verdade. Verdade. Guaraná brama.
Lá na década de 90 tinha cara umas garrafas, tal. Era gostoso.
E se você colocasse a cerveja, o guaraná um do lado do outro era muito parecido, né?
Sim.
[ __ ] a gente tá revelando muita idade nesse episódio. Mas enfim, que que eu tava falando antes? Em algum momento a gente vai chegar em em modelos de a que você não vai precisar mais codar, você vai ter que especificar as regras.
E eu acho que o runtime que a gente tem, e aí se você não é tão técnico, tá acompanhando o episódio aqui, desculpa, vou ter que dar um descer um um degrauzinho aqui. Eu acho que o runtime que a gente tem hoje de linguagens, a JVM vai ser baseada na na JVM, o interpretador do Python, o interpretador do do do PHP, nada mais são do que interpretação daquele código para ter um efeito dentro da máquina. A gente pode ter esse efeito dentro da máquina, dentro da própria LLM em algum momento.
É.
E aí eu acho que o Java ele funciona assim, né? Você escreve Java, ele converte para Bite Code e o Bytecode que roda na JVM. É o que você tá falando é: "Ah, eu vou eu vou fazer um prompt. O prompt ele vai virar um código intermediário e aí ele vai rodar em cima de uma máquina que vai interpretar pr LM. Isso é o Cloud hoje. Mas eu não sei, cara. Eu acho que assim, a a capacidade do do das das IAS gerarem o código, ela é boa. E aí assim, gera o código. Ela gera o código, porque para que que eu vou, para que que eu vou perder esse tempo?
Mas Valdir, fez comigo.
Hum. Se se ela gera o código tão bem e ela vai gerar cada vez melhor, mas aí ela vai ficar gerando toda hora o código aqui.
Não, ela pode ter um mecanismo interno.
Não, mas aí você concorda que é a mesma coisa que gerar o código de uma linguagem e botar aquela linguagem para para uma máquina virtual?
Não não sei exatamente como funciona o modelo, mas eu acho que isso vai ser abstraído em algum momento. Eu acho que você não vai precisar mais tudo bem gerar o código, etc. E aí o trabalho vai ser especificar muito bem aquilo.
Isso, isso eu concordo. Isso, isso é fato, né? Já tá assim, né? Que nem eu trouxe exemplos aqui, né? Do do que eu fiz e você também. É isso. A gente já faz já. Se a gente especificar bem, ele entrega uma telinha. um exemplo que que eu me envolvi até numa discussão no LinkedIn essa semana e você que me segue no LinkedIn eí pode procurar lá que vocês vão ver meu meu comentário.
Teve um uma pessoa que não era técnica falando sobre eh o quão importante era gerar um bom prompt para Iá e que é um comentário que faz todo sentido, né?
Só que aí ela ela tem um exemplo que a gente como é técnico e conhece toda a cadeia de informação questiona porque ela deu um exemplo que ela passou para um áudio de 30 segundos para que ela gerasse um prompt. Então, a IA gerou um prompt que aí gerou não sei quantas páginas quando ele chegou em casa e ele usou aquele prompt para gerar o resultado que ele gostaria.
Aí o meu questionamento foi se você usa com as suas informações iniciais são 30 segundos de áudio. Foi todo o contexto que você deu. Se você teve dois processamentos, ele teve uma expansão de contexto para gerar um prompt que você fez uma segunda chamada que expandiu novamente o contexto.
Em algum momento a IA vai fazer isso, porque ela já faz quando a gente usa o Google Cli, né, o Gin Cle, quando a gente usa o agente numa IDE, ele tá fazendo isso.
Exato. É, é que qual é a diferença tecnicamente falando aqui? É que aqui você usou duas janelas de contexto, você dobrou o seu contexto, entendeu?
E outra, ele e talvez essa pessoa não tenha essa essas familiares com essas outras camadas da IA, né, que nem a gente usa os agentes, né? Os agentes eles fazem muito isso. Eles mandam um comando, pega o resultado do comando, isso, manda outro comando baseado no resultado e eles manipulam a própria janela de contexto para para isso.
Talvez essa pessoa ela pudesse ter usado um agente para fazer o que ela para poder fazer isso, que aí ele geraria uma especificação, por exemplo, esse promptia gerar um markdown que seria consumido depois com uma segunda chamada, né? Exato.
Então acho que em algum momento o que eu quero dizer é isso vai evoluir. Quando a gente tava falando de vibe code em dois anos atrás, aí a gente estava falando de abrir o chatpt e gerar código.
Exato.
A gente já tem skills, frameworks, já tem ferramentas de de shell que armazenam o contexto em arquivos e e tem um processo de manipulação desses arquivos de forma muito mais consistente.
Eu acho que isso vai evoluir em algum momento que o efeito de negócio vai ser utilizado direto na na própria IA. Eu não tô dizendo daqui a 5 anos, talvez 10, mas em algum momento isso vai acontecer.
Você vai dizer paraa máquina o software que você quer e a máquina vai gerar esse software e e a própria interface que geraria o software vai ser o próprio software. Cara, esses dias eu vi não eu não vou comprar terra, bicho.
Vou comprar terra.
Não, eu oente falou até no episódio, o negócio aqui é a gente trabalhar com construção civil, porque é a única coisa que a não faz, cara.
Construção civil da hora.
Vamos aprender encherlagem, cara. Você tem um perfil bom com esse tamanho para encherlagem, cara. Vou quebrar a parede.
Eu tomei fora de forma, mas eu vou vou fazer a parte da demolição.
Dá um martelinho do uma marretinha e já era. É isso aí.
Porque, cara, em algum momento isso vai convergir para algo muito maior. Eu acho que isso é uma uma fase intermediária.
Quanto tempo isso vai durar como fase intermediária?
Não sei.
É, mas a gente a gente vai se reinventando também, né? Assim, eh, muitas coisas novas vão se abrindo aí pra gente fazer, né?
Eu acho que a gente tá no caminho bom e eu acho que, como a gente falou anteriormente, né, os fios de barba branca vão valorizar um pouco mais agora. Ah, então na isso para mim, cara, eu por exemplo na VMBS nós nós já, pô, a empresa já tá com mais de 50 pessoa já.
E e cara, se você pegar o nosso índice de idade, é tipo 37, 38 anos, porque cada vez mais eu preciso de pessoas mais competentes, pessoas que conseguem falar de mais assuntos, mais repertório, mais repertório, bicho. E aí, eh, entra naquela pergunta que você fez, como é que a gente treina os mais jovens para conseguir entrar no jogo, né?
Imagina, a gente a gente tem lá um projeto do modernização do motor de cálculo da CCE. Eu ainda vou eu vou chamar os caras para vir aqui, você vai ver. Eh, spoiler em breve.
Spoiler. O feed o Danilão. [ __ ] o Danilo, bicho, ele tem, sei lá, 60 anos de idade e o cara tá estudando tecnologia de ponta, é Spark com Cloud, bá, sabe? fazendo po com comparando a WS, Aure, eh, Google, sabe? Big Querid contra eh headsft e bá bá. E, mano, o cara tá destruindo. Por quê? Porque tem repertório. Aí ele, exatamente.
Então, eh, é assim, é, é, é a sua pergunta, é a pergunta do Milhão, como é que a gente treina gente jovem para entrar no jogo? Porque eu também preciso, tá?
Porque e aí eu pensando como eh eh CEO da Web Bears, né, cara, eu preciso treinar gente jovem, eu preciso de, pô, eu não vou eu não vou ter o Danilo por mais 30 anos, né? Ele quer, ele quer cuidar dos netos, quer cuidar da vida.
Eh, o Marcelão também, né? Eh, pô, tá com 50 anos já tá, já quer fazer outras coisas. Eh, tem gente na Vembber com 55 anos. Eh, pô, os caras são bons demais, mas assim, o pessoal vai querendo, né, sair do sair do jogo. Então, como é que a gente vai trazer, como é que os os eh empresários vão trazer as pessoas jovens pro game para que a gente consiga fazer o negócio evoluir, né? Eh, mas assim, a minha esposa falava muito há um tempo atrás, poxa, eu tô com medo, né? O mercado de trabalho expulsa a gente eh com mais idade. Meu, mercado de trabalho tá tá valorizando muito.
Eu também acho. Acho que principalmente em tecnologia a gente vai vai viver uma uma convergência aqui para pros mais seniors. É muito muito rapidamente. Seja, como você mesmo disse na VMBS, já está acontecendo, né?
Sim, exatamente.
Uma média de 37 anos, cara, é altíssima.
É altíssima. Quando eu comecei com TI e eu tinha meus 15 anos lá, 16 anos, entrava na empresa e todo mundo dava: "Ah, aquele ali é o molequinho da terira, ele faz faz site. É o menino da faz site lá, bicho, né?" Ah, por quê?
Porque tava associado a uma pessoa jovem, né?
Eh, eu lembro de ter feito um curso no Senac, eu era mais jovem lá, eu tinha 15 anos, tinha cara de eh 45, blá blá, né? E assim, ah, o jovenzinho é proeminente, né, cara? Eu lembro até hoje, Valdi, quando eu tinha 14, 15 anos, discussões, tipo, na mídia, fantástico, etc. Que tipo, o problema das pessoas no mercado de trabalho é quando chegam a 40 anos.
Não, hoje em dia, meu, bicho, eu tô com 42.
É, né? Hoje em dia assim, o mercado tá valorizando muito e faz sentido, né?
Porque a questão do repertório que a gente falou, eh, ninguém tá falando que um é melhor que o outro, né? A gente precisa, eh, como eu disse aqui, na empresa você precisa de todo mundo, você precisa da energia do jovem, cara.
Sim.
Você tem um projeto difícil, eu tô tô falando por causa própria, eu tenho um projeto difícil que eu preciso de pessoas tem eh energia, tem garra, tem tempo. Poxa, cara, o Isso é da idade e da situação e da situação de de carreira de cada um, né?
Você é um cara que já tá com a carreira consolidada. Eu também sou uma pessoa com carreira consolidada. Você faria hoje o que você fez para consolidar sua carreira quando você tinha 25 anos?
É, eu sou uma, eu sou fora da curva que eu faria.
Não, é que você hoje você é um empreendedor.
É, exatamente. Eu faço, na verdade, eu faço, né? É que eu gosto da adrenalina, mas eh as pessoas não fazem a a média. E aí, voltando a falar da média, né? Mas a média não faz, cara. vira para você assim, fala: "Meu, eh, eu te entrego isso na sexta que vem, mas eu preciso preciso da segunda, cara. Tem um fim de semana aí no meio.
Bora, né?
É, pô, eu já trabalhei Páscoa, Natal, dia das mães, tudo, cara.
Trabalhei tudo. Eu eu eu fiz todos os feriados já, entendeu? E hoje em dia isso não é comum. O jovem, o jovem não quer porque ele foi criado numa outra num outro contexto.
Eh, alguns algumas pessoas mais velhas, né, ela já tem uma família, já tem um uma histórico, uma estabilidade e tal.
Então, assim, a gente precisa de todo mundo. O jogo, o jogo sempre vai ser e o time é isso, né? O time são um conjunto de peças, personalidades juntas que entregam uma coisa maior, né?
de acordo com seu perfil.
Uma coisa maior assim é a soma do de todos, né? A mais ainda, pô, chefe.
Enfim. Aí aí entra uma outra uma outra uma outra disciplina que eu eu sou apaixonado também no desenvolvimento do software, né? Você trabalhar muito com situações complexas para gerir pessoas, para ter times de alta performance, porque eh vai além do técnico aí, vai além do técnico, né? pessoas aí característica de liderança, de como lidar com aí entra um pouquinho de psicologia de de cerza que é uma coisa que a também nunca vai fazer.
Nunca vai fazer, né? Por mais que tem gente fazendo terapia com a IA, não recomendo.
Ah, a gente precisa sentir, né? O ser humano precisa sentir, cara. Quem não quem passou pela pandemia viveu aí um momento muito chato. Você ficava em casa, você trabalhava 100% de casa, fazia tudo em casa. Meu, é chato isso. É gostoso você poder sair. Eu eu gosto.
É bom você ficar em casa quando você pode, não quando você é obrigado.
Exatamente, né, cara?
Exatamente. É gostoso você ficar em casa para trabalhar. É, você é muito produtivo. É só que poxa, para fazer um esporte é legal você na academia.
Para ir na praia é legal você ir na praia, não beber pela tem dia que é legal ir na empresa também, tipo, pô, vou lá, vou conversar com a galera.
Isso. Exatamente. Quando é opção, beleza. O problema quando é obrigado, já vira um problema, né? Exato.
E mesma coisa o o presencial, né, quando ele é opcional, eh, é legal, pô, vou lá e tal. Agora quando me obriga a ir para um dia que eu não preciso também é ruim, né? Então, exato.
Acho que tudo uma equalização, né, cara?
E já que você tá falando aqui desse dessa geração nova e tá falando aqui também desses desafios de a molecada que tá ouvindo a gente, como é que faz contato com a VMBER para poder eh ter uma mentoria aqui do Mr. Valdir?
Eh, mais do que isso, tá? A gente tá abrindo um programa para trazer um um desenvolvedores júniors, né? Então, quem tiver interessado, tiver escutando a gente aqui, tiver já terminando ali a faculdade, tiver procurando uma empresa legal para trabalhar, manda e-mail para nós, é [email protected].
Eh, estamos começando esse processo de seleção de de de um talento, né, um talento ber para ingressar no nosso time, tá? E além disso, nós temos muitas vagas, gerente de projeto, eh, analista de sistemas, voltamos a vaga de analista de sistemas.
Eu tenho vagas de, tenho duas, inclusive agora aberta lá, tá?
Que eu preciso achar gente fenomenal, gente ber, né? E eu preciso também de engenheiro de dados. Enfim, você precisar de dá uma olhadinha no site da VBS, dá uma olhada no nosso LinkedIn, tá sempre publicado as nossas vagas lá, vai ser ótimo falar com com os interessados, né, os talentos.
Perfil do Valdir tá aqui no LinkedIn. O perfil da VMB também tá aqui no LinkedIn, no na descrição, né, no LinkedIn, cara.
Se você tiver vendo no LinkedIn, tá aqui no LinkedIn agora. tiver no YouTube, tá aqui no YouTube e vai lá conferir que as vagas são ótimas e o perfil da VMBERS para quem quer de fato se desenvolver.
Eh, eu acho que é um é um caminho para quem tá se sentindo meio perdido nesse mundo meio de transformação, né, cara? Eu, se eu tivesse me informando agora, cara, eu ia voltar e fazer medicina, que eu também não sei não, viu?
voltaria pra parte lá do fazer um curso de mestre de obra, encanador.
Ex, fazer a famosa Fafup. Você não ouviu falar? Faculdade de funilaria e pintura.
Não. Ah, então, pô, [ __ ] o negócio é legal para [ __ ] cara.
Que a Iá nunca vai fazer.
É, exatamente, né? E que ter um mercado e assim, cara, é gostoso também, tá? Eu acabei de fazer uma reforma em casa e eu sou muito grato às pessoas que me ajudaram lá, né? É assim, e são pessoas extremamente inteligentes, capacitadas, que meu automatizou minha casa toda, meu apartamento todo. Foi fenomenal, cara.
Então assim, eu vou te falar, fazer uma crítica aqui que eu acho que muita gente pode discordar, mas muita gente pode concordar. Aqui no Brasil a gente remunera muito mal suas funções. Nos Estados Unidos é sim. É serviço.
É, mas o o meu o meu engenheiro lá, o ele remoderou todo mundo.
É, então tá bom. Então, então beleza.
Então tá tá bem pago.
E foi o trabalho fenomenal. Valeu muito a pena. Gebran, né? Vou fazer vou fazer comercial deles. Gebran, um abraço. Pode falar aqui. O cara fez trabalho bom.
Acabei de falar, pô. Gebran, o Jorge, né?
Jorge da Gebran. Um abraço.
Debran. Próxima reforma você vai fazer lá em casa 50% de desconto.
É porque saiu, né? Pag mercant.
Exatamente.
Acho que a gente pode resumir, cara, que a gente tá vivendo de fato um momento onde a gente nunca vai voltar a fazer software como fazia antigamente.
Vai ter uma uma evolução dentro desse processo e que as coisas não vão ser como eram antes. Mas os conceitos, a forma de definir um sistema, de de de fazer engenharia de software, ela não muda, ela só se transforma, evolui, né? Igual o Chuck, uma menção honrosa, o nosso finado é verdade.
Precisamos aqui fazer uma menção honrosa ao grande mestre, né? Então ele evoluiu, agora está num num num plano muito mais evoluído do que antes. E a gente sempre tem essa essa transformação, né, cara?
Mas o acho que o recado que fica é que o conceito ele não muda.
E e se você desenvolvia software e era um bom engenheiro de software antes, abraça o novo, usa o teu contexto, usa o teu conhecimento para exponenciar com a IA. A Ia não é tua inimiga.
Examente. Exatamente.
Ela é tua aliada, né?
É a ferramenta, né? É o martelo. Acho que a gente começou essa esse episódio falando de martelo e a gente tá finalizando falando de martelo. Assim, temos mais um martelo na nossa caixa de ferramentas, precisamos utilizar.
Eu acho até que uma comparação mais justa não seria nenhum martelo, mas talvez a roda.
É exatamente porque o negócio é o negócio é top, muda tudo, muda tudo top e dá muito mais velocidade, né?
Então, em vez de a gente carregar no lombo, agora a gente tem uma roda que deixa tudo mais fluído e e mais rápido, digamos assim, né? Então, abrace o novo e utilize seu conhecimento. E se você não tem esse conhecimento ainda, você é júnior, procura VMBers que a VMBERS vai te capacitar.
É isso aí. temos oportunidades para todos os níveis de senioridades, né?
É isso aí. A gente vai fazer um episódio ainda para detalhar um pouco mais que pode ter faltado aqui nesse episódio um pouco mais conceitual sobre engenharia de contexto, falar sobre o cloud code, falar sobre os skills, fal fazer um mais handsone, né? faz isso, talvez até trazer um exemplo, alguma coisa.
Exatamente. Pegar um framework, ver como define um workflow, como como fazer um skill dentro do cloud code, como que a gente trata eh uma especificação de software e expande isso nos arquivos Markdown, etc. Acho que a gente pode fazer um episódio que seja um pouco mais desça um pouco mais nesse nesse sentido, né, Valdi?
Com certeza. É, encaixa muito, né? A gente deu esse preâmbulo para trazer o assunto e aí agora a gente implementa, né? Isso aí. Aí agora a gente traz traz mais pr pra vida, pro pro dia a dia, né? É isso aí, cara.
Pô, bate-papo contigo é sempre muito bom, velho.
Ué, obrigado, cara. Obrigado pelo convite. É, a pauta foi maravilhosa, né?
Como sempre, ser ser um ótimo e colecionador de ideias.
Eh, gostei. Gostei. Colecionador de ideias.
Gostou? Vende bem o nome fica bonito, né? Vende bem. Vende bem. Vou botar no meu link. Colecionador de ideias lá no no headline, sabe, cara? Parabéns pelo projeto, né, pelo PPT no Compila. Eh, muito obrigado pelo convite. Vem Bers é sua parceira desde do comecinho, né? E desde o episódio zero.
É, exatamente. E a gente vai sempre estar junto aí, cara. Obrigado.
Show de bola. Obrigado. Você que acompanha a gente até agora e se você curtiu o episódio, se você entende que esse episódio pode trazer benefício pra sua vida profissional, pro seu entretenimento, se você tá na academia, etc., você pode ser um apoiador do Pepitano Compila.
Lá no YouTube, você pode ser membro do canal e contribuir com um valor mensal direto aqui pro PT no CPIL através do YouTube. Ou agora nós temos uma uma alternativa. Se o cara não quer pagar BigTech, ó, eu não quero que o o Google pegue um pedaço. O cara pode ir lá e fazer um Pix para PPT no Pilo.
Monstro.
Vai lá, ó. Aqui, ó. Pô, curtir esse episódio, vou pagar a cerveja do Valdir, vai lá, pix@pptnocila, faça a sua contribuição no valor que você quiser, na recorrência que você quiser, mas ajude a gente a fazer o o Pix é [email protected].
Exatamente. Vai lá, pix@btn fal [ __ ] curti o episódio, vou pagar a cerveja dos cara, toma.
Tome. Então, se você quiser deixar recorrente, tome, tome, tome sempre a gente fica mais feliz ainda, né? Então vai lá, contribua com a gente. Se você não pode contribuir dessa forma, você já contribui muito, deixando a comunidade cada vez mais forte, né, Valdi? O like, o like e e compartilhando com os amigos.
Comentário, joga no comentário, comentário muito bom.
E comentário de pauta também, né?
Exato.
Fala: "Poxa, vocês podiam falar tal coisa, faltou tal coisa, né?" Isso, exatamente. Recebemos um feedback muito bom essa semana, inclusive falando sobre algumas coisas que a gente poderia eh trazer além e tal. A gente lê todos os comentários do do YouTube e quando é bem específico do comentário do do do episódio, a gente encaminha pro pro próprio convidado responder, né? Então, perfeito.
A consultoria grátis.
Obrigado pela audiência de vocês. Valeu,
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