Woovi: Pix, Lições de Datacenter, Bare Metal e Antifraude
Convidados
Rafael Turk
CEO @ Woovi
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Em um episódio que explora os limites da inovação, mergulhamos no universo do Pix em 48ms e na revolução do bare metal na tecnologia bancária com Rafael Turk, CEO da Woovi. Descubra como essa abordagem ultrarrápida não só redefine a velocidade das transações financeiras, mas também valida a dor de empresas que buscam eficiência e segurança inigualáveis. Se você busca entender os bastidores da infraestrutura que move o futuro das finanças, este episódio é um guia essencial. Rafael Turk, um nome com passagens pela Amazon e profundo conhecimento técnico, desvenda os segredos por trás da Woovi, uma empresa que processa mais de 10 milhões de transações Pix por dia. Ele detalha a audaciosa decisão de migrar de uma infraestrutura em nuvem para uma cloud privada em bare metal, impulsionada pela necessidade de baixa latência e performance em escala. Abordamos a gestão de datacenters, o uso estratégico de Kubernetes para orquestração e como tecnologias como MongoDB são empregadas para lidar com a demanda massiva de dados em tempo real. Entenda o impacto transformador do Pix no varejo brasileiro, a complexidade do sistema antifraude que opera em milissegundos e os desafios de manter a segurança em um ecossistema financeiro cada vez mais digitalizado. Rafael compartilha sua visão sobre a importância de líderes de tecnologia manterem-se conectados à essência da engenharia, uma filosofia que permeia a cultura da Woovi e impulsiona sua busca por inovações como o desenvolvimento de hardware próprio. Não perca os insights de um profissional que não teme questionar o status quo. Para continuar essa conversa e explorar mais a fundo esses temas, siga Rafael Turk no LinkedIn, link disponível na descrição. E se este episódio agregou valor, deixe seu like, compartilhe e considere se tornar membro do nosso canal para apoiar a produção de conteúdo de alta qualidade.
- Abertura: O Desafio Tecnológico do Pix e a Woovi
- Boas-Vindas e Apresentação: Rafael Turk e o Mundo de Finanças e Tecnologia
- Woovi: Uma Startup Nascida da Tecnologia e do Product-Driven
- Woovi e o Banco Central: Desvendando a Infraestrutura Segura do Pix
- Pix no Brasil: Revolução Econômica e Soluções Woovi para Empresas
- Patrocinador: Clever e a Liberdade Financeira em Cripto
- Decisão Radical: A Repatriação da Cloud para a Nuvem Privada da Woovi
- Performance Extrema: Por Que Bare Metal Supera a Cloud em IOPS
- Gerenciamento Simplificado: Automação e Segurança em Cloud Privada
- Disaster Recovery e Compliance: A Estratégia Híbrida da Woovi
- O Desafio dos 200 Milissegundos: Pix, Escala e Anti-Fraude
- Recorde de Latência: Como a Woovi Otimiza Transações Pix em Milissegundos
- Rafael Turk: De Programador a CEO Tech-Driven e a Crítica aos CTOs
- Liderança de Engenharia: Lições da Amazon e a Autonomia do Dev na Woovi
- Da Infância ao Kernel Linux: A Paixão por Programar e a Volta às Raízes
- Cultura Dev na Woovi: Máquinas Top e Liberdade para Criar
- O Futuro da IA: Custo, Infraestrutura e a Corrida pelo 'Manhattan Project' da Computação
- Próximos Capítulos e Anúncio Exclusivo: Woovi Construindo o Próprio Hardware
- Encerramento e Convite para Conexão com Rafael Turk
pagou no Pix, um segundo depois eu vou no e-commerce dele ou ele me puxa e eu avanço pedido como pago. Entendi. E é interessante porque isso é substancialmente difícil sobre uma ótica tecnológica, né?
Nós que somos de mercado, quando você tem questões que são críticas como essa, o que você menos espera é ter uma gestão de infra para gerenciar isso.
Deixa eu falar o que que é o Pix. São tr última vez que eu li 325, 350 milhões de transações dia implementar o Pixel automático. Ponto.
Esse é o requisito. Quando eu falo com o meu time, em geral, eu tenho feito demandas de uma linha.
Muito bem. Muito bem, meus amigos do PPT não compil. Estamos aqui para mais um episódio e hoje eu tô com um cara, [ __ ] 100% aqui pra gente falar de tecnologia, finanças. Pix, Pixs, coisas nerds, data center, muita coisa que escalabilidade.
Rafael Turk da UV.
Legal. Obrigado pelo convite, cara. Uma honra estar com vocês.
A ideia é contar a história da UV, como é que ela nasceu, como é que a gente faz 10 milhões de operações dia com segurança. E, cara, uma honra estar aqui com vocês. Vamos falar um pouquinho aí sobre coisas que eu gosto, cara. Isso aqui para mim é show de b só alegrias. Obrigado por aceitar o convite. O Rafa é SEO da UV manja tudo de mercado financeiro, mas também é um nerd aqui que manja muito de tecnologia.
Ser nerd, cara. É muito bom, cara.
Bom, é bom. É, já teve uma época que ser nerd era motivo de bullying, né? Agora nerd tá eu acho que continua o bullying, só que agora é mais divertido.
Agora o Nerd tá valorizado, cara. Agora a gente é tá na tá no hype, né?
Então a gente vai falar muito sobre tecnologia bancária, vamos falar sobre data center, vamos falar sobre uso de nuvem. Esse cara vem da Amazon, tem muita história para contar pra gente.
Vamos falar sobre o Pix, como é que as coisas funcionam no Pix, escalabilidade, Pix, bastidores, como que isso tudo roda, esses cara conhece muito bem. A UV, ela é uma empresa que tá conectada direto com o Banco Central, né? Então a gente vai entender como isso funciona.
Então fica aqui que você vai entender muita coisa interessante, muito detalhe técnico de como funciona o sistema bancário e como funciona esse ecossistema de tecnologia em volta do do Pix e de do de todo esse ecossistema financeiro, né, Rafa?
Legal. Muito bom estar com vocês, cara.
Bora.
Obrigado. Vamos lá que vai ser muito bom. Mas antes, se você ainda não deixou o like, deixa o like no episódio aqui. A qualquer momento, se você ficou com alguma dúvida, ficou com alguma curiosidade, quer fazer uma pergunta pro Rafa, deixa o comentário aqui que a gente manda para ele. A gente sabe exatamente, eu respondo. Não, eu respondo todas. ele vai tá lá no no YouTube, vai acompanhar, vai responder. A gente sabe exatamente o ponto que você respondeu. Então, deixa aqui o seu comentário, curte o episódio, compartilha nas redes sociais aí para quem você entende que vai ter interesse nesse episódio. Faça a nossa comunidade crescer. E se você entende que a gente agrega valor na sua vida profissional, você pode ser membro do PPT no CPIL. Do lado do botão de inscrito, que você já vai estar inscrito lá no YouTube, você tem o botão de seja membro. você vai contribuir com um pequeno valor aqui pro PPT não compila, pra gente tocar essa produção e seguir gerando conteúdo de qualidade para você. Então vai lá, deixa o like, dá cinco estrelinhas no Spotify e bora que o episódio tá muito bom.
Bora, bora.
Vou te chamar de Rafa.
Pode chamar. O mercado me chama de Turk, mas pode me chamar é que é o meu sobrenome, Rafael Turk ou Rafa. Mas você chama de Rafa. Chamar de Rafa porque nós já é brother. Eh, cara, quando eu recebi a sua indicação para vir aqui, eu falei: "Pô, tenho que conversar com esse cara porque tem um background diferente aqui." Eu entrei na página da UV e rolei duas vezes e já vi code, código em node JS.
Tem, eu falei, ô, tem aqui tem coisa a explorar de de tecnologia. Crypt Node é nossa base.
É. E aí eu vi que que que a UV é uma empresa com uma uma um foco grande em integração e tem essa pegada mais tecnológica, né?
Totalmente tecnológica. Os primeiros três anos a gente não teve vendedor, só produto e developer. 100% product driven. E para chegar aí, sei lá, em 100.000 logistas e 10 milhões de transações dia, sem uma equipe vendas. Agora a gente tem vendas, mas na época, mas é uma é muito product driven, que é o meu background Amazon, né? É meu, é uma uma ideia que eu gosto muito. Uma vez alguém me contou que a Zendesk, né, nos primeiros três anos ela não teve vendedor, era só product, né, só pessoas no chat, né, falando com o cliente e cada coisa que eles vinham codava se melhorar. E assim que a gente construiu ela. Essa é a minha terceira startup.
Então, na primeira, ah, tinha lá pré-vendas, sales, canvas de valor, toda aquela buchetagem de startup. Cara, quando chegou essa execução na veia, dia um a gente subiu o site, dia dois a gente tava codando dia 3 falando com o cliente, tudo tem. Então, não teve vendas nos primeiros três anos, não tive vendas, desenvolvimento, só desenvolvimento. E aí que que tinha?
Tinha, tem o chat, que é um lugar que qualquer cliente e sempre humano.
Uhum.
E aí a gente não tinha muitas pessoas no começo do ano porque era só programador.
Então eu tinha vários perfis no chat. Aí quero falar com teu gerente. Aí eu trocava o nome, trocava era eu no primeiro ano inteiro.
No primeiro ano da UV, né? Uv antes se chamava Open Pix, né? A UV é dona da Open Pix, da Click Pix e agora mais de três produtos Pix além da UV, que é um banco agora.
Eh, e aí o pessoal, não, pô, cara, esse atendino não é muito bom, deixa eu falar com o teu gerente. Era eu. E eu quis no primeiro ano inteiro falar com todos os clientes.
Então, todas as ideias, tudo que a gente teve de produto e de feature, veio de conversar com os clientes que pagavam, os clientes que pagavam, que tinha R$ 1 mais transacionando com a gente.
As ideias vinham de lá. te fazer uma pergunta antes de eu de eu explorar mais o teu background, que eu fiquei interessado que é sua tua terceira startup, é, e o teu background técnico. Mas antes eu queria que você explicasse para quem tá ouvindo a gente, você falou que a UV agora é um banco.
UV é um banco.
E qual é a diferença especificamente de um banco e de um agente financeiro?
É, na verdade, nome, o que eu falo pra minha mãe que é um banco, né? nome oficial é uma instituição de pagamento.
É, no caso, uma condição muito especial, muito rara, que nos coloca entre a nata das instituições, né? A gente é uma instituição regulada.
Uhum. Ou seja, a gente tá no mais alto nível do acaboço regulatório. Quer dizer, a gente tem um capital considerável em caixa, tanto para proteger o nosso capital quanto capital dos nossos clientes.
A gente é submetido para uma auditoria brutal do Banco Central, ou seja, uma IP regulada, porque tem as IPs não reguladas, elas têm um certo cronograma para se tornarem reguladas e muitas vão morrer nesse processo. Então quer dizer que a gente passou por um escrutínio grande do Banco Central no nosso momento de aprovação. Então a gente é uma IP que se chama regulado. Além disso, a gente tinha uma IP direta, a gente tá fisicamente, regulatoriamente conectado ao Banco Central, que é a história do data center, que também foi outra atacada da gente que deixou o mercado insanamente do a gente pode falar um pouco sobre isso. E terceiro, a gente não usa nenhum PSTI. Então, o ano passado, né, o país foi acometido de golpes e crimes roubaram certas instituições R 1 bilhão deais comprometeram essa infraestrutura de T de PSTI.
Então a UV antes mesmo desses ataques, ela já se conectava diretamente ao Banco Central. da forma com que a gente faz, sem atravessar ninguém, ou seja, a gente tá conectado fisicamente com uma fibra ótica do Banco Central, que é uma rede do Banco Central, são 18, 20 instituições no Brasil inteiro. Isso quer dizer que as outras 1000 de alguma forma tem que passar por essa esse núcleo que é uma rede IP separada, tá?
Então a gente tem essa condição, licença bancária como instituição de pagamento, participante direto, liquidante especial e agora a gente é participante responsável, ou seja, a gente é responsável por outras instituições.
Então a gente tem startups, né, ou a mesmas até outras IPs, né, outras instituições que a gente é responsável pelas transações dela. E a gente fez isso em três anos.
Caraca, loucura, loucura. E é tão interessante que até hoje certos bancos grandes, certos não acreditam.
o mercado ainda, como isso é tão não acreditam que a gente porque quanto mais próximo você tá do Banco Central, né, do núcleo, então a gente hoje a gente tem uma conexão direta com o Banco Central, tesouro direto, tesouro nacional e todo dia acontece uma coisa muito especial, todo dia às 6 da tarde o Banco Central sabe no centavo quantas moedas eletrônicas existem no país. Então eu, Itaú, Bradesco, Beb, os os grandes bancos, né, as grandes bancos, instituições que são os diretos, a gente tem que fechar o nosso caixa. às 6 da tarde.
Hum.
E mover esse dinheiro pra conta. Então eu tenho uma conta corrente, você chama conta reserva no Banco Central. Então todas instituições às 6 da tarde a gente fecha o nosso caixa, move esse esse esse dinheiro pro Banco Central, ele tira uma foto e aí você pode depois movimentar.
É, foram essas contas que foram afetadas na no no incidente que teve, não é um, né? Já teve cinco incidentes desses.
É que muitos foram abafados, né? Mas teve principal abafados. É, eles são foram perpetuados por atores extremamente tecnológicos. Tanto é que quando a gente entendeu o que aconteceu, né, durante a madrugada, eh, o ataque maior, né, que foi com essa PSTI, ã, Marulou-se a chave privada deles.
Hum.
É de um nível de sofisticação que é states. Pon, foi um muito diferente que foi noticiado, né, não foi aquele aquela pessoa que se foi é foi o que o que vazou foi que o cara vendeu por R$ 15.000 Não, mas ele deve ter sido ali. Foi o vetor do ataque dele, desse vetor ele entrou no ambiente interno da empresa, botou um monte de coisa, é, botou o cara para dentro do perímetro e lá dentro o cara gira, né?
É como tudo, cara, como tudo, como um avião cai, né? Nunca é um, é um queijo suíço, né? É a teoria do queijo suíço. Então esse ataque em particular ele foi muito longe, tá? Então tinham erros grosseiros da dessa empresa, né?
Tinham senhas na internet, ambientes que estavam públicos na internet que não deveriam, mas é sempre um queijo suíço, cara. Então aquela pessoa foi foi um vetor de ataque no começo e aí disso eles foram encaminhando, mas eles chegaram até a chave privada e com essa chave privada eles criaram. Então a gente tem esse certificado que é o nosso certificado e ele fica num num ambiente privado que a gente tem que é um data center físico. Então o nosso não tá na internet, ele tá fisicamente fora da internet, off grid.
É, tem que ser um negócio que não pode estar na rede, né?
É, mas até então muitos não estavam. E o próprio Banco Central, ninguém jamais. É que era tão bizarro esse ataque. Ninguém jamais pensou que isso pudesse ser comprometido.
Acho que ninguém pensou que alguém teria essa ousadia.
Usadia em algum momento, né, cara?
E não é só ousadia, é uma expertise tecnológica. Eu conto nas mãos quantas quantas pessoas sabem a mensageria.
Então, quando a gente conver, quando um Pix é criado, vamos falar de Pix, que é uma coisa mais legal para quem não conhece, que eu tenho um dinheiro que eu tenho, a UV pode ter agora agora final de noite, de sexta-feira agora. Exatamente. Nesse momento é o momento que eu posso estar fazendo 1 milhão de transações ou 200.000 transações por minuto ou 50.000 por segundo. É nesse sexta-feira à noite. Agora, nesse exato momento eu tô a plena carga, né? Então quando eu mando um Pix do Itaú pro no Brank para cá lá para cá ou ou vice-versa, eu vou pegar algum dinheiro do meu cliente, vou gerar um XML bem difícil, uma protocolo ISO binário, vou assinar com esse certificado e vou jogar nessa rede privada com o Banco Central, se chama RSFN. Como eu assinei com o certificado privado que eu tenho, o resto do sistema entende ele como verdadeiro. Não interessa se é R$ 9, ou 58 milhões deais, tá? Se eu assinei, ele tá valendo.
E é esse certificado que foi comprometido e é esse o desafio tecnológico. Então, quando você tá muito, no nosso caso, quando você é um player considerável, né, os grandes bancos brasileiros, tá? O Bradesco no Bank, Caixa, né, todos têm esses certificados, a gente tem.
H, você tem um grandes responsabilidades porque você assina dinheiro. Assinou, tá valendo.
Então, o ataque que aconteceu, então ele conseguiu ter a chave, acesso a essa chave privada para assinar uma transação que tira, fazia essa movimentação da conta eh reserva do do Banco Central por uma conta pessoa física, né? E aí eu queria o que aconteceu, por que que o ataque foi, né? Porque os foi atacado um banco, né? No caso publicamente tá falar banco BMP, né? Uhum.
Foi o maior ataque, esse o primeiro, né?
Mas ele não foi atacado, foi um man in the middle, né? Atacaram o PSTI e aí o erro, né? Esse PST não jamais deveria ter acesso ao certificado do banco. Então ele tinha a chave privada lá.
Entendi. E uma coisa que foi comentado também que essa conta não deveria ter permissão para fazer um Pix para pr pra pessoa física.
Não, não. Ela tem que ter. É essa conta, por definição, é a conta que faz o Pix para para as pessoas físicas também.
Porque a gente ouviu muito que era tipo uma conta que era entre interbancária.
Mas é é assim que é interessante. E é é podemos entrar quanto falar duas horas sobre isso, né? Existe, eu tô entendendo porque eu tô muito interessado, eu quero entender como existe no mundo inteiro, né? Não só no Brasil, né? Como é que um boleto funciona, né? Ou sei lá, uma tédi ou a gente pode voltar aqui, né? Como é que tem um cheque? Vamos fazer o básico, depois a gente vai para avançado. Se eu faço um cheque, eu tô pegando um papel, eu tô assinando.
Tem que explicar pra galera que talvez cheque, a galera não sabe. Fala, eu te dei um, escrevi num papel R$ 100 para você, né? E eu assinei. Então, olha que loucura, até mesmo coisas muito antigas, existe a ideia da assinatura.
Se eu quero fazer um cheque para você, sei lá, R$ 100 do Rafael para você, eu assino ele.
Então ele só só ele é válido, né? Ele só é fungível quando eu assino. No caso, no meu caso, assinar com a caneta, né? Bom, eu mandei esse cheque para você, mas quem que garante que esse cheque existe?
Então ele vai para uma câmara de compensação e lá você pega os cheques que você recebeu menos o que você enviou e aí isso dá um saldo, né? Então essa câmara de compensação no PIC se chama conta PI e é ela que faz o dinheiro. Essa conta PI ela é ela não, agora vou fazer o exemplo do Pix, né? Quando eu faço, recebo um envio um Pix, eu pego um cheque, mas aí é um XML, ponho lá R$ 100 do Rafael pra Ana, assino aí, obviamente não é mais a caneta, né? Ainda bem.
É um certificado eh bem sofisticado. Não são quatro certificados, na verdade não é um, são quatro. Assino e jogo nessa rede que é a rede do sistema financeiro nacional, onde todos os bancos fazem o Pixon. E é isso que o Banco Central foi essa sacada do Pix.
Se a gente quiser mergulhar muito, se chama ICON o sistema, né? É, o Banco Central reconhece isso. Aí ele debita da minha conta e credita na conta do outro banco.
Hum.
E aí cabe cada banco creditar na conta do seu respectivo usuário ou conta.
Então essa conta é diferente. Nesse nível, né, onde onde foram atacados, não existe muito bem a figura de uma pessoa física uma pessoa jurídica. Existe um origem destino. É que entendi.
É que nem um endereço de e-mail.
Outro exemplo bacana de ver, né?
Inclusive é é usado forte no Pix, né?
Você tem o [email protected].
Rafael é o usuário @instituição. Então eu posso dizer que é o sítio, é o domínio, né?
O at, né, do inglês, né? Então é basicamente quando um Pix é criado, eu mando assim, olha, R$ 100 desse desta conta, conta 1 2 3 4 da UV para Unubank.
Hum, entendi.
E então cai lá e é meio que inclusive se chama mensagem, ela funciona grosseiramente, tu pode até dizer que tem uma caixa de entrada, uma caixa de saída, né? Sim.
Funciona muito parecido com o e-mail.
que obviamente é é, mas é um sistema de mensageria, né?
É um sistema de mensageria. E a grande sacada do Pix é que os sistemas tradicionais de bancos eles usam MQ, né?
Tem muita coisa de tem muita coisa da EBM, o o outros sistemas do ainda total uso no Brasil, né? Ted, boletos, usam Uhum.
mensageria MQ, mas ela é muito lenta.
Ela MQ é muito rápido, mas não é rápido o suficiente.
Sim.
Pro Pix. Então, Bassinha desenvolveu a próprio sistema de mensagem. Essa foi um dos tecnic eu jurava que era Cafca.
Não dá, não aguenta.
Caraca, cara.
Na verdade assim, eh, cada banco em geral tem Cafca. A gente tá migrando para cá. Todo mundo usa cáca para receber internamente, né?
No, no meu lado é cáfica. Eu sei que o Itaú é cáca, acho que salvo enganando no bem também é cáca. O problema do cáfico é que ele é caro, né? O cáfico se liga a pisca luz, né, cara? É um bicho guloso, um canhão, né?
A maioria dos players é cáfica. Mas internamente o Molo secrato bacen, ele não conta muito em algum momento ele.
Mas não, a gente sabe que não é cáfica não, tá? E para ele ele só debita e acredita. Ele não, ele não julga a transação, ele nem pode, ele só distribui, recebe, distribui, né?
É um ro, é um router, é um suitch, né?
Seria um suitch, tá? Então é assim que o Pix funciona, cara. É de uma inteligência brutal. E a gente tem que, eu já falei isso n vezes, eh, o nascimento do Pix no Brasil é um eclipse total solar. Sim, porque combinou o o ambiente regulatório, um ambiente político, a marca, a visão de chaves, o manual da marca, o manual do Pix e um paradigma tecnológico muito bem pensado.
O sucesso do Pix é a simplicidade deles, né?
A gente já falou algumas vezes aqui no podcast e eu queria saber a sua opinião também. Você também acha que o a tecnologia do sistema bancário do Brasil é o mais avançado do mundo? disparado, disparado. Eu viajo o mundo inteiro, eu conheço, a gente tá expandindo, a gente deve ter alguns anúncios interessantes aí de outros países. É o meu, é o próximo desafio da UV, né? Ã, eu morei nos Estados Unidos, né? E nos Estados Unidos, né? Antes de voltar pro Brasil e empreender, eu morei um bom tempo.
Morei, morei, morei mesmo, não morei, mas eu morei alguns anos, eu fiquei lá e eu assinava a cheque. Ainda se assina cheque, você paga conta de água.
O que também é interessante de como o modelo americano funciona, porque por que que cheque é tão funcional nos Estados Unidos? Cheque, você abre uma conta nos Estados Unidos, dois dias depois vai aparecer no na tua caixa de correio, no teu talão de cheque e vai vem o envelope do correio, a sua conta de água, luz, telefone, vem a sua conta, você olha que nem a gente recebe lá boleto da Clara da Viva, né? conta de utilities, você pega o seu cheque, assina, põe no envelope e devolve pro correio.
Caraca, velho, na própria casa. Exato.
Mas isso é interessante. Isso deve ser estudado. Por que que onde que estão os sistemas econômicos, financeiros e movimentação de dinheiro mais avançados do mundo? América Latina, Ásia e África.
Então, Angola foi o primeiro país do mundo com o sistema P to Peer para pagamento por SMS, ainda extremamente dominante antes mesmo, porque é um país tão como o Brasil, corrupto e desafiador, com problemas de infraestrutura tão grande que eles tiveram que inovar. Brasil idem com certo histórico de hiperinflação também.
Hiperinflação, tá? Mas por que que os Estados Unidos usa tanto cheque? Porque funciona. E mais um motivo, porque ninguém vai roubar o cheque no correio.
A gente tem problema aqui no Brasil de você receber o teu cartão e o do durante o caminho ele ser extraveado. Ele vem num, não sei se você recebeu um cartão de alguma dessas neobanks, né? Ele vai vir num envelope cinza totalmente descaracterizado. E às vezes é um motoboy que só faz isso. Não. Nos Estados Unidos quando você pede um cartão de crédito, ele vem pelo correio.
É extremamente confiável. Então qual que é o qual que é o paradigma, né? O fato dos Estados Unidos terem um marcaboço regulatório judicial tão seguro em coisas mundanas como o Correio, não força eles a serem eficientes no sistema financeiro.
Sim, é cômodo manter como tá, porque simplesmente funciona, funciona, funciona. É cheque, [ __ ] Eu não v para Pix, os americanos, olha a ideia do Pix. Europa iden, né?
Europa ainda usa muito dinheiro espécie, né?
Adoram dinheiro espécie. Vai para, vai pra Europa muito mais uma questão, o lugar mais forte nisso é a Alemanha.
Uhum. É, eu tive na Alemanha.
Alemanha não usa cartão. Eles a ideia do cartão é dinheiro, cara.
Por que que eles não gostam? Porque ah, o governo vai me arrastar. Todas as teorias conspiratórias eles a o o a gênese do povo alemão é de não confiar no sistema. O sistema vai me roubar, vai me trair, sei lá o e eles têm motivos de sobra históricos para isso.
Tá. Então paga se move.
Mas é um saca. Se algum Brasil, é interessante como os meus filhos ou os filhos de todos nós, né? A ideia da gente não pagar em app na Europa, aí você tem, claro, você tem Apple Pay, Google Pay, né? Mas a quantidade de dinheiro que não existe. A minha conta é que o o PIB Brasil foi salvo vários anos desde PIC tá comemorando 5 anos, né?
Pensa o seguinte, olha, olha o impacto em caixa do empresário brasileiro, alguns números da UV, um e-commerce nosso que roda na gente, metade já é Pix, OK? O e-commerce médio brasileiro tá se aproximando. 50% das transações de um e-commerce é Pix. Isso quer dizer que Pix é mais importante que visa o Mastercard, porque os outros 50% é cartão, metade é Visa, metade é massa.
Então o Pix já é mais relevante.
Além disso, quando ele recebe no Pix, ele recebe a vista ou no dia seguinte, né? No cartão ED mais 30.
Uhum. E ainda tem que antecipar o que é um custo, tá bom? Então, quer dizer o seguinte, quer dizer que ele ganhou um mês. Se ele ganhou um mês, se você pegar um ano e dividir por 12, grosseiramente dá 8%. Quer dizer que o fluxo de caixa do varejo brasileiro melhorou 8% nesses últimos 5 anos. Se não fosse isso, a gente teria, a gente teve várias crises institucionais. O Pix trouxe, é como se a gente fosse, imagina aquela engrenagem, né? A engrenagem não tá lubrificada, é como se o Pix tirasse a areia do sistema. E aí, como eu recebo mais rápido, eu te pago mais rápido.
Como melhor o meu fluxo de caixa, a minha demanda de crédito caiu. E eu ainda quero sentar com algum economista.
Eu fico aí para quem quer querendo ou não, ele ele injetou um dinheiro futuro na economia, né?
Exato. E ou ele não corrompeu um dinheiro que já existia, ele voltou a trazer a flexibilidade do papel moeda.
Então, tem alguns estudos, o Banco Central já fez alguns estudos. Eu adoraria pegar alguém que tivesse, sei lá, mais conhecimento do que eu em economia, né? e estimar, eu acredito, vendo os logistas que trabalham com a gente, que o Pix mudou substancialmente o caixa das empresas e ele foi, o Advento Pix começou na pandemia, que tent tentou se acelerar ainda mais o Pix no final da pandemia, né?
Tem outra coisa, um logista ele deveria muito fortemente privilegiar o Pix, porque ele não tem taxa. É, as taxas t a gente cobra centavos por transação em vez de percentuais por transação, né? Mas é muito importante o varejo brasileiro, todo varejo brasileiro em algum momento quebra, né?
A gente tem as varejistas que estão quebrando, né? Então esse movimento de melhora do caixa é importante para um varajista. Os nossos clientes amam Pix, né? A gente chegou agora falar 200.000 chaves Pix, 200.000 contas com a gente em 3 anos.
Pizzaria, restaurantes. Agora a gente tem bancos embaixo da gente. Agora a gente tem grandes portais de comas, mas o começo a gente começou com pizzaria, posto de gasolina, pequenas, o que os outros bancos não queriam. explica pra gente o que que é esse produto então que agora eu fiquei curioso porque você disse que se chamava Open Pix.
É a UV da Open Pix.
O que o que o que difere? O que que você Nada, não mudou nada. É que a gente em algum momento o Banco Central botou uma arma no cara, esse nome não dá para usar.
Pera aí. Tá muito parecido com o nosso, cara.
Não, tem uma piada, cara. A gente registrou essa marca é nossa ainda. A gente tem várias marcas Pix. Eu, a gente é titular de quase 100 domínios Pix, coisas Pix, né? Ã, inclusive Click Pix, que é um produto para e-commerce. Mas quando a UV nasceu, quando a gente foi aplicar pra nossa licença bancária, a gente olhou assim, cara, a gente obviamente aí já tinha começo da história como investidores, né? Pera aí, você vai crescer, nós vamos a gente vai querer ir pra Argentina, pro Uruguai, eventualmente paraa África do Sul. A gente vai querer explorar todo o hemisfério sul, né?
E não vai se chamar Pix, correto? Tanto é que na Colômbia se chama BRE, foi lançado agora tem um ano, ainda tá nos seus caminhos, não teve mesmo sucesso do Brasil por decisões dele. Mas assim, quando à medida que a gente for crescer, a gente já tinha essa ideia de virar um uma mega startup mundial, né? Tem que ser um nome mais playful, tem que ser um nome global. E aí eu tinha esse domínio, eu sou louco do domínio, eu adoro comprar domínios, já ganhei e perdi muito dinheiro com o domínio. É uma cachaça minha, vou confessar aqui. Eu tinha esse domínio que é a uv.com, que era algo de me oferecer milhões. E eu falei que não, pera aí, cara, vamos botar esse domínio no jogo. Daí que nasce a UV, era um é uma marca forte, um domínio de cinco letras, um domínio do curto, né, ponto soa bem.
Não é muito fácil pro brasileiro, mas Google um dia não foi, né? Iarro, não foi. Então, a gente tem esse desafio de marca, a gente reconhece isso.
Então, oficialmente a Open Pix a UV.
Então, a Open Pix é o software e a UV é a instituição de pagamento, tá?
Entendi.
E foi assim que a gente apresentou pro Banco Central. IFUS foi aprovado em 4 meses, em geral demora 2 anos.
E como funciona esse produto? Porque eu entendo que você eh quer internacionalizar isso e, por exemplo, um cara que tá na Argentina, no Chile, ele não tem Pix, não consegue fazer um Pix direto para mim. Tem muito argentino venezuelano usando a gente.
Mas qual a diferença?
O nosso produto é o seguinte. Quem é o meu cliente? Uma empresa. E uma empresa, cara, vamos pegar um exemplo bacana, sei lá, um restaurante, ele vai receber Pix durante o dia e ele não quer liberar acesso à conta corrente dele. Ele não pode porque ele tem garçom, tem pessoas, né? E ele vai receber 200, 500 operações Pix por dia. Então a gente recebe essas transações e agora com uma conta de pagamento, depois ele paga as contas dele ou mesmo até ele transfere para um outro banco, tá? Mas qual a vantagem dele usar o seu serviço e ele não usar a própria chave Pix dele? É que funciona, né? Essa essa é curioso, né? Por exemplo, ele tem que ttir o noto fiscal, ele tem que integrar com PDV.
Então, a gente integra hoje com quase 350 PDVs.
Ah, integra com a plataforma. Ã, no momento que ele recebe o Pix, a gente já dá baixa automática nessa transação. Então, Pix para nós é um complemento. Hoje a gente faz por WhatsApp, quando ele paga o Pix, às vezes eu já emito a nota fiscal. Então hoje 70% da nossa receita é Pix, os outros 30% já é WhatsApp, data fiscal e esses produtos correlados.
Por um cliente nosso que tá bom, um motorista de táxi ou que ele recebeu um Pix, ele vai ver o push notification que ele recebeu aquele Pix, ele vai dar aquilo por satisfeito. Esse cara não é não é nosso cliente, né? O profissional liberal, uma pequena empresa, nosso produto não é palatável para ele. OK?
Agora, uma pizzaria que vai agora sexta-feira, estamos final da noite, ele vai receber 1000 pedidos, ele não ele não pode parar o forno dele e ficar olhando quem pagou, quem não pagou.
Então a gente consolia real e é a história do Web Hook e uma série de APIs. Hoje a gente tem 350 variações dessa API para J, agora eu entendi. Então você você é como se fosse um midwer entre o o a empresa e o consumidor que você certifica o pagamento e você dispara alguns gatilhos. Eu mando pro WhatsApp, foi, eu mando pro cliente final, cara, você pagou, mando pro logista, você recebeu, ele vem no, ele vem no, no, no, no aplicativo dele, no WhatsApp dele, se ele tem algum sistema de delivery, já dá baixo no pedido de avança, pizza tem que chegar quente, tipar alguns gatilhos. Exato. No e-commerce, por exemplo, sei lá, a gente tá integrado e-commerce, commerce, magento, Prestop, Oracle Commerce e a lista é insana de pagou no Pix, um segundo depois eu vou no e-commerce dele ou ele me puxa, eu avanço pedido como pago.
Entendi.
E é interessante porque isso é substancialmente difícil sobre uma ótica tecnológica, né? Ã, de novo, a gente tem mais de 300 integrações em n sistemas que tem por aí, tá?
E obviamente aí em algum momento a gente se torna muito grande, aí a gente decide aplicar a nossa para nossa e aí são a gente vira uma instrução de pagamento. Então hoje o dinheiro fica muito mais muito mais tempo com a gente e aí agora com dinheiro em conta ele paga contas, ele paga os boletos dele, ele vai ter uma série de BNSs, cartões e produtos de créditos que evoluções dessa plataforma.
Mas a gente fala que no final do dia o nosso objetivo é fazer o nosso cliente vender mais, vender mais e melhor, tá?
Eu faço o cara vender mais e melhor e Pix é o enabler disso.
Entendi. Então o cara tem uma conta com você que ele tem um Pix Plus, isso, que ele tem uma série de web hooks, conexões, etc., que vão disparar quando de fato consigo saber que aquele Pix chegou e a partir dali ele pode movimentar a conta para fazer saque, transferência, pagar a conta, etc. Ou até mandar pra própria conta da empresa dele que o Pix não faria isso.
Isso não faz. Um banco tradicional não faz isso. Por exemplo, a gente tem Pix com juros e multa. O pessoal não sabia que tem. A gente consegue gerar juros e multas no Pix. A gente pode pagar um Pix programado, a gente pode pagar Pix automático. Eu posso, se você aceitar um cliente nosso, eu posso debitar na tua conta, que é o caso do Netflix, né? Eh, R$ 10 semana. Ao invés de você pagar R$ 50, R$ 60 no mês, você pode pagar R por semana. Você pode mandar pro WhatsApp, você pode programar recebimentos, você pode delegar para múltiplas pessoas, que é o caso de uso mais comum, né? Então, sei lá, uma empresa com finanças, ele tem um CFO, tem um diretor, às vezes tem 60 pessoas acessando a plataforma nessa mesma empresa, pode ter múltiplas contas.
Então, a gente começou muito com e-commerce, pode fazer split. Então, eu, eu sou marketplace, eu vendi e ele tem um influencer que intermediou essa transação. O consumidor final comprou R$ 100, o influencer ganha lá R$ 2 comissão, o cara que vende o produto ganha os outros 80 e, sei lá, sobra 10 pro dono da plataforma. Isso é um splitp. Isso é uma transação muito difícil. contabilmente e como ela é feita na nossa instituição, como eu faço esse split, cada um recolhe só os seus impostos.
Por exemplo, imagina, você vai comprar numa Amazon, né? E aí você compra, se lá uma bicicleta, a Amazon vai recolher a parcela de impostos que lhe cabe só pela aquele, sei lá, 5% que ela cobra e o cara da bicicleta os outros. A gente consegue fazer esse tipo de operação.
Essa operação já é extremamente sofisticada.
E agora a gente emite a nota fiscal para cada um, se quiser. Então, de novo, são 300 e poucas variações, né? Pix automático, débito em conta, uma série de produtos envolvendo Pix.
Sensacional, cara. É, é um tudo é pesado. Software, tudo é software. Software, software, software.
Software, software.
E aí, eu quero fazer abrir um parênteses aqui para entrar um pouco no tecnic case.
Quero falar com você agora que ainda não conhece a Clever. Clever é uma empresa que já tem mais de 3 milhões de usuários em 30 países com 30 idiomas diferentes que tem trazido soluções em blockchain, criptomoedas e ativos digitais. O objetivo da Clever é te dar liberdade financeira para operar esse mercado de cripto. Então, se você acredita nisso, se você acredita nessa liberdade, você já pensa como a Clever, vai conhecer os caras, é clever.io, Io estão contratando também pessoal para trabalhar com cripto, com blockchain. Então, se você tem interesse, se você tem conhecimento nessa área, procura a Clever. Se você gosta de criptomoedas, se você opera no mercado, você precisa conhecer a Clever, precisa conhecer as soluções da Clever.
Então, o endereço tá aqui embaixo no vídeo. Para quem não tá no YouTube, é clever. Vai lá, vai conhecer que realmente é um mercado sensacional.
Você falou sobre, a gente falou um pouquinho antes sobre Cafca e etc.
Exato.
E agora que você me explicou melhor o seu modelo de negócio, como um bom arquiteto, eu já tô aquiilhado, cara. Se vai pirar com a nossa arquitetura porque você tem uma demanda de real time, latência absurdo, absurdo.
E outra, a gente montou a própria cloud, a gente não roda na nenhuma cloud. Você roda em DC com cloud privada.
Cláud privada.
A história é o seguinte, chegou uma a nossa conta WS larga no primeiro mês, 9.000, 20.000, 50.000, 200.000, 1 milhão. E eu falei: "Cara, não ring." E é interessante, eu acho que isso, esse foi esse a gente foi um dos primeiros caras a repatriar a Cláudia. E tem uma ironia, fui eu que trouxe a WS pro Brasil, OK?
Eu fui um dos primeiros que oficialmente o primeiro cara da Amazon na América Latina. Ok. Eu Você foi à Amazon?
Eu fui a Amazon o primeiro.
A conta corrente da Amazon no Brasil fui eu que abri no México, na Austrália, eu abri a Amazon.
Caraca, cara.
Ok. Eh, Andy Jess e Werner Vogos foram meus chefes, os atuais.
OK. Então, pensa que eu abandono esse paradigma e crio a nossa cloud.
Você é um cara cloud native.
Cloud native. Bare metal. Mas não teve escolha. E esse é interessante, cara.
Eh, isso foi, eu já fui ridicularizado, né? E olha como a sorte favorece os preparados, né? Hoje eu não, eu não tomaria essa decisão, mas ela é óbvia para mim pro volume de operações que a gente faz e o volume de escala, tá? E aí começou a bater um troço interessante que a gente se aproximou bastante da Dell, né? Nessa época iops latência e a Cloud é muito lenta. É interessante. A Cláudia é lenta ou era cara. OK. Nesse na nossa escala, tá?
Não consigo precisar, mas a gente teria hoje, se a gente tivesse, para você chegar num limite de latência do que você precisa, você teria que trabalhar com ed computing, né? Tinha que tá muito na borda.
Não tanto ED, porque a gente tá bem, o centro financeiro de São Paulo tá OK, tá? O ED para nós o problema é é quantidade de operações por minuto no banco. A gente você começa a bater em problemas de gente grande, começa a ler de aí começa a bater de problemas porque que foi criado Cubnet. Então, por exemplo, a gente tem uma conta, o Ledger, né, que é o livro Razão da empresa, tem algumas contas que se chamam rota count.
Imagina que eu tenho a minha contraparte. Então, cada vez que eu uma transação é feita em um banco, isso é um problema que eu tenho, qualquer cara tem, eu explica que alguns bancos não vão abandonar o mainframe. Tem uma razão de ser. Momento que alguém me deve dinheiro e nenhum banco confia em outro, OK? É um dos grandes receitas. Você não confia no Eu para cada transação que eu faço ou recebo de um cliente, eu tenho uma conta corrente que é um espelho disso, double entry. Essa conta, ela tem uma cópia de cada transação, porque eu preciso saber quanto eu devo para o mundo. Então ela é uma conta hot, ela é uma conta muito quente, porque a sua conta pode entrar um item, a outra dela.
Então ela tá sempre sendo gravada.
Quantos? Às vezes ela chega a ser gravada 10 milhões de vezes por dia. Se eu tenho 10 milhões de transações pics por dia, o meu ledger vai crescer 10 milhões de linhas na minha conta, 10 milhões da linha dos meus clientes e mais outras contas auxiliares que eu posso ter. Então eu tenho um banco de dados que cresce 30 milhões, 40 milhões de linhas dia.
E aí você chega com problemas de disco, em patrocinamento, em capor, né? Você quer ter alta disponibilidade, alta viabilidade ou alta confiança, né? A gente tem tinha problemas de tem um problema ainda, é um desafio que um microsserviço aquela transação já foi, no outro não. E eles estão do lado do outro, às vez eles estão 10 microssegundos, um distante.
E aí você pode ter double spending, né?
Sim, e os hackers adoram double spend. Isso é testado ao limite, né?
Então a gente tem problemas de gente grande sobre uma ótica de arquitetura de bater esse tipo de problema que você estuda na faculdade. A gente tem esse tipo de problema.
Exato. E e é e é curioso a tua a tua decisão de criar tua nuvem privada, Rafa? Porque Mas não teve outra. Eu não tinha dinheiro.
E porque geralmente nós que somos de mercado, quando você tem questões que são críticas como essa, o que você menos espera é ter uma gestão de infra para gerenciar isso.
Essa é a piada. E isso cabe um podcast, se vocês quiserem, tá? Eu já concorda comigo que se eu tenho esse risco, para mim o mais confortável é trabalhar com serviço de resolve. Quer cair da cadeira quando você quer cair da cadeira e ficar pensando sobre isso meses?
Não foi pelo custo. É mais fácil uma cláude privada. Vou repetir. Hoje é mais fácil. É brutalmente mais fácil uma cláud privada. Você per você está intimado a vir aqui fazer mais um episódio para explicar isso no detalhe.
Cara, quando eu olho loucuras que as pessoas têm feito em em cloud e não é uma demérito a nenhuma das big players, né? Oracle, Google, sei lá, Asure, Amazon.
Qual que um dos problemas fundamentais nossos? Auditoria.
Uhum.
Garantir que tudo é criptografado.
Eh, velocidade, criptografia. Cara, eu consigo auditar. Minha cláud física. Eu só tenho um ponto de entrada de saída.
Quantos end points muitos players tem?
Então, tem vários casos de incidentes no mercado. O cara deixou um elastic search aberto e é bizarro, é interessante.
Ninguém consegue falar isso, desfrutar, disputar essa frase. Tá tudo na internet.
Todas as clouds de todo mundo estão na internet. A minha não tá na internet.
Sim.
Então, sob uma ótica de segurança, é brutalmente.
Outra coisa, tá, eu teria feito essa cloud de 5 anos atrás, nem meu maiores desvaneios, loucuras. O que que o que que mudou? Eu acredito se o Kubernet tivesse sido lançado antes da Amazon, ninguém a a Clouds não existiria. A gente roda 100% Cubernets.
Tem bare metals em alguns lugares, né?
Alguns.
Cubernet se tornou tão fácil. A gente não vai no data center, a gente não.
Então eu tenho uma cloud privada, eh, que é o meu autorizador. Agora a gente já voltamos a usar serviço da cloud. A gente volta a usar algumas analíticas, a gente já tem uma conta considerável de cloud de novo, mas o nosso principal serviço autorizador, que é o que tá conectado Banco Central, é uma cloud privada. É mais fácil, mas isso não te leva um overhead de infra maior de pessoas, não é mais fácil. É, é menos custoso pra gente. É os developer novo, ele tem aquela semana de denial com a gente, porque ele foi acostumado com a WS, que eu gosto muito, amo de paixão lançar a WS. Eh, mas é o meu ambiente, ele é no mouse, ele é visual, ele é prático, ele funciona. E é interessante o quanto tem de coisas hoje se o mercado descobrisse o quão banal e quão gostoso é rodar um Cubernets Bear metal num ambiente privado.
Mas você não tem que manter gente observando isso, trabalhar observando?
Mas é o mesmo problema da cloud. Tá bom.
Eu tenho lá Grafana Web, eu tenho Grafana Cloud, eu tenho Cubernetes Cloud ou Cubernetes Privado. É tudo igual. A minha cloud não é que o o serviço gerenciado ele se recupera, você precisa ter um cara que faça essa gestão no teu no teu DC.
Eu vou no datas só para levar amigo e cliente. A gente montou uma vez, nunca mais vai lá. Você não vai mais. Tudo é remoto. Hoje você pode consegue acessar remotamente. Tem um as máquinas, você consegue ir pelo AD, tem um negócio chamado Idrack, você consegue entrar no monitor remoto. Esse esse é que a gente esqueceu enquanto profissionais de TI.
Quem viveu, quem tem mais, né, da gente aqui, né, cabelo branco já conhecia os traumas do data center, só que essa geração que tá agora só conhece a Cláudia.
Sim.
Então, parece que existiu essa memória, esse grande conhecimento que foi perdido, né, de que era traumático, você tinha que fazer release de madrugada, alguém tinha lá, você pega companhias aéreas e tal, tem main frente.
Hoje rodar uma cloud privada é uma barbada. E hoje, mas você tem uma camada de cloud privada que gerenci?
Tem. Então, por exemplo, o que que a gente tem? Não tem por, não tem como, não tem como, por exemplo, nosso acesso à cloud, porque, por exemplo, a gestão de um cluster KFCA na mão, velho, é um Cubnet, não cubernetes não, mas você roda no Cubernetes, mas gerir o Cafca sem uma camada que orquestre isso como uma nuvem privada é um é um é um overhead de configuração absurda cara, esse é o ponto é bizarro, posso posso até abrir código fonte, a gente tem lá cáca é seis nós, é um yama lá cubernetes, que é um arquivo de 8, 10 linhas e pau na máquina. E aí tem algumas coisas interessantes. As nossas máquinas tem 2 TB de RAM hoje, as mais modernas, né?
E aí você come, o modelo mental é quanto mais eu uso o meu hardware, enquanto todo mundo naquela tá tentando eh otimizar custos e cai naquela ah deixei um servidor ligado o fim de semana, tomei no cu aqui $.000, a gente não, quanto mais eu uso, melhor.
É, você já tá com o custo amortizado, né?
Já amortizado, né? E outros paradigmas, né? Por exemplo, sobre a cláud privada, né? Quando a WS nasce, né, acho que eu vou chutar aí, devo estar errando os números, mas mais 18 anos atrás nasce o primeiro VCPU, né? Eram Z18036 que foi cunhada. Então todo o padrão da indústria hoje é o que vê de compute, né? Tudo tá precificado em relação ao primeiro EC2 que quando eu já tava na Amazon já tinha lançado. É minha época quando eu tava nos Estados Unidos. Então tá bom. Toda a indústria de cloud é baseada nessa métrica, né? VCPU que a foi cunhada pela WS.
Legal. Nesses 18 anos, Lady More continuou funcionando.
Então, quando quando a WS foi lançada, a CPU mais poderosa da Intel que existia tinha quatro cores, OK? As máquinas que a gente tem hoje tem dual socket 192 cores. Então, numa máquina desse tamanho assim, não sei se a gente tá no vídeo, com um U, eu tenho 320 cores e 2 TB numa máquina que cabe e dois ons ou a MD.
E essa é brutal. O, só que o preço não foi, o preço da Cloud não foi ressignificado.
Uhum.
E o preço do hardware foi, a Lady Mur continua valendo.
Sim, sim.
A nossa Cláudia, ela acaba, é, é bizarra. Ela não é muito bonita.
Ela é linda. Ela é linda, mas ela não é muito grande. É um hack. A gente agora tem quatro, né? Tem múltiplosacers, múltiplos sites por uma obrigação do Banco Central. Mas ela é densa, cara. A gente vai ter que fazer um episódio para vocês e a gente, o ambiente de produção da gente tem é 500 cores e cada máquina são 10 máquinas, 11 máquinas cada máquina do lado eu tenho 20 TB de RAM.
A maior máquina que você consegue numa cloud cap para em 512 RAM. Cara, se você parar para pensar essa configuração Cores e essa quantidade de memória que você citou, não é um negócio absurdo pro tanto de transação que você roda. Então você tá extremamente otimizado.
É, mas aí é o tapa na cara número dois, que é mais um que foi que a gente errou.
A gente comprou a quando a gente comprou da Dell a primeira versão, eu olhei quanto que eu tinha na WS e comprei.
Uhum.
Aí migramos. Foi, foi bem tenso. Foi uma, eu apostei a empresa inteira nisso, né? Migramos legal. E aí de repente as máquinas estão rodando a 50% e na AWS rodava 70%.
[ __ ] cagada, fizemos merda dando pau. E testa te olha e já tinha migrado e a gente a gente fez uma migração, cara, não tinha como voltar para trás. Até tinha, mas não tinha um cenário, não.
[ __ ] Então a gente tava, sei lá, naquela época a gente já tinha 150 cores, 3 anos atrás e a gente comprou 200 core para uma gordurinha. E a gente migra às 4 horas da manhã, foi a única vez que a gente fez um ris de madrugada.
No dia seguinte começa a rodar tudo certinho e ela vai roda 50 cor. Pô, pera aí, cara. A gente tá fazendo uma coisa errada. Não, por quê? Deixa essa pergunta para quem porque o iops na num bare metal é tão brutalmente maior uma cloud média com mesmo com disco NVME, esses discos maior você consegue, você tem o storage, né, acessando o banco de dados. Você consegue 2000 iops num disco.
Eles é que eles estão fisicamente muito tá do outro lado do data center. Você tem coisas como velocidade da luz na fibra, entendeu? Às vezes o teu disco tá aqui, se você usa uma coisa como EBS, né?
O a tua CPU tá de um lado, às vezes tem outro tá em outro prédio.
Sim.
Ok.
E e o BEMAL geralmente tá na barriga do servidor, né? Tava na barriga, né? A gente usa replicação, a gente usa CF e tudo mais. O nosso E aí foi o grande tapa na cara pra gente, né? O iops é tão rápido que a CPU não fica idol. Hum.
E aí a CPU caiu 50%.
Caraca, velho.
Eu eu chego a tiar que provavelmente o maior gargalo de todo mundo hoje não é mais CPUAN, é iOS iops.
E no meu caso, né, iops é é o pulo do gato, porque eu faço 10, 12 milhões de transações.
IOPS é o problema, né?
Sei lá, qualquer coisa que quem usa SAP sabe disso. Tanto é que tem muitas empresas que estão no SAP que não querem pro cloud.
E isso para mim, eu comecei, eu era grande, eu dava risada de grandes bancos usando mainframes. Hum. Talvez tenha uma razão de ser de alguns caras que ficarem agarrados no mainframe, entendeu?
Aham.
Tem alguns tapas na cara, mas isso tudo é relevante. No final, essa cloud privada que a gente tem é mais fácil gerenciar, ele é mais auditável e ele é mais brutalmente mais seguro.
Cara, eu ainda tenho dúvidas, você vai voltar aqui para explicar sobre a monitoria, o gerenciamento da falar agora. Vou dar um overview, por exemplo, por que que ela é fácil pra gente? Tá muito dando na nossa cultura, tá? Primeiro, todos deploy é viacton.
Não sei se vocês conhecem tecton, tá?
Nem no ambiente de produção não é ser humano. Então o deploy é um é um commit.
Eh, a gente usa os clássicos, né? Terra forble com Tect.
Então não é muito visual a nossa cloud.
Ela é lá no GitHub, quem comanda ela e e beleza já é que é considerado hoje, isso é considerado o melhor alto nível de gestão. Então a cloud privada ela, o ambiente de produção, né, ele é controlado pelo GitHub.
Você que tá aí escutando esse episódio bacana e quer levar toda essa tecnologia, essas novidades pra sua empresa e não sabe como, chama o time da Vembers. A gente pode ajudar vocês com desenvolvimento de software, com arquitetura de soluções, a entender os problemas que vocês estão vivendo e sair do outro lado com uma solução bem bacana. E se você tá escutando o podcast para aprender coisas novas, faz o seguinte, manda um e-mail pra gente no peoplecare@vemers.
E você pode fazer parte também do nosso grupo de talentos. Valeu.
Agora o time do Relações Públicas vai gostar mais de mim.
Mas, por exemplo, uma uma um incidente que a Net geralmente tem no mundo corporativo quando trabalha com DC e que a gente evita, por exemplo, quando tem serviço gerenciado. Se eu tô lá num RDS da Amazon com Oracle sentendo sentando pau em registro, eu eu dificilmente vou ter problema de lock em banco, etc. Porque o próprio serviço gerenciado ele se recupera.
Tapa na cara número cinco. O o Oracle Post Gre, ó, salvo Aurora, né, que é um banco da Amazon fantástico, o posto que que eu tô usando e o posto que todas as clas é o mesmo código, cara. Então, mas o problema não é o código, é que na nuvem eu eu tenho já mecanismos ali que ele se recupera a a de de É, exatamente. E e quando eu tô no DC, não, não, mas a gente não faz isso não.
Aí eu preciso ter um eu preciso ter um um lá um um DBA que vai olhar, falar: "Pô, tem então a disponibilidade do serviço quando eu tô no autogerenciado, ele é ele ele é mágico pra gente. Ele é mágico, mas é curioso. Eu acho.
Ele custa, mas ele é mágico. E como é que você consegue chegar nessa disponibilidade dentro do DC? É isso que o DC para mim é interessante. Bela, bela pergunta. Pergunta de quem entende, né?
É o, sei lá, Postg Mong ou qualquer banco, né? Ou agora o Click House pra gente. Eh, a mágica tá no código open source, a nossa distância para se ele recetasse algum, a gente tudo é replicado, né? Então a gente roda tudo distribuído, sei lá, qualquer serviço nosso tem três instâncias. Então isso determina certos bancos que a gente vai usar, certas arquiteturas, tá?
Se algum deles reiniciar, a máquina vai perceber. Eu não rodo, eu não rodo na Shell, né? Eu não, a gente Rute, né? A ideia de logar num Linux lá, sei lá, uma vez por ano alguém logo e dá uma olhada, né? Mas roda no Cubernets, ele detecta aquele aquele nó vai crashear.
Uhum.
vai instanciado e acabou. O resto é terraform e ansamble cuidando disso tudo.
Ã, de resets, tun em banco, etc. Você nunca teve problema de latência no DC, nada não tem, cara. Esse é o tapa na cara porque o hardware provavelmente a gente daria para ter o dobro. O tuning não é um problema em be metal.
Não é problema, porque exatamente por isso, porque provavelmente o o tuning você precisa fazer na cloud, no bare metal não.
Eu sei que o nosso ciclo de memória é duas vezes, não é que sei lá, se você comprarar, eu sei que tem cloud, eu não vou citar nomes, eu sei que a gente já usou muito pesado, a gente já teve conta de milhões de reais em cloud, então a gente conhece bastante cloud.
Algumas clouds são 5% melhores que outras. Tem uma em particular que é melhor. Tem algumas nomes aqui que a gente não tem problema nenhum, né? Teve muito problema com a Aer, por exemplo, a gente rodava um pódium um grande varegista, né, que que não era mesmo código numa cloud não dá. Então você tem lá porque tomou mais porrada. O mesmo código que a gente rodou na cloud, no be roda 50% melhor.
E é essa, essa essa essa essa brutal tapa na cara de que na cloud você tá melhor melhor cloud que você tem aí gastando fortunas, né? com iops que você tá lá com 200, quando você tem um disco, sei se lá de 200 TB e você tem 2000, 3.000 iops, esse mesmos terabytes no beat, você vai para 2 milhões de IOPS.
Não, quanto a isso eu não tenho dúvida.
E aí acabou o T, não tem T, não tem mais gargar, eu não consigo chegar no no limite da máquina. Quanto a isso, eu não tenho dúvida, porque você tá trabalhando num ambiente totalmente personalizado e com tudo muito mais próximo que você consegue ter uma latência de barramento ali dentro. É muito brutal, cara. A conta foi 50% mais rápido no primeiro dia. A gente olhou assim, cara, não. Tanto é que a gente achou que tinha algum bug no código, entendeu?
Sim. Quanto a isso, eu não tenho dúvida.
A minha dúvida e o que eu estou espantado é você não ter overhead de de pessoas para manter isso tudo de pé. E isso eu eu eu eu vou deixar pra gente fazer isso público a gente tem é o contrário, por exemplo, para nós, porque geralmente quando a gente fala de pessoas que repatriaram e a gente já teve casos que a gente falou aqui, o cara fala: "Pô, na nuvem as coisas se resolviam sozinhas, eu vim pro DC, beleza, o DC mais barato, mas eu tive que contratar um caminão de gente para deixar o DC funcionar." É um pouco daí, tá? Aí tem muito dos cibérios nisso, tá? Por exemplo, o nosso ambiente de produção é que qual que é o problema da nuvem ou vantagem da nuvem que cada um escute como quiser que você faz no mouse e e vamos dar parabéns pra WS que criou esse conceito. El e são bilionários e e a WS sabe, né?
Lembrando, quando a WS é lançada, com a WS lançada, a Amazon valia 1 5 anos depois a Amazon vai para 3.000.
Ela foi a Nvidia da época dela.
Não. E sem contar o que baixou a barreira de entrada para empresas que precisavam toal. Tanto é que a gente pivotou primeiro ano a gente rodou na Amazon, não tinha, não tinha contor startup, usamos aqueles golpes de conseguir uns créditos, pivotamos tudo lá, testamos.
Mas esse mouse quando você entra numa, quando você vai para um mundo maior, quando você profissionaliza e você vai começa a usar terraforming, só é bom, não se não se deve ou não se deveria entrar no ambiente gráfico. Até tem um botão lá que você pode travar. Quando você tá nesse nível de sofisticação e a sua empresa tem um já continuous building, continuous deployment, não tem mais distinção cloud para bare metal.
E aí a parte legal, né? E tem coisas muito novas, né? Ã, tem Proxmox, tem VMs, tem LXC, uma série de e startups começaram a criar produtos. Tem, a gente usa, por exemplo, um produto, a nossa nuvem tem um, o que que era o nosso maior medo? Não era tanto DC, não é a parte de infraestrutura, era firewall.
E aí a gente achou um produto banal da Cloud Flare que eu amo de parção, que se chama Zero Trust Tunnel.
Uhum. É isso.
A nossa cloud, não sei quem foi, eu sou, eu sou fã da cloud cairam ano passado, fiquei com raiva, mas eles têm um produto chamado túnel.
dentro do nosso Kubernets, o nosso Cubernet se conecta na Cloudfare, então a nossa nuvem não está exposta na internet. A gente tem uma série de blocos IPs e eles estão bloqueados.
Olha que loucura. O nosso Fir tem 10 linhas de código.
Por quê? Porque não pode entrar tráfego.
É o único.
Você tem como se fosse um link privado direto com a conexão do AF DNS da Cloud Flir, exatamente, né? E aí todo meu firewall, a gente não abandonou a cloud, todo o meu firewall tá na na cloud flare, então o meu cliente de fora, ele só vê a Cloud Flare. Aí eu fecho um túnel porque o grande Você tem alguma CDN junto com a Cloud Flir e tal, por exemplo, tem a gente tem até duas, né? A gente a gente tem dois domínios, como a CL FL ficou fora do ar, agora a gente tem uma segunda, a gente também vai ter autônomo system, tem algumas a gente tá tirando a SN, mas nenhum IP nosso atende na porta 80 ou TPS. A gente não tem IP público, eles, o nosso tráfego IP só serve para falar com a Cloud Flir. Isso aí foi o maior desruptor. Sem isso, a gente não teria feito também, não teria como sair da WS.
E eu digo, quem, por exemplo, outra coisa, quem é quem é multicloud, né, tem muita gente multicloud, você deveria não usar nenhum serviço como um cloud front de nenhuma das duas se você quer rodar multicloud.
Uhum.
Qualquer pessoa tá convidada a conhecer.
E é curioso, eu já fui questionado, já me chamaram de louco, excêntrico e eu mostro para Mas, galera, é o contrário, não. É, no caso, por exemplo, de do do front door, da ou dos autocns, por isso que eu falei contigo do do da computação de borda, porque aí se você precisa de uma latência muito baixa, geograficamente muito disperso, faz mais sentido você ter, por exemplo, um AK+ CDN, que aí você vai estar muito mais perto do do do nosso É. E o nosso é site, tudo que é público, os plugins, né? a gente, como a gente tem muitos sites, tem um JavaScript nosso, tem um plugin, aí ele vai numa cloud flare, a Camai seria o próximo passe. É muito mais a gente sentar com a Camai e e trocar a Camai. Minha latência é o lado que não tá na internet, é onde a minha fibra ótica com o Banco Central.
Eu tenho uma conexão direta com o Banco Central, que é essa rede privada que não tá, né?
Mas é curioso a tua cara, até a tua pupila, né, de de lata quando a gente fala da cláud privada. Tanto é que quando teve a história da Cláud Privada, a gente, a decisão da cláud privada foi mais fácil do que contar. Quando a gente percebeu isso e a gente viu os números, viu a latência, a gente não ia contar para ninguém.
Vi o segredo estratégico. E é interessante, é tão dos primeiros movers, né, do first movers que que foram pra WS, perceberam o valor daquilo, né? A gente usar WS muito para S3. Backup em S3 é imbatível cust terabytes, né? Archive lá é ridículo, manda bala e tal. Então a gente não, não é que a gente saiu da cla, a gente escol compute memória, RAM, né? Ã, e é o valor disso, né? Pensa que um servidor um, né, que é um equipamento Uhum.
Do tamanho, quem é da sabe o que quer dizer um U, né? Uns equipamento, sei lá, padrão de hack, eu posso ter 2 TB de RAM e 60 190 cores numa máquina.
É que você falou, né? É, quem viveu a evolução disso tem traumas de infância, tem traumas. Por exemplo, quando começou a ter as primeiras, a a WS, que foi a pioneira com nuvem e tal, a alternativa que a gente tinha era servidor dedicado em soft layer, lembra?
Soft layer, cara, que você tinha que pegar o root daquilo ali, gerenciar aquilo na mão, na máquina, de madrugada, release durante a noite, alguém tinha que ir lá no data center lá.
É. E e era um custo absurdo, porque você não conseguia, você tinha que comprar a máquina inteira ou você levava máquina por ou você comprava errado. Você sempre comprava errado.
Exatamente. Então você não tinha questões de escalar conforme o uso, etc.
Que a nuvem trouxe.
Que que a gente gosta? O custo é uma componente interessante. Então todo mês ou todo ano, toda semestre, a gente compra um hardware novo.
E aí o que acontece? Eu tenho hardwares de tamanhos diferentes, memórias diferentes, correto? O que deveria ser um pavor. Os novos em geral são mais modernos, né?
São mais rápidos, mais que eu pego? Eu plugo ele no Cubernetes e o Kubernet sabe sim, porque aí você gerencia só o pod o Kubernet sabe essa máquina tem 200 cords, eu vou jogar só X pods nela.
É. E aí ele consegue gerenciar isso.
Então o que que o que que a gente tem no mesmo cluster, né? O cluster de produção são 11 máquinas, se eu não me engano. No mesmo cluster eu tenho máquinas de 1 ano, 2, 3 anos de idade. Totalmente diferente. Eu posso ter vendas diferentes. Tem um camarada de abstração que resolve esse problema, né? Elas estão em suí, alta disponibilidade, alta redundância, tudo tudo tudo do bom ou do melhor, né? Cada um com duas fontes e tal.
Uma uma uma pergunta sincera. Você deixa todo o hardware já disponível ou você faz auto scale direto no Cubernets?
Porque para você não faz diferença. Você já tá com o hardware disponível, você o hardware tá full, o ambiente de produção tá full.
Em coisas como por Black Friday e aí é interessante, aí acontecem umas coisas que a gente gosta, né? A gente tem hoje literalmente o melhor SL do mercado. A gente tá com, sei lá, 18 meses de uptime no Pix. O segundo concorrente que é um dos maiores bancos brasileiros, tem dois dias fora se você contar. E aí sempre cai alguém, às vezes cai alguns concorrentes e nessa hora a gente, o mercado vibra pra gente. Então é legal, a gente tem muito um trabalho de marca, né? A gente tem que se provar como instituição, a gente tem, somos um entrante, né? Mas é muito e e construir uma marca em SLI demora, né?
demora uma vida para você construir reputação. Então a gente deixa um hardware agressivamente provisionado para quando cai e seguindo cai.
Então tá detalhe, sei lá, caiu alguém, eu não sei que eu não sei quem caiu, porque mercado vem pra gente, né? Um e-commerce bom, às vezes tem dois provedores. Eu tenho concorrentes, um mercado disputado, eu tenho instituições de grande E como é que você lida com DR nisso?
Que que de DR?
Desaster Recover.
Hoje são dois sites totalmente espelhados, totalmente duplicados. E eu tem ativo, ativo.
É. E aí tem um artigo hot.
Entendi.
E a gente pode, e é isso que eu gosto da cloud, a gente mantém o nosso cubernetes igual na WS. E aí é um seguro. Entendi.
Você tem ativo, ativo em DC e ainda tem uma pos eu posso migrar em até 4 horas para dar brush. E isso é interessante na Cláudio porque eu tenho todos os meus I estão lá, tá tudo com capacity zero.
Mas eu posso até porque eu tenho que provar isso pro Banco Central, né? Eu sou já, eu sou, já sou, já sou um participante com volume considerável que eu sou auditado.
Eu sou, já, já sou de interesse porque eu sou responsável até por outros bancos. Existem bancos ou instituições que já usam a nossa infraestrutura. OK?
Então eu tenho que a gente, a gente todo semestre o Banco Central me manda um questionário de segurança da informação com 400 perguntas, ou seja, facinho, facinho, né? A gente já tem coisas como ISO, PCI, né? Uhum.
E uma delas é redundância. Então a gente tem dois data centers aqui na zona grande na Favira de São Paulo, né?
Osascos, eles estão distantes alguns quilômetros, tem uma fibra entre eles, eles estão em hot.
Uhum. Então você tem ativo, ativo e aí você tem os e os scripts Terraform, você consegue subir na nuvem em algumas horas.
Tá pavoroso, deu tudo errado. Caiu um avião, explodiu uma bomba atômica em São Paulo. Aí eu consigo renascer na WS. E é legal porque esse seguro me custam 50 porque eu tenho um cluster cubernetes lá que tá provision, ele tá igual ao meu de produção, mas ele tá zero, ele tá zerado e você tem lá os seus scripts que você só dá um start e infla o de novo.
Isso, né? Essa é a ideia. Eu, e é interessante, muita gente discorda disso, a gente tem um certo orgulho disso. O pessoal olha com com ceticismo, com descrédito.
Não teria como a gente ter feito. Esse é o ponto. No nosso volume, no nosso caso, na latência que a gente quer operar, tem a piada, né? A gente mandou, eu mandei um e-mail pra EBM pedindo contação de um mainframe.
Cara, não acredito.
Não tinha como, cara. Deixa eu, deixa eu, deixa eu explicar. O pessoal não pessoal seg. Eu acho que vocês não, a gente como brasileiro pro brand, tipo Bassen, pro Campus Neto, a gente não tem ideia do que é o Pix.
Deixa eu falar o que que é o Pix. São tr última vez que eu li 325, 350 milhões de transações dia.
Algumas, eu eu faço mais operações, não é tanto em valor fim do cério, mas em operações que é mais que Argentina, OK? A nossa startup que a UV faz mais operações e não interessa se é R$ 29,90 ou R$ 29 milhões deais em quantidade absoluta de transadeção, a gente faz mais que a África. O que mostra o quanto o país é grande, o quanto o nosso país é relevante, o Brasil, o quanto Pix, tá bom? São 325 milhões de transações dias, são 325 milhões para dois lados. Então quer dizer que alguém mandou quem recebeu, OK? Então, sei lá, se eu mandei da caixa Pix, quer dizer que é uma uma operação do meu lado e uma do dedo.
Então, na verdade são 700 ou 800 milhões de registros de só o Pix. O Pix é brutal. O Pix ele tá promovendo na tapa na e o Banco Central não tá não não dá remédio pro mercado. O Pix ele todo toda a teoria de computação ele testa no limite.
Cap theorem e tem problemas assim de como gravar os dados no banco de dados. Um registro tem problemas que se estuda em acadêmicos, né? que um um dos maiores problemas meus e de todo o mercado é saldo em conta corrente.
Saldo em conta corrente. Pera aí, Rafa.
Saldo é só uma É, mas é o saldo. Eu eu tenho que gravar, né? Eu vou gravando crédito débito. Crédito débito.
E aí esse saldo, ele tem que tá sincronizado a cada transação.
Sim. É, eu é que muitas pessoas acham que o saldo é um registro, mas na verdade ele é um resultado de uma operação que você tem que atualizar a cada a cada nova. No caso, cada a gente faz o modo mais tosco, mas é o jeito certo, que é o modo que os padres gregorianos inventaram pro pra contabilidade, né? Depois acabou história, por que que inventou essa contabilidade para não roubar cerveja, né? É a reversão que eu gosto. Então, cada vez que alguém credito debida, eu recalculo o saldo.
Sim. É, mas é o é é o mais normal, né?
É, não é todo mundo que trabalha assim, não.
Porque se você tiver que, você que tá ouvindo a gente, imagina que para saber o saldo, você tivesse que calcular o seu extrato todas as vezes para chegar. A gente faz que nem o Bitcoin, a gente volta até a Gênesis, né?
E aí você ter que voltar, esse é um problema que parece trivial, mas assim para nós ou para set players do mercado, pros 10 maiores instituições brasileiras, é um problema dificíimo. É um problema que a bolsa de valores Nova York tem, a EB3 tem, a gente tem os grandes bancos, mas na verdade é é um um problema bem documentado na computação que não deixa de ser uma máquina de estado, né?
Estado, você tem um estado, aí você tem uma nova operação, você troca de estado e você registra esse estado.
Não é nem tanto estado.
Por isso que não é tão não é não é ruim o que você faz, cara, porque é o básico, é o é o básico em escala, né?
O problema que a é o cap theory, né?
Você tem que escolher dois de três. Você nunca consegue ter os três ao mesmo tempo. Eu quero ter alta disponibilidade.
Uhum. Eu quero saber o saldo e o todo mundo tem que saber, sei lá, se eu tenho 10 servidores, todo mundo tem o mesmo saldo ao mesmo tempo e eu tenho alta eh escalabilidade disso. Você nunca consegue ter os trades.
Sim.
E cada instituição escolhe, você vai ter que abrir mão de algum dos pontos, né? E aí o o mais novo agora, o tema moderno do Pix que deixa todo mundo de joelhos, envolve ai é antifraude.
E aí vale mais um podcast, porque o antifraude do Pix, eu assim como qualquer instituições, você tem 200 milundos para decidir se você aceita ou não o Pix.
Cara, que há que roda em 200 msegundos?
A gente tem feito muita coisa em 200 mos. É muito desafiador, porque o Banco Central ele obrigou o seguinte, até então, até os incidentes do ano passado, a maioria das instituições não tinha nenhum filtro na entrada. Você, ah, o dinheiro entrou, eu travo na saída, que é como qualquer, porque na saída você tem controle, você sabe quem é o cliente.
E o Banco Central obrigou agora as instituições a terem filtros na entrada.
E teoricamente a gente obrigou, não, ele colocou uma série de regras que meio que te obrigam a ter isso, tá? Não, ele ele primeiro permitiu que você faça, ou seja, alguns bancos podem recusar transações. Isso tá acontecendo, tá? E é importante recusar na entrada.
Essa decisão tem que ser tomada em 200 minutos, porque depois que você aceitou ou você aceita, você nega, você tem que dizer, tomar a decisão de receber eu como instituição, né? Eu tenho que aceitar ou não aquela transação em até 200.000. Cara, 200 msegundos é a persistência de um API de banco de dados.
Como é que você roda um um modelo de A?
A gente consegue rodar um modelo de A em 50 msundos, cara. É é muito apertado, cara.
É apertado para [ __ ] É apertado e vai acontecer e não tem como não voltar.
Não só 200 mos, né? Mas mas você tem que ter uma carga de pré-processamento.
A gente a gente tem origando caras de EA pra gente, né? Qual que é o problema disso? Não é nem tanto 200 msegundos. 200 mil segundos a gente já resolveu. O problema é fazer isso 10 milhões de vezes por dia, e não errar 200 sem degradar o sem degradar o ambiente, tá?
Aí você soma agora coisas novas, você tem pix automático, que é uma coisa que a gente lançou, que é essa coisa que cobrar todo mundo, né? A gente tá falando de seguradoras, né? A gente tem seguradores que cobram todo mundo. A gente tem o Pix para aproximação que, sei lá, você vai num metrô de São Paulo, você toca o celular, passa e a gente consegue, a gente consegue autorizar uma transação Pix em 48 ms Caraca, velho, é muito autorizar ele que dá ela. Quando a regra que o Banco Central dá, o P99, né, é um segundo, é 5 segundos, o P90 é 1 segundo e meio.
Eu e os cinco melhores players a gente faz em 200, 300 msundos e na média a gente faz em 50 msundos.
Autoriza liquida.
Quer dizer, autoriza. Eu já mandei o dinheiro pro outro banco, já recebi e já sensibilizei o saldo da conta do meu cliente. A gente apostou muito nisso, nessa ideia de ser agora, o interessante que o segundo colocado ele é cinco vezes mais lento que a gente. A gente já ganhou algumas licitações, a gente já ganhou alguns projetos de de órgãos governament por latência.
Quando eu quando o critério de desempate é latência, latência elei que é uma coisa bem nerd, né? Uma coisa bem tecnológica, tá? Total, né? Mas aí você entra para hardware, nme, um monte de processamento no CBS adora Redis, né? Taca Redis até eu não poder mais.
Nossa, é lindo, velho.
Adoro rediz. Agora Valquio, né?
A gente tem muita, muito cach muita, muita coisa em memória. Muita coisa em memória.
Ah, isso explica muito da da sua, por exemplo, chave Pix, a gente grava todo, ele grava em disco, né? Mas as chaves Pix, mas se levanta em memória para ter uma latência mais curta, né?
A gente grava muito, a gente tem uma um, tem muita coisa do o Pix ele interessante, deveria ter isso explica porque que você tem não tem tantos cores, mas você tem tanta memória.
Tá com a memória, porque aí você levanta todo teu banco de dados para operação em memória, né? É, o SAP faz isso também. O SAP abusa disso inteligentemente, né? O Mongo DB, o Mongo DB é um banco, caracticismos dele, né? Mas ele abusa de memória e ele sabe, o Mongo DB pode falar o que quiser dele e a gente também tem os nossos tretas com ele, né? O criticismo, mas é um dos bancos que melhor lida com memória, muito melhor que o Postre.
Sim.
O Mongo DB, se você se você der 512 1 TB RAM, ele vai usar tudo e ele sabe ler da memória e sincronizar com o disco desde os primeiros dias dele.
Ele já se resolve.
Ele já se resolve porque ele também não era tão, ele não era bom.
Como o payload dele é lento, é pesado, é texto, né? Tem um Jason, não vamos ser honesto. Aquim é document driven, ele vai gravar, ele não é que nem o posto que quebrinário, né? Ele sabe lidar muito bem com memória. Logo, tem muitos sistemas de chave dict, eh, caixa de usuário, caixa de serviços, caixa de limite, a gente grava no mongo e pau na máquina e roda feliz.
O outro desafio, por exemplo, computacionalmente, aí entra o cáfico, né? A gente tem que saber hoje o limite noturno.
Todo mundo tem isso. Esse é um problema difícil de computação também. Parece trivial, né? Porque o limite ele varia com base nas transações que você tá fazendo.
Então, sei lá, agora à noite o cara tem, sei lá, R$ 5.000 de limite noturno ou R$ 20.000. No nosso caso, são, como são empresa, os limites são bem maiores, R$ 200.000, R$ 300.000.
Mas esse limite ele vai, porque cada vez que ele vai recebendo, acreditando transações, esse limite. Então não é que eu tenho assim um R$ 1.000, ele tá R. 100, ele tá todo ótimo. É que nem uma bolsa de valores.
Isso a gente roda em Mongo, por exemplo.
Hum, entendi.
E ele é bom nisso.
Entendi.
Ele é bom.
E aí você mantém a fotografia atual sempre atualizada no Mongo.
É isso aí.
Conforme as transações transações vão acontecendo, você atualiza aquele documento, tem ele sempre disponível, rápido, direto do Mongo.
Exato. Pix. Pix em escala. Cara, eu acho que é um que é um uma é uma escola para quem quer codar problemas inteligentes, né, cara? Você tem certeza que se é o CEO, você não é o CTO dessa empresa, não? Eu gosto de codar. Eu queria codar mais.
Eu quero saber um pouco agora sobre o seu sobre o seu background.
Você falou se se eu sou City, né, ou CEO, né?
Isso foi uma das coisas mais legais da minha carreira quando eu fui paraos Estados Unidos.
Eu tava no por muito tempo e eu não podia falar que eu sabia programar, era feio quando eu tava no mercado. Era tinha esse estigma nerd, né, que não era. E aí eu caio na Amazon e na Amazon toda a alta diretoria sabe muito programar.
O próprio Jeff Bezos, né, ele programou um sistema de payments da que foi depois os sistemas que eu assumi.
Zuckerberg sabe programar, ele programa bem, né? Ele fez o Facebook long, ele foi longe com PHP, né?
E esse estigma e depois virou hack, né?
E e esse eu tive que ir aos Estados Unidos para voltar. Hoje eu não programo mais quase, mas eu reviso muito a PR, eu converso muito com o time. Eu eu sou o grande filho da [ __ ] de de fazer perguntas difíceis sobre arquitetura, tá? pro time. A gente tem um time muito legal.
Eu eu me eu falo que eu gosto de fazer perguntas para deixar eles desconcertar, mas quase não não programo hoje, né?
Além de virar com Cloud Claud agora e revisar essa situação, tal, mas me traz uma grande tristeza não programar mais.
Eu se eu pudesse programe, programaria bem mais, mas eu go eu voltei a ter paixão do que eu acho grandes erros de muitos CTO brasileiros que se desconectaram de tecnologia, o que não faz o menor sentido.
O que viraram diretores de orçamento.
Uhum. E eu sou bem crítico a isso, hã, porque em algum momento alguém, isso é específico do Brasil, algum momento alguém com muita má fé criou a ideia carreira em Y, que o gerente deve ser gestor de pessoas, recursos. Nenhum diretor jurídico, se ele lê um contrato, ele pode até ter uma equipe de 200 advogados. Se ele ler um contrato, ele vai conseguir palpitar ou algum VP de marketing ou ou diretor médico de um hospital.
médico do hospital, ele sabe como funciona o raio X, ele pode não operar mais, tá? Isso é uma crítica que eu faço veemente. Eu vejo vejo Coss de empresas com 200, 300, 3.000 colaboradores e é um pouco da gestão da agenda. Eles estão tão absorvidos, né, engolidos por comitê disso, comitê de orçamento, comitê de que eles não dominam mais a tecnologia. Aí o cara é enganado por consultorias, ele engolido por por vendors, né?
Hã, essa coisa tem que voltar no Brasil urgentemente, tá? O Brasil é um lugar que a gente tem a BRAER, empresa de engenharia. E eu a eu tava recordando, por exemplo, o Brasil no Sul, né? A gente tava falando do Sul, né? Antes de começar, a gente teve empresas, ainda tem empresas, sei lá, a gente tem a parks que fazia roteadores, a gente teve empresas brasileiras, né, que competiam com Huawei e Cisco.
A gente tem, a gente tem um corpo técnico, um time que criou um WFood, um time que criou um bank, né, ã, de engenheiros que o próprio time de tecnologia bancária do Brasil, que time do Banco Central, é brutal como a gente criou um estigma no Brasil.
de que para você ser promovido em tecnologia, você tem que ser gerente.
A Amazon tinha tem que ser gerente, tem que ser gerente. Aí, ah, não, você joga o cérebro, joga o cérebro fora, né?
A ideia do tech lead, né?
Então, a Amazon tem essa distinguished engineer, né? Os principais, eles ganham bônus milionários, né? A meta agora fez proposta de milhões de dólares em bônus para engenheiros.
Essa ideia de que você tem que abandonar a tecnologia para virar diretor, o cargo, almejar cargos de tecnologia, ela é contraprodutiva para um país tão carente de Isso acontece justamente na área de tecnologia, porque como você falou, o cara que é diretor médico do hospital não sabe operar, ele vai saber, se ele chegar alguém precisar fazer uma consulta, ele vai fazer a consulta, né?
Ele talvez não seja com com a com a proeficiência, né?
Exatamente. Mas ele sabe fazer uma consulta. Se se o o presidente diretor de um escritório jurídico precisar fazer uma petição, ele vai fazer uma petição.
Sabe fazer uma petição, né? Acontece com a tecnologia, cara.
É uma coisa que a gente tem que resgatar. Ã, em geral são engenheiros, né?
Eu acho. Mas eu tive que sair do país, morar dois anos fora dos Estados Unidos.
Por exemplo, todo diretor das da Amazon, ele sabe fazer uma quer SQL. O bi da Amazon não é um SQL, my friend. Toma aí, te vira. É, é um self service, né?
Self serv.
Eu tive que ir e aí você vê esses caras operando e engenheiros, né? A figura do engenheiro.
Tanto é que quando tá na UV, a gente é é brutal. A gente não tem product manager e PM, gerente de projeto. O não existe a figura do PM.
Uhum.
A gente dá uma autonomia brutal pro developer. Ele escreve a isso. E o e o task, né? A gente, o caso clássico do cara que implementou o Pix automático pra gente, eu abria a iso, implementar o Pix automático. Ponto.
Esse é o requisito. Quando eu falo com o meu time, em geral, eu tenho feito demandas de uma linha.
O cara sabe entender o negócio e traduzir para uma escrever, ele vai conversar com a área de mar. Ele tá e aí obviamente a gente agora assistido por EAI, né? Obviamente vai depois vai ter entrar o time de mar e a mesma coisa pro time de mar não é tão, mas é assim implementar o Pix automático. Qualquer você que decide, a gente a gente coloca uma autonomia pro developer, né, que a gente nem chama ideia de engenheiro, né, cara, você que define a cura, você define o software, a gente tem o que pode fazer, os do e os dons, né, quais as linguagens a gente tolera, quais os bancos que a gente trabalha, mas a partir daí, né, obviamente microsserviços, uma série de boas práticas da empresa, né? Mas você tem um par de tecnologia ou você acumula isso também?
Não, não. Tecnologia é comigo, não é comigo. Eu só sou pitac. Sbrizes é o nosso CO, ele que toca tecnologia. 99% da minha agenda hoje não é tecnologia.
[ __ ] então tenho que conhecer esse cara porque se você ti um papo desse contigo e você não é o CET, tu é preciso conhecer esse cara, velho. Eu acho que com o nosso CO a gente tem muita a gente tem essas discussões assim, cara.
H, ano, primeiro ano passado, né, dois anos atrás foi a estrutura da cláud privada, ano passado foi a decisão de se tornar um participante direto.
E qual que é o meu papel aqui como CEO, né? Eh, fazer as perguntas difíceis, não as fáceis. De novo, outra coisa que eu vejo pouco no Brasil, eu tenho que fazer para mim e pro time as perguntas que me tiram o sono e deixar o time tomar as decisões que cada um cabe com o tempo de carreira de cada um. Três anos atrás foi a decisão da cloud privada e ela foi peculiar porque foi uma decisão fácil e que eu também podia reverter ela, né?
Primeiro hardware que a gente testou custou R$ 50.000. Então se não era feio eu eu desmerecer ela e ah, desculpa, errei, galera. Tá, naquela época 50% do time, incluindo o ciber que eu não sei era contra.
Então o meu papel na há três anos atrás, quando a gente fez a cláud privada era: "Não, tá bom, se eu entar pro time e forçar ele, eu tava convencido já, eu já [ __ ] 10, porque o Excel era muito favorável. O Excel era brutalmente favorável. A IOs, a Del já tinha me mostrado, a gente já tinha visto algumas coisas de que que eu fiz? Eu peguei esse servidor, tá bom? Eu não, eu não posso dar o sim nem o não pro time. Compramos um servidor da Del, liguei no 0%, botei na mesa aqui, pau, rodem o nosso ambiente. E aí aquele servidor sozinho rodou todo o nosso ambiente de produção. E aí a alma dos devs mudou. Naquela semana os caras viraram, mas eu não forcei eles a fazer.
Eu só, eu só meu papel foi fazer, joguei a fiz a pergunta difícil, cara.
Não me tragam sim. Me provem que eu não posso fazer isso. Dois anos atrás a gente tomou a decisão de ser um participante direto e a gente pulou, a gente foi de fintec para participar um participante direto. O que jamais aconteceu. Tanto é que os nossos advogados, quando a gente protocolou o pedido no Banco Central, eles falam: "Cara, o Banco Central não vai dar isso para vocês". E de fato, quando eu protocolei, eu protocolei numa quarta-feira, eu você faz um plano de negócio de 100 páginas e eu protocolei, cara, quero ser participante direto.
Basicamente é como seu, sei lá, saísse da do jardim de infância e aplicasse pro MIT mestrado, não é nem doutorado, foi o que a gente fez.
E aí eu de fato protocolei quarta-feira 10 da manhã, quarta da tarde branco tal Rafael, seu protocolou um negócio aqui, acho que você comenteu o erro e tal, acho que você errou a opção, o formulário aqui você preenche. Não é isso que eu quero? Daí ele falou: "Cara, esse servidor, esse servidor você tem certeza?" Daí ele falou: "Ó, mas aí você vai ter que ter conexão direta com o Banco Central. É isso que eu quero." Da ele: "Puta, cara, a última vez que alguém pediu isso, mas você quer se conectar diretamente com a gente?" E aí ele falou assim: "Cara, mas você vai ter que codar XML puro, você vai ter que conectar mensageria ISO, você vai ter que ser, tem um teste de carga, né?
Você sabe onde você tá seendo." E eu falei, mas é exatamente o que eu quero. E aí essa foi a provocação, né?
Foi, não foi só minha, né? Foi eu, Sibérios, nosso contador na época do nosso controller, né? Se uma, essa é o paradigma de uma startup, eu peguei e fiz exatamente o que todo mundo faz, 10 vezes melhor.
E essa história de ser a terceira startup. Volta a história de por que que por que que parte do sucesso lá, quais são as grandes empresas de sucesso? Ah, vamos citar no nosso mundo de tecnologia, Amazon, Oracle, Google, Facebook, Meta, e Nvidia, vamos parar por aí. O top management é engenheiro, cara.
Eles tomam essas decisões e e de orçamentos de bilhões de reais com critérios de engenharia.
Sim. Raciocínio lógico e não ligado pela emoção.
Ló. E aí agora qual o contraexemplo.
Quem tá e é um exemplo que eu tenho usado, eu tenho escrito muito sobre isso. Exemplo triste, porque é uma empresa que eu admiro. Quem é uma grande empresa de tecnologia que tá indo pro buraco de uma forma ingrata? Intel.
O top management entrou numa loucura de marketing de sei lá o quê, tirou os cargos de engenharia e a Intel hoje, cara, o market cap dela caiu 50%, não consegue vender a unidade de memória RAM que tava, vendeu a unidade, não entrou em EAI, não entrou no chip e foi ultrapassada pelo contender, que é a MD.
Sim.
Outro contraexemplo, né? Também é uma falácia, é perigoso isso, né? E Boe, né?
A Bo com a McDon se funde, troca o time de engenharia e entra com time de cortar custos, consultoria.
Você vê os problemas de engenharia que aconteceu com a Boing recentemente.
Morreu gente, né? Caiu um avião porque eles mutam Max, né?
Aquele só, ah, o avião não, a gente não quer mudar o avião, então vou meter um Sim, gambic quando você estuda um pouco sobre o MCAX, né? MX Solet como quiser. Aquilo é criminoso. Só não foi morreu, matou mais gente, mais cara porque era uma empresa muito grande pra economia americana, tá? Mas a Boing tomou uma decisão grutesca de engenharia. Não, não tinha engenheiros, né?
Que um técnico não tomaria.
Um engenheiro não tomaria essa decisão.
Eu consigo entender o val, né? Eu consigo entender porque que o valuation de um de uma Amazon, de uma de um Google tem esse esse descolamento do resto da indústria mundial, porque tem muito engenheiro na alta diretoria.
Uhum.
E eles trabalham, esse meu tempo nos Estados Unidos, né, eles trabalham radicalmente diferente do que a empresa média brasileira trabalham. O tempo, a carga mental do time é é criar o Google Chrome, é descobrir memória não planar, porque eles entendem. Ou exemplos mais mundanos, por exemplo, na minha época, na Amazon, o grande custo era logística. Logo a Amazon desenvolveu tecnologia de fita crepe. A fita crepe da Amazon é especificar ele eram tintas porque era um [ __ ] custo e tal. E disso surgiu uma série de softwares que virou qual software paraa logística? o SQS, que é um software que a galera usa, né?
Esse software de mensageria que hoje foi foi inventado pelo time de logística.
Ah, não sabia.
É, o Dynamo DB foi inventado pelo meu time de payments para gerenciar o carrinho.
Uhum.
Que é muito usado. O Dynamo DB, até onde eu sei ainda, é a base do Nubank.
Sim. É o Dynamon. É um é um mongo like, né?
É um mongo like, é no cicle, né?
Mas qual que é a ideia do Dynam? Ele era el era a IOPS, ele não é barato, é um troço caro para caramba, né? Mas ele resolviam o problema do carrinho.
De novo, decisões de engenharia, né?
Então fala: "Ah, Rafael, você é um CEO muito tecnológico, eu adoro ainda. Eu não quero perder isso, né? A minha agenda hoje é muito não perder esse lado de engenharia, mas quem toca todo o time de T, de software é o Ceres." Em que momento você começou a aprender e ter contato com esse essa questão do mundo de financeiro, cara? Desde que finanças ou tecnologia?
Tecnologia, eu já entendi que você é de porque a tua formação é é de Mas de volta na minha infância com 5 6 anos eu comecei a programar num TK85, né, com a fita do meu pai, mas um dia o meu pai traz um cabo meu pai, eu tenho muito, muito agradecer meu pai, né? Ele trouxeia fios, leds e peças de carro e um dia ele trouxe um pedaço de fio telefônico gigante. E eu me lembro dessa cena. Ah, faz o que descobre. E eu fiquei ligando as luzinhas e eu consegui fazer um LED ligar, né? E aí eu naquela época eu acho que eu tive uma família legal com bastante cultura, né? Com bastante coisa, mas teve um momento que meu pai perdeu todo o dinheiro da vida dele, tudo. E a gente foi ã cometido aí por um um tipo perde tudo, volta do zero, né? E eu já gostava de programar, eu queria aprender e o grande linguagem da programação era Java. E aí eu comprei o livro do Doug Counting de Java 1 e eu não tinha computador. Então eu li o livro, botava um papel do Lava, escrevia o código, imaginava ele, compilava ele de cabeça. Eu não tinha dinheiro e eu eu tinha pera aí, pera aí, pera aí.
Escrever Java com a mão, tu escrevi um livro porque Java é verboso para [ __ ] Imagina o Java um não. Eu conheci o D na inclusive eu conheci nos Estados Unidos.
O criador do Java fal tive muitas e é o grande é desgosto dele. Ele já ele não fala isso publicamente. O Java não era verboso, [ __ ] Porque o Java é público estátic bl o primeiro Java não era, cara. Nunca foi verboso. Essa é a grande mística. Ja você fazer assinatura do teu método é duas páginas de caderno.
É, mas o Esse para mim é um pessoal louco do Java. Isso é o Cberéis fala. O Cberéis é muito legal falar sobre funcional. A gente não usa nada de Java.
Tem um código de Java lá que é um código específico lá de de criptografia. Mas eu aprendi programar no papelando já.
Depois eu fui pra faculdade, eu consegui entrar na federal, aprendi se com essas baixo. Tem um código meu no kernel do Linux. O módulo de Ethernet da Kernel Linux é meu.
[ __ ] que legal, velho. Em C em C. Em C. E mas por que que eu fiz ele? Porque eu também, de novo, não tinha muito dinheiro na vida. Eu eu começou a internet no Brasil. Aí a gente tinha aqueles win modens, né?
Uhum.
Moden, para quem não tá ouvindo, era um modem que não tinha, era só placa para conectar no telefone, mas ele rodava tudo em driver e ele só tinha driver por Windows.
E aí eu escrevi ele em internet pro kernel.
Tem. Então essa história de ser inteligente com poucos recursos, ela ela aparece várias vezes na minha vida, né?
De novo, quando a gente construiu a cl não tinha dinheiro para pagar R 1 milhão deais. A UV não tinha nos primeiros seis meses de não tinha menor condição de pagar R 1 milhão deais mes em que momento você nessa vida nerde?
começou a ter contato com mercado financeiro para entender o que você entende hoje de de sistema bancário.
É, aí tem uma fase interessante da minha vida. Eu fiquei fora de TI por 15 anos.
Então eu termino a faculdade, venho para São Paulo fugindo do Sul, né? Imagina minha família sem grana, eu chego em São Paulo com R$ 700 no bolso, vou dormir de favor na dispensa dos caras da MBEV na zona sul de São Paulo. E aí eu consigo entrar na Vivo, né, como traini e tá tudo certo na minha vida. Eu entro numa área que eu vou entrar, que é planejamento financeiro Excel. E eles tinham uma área de finanças que eles precisavam do engenheiro para explicar, cara, aqui que é telecomunicações.
Imagina Vivo uma empresa que gasta bilhões, Capex, né? Gasta bilhões em tel. Então tinha uma área de planejamento financeiro da empresa que precisava de um engenheiro que explicasse para ele o que que era a fibra, não fosse enganado. Mas eu fico aí então uma época desde a Vivo, depois ã até minha carreira na Redcar, depois Itaú, depois Amazon a fora, só no mercado financeiro.
Ah, então você antes de entrar de cabeça no mercado de tecnologia, você já tinha um background do financeiro?
Já tinha um background. E aí eu fico para, cara, eu acho que eu fico uns, eu acho que eu fiz uma belíssima escola, eu fico uns 12 anos sem programar, sem tocar em Linux, nada, é só Excel, minha vida era Excel.
E foi a fase que vocês fizeram, sei lá, do PHP, do Python na web, bizarro. Eu acho que foi uma fase ruim, web. CGI, essas por eu codei muito em CGI. Eu fiz um form, ganhei muito dinheiro com boleto em CGI, fazia em C. Eu consigo entender como a internet funciona pelo CGI. Para quem tá nos ouvindo, isso é muito legal. Mas depois desse momento tem um corte. Aí o mercado financeiro é muito sexy, né? Você começa a ganhar dinheiro, eu viajo pelo mundo, eu vou para Brasília, depois eu vou paraa Espanha, depois eu vou paraos Estados Unidos, eu caio no Itaú. O Itaú é muito legal comigo. Tomo porrada como analista 1 do TR, chego a virar um cargo de alta gerência lá. Trabalho até com reuniões, chego num nível bem séor no banco até o momento que eu eu sou mas em negócio, não tecnologia.
Nunca em tecnologia, nunca. Windows, usava Windows, Excel, rei do Excel, rato do Excel. Eu tinha uma área de AMS no banco, programando macro no Excel, só macro. Nem macro não. Aí já outro um cargo de gerência, eu nem macro mais fazia. Eu já tinha uma time Uhum. né, de fazer queres, mas eu fico pro eu acho que tem um gap de 10 a 12 anos da mesa que eu não brilhava teu olho e falava, cara, espera, mas aí que tá aí aquilo começa, aí eu vou pra Amazon, na Amazon, eu vejo, pera aí, [ __ ] o mundo os caras fodidos que a gente admira programam e aí um dia eu preciso fazer um relatório, o cara meu, te vira aí, dá mas cadê o Power BI? Não, Power o quê? Tablô não, meu. Aqui é SQL, my friend. E aí tá lá um diretor, um cara com 20.000 funcionários. Não, ele abre o notebook dele, digita um quer SQL, roda e é assim que a Amazon falou: "Pera aí, cara, todo aí, aí que aí parece aquela cortina, eu começo a pera aí, os big guys eles são todos téc não tão tão enferrujados como aquela história que a gente falou, né? Eh, se o diretor médico de um hospital, ele sabe fazer uma massagem cardíaca e aí de repente essa ideia toda de ter e volta para mim." E aí eu fic, cara, eu tenho que empreender, vou ter que voltar e aí eu volto pro Brasil.
Uhum.
E volto a codar. E aí eu volto a codar forte.
Já tendo esse vivido esse mundo corporativo.
É código teu na UV para caramba. Não, ainda eu sou o segundo comite maior. O primeiro ano foi só eu sibéios codando.
É que o Sibélios é ele cola coda. Ele é o muito [ __ ] em programação. É, é rádio. É um, é um, um desvio padrão. Eu ponho, eu coloco ele em 01% da internet. Eu conheço na minha época de, ah, sei lá, cheguei em algum momento ter 1000 programadores em três continentes diferentes e o Sibério estaria top dois.
É bizarro a quantidade de código, qualidade de código. E ele consegue codar com uma mão, beber cerveja na outra, xingar todo mundo na terceira.
Eu preciso conhecer esse cara e twitar na terceira. É bizarro.
Mas também um pouco, por exemplo, coisa que a gente consegue fazer no time, né?
O time é pequeno, então a gente quer ler muito, escreve-se muito. A gente é force, escreve-se muito, tá? Mas tem muito código da Eu gosto muito do front hoje. Eu gosto de umas coisas de back end.
Eu reviso muito a PR da galera, faço perguntas.
A bem da verdade eu adoraria programar mais. Calma, não tem que lidar com pessoas. É, eu te entendo. Madrugada lá.
Eu minhas madrugadas, meus finais de semanas. Agora eu tô empolgado muito com geração de código com IA generativa, etc. Engenharia de contexto. Tô tô voltando criando produtos e tal.
Todo estamos contratando, tá? Todo dev quando entra na gente ele escolhe.
Bem-vindo a UV ou um MacBook Pro M5 Top que a gente chama. É o Maxout.
Uhum.
Que que é Maxout? A gente vai na loja da Apple e MacBook Pro, né?
melhor CPU, melhor disco, melhor RAM.
Então é uma máquina que custa R$ 40, R$ 50. mil ou um Dell Inspir X também top up, ele que escolhe. E a gente disse: "Bem-vindo, se você ficar um ano e meio e dois, esse a máquina é sua." [ __ ] que legal, cara.
É legal porque aí o cara cuida, não quer nunca nunca mais quer um café na máquina e é dele, tá? Então, bem-vindo a Ub. Toma aqui.
Eu vou te falar que eu sou o cara que ia pegar um Dell.
Doesn't matter. E aí os caras pegam del.
O que que eles fazem quando ele pega o Dell? Primeira coisa que ele faz, tira o Windows e põe o link.
Format, lógico. Isso ele tira o Windows e põe um buntu, né?
Ou ou red hat, alguma coisa assim.
É, eu sou do time um bunto.
Eh, a gente roda um bto também. Dois, hoje na UV cada deve tá autorizado a gastar 100 descrição, $ com EI. E a gente já tá levando isso para 1.000, de tal forma que em que Ei vai ter. E lá no data center, tch tch tch tch tch tch, a gente tem algumas máquinas hoje que cada dev tem uma máquina virtual, no caso uma LXC, num servidor separado num ambiente totalmente segregado do ambiente de produção, que é um cluster cuber, é um uma máquina virtual com 1 TB de RAM para cada dev.
Eu ia te perguntar pra gente fechar porque o papo tá maravilhoso.
Tem, dá para falar que ti é o papo aqui.
E e Rafa, você vai ter que voltar aqui muitas outras vezes porque o papo tá incrível.
Só só convidar, cara.
E mas vocês podem conhecer o nosso escritório em Floripa, que já tá legal. O de São Paulo tá em obras, vai ficar pronto.
Po, fazer o próximo lá no escritório, pode fazer. O de São Paulo tá em obras, vai ficar pronto em abril. Eh, e a gente leva clientes, amigos e parceiros, acredito ou não, duas vezes por mês, com muita negociação, a gente leva no data center.
Pô, vamos lá, vamos, vamos gravar o episódio lá com autorização do ban do do operador de data center. É um é um tour difícil, tem uma requisitos brutais de tecnologia, é um ambiente de segurança nacional, né?
Mas a gente conseguiu criar uma, a gente tem um procedimento ISO com uma norma passa até qual caminho, como entra, como sai, quem que pode, o que que faz. Tem um tem todo um protocolo, né, que foi um ano de negociação para conseguir levar as pessoas no nosso ambiente físico.
Ó, o Rafa vai deixar o compromisso aqui que ele vai tentar levar a gente lá. Nem que a gente não faça um episódio, mas a gente faça um vídeo para conhecer o DC e saber como funcion. Vídeo não dá, gente. Vídeo dá para fazer certos vídeos, certos lugares não dá, infelizmente. Não. A parte mais, infelizmente, a parte a parte legal não dá para filmar na Não, na porta dá. Na parte má legal não dá para filmar. Tem um é um é um requisito de segurança. A gente já fez alguns vídeos, mas vamos tentar fazer alguma coisa lá que vai ser legal. Mas em Floripa a gente vai gravar. A pergunta que eu quero te fazer é você repatriando tudo isso dentro do DC.
E aí você falou que você já soltou algumas coisas muito legais aqui pra gente, que você tem muito escala com Kubernets, você trabalha com muito banco de memória, por isso que tem muita RAM, mas como o advento de A e vocês como uma empresa mega tecnológica vão começar a trabalhar com inteligência artificial mais cedo ou mais tarde? Já.
Eh, não, já estamos. Já é o segundo maior orçamento.
Você vai ter infraestrutura de Ah, belíssima pergunta. Agora de classifica.
Provavelmente não. A gente testou, tá?
Porque isso sim é muito caro.
Não, é muito caro.
Se eu botar uma TP 100, 200 lá de de Nvidia em DC, é muito caro.
A gente pediu cotação para todos os vendors, tal. Eh, por que que ela é cara pra gente, tá? Porque a gente não usa EA constantemente, tá? Hã, aí você tem capacidade ociosa.
É, eu tenho capacidade ociosa. O recurso de EA, qual que eu eu conheço b, acho que eu conheço bastante, não vou tentar afirmar nada. Conheço bastante de EA, porque a gente tá codando bastante coisa em A, tá? Hoje a gente deve gastar na UV já uns 50.000, que é só para programador, só pro time dev.
Geração de código, a minha estimativa e mesmo a nossa cloud, a gente também tem orçamento, por mais que a gente tem fato autorizador, a gente já tem custos de cloud na casa de milhões de reais de novo. A gente já tem coisas novas em cloud. Vai ser muito difícil repatriar a UV, repatriar a Ei.
Uhum.
Porque ela, a não ser que a gente consiga usar o antifraud em EI, porque EI é brutalmente, eu consigo entender o custo de um data center de EAI custar na casa de 3, 4, 5 bilhões de dólares, porque aí eu vejo alguns problemas o seguinte, você vai ter que ter GPU de qualidade no teu DC e você vai ter que fazer o manejo do modelo. Isso, cara, tem uma É, eu jamais criaria o meu LLM. Para nós é RAG, né? Éentar. Mas o problema uma GPU é o seguinte, o que que é uma GPU, tá? A gente cotou hã o que a gente consegue num plano da Anthropomphic lá com tokens lá que nos custaria 1000. Se eu fosse botar isso em hardware, largou de R$ 400 milhões deais.
É porque qual que é o problema? É é bizarro, né? As pessoas tem vários caras legais. Agora tem o Zero, não, Nexo, que roda em quatro, cinco MC Minis, né?
Uhum.
Aquele cara é lindo, mas ele é lento, né?
É. Não, não dá escala. E eu e eu começo aí quando você começa a pedir orçamento, eu já pedi orçamentos para Nvidia, Super Michael, a própria de Oracle agora de EAI e bare metal, ela é impagável.
E aí você consegue dar ideia. Eu eu comecei a ver financeiramente, é o meu, eu tenho um background fal o quanto EA é caro e é mais fácil pagar como serviço o VIPI. Não, só isso. Eu tenho certeza que muito o meu PNI tá com problema seríssimo de caixa. Eu consigo ver agora como eu tentei montar uma para mim, uma mini, o quanto que esses caras estão descasados de cara. Vou fingir o meu, vou usar meu chapéu de finança, podemos falar 10 horas sobre finanças, tá? E ai ela vai ficar brutalmente mais, cara.
ela tem que ou então todo mundo vai quebrar junto.
Outra coisa, os modelos, não sei quantos que acho que as pessoas não conseguem entender o quanto modelo de EAI ele é tosco na quantidade de permutações que faz. Você perguntar, sei lá, um token prompt que você pega lá 25 perguntas lá num chat GPT, aquilo vai mover de 250 a 300 milhões de operações na GPU.
Sim. É, é inimaginável o, eu lembro, eu lembro até hoje que quando a gente aprendia a inteligência artificial na na faculdade, um dos modelos mais custos era o de evolução natural, correto?
Que você tinha eh você fazia, simulava a teoria da evolução com bips, né? com com bips isso. Você criava uma população de soluções, avaliava soluções e aí criava uma nova solução que era filha daquela outra e aí tentava chamava algoritmo genético, correto?
E aí você fazia algumas algumas interações, só que era muito muito muito custoso, porque você tinha que calcular cada solução, avaliar cada uma delas, evoluir ela, né? pegar as mais preparadas, as mais selecionadas e cruzar elas para dar origem a uma nova solução. E aí nessa nova população avaliar todas, pegar as mais avaliadas e aí você chegava numa solução otimizada depois de 10, 20, 30 eh gerações, né?
Gerações.
E isso já era absurdamente caro do ponto de vista computacional computal.
E o modelo de LLM que a gente tem hoje usando os Transformers é muito mais custos. Não, ele é ele é ele é lindo. Eu eu adoro algebra linear, né?
Não sei, acho que tem alguns tem dois, três vídeos no YouTube que explicam muito bem. Tem alguns vídeos de 6 horas, explica do zero. Já assisti algumas coisas, né? E o paper do Google também vale a pena ler. Quem não all that need is attention, né? É um belíssimo paper, né? O paper original.
Mas quando você para para pensar é quase um brute force.
É, é, é quase isso.
Ei, Ei, hoje é brot force, tá? O, a gênesis do modelo, né? O modelo que eu mais estudei até então é o Lama, né? O Lama, né? Do Facebook, cara. Pega toda a internet, passa por esse ralador de queijo aí, né? E e cospe do outro lado, né? O que que eu acho que vai acontecer em algum momento certos modelos de inferência? Porque gerar o modelo é gerar o modelo só os Estados Unidos e a China consegue. OK. Acabou. Nenhuma outra nação, nenhum, nenhuma outra nação é que nem a bomba atômica. Tem uns aí que tem tipo minimx e tal ali que eu quero que Mas high end high end é Estados Unidos cons é que nem a bomba atômica, nós estamos vivendo aqui o novo Manhattan Project, tá? o capital de gigaw de energia que é necessário de você ter um data center que que cria um lhama ou que cria um um OPO 5.2, sei lá, esses modelos mais modernos, cara, é é absurdo, é absurdo. Já tá falando assim, sei lá, energia de taipol por dois meses. É tipo, é nesse nível de paranoia, no fora todas as permutações que acontecem nesses hardwares lá dentro. Então é tipo um Manhattan Project, você requer um capital intelectual, um capital de energia, capital de infraestrutura, eh quantidade de fibra ótica de cabos, pessoas que aparecem água e e alavancado, né? Então, não necessariamente você tem um retorno imediato dessas empresas, mas você tem uma corrida de quem vai ser o pioneiro, quem vai ser o dominante do mercado, né?
Para mim brutal que eu mudei isso radicalmente em novembro do ano passado.
O meu orçamento de TI, eu tô convencido, como CEO da UV, que em 2 anos EAI passa todo o resto de qualquer orçamento que eu tenho. E eu acredito que isso vai acontecer com todos toda e qualquer empresa, desde um cara que tem um blog até grandes seguradoras ou a, sei lá, Petrobras que deve ter o maior orçamento de TI no Brasil. Se ela gasta, sei lá, R$ 10 milhõesais mês em cloud hoje, em dois anos ela vai estar gastando R milhõesais em cloud e R$ 30 milhões em Isso vale um corte, hein? Notem aí.
E eu me convenci de tamanho é o impacto na UV hoje com EAI. E ele por que que ele por que que eu acho isso? Porque o nosso orçamento de cloud ou de infra, queira fale como queira, cresce 5% ao mês e o dia dai cresce 25 30 ao mês.
Uhum.
Nessa explicação. Então eu fiz essa é quase linear. Eu fiz a, eu fiz a progressão geométrica disso, progressão linear, regra de três, raiz quadrada, um pouco de bruxaria de orçamento. Eu falei: "Caramba, pera aí. Em anos meu orçamento de cl de EAI passa a qualquer outro orçamento da empresa." Muito bom ver teu ponto de vista, meu caro. A gente já estourou o nosso tempo, o episódio tá incrível.
Eu gosto de episódios longos. Aí vai ter que voltar mais umas três ou quatro vezes pra gente continuar esse par. A gente pode falar sobre economia brasileira, a gente pode falar sobre e-commerce, táticas de marketing, você tem que vir aqui para falar de repatriamento de workload pra data center. E aí eu quero conhecer seu CTO, quero que a gente converse mais sobre isso, porque isso deixou um gostinho aqui da galera entender como é que vocês estão operando isso, porque vocês estão sendo pioneiros em fazer isso sem overhead.
A gente é bom em quebrar paradigma. A gente quebrou três e já deixo o convite esse ano.
Todo ano eu me prometo algo muito difícil, OK? Esse ano a gente vai anunciar algo muito especial para mim.
Olha para aquela câmera ali.
Esse ano será no há três anos atrás a gente repatriou a nossa cloud. Dois anos atrás a gente se tornou a mais rápida restituição a virar participante direto.
E esse ano nós vamos anunciar algo muito especial. Esse é o meu projeto pessoal pro ano e a gente vem contar em primeira mão para vocês aqui.
Conte contar agora, cara.
Não posso. Eu deixo.
É um hardware.
É, é um hardware.
É um hardware.
Legal.
Alan K. Quem gosta do próprio software ou quem valoriza o software constrói o próprio hardware. Então a gente tá construindo um hardware, vai lançar aqui com a gente.
Lanço com você em primeira mão. Te convido pro lançamento. É. Eh, de novo, Brasil muito carente em hardware, muito carente. E a gente é louco de produzir um hardware no Brasil. A gente vai fazer isso aqui.
Incrível. Quero conhecer. Show de bola, Rafa. Obrigado, cara. Que episódio [ __ ] Muito bom trocar essa ideia contigo.
Você que acompanhou a gente até agora, muito obrigado pela audiência de vocês.
Se esse episódio contribuiu de alguma forma pra sua, pro seu conhecimento, pro seu entretenimento, pra sua carreira profissional, você pode contribuir conosco. Primeiro, você pode ser membro do PPT no Compila. Você pode ir lá do lado do botão de inscreva-se, você já vai estar inscrito, tem lá, seja membro, você vai ser membro do PPT no CPILA e vai contribuir mensalmente com valor aqui pro PPT, pra gente bancar a nossa operação, pagar a cerveja que a gente oferece pros nossos convidados, pagar a cerveja do Google que tá ali na operação e deixar a gente cada vez mais robusto para produzir conteúdo para você. Se você não pode contribuir dessa forma, você já contribui muito distribuindo o nosso episódio por aí, né? Manda no Teams, no WhatsApp, no Telegram, na rede do Banco Central que o Rafa participa e distribui o episódio aí, faz a nossa comunidade crescer, que você já ajuda demais dessa forma. Rafa, ob deixa eu dar um último adendo, tá?
Eh, eu tô sempre no X, né, no Twitter e eu tenho todo o tempo do mundo.
[ __ ] se alguém tiver alguma pergunta, eu posso não responder. O e-mail é uma porcaria. Eu não gosto de e-mail, já perdi paciência. Me manda muito spam no e-mail. Eu tenho todo o tempo do mundo.
Eu só cheguei aqui porque pessoas muito queridas me ajudaram em momentos que eu tava até muito mal financeira ou a minha emocional. Então hoje se alguém tem alguma coisa sobre carreira, sobre esse salto de sair, de sair do mundo corporativo, dúvidas sobre arquitetura, sexo dos anjos, eh qual banco de dados você gosta, eu tenho todo o tempo do mundo. Eu acho tempo para falar com pessoas interes. Então se você tá lá, eu tô no Twitter, Rafa Turk, e marca lá, tretas também são bem-vindas, a vida tem que ser divertidas em alto, vamos deixar as redes sociais desse cara aqui na descrição do episódio. Vamos deixar aqui o X, vamos deixar também o link LinkedIn. LinkedIn funciona LinkedIn uma vez por semana eu entro lá, dou uma agitada e volto.
LinkedIn é chato para [ __ ] O LinkedIn é maravilhoso. É que ele foi prostituído por um b de gente vendendo vendendo coisas até.
Obrigado, pessoal. Segue o o o Rafa aqui nas redes, troca uma ideia com ele e vamos lá. Bora. Брас.
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