OnStar: Carros conectados e a Revolução de Dados na GM
Convidados
Rômulo Barbosa
Fundador @ Techrom
José Pinheiro
Data Analytics @ GM
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Você já se perguntou como as grandes montadoras gerenciam a montanha de dados gerados pelos seus carros conectados? Neste episódio imperdível do Podcast PPT Não Compila mergulhamos fundo na OnStar e na General Motors para desvendar a revolução de dados que está transformando a indústria automotiva. Descubra como a GM utiliza a tecnologia para ir além da segurança, criando uma experiência de cliente hiper-personalizada e redefinindo o futuro da mobilidade. Com a participação de José Pinheiro, Data Analytics Lead na GM, e Rômulo Barbosa, Fundador na Techrom, esta conversa revela os bastidores de um gigante. Exploramos a fundo o que é o OnStar — muito mais que um botão de emergência — e como a telemetria veicular gera um "oceano de dados". José Pinheiro detalha a rigorosa gestão de dados e a conformidade com a LGPD, desmistificando o uso da informação e o papel crucial de ferramentas como Data Bricks na ingestão de dados. A discussão aborda a importância do letramento em dados, a aplicação prática da IA e automação na GM, e as perspectivas para o futuro com os carros elétricos e tecnologias como o Super Cruise, que prometem uma direção cada vez mais autônoma. Entenda por que a GM prioriza a experiência do cliente em cada dado coletado e como isso se traduz em valor real. Não perca esta aula magna sobre inovação, segurança e o poder dos dados. Se este papo acendeu uma luz, deixe seu like, inscreva-se no canal para não perder os próximos episódios e compartilhe com quem precisa entender a fundo a transformação digital no setor automotivo. Sua participação nos ajuda a continuar trazendo conteúdo de qualidade!
- Abertura: Da Experiência do Cliente à Gestão de Dados na GM
- OnStar Desvendado: Segurança, Emergência e Conectividade Veicular
- LGPD e Compliance: Como a GM Protege Seus Dados Sensíveis
- A Pirâmide da IA e o Desafio dos Dados: Estrutura Global e Soluções Locais
- Colaboração Data-Driven: BI e Áreas de Negócio na GM
- Governança e Democratização de Dados: Autonomia Local e o 'Golden Source'
- Dados vs. Informação: Evitando os 'Datapântanos' e Focando em Valor
- Visão 360 do Cliente: Personalização com CRM e Web Analytics
- OnStar como Assistente Inteligente: O Futuro da Interação no Carro
- Conselhos para Profissionais de Dados: Priorização, Aprendizado e Soluções Simples
- Revolução Elétrica e Autônoma: O Impacto no Mercado Automotivo
- Comunidade Tech e Troca de Experiências: Crescimento Contínuo
Isso é uma coisa que para nós é muito forte dentro da GM. Não é um projeto por um projeto, não é dado por dado, mas é sempre voltado para melhorar a experiência do cliente. O cara quer que a equipe faça milagre com o IA sem ter condições, sem ter dados, sem ter de fato matériapra para construir um produto digital. A democratização dos dados existe tanto para que a gente não tenha trabalho, esforço duplicado, quanto também para já disponibilizar algo que já esteja pronto. Tô passando por um local que eu tô não tô me sentindo muito confortável, eu aperto ali o botão do OnStar e falo pro atendente, fala: "Eu gostaria que você fizesse o acompanhamento seguro comigo aqui durante esse trajeto." Muito bem. Muito bem, meus amigos do PPT não compil. Estamos aqui para mais um episódio e hoje eu quero saber, Ron, se você tem mantido a sua, os seus registros do seu automóvel em dia.
Cara, é uma boa pergunta.
Pergunta para mim.
Eh, vou te voltar a pergunta se você tá guardando as informações do seu carro.
Eu não tenho carro.
Então são dois.
Então mais um motivo pra gente perguntar quem entende de carro. Quem que tá aqui para para falar com a gente que entende do assunto, Ron?
Eh, é o José Pinheiro, conhecido como JP.
Eh, ele é um, enfim, é o responsável pela parte de data analytics da GM. Eh, e vai falar tudo e mais um pouco sobre dados, sobre Se tem um cara que entende carro e dados, é esse cara.
É esse cara.
Isso aí, JP, dá um oi pra galera aí.
Boa, turma, obrigado por tá aqui. Eh, bom, meu nome José Pinheiro, JP, para quem não me conhece, para quem conhece também, JP.
Que bom, né? nome.
Eh, eu estou como líder da do time de business intelligence dentro da GM. Tô indo para 18 anos de GM e 27 anos de mercado automobilístico.
Caraca.
É. E [ __ ] mas tu tem 18 anos com essa cara?
Como é que tu tem 27 anos de car? Quase isso. Quase isso.
E lá dentro da GM, né, dentro desse time de business inteligência, eu diria que tudo que é referente a dados, né, a para gerar valor, gerar insite paraas áreas de negócio, eh eh com a gente da do ponto de vista da América do Sul.
Então, temos ali time de jornada do cliente, de customer journey, né? Eh, experiência do cliente, ah, o time de web Analytics e digital performance e também o time de Dir Analytics e Automation. Então, todos os times ali que aonde a matéria prima que nós precisamos ter são os dados. Então, trabalhamos com os dados, amassamos esses dados, geramos insightes, geramos valor para tanto melhorar a experiência do cliente quanto para gerar valor para dentro da companhia.
Cara, tô ansioso para esse papo aqui, Cão, porque já tô pensando aqui nas perguntas que eu vou fazer para esse car.
Eu também, principalmente na parte de dados, né?
Exatamente.
Bora lá.
Vamos lá que o episódio para muito bom.
você vai entender como é que funciona que a área de dados da GM, qual o papel desse cara. Vamos falar sobre os serviços que a GM oferece, eh, sobre os dados que a GM faz a ingestão aqui são muito mais dados do que você imagina.
Como ela lida com essas coisas, com questão de privacidade, governança de dados, etc. Você que é um profissional da área de dados, vai ter um raio X aqui de como uma das maiores empresas do mundo trabalha com dados. Então vamos lá que vai ser uma aula magna sobre o assunto, né, R?
Super cara, super legal e também tô curioso até para saber das novidades futuras.
Exatamente.
Como é que não dá para falar? É, então assiste que que que você vai curtir. Mas antes, se você ainda não deixou seu like, se você ainda não é inscrito no canal, sabia, Ron, que 54% das pessoas que nos assistem não são inscritas?
Poxa, você tá perdendo tempo. Por favor, se inscreva, dá uma moral pra gente, se inscreve no canal, vai lá no Spotify, dá cinco estrelinhas pra gente, ajuda a gente a crescer a nossa comunidade, levar mais informação para quem gosta de tecnologia, para quem aprende com a gente, com quem a gente se diverte com a gente. Então, vai lá, dá uma moral, se inscreve no canal, deixa o seu comentário aqui. Se você gostar um tanto da gente assim, você pode ser membro do PPT no CPIL. Vai lá no YouTube, seja membro, vai contribuir aqui com uma graninha para pagar o cabeleireiro do Rome. Então vamos lá que o episódio tá muito bom e vocês vão curtir muito.
Bora.
Uma coisa, Ron, que eu sempre fiquei curioso para saber e agora eu tenho a oportunidade de perguntar diretamente da fonte, passava aqueles comerciais de carro top e tal, e aí sempre falava, incluído a fantástica tecnologia OnStar, que geralmente era um botãozinho no retrovisor assim, ó.
Isso aí.
Qual que é essa parada, JP?
Cara, o Onstar ele é um serviço de segurança, emergência e conectividade, né? Embarcado nos veículos Chevrolet, né? Então assim, é um é algo com o perfil de ser realmente democratizado, porque você tem isso desde os veículos mais de entrada até os veículos mais premium.
Então, em outras palavras, né, um anjo da guarda seu ali dentro do carro, né?
Então, dentro do contexto de segurança, ele ele pode te ajudar em casos de emergência, como por exemplo, um acidente. Então, os sensores, né, deflagram ali e tal e e tem um módulo de telemática dentro do carro que ele estabelece uma uma ligação com o call center, né, o central de atendimento nossa, que é 24x7. Então, sempre vai ter uma pessoa para te atender, nunca vai ser uma ura, né?
Então, vai ter uma pessoa ali e ela vai e ela vai ficar com você até você ser socorrido. Então, por exemplo, no nesse nesse caso de acidente, ah, ela confirma, né, se a pessoa precisa de atendimento ou se a pessoa não responde, porque pode estar desacordada, né? E mas é um módulo de voz conversacional que tem no carro. por uma chamada pelo carro alofalante em em tipo, não depende do seu celular, nada. Tem nesse módulo de telemática, ele tem conectividade.
Ah, tá. E aí, então eu tenho sensorização no carro.
Isso.
E essa sensorização entende se teve alguma colisão, etc.
Colisão. E abre a chamada automaticamente.
É proativo já. proativo, você não aperta botão nenhum através da dos sensores de colisão, ele estabelece essa chamada com call center.
Legal.
Ô JP e e aí curiosidade, ele também se conecta com a a seguradora, por exemplo, o usuário tem um tem um eh tem isso ativado e aí também tem o seguro, sei lá, com qualquer uma seguradora. Ele faz alguma conexão ou não? Não tem.
Não, não. É direto com a nossa central de atendimento de novo, né? Isso é um serviço, né? dentro dos veículos, né?
Mas é é 100% nosso call center, não tem nem nada relacionado com seguradoras. E aí isso falando da parte de segurança, mas não é só isso, né? Então, por exemplo, tem a parte de conectividade.
Parte de conectividade a gente pode separar em algumas algumas frentes.
Então, por exemplo, comandos remotos.
Então, eu consigo dar partida no carro pelo meu celular.
Então falar: "Ah, mas não é útil. É útil para caramba, ainda mais no Brasil.
Então, se eu tô numa cidade, verãozão, tô na praia ou tô numa cidade muito quente, tal, o que que eu faço?" Eu ligo a partida remota do meu carro, ele com o ar condicionado digital, eu consigo configurar o ar condicionado para [ __ ] já entras, cara. Isso é muito legalando. Isso é muito legal. Então, esse é um exemplo de conectividade.
Outra coisa que eu consigo saber, vamos supor, eu emprestei meu carro pro meu filho, eu quero saber onde é que meu filho tá, eu consigo localizar o carro, eh, os veículos elétricos, eu consigo programar a minha viagem para um, vamos supor que eu vou fazer uma uma viagem mais longa ou eu tô com menos bateria e eu quero programar ali, fazer uma viagem programada com com os pontos de carregamento. consigo fazer isso também.
Eh, que mais? Ainda também dentro da conectividade, Wi-Fi, o carro tem um Wi-Fi embarcado e por uma questão, né, que é pelo mesmo modal de conectividade do do módulo de telemática. Isso. Do módulo de telemática. Então, eh, e por uma questão aí de física mesmo, né? Porque eu tenho física, que eu falo física fisicamente, né? Eu tenho dentro do carro uma antena maior, então eu consigo ter uma potência de sinal maior do que um celular, por exemplo, né? Então eu vou perguntando, você vai respondendo até onde você pode, tá? Eh, essa conexão é o quê? Ela é 4G, 3G, é satélite?
Não é satélite, é power by Claro. Nossa parceria é com a com a Claro. Então, toda a cobertura eh Claro Brasil, não só Brasil, né? na verdade como América do Sul, né? Nós atendemos toda aqui no nosso cluster, toda a América do Sul.
Entendi.
Então ele usa a mesma rede móvel da Claro.
Isso. E a gente trabalha muito próximo da Claro para ir melhorando essa cobertura de sinal, entendeu? Então esse existe um time de backoffice, né, que tem ali uma uma parceria mesmo junto com a Claro, né, e uma e não só parceria do ponto de vista de pedido de ajuda, mas tem uma operação, uma pessoas da Claro, né, que que trabalham integradas junto conosco ali e tal.
OK, faz todo sentido, né?
Se alguém pode dizer aonde tá a intensidade de sinal mais fraca ou mais forte, são vocês que tem carros circulando no Brasil inteiro, né?
Sim. Sim. Então assim, é um serviço de emergência e segurança e conectividade.
Então assim, essa parte do Wi-Fi também é muito legal, porque tipo assim, eu tô indo viajar com a minha família, ah, eu quero deixar um entretenimento dentro do carro, então você consegue também viabilizar esse tipo de coisa.
Ah, eu sou um motorista de aplicativo, então eu quero disponibilizar eh esse recurso pros meus eh eh clientes ali dentro do carro. Então são são produtos ali de de conectividade dentro do do dos veículos Chevrolet.
Pô, que legal. E como que é essa telemetria que tem dentro do automóvel?
É um módulo de telemática mesmo, né?
Então ele tem ali um dentro da, né, de toda a rede, vou falar assim, dentro do do automóvel, comunicando com os diversos sistemas que nós temos, né? Então, o sistema de eh freio, sistemas motor, enfim. E aí conforme a rede, né, consegue informar se eventualmente tem algum problema ou não, ele ele informa, então ele coleta esses dados, então a gente consegue trabalhar com esses dados proativamente em prol do cliente. Então isso é uma coisa que para nós é muito forte dentro da GM. Não é um projeto por um projeto, não é dado por dado, mas é sempre voltado para melhorar a experiência do cliente.
Cara, mas isso é muito louco porque você tem um oceano de dados incrível. Tipo, você pode plotar um um telão lá na GM e dá um zoom no Google Maps e ó, tem um cara ali, ó, passando na marginal agora que tá com a revisão atrasada.
É. Uma uma coisa importante de enfatizar também essa questão da LGPD.
É isso que eu i te perguntar, como é que é feita essa gestão, porque sem além de ser muito dado, são muitos dados sensíveis sobre muitas pessoas, né?
Sim. Sim. Então, assim, a GM, eu tô para ver uma empresa que respeite tanto a parte de segurança como a GM respeita.
Então, eh, tudo dentro do contexto de, eh, eh, aceite do do cliente em compartilhar as suas informações, né?
Então, e aí eu tô falando, por exemplo, eu não consigo saber aonde que o cliente tá porque eu quero, né? Então, assim, são é é quando acontece um evento.
Então, por exemplo, o que que é um evento? Ah, aconteceu um acidente e aí eu preciso prestar um serviço pro cliente. Aí nós sabemos aonde esse cliente está, que aí entra naquela cláusula do uso legítimo, né? Isso. Isso. Então assim, esse esse exemplo que você deu, por exemplo, para nós, não isso não existe.
Então, ah, eu tô vendo o cliente ali passando na marginal ali. Não, não existe. O que a gente eh tem dentro do Onstar, quando o cliente vai fazer a sua ativação, a ativação da sua conta dentro da jornada dele ali, ele consegue colocar a concessionária dele de sua preferência.
Uhum.
Então ele cadastrando essa concessionária aí, ou seja, ele deu consentimento, falar: "Eu quero compartilhar os meus dados de manutenção, de de preventivos e tal para essa concessionária que presta serviço para mim".
Aí essa concessionária pode ver o o por exemplo a informação de que, vamos supor, ah, o carro do Wellington tá chegando próximo da revisão dos 10.000 km, por exemplo. Então ele só recebe essa informação, nada mais.
Então ele vai ele vai ter lá a informação do do Wellington para revisão de 10.000 km.
E aí ele pode ser proativo de fazer uma promoção, uma coisa do tipo.
Isso é isso. Então ele é convidado para vir. Mas assim, a rede de concessionárias não tem nenhuma informação além dessa. Não sabe onde o cara tá, não sabe, não sabe nada, nada, nada, nada.
Então, a GM é muito, muito, muito rigorosa em relação a essa parte de compliance, LGPD e tudo mais.
Eh, acho que só o eh, minha curiosidade é mais do agora olhando do do no do ponto de vista do do back end, né?
enorme de dados. Eh, o quanto isso e a GM consegue obviamente explorar do ponto de vista de jornada do cliente, de falar: "Olha, eu tenho tais clientes desse modelo de carro que tem tal tipo de perfil ou tem esse tipo de comportamento, o que que a gente pode fazer de ação?" E obviamente pensando do ponto de vista também da companhia de melhoria, de eficiência, né? que de novo é uma quantidade enorme de dado que deve extrair muita coisa interessante, imagino, né?
Sim. Então, falando, por exemplo, dessa parte de dados, eh, nós conseguimos ter ali, né, como vocês comentaram, uma volumetria de dados muito muito grande, interessante e ao mesmo tempo benéfica para o cliente. Então, por exemplo, o que nós utilizamos são eh é e uma análise, por exemplo, preditiva para entender ali qual que é o melhor eh approach para ter com você. Então, vamos pegar um exemplo aqui. O o home ele tem um um determinado perfil eh de uso de OnStar. Vamos supor que ele usa mais a conectividade voltada para Wi-Fi e você tem uma um usa mais comandos remotos. a comunicação de vocês vai ser diferente.
Então eu consigo como GM comunicar com vocês de forma diferente, uma forma mais hiper personalizada, assim, vamos dizer.
Então assim, eh eh dentro desse contexto, a gente utiliza a informação para trazer um retorno de um benefício pro cliente. Então o que que é interessante para ele de acordo com o que a gente vê, que é o perfil dele, né?
Então, por exemplo, ah, eh, se eu vejo que o Hon ele tem ali um é um picapeiro, é um cara que curte picap, eu não vou oferecer para ele um outro perfil de veículo, né? Então, por exemplo, se eu entendo que o Hon ele tá numa, ele tem ali os dados históricos dele ali mostram que ele ele costuma trocar de carro ali a cada do anos, então a gente consegue fazer algo ali para manter esse relacionamento com o cliente de forma bastante assertiva, né? Então, e o OnStar é fundamental para isso, né? O OnStar ele eu diria que aí em torno de 50, 60, 70%, dependendo da da das plataformas, e eh ele é super relevante nessa nessa tomada de decisão do cliente e tudo mais, né? e adesão, adesão do cliente, porque assim, isso quando o cliente compra um carro GM, ele opcionalmente pode habilitar ou não, ou, ou já vai automaticamente.
Legal sua pergunta, porque daí vai entrar um pouco ainda no no contexto da explicação na continuação do OnStar.
O o que que é dentro desse contexto, né, do cliente, ele ele pode sim, durante o onboarding dele, ele pode declinar, né?
Ele falar: "Ah, não quero, ele declina, não ativa o Onstar". Mas se ele ativar, ele tem um período de degustação ali longo, até dependendo da de caso a caso, mas é um período longo para ele conseguir degustar. Então ele fica com com um estar ativo um bom tempo ali para ter essas experiências de conectividade, de emergência, segurança, ele perceber o valor, né?
Total. Então assim, até me passou aqui pela cabeça agora uma parte de emergência muito legal, um serviço muito legal que a gente tem, chama bom samaritano. O que que significa o bom samaritano? Eu posso chamar um serviço de socorro, não apenas para mim. Se eu tô passando numa estrada, eu vejo um acidente numa determinada quilometragem, eu aperto o botão vermelho ali do do SOS, abro a chamada com Contact center, passo as orientações e eles vão mandar o serviço de emergência e segurança para aquela pessoa.
Obviamente um que é um usuário gemme, a pessoa é que não não. Eu eu apenas tendo o meu plano. É isso aí. Eu tendo, eu tendo o meu, o meu Onstar ativo, tá dentro do meu, do meu plano, do meu pacote, então eu posso utilizar, né? Então, cara, é muito legal. Eu sou suspeito para falar porque eu sou apaixonado por isso. Daí é uma coisa que que eu costumo dizer pro pro pessoal que não é só um trabalho por um trabalho, não é tecnologia por tecnologia, cara. É, eh, a gente ajuda literalmente a salvar a vida das pessoas, sabe? Então assim, é algo que eu tenho muito orgulho de dizer assim, uma pergunta, JP, você que que é um cara de dados que deve claramente ter um conhecimento do LGPD muito mais profundo que eu. Eh, aí é dúvida mesmo, tá? Eh, o LGPD proíbe você de usar os meus dados eh sem a minha permissão, de modo geral, né? Claro, tem aquelas exceções de uso legítimo para prestação de serviço, etc.
Mas essa restrição, ela é de um modo mais amplo ou ela é só quando o dado tá personalizado e você sabe que é meu? Por você vai entender quando eu dei esse exemplo cl mais claro. Se a GM quiser fazer, por exemplo, uma campanha Uhum. para vender um novo modelo de um veículo que já existe. E aí ela quer traçar o perfil dos consumidores que usam esse veículo. Ela poderia, por exemplo, utilizar esse dado para saber, ah, não, os caras que têm esse modelo de carro são pessoas que viajam mais, porque elas passam mais de e entre estradas, etc. Elas acessam mais rodovias, etc. Aí eu posso usar, por exemplo, para personalizar a minha campanha de marketing ou a lei também vede esse tipo de uso?
Bom, na na parte de geolocalização não existe isso. Então, por exemplo, ah, tá passando por um determinado local, isso não.
Mas aí é personalizado, é meu, né? Você saberia que sou eu? É, mas a gente não usa essas informações de geolocalização.
Entendi.
De geolocalização não.
O que se você aceitou os termos e condições do OnStar, a gente pode usar, por exemplo, para entender o seu perfil de carro. Então, por exemplo, qual carro você tem?
Que que tipo, qual que é a sua usabilidade? Não, no sentido de dirigibilidade, isso não. Perfil de não, isso não de hipótese alguma.
Então, mas e de qual carro que você tem, qual que é a sua jornada como cliente? Da onde que você veio, qual carro você tinha, tal, justamente para te trazer uma proposta melhor de acordo com o teu perfil. Mas do ponto de vista de geolocalização, aonde ah o cliente passa mais por aqui ou por ali, não ou padrão de comportamento também absolutamente não.
Então eu não poderia, por exemplo, chegar numa conclusão de, ah, os caras que têm o determinado de carro, o carro X, eles aceleram mais do que os outros.
Então, fazer uma campanha, entendi. Mesmo se o dado for coletivo e tiver descaracterizado, nem meu time tem acesso a essa informação.
Pô, que legal. Então isso é hiper seguro assim, é uma coisa que, de novo, eu tô para ver uma empresa que leva tão a sério essa parte de segurança quanto como a GM.
Não tem como ser diferente, né, cara?
Porque é muito dado sensível, né?
Total.
É muito. Você sabe o padrão de comportamento da vida da pessoa.
É. Então assim, não, isso não existe.
Juntar o que o Onstar sabe por você e o Google já era.
Pois, pois é, é verdade.
Pois é. Eh, JP, e pensando do ponto de vista de desafio, né, de novo, esse volume de dados que que você que vocês capturam, como é que é a gestão interna, como é que vocês tratam esses dados, o que realmente eh como é que a a infraestrutura para você trabalhar esses dados, complementar a pergunta dele que aí você já responde uma vez, tá?
Como é fazer ingestão de um tsunami de dados desse boa de uma vez só? Porque cara, deve geralmente dado de sensorização a IoT.
Sim.
É um caminhão, né? Porque geralmente série temporal, etc.
Sim. Aí nesse caso, nós somos clientes.
O meu time é, explicando um pouco para vocês, meu time de um time de business intelligence.
Uhum.
Então, dentro desse time de business intelligence, eu diria que tudo que é referente a dados para que a gente transforme em soluções digitais e com o meu time, falando de América do Sul.
Uhum.
Mas a parte de dentro do OnStar, essa toda essa parte de engenharia de dados é uma arquitetura global.
Ah, então nós somos clientes.
Então, por exemplo, quando nasceu era num sistema ones, agora migrando pra cloud. Então, eh eh eu tava até comentando com o R um pouco antes, meu eh o Data Bricks para nós é um game changer assim, né? é algo que foi um divisor de águas do ponto de vista de de solução, né? Então, um abraço de Tab Brix, vamos conversar.
Já tiveram aqui inclusive, né? Duas vezes.
Já tiveram aqui duas vezes.
E é é foi um game changer assim, né? O que eles oferecem é bem sem jabá nenhum, mas é é muito bom. É muito bom. Então, assim, respondendo a tua pergunta, somos clientes, né? Então, o que o que o meu o meu o meu time faz é é, por exemplo, esse vou falar o exemplo do meu time de Deira Analytics, Deira Science e tal, essa essa galera mais técnica ali.
Nós temos ali um alinhamento com o time global, mas também com autonomia local.
Então, vamos supor, vai ter algum desenvolvimento ou alguma necessidade de desenvolvimento?
Tá previsto pelo para acontecer globalmente? Tá. Então beleza, a gente não precisa tomar ação nenhuma ou não precisa colocar em pipeline nenhum, mas se tem uma oportunidade local de alguma vez tem nossos jabut cabos por aqui, né?
Brasil sabemos bem, né? Parte tecnologia a gente sabe bem disso, nem nunca, né?
É, então assim, é uma solução para para em benefício de novo, né? em benefício do do business ou em benefício do cliente e tal, experiência do cliente de desenhar desenharmos alguma solução digital para isso. Então aí sim, aí a gente vai pegar, por exemplo, ter todo esse cuidado de construir ali uma base de dados robusta, higienizada e tudo mais para ter ali uma a uma matéria-pra. Eu acho que o e é um um termo que eu gosto de usar e para nós isso faz bastante sentido, né? o o dado é a matéria-pra gente construir qualquer coisa, né? Então, do ponto de vista de solução digital, né? Eu costumo brincar que, né, o termo AI, né, o hype que tá, tá lá, imagina uma pirâmide, tá no topo da pirâmide, mas temos diversas camadas aí dentro dessa pirâmide, né? Então, as pessoas na base, para mim, as pessoas têm que estar na base, capacitadas, tem que estar letradas, as pessoas certas nos lugares certos, tendo ali processos bem estabelecidos, gerando dados, esses dados estruturados, tem uma outra camada em cima ainda antes de chegar na IA, uma camada ali de RPA, de automação para automatizar esses processos que estão sendo gerados. Aí eu posso falar de A no final.
Sim. Se a gente não tem isso, cara, muita gente quer pular direto para Iá, não dá, senão a gente só faz gatinho com capacete de astronauta.
Boa.
É verdade.
É verdade. O cara já cai no hype, né?
É.
E aí tem o o o se que se acha um deus, né? Ele olha para baixo pra equipe e fala: "Faça-se aá", né? e nunca se estruturou, nunca teve um trabalho de governança de dados, nunca teve insumo para ter matériapra, como você bem colocou, JP, e o cara quer que a equipe faça milagre com o IA, sem ter condições, sem ter dados, sem ter de fato matériapra para construir um produto digital, né?
Sim. E assim, cara, mas isso é uma coisa que eu lá a gente tem bastante, não vou chamar sorte não, mas assim, eh eh graças a Deus assim funciona bem, porque cara, a nossa liderança entende muito bem essa essa estrutura. Então essa estrutura e necessidade, né, de ter ali, sabe que não é estalar de dedos, tem um desenvolvimento por trás e tudo mais. E longe da gente tá e a tá estamos todos aprendendo, né?
Então assim, estamos aprendendo, é, estamos muito longe de tá, nossa, os caras já estão fazendo algo, não estamos trabalhando sim, mas em curva de aprendizado, como todo o mundo, né?
Então lá não é diferente.
É que a gente eh eh imagina que uma empresa como a GM, ela já é data driven, muito antes do data driven ser de fato um pré-requisito para Iá, né?
Porque não tem como ser diferente. Uma empresa que que lida com produção, demanda de mercado, precisa lidar com dados de uma forma mega profissional, né?
Sim. E assim, eh, o que que acontece também falando de somos literalmente uma empresa centenária, fizemos 100 anos aí, né? Então, eh, mas os dados não eram nesse formato, né? O Data Break chegou há pouco tempo, então assim, tinha muitos sistemas legados, né? Então, assim, o desafio era muito maior, né? Hoje em dia, com a questão de cloud e esse tipo de de solução, facilitou demais a a nossa vida. muito, muito, facilita demais o desenvolvimento.
Eu imagino também que deve ser interessante, eh, porque o teu time, na verdade, também que supre as áreas de negócio no sentido de, cara, a gente identificou essas oportunidades, estamos vendo esse tipo de perfil e vamos fazer campanha, putz, tá, pode ter problemas aqui, vamos fazer alguma ação específica para não gerar problema nas concessionárias do ponto de vista de problema, recall e algo do tipo. Então imagino que deve ser muito interessante o trabalho que vocês fazem para ajudar as áreas de negócio a tomar as decisões mais rápidas, né?
Total. Na minha área hoje, né, dentro dessa área de serviços digitais, é muito muito próximo ali, literalmente junto com a área de OnStar, mas não única e exclusivamente Onstar. Então eu atendo a empresa inteira. Então, minha área hoje trabalha com todas as áreas, área de vendas, área de RH, área, então eh eh qualidade. Então isso sim, o que você tá falando é é um fato. Então isso para mim inclusive é uma das coisas pela qual eu sou apaixonado pelo que eu faço, porque nunca é a mesma coisa todo dia. Então tem um projeto hoje que tem um escopo, mês que vem tem outro e ali tem outro.
Então assim, é algo que abre um leque de oportunidades muito interessantes, inclusive pra gente trazer pessoas, né, de de com plano de desenvolvimento e tudo mais. Então, eh, esses desafios para nós, assim é algo que que e mexe, né? A gente que gosta de tecnologia, então é algo que mexe muito de de no sentido de ser muito satisfatório, né?
Então, de novo, não é simplesmente, ah, vou fazer um projeto aqui de dados, mas para quê? É só legal? É, mas não tá drivado em resultado nenhum, não. Então, não faz muito sentido. Ah, nunca fizemos isso, já, já demos cabeçada lá atrás, quem nunca? Então, mas aprendemos, né?
Então, hoje é muito data, como você disse, data driven. Então, tem que tá linkcado de alguma forma com o resultado da empresa, né? principalmente quando a gente fala aí de experiência do cliente.
Quero falar com você agora que ainda não conhece a Clever. Clever é uma empresa que já tem mais de 3 milhões de usuários em 30 países com 30 idiomas diferentes, que tem trazido soluções em blockchain, criptomoedas e ativos digitais. O objetivo da Clever é te dar liberdade financeira para operar esse mercado de cripto. Então, se você acredita nisso, se você acredita nessa liberdade, você já pensa como a Clever, vai conhecer os caras, é clever.Ou estão contratando também pessoal para trabalhar com cripto, com blockchain. Então, se você tem interesse, se você tem conhecimento nessa área, procura a Clever. Se você gosta de criptomoedas, se você opera no mercado, você precisa conhecer a Clever, precisa conhecer as soluções da Clever.
Então o endereço tá aqui embaixo no vídeo. Para quem não tá no YouTube é clever. Vai lá, vai conhecer que realmente é um mercado sensacional.
E nessa montanha de dados que vocês têm, JP, como que é essa dinâmica com a área de negócio? Você você já falou que é drivado por por alguns projetos. Uhum.
Mas como que é essa troca? Porque eu eu costumo ver duas dois meios de operação geralmente com a área de inteligência de de negócio, que é uma, o negócio demanda um pouco da da dessa área de inteligência levantar os dados, levar os drivers paraa tomada de decisão. E eu já vi também a operação que geralmente a área de dados ela tem a liberdade de levar insites pra área de negócio.
Cara, eu cruzei um dado maluco aqui, olha só o que eu descobri.
Como que funciona isso na na na pressão de vocês?
Legal. temos os dois casos e a e aí eu vou começar pela ordem inversa, pelo segundo caso que você trouxe. Ah, eu pego os dados e gero insite. Eu vou pegar um exemplo de um dos times que eu que eu que eu cuido, que é um time de jornada do cliente, experiência do cliente. Então, aonde nós enxergamos em todos os canais que nós enxergamos a voz do cliente, é, seja na jornada dele da de compra, seja na jornada dele de teste drive, seja na jornada dele de quando ele vai na concessionária para comprar um produto, né, em pós-vendas ou fazer um serviço, ou seja, na jornada do OnStar dele e tal. Então, aonde eu enxergo esses dados, eu tenho um time que toma conta dessa jornada do cliente.
E aí nós amassamos esses dados, geramos insites e valor e chamamos as áreas que tomam ação. Então, por exemplo, nós não tomamos ação, nós analisamos os dados, geramos insites e geramos valor e chamamos a área, falamos: "Ô, olha só o que eu descobri aqui." Vamos. É isso. Então, vamos, olha como que tá isso aqui. Que legal, ó. Acho que pode ir por aqui, acho que pode ir por ali, acho que se a gente vier por aqui tem oportunidade e tal.
Então esse é, eu diria que é um algo mais eh eh do nosso dia a dia proativo, né? Que que acontece isso dentro do nosso dia a dia. Mas o segundo também acontece muito que é o quê? São principalmente aí os projetos ali on demand, né? Então os projetos de inovação, por exemplo, né? que que é dentro da da área do Enrico que a gente tava falando, eh, tem uma necessidade, tem uma hipótese e aí com isso, se é algo que geralmente é que depende de alguma análise de dados e tal, geralmente meu time entra para poder suportar esse tipo de ação, né? Então, esse tipo de projeto, então até para construir algum protótipo e tal, aí depois na fase de projeto é outros 500, mas da parte de validar a ideia e tudo mais e a gente acaba suportando bastante esse tipo de de projeto, né? Então, por isso que eu falei que tem dos dois, tem tem de tudo um pouco. Então, assim, é uma coisa que é bastante dinâmica, mas é prazeroso para caramba também. E e você comentou também no início, e aí uma curiosidade também, essa questão do letramento.
Aham. Eh, eh, isso também é uma coisa também que a GM também fomenta. Te pergunto porque o eh eu eh eu já vi cenário de empresas grandes onde inclusive até acho que saiu o ano passado uma notícia exatamente falando essa essa falta de letramento, ou seja, às vezes as às vezes as empresas compram ferramentas, né, caras e tem lá um monte de gráfico e eu as pessoas olham aquele gráfico, mas não sabem o que que o que que é aquela métrica e que fazer com aquela métrica, qual decisão tomar.
Uhum.
Né? Isso. Eh, e tá acontecendo também com EAI também agora, né? Então, quando que você comentou essa questão, é minha curiosidade, como é que é como é que a GM trata isso, né, no com o time, enfim.
Sim. Eh, inclusive é uma das uma das minhas atuais responsabilidades, né?
Então, trabalhar com com um time multifuncional lá dentro pra gente fomentar ainda mais o uso de AI, né? Então, o o fundamento principal é o letramento, né? Então, seja para para algo de produtividade individual, seja do líder, seja do time, seja, enfim, usando as ferramentas homologadas da GM, né, o que a GM disponibiliza pra gente, ou seja, identificando oportunidade de outro tipo de solução mais enterprise assim, né, tipo não individual. Então essa parte de letramento é a base de tudo, né? Então é a gente conseguir fomentar de novo. Sabemos tudo, estamos 100% redondo, não, mas estamos desenhando para isso. Então sim, eh eh eu entendo que é um caminho sem volta, mas tem que passar pelo letramento, não tem outro jeito.
Letramento e e obviamente quando você fala de letramento, você vai trabalhando nisso até virar uma cultura, né? Então, de novo, né, segurança. E quando a gente fala de segurança, até mesmo, vou dar um exemplo simples para vocês de algo que na GM e se você for entrar, seja numa área de escritório, ou seja na na numa área fabril, e você tiver andando, olhando pro celular, qualquer pessoa que tiver passando perto de você vai falar para você: "Olha, eh, não pode, tá? Você pode se acidentar".
Então, já criou-se essa cultura de segurança. Então, e é isso é tão forte que virou hábito para mim. Então, se se eu pego o celular e eu tô, por exemplo, tô andando e eu preciso falar no celular, eu paro, falo, digito ou mando um áudio, tal, terminei, terminei, eu ponho no bolso e continuo andando. Então, assim, já tá condicionado, já tá condicionado. Então, assim, essa parte cultural é muito importante e eu vejo que o letramento não é diferente.
Então, assim, claro que vai, tem a parcela que depende da pessoa, né? Não adianta eu pôr para você aqui, olha, a trilha de treinamento tá aqui e você pôr a mão na tela por osmose você não vai não vai vai absorver. Então você vai ter que sentar ali e tal. É, fazendo uma analogia para piloto de avião, né? São horas de voo, né, meu? Então você vai ter que treinar, treinar, treinar, treinar para usar e ferramentas e e e trilhas para isso a GM disponibiliza.
Mas o o interessante quando a gente fala dessa questão de cultura organizacional é que quando a pessoa entra numa empresa que tem a cultura forte, ela meio que é abraçada pela cultura, né? Uhum. E aí ela meio que se sente na obrigação de até por uma questão de pertencimento de se adaptar e ter essa cultura também.
Então quando é uma cultura benéfica, né, quando é uma, como você falou, poxa, prevenção, acidentes, data driven, isso é ótimo, porque a pessoa entra, ela automaticamente o grupo leva ela e ela acaba pertencendo ao grupo e acaba absorvendo essas coisas como vontade de aprender, etc. Hum.
E o contrário também é é é é é verdade, né? Infelizmente também é real, né? Se você entra numa empresa tóxica de comportamento ruim, automaticamente você acaba sendo levado pelo grupo quando você vê se tá tendo uma uma atitude negativa e também nem sabe porquê, né?
Isso é é de ser humano, né?
Eh, uma pergunta que eu queria te fazer, JP, e aí eu não sei até onde você tem contato para poder contar um pouco pra gente, mas como é que funciona a governança desses dados, porque são tantos dados que você tem, como é que você define quem são o o o, por exemplo, o date start de cada dado? Como que é esse lineage de dados? porque você deve ter processos e mais processos para passar entre as camadas, etc. Tem, vocês têm uma área de governança de dados, como que ela atua? Eh, porque como você deixou bem claro pra gente desde o começo que a o o o compliance sobre os dados é muito é muito forte, né? Eu imagino que tenha tem que ter uma governança também mega forte, né?
Sim. Sim. Então, de novo, na trazendo ainda dentro daquele contexto de alinhamento global com autonomia local, então o que já existe, por exemplo, dentro de um workspace, de uma aplicação global, eh, eu sou cliente daquele dado, então eu só consumo, eu não tenho nenhuma e atuação direta dentro daquele daquele workspace. Quando eu tenho alguma necessidade, por exemplo, de dentro de um de um produto que eu tenho eh que eu que o meu time desenvolveu, aí sim nós temos ali uma um um datamart, então, por exemplo, ali na numa estrutura de medalhão, então a gente tem ali um bronze, silver gold ali para conseguir consumir e tal. E obviamente tudo isso com gestão de acesso e tudo mais. Entendi. E aí cada um, Mas essa gestão de quem são o os proprietários dos dados, etc., os domínios, etc. Uma definição mais global, pelo que você falou.
Sim. E aí vai depender muito da aplicação propriamente dito. E aí quando eu preciso eh eh o meu time aqui precisa desenvolver alguma coisa local, aí traz dentro desse outro contexto que eu falei para você localmente aqui.
Entendi. Aí você traz pro pro e são bases eh separadas.
você tem isso ingerido numa base global e você traz esse dado para cá ou é uma infraestrutura única?
Depende, depende. Eh, no no geral, ele é bom arquiteto. A resposta resposta as respostas estão alinhadas no geral a gente não faz cópia, então justamente para ter um um golden source, né? Sim.
Então, mas eh quando, por exemplo, eu tenho um sistema legado, pegar um exemplo prático, eu tenho um sistema legado que não vai não vai migrar pro data bricks. Vamos supor, a estrutura global já falou: "Não, esse aqui vai continuar sendo no na no legado." Aí eu aí o meu time atua e aí começa aí tem que fazer um job para atualizar aquilo ali.
Você faz uma gestão dessa baseada.
Isso aí. É isso aí.
E aí você traz para uma estrutura que é local. Isso. Na verdade assim, estrutura local que eu falo, o desenvolvimento, né? A parte como tá em cloud é sempre dentro de uma infraal.
É o dentro do workspace do do meu time.
Isso que eu quero dizer.
Entendi. Aí você faz um job de ingestão para ingerir dentro de uma estrutura global, dentro do teu põ isso aí.
E monitoramento, né? Então para garantir aí que que tá tudo a gente pega, tá tudo bacana.
Eh, um outro ponto também, eh, a curiosidade também é a questão de democratização do dado. Eh, as áreas de negócio também têm autonomia para ele, por exemplo, ah, eu quero saber, é, eu consumir, eu quero, cara, quero saber como tá minhas vendas, como é que tá a relação, né, da das minhas metas relação o mês passado. O, o time tem essa autonomia ou acaba passando pelo teu time, o teu time que gera os os indicadores?
Legal a tua pergunta. um exemplo até prático do que você falou de vendas, eh, tem um time específico de vendas nessa parte de dados. Então assim, a democratização dos dados existe, né, para que seja tanto para que a gente não tenha trabalho, esforço duplicado, quanto também para já disponibilizar algo que já esteja pronto. Então vamos supor, geralmente quando o meu time precisa pegar informações de vendas, nós vamos no nesse time de BI, vou chamar assim, esse time de salos intelligence, vamos nesse time e pegamos e e alinhamos com eles da onde pegar, qual aonde consumir essa informação e tudo mais. o que sai de vendas. E geralmente, vamos supor, ah, vamos imaginar aqui que o time de vendas precisa fazer um determinado tipo de projeto e precisa dar informação X que ele sabe que tá com a gente, ele vem aqui, conversa com a gente, a gente faz esse controle de gestão de acesso de novo para não duplicar esse tipo de esforço, mas sim é democratizado.
Sim. E e convenhamos, né, gente, o esse negócio de data self service que foi muito mal realizado até hoje, né? Sim, porque quantas vezes você, você que tá ouvindo a gente aí, quantas vezes você já não viu o cara chegar, ah, tá aqui, ó, você é cara de negócio, como você é um cara de negócio agora, tá vendo? Abre aqui esse programa, tem essas tabelas aqui. Aí você olha as tabelas e aí aqui você escreve uma frase chamada SQL e aí você pode fazer o que você quiser. Aí o cara de negócio vai falar: "Como é que é s o qu?" Entendeu? E aí, tipo, surgi surgiam plataformas que facilitava pro cara fazer isso com drag and drop. Mas era tão mais complicado do que o cara aprender SQL, porque aí o cara tem que saber o que é cardinalidade e como relacionar. Aí pra o cara tem que fazer um um um alter join clicando e arrastando. O cara se perdia mais do que se ele se ele pegasse dois dias para aprender a SQL, ele ele faria mais rápido.
Então isso sempre foi um sonho, cara, que na verdade poucas vezes no mercado se realizou. Talvez agora com a IA que você tem algumas linguagens, pega a linguagem natural e transforma em SQL e trás, talvez a gente esteja um pouco mais próximo disso, mas na prática, cara, se não tem um cara ali modelando dash para dar pro cara de negócio analisar, a galera não não sai, não sai do outro lado não. E de novo, né, assim, o o nível de maturidade que o time chegou hoje foi dando muita cabeçada, né, meu? Não vou ser hipócrita de falar que, ah, nunca fizemos nada de de incorreto, né, no sentido técnico da coisa.
Só faz certo quem errou um dia. Ninguém acerta de primeira. Então, assim, hoje o o meu time atua bastante como um centro de expertise mesmo lá dentro, sabe?
compartilhando esse conhecimento de de tecnologia para outras áreas que não tem. Então, vamos supor que um uma área X lá tem a necessidade de de um projeto voltado para dados e tem uma, vamos uma uma pessoa lá disponível falar: "Não, eu tenho um conhecimento básico aqui, mas eu não sei por onde que eu começo".
A gente tem nossa reuniãozinha lá de office hours que que é para justamente fazer ali o letramento com as pessoas, o dar o passo a passo para eles ali compartilhando essa informação.
E isso que é importante, né? você eh porque é muito difícil medir o quanto você vai oferecer de liberdade pro carro ou não para ele para ele conseguir isso.
A eu vi alguns casos de de empresas que começaram a trabalhar com Não, agora que é data self service, a gente prepara os produtos de dados, oferece para um negócio e o negócio trabalha sozinho. Os poucos casos que eu vi que foram mais radicais nesse nesse nesse sentido, sabe o que aconteceu, Ron?
Criou-se um macho IT porque o cara do negócio não conseguia fazer. Aí ele tinha orçamento, falava: "Ó, vou contratar um cientista de dados para fazer para mim".
E aí você tinha shadows dentro das áreas de negócio fazendo o trabalho que a TI deveria fazer. Então o modelo de de centro de excelência faz muito mais sentido porque apoia mais o negócio, né?
Cara, isso tá acontecendo ainda muito, né? E aí isso eh até na o crescimento da nuvem em partes foi por causa disso, né?
Porque cara, exatamente, pô, pode tecnologia nasceu assim, nosso time nasceu assim. Eh, então até contando, por exemplo, o case de acho que do time de automação, que é o mais fácil de entender, eh, trabalhamos, meu, de mãos dadas com um time de Hait na parte, principalmente de infra, essa parte de compliance e tudo mais, mas tem muito com com esse objetivo de alavancar soluções pro nosso business local.
Então, se o global às vezes não tá olhando eh eh com a mesma prioridade ou urgência que a gente pode usar, que a gente pode fazer, a gente acaba antecipando o resultado com alguma solução local. Então isso é bom. Então, a nossa, o nosso time de automação nasceu lá atrás eh de uma necessidade.
Então, nós tos e aí nessa época eu, o time não existia, esse essa formação não existia e eh o time de soluções digitais, né, como um todo não existia, só existia Onstar. E dentro de OnStar eu era engenheiro, era analista.
E na época da da pandemia, né, veio ali a necessidade de ficar de layoff, que era aquele afastamento temporário de trabalho e tal.
E eu tomei esse layoff como sendo para mim o meu estágio remunerado para eu poder aprender Python, aonde eu tive ali uma uma um insight pela minha esposa, né? Tava ali no num jantar com ela ali em casa, tal. E ela comentou comigo, tem um tal de pai também aí.
Tem um tal de pai também. Você já ouviu falar?
Tem uns caras estão usando um negócio de um ursinho. Como é o nome? Pandas. É isso. Tem um tal de um ursinho que a galera tá usando no pai.
E aí, cara? Eh, eu eu fazia dentro do no time de backoffice, eu fazia parte de case management ali, né? Tratativas ali de casos. Então era preencher muito formulário, né, em portais e tal.
Falei: "Ah, tem que ter um jeito mais inteligente de fazer isso aqui, né?" Aí fui pro layoff, mastiguei Python 6, 8 horas por dia durante 2 3 meses.
Que delícia. E não tem ironia nessa delícia. Eu gosto de verdade. E aí quando eu voltei, apresentei pra liderança e falei: "Olha, acho que a gente tem uma oportunidade aqui de automatizar as tratativas dos casos aqui". Falou: "Ah, que que você precisa?" Falei: "Ah, duas, 3 horas aqui durante, sei lá, uns 2, 3 meses." A primeira automação a gente atirou, sei lá, 30, 40% do workload do time tratando caso. Cara, tem até hoje essa automação rodando, obviamente melhorada, né, tal e tudo mais. Não, na gambiarra que eu fiz na época, né? E de novo, né? E as pessoas também para não entenderem, né?
Então dois, três meses vou virar um expert? Não, mas eu já tinha um conhecimento básico suficiente para conseguir a eh resolver aquela dor. Então assim, esse foi o primeiro case.
E aí depois teve outros e outros e outros e aí não existia um time de automação lá dentro. Essa foi a necessidade que aconteceu e aí a liderança entendeu que precisávamos ter um time e aí eu assumi esse time de automação. E dois 2 anos, acho que mais ou menos isso, um ano e pouco, dois anos depois, teve essa formação da estrutura que eu tô hoje, que é de serviços digitais e experiência do cliente. E aí veio, continuou ainda com OnStar, toda a parte de Contact center e o meu time de business inteligência ali provendo toda essa parte de solução. Então, ou seja, não tinha isso, né? Então, da mesma forma que o time de data analytics nasceu dentro de uma outra estrutura por necessidade e aí quando formou-se esse nosso time fundiu todo mundo. E aí faz todo sentido.
Sim. E aí em tã junho do ano passado, eu assumi a cadeira de de gerente da estrutura como um todo.
E aí dentro do time de Analytics automation, eh é esse time de jornada do cliente que eu falei e também um time que é sensacional, que é a parte de digital performance e web analytics.
Então, ou seja, eu também consigo, esse meu time olha todo o o perfil do cliente dentro do site. Então, por onde que ele chegou?
Ele veio de veio organicamente ou ele veio de uma campanha? Ele preencheu um formulário de intenção de compra lá, gerou um lead, seu admin do G4 lá.
Então assim, de novo, né? Eu eu nós somos uma área de prestação de serviço.
Sem o meu time tá conectado a uma estratégia de uma área de negócio, eu não sirvo para nada.
Uhum.
Então, dados por dados, tecnologia por tecnologia, não serve. Ela é só um meio, não é o fim.
Sim, né? Então se já, eu sei que o termo de AI tá em hype, mas assim, AI é um meio.
Eu posso ter o resultado com AI, eu posso tal de um determinado tempo, eu posso talvez ter de uma outra forma com automação, eu posso ter de uma outra forma com VBA, não sei. Então assim, vai depender de cada dor, né? Então assim, achei importante as pessoas entenderem essa, terem essa consciência, né, de que não é aquela tirinha, né, queremos ei para que queremos, né, não sei, mas só queremos, né, queremos para ontem, né?
Então o o para nós isso é muito muito nítido de que eu preciso tá conectado com o business. Então, o meu time, eu eu falo isso aos quatro ventos, o meu time é uma área de prestação de serviços. Eu sou um enabler paraas áreas de serviço, pras áreas de business.
Você que tá aí escutando esse episódio bacana e quer levar toda essa tecnologia, essas novidades paraa sua empresa e não sabe como, chama o time da VMBERS. A gente pode ajudar vocês com desenvolvimento de software, com arquitetura de soluções, a entender os problemas que vocês estão vivendo e sair do outro lado com uma solução bem bacana. E se você tá escutando o podcast para aprender coisas novas, faz o seguinte, manda um e-mail pra gente no peoplecare@vems.
E você pode fazer parte também do nosso grupo de talentos. Valeu.
Agora o time do Relações Públicas vai gostar mais de mim.
O uma frase que eu gosto muito em relação a isso é é aquela famosa de que os dados não servem para nada se você não souber transformaros em informação.
É isso aí, cara.
Então, aliás, se você não sabe, dados e informação são coisas diferentes.
Isso é a coisa mais conceitual que tem da É é é o e básica, né? é básica, o primordial, a pedra fundamental da da computação orientada a dados, digamos assim, né?
E e pegando o o gancho do que você tá falando, né? Bancos de dados ou bandos de dados, né?
Bandos de dados.
Bandos de dados é muito comum, né? E eles costumam eh os bandos de dados, eles costumam fazer parte de um ecossistema onde ele se criam dentro dos datapântanos.
É o ecossistema natural dos bandos de dados, cara. E não quer dizer que você tenha bandos de dados, que você tenha de fato algo relevante, né?
Exatamente. Sim, sim. É, aliás, é o que você mais tem, eh, que a gente vê, né, em conversa com o cliente, com pessoas, [ __ ] não tem uma base de dados gigante, tal, mas, cara, se a base não tá limpa, contextualizada, aquele famoso banco de dados que o cara persiste tudo e nunca usou nada, né? Ele só aguarda dados sem saber para que e qual uso, enfim, né? Eu acho que o o e é uma coisa que que o Henrique trabalha muito bem, isso é entender a dor da área de negócio, independente de qual área que for, eh, trazer um projeto pra mesa, se tem uma dor para resolver.
Se não tem, cara, é só vaidade, não precisa, entendeu?
Então, assim, isso é uma coisa que a que é é cultural muito forte já na GM.
Eh, nem sempre foi assim, mas eh e aí méritos do do do Henrique e do time dele aí tem que chamar ele aqui para vir um dia para falar com vocês aqui também dessa parte de inovação, do que ele construiu lá dentro. Então isso já é algo cultural na GM. Então, quando você vai falar de alguma coisa, a galera já vem com as perguntas do que ele já vem trazendo isso paraa gente há algum tempo. Então isso facilita muito, porque você vai falar com uma determinada área, ela já tem a essa cultura de falar: "Tá bom, qual que é a dor que eu tenho que resolver?" "Ah, eu quero uma automação." Fal, depende. Qual que é a sua dor? Qual que você quer? Ah, eu quero ir a para quê? Ah, eu quero a me fala qual é o problema que você quer resolver que eu vou te falar com a ferrar, né? Me diz qual qual que é a dor, né? Problema.
Até um exemplo, né? Eh, falando de ferramentas, tem que ser um meio e não um fim. Eu particularmente, que as pessoas não fiquem bravas comigo, eu particularmente não sou muito fã de coisas low code. No code. Não sou. Eu sou não sou.
É, então, mas já deu pauta aqui para muita discussão aqui. Mas não vou falar que a gente não usa a GM tem. Mas por que que tem? Porque é um canivete suíço, dependendo da atua dor, talvez aquela ferramenta ali para fazer algo até talvez mais rápido. Pô, vamos embora.
Não, felizmente eu acho que essas low code no code com EA morreu, né? Porque agora você pode fazer da forma code tão rápido ou mais do que você faria no low code com IA, né? Então eu acho que quem dançou com a antes do desenvolvedor foi o low code. No code.
É, não tô falando que não é bom e que não serve, não é isso. Eu tô falando que, tipo assim, dependendo do time que você tem, pô, já você já consegue fazer algo mais robusto ali, né?
Sim. Como um bom arquiteto, a gente tem sempre que dizer que não existe ferramenta ruim ou boa, existe ferramenta certa pro cenário certo, né?
Então é é isso que que e e isso faz parte da própria maturidade, né? E e é muito legal quando você fala, JP, dessa ligação com o negócio e e que a operação é drivada pelo pelos objetivos de negócio. Eh, é é muito bom ver como isso reflete de fato na operação de vocês do que precisa ser feito tecnicamente para gerar valor, né? E isso passa muito pela maturidade que a gente teve nos anos do áreas de dados, né? Então, a gente falou brincando até do bando de dados e do datapântano, mas a gente passou aí numa numa numa época meia sombria da história, quando a gente quando a área de dados de fato começou a ter protagonismo, ter mais destaque, né? Até que a gente chamava muito de biga, etc.
Que se você tinha o CD, né?
Ado, CDO, etc. Que isso o padrão era isso, cara? você não importa o que é transacional e tem dados, eu vou ingerir e vou andar pro Lake. Eu cheguei a conhecer empresa R que ingeria o a base transacional D-1 do sistema de de gerar senha de atendimento.
Você tá brincando?
Aí eu me pergunto, para quê? Não, porque a diretriz é ingerir todas as bases de dados transacionais pro para que caralhos tu quer essa informação? Se dado vai cruzar com quê?
Mas era o padrão, tipo, caiu, já ingere e sobe para lá. Aí você tem uma tonelada de dados, um pântano de dados, você faz um SQL, demora 3 horas para vir pagando big qu, red shift, o que seja o olho da cara, né?
Exato.
Que bom que agora a gente tem uma um modelo de maturidade muito mais, né?
É, acho que ainda estamos avançando, né?
Acho que tem ainda tem muita empresa com essa mentalidade ainda, né?
Sim, sim. Que tem sistema de senhas aí sendo gerido ainda.
É essa parte essa parte cultural e quando eu acho que também quando a empresa investe, né? né? Então assim, [ __ ] tecnologia custa caro, tecnologia é investimento, não é é eh eh não é o mal necessário, não é necessário, né? Então, como eu comentei um pouco antes, a diferença que foi ali para nós quando trouxemos o o Data Bricks para um time de dados, né, para construir soluções digitais. E quando você não tinha isso, quando você tinha ferramentas mais antigas, né, que era mais difícil, era tudo literalmente na unha ali tendo o que ser feito, era bem mais complexo, levava muito mais tempo.
As ferramentas também não performavam como deveria.
Radup, né, velhos tempos.
Então assim, eh, monstro. É, então assim, nossa, a gente sofreu muito com Radup, cara, muito. Mas por quê? Tinha essa questão da ingestão de dados. Outra coisa que a gente sofreu, tipo, lessons learner total, assim, é, é, é BI plugado em dados transacionais. [ __ ] quem nunca fez, cara? Demora 5 horas para atualizar um BIAE, né? Então, aí você não tem nem o BI e trava do sistema, você não consegue fazer nenhuma coisa.
E ainda você vê hoje casos assim, viu, cara? É, ainda hoje, então assim, é legal trazer esses assuntos paraa mesa, porque também às vezes a galera, nossa, será que [ __ ] os caras não fazem, nunca aconteceu cara, pouco tempo atrás eu trabalhava até pouco tempo atrás numa grande empresa de saúde e chegou uma aprovação de um acesso para mim. Eu falei: "Cara, aprovação de acesso?
O cara tá pedindo acesso ao banco de dados de produção de um sistema grande".
Eu mandei mensagem pro gestor do cara, por que que o cara quer acesso à base de produção desse tema? Ele Ah, não é que eu pedi uns ele eu pedi uns relatórios para ele, ele quer rodar umas query.
Falei: "Meu amigo, no banco de produção, é isso mesmo.
É o banco de pelo menos o nosso lá, o banco de prodido. O que a gente rodava o os Bis era um banco espelho do de produção. Então não caiu esse sistema.
É, é, é o mínimo, mas [ __ ] mas acontece, acontece o tempo todo, né, cara? Uma, uma coisa que eu fiquei curioso, JP, você falou que tem essa área de experiência do cliente, etc., junto com a área de dados, cara, você tem a faca, o queijo, o prato e a goiabada na mão para fazer um CDP, um CRM. Como é que é essa essa experiência com o time de atendimento e e de CX? Eh, esse time de customer journey trabalha, por exemplo, fornecendo esses dados, esses insites pra área de central de atendimento, pra área de qualidade, pra área de concessionárias. O pessoal que presta, eh, que trabalha junto ali com o desenvolvimento de concessionárias.
Então assim, é é muito dinâmico. Ele traz ali ele esse contexto, vai, vamos pegar um exemplo aqui. Eu quero fazer uma melhorar uma determinada jornada do cliente, seja de venda, seja de serviço, seja de do onboarding do do aplicativo. Então, a gente vai conseguir olhar isso com mais detalhe, chamar a área, sentar. Falei, olha aqui essa oportunidade que a gente tem. Então assim, e a parte de CRM também, Iden, então, ah, como que o cliente eh eh se comportou numa determinada campanha, né? é que aí cruza muito com outro time de web analytics também, que é o time responsável por fazer essa parte mais voltada junto com o marketing. Então, dentro do time de marketing, CRM, esse time de web e analytics é é o responsável por não apenas metrificar, não, de trazer os números das métricas, mas também ali de trazer insightes para as estratégias, entendeu? Então, cara, é muito legal porque o meu time quando a gente, o que você falou, tem o queijo goiabada, tem tudo na mão. Então, a nossa a nossa proposta, a nossa missão, vou chamar assim, do time de BI é agregar valor, é prestar um serviço de qualidade com dados, com IA, com automação, com o que for, mas para gerar valor dentro da área de negócio e também, obviamente, pro cliente. Então, seja com CRM, seja com OnStar, seja com qualquer, seja com vendas, seja com pós-venda, seja com serviços, seja com time de concessionárias, a ideia é sempre essa.
Sensacional. E e cara, o uma coisa que eu fiquei curioso para saber também, eh, você tem vocês têm muito problema ou ou como vocês tratam se não for um problema essa questão de de divisão 360 do cliente, golden record, etc. Vocês têm essa dificuldade lá? Porque acho que todo mundo tem um pouco dessa dificuldade, cara. Como é que vocês tratam isso?
Cara, é uma pergunta trick. Eh, responde até onde você puder.
Não, não, tranquilo. Eh, temos uma uma solução nossa para conseguir pegar essa essa informação mais atual possível, né? Então, que foi inclusive a necessidade de ter um dat.
Hum, entendi.
Entendeu? Então assim, justamente para de novo, tô sendo repetitivo para caramba, mas é fato, eh, pra gente conseguir trazer ali uma experiência pro cliente que seja legal, né, cara?
Não, e eu fico imaginando também, acho que pegando pegando tua pergunta, Wellington, é que se o cliente, de repente no período de experiência dele, ele foi lá, usou e [ __ ] achou interessante, mas de repente ele não, porque ele contrata na verdade o serviço, né? Ele ele tem um período de degustação que dependendo da da da plataforma do carro que ele comprou, pode ser de se meses, um ano, dois, tal, depende, mas depois que vence esse período, ele pode comprar.
Pode comprar. Entendi. Mas imagina que o que o o usuário ou o cliente não compre, então fica um desafio maior para pra GM de [ __ ] beleza, como é que eu vou identificar, reter esse cara, saber que esse cara daqui a X Tempo, pode querer trocar o carro e [ __ ] preciso tá próximo dele para eu [ __ ] na tá na cabeça dele, cara. É, é a próxima conta tem que ser GM, não pode ser do concorrente, né? E aí então imagino f o desafio também, imaginada de Sim, sim. Por isso que a gente trabalha muito próximo também do time de marketing CRM, para que assim a gente mantenha uma uma comunicação com o cliente sem ser chato, mas mantém uma comunicação com ele que ele enxergue, que ele veja esse valor do que a gente tá gerando para ele, entendeu? Então assim, eh eh esse é o motivo pelo qual a gente trabalha sempre com dados, mas muito perto das áreas que t essa essa responsabilidade de de trabalhar em em conjunto com o cliente, seja na central de atendimento, seja no CRM, seja no na até mesmo em campanhas de marketing, né?
Muito legal, Ron. O parece que eles estão bem organizados nessa questão de ingestão de dados, de governança e do uso de dados em si, mas pode ter gente tá ouvindo a gente que não tá muito bem assim ainda, né? E se precisar de alguma ajuda, um suporte para organizar isso, trabalhar como arquitetura orientada a eventos, streams, em gestão de dados, quem que esse cara pode procurar?
Bom, tem uma empresa chamada Tecron que eh ela ajuda e tem apoiado inclusive clientes nessa jornada tanto eh para aquelas empresas que estão pensando em desenvolver uma arquitetura baseada em evento. E aí acho você trouxe aqui vários exemplos muito interessantes de eh como é que você pode derivar, dependendo do evento do cliente, o que que pode acontecer depois e como é que você pode trabalhar isso numa vantagem.
Então a Teclon pode fazer esse trabalho, como também pode ajudar nessa jornada de estruturação de dado também, como muito bem o JP colocou aqui de ter as camadas silver silver e gold eh bronze, silver e gold, como é que se estrutura essa massa de dados também para começar a pensar em modelos preditivos. Então, a Tecron é uma empresa que ajuda, aliás, tem ajudado e tem expertise nesse segmento.
Procura Tecron se você quiser uma ajuda aí e vamos deixar aqui o link deles novamente no comentário. Vai lá que o o responsável é um careca muito gente boa.
Agora pergunta capciosa, hein, JP?
Bora lá.
O que que falta pro OnStar virar Alexa do motorista?
O que que falta pro Onstar?
Não, Alexa não, né? Porque Alexa é uma porta agora, né? A gente olha para Alexa, falade, mas para ser um assistente, porque tecnologia já temos IA e etc. Sei que você não vai poder falar muita coisa sobre planos futuros.
É, mas dá uma dá uma iludida na gente do que esperar no futuro aí, porque, cara, se você concorda que a infraestrutura tá pronta.
É, sim. É que era apertar é apertar o botão, falar: "Cara, eu quero o melhor restaurante japonês avaliado agora." E o assistente fala: "Vira direita, esquerda, estaciona, o valet te custa tanto já era." Então, dentro desse contexto, se a gente for olhar, por exemplo, dentro dos veículos Chevrolet, você já tem ali o assistente de voz. Ele não tá linkado a tecnicamente falando, que aqui dá pra gente falar tecnicamente, ele não tá linkado ao OnStar, mas ele tá linkado ao My Link, que é o infotainment ali, a tela do do o antigo rádio, vai, vamos chamar assim, o infotainment. Então, que a a no controle do volante você tem ali uma tecla que geralmente é um formatinho de uma boca ali com para você fazer o o a chamada por voz.
Então, quando você eh aperta ali e faz essa chamada, por exemplo, esse exemplo que você deu, se eu tenho um veículo que ele tem o eu posso ter dois cenários. Eu tenho um veículo que ele tem o o espelhamento do do celular. Então, se eu tenho o Android Auto ou ou Apple CarPlay, ele ele vai conectar, na verdade, com com o meu Android Auto, o meu Apple CarPlay do que eu tiver usando ali. Ou se eu tiver um carro e que ele tem o sistema embarcado já dentro do infota. Aí eu não preciso de espelhamento nenhum. Então, por exemplo, a Equinox.
Uhum.
Né? Então eu já eu já tenho ali o o sistema Android embarcado no carro, então eu faço tudo. Eu só eu só preciso ativar minha conta Google ali e só ele já é autônomo, não precisa de espelhamento.
Sim, nada. Então, por exemplo, na hora que eu peço isso, fiz isso vindo para cá, inclusive.
Então eu abro ali reconhecimento de voz, peço para ele falar navegar para ou só dou o nome, se eu já tiver no Maps, dou o nome do local e aí a usabilidade que a gente já tem, por exemplo, dentro do Google, dentro do Maps. Então abro ali e falo o nome do local, ele OK, navegando para, então ele vai bem legal.
Sabe o que significa, Rom? Que eu preciso deixar de ser mão de vaca, que eu nunca tive um GM aí, ó. Eu sempre tive carro da concorrente, não vou citar o nome por respeito ao colega que é da GM que tá aqui, mas quando eu alugo o carro, eu nunca tive uma experiência como essa, por exemplo. Por quê? Porque o o Mão de Vaca só aluga celtinha, né? Que que vai ter um negócio desse tipo? Não, você tem aqui o meu comprometimento, que na hora que você quiser ir na na testar, eu vou com você numa numa numa concessionária pra gente ter uma experiência de teste drive da hora para você.
[ __ ] e se e e a gente grava e põe no podcast.
Demorou, pô. Muito leg.
Como é que funciona essa parada? Porque, pô, a experiência parece ser muito boa, cara. Parece ser muito boa.
Legal. Não, e eu acho que isso eu acredito que cada vez mais vai ser o usuário vai começar a pedir esse tipo de coisa, porque a gente já pede já foi o que você fez, cara. Pô, eu quero ir para tal lugar. O E automaticamente o ele reconhecer a tu o teu comando, a tua voz e ele já mostrar ali no no visor ali e te dá a diretriz. E [ __ ] você além disso falar: "Pô, eu quero ir um restaurante tal". E ele conseguir falar: "Cara, eu vou já vou eu fazer o o agendamento para você da mesa." Pra isso é meu fantástico, né?
Sim. Sim.
Fantástico.
E a GM investe muito em tecnologia embarcada, muito, muito, muito. Então, assim, é uma coisa que que é uma preocupação constante em trazer cada vez mais esse conceito, né? Então, principalmente essa questão do um conceito de engenharia, né, de produto, que é a questão do handsfree, né? Então, ou seja, eu ter minhas as minhas mãos ali livres, né, de ficar mexendo.
Então, por isso que o reconhecimento de voz é algo tão importante, é uma feature tão importante dentro do carro para você não ter um uma distração do motorista ali enquanto dirige, né?
Então, uma coisa interessante você falando isso, JP, que eu percebo, percebo e isso não é já batente, foi só um o que me ocorreu aqui, mas as pessoas que eu consigo conversar melhor no Viva-voz são pessoas que tm carro de GM aí, ó. Não é à toa, porque provavelmente já é acústica, já é nativa, a captação de som de uma forma mais nativa mais natural, né? Porque tem gente que você, cara, tá no vivo a voz do carro, parece que ele tá, o carro tá dirigindo sozinho, o microfone tá no volante e o cara tá dentro do porta-mala preso, fica, fica longe, né? Fica ruim.
É, você não entende um [ __ ] que o cara fala.
Sim. E falando, né? Você estava falando de talvez, ah, eu vou no OnStar, né? Ah, vou apertar o botão e vou pedir pro Onstar fazer isso para mim. Então a gente aqui comentou que nesse caso não depende do OnStar, mas se nós falarmos do que o OnStar consegue trazer de benefício pro cliente, principalmente quando a gente fala em segurança, segurança eh isso são dados, é a preocupação número um do brasileiro, certo? Então, não só no Brasil, como a América do Sul também tá entre as principais preocupações. Então, uma uma feature, né, um produto que nós temos dentro do Onstar extremamente relevante, chama-se acompanhamento seguro. Então, o que que é o acompanhamento seguro? Se eu, por exemplo, tô indo embora para minha casa e tô passando por um local que eu tô não tô me sentindo muito confortável, eu aperto ali o botão do OnStar e falo pro atendente, fala: "Eu gostaria que você fizesse o acompanhamento seguro comigo aqui durante esse trajeto.
Ó, eu não tô não tô". E ela fica, a o atendente fica com você em linha acompanhando 100% dos casos, né? perdão, 100% do tempo. Então, garantir, se alguma coisa acontecer com você, ela já tá em linha para poder mandar ali um serviço de de socorro para você. Algum está no Rio de Janeiro, o A te mandou para um caminho que você nunca viu na vida.
Dedinho não estar, querido, vai proteger.
É um exemplo, é, não só no Rio de Janeiro, mas qualquer lugar. Esse aqui é um outro exemplo. Tô chegando em casa.
Um abraço para meus amigos cariocas. Foi só um exemplo aleatório.
Um outro, um outro exemplo, eh, sei lá, teu filho tá chegando da faculdade à noite ou você tá chegando tarde do trabalho, tô voltando paraa minha casa hoje agora, vamos supor, vou chegar ali naquela desaceleração para entrar na garagem. é um exemplo, né, pra gente ter o acompanhamento seguro em relação a isso.
Não, o valor é impressionante, mas você diz que hoje isso é feito por um atendente humano. Quando que a gente pode ter uma automação?
E tô te provocando, eu sei que você não vai poder calor, mas isso tem muita cara de um agente ali, ó, que você talvez nem precise apertar o botão e pedir para ele te acompanhar pela própria sensibilização.
Pois é. Ele pode talvez já fazer isso automaticamente.
Eu sei que você tá escondendo hoje.
Eu sei.
Eu queria eh te fazer uma, aliás, eh fazer um te pedir, na verdade, um conselho, porque eu pelo que você comentou eh a GM tá muito madura do ponto de vista de como tratar os dados, a importância do dado. É um ponto, achei que muito bacana aqui, cara, se não tiver um problema muito bem definido, é para que que eu preciso do dado se não tem o problema o business case, né? Se não tem problema, não precisa do dado.
Ponto.
É. Ou e aí tecnologia do que for, né?
Mas ainda a gente se depara ainda muito na prática que isso ainda é muito distante para muitas empresas isso. E aí o o ponto que pedi você é, obviamente você passou por essa jornada, né? Isso não foi, não foi agora.
É, isso já vem de quatro, c se anos nessa jornada, né? Que que você falaria de repente para alguém que tá pensando nessa jornada, que tá com esse desafio para de desafios que vocês passaram que fala: "Puta, cara, eu passei por isso aqui, não vai por esse caminho porque esse caminho não é legal, vai por aqui porque aqui é uma você evita, né? Ou seja, se eu aprender com teu erro é melhor do que eu ficar Sim. Sem dúvida nenhuma. Olha, eu te diria que partir da primeiro partir de uma dor, né? Partir de um problema ou de uma hipótese, às vezes não é um problema, às vezes é uma oportunidade de de geração de receita, enfim, nem sempre é um problema, mas parte de uma hipótese.
Parte dessa hipótese. Legal.
Próximo passo, vamos supor que eu consegui listar ali n 10 iniciativas, mas meu meu recurso é limitado. O que que eu vou fazer? Faz uma matriz de priorização simples, aonde eu consiga ali e pode ser ali mesmo que eu não tenha os dados ali 100% acurados, não tem problema. É só para poder priorizar.
Então, conseguir, sei lá, um business case, esforço.
Então, qual que é o tamanho do esforço?
Tá, isso é fácil, médio, difícil para caramba. [ __ ] antes de qualquer coisa, eu tenho dados disponíveis nissso aqui, eu vou ter que fazer uma ingestão de dados para poder fazer isso aqui. Se eu tenho dois projetos, um um para para trabalhar, um já tem dados estruturados e o outro não tem, você já tem tua resposta por onde você vai começar. Então, eu acho que essa matriz de priorização vai ajudar muito, né? E cara, o terceiro é você ter ali um um esquema de a metodologia, você vai aplicar qual que funciona melhor para você, mas eu diria que errar rápido e corrigir rápido é acho que é a melhor definição. Não fica insistindo muito no erro, né? Então eu tô falando isso baseado numa dor que eu tive de um projeto, foi meu primeiro projeto, aonde o quando a área nasceu e tal lá ainda aquele time de automação.
E acredite, não, até hoje esse projeto não não foi não. A gente obviamente desistiu pelo pelo caminho, mas era um projeto que tinha um escopo tão grande e que para quando a gente foi fazer a pergunta, tá, mas o que que ele vai gerar de valor? [ __ ] era pífio. Era um escopo gigantesco que tinha um monte de jaquê que você não terminava nunca. Você começava a desenvolver, os meninos começavam a desenvolver. Aí era de negócio. Então, já que você tá fazendo isso aí, faz isso aqui também, cara. Não acabou. E aí foi nessa dor que eu tô que a gente fez tudo isso aqui que eu tô falando para você.
Tô falando, tá? preciso ter uma matriz de priorização. O que eu eu não posso errar no próximo projeto da mesma forma.
Então esse é o maior o maior dos problemas que a gente tem na operação de TI, né? Eh, a área a própria área de negócio, ela não vê a priorização do do efeito do trabalho da tecnologia como resultado direto do negócio, mas como uma commodity de muitas vezes otimizar o próprio dia a dia dela. Aí começa o jaqu. Ah, mas já que você vai fazer isso aqui, pô, tem essa planilha para sa que eu faço? Eu giro, eu viro a ampulheta, eu falo pro cara, falou: "Não, você tem duas opções para eu poder incluir esse novo, isso para mim é um novo request." Eu falei assim, ó, você tem duas opções.
Ou eu incluo isso daqui no pipeline.
Agora, eu pego a ampoleta e viro, a gente começa a contar o tempo do zero de novo. Ou você aguarda a gente entregar essa versão aqui e entra num ciclo de melhoria depois.
Sim. E e discernimento, né? Porque às vezes o cara tá fazendo um pedido que melhora a vida dele individualmente no trabalho dele, mas que não necessariamente gera retorno pra empresa, né? E e ok, se isso for uma um retorno de eficiência operacional pro departamento dele, por exemplo, pô, isso aqui é uma coisa que eu gasto esforço humano e tal e eu vou ter eficiência eh eficiência operacional, mas existe uma diferença entre eficiência operacional e comodidade. O cara quer ter só uma comodidade total que ele poderia fazer de outra forma, mas ele quer segregar. Então tem muito da dessa desse desse discernimento do gestor de tecnologia de às vezes falar: "Não, gente, pera aí". Ou então já tá pedindo, vamos levar para um comitê mais amplo para discutir com mais gente, se isso aqui é realmente necessário, né?
Sim. E ainda dentro dessa parte do conselho, uma outra coisa que eu acho que vale a pena comentar pra turma é: pensa simples. Pense simples. Então assim, o rico com saúde é eu ter ali uma, sei lá, [ __ ] eu tenho dois sistemas aqui que tem nada a ver um com o outro, preciso trafegar esses dados aqui. O rico com saúde é eu ter uma API entre os dois para poder fazer isso daí e tal. Mas [ __ ] API talvez ter que pôr no pipeline, priorizar e tudo mais.
Tarará, tarará, tarará, que talvez vai levar aí se meses, um ano para chegar naquele cara ali. Mas talvez você tenha oportunidade aqui de ou pôr um agente de A ou você põe uma automação simples ali em Python hoje em dia com IA para gerar um código em Python para fazer um uma extração daqui, inserção ali vice-versa.
três prompt, tu faz um nesse.
Então, então assim, pensar simples, sabe? De novo, aí volta pra questão, qual é a dor? A dor, ah, eu preciso colocar a os dados de um local pro outro. A dor não é eu preciso de uma API. A dor, eu preciso colocar o dado de um lugar para a API é um meio, mas se não tiver API, uma automação, uma IA pode resolver, né? Então acho que isso que é uma é uma dica legal que eu acho que vejo legal faz a diferença assim, sabe?
Pra gente partir pros finalmente JP, duas perguntas, mas essas duas perguntas eu quero que você responda com o coração, tá?
No CPF, como um cara profissional da área de tecnologia dentro do mercado automobilístico.
Tá bom?
São duas perguntas tranquilas, pode ficar, pode ficar sossegado, tá bom?
Primeiro, como você vê a ascensão dos carros elétricos no Brasil hoje, no mundo e como isso vai impulsionar a a transformação de tecnologia no mundo automobilístico?
Porque por natureza, o carro puramente elétrico, os chineses que estão vindo, etc., eles têm muita tecnologia embarcada até por serem carros eletrônicos, naturalmente, né?
Eh, como você vê esse essa ascensão desses carros e como o mercado convencional, como empresa onde você trabalha, tem reagido a isso?
Cara, eh, eu vejo assim, eu vou vou um pouco de trás paraa frente, eu vejo que os carros elétricos, pelo menos no, pelo menos no contexto do que a gente tem hoje, eu vejo que é um caminho sem volta.
O que eu acho que vai mudar um pouco aí o contexto é a transição.
Então existe aí existem inúmeras estratégias, né, no mercado, né, diferentes. Aí então existem estratégias de empresas que estão aí focando no híbrido primeiro, uma jornada de híbrido primeiro para depois fazer uma jornada elétrica. a a GM por um determinado período, né, trouxe os veículos 100% elétricos, que eu sou muito fã, né? Sou suspeito para falar, a dirigibilidade é outra coisa, a experiência sua num carro elétrico é outra coisa. E ainda mais quando eu falo de GM, cara, eu tenho, eu não preciso explicar quem é a GM, né?
Então, quando você vê a gravatinha dourada lá, você sabe qual o pós-vendas que você vai ter, você sabe qual é o suporte que você vai ter. Então isso isso não tem necessidade de explicação.
O cara deve comprar os carros baratão lá, né?
Desconto com esse cara. Vem, vem na minha que você passa de ano. E e cara, eh, isso isso vai depender muito da estratégia de empresa para empresa. Em questão do ponto de vista de infra, eu acho que melhorou muito. Acho, não existem existem dados e temos dados para isso, para dizer que se a gente for olhar aí a quantidade de eletropostos que no e aí tô falando no geral, não tô falando, né, e puxando jabá para GM, não, falando o que investiu de infra, já melhorou muito. Por quê? A gente no começo tinha aquela questão do ovo e da galinha, né? [ __ ] eu não tenho infra porque eu não tenho carro, mas eu também não tenho carro porque não tenho infra.
Então, as coisas começaram a vir mais, tal, e tá tá começando a se ajustar mais.
Então, assim, eu eu, né, vejo a forma com que eu vejo é um caminho sem volta e e vai ser, mas eu acredito que vai ser algo mais gradativo do que algo tão agressivo de falar: "Puta, vamos mudar tudo agora". Sabe? Até porque tem questão de gosto de cada cliente. Eu tô falando a minha opinião. Você falou do CPF, eu tô falando a minha opinião aqui baseado em um carro elétrico que, por exemplo, eu tenho hoje. Então assim, é outra parada. Você vai falar para mim: "Mas você voltaria?" Não sei, porque a experiência é muito diferente. Ah, mas você não passa perrengue em viagem? Nenhuma. Zero. Por quê? Porque tem eletropostos. O que que mudou? Talvez eu precise me fazer um planejamento melhor do que antes, baseado, por exemplo, ah, eu tenho que adicionar, vamos, vamos supor que dentro da da autonomia que eu tenho, eu vou fazer uma viagem maior do que a autonomia do carro. Eu vou planejar uma parada para eu tomar um café, para eu ir no banheiro com a minha família.
Enquanto isso, eu coloco ele num num num carregador e na hora que eu voltar, ele já tem autonomia suficiente para eu conseguir seguir viagem. Então, assim, ah, foi algo muito doeu muito fazer essa parada, programar essa parada. Não, eu só me adaptei pro contexto do carro que eu tenho. Tal vez você já teria o costume de fazer essa parada depende.
Maneira, né? Sim, sim. Então, assim, eh, é uma questão, eu vejo que é uma questão de quebra de paradigmas, sabe? Então assim, eu como CPF voltaria para um carro convencional? Não vou falar não, mas eu não gostaria. Eu gosto muito da deigibilidade do carro elétrico. E quando é um carro elétrico Chevrolet aí, meu querido, aí cara, o cara teve um media training [ __ ] né? Parou aí no discussion. Eh, entendeu?
Muito bom. Mas cara, eh eh eu eu tenho uma visão muito parecida com a tua, assim, acho que é um negócio sem volta.
Eu falei até no episódio passado, eu eu moro em Florianópolis e lá é muito mais evidente que aqui em São Paulo até, por incrível que pareça, todo supermercado lá tem posto de recarga.
Que legal, né? Com geralmente quatro vagas, né? Com dois dois power bankzão, digamos assim, que carrega dois carros.
E e e o e e uma coisa que eu tenho a percepção na rua, por exemplo, cara, tem muito mais dolfing do que HB20 na rua. É um negócio maluco, assim, virou uma febre, uma febre. Você vê aqui em São Paulo, eh, mas não vê tanto quanto lá, cara.
Acho que lá, por ser uma cidade turística que tem muita demanda de transporte pro aplicativo, etc.
Cara, é muito raro você pedir um um transporte pro aplicativo que não venha um elétrico. É, mas legal saber essa tua percepção. Qual Qual que é o teu carro elétrico da GM?
Fala pra gente.
Equinox, cara. Tem Equinox elétrica.
Elétrica?
É sensacional, cara.
Cara, que da hora.
É sensacional, cara. Depois eu te mostro ali. É sensacional.
445 km de autonomia. Caraca, cara, é muita coisa. É muita coisa. Eh, cara, é quase um tanque de gasolina de um carro 1.
Dura para caramba. Então, assim, eh, eh, eu ponho ele para carregar, ponho ela para carregar, sei lá, cada 15 dias, cara.
Mas e mas a recarga demora, é muito tempo pra recarga?
Depende muito mais do carregador do que do carro. Ah, eu, por exemplo, se eu tiver disponível um carregador de carga rápida, [ __ ] em, por exemplo, um de 60 70 kW, eh, cara, ele carrega rapidinho. Menos de uma hora tranquilo, ele carrega.
Tu carrega em casa também, fez estrutura?
Na Eu moro em condomínio. No condomínio onde eu moro tem uma vaga compartilhada já. Então, [ __ ] me ajuda muito. Sim, me ajuda para caramba. Então, meu, zero problema. Zero problema.
Uma das coisas que que eu, cara, gosto muito da ideia do carro elétrico é cara que sem o silêncio, não é?
Cara, você escuta a música, cara, sem nada, né, cara? É maravilhoso.
Isso é muito bom cara. Isso é muito legal. A experiência, essa experiência acho fantástica.
E o infotainment ali, aí falando da Equino que você perguntou, né? fala o infotainment dela ali, a tela dela ali é nossa, tanto a a dela quanto o cluster ali de painel de instrumento que você consegue mudar, você põe cinco diferentes, a potência dela do motor eh o torque que ele tem do carro elétrico.
O que eu acho mais diferente de você carro elétrico é ele entregar o torque no primeiro toque instantâneo. Cara, isso é um um que você tá acostumado a levantar embreagem, vai o elétrico, velho, pisou, o bicho entrega 100%, né?
Então assim, tem a Blazer elétrica também, né? Que é que é outro brinquedo sensacional, muito legal, cara. Mas eu tinha a sensação de que carros grandes assim tinham menos autonomia, justamente por causa do peso, né?
Não, ele ele a autonomia deles é bem bem legal, cara. E faz sentido, né? Porque se ele é grande, pode carregar mais células. É, e e agora temos o Spark, que é o mais compacto ali, né? Então, é também você tava falando aí de carros interessantes para poder ver também. É um carro, meu, muito, muito interessante. Muito interessante.
E aí a segunda pergunta pra gente finalizar também no CPF, o quão você acha que estamos longe de termos de fato carros autônomos ou semiautônos, não em condições ideais, como a gente vê em cidades modelos da China, etc., que já existe, mas no dia a dia, que uma cidade como São Paulo, etc.
Você que tem o conhecimento da tecnologia que é desenvolvida dentro de uma grande companhia automobilística, tem conhecimento de tecnologia, o quão você acha que estamos longe?
Daqui a quanto tempo a gente pode ser passageiro de Uber do próprio carro?
Então essa tecnologia já existe, tem o na tem nos Estados Unidos e Canadá, que é o Super Cruise. Então o Super Cruise ele já está é uma feature, já já está disponível no nos veículos tanto Chevrolet, né, da da marca da perdão, da GM, da marca Chevrolet e também Cadilac e outras marcas que a GM tem.
E ele é assim, ele é autônomo. Então, obviamente que não são em todos os locais, porque ele depende de os seus sensores fazer a leitura, por exemplo, de faixa da da pista ou das câmeras dele de 360, conseguir mapear o cenário.
Então, não vai ser em 100% do dos terrenos, vamos dizer assim, que que você depende das condições do ambiente.
Exato. Então assim, mas você consegue depois dar uma pesquisada, ver essa tecnologia funcionando, é super interessante. E ele troca de faixa, ele ele acelera, desacelera, ele consegue ir pro para onde você pedir para ele ir, ele vai. Então assim, já existe. E é chevrolet, né, cara? É GM, né, cara?
Mas para massificar, quanto falta isso?
Quando é que eu votei isso no meu Celtinha?
Ah, no seu Celtinha já não vai dar. Mas assim, para massificar isso, eu acho que vai entrar. E aí de novo, né, falando como CPF, não como empresa, eh isso é uma uma feature que depende bastante de tecnologia embarcada, então automaticamente você traz isso pro para dentro do preço do carro, né? Então vai depender muito do de qual veículo que a gente tá falando, né? Então, se eu for colocar isso num num veículo de entrada, talvez inviabilize de colocar, porque ele é é é uma feature que talvez não faça muito sentido ali, né? de novo, achismo aqui como CPF, como CPF eu posso falar, eu acho.
Então, eh, mas para veículos mais premiums, essa isso eu vejo que já é uma, uma questão aí que já daqui a pouco tempo a gente já deve ter isso mais massificado, mas lá fora já tem, tá? Mas isso essa feature já existe.
Mas isso mesmo lá fora eh o cliente paga para essa funcionalidade, não é que já vem no carro já já vem def no carro, né?
Então ele ele é um serviço eh amarrado ao OnStar inclusive. Então depois que você usa a degustação, o período de degustação, ele passa a ser uma assinatura que você faz junto com OnStar, né? Então, até por aquela questão de ser uma uma um feature, né, um hardware que é mais caro e tal, o que geralmente acontece é que isso é dentro de um de veículos mais premiums e não dentro de veículos mais mais baratos.
Que a construção do hardware requer um pouco mais de de de componentes, etc.
Legal, cara. Baita papo, hein? Poderia continuar aqui? Vamos embora te perguntando mais um monte de coisas porque são dois assuntos mega interessantes, mas [ __ ] foi bom demais. J, eu que agradeço aí o convite, né? O Ron aí fez a fez a ponte e cara, conta comigo. Como eu falo, somos prestadores de serviço, beleza, vamos trocar ideia, vamos compartilhar, vamos.
Acho que essa essa troca de experiências é muito legal, né, de trazer o que que a gente eh eh já aprendeu também.
Ouvir. Eu acho que até voltando um pouquinho na pergunta que você falou, né, de ah, que dica dar, cara, ficar de olho no que de ouvidos atentos, né, o que que o o mercado tá fazendo, mas no sentido não de ferramentas, mas no sentido de aprendizado, né? [ __ ] o que que já fizeram e que deu certo, né?
Então, participar aí de como assim como a gente se conheceu, né, de fóruns externos, né, relacionados à tecnologia, conversar com com outras empresas, né, de de de fato a gente conseguir ter essa troca de experiências aqui. Isso é algo que ajuda demais, assim, então, sem dúvida, né? E a nossa profissão é baseada nisso, né, cara? a gente sim continua um trabalho a partir de alguma coisa que alguém já fez e que já deu certo. Então, eh, faz parte do nosso trabalho não ter vaidade e se comunicar e criar um uma comunidade. E uma coisa que eu me orgulho muito é ter essa comunidade no PPT, da gente ter esse espaço para uma troca franca de você falar o que deu certo, o que não deu certo e amanhã vem uma outra pessoa e vai contar uma outra história, vai contar também o que que deu certo ou não. Isso acho que enriquece, né?
Enriquece, né? Faz a gente serem nós sermos profissionais melhores no no futuro, né?
Sem dúvida, sem dúvida nenhuma.
Obrigado, JP.
Cara, eu que agradeço. Tô muito, muito feliz de, de estar aqui sentado conversando com você.
Conta comigo.
Muito, muito obrigado. Foi muito legal, foi muito top, foi muito legal. Valeu você que acompanhou a gente até agora, muito obrigado pela audiência de vocês.
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