NoSQL vs SQL na Prática: Como a Natura Adotou Performance em Escala
Convidados
Fabricio Pinho Rucci
Arquiteto de Soluções de Dados @ Natura & Co
Sócrates Vieira
Database Administrator @ Atos
Andrea Gomes Ribeiro
Tech Lead @ Natura & Co
Explore o episódio
Em um mundo onde a demanda por dados em tempo real e escalabilidade é constante, a escolha entre NoSQL vs SQL se tornou uma decisão estratégica crucial para empresas de tecnologia. Você já se perguntou como gigantes como a Natura conseguem entregar performance em escala para milhões de usuários, lidando com picos e necessidades de processamento massivo? Este episódio mergulha de cabeça nesse desafio, revelando as dores e as soluções que marcaram a jornada de uma das maiores empresas de cosméticos do mundo na adoção de novos bancos de dados. Junte-se a Wellington Cruz e um time de peso: Fabricio Pinho Rucci, Arquiteto de Soluções de Dados da Natura & Co, Sócrates Vieira, Database Administrator na Atos, e Andrea Gomes Ribeiro, Tech Lead na Natura & Co. Eles compartilham os bastidores da ousada decisão de substituir o tradicional Oracle e Exadata por uma solução NoSQL inovadora: o ScyllaDB. Descubra como superaram os desafios da migração de dados, a evangelização tecnológica de equipes de desenvolvimento e DBA, a importância da desnormalização e como construíram uma arquitetura multi-cloud ativa-ativa capaz de processar mais de 55 milhões de transações por dia em near real-time. Entenda o impacto real de microsserviços e Big Data na entrega de valor para o negócio e a consultora, transformando a estabilidade e a escalabilidade em um diferencial competitivo. Esta é uma aula prática sobre arquitetura de dados, mindset e o poder da inovação para resolver problemas complexos. Se você busca insights sobre bancos de dados de alta performance, estratégias de adoção de novas tecnologias e a importância de uma visão holística em cultura tech, este episódio é para você! Não perca os detalhes dessa transformação. Curta, comente e compartilhe este conteúdo com sua rede para que mais pessoas possam aprender com essa jornada inspiradora. E para não perder nenhum episódio, assine o canal e siga-nos nas redes sociais!
- Abertura: Banter e Introdução ao Tema Central
- Boas-vindas e Contexto: A Jornada NoSQL da Natura
- Do Problema à Cassandra: O Início da Disrupção de Dados
- A Migração para Sila: Escalabilidade e o Fim do 'Problema Java'
- Mudança de Mindset: Desnormalização e Escala Horizontal vs. Relacional
- Patrocínio: Klever.io - Liberdade Financeira em Cripto
- A Armadilha do NoSQL Mal Aplicado: Custos e Paradigmas
- Evangelização e Resultados: Sila no Coração dos Microsserviços da Natura
- A Trajetória de um DBA: De N1 a Especialista NoSQL
- Patrocínio: VMBears - Soluções e Talentos em Tecnologia
- DBA no Mundo NoSQL: A Importância de Entender o Negócio e a Aplicação
- Modelagem Query-First e o Perigo das Large Partitions no Sila
- Lições Aprendidas: Tecnologia como Habilitadora de Negócios
- O Futuro da TI na Natura: Mindset Inovador e Estudo Contínuo
- Encerramento: A Importância do Repertório e Resolução de Problemas
E meu problema era o Java.
A maior parte das vezes o problema é o Java. Um abraço, Valir.
Você não veio, um abraço.
Vou te defender. Não é.
É, é assim. Aí veio um outro sistema, os caras falam: "Porra, deu certo, né? Ah, então vamos fazer um outro seis meses de novo". Ah, f tomar no que [ __ ] é essa, né?
Bateu a meta, dobra. Is agora é três meses.
A maioria do que a gente vê no mercado que usa ex é isso. Você tem aplicações praticamente rodando regra de negócio que deveria estar na aplicação no banco de dados. A diferença entre trabalhar com Oracle, um posto da vida e o Sila, ah, na verdade é o que até o que eu falo que é o diferencial hoje para mim, é você saber jogar com time de desenvolvimento.
Muito bem, muito bem, meus amigos do PPT não compil. Estamos aqui para mais um episódio. E hoje a gente vai contar para vocês aqui uma jornada de disrupção falando de uso de banco de dados. Eu não vou dar muito spoiler porque você vai ter que entender o episódio, mas eu tô aqui com os meus amigos da Natura novamente.
André Ribeiro, hoje minha cohost.
Cohost hoje eu tôente, hein? Será que bombou? Bombou nos rios aqui do do PPT no CIL. É, a gente precisa ter cu, né?
É isso aí. É isso aí.
Muito bem. Obrigado por ter vindo novamente, Andreia.
Eu que agradeço o convite, agradeço por me permitir trazer os meus coleguinhas.
Muito bom táar aqui de novo. Bora lá.
Vai, eu tenho certeza que esse papo vai ser muito bom. Tô aqui com o Fabrício Russi, certo?
Que é arquiteto de solução da Natura, é um cara que veio da área de dados e agora está na área de arquitetura.
Tá aí. Obrigado.
Dá um oi pra galera aí.
Fala aí, gente. Tudo bem?
Pô, você pode se apresentar melhor, você arquiteto, cara.
É, né?
É. Dá um oi aí direito. Vereador e agora tá tímido.
O dia inteiro falando, né? É o dia inteiro falando besteira, falando mentira, mas toma aí.
Eu tô fazendo PPT que não compila, mas né, o cara representa bem a nossa classe, né? Eu sou arquiteto de dados, vim da área de banco de dados alguns algumas dezenas de anos, né, cara? Modelou em the base, tipo assim, cara, desde o 7, que beleza.
Mas é, né? Faz um tempinho.
Faz um tempinho, né? Eh, mas há um tempo eu já tô como arquiteto de solução, né, e inventando algumas modas lá na Natura, né?
Show de bola. Vamos contar aqui essas modas que el tá inventando.
E o Sócrates Vieira, acertei.
Isso aí. Isso aí.
Cara que não é filósofo, mas é DBA, né?
Mas aplica filosofia.
É, é, tem que ser doido, né? É, pô, tem que aplicar aqui um pouco de filosofia aplicada a dados.
É.
Vai dar um oi, dar um oi pra galera também. Se prazer, obrigadão aí pelo, pelo convite.
Ah, tô aí já na área, trabalhando uns oito aninhos, brincando com as soluções que ele implementa, daí coloca para eu sustentar. Tudo culpa dele, né?
É tudo culpa dele.
Já não implemento mais. Agora só desenho.
É, ele desenha. É os bagulos que ele desenha e a gente vai sustentando.
Sustenta, né? Vira para resolver. É daí. Estamos aí nessa brincadeira aí já esses tempinhos.
Show de bola. Nesse episódio aqui, pessoal, a gente vai contar uma jornada muito interessante de adoção de um banco de dados que tem um paradigma diferente.
E dentro desse desse episódio, a gente fala muito sobre características de adoção de bancos que são eh relacionais versus bancos não relacionais. Vamos falar muito de performance, vamos falar sobre como evangelizar o time de desenvolvimento em relação a isso, como entregar valor pro negócio, pro negócio em relação à adoção desse tipo de tecnologia e os desafios de de fato trazer uma tecnologia como essa para dentro da operação de de TI, né? A gente sabe que a operação de TI ela tem um fluxo natural, né?
A gente tem os desenvolvedores capacitados, orientados a trabalhar com tipo de solução. E quando você traz uma solução diferente, você tem alguns desafios, né? Então, a gente tem que olhar pra ponta do negócio, pro resultado. E a gente vai falar aqui um pouco sobre os desafios de trazer esse tipo de tecnologia nova, como que eu trabalho com uma solução no sequel versus uma solução no sequel, como é que o arquiteto se veste de bailarina e convence os desenvolvedores sobre isso?
Ó o corpítio daqui.
Como que um DBA se adapta para esse tipo de novo paradigma? Então, acho que tem um um muito muita pauta pra gente explorar aqui. Esse episódio vai ser muito bom.
Então, acompanha que vai ser eh uma aula aqui para todos nós, inclusive nós que estamos na mesa para trocar esse tipo de experiência. Mas antes da gente começar, se você ainda não deixou o like, se você ainda ainda não se inscreveu, tanto no Spotify, tanto no YouTube, você tem 2 segundos para se inscrever. Agora se inscreveu, agora você pode também ser membro do PPT no CPIL. Sendo membro do PPT no CPILA, você vai ter algumas vantagens. Você vai poder ver o episódio já na segunda-feira, não na quarta-feira, você vai ver o episódio antes e você vai contribuir com o PPT no CPILA para que a gente consiga trazer mais conteúdo de qualidade para vocês. Sendo membro do PPT no compila, você vai contribuir com valor aqui pro PPT no compila todo mês. Um valor aí que quanto quanto tá uma high hoje da de 600 uns 20 conto?
Acho que sim.
Então é isso. Vai vai pagar uma cerveja para nós, né? e vai contribuir aqui pro seu conhecimento, pro seu pelo no mínimo, no mínimo pro seu entretenimento. É, né, que a gente vai falar um pouc de besteira.
É, a gente vai falar um pouquinho de besteira aqui e a gente faz isso todos os episódios. Então, vai calibrando e falando.
É isso aí. Então, ajuda a gente a pagar a cerveja para trazer mais conteúdo para você. Mas se você não tem condições de de apoiar a gente dessa forma, você já apoia demais jogando no Slack, jogando no YouTube, no no Teams, no WhatsApp, no Google Meeting, no Google Meeting, eh, numa comunidade que você participe, no LinkedIn, no LinkedIn, ó, o LinkedIn é para de falar, bosta no LinkedIn, vai lá e posta no conteúdo.
Isso, põe, põe conteúdo. Para de falar de política. Bora.
[Música] [Aplausos] [Música] [Aplausos] [Música] A gente fez um episódio alguns meses atrás. Eu vou deixar o card aqui e se você tiver ouvindo no Spotify, vai tá o link também na descrição que a gente já falou aqui com o Time da Natura como que como que eles alteraram a escala e a disponibilidade de um determinado produto da Natura.
essa moça simpática que tava no episódio comigo e ela contou toda essa jornada do ponto de vista de como escalou, como foi essa transformação e o assunto ficou com um ganchinho, um gostinho de de quero mais ali, porque o recheio do episódio era justamente o modelo do banco de dados, né? O a indine do do SGBD.
Sim.
Que que foi adotado, né? E aí, você que tá nos ouvindo agora, pode considerar esse episódio uma continuação daquele, que agora aqui a gente vai falar um pouco mais corporativamente como foi a jornada de adoção eh desse banco de dados dentro da Natura. Então, caso você não tenha ouvido aquele episódio, recomendo que você pause aqui, vá lá, ouça aqui ele e continue aqui, que aí você vai entender um pouco mais o contexto e vai ter mais informações sobre isso, né? Boa.
E aí, eu queria eh começar o episódio com vocês, começando aqui com com a dona do do da da port da do produto. Eh, como que vocês chegaram nisso? Qual era o problema a ser resolvido?
E qual foi a jornada? Porque não foi tipo, ah, eu tenho um problema, Google, sim lá. Ah, resolvi o problema. Não passou uma uma um tempo aqui, uma jornada de aprendizado de poque, etc. Eu queria entender como que você saiu do problema e chegou na solução.
Ah, foi emocionante, né?
Ó, eu cheguei, quando eu cheguei na Natura, já existia, eles já existiam, né?
Então eu mais aprendi.
Eles existiam. Você quer dizer o banco ou os indivíduos que estão aqui?
Ambos.
Ah, tá bom, entendi.
Ambos. Eh, então eu mais aprendi com eles do que qualquer outra coisa assim.
E ali a gente tinha uma ferramenta de larga escala de estatística que é near real time. E eu preciso dar o dado pra consultora na hora. Na verdade não é nem pra consultora, é pra líder dela, mas a gente faz um acumulado daquilo para entregar a cada x dias.
Uhum.
E [ __ ] tem que ser na hora. Você não tem opção de Só um minutinho, eu vou ali, daqui a pouco eu te entrego. Belê.
É assim, tô dando microbet aqui. Já já calculo, né? É agora já.
E aí o Fabrício na época me acolheu demais, assim, porque eu tava entrando nesse mundo de dados, conhecendo dados ali e puto Sócrates é meu parceiro.
Então, tudo que eu preciso hoje relacionado ao nosso eh ao ao produto que a gente vai falar aqui hoje, é esse cara que eu recorro sempre, sempre. E o Fabrício [ __ ] tem uma paciência, fala para [ __ ] Mentira.
É um bom, mano.
Sendo assim, é um bom arquiteto.
Vereador. Vereador.
É, mas ele tem, ele tem uma paciência e uma didática de sentar com você, de te explicar, de mostrar como é que funciona, o que que ele pensou, como que o pensamento dele vai chegar lá no futuro, o que que o pensamento dele veio lá de trás, por que que veio dessa forma.
Então assim, eu vou deixar a palavra dele falar mais alto hoje, porque ele vai falar do produto do carinha ou da lulinha.
Monstrinho do monstrinho.
Monstrinho. Eh, mas porque assim, ele teve uma um protagonismo paraa Lolinha tá no Brasil e ser um produto disruptivo, porque hoje a gente olha para um para um banco de dados no ciclo e a gente acha que ele não vai aguentar o tranco e no final do dia, cara, é absurdo o quanto a gente consegue fazer com ele, o quanto a gente consegue produzir com ele. Mas a ideia é a partir daquele senhor ali.
Então você que é o pai da criança.
Ele que é o pai da criança.
Como é que você pegou? É, você que é o culpado. O arquiteto sempre é culpado. A gente tem, né? Tá, tá ali para levar a culpa do bem feito ou do mal feito. Mas aí é a culpa.
O importante é isso, né? Isso aí, né? O importante é botar o seu na reta, né?
É isso aí.
Vou tirar depois.
Eu vou falar uma frase dele aí, tá?
Olha, eu desenhei. Vocês que sustentem.
É, é, essa frase é [ __ ] Ô, o Leandrinho ficou magoado comigo.
É, eu tô sabendo.
[Música] Mas é, é, é justa compar defendendo aqui a categoria, ninguém chama o arquiteto da sua casa para consertar cano que estoura, não, né?
Porque o cara montou errado. Pera aí, né, gente? Né, PPT não compila. Às vezes compila agora cuiá. Aí eu vou ter que trocar o nome do do podcast logo logo. Eu aí me fodeu. Vou ter que trocar o nome logo logo. Fodeu, né? Pois é. Lá em 2016 eu era, eu vim eh como especialista de banco de dados paraa Natura, para a Natura. Em 2015, ela tava fazendo um processo de inser, era tudo terceirizado e precisava contratar gente do mercado.
Eu morava em Curitiba, trabalhava na GVT, na Sascar, né?
Uhum.
Pela Service. E eu vim como especialista de banco de dados Oracle para mexer com exata, era o que eu sabia fazer.
Cara, que Deus te ajude.
Era o que todo mundo queria. Eu comecei a mexer com esse negócio com exata em 2011, mas banco de dados, vixe, não vou entregar aqui que vou entregar minha idade faz um tempinho do fazer um parêntese aqui. Geralmente arquiteto de solução ou vem da área de infra ou vem da área de de de desenvolvimento.
São poucos os que vem da área de dados.
Isso é um diferencial.
É verdade, né? É, é verdade. E aí eu vim, tá, a gente botou o negócio lá e a Natura tinha mudado o presidente na época, que é o que tá hoje, João Paulo. E ele veio com uma ideia, tinha acabado de mudar, mas ele veio com a ideia para reestruturar a área comercial da empresa na parte das consultoras, né, cara. Ele chegou numa sala, botou a galera numa sala e falou assim, ó: "A gente tem eh um desafio para vocês. Preciso fazer isso aqui acontecer em seis meses, que já tá marcado na novela das 9 lá. A mulher vai apresentar lá na novela das nove." Olha que legal. É aquela hora que você fala: "Hum, filha da puta". Joia?
Beleza, cara. A gordinha lá, secretária lá, que eu lembro que ela é secretária, não lembro do nome dela, mas eu xingo ela todinha.
Bom, pois bem, a gente fez, desenhou arquitetura, tudo nessa época pegou um cara de banco de dados, um DTL, desenvolvedor, não sei o quê, vamos fazer. E aí a gente pensou numa pela característica do produto, a gente pensou numa na época, né, num uma característica num de um big mesmo.
Uhum.
Estrutura de big, trabalhar com com Spark, qual banco que era, não sei o quê. a gente colocou Cassandra, né, com a dattex, enfim, e e começou, fizemos negócio, rola e colocou em produção. Minha esposa ficou ciumada para [ __ ] porque falou que a bendita Cassandra, ela tá com ciúme da Caçandra.
Agora você só fala dessa tal dessa Cassandra.
Não, eu dormia com ela, né? Pera aí que eu vou ver, eu vou ver a Cassandra aí. Toca um alerta no seu celular. É a Cassandra.
É a Cassandra.
Quem é esse SMS de Cassandra em em alerta? Fiquei seis meses, fiquei seis meses com essa bendida Cassandra dormindo todo dia com ela. Assim, bem emocionante, sabe? Eu imagino.
Pois bem, virou o ano, os caras falou: "Pom, agora botamos e aí que que a gente vai vai ficar com essa zona aí". O negócio cresce que nem Grêmio lá assim botando node, né? Porque o Cassana tem um probleminha do da JVM. Hoje melhorou muito, né? Mas na época, pô, bom dia tá aqui, eu posso falar mal da JVM, né? Não vou apanhar de ninguém. Não vai hoje. Você não vai hoje? Não, não.
Se ele tivesse eu ia zoar para ia zoar para [ __ ] com ele. E ele não crescia.
Então eu tinha que ficar crescendo nude que nem Grêmio né? E cara, tava caro para [ __ ] Enfim. Aí, [ __ ] eu preciso resolver esse negócio. Comecei pesquisar no mercado, não sei o quê. Tem um Cassandra Like lá, um sila, deixa eu dar uma olhada.
Era um Cassandra em C e meu problema era o Java, né?
A maior parte das vezes o problema é o Java. Um abraço, Valir, você não veio.
Um abraço.
Vou te defender. Não é?
É sim.
E bom, aí a gente achou achou assim, liguei lá, achei o contato que era um brasileiro, um amigão, eh, o moreno e falei com ele: "Puta, que que você acha?
Dá para ah, vamos testar". Mas não tinha algumas features, né? Então a gente chegou lá na Sil, falou: "Cara, eu preciso colocar essas fit para botar em produção". preciso botar eh eh como que é eh materialize view que não tinha, né?
E a e o CN beleza, que é o produto na época, né? Era baseado em materiz no banco.
Bom, assim, a gente fez merda para [ __ ] no perform, mas tava rodando, né?
E e a gente nessa época a gente acabou trazendo a Sila pro Brasil. Foi o primeiro cliente da América Latina a usar o Sila, né? Só para eu entender, o Sila, ele é um porte do Cassandra para ser, mas ele é proprietário porque o Cassandra ele não é open source, né?
Então tipo, o Cassandra ele é open source.
Ah, tá. O cara portou em C.
Não, não é, foi assim, eh, ele tinha, os caras desenvolveram um framework em C, certo? Eh, e aí eles precisavam falar assim: "Ah, eu preciso colocar esse negócio para rodar em alguma coisa". Aí eles tinham um projeto, alguma coisa lá na na época, não me lembro. Falar, vamos fazer um Cassandra rodar, não sei.
Uhum.
Fizeram, deu certo. É o É o como que é o nome do produto lá? Você lembra o framework? É o Cstar.
É o CStar.
Cstar, né? E aí eles fizeram o Cassandra em ser. Na época era meio que um caçandik.
Depois eles seguiram caminhos diferentes, né?
Sim. Sim.
Então não é exatamente um porte. Hoje não é uma inspiração, né?
É uma inspiração hoje. É. Não é um Cassandra, mas cada um Mas a origem é essa. A origem é essa.
Você consegue migrar um pro outro?
Consegue.
É, consegue migrar ali, mas não Uhum. Para desenvolver mesmo, você tem que mudar algumas coisinhas.
Entendi.
A ideia do modelo.
Entendi.
E o conceito deles trabalharam por baixo é um pouquinho diferente, né?
É que nem aquele da Tem um outro no ciclo da WS, o Dynamo.
O Dynamo e o outro que eu penso, cara. É idade, viu?
Desculpa.
É, não.
Mongo. Mongo. É que nem o Dynamo, né?
Eles são são eles são portáveis, mas são diferentes, né?
Mais ou menos, né? Ainda é um pouco bem diferente que é o o Cassandro Sil ainda você consegue migrar, claro que você tem que mexer na aplicação, não é simples, mas ele vai de um pro outro, né?
O Mongo e o Dynamo, dependendo do jeito que você desenvolveu no Mongo, você não migra pro Dynamo.
Hum.
Mais, né? que mas se você usar ele como um nocico puro ali, um chave valor ali, tipo, vai, mas chave valor você pode usar até um mas chave o valor o Jon, entendeu? Se você trabalhar com Jon, você pode você vai colocar lá, mas tipo não vai desempenhar como deveria, né?
É, o Sila e o Cassandra funciona do mesmo jeito. Você pode colocar o Cassandra para dentro do Sila, só que não vai desempenhar como o Sila iria desempenhar.
Sim, né?
Mas vai, né?
Pois bem, aí veio um outro sistema, os caras falam: "Porra, deu certo, né? Ah, então vamos fazer um outro em seis meses de novo". Ah, tomar no cu de você, [ __ ] Que [ __ ] é essa, né?
Bateu a meta, dobra. Isso que agora é três meses que esse primeiro que é a CN Beleza, era mais para fazer tipo evolução de pontuação da consultora assim para ela e de ter um plano de carreira, né?
Hum. a gente chama na natura de plano de crescimento.
Plano de crescimento. Isso.
E aí eles falaram: "Já que deu certo, agora a gente vai apresentar os indicadores para ela." Uhum.
Então a gente vai fazer um sistema de performance.
Sim.
Performance comercial.
[ __ ] aí fodeu, né? Porque cara, indicador para [ __ ] tudo em real time. O cara, a construtora, ela põe um item num carrinho para captar pedido para ela. Ela quer olhar o indicador.
Ah, não bati a pontuação. Ela tira e põe outro e fica testando. Mas imagina 1 milhão do consultório fazendo isso aí no quente.
A gente tem uma característica na Natura de que o carrinho ele é empenhado no chequin. Ou seja, eu empenho o estoque na hora que eu adiciono o item no carrinho. Sim. Na hora de finalizar is outro episódio. É, cara, isso traz uma complexidade absurda, até porque você pode ter uma concorrência muito grande, né? Então, se todo mundo põe no carrinho e fecha de uma vez, você pode não ter produto para todo mundo, né?
Isso.
Mas ainda a gente enxergava o Sila como um banco de dados mais voltado pra big data, né? E aí a gente começou a aprender assim. E esse eh sila que a gente tá falando, esse cluster, ele é ele é IAS. A gente que ademistra hoje. É ele.
Toma aí.
Cara, eu achava que era SAS, esse especificamente não.
Ah, que delícia, hein? Né?
Sabe o nome do cluster? Teste Cluster.
Até hoje tá assim.
É a Poque que virou produção.
É, exatamente.
Qual que é o nome desse servidor de produção? É aquele chamado Po 2 cara. Você tem que ver o abrido chamado pro fornecedor, tá ligado? Ah, qual que é o nome do coisa? Teste. Não, não, não.
Mas o de produção. Teste. Teste. Teste.
É isso mesmo.
Mas porque não é que a gente quer enganar o hacker? Se alguém entrar a gente teste ele não vai no banco.
E aí o que que acontece? Aí a gente começou a aprender, né? E a gente começou a trabalhar com esse banco mais transacional mesmo, de fato, com transação de fato, né?
E a gente começou a ver que o negócio vai e performa, né?
Hoje esse cluster, para ter uma ideia só da volumetria, ele faz em média de 400.000 1000 operações de banco de dados por segundo.
Esse cluster com 12 máquinas, 12 nodes.
12 nodes, tamanho de node e quatro X Large.
Máquina com 32 CPUs, não, 16 CPUs e 120 de de RAM, né?
Acho que é 16. É 16 CPU e 120 RAM cada nu. É, é um, é uma, é um, um copilting compatível com um, um, cara, tô mal de memória que a gente falou agora da hora. Quantos?
Exa data.
É um exa é não, exa maior.
É, o exa vem hoje com comput faz tempo que eu não vejo, mas cento e tantas cord CPU.
Então, mas a gente tá falando aqui de de 16 cada nó.
16 cada nó. E quantos nós?
12.
12.
12 x 16.
Aí é [ __ ] hein? Aí você tá quase com ex, tá quase com 72, 184.
É, o exa que eu trabalho hoje tem 196 cores.
192 core.
É, então tá ali com exa.
Mas ele cresceu o ano passado, era seis.
Uhum.
A gente dobrou o ano passado porque entrou outras coisas, né?
Sim. É que é que são características diferentes, né? Sim. É, quando a gente fala de ex data, a gente não fala de eh tanto de truput de banco, né? Mas geralmente, não que seja uma regra, a gente vê o o Exadata trabalhando muito mais como quase um application serve de tanta regra que tem de procedury e function para rodar naquela desgraça de banco de dados que fizeram numa arquitetura anterior, que eu não sei que se eu se eu descobri quem teve essa ideia de criar arquitetura, de botar regra de negócio do banco de dados, isso vem longe, hein? Eu eu eu eu vou eu eu aprendo a voltar no tempo só para dar um tapa nesse cara.
Vem longe e ainda tem uma galera que eu tenho que escutar. Ô, deixa eu colocar uma proc aí.
É, exatamente. Então, a maioria do que a gente vê no mercado que usa ex é isso.
Você tem aplicações praticamente rodando regra de negócio que deveria estar na aplicação no banco de dados.
Eu trabalho, eu trabalho com EXA ou trabalhei com EXA desde o X2, que é o primeiro, né? Eh, e vim até o X8, X7, X7. Daí eu larguei as B.
Eu sempre brinquei que o que o exadata era o cocô cheiroso. Conhece isso?
Você põe um cocô, ele vai sair cheiroso do outro lado.
Sim, sai cheiroso.
É, é para desenvolvedor preguiçoso.
É isso aí.
É porque ele ele segura a onda de uma arquitetura ruim, né?
Quando e eu falei a essa comparação a nível computacional. Porque aqui a gente tá falando de performance de banco. Eh, eh, esses cores são dedicados a fazer transação de de leitura e gravação, né?
Às vezes você tem uma aplicação rodando em exa que tem uma uma frequência de banco, truput de banco muito menor, mas só roda em exa porque lógico, você escreveu a aplicação inteira em proc.
O Exadata ele tem uma característica bem, o o C ele tem uma característica bem diferente, assim, completamente diferente. Inclusive o mindset do cara é assim, limpa, esquece relacional.
Uhum.
Começa a pensar meio que eh eh como que é? Eh, desnormalizado.
Desnormalizar para ganhar, né? Então você começa a pensar desnormalizado, né?
Posso fazer um parêntese aqui?
Porque sempre foi uma briga na minha vida de arquiteto. Aa mais quando antes de eu de eu de eu de ser executivo e trabalhar na gestão, mas na no fronte mesmo como arquiteto, sempre que a gente tinha um projeto que ia com com a ideia de ter um nocico ou um banco de dados mais leve, desnormalizado, cara, a gente sempre pegava um DBA que veio de volta do futuro dos anos 80, me perguntava, mas em integridade relacional tem qual forma da normalização? Isso. E aí, como é que eu vou relacionamento, como que eu vou garantir que o banco tá íntegro?
Tá na quinta forma.
Como é que foi isso para vocês? Vocês passaram por isso?
Ah, eu passei por isso porque eu era um DBA de banco de dados relacional e cara o cara não tem forign key.
Ah, cara, eu fiquei uma semana sem dormir, preocupado. Falei: "Fodeu, eu ganhei as contas, né?
Como que eu vou resolver isso, né? Como é que eu vou resolver isso?
Isso, não tem de litro casquete. Sorro.
E agora, né? Aí a gente precisava de uma aplicação de um banco de dados. Estou falando do Cassandra ainda, né? Eh, que fosse eh, ele respondesse na respondesse na no menor tempo possível, então a latência menor possível e que fosse elástico. Para ser elástico precisa ser charging.
Uhum. Beleza? E aí quando eu escalo o cluster, a performance dele aumenta eh exponencial. Então vou aumentando lateralmente, não verticalmente.
Verticalmente.
Cara, mas é totalmente disruptivo para mim que era do mundo relacional.
Totalmente disruptivo, cara. Assim, não vou falar que foi fácil, não. Foi.
Até porque geralmente os SGVDs padrão escala vertical. Todos quase e até um ponto aí, né? Porque a gente também tava com Mongo lá, né?
Isso.
E o Mongo não escalava igual.
O Mongo escalava cala por réplica sete.
É diferente.
É porque a gente, tipo, começou a trabalhar com o Mongo também, né? Daí, pô, será que vai escalar do mesmo do mesmo jeito que o Mongo? Ruim, tá ligado? Porque putz, era horrível trabalhar escalando o Mongo. Daí tinha meio que esse preconceito de tipo, ah, vai ser ruim igual, pô. Vai.
Então, então só prometendo aí não vai não vai entregar não.
Sim. É porque a gente acaba imaginando que a forma de um banco não relacional escalar é parecida.
Isso.
E não é aquele sabor, aquela aquela marca, aquele aquela tecnologia que funciona desse jeito.
Exato. É. Então, e aí a gente precisava dessa característica porque era uma aplicação muito sensível. Eu precisava, eu já tava sofrendo com os banquinhos de de cloud e com o exadata na época, porque eu tinha gastava dinheiro à toa, porque eu tenho o meu banco e o meu DR é um DR purro.
Uhum.
É um DR passivo, né? Burro entre aspas, mas é um DR passivo. Que eu mostro, o máximo que eu conseguia fazer era select no banco de dados, abrir ele como RID on, né? E cara, isso aí para mim doía assim, [ __ ] eu tenho um ex data, tem que deixar um exadata parado, cara.
né?
É tipo deixar Lamborghini na sua casa com tanque cheio e na garagem. E na garagem a chave tá escondida, né? E e isso me doía. Então eu precisava, a gente já tava começando pensar um pouco diferente em cloud, como é que sai de um banco diferente de cloud. Ah, mas tem um post o RDS, o Aurora, a mesma coisa. F das contas, a mesma coisa. Ah, mas ele cria os rid.
Mas então, read que eu começo a escalar pra leitura, entendeu? Então, mas até o escala até a escala eh natural da nuvem para pro banco para vocês não atendia?
Não, não, não.
E aí a gente também, porque ele as pessoas às vezes não tem uma visão eh tão clara, né, da do que é o escalonamento vertical na nuvem. Ele tem um tempo de interrupção, tem um armap, tem um armap, etc.
Que é diferente do escalamento horizontal que você fica razoavelmente transparente pra aplicação.
É, mas eu acho que a questão não é nem a ele não conseguia, conseguiria, o problema é o preço que ia ficar.
Hum. Entendeu?
Porque preço, tempo, tem várias coisas, né?
É. E tipo, ah, beleza, coloca uma 32x large aí que vai sustentar. Mas aí não escala estava você tem que manter uma capacidade ociosa muito grande para poder atender em caso de escala, né?
Aham. Daí aí vai pro data center, pô.
E aí a gente tava juntando as coisas, pô. Eu eu preciso de performance, eu preciso de alta, a teoria do CAP, não sei se já já viu isso aí, né? Preciso de performance, preciso de alta disponibilidade, preciso, entendeu?
Então, eu queria resolver minha vida também.
Assim, eu preciso de um banco de dados.
Queria dormir.
Eu queria dormir.
E queria ter paz.
Eu queria um banco de dados. Ainda não podia mais encher o saco.
Exatamente. Tá. O casamento tava em jogo.
Exatamente. Eu queria um banco de dados na época, por exemplo, que eu conseguisse fazer manutenção 2 horas da tarde numa terça-feira e [ __ ] entendeu? Assim, eu vou parar aqui, ninguém vai saber. E a gente faz isso hoje, né? O Sila Cloud que a gente tem não sabe nem quando depois nem quando que os caras estão fazendo manutenção.
Os caras estão fazendo manutenção lá. É, tem os fus e os caras não tá nem aí, tá com pau e não e não dá disponibilidade soluça.
Nem soluça.
Então a gente tinha que junta.
Então além do cluster on premises tem o Cláudio do SAS também tem alguns, né?
SAS tem dois SAS.
Entendi, né? E aí o que que acontece? Então a gente queria resolver vários problemas, né, que a gente já tinha e cara, deram o papel em branco para nós, uma caneta. F se foderam.
Agora eu vou fazer do jeito que eu quero.
É, tem uma coisa que o Fabrício dentro da Natura, ele é um cara mais disruptivo, ele pensa mais fora da caixinha, né? Os os outros arquitetos, eles pensam muito no que o mercado tá trazendo e que tá em alta do mercado, que tá se vendendo no mercado. E ele não, cara, ele sempre vai pelo caminho mais diferente, assim, ele sempre procura outros caminhos para resolver o mesmo problema.
E aí acho que a história do Sila cai muito nesse lugar que é importante, né? E e também tem um outro ponto que eu quero aproveitar para fazer para emendar essa pergunta, porque da mesma forma que nós de arquitetura tem que tá olhando para coisas que são alternativas, etc., eh também tem que tá eh não quero dizer que os outros estão errados para acompanhar o mercado, porque tem outros tem outras questões de de mão de obra, etc., tem que ser tem que ser levado em consideração. São requisitos de negócio e não funcionais que a gente também tem que olhar. Como é que vocês lidaram com isso? Porque eu, por exemplo, a última vez antes de de gravar o primeiro episódio com a Deia e com o Valdiro, eu não conhecia o Sila. E como é que vocês lidaram com essa questão de, cara, eu vou trazer um produto que parece muito bom, atende meu problema, mas se o Fabrício amanhã ganhar na Mega Cena, eu tô [ __ ] E aí, como é que você lida com isso?
Na época eu era de operação, eu era DBA da Natura, não era arquiteto.
Pior ainda, porque se você ficasse milionário, aí sim você ia falar: "Foda-se".
Né? correu esse risco.
O dia que eu comprar a Natura e voltar, aí eu eu dou manutenção, né? Daí correu-se esse risco.
Mas o que que acontece? Então, eu estudei, tá? E eu tenho É importante falar que você estudou, né?
É, é, é importante falar pras pessoas que não caiu do colo, tá ligado? Tipo, ah, nossa, olha que legal, vou usar, bota em produção.
Jogou pro desenvolvedor, falou: "Ô, se vira aí, tá ligado?" Aqui, ó, é document driven, persiste, seja feliz.
É, os devs foram bem bacanas assim, bem assim, os caras vieram comigo assim, cara, a gente precisa fazer, vamos fazer, né? E a gente estudou, fez treinamento, a Sila foi parceira para [ __ ] que ajudou para [ __ ] a gente ajudou mesmo assim no conhecimento.
E eu tenho uma facilidade e eu gosto disso de ensinar, de repassar, né? É, o Sócrates tá aí.
Não, eu, você, cabreira, Lep, né?
Enfim. Eh, e assim, eu não guardei o conhecimento comigo, eu repassei o conhecimento e eu comecei a forçar a galera. Você vai começar a desenvolver isso aqui, ó. Toma aqui, ó. Estuda aqui.
Uhum.
Vai lá na Universidade da Sila, você tem que fazer esse, esse, esse curso aí, né?
E coisa. E aí eu comecei a ensinar e difundi o conhecimento na empresa de fato mesmo, né? Então, bastante desenvolvedor, mas assim tinha bastante restrição, né? Eh, desenvolvedor chegava pá, não vai, eu preciso de um banco relacional, cara.
Não vai sim, vai não, vai. Aí o cara ia torcendo o nariz, tipo, irritado mesmo, que não quero ir. Aí o cara ia e aí agora fal não quer mais usar outro banco, né? Aí a éí um ponto interessante pra gente até abrir um parênteses aqui de tirando o cara da zona de conforto, sacou?
E é isso que eu queria que eu queria discutir aqui e como que a gente assim assim a a única forma que nós da área de arquitetura tem de convencer, de evangelizar é mostrando o bom uso os prós e os contras, né? Então, como que vocês conseguiram fazer isso de uma forma que o cara entendesse que ele pode sair do paradigma relacional e ir pro não relacional, dependendo do tipo de aplicação, porque, por exemplo, porque tem aplicação que de fato ela tem característica racional, entende?
Não existe não existe bala de prata.
Exatamente.
Não existe bala de prata. Só que para quem só sabe, só entende prego, só usa martelo. Então é, é natural pro dev que não nunca trabalhou com nocle, ele naturalmente modelar o problema dele de uma forma relacional. E aí você tem que mostrar pro cara que não, o cara tem outra forma de desenvolver. E essa característica de aplicação, ela pode ser trabalhada como documento, como document driven, você não precisa ter relacionamento forte, etc. Mas isso e eu nem culpo o os deves porque a gente na faculdade é condicionado a pensar assim na primeira, segunda, terceira, quarta fodésima forma normal do banco de dados, né? Porque isso é uma disciplina de consistência de dados, etc. Então vem meio que naturalmente, né?
Sim.
Quero falar com você agora que ainda não conhece a Clever. Clever é uma empresa que já tem mais de 3 milhões de usuários em 30 países com 30 idiomas diferentes, que tem trazido soluções em blockchain, criptomoedas e ativos digitais. O objetivo da Clever é te dar liberdade financeira para operar esse mercado de cripto. Então, se você acredita nisso, se você acredita nessa liberdade, você já pensa como a Clever, vai conhecer os caras, é clever.io, Io estão contratando também pessoal para trabalhar com cripto, com blockchain. Então, se você tem interesse, se você tem conhecimento nessa área, procura a Clever. Se você gosta de criptomoedas, se você opera no mercado, você precisa conhecer a Clever, precisa conhecer as soluções da Clever.
Então, o endereço tá aqui embaixo no vídeo. Para quem não tá no YouTube, é clever. Vai lá, vai conhecer que realmente é um mercado sensacional.
Eu lembro que uma vez, cara, eu tava numa discussão eh muito crítica sobre isso. Eu tenho um trauma disso. Vocês vocês perceberam, né, que eu falei, eu tenho um certo trauma disso. Eh, eu trabalhava numa empresa de saúde, não é, de vidas passadas, onde a gente tinha que persistir fichas de um documento que vai para paraa NS, que é de uma regulação chamada TIS. Quem é da área de saúde?
Eu lembro disso.
Lembra? Então, lembro, cara. É um é um Jon.
É um JSON.
É um Jon. E é isso. É um Jon.
Só que o modelo que vem do Jon, que que gera o Jon, ele é um grande emaranhado de tabelas domínio, entendeu? Então você tem um monte de tabelas de domínio, você tem um monte de relacionamento, etc. E aquilo gera um documento. Então o ponto o ponto principal é vou armazenar documento, vou armazenar Jon, eu não vou fazer a querer contrária, eu não preciso voltar. pro pro pro meu modelo relacional. Meu modelo relacional, ele tá ali para eu gerar isso. E, cara, foi um parto de oriíço para pr para as pessoas poderem entender que aquilo ia performar muito mais num banco que é feito para isso, que é feito para isso, que é direcionado ao documento, porque, cara, já compôs o documento, o documento já tá com a relação pronta, eu não vou ter que fazer query naquilo. Tá aqui, cara, persiste, lê, acabou.
E meu trauma vem daí, porque o cara fal meu Deus do céu, como é que eu vou saber de que tabela? Não vai precisar saber, querido. Já tá no documento, tá tudo lá, já tem todo dado. Exato. Já tá tudo tudo que você precisa tá ali, tá ligado?
estruturado em um documento.
E e como é que vocês, por curiosidade mesmo, assim, entender como foi essa jornada, mostra pro cara que, cara, essa aplicação, ela pode ter uma característica no ciclo, ela pode ser modelada diferente.
Hoje na Natura não tem mais esse problema. Aliás, o problema se inverteu.
Agora a galera Agora a galera quer fazer a aplicação que seria relacional no relacional. Eu eu acho aqui, eu até tava comentando com ele na entrada. Ah, geralmente o pessoal ele tem a ideia de quando é não relacional é não ser algo consistente.
Ele tem essa ideia de [ __ ] eu vou perder dado, vou perder transação, é, vou perder uma transação aqui. Ele ele não tá pensando se é relacional ou não relacional. Ele tá com medo de perder a transação dele, o dado dele, alguma coisa. É, é.
Daí quando você mostra para ele, não, não, mas esa o seu dado, a sua transação tá segura. Ele pera, como assim? Falando não. E isso aí tá, ó, toma aqui o teorema de CAP, toma aqui a modelagem.
Ele fala: "Não, caramba, é possível?" É ele, putz. Porque a maioria de Dev que eu conheço, ele ama um Jason.
Uhum.
É exato. Ele ama hoje, né? Isso. Mas tipo, nessa época não amava não. Então, mas eu eu já fui XML, olhe lá. É isso, um XML, coisa assim. Então ele já gostava de algo meio que como documento, só que quando falava que era para colocar isso dentro de um banco transacional, aí vinha um choro.
Só que agora falar pro cara, não, você pode trabalhar com seu documento dentro de um banco e não relacional e você não vai perder a transação. Ele fala: "Porra, calma aí.
Aí e ele abre os olhos, ele brilha, o que traz também velocidade performance, né? Muito.
Eu acho que tá muito pautado, na tua pergunta, tá muito pautado na confiança.
Ó, eu tenho um cara que é especialista desse negócio e ele sabe o que ele tá falando, né? Então assim, tá muito em cima disso.
Sim, sim. Não, isso faz todo sentido, né? Como eu era um DBA, eu era o especialista de banco de dados N3 da empresa e eu tava direcionando os caras e eu tava ajudando eles.
Uhum. Vem aqui, vamos modelar esse negócio. Vou te ajudar a modelar isso aqui.
Eu abri esse parênteses porque eh eh pode ser que quem esteja nos ouvindo aqui sabe que é muito fácil errar nisso sentido do ciclo no ciclo.
É muito Eu peguei um caso ainda nessa outra empresa que eu peguei uma aplicação, vocês vão achar que é conto de fadas, mas olha só o que aconteceu. Era uma aplicação que tava no GCP, usar o DAT Store. Nome dessa aplicação nossa é GCP.
É, por isso que a Deia deu risada.
O produto dela é GCP. É antigo. Antigo.
É outro GCP, gente. O vend tava rodando no no Google Cloud, né?
Vamos trocar o nome para não confundir.
E usava o DAT Store, que é o nativo do Google para no ciclo, né?
Só que o cara que desenvolveu, ele fez aplicação eh relacional usando um banco no cicle, só que ele fazia os relacionamentos todo em código.
Então aí que tá é o pensar diferente.
Exatamente. O cara ele ele não pensou.
É, e cara, eu cheguei lá para fazer análise dessa dessa aplicação, cara, tava custando uma fortuna, porque o Dead Store ele cobra por leitura e por persistência. Então, uma consulta, o cara lia, fazia 50, 50 leitura, porque ele lia uma linha, aí ele pegava a chave dessa linha, aí ele lia outro documento filtrando por aquela chave. Então ele não abandonou o relacion a visão do relacional rela e quem desenvolveu fez como cada documento, como se fosse uma tabela, cara.
Nossa, eu falei: "Meu Deus, cara, isso aqui é um uma coisa de maluco." Mas aí você colocou um ponto interessante. Se você não tá em um produto de cloud, você consegue fazer isso?
Sim. Não dá para você fazer, dá para você fazer besteira e não, não. E outra e botar debaixo exato.
Não. E você coloca e você não percebe o custo que tá te trazendo nisso às vezes.
Aí você fala: "Porra, eu tô com produto bom". Mas fala: "Poderia ser melhor".
É, esse é o ponto.
É, é, acho que a Cláud hoje ele traz muito isso, ele traz muito a cagada à tona. E exato. Mas geralmente a cagada ela ela sobe no cartão de crédito de alguém. Um mês, daqui a um mês eu vou te mostrar o tipo o que você desenhou aí.
Eu vou te mostrar daqui um mês o resultado. Exatamente.
É, acontece muito, tipo, o cara começa, ah, ele vai pensar relacional. Então, nesse caso, o cara usou os entities como tabelas, velho. N e aí ele ficava lendo várias tabelas, tabelas para ver. É, ele fez a consistência em código, mas ele não utilizou o paradigma não relacional, entendeu, cara? a gente fez um refactor ali que custou 10% da fatura e, cara, reduziu assim, tipo, 90% depois o o o a fatura de uso da da, né? E e e já vi o contrário também. Eu já vi cara que pensava não relacional, mas salvava um blob Oracle, né?
Tá ligado?
Os bons e velhos blobs.
É, eu já vi o contrário também. O cara, o cara modelava meia aplicação de uma forma não relacional, mas o cara metia tudo num blob, no ora e vida que segue.
Então é é é meio complicado evangelizar a galera para saber quando utilizar um paradigma ou outro. É na cláud os caras estão fazendo isso no post. Eles usam um campinho Jon B ali, mete o Jason, muito, muito. Hoje a gente tem uma aplicação que sofre, sofre com isso.
Tem o Jonomb lá e cara, olha, deixa aí, deixa aí.
Seria muito mais barato. Abre um bucket e deixo direto um bucket. Se é um Jon, né?
Então, mas aí assim, eh, foi até que não foi tão difícil. eh essa eh convencimento dos dos times em utilizar, porque a gente eu tinha predisposição de ensinar a galera, entendeu? Assim, eu falei: "Pô, vamos baixar a bola aqui, vamos começar a tentar evangelizar a galera aqui e vamos devagarzinho." E já teve produto de sucesso em si, o primeiro, né? Que foi do JCP ali.
Isso. O e o C Beleza, né?
Isso.
Então, como teve, ó, resolvemos um problema com isso aqui, né? Então a galera começou a pegar confiança, né? Só isso é a galera começou a pegar confiança e começou a olhar. E aí a gente tinha um outro desafio. Então a gente implementou esse sistema, tá? Hoje calcula 190 indicadores de real time, né?
É, não, mas não, bem mais. Acho que esse deve tá mais de assim real time deve tá mais de 400.
O México acho que trouxe 200 por pedido.
[ __ ] posso fazer uma pergunta? 400, 400 indicadores por pedido e por dia. Se tá certo ou errado é outra pergunta.
Certo, errado é outra conversa.
Não era isso que eu perguntava.
Indicador mais dá mais ou menos 55 milhões de transações por dia.
Como é que você faz isso no Sila sem levar para uma camada de analítico?
Aí ele faz, ele já tem um módulo analítico ali que não, não é o, o banco ele persiste num num contexto colunar, tá? Então ele deduplica dado, enfim. E como ele é charging e ele escala horizontal, ele performa você gravar muito dado nele, tá? Desde que você grave de forma estruturada, né?
assim estruturado, que eu te digo no conceito dele.
E e o dado ele é do ele, como ele é colunário, ele é deduplicado, então ele diminui o tamanho como um parque.
Hum.
Beleza. E aí eu só que eu escalo ele horizontalmente. Então cada nó do cluster tem um pedaço do dado e uma cópia de outro de outro nó.
Mas calma que você diz como você faz a estatística disso, como que você calcula Spark? O consolidado passa para um spark, não é? Ah, sim. Ah, desculpa. O motor de processamento é um spark.
Entendi. Porque a spark stream.
Eu ia falar, pera aí, você tá me dizendo que o cara persiste caras operações e toda vez que roda um dash, ele roda uma query no banco e não, não. Spark, o sparkzão é, ele roda a querer. Ele roda a querer traz, calcula e persiste. Tá, mas o cálculo é é no pera aí. É bom, mas pera aí, tá ligado?
Pera aí. Os milagres ainda estão em outra esfera. Achei que você tava falando de da estrutura de camada de medalhão. Não, não é isso não é isso.
Entendi.
Que aí você tem uma outra camada para fazer o processamento, né?
Isso. Eu tenho um spark streaming que fica escutando uma fila de pedidos.
Então a aplicação ela posta um pedido, joga numa fila, o cara pega e mastiga.
Sim. Aí ele processa e aí ele ele grava um consolidado e aí as aplicações vão bater no API para consumir aquela informação calcular. Car roda quer toda vez que o cara chega lá e perfora.
Não, não, não é uma estrutura de D.
É, é uma estrutura de Não é uma estrutura de big data, mas é uma estrutura de spark calculando com paralelismo, enfim, aí você tem um enfileiramento ali que você entendi, né? E aí a gente entregou. Legal. Aí agora tem um outro desafio. Pô, eu tenho um sistema de captação que acabar de fazer tudo em posto de microsserviço desse tamanho cada servição, né?
Microservição.
É, é o micro é o microserviço que é de 2 GB.
2 GB.
Olha, tem alguns microsserviços de 1 tera, né?
É um micro, é é um micromolito. É, é, é bem isso, né?
É quase isso, né? São quantas torres?
13. 13, né?
13. É o cabreira que veio aqui outra outra época é problema dele agora.
É, agora é treta dele. Agora ele que use DDD e se vire.
1 2 3. Acabou minha vez.
E aí a gente tinha que entregar esse sistema e ele não performava para escalar para um outro país. A gente começou num Peru e precisava escalar pro Chile e começar a escalar ele para outro, rolutar ele para outros países, né?
E não ia. Aí eu cheguei com o pessoal, me passaram outro desafio, pô, como é que a gente faz esse negócio funcionar, né?
Falei: "Bom, vamos botar o cilo." Nossa, tá louco, né?
Essa é a primeira reação sempre. Toda vez que a gente fala: "Ah, vamos fazer concila, por quê? Não, muito caro não, não vamos fazer não. É sempre essa reação.
É, ou não dá, na verdade, né?" E aí eu peguei um dev, cara bom para [ __ ] só que conhecia mongo e po assim esse mundo é meu, vamos fazer.
Vamos. Mas, ó, mas veja bem, veja bem, vamos, vamos então. Vamos. A gente pegou um módulo de carrinho desse cara e como ele era microsserviço, ele dividia, ele processava, mandava pra frente, processar, mandava pra frente. Então era um poxa, ele tava processando em centenas de de milissegundos, né?
Gente, vamos fazer esse negócio porque eu não escalo. Boto pedido ali, eu consigo escalar 50 pedidos por minuto naquele contexto que eu que a gente falou do do do empenho no chequinho lá, sabe?
Uhum.
Ah, vamos botar esse cara aí, né?
É, o negócio começou a performar em microegundos, [ __ ] Micrundos com cluster de três nós com duas CPUs cada nó.
A menor possível. A menor.
Menor possível.
Menor máquina da WS lá. As efêmeras.
Uhum. Ah, outra característica não, efêmera. Outra coisa que a gente trabalha com sila e a própria, é a recomendação da própria sila é trabalhar com máquina com disco efêmero e o e os dados persistidos na barriga. Aí os cara vai, [ __ ] se eu desligar a máquina, vou perder o dado. Vai perder o dado daquela máquina, só que ele tem cópia da outra.
Ah, quando eu pôr, ele reconstrói.
Entendi.
Então a gente troca a máquina, põe nó no cluster, tira nó do cluster, apaga, cara, ela se reconstrói, cara. Então a persistência é na máquina, num discêmor, na memória. Pensa assim, é, é tipo, é quase um bem memória que ele persiste e aí ele replica pros nós.
Ele cria sempre, no caso você configura, mas ele cria réplica de três nós.
Uhum.
Pensa assim, ó. Cada e eu tenho um conceito de multihack e aí olhando pr pra WS ou cloud é multiaz. Ele tem um conceito de multidata center que é multirregião. Uhum. Uhum. ativo. Ativo, entendeu? multiregião e multiazê ativo.
Esse eh e esse produto que ele tá falando, tá falando do carrinho.
Carrinho é um um produto disruptivo que a gente fez e a partir dele a gente fez o promo, que é o produto que eu cuido hoje junto com Valdir, Valdir, Valdir, nosso amigo Valdir, um abraço.
Espero que tenha resolvido o problema produção. Aí não, não resolveu.
É, é [ __ ] Culpa da JVM. Olha e é um problema no carrinho.
Ah, é um do tr acabou minha vez.
Esse problema não é meu. Existem dois tipos de problemas, o meu e o dos outros.
E aí a gente precisava trazer eh o o carrinho, o carrinho não, o promo Brasil. Quando a gente fez para Latan, que é o que hoje tá 100% eh funcional, putz, só a WS. Vamos embora. Vamos embora.
Processa milissegundos também, entrega a promoção muito rápido, vai volta muito rápido. Só que a gente precisava também fazer isso paraa maior operação da Natura, que é o Brasil. E essa operação da Natura tá num numa cloud diferente da cloud da WS.
Tem um pedaço isso.
E aí a gente aí vou dizer aqui em alto e bom som. A gente fez o primeiro produto multicloud que atualiza nos dois lugares. É isso.
No quente.
No quente.
Ativo. Ativo.
Ativo. Ativo.
Curiosidade de infra. Qual é a conexão entre os DCs, entre as clouds?
É, sabe? Hoje ali ela tem, a gente tem o interconnect entre as clutas, interconect entre uma com a Natura e entre outra Oracle com a Natura e a WS com a Natura.
Sim, mas ele também poderia atravar privado, interconect. Mas eu poderia fazer via internet também, porque é criptografada a informação.
É, não, tudo bem, mas é que aí você tá tá sujeito a da t a a não e e flutuação, né, de latência porque não adianta a latência. Então, mas a latência não é tão problema, porque ele assim, ele é ativo. Ativo. E o que que a gente pensou nessa nessa arquitetura?
A Latan como ele é ativo, ativo, então a gente deixa o workload da Latan na WS e a gente deixa o workload do Brasil na OCI.
Uhum. Eles estão ali, só que um é DR do outro.
Se o Brasil cair, eu pego a aplicação, ponto, já era.
Sim. Mas você não corre o risco, por exemplo, de você ter um contexto onde quem tá no Brasil precisa dos dois, dos dois dados.
Ah, não. Então, beleza.
E é assim, ó, é quase impossível acontecer isso em qualquer aplicação mundial. Entendi. Porque eu já eu já tive caso, por exemplo, de ter aplicação eh AWS Mulia em sítios diferentes que tinha um delay de read réplica de um pro outro.
Mas é, mas daí você escreve, mas aí é uma característica que você escreve e você lê do outro. Isso. E aí você não aí você não tem Não, não é isso.
É aí você não tinha, por exemplo, um dash em real time. De fato, você tinha um delayzinho de de real time, porque o teu dash tá no na época de leitura e tua persistência tá no tá no banco quente, né?
E aí se você tá num outro sítio, o a dependendo do sítio que você tá, a latência não é lá essas coisas.
É. Então, mas a diferença desse daí é que eu escrevo e leio aqui e eu escrevo e leio aqui.
Isso é e aí sincroniz dois assincronamente. Eu assincronamente a gente fala em micro em milissegundos, eu sincronizo os dois.
Sim. Aí você tem mais como um ativo ativo mesmo no caso de DR.
Ativo ativo de no caso de DR, né?
Entendi.
Eh, mas o que que a gente fez? Então a gente precisava colocar o o carrinho e a gente fez até o pau para [ __ ] conhe adquirir conhecimento do dos debers, enfim. Mas foi trancos e parrancos, foi bem, cara.
Derrubou a aplicação de tão bem que foi de tão rápido que tava esse módulo.
Então, cara, é o módulo de entrada, te juro.
Pera, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí. você vai entender. Derrubamos a aplicação, beleza? Eh, como a aplicação ela respondia, esse essa torre da aplicação respondia em centenas de milisegundos, beleza?
Todas as outras pra frente aguentava, não enfileirava, não tinha nada.
Não, mas pera aí, o Ah, você derrubou o nó seguinte.
Eu derrubei a torre seguinte. Torre seginte.
Ah, entendi. Porque eu fiquei dor. Pera aí. Como é que ele derruba a aplicação se tava performando mais? Não, a torre seguinte, você fludou o o a próxima aplicação que recebi o o spons da sua, porque ela conseguia entregar em centenas de milissegundos e começou a receber a cada microssegundos de transação ou dezenas de milissegundos. Cara, caiu, fludou o cara. Fodeu, literalmente.
Fludeu.
Ah, flu.
Aí tinha um outro faz um dedos interno.
Isso é, isso é papo para uma outra cerveja, mas tinha um banco de dados que eu já tava estudando também, que é o MyC NDB Cluster que nos salvou aí.
Mas depois a gente conta sobre isso, né?
Meu calcanhar de Aquiles hoje.
É, nossa, dá muito trabalho.
Dá nada, pô.
Dá nada. Dá trabalho pro cara porque ele esqueceu como é os comandos. Faz um ano que o negócio não dá manutenção.
É. Aí não não é bem assim não, viu? Não é bem assim não.
É, pô.
E e aí o que que acontece nessa época? O Sócrates, ele tava ele quando eu entrei na Natura, ele era um carinha de N1 lá, sabe?
Uhum. Só monitorar, encher meu saco à noite.
E aí ele um dia chegou e falou: "Cara, eu quero ser DBA Fius Pos." Você tem certeza?
Perguntei, perguntei.
Falou, eu de eu cheguei para ele, ô, eu entrei lá como torre técnica, com assim, não tinha nem acesso nos bancos, nem podia acessar, entendeu? Aí eu falei: "Pô, e hoje é um caos teu acesso?" É.
Aí eu cheguei e vi ele trabalhando, né?
Eu falei: "Porra, quanto tempo você tem de banco aí para chegar aí?" Ele falou, olhou para mim assim: "Não, não, não é tempo. Quanto que você quer que estudar?
Quanto você quer?" Falei: "Ah, é, eu quero saber, velho. Eu tô, mano, estudo aqui um pouquinho, tal". Ele: "Ah, é, então tá bom, Fabrício, essa é a hora que você olha pro cara, fala: "Meu amigo, eu vou te dar até amanhã para pensar a história da piscina quentinha. Não.
Ó, eu vou te eu vou te dar eu vou te dar o benefício da dúvida. Você volta paraa sua casa, você fala com a sua família, você pensa bem. Se você tiver certeza, me procura amanhã.
Não, não deu não. Falou pode pular que tá, mano, fresquinha. Falou, falou não vem que tá legal, mano. Vem, ó. Perfeita, perfeita.
Olha pro cara, f cara cheio de espinha.
Imagina ele, não tinha namorada. Imagina o que que ele fazia à noite. Vai estudar. Verdade.
Tá com tempo.
Tá com tempo.
E era engraçado porque como não tinha acesso aos bancos mesmo, daí tipo, putz, eu fazia tutorial pra galerinha lá de como executar script, entendeu? Aí eu falava, [ __ ] não tenho o que fazer.
Daí ficava lá estudando, abria. Na época também queria ser o com manico. Ah, vou tirar o CA, CP, não sei o quê.
Cara, por que que a galera tem esse fetiche, né, velho?
É impressionante. Eu também nunca liguei por isso, cara. Rapaz, nunca resolveu problema.
Relaxa que só foi o começo. Só foi o começo. Depois eu vi que no Não, mas é é é curioso porque a galera quando começa no no começo de carreira dá uma uma coqueluche de uma é uma noia de certificação.
Fala, meu amigo, vai aprender os fundamentos primeiro, vai saber o que é tecnologia antes de você, né?
Bem isso aí.
Aí certificação é para se provar. É só exat só serve para isso.
Obrigada por falar isso.
Você tem certificação?
Nenhuma não.
Ah, você acha que a Deia vai ter certificação? Deia tá demitido.
A De corre. A a de é do corre ela, cara.
É tipo, ó, aprende ali, tá ligado? Tipo, vai e faz. Tô me virando.
Mas daí ele chegou, falou: "Não, vem aí" e tal. Falei: "Não, beleza, vou vou aprender esse negócio". Fui estudando, aí tive algumas idas e vindas na Natura.
Daí, tipo, fui e voltei até e a última vez que ele me chamou aí, que a entrada desse da nova tecnologia aí que ele me deixou, tá ligado?
Cheguei para ele, tava lá desanimado, mexendo com Oracle, né? Eu não vou falar mal do Oracle que ele pagou minhas contas por muito tempo.
E paga até hoje, né, amigo?
Paga. Oracle, eu tenho a impressão que que é o tipo PHP do programador.
É, o cara tem uma vergonha de ter trabalhado a vida toda, mas pagou o boleto de muita gente.
Cara, eu não tenho vergonha, cara. Para mim é o cara, velho. É o cara.
Não, não dá para dizer que Oracle é ruim, né?
Não é o cara.
É que quando o do advento da da de cloud mudou um pouco o os paradigmas, né? Mas quem teve coragem me economizou uma grana quando com post, né?
Teve, teve bastante, se fodeu bastante, mas tudo bem.
É, vai só uma grana aqui, ó. Também ó quem, ó aqui, ó. Não, nem vem aqui, ó. Não, nem vem, nem vem, nem vem. Tem preconceito de poxa, de preconceito.
Tem um aí nesse coraçãozinho bate um oraclezinho aí. Bate. Opa, entendi.
Ô, abate. Eu tenho uma raiva do Ó lá. Tá vendo? É, eu tenho ódio. Não, mas eu fal que ele tem um ódio hoje essa [ __ ] não deixa sair dorm.
Entendi. Deixa tomar cuidado quando eu falar mal do exade.
Não, brincadeira à parte, o post é bom, mas tem que saber os limites. Os limites, né? É exato. Exato.
Tem que saber o limite do Jombie, né? Entendeu?
Isso. Exato.
Não é quebrar os dedos. Quando o cara vem falar aqui J zombie aqui, você tem que dar uma martelada do cara.
E aí o Sócrates tava lá à toa na outra empresa. Ele chegou a primeira vez que ele foi lá, ele falou: "Cara, eu quero trabalhar, meu, tem uma vaga na madruga, tá fim?" Tô. Então vai. Aí ele ficava a madruga inteira e ficava até meio-dia colado nos DBA para aprender, né?
Meio-dia. Ficava até as 3, fazia dois turnos, praticamente não fazia nada, pô. Mas cara, quantos anos você tinha?
Tava com 23, 24. Ó, fica de exemplo aqui pra galera que é de fato quer crescer na carreira e ter conhecimento.
Não é fácil, né?
Não é fácil.
Não é fácil.
Aí ele saiu. Tô com uma proposta melhor.
Tem certeza? Tem. Então vai. Não tem eu lá, hein? Não tô lá, hein. Vai.
É bom que desmama, né? É bom que desmama, né? É isso. É.
É. Aí foi, deu uma passará, saiu por uma outra, foi lá. Aí tava desanimadão. Eu com a vaga aberta, eu não conseguia preencher a vaga, né? F, tem um Sócrates que é tonto. Acho que vou acho que ele, acho que ele pega essa.
Acho que acho que ele cai nessa aqui, ó.
Liguei para ele e aí só tá afim.
Ah, sei. Será que dou conta? Falei: "Dá conta sim. Eu torcendo para ele vir para eu vazar". Não, mas mas eu recusei umas três vezes porque na empresa que eu tava tava indo, porque eu eu digo quando eu saí foi quando eu virei DBA mesmo, porque eu saí debaixo da zinha dele, saí também tem isso porque tinha o Diegão, tinha o Leandrinho lá que também trabalha com foi voar sozinho.
Isso. Eu falei: "Putz, agora eu vou ter que me virar aqui, meu irmão, não tem." Aí eu tava lá e ele chamou uma vez, pegou, ligou, né? Na época meu pai vendia queijo dentro. Aí ele, ô, tem queijo aí e tal. E era desculpa que era para falar, ô, mas eu tô com uma vaga aqui, você não quer vir não? Então beleza, me manda aqui 300, mas tem uma vaguinha. Exatamente. Aí eu falei: "Não, Fabrício, eu tô bem, eu tô bem. Até que deu um rolo lá, cara, eu tive que trabalhar praticamente uma semana sem dormir, cara. Tipo, deu uma merda na empresa. Eu falei: "Putz, mano, isso aqui não fiquei sabendo." É, ele não ficou sabendo não. Não ficou sabendo.
Você só teve sentiu o cheiro da oportunidade, né? Só se eu só aquelas coisinha sentido.
Aí eu falei: "Mano, isso aqui não é vida não, cara. Isso aqui, putz, tá acabando comigo. Eu, putz, na época eu tava mal para caramba". Eu falei: "Meu, não, tá doido". Aí acho que o quê? Com uma semana ele pega e me liga: "Tem queijo aí?
Tem queijo".
Eu eu falei: "Olha, queijo não tem não, mas eu quero a vaga".
Aí eu fui ensinar o outro aí falar assim, ó. tem vida depois da da do Oracle. Aí você que tá aí escutando esse episódio bacana e quer levar toda essa tecnologia, essas novidades pra sua empresa e não sabe como, chama o time da VemBS. A gente pode ajudar vocês com desenvolvimento de software, com arquitetura de soluções, a entender os problemas que vocês estão vivendo e sair do outro lado com uma solução bem bacana. E se você tá escutando o podcast para aprender coisas novas, faz o seguinte, manda um e-mail pra gente no peoplecare@vems.
E você pode fazer parte também do nosso grupo de talentos. Valeu.
Agora o time do Relações Públicas vai gostar mais de mim.
Vamos.
E te fazer uma pergunta, Sócrates. Qual a diferença do ponto de vista no DBA?
que a gente sabe das responsabilidades de um DBA, de administrar um um SGBD relacional padrão e um SILA, que é um banco disruptivo e como que você trata isso seu dia a dia?
Porque você deve administrar Oracle ainda também. Oracle não, orac. Eh, o pessoal costuma falar, cara, o Sócrates saiu e voltou, voltou enjoado porque não quer mexer com ora. Não, não, não fala não, não põe a mão dessas coisas.
É, não, eu mexo em tudo menos vai apanhar aqui, ó.
Isso é problema do fofinho.
É, isso é problema do fofinho isso aí.
Mas mexecou o fofinho. Fofinho é um Leandrinho. Ah, tá. Beijo, Leandrinho.
Leandrinho com 1,90 m. Tá. Pode trazer o Leendrinha aqui um dia. Pode trazer.
Acho que é maior que o que o Valdir largão.
[ __ ] vou ter que arrumar uma sala para gravar com os dois que aqui não vai caber, né?
Aí, cara, o pensamento para mim hoje, a diferença entre trabalhar com Oracle, um post Cristo da vida e o Sila, ah, na verdade é o que até o que eu falo que é o diferencial hoje para mim.
Eh, você saber jogar com time de desenvolvimento, porque quando você tem uma cagada de performance no Oracle em um posters da vida, cara, você mete um índice, você faz uma coleta de estatística, ah, pede uma refaturaçãozinha de querer básica ali de boa.
E o Oracle já te dá ali os low queres e tal.
Oracle é meio que jogar no easy, né?
Isso, exatamente, cara. Tem tudo, é muito mais fácil. Agora quando você fala no Sila, não tem esse jogo.
Uhum.
Você vai ter que manjar do negócio.
Tipo, você deixa um pouquinho de CDBA e começa a ser também um pouco de desenvolvedor e começa de dados, né?
Isso, arquiteto de dados, entender um pouquinho mais a fundo do que que a aplicação faz, como que ela pode funcionar. Você começa a fazer perguntas pro cara, ô mano, a gente pode jogar desse lado aqui, pode jogar desse e outro, porque a performance como funciona pro Sila ou para um não relacional é diferente. E e só uma pergunta que eu queria fazer para vocês, porque nas empresas que eu já trabalhei, geralmente o arquiteto de dados era da minha equipe e é o cara que dominava ali o as tabelas domínios da empresa, o master data, que sabia que que pegava o trabalho do dev, revisava ali a modelagem, falava: "Não, cara, esse dado tem aqui, isso aqui". Então, isso funciona muito bem pro relacional.
E como que você faz isso pro pro Nocle com o time de dev? Eh, vocês têm o papel do arquiteto de dados que ajuda o cara a modelar a solução dele para ele não usar um um mentite para uma tabela, igual a gente discutiu aqui já no no bloco anterior?
Mais ou menos, né?
Mais ou menos. Mais ou menos. Porque tipo no quando a gente fala do no cic principalmente CRA tem a questão da desnormalização. Então [ __ ] se a gente tá reutilizando o dado ou não, é indiferente, dependendo o momento. Tipo, putz, ah, vai suar bem ante a engenharia de software e arquitetura e tudo mais, cara, a gente precisa entregar. Eu não vou me preocupar. em deixar esse dado totalmente limpo, cara.
Vai aí do jeito que tá.
O grande lance é o seguinte, num banco relacional você cria o banco e você pensa na quer depois.
Isso. Qualquer banco relacional é assim.
Uhum.
Nesses bancos no ciclo, principalmente Sila ou principalmente Sila e Cassandra, é o contrário. Você tem que saber a querer o que você quer para você modelar o banco.
Uhum.
Modelar a sua tabela. Esse é, eu acho que é o mindset ali que a pessoa precisa mudar para ele modelar a tabela. Assim, ó, eu vou procurar a querer porque obrigatoriamente você precisa e toda quer você precisa passar a chave.
É porque você você não vai só expor o dado, você vai expor o negócio.
Sim. Afinal é um documento. A gente tá falando de documento na tabela. Porque assim, o o cara deve que tá do outro lado, o arquiteto que ele não é um documento, ele precisa, ele é colunar.
É, ele ele precisa saber. Tá aí, aí sempre fodeu agora. Agora não é documento, é coluna mesmo. Não é documento, cara. Mas não é no cicle.
É no cicle, mas nem do no cicle é documento de B.
Ó, o geralmente relacional, a cara tá ótima, gente. Por isso que eu amo fazerada. É por isso que eu amo fazer esse podcast, porque tu op uma coisa diferente.
É, mas tipo, a ideia é assim, quando você eh pensa pro Sila, você já pensa num produto específico e você sabe exatamente o que você quer.
Tipo, não é um negócio assim: "Ah, eu vou gerar dado cliente aqui e se um dia eu precisar desse dado, eu vou selecionar". Não é, é igual construir uma casa.
Cara, agora eu não consigo pensar em mais nada. Tô pensando como que pode ser um banco de dados no ciclo colunar. Que [ __ ] você tem banco de dados agora você você tem banco de dados documento. Você tem banco de dados colunar no caso do Sim, você tem chave valor, você tem eh aquele eh eh espacial lá, como que é o airfir?
Bom, enfim, tem vários sabores, né?
Ouila é um banco colunar. Não, mas o a a e ele é estruturado em tabela e coluna.
Sim, mas se você eh e se você tiver falando de entity e propties, por exemplo, se você tiver falando que o property é um colunar, beleza, que aí aí faz sentido, que nem, por exemplo, a gente tá falando de entidades e propriedades.
E essas propriedades, você quer me dizer que são tratados como colunas? É isso?
É isso. O banco é coluna como se fosse um banco relacional.
Tá beleza? Tá. Beleza? Como se fosse um banco relato. A diferença é que ele é, por ele ser colunar e ele chardeado, eu tenho as PS, primary kiss. E as primary kiss é a chave, é é a é a chave de de de particionamento do meu charding.
Sim. É, é que é que a gente tá a gente tá acho que a gente tá pensando a mesma coisa, mas com manclaturas diferentes.
Sim, sim. Porque geralmente quando você trabalha com document driven, você tem um equivalente a um colunar se você tiver um contrato onde você tem propriedades que são requeridas.
Sim, né? Então tenho, eu tenho um contrato de Jon, beleza? Esse Jon ele é um documento, mas ele tem que ter o a propriedade tal.
E aí esses caras funcionam como, mas ele é estruturado no banco de dados como um documento, tá? é que internamente, você tá me dizendo que internamente ele trabalha como colunas.
Sim, como coluna.
É, é. Pensa assim, quando selecion como se fosse um banco de dados relacional. Pensa na tabela relacional.
Uhum.
Beleza. É estrutura de colunas. Cada campo é uma coluna.
Uhum.
Tá. A diferença é que você tem uma estrutura de PK como um banco relacional. Você tem a primary key.
Uhum.
Só que pro sila, obrigatoriamente em cada consulta você precisa passar PK, porque é a PK que vai dizer onde que aquele aquela chave tá, em qual que tá.
É isso interno para encontrar com tanta performance.
Mas eu tava falando que esse tipo de banco, esquece Sila, qualquer banco de dados e no ciclo é como se fosse você construir uma casa. Como é que você constrói uma casa? Começa pelo projeto.
Uhum.
Você gasta tempo na arquitetura do projeto.
Quando você vai para um banco relacional, você gasta um tempo, mas esse negócio começa a mudar depois.
Isso, né? Vou construindo, não evolui, né? No caso desse tipo de banco, não.
Você tem que gastar muito tempo planejando, arquitetando para você conseguir construir o plano de o banco de dados. Então, a gente tem que saber quais são as quisas que eu preciso, que informação que eu preciso.
Uhum.
E aí você modela o banco, entendeu? Sim, essa é a mudança de de mindset que não deve, o pessoal que tá tá ouvindo precisa ter.
Se começar a pensar dessa forma, ele vai perceber que que é uma pergunta que eu faço hoje. Ah, eu tenho uma aplicação, vou pôar no plus. Por que que você vai pôr no plus?
Você precisa de persistência dura no banco de dados, de você vai fazer um select for update, né? Eh, vou travar a linha para ninguém usar e vou não, não vou. Então, por que que você precisa de um banco de dados relacional, né? Então, aí o cara começa com esse tipo de pergunta, o cara começa a meio que pensar fora da casinha, já quebra um pouco o paradigma do relacional, né? Isso.
Eu eu sempre usava outro outro tipo de argumento do tipo, se você não vai ter resultados diferentes da mesma informação em contextos diferentes da própria aplicação, tipo recortes de de domínios informacionais diferentes que são usar, pesquisar por várias consultas, vários campos diferentes, né? você não precisa, você vai para um para um banco no ciclo, caso contrário, você vai para um para um ciclo. Mas agora eu já tô até revendo essa questão com com essa questão de ser colunar e não colunar, porque eu já consigo fazer um um paralelo muito claro de você ter um documento de persistido, mas com essas propriedades relacionadas com colunas e que você consegue ter por trás um banco de dados rodando colunarmente, mas que te devolve um Jon.
E essa parte de você pensar na informação que você vai ter como resultado na sua query, evita o erro que eu que eu comentei no começo do episódio da aplicação que gastava um absurdo no Day Store, porque o cara ficava lendo entidade, recuperando chave e lendo novamente.
Então ele modelou como uma um banco relacional, né, que ele conseguiria fazer isso com uma query só, mas um relacionado não vai conseguir. Então ele não pensou na visão que ele tem que ter na ponta, né?
É isso, né? E aí eh uma outra eh eh diferença de um banco relacional é que eu não tenho limite de partições que eu tenho num banco de dados que aceita particionamento. Ó o soca de você respirando no fundo porque eu caguei as partições dele, né? Então quanto menor a partição, agora quero saber essa história, que que aconteceu? Quanto menor a partição, deixa eu concluir aí o Sócrates conta aí essa paradinha. Quanto menor a partição, melhor. O que um banco de dados relacional, quanto a partição é pequenininha, é ruim.
Uhum.
Porque eu tenho menos byte para extrair, sacou?
Então, quanto menor a partição é melhor.
Então, essa aplicação do promo lá, o Valdir começou a desenvolver ela.
Ah, sabia que tinha tretamos muito. Tretamos muito com a partição grandona, as partição grandona. Eu falei: "Não, velho, vai dar uma bosta isso aí. Você, cara, pensa fora." E o cabreiro também, né? Teve uma discussão que a gente discutiu lá umas 7 horas da noite, lembra? Quase que eu briguei com o cabreira lá, falei assim: "Não, velho, não, mas não dá". Falei: "Dá, você tem que pensar assim, ó: "Você vai, você vai parcionar por consultora.
Por consultora não, tem que particionar por estrutura, não, por consultora.
Quanto menor, mais rápido o ângulo vai ficar." Aí eles ganhei, convenci.
A gente ficou quase uma hora discutindo, né?
Né? E eles fizeram diferente. Aí foi que a aplicação porque foram dias essa discussão porque começou foram dias. Mas é que esse dia que ele tá falando foi um dia que a gente estava na natura, hum, de pé nas mesas falando besteira. E aí eu falei: "Fabrício, fala pro cabreira que dá pra gente fazer em Sila." E aí a gente começou a falar e ele não dá, não dá, não dá. Ele ficou, ficou vermelho assim, ó.
Cabreiro é branquinho, branquinho, branquinho. Ele começa a ficar nervoso, ele começa a respirar meio começa a ficar da bochecha assim, né?
Vai subir na boche essa aplicação que a gente tinha no GCP, ela particionava muita coisa.
E aí teve um dia que o Sócrates me ligou e falou: "Deia, você quer me [ __ ] né?" Eu falei: "Sócrates, nem consigo, nem se eu quisesse, não tenho condições fisiológicas. Não consigo, amigo.
Gostaria, mas eu não consigo.
Eh, mano, tá cheio de partição essa [ __ ] Olha isso. Liga pro fulano. Big partition, né?
É as large parti.
Large partition.
A única coisa no sila que você pega quando vai te bater em performance que você consegue ver é large partition. É, tipo assim, apareceu esse negócio, seu cluster vai começar a chorar, tipo do tipo, meu, vai dar time out.
Porque pensa, tá todo mundo. O que que é uma large partition? Eu tenho todos os dados em uma única partió. Lembra que meu cluster ele é charging?
Uhum.
É, é bom explicar até pra galera entender. Meu cluster é charging.
Explica pra galera o que é o charging, tá? Charging é quando você tem um pedaço do dado distribuído em cada nó do cluster.
Uhum.
Tá? Então, eh, quanto mais fragmentado tá, menos dado, menos byte eu preciso recuperar na consulta. Beleza? Que que eles faziam? Eles pegavam, remodelaram a a aplicação e colocaram todos os dados em uma única chard, em uma única partição. Pensa assim, eu tenho 12 nodes, só que ele só usa um node porque tá tudo acumulado em uma charge só. Uma só, uma charge só.
Então, o meu paralelismo foi pro [ __ ] Exatamente. Fodeu.
Era, é, é isso que ela fez, entendeu?
Ah, Andreia. Hum. Cara, quando eu voltei pra Natura, meu primeiro ano foi estudar Sila. E ah, então gente, ó, isso aqui, ó, isso aqui tá ruim, isso aqui tá ruim, isso aqui tá cagando. Isso aqui a gente ficou com Foi assim que eu conheci ela.
É, a gente ficou uns seis meses arrumando, né?
Foi seis meses, tipo, removendo dado, reconstruindo da eh tabela.
Aí a gente, aí quando o Sócrates ficou bom, eu falei: "Sócrates, toma a chave da casinha".
Vou virar arquiteto e só vou desenhar.
Não deu, acho que seis meses, não deu seis meses.
Minha ferramenta agora é PowerPoint.
É exatamente. Não. E cara, hidrwa.
E não deu seis meses assim, ele falou: "Ó, valeu, falou". Tá ligado? Já começou a desenhar os negócios. Desenhava os negócios. Aí, aí vem a história do eu só desenho, vocês sustentam, vocês implementam. Justo, né?
Justíssimo.
20 e tantos anos se [ __ ] É minha vez.
É lógico. Tá provado que ele sabe fazer agora que funciona o que ele desenhar.
Funciona, cara.
Agora é isso aí.
Aí foi quando eu conheci a Andreia, conheci o Valdir, fui conhecendo a galera toda aí, né?
e mudei minha cabeça de a oracle, oracle e relacional. Ei, [ __ ] tem um outro lado legal aqui, entendeu?
E eu acho que muito DBA gosta da parte de desenvolvimento, gosto da parte de porque que nem eu comecei como programador, aí acabei [ __ ] aqui para DBA. Então, mas você ainda fica com aquele negócio, [ __ ] eu eu quero conhecer um pouco do negócio. Você fica com aquele porque, [ __ ] CDBA, DBA Rotas mesmo ali do É fazer time em banco e não é tão legal assim, não é, cara.
Mas, cara, e isso aqui inclusive deve virar um corte. Essa tua visão de se envolver com o negócio tem que ser a a característica do profissional de T moderno, cara. Você tem que ter uma visão mais olímpica. Você não pode ter uma, você não pode olhar para um pedacinho da casinha, mas hoje você precisa ter uma visão holística, você tem que saber, você não precisa saber de tudo.
Isso. Aquele DBA que recebe o script, valida, aplica ou não, esse cara vai ser o primeiro que a inteligência artificial vai vai chutar pros caralhos.
Já era, já esquece. Tem que ter uma visão, tem que ter uma visão holística de do do não. Tanto que hoje a gente tem lá torre técnica que é para fazer isso, cara. É cara que não mexe com tecnologia, com nada, que eu fiquei [ __ ] essa semana, que executa isso, faz esse, fez esses scriptos aí, cara. Teve, nossa, quer me ver, [ __ ] É pedir pr os caras da torre técnica fazer alguma coisa.
Meu amigo, o que eu já quis rasgar o cu com a unha.
Ô, amigo, dá para desrosquear. Olha que a gente tinha que fazer gemmude, você tinha que fazer o script, tinha que fazer o SQL pro desgraçado, colocava na Gemmude, o cara rodava SQL.
Ah, deu erro.
Ponto e vírgula.
O desgraçado não olhava, devolvia GMUD para você arrumar e aplicar no dia seguinte. Fala: "Filha da [ __ ] mas tu é um DBA para quê? Se você não sabe arrumar uma [ __ ] de um SQL, velho? Eu tô arrumando aqui sem acesso.
Tô testando num banco sintético.
Escuta aí, eu tenho que te mandar a [ __ ] meu.
E muitas vezes falta o ponto e vírgula.
É, é o ponto e vírgula.
Mas a gente chega no nível de desatenção de abrimos uma SM.
Um mês.
SM é uma mud.
Olha o que você vai falar. A ideia, ó.
Fica em paz. Fica em paz. Fica em paz.
Faz um mês que eu abri a [ __ ] da sema frente e a sem não foi, não criou meu dado no banco, não foi.
Aí uns 20 dias depois falei: "Porra, o dado não tá aqui. Vou, será que alguém apagou? Vou alterar, vou mandar uma TT".
Mandei. O cara executou, não fez [ __ ] nenhuma. Porque não tinha dado lá ele alterar o quê?
Aí ele te manda o resultado. Zero zero rose affectande.
Complet o negócio foi lá se alter. Não, mas é é tipo hoje é muito essa visão. Eu acho que se o cara não olhar o negócio inteiro, tipo entender, eu eu cara, mas é não dá gana, não dá uma gana de tipo, [ __ ] entender o que que você tá cuidando.
O profissional de ti apertador de botão, meu amigo, acabou, acabou faz tempo. Aá, já era, já vai matar o cara. O o cara que pensava e: "Ah, já tá trocando, imagina o cara que apertava botão." Então, meu amigo, já era, já era, já era.
Mas assim, ó, o Sócrates é um cara que eu já liguei para ele às 4 da manhã, eu já liguei para ele às 6 da manhã, eu fico imaginando 10 4 manhã, falando muito palavrão, velho. É, eu já liguei para ele meia-noite, é assim, e ele me atende todas as vezes. Ele não tem obrigação nenhuma de fazer isso, nenhuma. Porque assim, a gente tem hora extra.
É, não, mas não é isso. E e tudo bem, tá certo ele ganhar o sobreviso, mas eu acho que eu não ganho. Você me acordava 3 horas da manhã.
Eu não ganho sobre aviso não. Então, entende lembrando que quando você me trouxe que foi essa foi uma coisa. Eu falei, Fabrício, tem a vaga aí, tem. Mas então vai ter plantão? Porque se for, eu não quero, entendeu? Porque eu tava traumatizado, trabalhei a semana inteira.
Mas você tem plantão? Não.
Então beleza, cumpri o que eu prometi.
Então, mas é justo, justamente por isso, assim, ele hoje ele não faz plantão, ele é um cara do horário X, combinado e tá tudo certo, mas se a gente precisar dele em qualquer momento, ele tá pronto para ajudar, desde que seja alguma coisa ao meu alcance. Ele, eu tô com um bug em Java dentro, não, dentro das regras impostas pela empresa, entendeu?
Não, naturalmente, né, gente? Acho que e e aí cabe aqui um um disclaimer para quem tá nos ouvindo. Tem muitas pessoas aí em começo de carreira. Isso é soft skill, gente. Isso é é saber lidar com as pessoas, entender a senso de urgência, relacionamento.
Isso eu aprendi muito.
Foco no negócio com Fabrício. Ideia, eu aprendi muito com a relação que, tipo, eles tinham, tipo, o Fabrício tinha com os squads, né? Aí eu percebi, eu falei: "Porra, eh, porque eu quando era o DBA clássico, era aquele cara que tipo pedra [ __ ] de pomba". É, é, é o, é o de que pega aqui pela Já ouviu falar no Deus Bea?
É isso. É, era o Deus Bear. Não, mano, vocês aí na terra, eu aqui no céu, não sei de nada. É tipo, ah, desenvolvedor, é, tá ligado? Tipo, arroma, arruma essa query, arruma essa query, mano.
Tá fazendo merda aí. Não, hoje a ideia é jogar junto. Eu aprendi com eles. Eu aprendi tipo assim, [ __ ] não, qual que é a treta?
Vamos ver aqui o que que a gente pode fazer, porque no final é resolver problema, cara.
E tá e o nosso trabalho de ter, independente de CDBA, ser um gerente de produto, ser arquiteto, ser gestor executivo, nosso trabalho é resolver problema.
É, no das contas, é, é isso.
Ou é resolver um problema novo ou é resolver um problema antigo.
Isso. O, o [ __ ] é resolver problema toda vez que é o mesmo, né?
Apesar que esse aqui não quer resolver mais antigo não, viu?
Não, não quer resolver mais nada. Eu tenho problema para [ __ ] Não, eu eu sempre digo isso. Eh, resolver problema é a nossa profissão. O [ __ ] resolver o mesmo problema sempre.
Isso.
Isso aí é [ __ ] Mas a gente gosta de resolver problema novo, né? Vamos resolver outro tipo de problema. O problema é a gente patinar no mesmo problema sempre, né?
É isso aí.
Meus amigos, eu queria pedir eh mais 3 horas de podcast para continuar aqui, mas a gente não tem. Então, eu queria que vocês fizessem mais duas considerações pra gente encerrar o episódio. Primeiro, ideia do ponto de vista de produto, o que você sentiu de evolução com os que você trouxe de benefício de negócio pra companhia. Eu já conheço um pouco a história do outro produto, mas eu queria que agora corporativamente, inclusive falando de operação de TI, o que você sente que o Sila e essa visão diferenciada trouxe para paraa natura?
Simplicidade não é a visão, tá? O sila não é uma aplicação simples, ele é uma aplicação complexa, mas ele é extremamente estável.
Problemas complexos não se resolvem com soluções simples.
Exato. Ele é estável. E aí a estabilidade trouxe pra gente o conforto de entregar aquilo que a gente fala todo dia. A consultora sempre no centro.
Eh, esse é um lema que a gente tem hoje dentro da Natura.
Então, a estabilidade, a performance traz esse conforto pra gente. E e enquanto produto, eu sei o que eu tô entregando. Eu sei que eu tô entregando um indicador extremamente bem calculado, que eu não vou ter erros e que toda a minha cadeia estratégica da companhia ali, quando a gente fala da da das líderes de venda, das gerentes de venda e representantes, tá com o dado quente na mão, tá com a informação que ela precisa ser trabalhada naquele naquele momento, no principalmente no final do cico, que é o momento mais crítico, tá na mão dela. E assim, cara, é que nem os meninos falaram, assim, um pedido é processado entregue para ela lá na ponta em 1 minuto e meio.
Que operação que faz isso hoje? Eu não consigo com um banco que seja se entregar isso.
Eu acho que não tem um banco de dados que responde nessa performance.
Não tem. Assim, e isso paraa gente é um processo crítico dentro da companhia, porque ele muda ponteiro, ele muda ponteiro de faturamento dentro da empresa.
E aí quando eu falo de promoção, que é o outro produto que eu cuido, que esse produto de de estatístico eu cuidava, eu já entreguei esse filhinho para alguém, agora eu tô com outro.
É o segundo cérebro da empresa, é onde a gente mais ganha dinheiro, é onde a gente mais faz reversão dos carrinhos.
E ele precisa ser rápido, tão rápido quanto o carrinho que a gente entrega paraa consultora. Ele não, ele ele não pode ter problema. E é a estabilidade e a confiança que ela tem do outro lado do que ela está vendo no na revista ou que ela tá olhando dentro do portfólio e tá sendo entregue. Uhum. Então, eu acho que é uma união das coisas, é uma união do negócio e a tecnologia trazendo isso pra gente e a estabilidade do banco e a segurança e a confiabilidade do dado que tá ali. Então, para mim é isso. Mas eu acho que o principal que você traz paraa gente aqui como é a tecnologia como um capacitador, como um um habilitador, um habilitador pro negócio de um resultado de um negócio.
Sim, exatamente.
Então acho que isso é é independente de qualquer requisito técnico, né?
Sim. Temos aqui uma questão técnica que discutimos ao longo de quase 1 hora e meia aqui, mas é o que gira o ponteiro do negócio.
Exatamente. É o que muda ponteiro.
Então a tecnologia é sempre o meio no confim, né?
Exatamente.
Isso é uma lição que a gente tem que ter e uma visão que nós temos que ter como mindset, como profissionais de tecnologia. E vocês, meus amigos, queria perguntar, eh, como que vocês lidam hoje com o desafio de administrar um banco de dados mais exótico, mas dá para chamar de exótico, né?
Dá para chamar de exótico.
E como que vocês pretendem levar isso em escala dentro da latura? se já é bem aceito, se bom, vocês já falaram aqui que tem algumas algumas eh restrições, algum alguns algumas paixões, né?
Porque a tecnologia é um mundo de paixões, naturalmente, né?
Natural.
E e e principalmente qual é a lição que fica dessa jornada toda tecnicamente?
Hoje com arquiteto eu já não tenho mais problema. Aliás, por incrível que pareça, os devs vem falar para mim: "Pô, se a gente botar isso no Sila, e se a gente botar isso no banco tal, e se a gente botar isso" e não fala mais de relacional?
Uhum.
Por incrível que pareça, na natura, até achar até você achar um cara que deveria ser relacionável, o cara quer botar no Sila, né?
Ah, mas daí, mano, né? Mas hoje, por incrível que pareça, já a gente conseguiu mudar essa chavinha na empresa, tá? Aquela pergunta que eu falei, pô, tu precisa ser relacional mesmo. Os caras eles já fazem.
Uhum.
Tá. Então é sinal que você é um excelente evangelizador.
O Fabrício é, é, eu tomo na na parede até quebrar ela.
Mas enfim, eh a única coisa que eu falo assim pra galera que tá querendo começar, meu, estudar.
é estudar e não pode ter preguiça. Não pode ter preguiça. O Sócrates tá aqui, é um cara que veio do zero, assim, de verdade. Ele veio do zero e chegou como especialista, não só de Oracle, mas de outros bancos, né, de outras tecnologias, porque não tem preguiça de estudar.
Tecnologia não vem por osmose.
Conhecimento não vem por osmose, né?
Então, estude ainda não tem plante de chip cerebral?
Não, não tem não.
E e na Natura a gente conseguiu mudar esse mindset com o time de engenharia como um todo.
Uhum.
A galera começou a estudar tecnologia e volta e meia, como eu sou meio que evangelizador de banco de dados, de tecnologia de banco de dados, o pessoal vai me perguntando, cara, você conhece banco tal, você conhece esse negócio aqui? Essa tecnologia? Já viu esse banco aqui? Já viu isso ali? né? Os caras estão muito mais na frente do que eu.
Então, se bem que eu dei uma parada, né?
Mas os caras já estão bem mais à frente e eles estão pensando fora da caixinha da da caixinha que foi exatamente o que eu queria que acontecesse. Todo mundo pensar fora da caixinha. Existe isso. Isso. E cara, isso é essencial, né? Pro profissional de te hoje em dia isso é essencial.
Eu costumo dizer para passar pro pro Sócrates dar o testemunho dele hoje, cara. Eu há mais de 10 anos eu não escrevo uma linha de código em produção corporativamente, porque agora já tô num eh minha atuação é outra, é mais estratégica, etc. Mas cara, eu codo quase todo dia e eu não me afasto desse lado técnico, porque eu acho que é importante para a tomada de decisão que eu que eu que eu preciso tomar no meu dia a dia, eu entender o contexto de tecnologia que eu preciso, até para poder questionar as pessoas que são muito melhores do que eu naquilo que elas estão fazendo no dia a dia operacional, né? Então, cara, eu a minha diversão no final de semana é p vou pegar uma nuvem aqui, vou subir um cluster de cubernetes, vou ver como é que sobe um docker, eu vou ver como é que eu persisto uma coisa no banco de dados e cara, eu fico lá às vezes o PlayStation aqui, às vezes o tecladinho aqui, uma cervejinha e cara eh porque eu gosto disso. É é o que eu sei fazer, sabe? É o que eu é o que eu tenho necessidade.
Quando você não tá sentado lá no vaso olhando um podcast, né? Isso, exato, exatamente. Então, cara, agora, por exemplo, eu tô numa vibe.
Ah, tem que tomar cuidado com isso, né?
O cu do cara caiu, hein?
Aí, caramba, velho. Eu não tava sabendo dessa aí.
Verdade.
Então, agora eu tô numa de estudar eh eh inteligência artifici que gera um código, né? Tô ah, legal. Tô dando uma olhada, tô vendo as limitações e tal e é o que a gente tem que fazer, né, cara? Então, eh, inclusive recentemente eu respondi um post no Nickedin do cara falando galera tinha que largar a faculdade, que não tinha que estudar, que 4 anos era perder 4 anos da vida dele. Gente, estudem.
E o quando a gente fala de sobre estudar, não é sobre ter só a a formação formal, não é sobre ter diploma ou não é isso, estudase 30 anos de carreira.
Quase 30 anos estudando todo dia.
É isso.
Todo dia.
E se você quer entrar na TI, é isso. É estudar todo dia.
Estudando todo dia, né? Inclusive coisas que você não faz com com cara é você sentar e estudar e fazer as coisas e e cara, inclusive eu vou te dizer que eu criei esse podcast para isso, porque eu aprendi hoje com você, eu aprendi hoje com você, eu aprendi com você. Então isso é estudar também, porque eu preciso de conhecimento no meu dia a dia, né? Mas eu quero saber seu testemunho, só vamos lá, cara. Calma aí. O testemunho, calma aí, eu não trouxe a Bíblia, tá ligado?
Esse, esse não, esse a gente não faz não, cara. Para mim é a mesma coisa que o Fabrício comentou, mas é tipo estudar, mas não pensando só na questão da tecnologia em si, mas é como você falou aqui é um estudo. Então, às vezes você conversar com o seu dev e tentar entender o que que o produto dele tá fazendo para tentar ver qual que é a dor que ele tá sentindo. Porque às vezes a gente tenta resolver um problema, ah, que nem putz, eu quero quebrar a parede aqui, eu tenho um martelo. Ah, eu vou quebrar a parede com martelo, mas [ __ ] se eu pegar uma marreta, eu acho que vai ser melhor. Não, e às vezes eh eh o cara só quer sair do outro lado e você ter a chave da porta também. Exatamente.
Então, tipo, ter porque às vezes a gente pensa em estudar e pensa, putz, que nem no começo, quando eu peguei lá para estudar, cara, eu pegava doc da Oracle e a ler Doc da Oracle, entendeu? Eu não ia trocar ideia com o pessoal. Eu mantive uma um a usuário do do do Sosó, é no no no na cloud da Oracle lá, na cloud da Hora para ele ver documentação. Ele chegava para mim, ô, deixa meu usuário aí que eu quero estudar documentação.
É, deixava porque eu já tinha saído da Natura.
Sim.
Aí eu falei: "Porra, mas eh deixa o meu acesso aí porque eu baixo as doc aqui e fico vendo, tal". lá. Beleza. Mas, tipo assim, e era muito focado.
Então, tipo, eu, beleza, tecnicamente eu poderia ser bom, mas, putz, para vir com uma solução diferente que nem o Fabrício Fights. Putz, [ __ ] eu vou colocar um sila aqui, eu não quero mais Oracle porque Oracle não tá mais solucionando.
Então, pensar para fora ali, eh, o, o estudo não é só o papel, o estudo também é o social que você faz com o time.
É o que compõe repertório.
Isso. Então, porque eu eu sempre costumo dizer pro pro meu time de arquitetura que arquitetura é repertório, não é não é só profundidade técnica. Todo mundo tem que ter uma profundidade técnica alguma coisa, mas arquitetura repertório, né? Você tem que entender, tem tem que ser muito generalista e tem que ter, cara, tem que conversar com o cara de r, tem que conversar com o cara de banco, tem que ter eh você não precisa dominar isso, mas você tem que entender o conceito de tudo.
Exato. Então você tem, eu achei que era só fazer caixinha.
Mas no fundo é, mas é caixinha, no fim das contas é, mas são caixinhas com algum fundamento.
Chefe dele fica bravo.
É, fica caixinha não, mas caixinha. A gente tem que abraçar o o meme.
Felipe, Felipe, vou trabalhar na sua área só para fazer caixinha.
Meus amigos, muito obrigado pela presença de vocês. O episódio foi maravilhoso.
Perfeito, perfeito.
A gente foi muito fluído. A gente conseguiu trazer de fato eh a realidade de como é uma jornada, de trazer uma tecnologia nova para uma companheiro do tamanho da Natura, né? E de fato fazer a coisa acontecer, né? os desafios que tem, a jornada que a gente tem de produto, de gestão, de aprendizado, de convencimento, de pode falar que é evangelização.
É evangelização. Não confunda com o lado religioso, coloque no lado tecnológico, né? Então, quero agradecer muito a presença de vocês aqui. Obrigado.
É nós.
E espero-los mais vezes aqui, né? E você, eu vou deixar já um gancho.
Hum. Para você voltar de novo.
Volto.
Para você dormir com essa.
Não é a Cassandra.
É, é. Você já teve, você já teve a Cassandra na sua vida e agora você tem a Sila, sua mulher deve ficar louca, né?
Ah, acostumou já. Aou, porque é um casou com sa. Exatamente. Eu eu fiquei fic, eu fiquei pensando durante todo o episódio se esse case de esse esse use case que a gente falou aqui de de banco de dados com no ciclo, etc.
Com o conceito near real time, real time, como seria um benchmark com arquitetura baseada em cfka, que também é document driven, entre aspas, né? e que tem uma latência muito baixa também, mas não responde. Eu quero que você volte aqui pra gente fazer um uma discussão sobre isso.
Bora.
Precisa dormir com essa agora. Eh, você que acompanhou a gente até agora, muito obrigado pela pela audiência de vocês, meus convidados. Novamente, muito obrigado. Se você gostou do nosso episódio, solta aí no Teams, no Slack.
Que mais tem? Google Sheet do Meeting Google Meeting no Google Meeting compartilha no grupo LinkedIn LinkedIn é bom a gente a gente manda bem no LinkedIn lá porque a gente só fala de coisa chata. As pessoas falam de coisas chatas aonde?
No LinkedIn. Exatamente.
Então compartilhe lá no LinkedIn, ajude a nossa comunidade a crescer. Se você pode contribuir com algo a mais, se você acha que, [ __ ] que aula que a gente teve aqui sobre mudança de cultura, sobre escolha de banco de dados, sobre relacionamento com o desenvolvedor, se você acha que a gente traz alguma coisa de fato paraa sua vida profissional, você pode ser membro do PPT no Cupila.
sendo membro do PPT no compila, você contribui com um valorzinho aqui que vai pagar a nossa cerveja todo mês. Você tá ali, ó, aí, ó, umuruzinho, 20, um jabazinho, um jabazinho ali, ó. É, contribui, ajuda a pagar o menino ali, ó, que tá ali, ó, desde cedo, eh, ouvindo um monte de coisa nele, não entendeu [ __ ] nenhuma desse episódio, né? e você já ajuda a gente aqui com com os nossos custos de produção. Se você não pode contribuir dessa forma, você já contribui demais, ajudando a nossa comunidade a crescer.
Meus amigos, muito obrigado novamente.
Eu que agradeço.
Obrigado pela audiência de vocês. Valeu,
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