EUA vs. Irã: A Ética da IA em Campo de Batalha.
Convidados
Carlos Piazza
Futurista e Darwinista Digital
Charles Schweitzer
Especialista em Inovação
Cesar Patiño
Executivo Data & Analytics
Explore o episódio
O cenário geopolítico global está mais instável do que nunca, e a Inteligência Artificial (IA) em campo de batalha é a força silenciosa que redefine a guerra moderna. Você já se perguntou como a tecnologia de ponta, como drones autônomos e mísseis hipersônicos, está influenciando conflitos como o entre EUA e Irã? Este episódio do PPT no Compila mergulha fundo na ética da IA em campo de batalha, mostrando como as inovações tecnológicas não são apenas ferramentas de progresso, mas também peças centrais em estratégias militares que impactam a segurança mundial e nossa própria percepção de futuro. Sob a condução de Wellington Cruz, o futurista Carlos Piazza, o especialista em inovação Charles Schweitzer e o executivo de dados Cesar Patiño desvendam a intrincada teia da guerra tecnológica. Exploramos a eficácia do Domo de Ferro de Israel contra mísseis Fatah 2, a atuação de empresas como Palantir e Antropic nas decisões de segurança nacional, e as complexas questões éticas que surgem quando o Pentágono lida com gigantes da IA. Analisamos ainda a corrida armamentista tecnológica entre China e Estados Unidos e o poder crescente das 'empresas-nações' no tabuleiro global, revelando insights valiosos sobre como a tecnologia está reconfigurando o poder mundial. Nossos convidados trazem uma perspectiva única sobre os desafios e dilemas morais da era digital. Se você busca entender as implicações profundas da tecnologia nos rumos do planeta e a importância da ética na inovação militar, este episódio é indispensável. Não fique de fora! Assine o PPT no Compila no Spotify ou YouTube, deixe seu like, comente e compartilhe esta discussão essencial. Sua audiência nos impulsiona a continuar explorando os temas mais relevantes da tecnologia e da geopolítica.
- Cenário Global: Tecnologia, Conflitos e o País das Startups
- Bem-vindos ao Xadrez Verbal Tech: Tecnologia em Conflitos Mundiais
- AI e a Nova Era da Guerra: Ataques Precisos e Ética em Xeque
- Palantir e a Engenharia do Comportamento: O Poder dos Dados nos Conflitos
- Tecnologia na Linha de Frente: De Guerras Arrastadas a Operações Cirúrgicas
- Patrocínio: Klever - Liberdade Financeira com Cripto e Blockchain
- O Dilema Ético da Tecnologia Bélica: Drones Assassinos e a Inocência da Guerra
- Hegemonia Tecnológica: Ocidente vs. Oriente na Corrida da IA e Armamentos
- Patrocínio: VMbears - Inovação e Soluções em Software para Empresas
- Além da Bomba Atômica: O Risco das Armas Autônomas e o Legado Científico do Irã
- Pentágono e Big Techs: A Perigosa Dependência Militar da Inovação Privada
- O Poder das Empresas-Nações: Como Big Techs Redefinem Geopolítica e Influenciam o Mundo
- Software como Arma Geopolítica: Manipulação de Opinião e a Crise das Instituições Globais
- A Fadiga da Escolha: Delegando a Cognição à IA e o Futuro das Relações Humanas
- Conclusão e Agradecimentos: Reflexões Finais sobre Tecnologia e Humanidade
Israel até poucos pouco tempo atrás em em mundos mais pacíficos, era conhecido por ser a o país das startups de tecnologia, né? A China anunciou recentemente um caça muito semelhante ao caça invisível americano.
E o meme que circula nos Estados Unidos é: "O caras levaram 45 anos para fazer uma cópia".
Por que que começou a guerra Rússia e Ucrânia? Tava lá o Biden ficou investindo, investindo, investindo, fornecendo porque dá dinheiro. Se você pegar o quanto essa empresa gera de faturamento, vale mais do que PIB de muito país.
Muito bem, muito bem, meus amigos do PPT no Compila, estamos aqui para mais um episódio e hoje vai ser um PPT no com pila meio xadrez verbal, uma coisa um pouco mais um um episódio um pouco diferente do que a gente eh tá acostumado falar sobre tecnologia pura, né, mas um assunto que tem muita tecnologia envolvida, que são os conflitos que nós temos hoje mundiais. falar um pouco sobre essa sobre a perspectiva de tecnologia do que tá acontecendo atualmente, né? Eh, e para falar disso aqui, eu tô com dois monstros aqui, meus amigos de longa data, para ajudar a desse pouco esse momento atual, né? Charles Schwarzer, eu eu eu acerto seu nome?
Nunca, nunca, né? Então, por favor, me corrija.
Schweitzer, grande mestre da inovação aqui em saúde.
Obrigado por ter vindo, cara. Contribuir aqui com a gente, cara.
E César Patinho novamente aqui com a gente, os dois veteranos lá de de PPT, né? Obrigado.
Obrigado pelo convite, Wellington.
Prazer estar aqui com vocês. Tá aqui com o Charles já velho, conhecido.
Show de bola. Acho que a gente vai ter um papo muito bom aqui hoje. Vamos falar um pouco sobre o papel da tecnologia no contexto mundial atual, né? falar um pouco sobre a influência da inteligência artificial hoje nesse nesse momento bélico que a gente tem tem vivido, né?
As relações entre os estados, a questão geopolítica cultural também desses desses envolvidos eh na produção de tecnologia e como elas se relacionam.
Então, vai ser um papo bem interessante para você que que gosta de tecnologia e saber a influência que a tecnologia tem no contexto mundial atual, né? a gente vai tentar ser o mais isento possível, falar sobre eh fatos, né, sem opiniões eh apaixonadas, né, mas inevitavelmente vamos falar um pouco de política, porque o assunto requer, né? E lembrando sempre que se você não fala sobre política, alguém vai falar sobre política para você, né? Então vamos eh mergulhar aqui nesse assunto hoje, fazer uma uma análise do ponto de vista tecnológico, né? E além dos meus dois grandes amigos aqui que estão com a gente hoje, a gente vai ter alguns comentários do Carlos Piaza, também grande amigo nosso aqui do PPT no Cupila, que não poôde estar presente, mas ele mandou a a um comentário gravado aqui pra gente que a gente vai colocar para vocês acompanharem aqui com a gente também sobre o mesmo assunto. Piaza, obrigado novamente aí pela contribuição, tá? Vamos lá. Então, antes você vai deixar o seu like, vai deixar o seu comentário. Se você não segue a gente, você pode seguir a gente agora no Spotify, no YouTube. E se você entende que o nosso trabalho agrega valor na sua vida profissional, você pode ser membro do PPT no CPIL. Sendo membro, você vai contribuir com valor mensal pra gente conseguir manter aqui a cerveja do Charles, manter a produção, né? E isso aqui tem um custo pra gente, pra gente continuar trazendo conteúdo de qualidade para vocês. Se você não pode contribuir dessa forma, você já contribui muito ajudando a divulgar o PPTo Cupila, compartilhando o link, postando na no LinkedIn, no Slack, no Teams, no grupo do WhatsApp da família, enfim, ajuda a nossa comunidade crescer que tem muito valor pra gente. Vamos lá, meus amigos, que o papo tá interessante.
Bora lá, embora.
Bora.
Olá a todas e a todos. Prazerão tá aqui de novo para tormentar todo mundo e para atender o pedido especialíssimo de um amigão meu que é o Wellington Cruz. Todo mundo conhece o claro, PPT não compila e às vezes não compila mesmo. E ele me pediu uma série de coisa aqui para falar sobre inteligência artificial. Claro que tudo fica do avesso quando a gente fala com isso, porque muita gente nem percebeu que ela é coadivante da vida humana. O lado tech, ele não é muito mais importante que o lado touch. Ser humano é o grande barato de tudo isso, mas às vezes a gente toma susto que não acaba mais, porque a gente quando pensa que as coisas vão entrar no eixo, vem uma guerra lá no Oriente Médio que tira tudo do eixo. E é claro que quando a gente fala de AI, a discussão do momento é saber eh se realmente ela foi usada, não foi, em que medida, é onde tem ética, onde não tem, onde a gente deveria prestar atenção, não deveria, é, quais são os pontos de inflexão, tudo que a gente viu no entorno disso. Claro que quando a gente fala que tecnologias elas colapsam civilizações inteiras, tecnologia recria a humanidade, nós estamos falando que ao longo do tempo o homem vem criando tecnologias para melhorar sistematicamente a sua vida. E é claro que quando a gente olha uma nova tecnologia, obviamente eu tô obsoletando a anterior. Tem gente que ainda tem dúvida com relação a isso, quer criar tecnologias obsolete, a sua última e você vai est fazendo inovação como ninguém. Aliás, já falava a melhor escola chumpteriana em 1942, que, né, a arte de você inovar é você obsoletar tudo que tá no seu entorno.
Claro, quando a gente olha tudo isso, então, pelo amor dos deuses todos, o El pediu uma lista aqui pra gente começar a falar então sobre ai versus, né, o que que a gente encontrou aí e nessa guerra e que começou do nada. Ela Irã e Estados Unidos negociando, né, ainda com a presença do Qatar, eh, todo mundo falando que uau, que coisa maravilhosa, gente. Isso foi sexta-feira passada, tá?
Eh, que maravilha. estão chegando num acordo, todo mundo comemorou e de repente no sábado é uma mega, né, incursão americano israelense em território eh iraniano, obviamente eh sucumbindo então o aatolái, eh, que acabou sucumbindo também a este ataque. Claro que quando a gente fala sobre efetividade desses ataques, é atéonde a EI tem papel nisso, gente, se a gente não prestou atenção, né, que EA é quem comandou e não é de hoje que a gente vê, inclusive isso foi hoje que saiu, eh, os Estados Unidos e e o Israel estão há muito tempo hackeando semáforos, estudando comportamento, estudando caminhos. tinha espião sim infiltrado, tanto que souberam da reunião e acharam que era uma janela bastante propícia para poder por fim, né, a um dos dos aatolás, até que moderado, perto dos outros que a gente já teve e sucumbir a ele todo mundo que estava no seu entorno. Hoje eu vi uma notícia estranha que o Trump falou numa das declarações dizendo que, ah, puxa vida, é aquele que a gente é gostaria que fosse o substituto do Camanê e também morreu. É, no ataque. Falei, gente, então a gente mata todo mundo, não deixa nenhum tipo de futuro para nada. ninguém então, né, consegue arbitrar isso. Quando a gente hackeia semáforos e quando a gente hackeia comportamentos e quando a gente hackeia, né, todo o estilo de vida de alguém, é óbvio que eu tô criando um algoritmo inteligentificado de todos esses componentes que a gente tem. fazer uma resposta, né, a um algoritmo como esse.
É claro que a inteligência artificial tá no topo de tudo, olhando as coisas como a gente não gostaria de ver eh os ataques, né? Então, como seriam os conflitos? A gente tá vendo aqui, como a gente viu também na Guerra dos 12 dias, que foi no ano passado também entre Estados Unidos, Israel e Irã. Eh, tanto que demorou 12 dias, né? guerras aéreas extremamente precisas, de curtíssima duração, eh intervenções cirúrgicas e é claro que a gente tá falando de inteligência artificial no topo de tudo isso, calculando rotas, calculando impacto, calculando, né, a modelagem e a modulação eh das armas que serão usadas para isso. E é claro que quando a gente olha tudo isso, você fala: "Ah, é um território, então, da alta tecnologia".
É, talvez a gente esteja assistindo um paradigma completamente novo de ter guerras extremamente tecnológicas que você vê que ao se cogitar, que provavelmente a guerra no Oriente agora, né, que envolveu uma série de outros autores eh atores, tá saindo um pouquinho do esquadro, eh, porque tudo ali é muito confuso. Oriente Médio nunca foi uma coisa fácil, nem de você entender, nem de você compreender a cultura. Ainda mais Irã, onde você tem o DNA da própria humanidade. É quando você tem ali todo o império persa, é que você tem valores em cima de valores, valores religiosos, valores governamentais, é da corrente dos xitas, dos sunitas, tem coisa ali que a gente não compreende de maneira muito fácil. Se não compreende de maneira muito fácil, é muito fácil você também eh sabe ter um pouquinho de preconceito eh com relação ao islamismo.
Eh, porque a gente acha que é uma coisa, ela é outra e a gente acaba demonizando e também muitas outras coisas não se confirmam ao longo do tempo. Como a gente sempre fala, você só vê aquilo que tem cognição para ver. Isso significa que se você não vê, você preconceitua, você deveria estudar profundamente para você ter cognição, para você não se levar por decisões levianas. Ora, quando a gente tá falando então que Estados Unidos cogitou colocar tropas em território eh eh iraniano, né? Eh, você ia repetir aquilo que já foi feito no Iraque, obviamente 20 anos de guerra, eh, quando se retirou tudo voltou a normal, não. Também é muito difícil você achar que ataques cirúrgicos precisos, extremamente rápidos, né, eh, absolutamente de sucesso do ponto de vista do ataque.
É claro que você vai imaginar que não, o regime não acaba com relação a isso e você explode em variáveis, em ambiguidade, em complexidade toda essa, né, confusão na qual o mundo se meteu.
Eh, o Irã ele pode, sei lá, o que for, mas ele controla o estreito de Ormus. A China já tá com a mão na cabeça. A resposta, né, perante eh todo o ecossistema econômico global, o dólar já subiu. As expectativas não são das melhores. Eh, você tem muita gente da diplomacia já falando que a gente deveria esperar pelo pior. Então, de alguma maneira, você tem que eh botar, sabe, entre pesos e contrapesos. Tudo isso do ponto de vista de inteligência artificial. Sim, rapidamente você vai faz uma intervenção, como o que a gente viu, como que foi também a resposta utilizada com inteligência artificial também eh nos moderníssimos mísseis eh super, né, super eh ultrassônicos, né, que a gente teve eh lançados também pelo Irã, que é o Fatá 2, e que acaba colocando também uma velocidade de 6.000 km/h.
Ele é absolutamente manobrável. eh, no espaço enquanto ele tá em curso. E meu tá louco, a gente vai ver as coisas acontecerem com muita velocidade. É claro que Israel eh do ponto de vista também de inteligência artificial eh se gabava muito de ter o domo de ferro, um sistema antiaéreo dos mais eficazes que a gente vê. E olhem a os mísseis Fatá 2 acabou furando, né, o próprio eh ciclo, né, de proteção do domo de ferro. Eh, justamente por quê? Porque quando ele atinge essas velocidades que que max cinco vezes a velocidade do som, a sua alta velocidade cria é uma bainha de plasma, tá, ao redor dessa ogjiva. Por isso que você vê em algumas imagens que a gente já tem em mãos, você tem a ogiva e você tem uma mancha branca que sai assim. Isso é um território, né? uma bainha de plasma que se cria. E a alta velocidade desse plasma, ele cria um campo ionizante, tá? Então ele ioniza o ar. E isso significa que ao ionizar o ar, ele também serve como um super elemento para despistar radar no seu redor, ok? Como aqueles aviões invisíveis que a gente vê de vez em quando lindos, né? Aquele preto lindo, ele é todo serrilhado. Serrilhado porque o sinal de satélite, né, ou de radar bate ali e ele volta. Ele bate e volta para várias direções. Ele não volta para você, que é como tradicionalmente trabalham os transponders, né? Então, quando você vê tudo isso, você fala: Jesus, a gente tá em plena guerra com o Oriente, vendo coisas absurdas acontecer. Claro, é a guerra da EAI no tobo. Eh, eu só fico triste em um ponto.
A gente vê que a inteligência artificial volta para sua gênese. Para aqueles que não sabem, inteligência artificial foi criada dentro do Pentágono, eh, justamente ali na era do fim dos fascismos, no final da Segunda Grande Guerra Mundial, exprimida entre duas bombas atômicas e exprimida ali entre uma bomba de hidrogênio lançada pela União das Repúblicas Socialistas Soviéticas. E é claro que eh dentro do próprio início da gênese e também da própria Guerra Fria, a gente viu ali alguém que ficou pensando ali, que chegou em 1950 no auge, quando então Allan Turing fez a velha célebre pergunta se as tecnologias poderiam eventualmente pensar. Ora, só no ano de 56, né, na Universidade Darmut, a gente acabou vendo que não, eh, os especialistas, o cientista falavam: "Não, não tem nada a ver de pensar. ela tão simplesmente ela simula, ela acaba usando eh a replicagem de redes neurais humanas eh para que você possa ter então, né, uma utilização um pouquinho mais larga de estatística, fundamentalmente estatística multivariada, eh para que você pudesse então ter eh relatórios estatísticos.
Mas também a gente já via ali o John McCarty, né, que foi quem falou isso naquela época na Universidade de Darmut 56. Eh, ele falou que não, que que isso era muito mais para ajudar os humanos em tarefas. E uma coisa que ele potou como uma modernidade absurda naquela época, ele já falava que não vai servir para que a gente possa sintetizar voz e a gente fazer comando de voz. Ora, eh, se você considerar que a Alexa é um, né, um uma resposta e da Universidade Darm de 1956, a gente vai tomar susto, né, quando a gente fala que a própria inteligência artificial nasceu como prerrogativa de se ter uma tecnologia hiperpensante para que pudesse então criar-se uma barreira, né, e de falar: "Uau, agora pela primeira vez temos tecnologias que pensam e não tecnologias que agem como é a bomba atômica". o homem teve que levar até lá. A automação de tudo isso, quando tem eh inteligência artificial no topo, você vai ver que isso aí eh nasceu no Pentágono. Então, por isso que a gente olha que é muito ruim quando a gente vê Eia sendo magnificamente usada eh numa guerra extremamente rápida, precisa, cirúrgica, de curtíssima duração. É muito triste ver e inteligência artificial voltando a seu berço, voltando à sua gênese, né? Então, quando a gente olha e com tudo isso também, o desenvolvimento e de tecnologias que a gente tem, o também pergunta sobre a palante software, né, da Palante e e tecnologia, né? E fundamentalmente a Gotan, que é a palante Got e foi originalmente sim desenvolvida para defesa e inteligência, né? Nasceu também no ambiente militar, como muitas outras tecnologias que a gente tem. Ela também permite investigar dados estruturados e não estruturados, né? E também identificando padrões ocultos que a gente eh pode ter também. Ele investiga, ele simula padrões eh ocultos também usando estatística multivariada e também eh super eh útil paraa aplicação eh da lei das operações militares também e sobre tudo isso, né? Então, é claro que quando a gente fala sobre tudo isso, a Palantir AIP também, né, que é da Artificial Intelligence Platform, né, que integra modelos de linguagem eh grandes e fundamentalmente LLMs em redes seguras, eh que também pode permitir o uso de AI para decisões estratégicas e operacionais, eh, com proteções de segurança, né? E a gente vê que tem também a Palantir Foundry, né? A gente tem também a Palantir, Apolo, essa última também que facilita eh e entrega também implantação contínua de software em qualquer ambiente essencial para infraestruturas eh de plataformas, né?
Então, claro que quando você vai ver, claro que também foi utilizada em toda a sua potência, obviamente, porque ela também nasceu com esta missão, né? Eh, de trabalhar e investigar dados estruturados e não estruturados.
Acabamos de falar aqui, né, o o tanto e você pega ali eh todo o serviço de inteligência israelense, todo o serviço de inteligência americano, né, o Mossad e a CIA trabalhando obviamente com Palante, obviamente eh trabalhando com todos os dados. Por isso se hackeou semáforo, se hackeou comportamento, se hackeou toda a estrutura de comportamentos. E é claro que então você tá eh criando um modelo matemático que explica, por isso que a gente fala que seu comportamento é um algoritmo e eu posso avaliar ele, posso reagir a ele.
Então, por isso que se criou uma janela, é, para poder exterminar oatolá, né, eh, cane, né, justamente porque enxergaram ali uma janela de oportunidade. É, lembrando que hoje também foi propagado o fato de que ele escolheu de certa forma e se entregar, mas morrer de uma maneira digna, exatamente como os shias fazem, né? Eh, você sabe que tanto que os homens bomba, tudo aquilo que a gente aqui do ocidente tem uma dificuldade gigante para poder compreender, eh tem tudo a ver eh com este lado, né, religioso que coloca então eh a questão toda, né, do que você tem ali, eh, de então você é um cara super, né, porque você morreu em combate, né? Então, também tem essa versão eh de que então abriu-se uma janela, porque todo mundo fala o que tava fazendo ali, né, o Aatolá ali esperando para tomar a bomba.
É, se viu ali uma janela e justamente claro que o padrão de comportamento se pronunciou ali, então ele se colocando praticamente a serviço do seu algós, né, uma inteligência artificial. Claro que nem tudo isso é é o mundo de um mar de rosas. A gente acabou de ver os grandes se catando, né? Eh, mais parecia a briguinha de Big de Big Brother, né? O conflito do Pentágono e da antropic.
Todo mundo tá acompanhando isso. E então o presidente eh dos Estados Unidos, claro, baniu a tecnologia da Antropic, né, em agências federais agora na última sexta-feira, 27 de fevereiro. Gente, hoje é 3 de março, olha, faz pouquíssimos dias, né? E é claro que eh a decisão ocorreu também após a desenvolvedora do modelo cloud, né, eh recusar as exigências do Pentágono, eh que pedia um uso irrestrito da sua inteligência artificial em operações militares. Para quem não sabe, eh, o Cloud é uma família, né, de grandes modelos de linguagem L L LM, né, eh, deíssima geração, eh, que é desenvolvida pela Antropic, mas focada em EAI, segura, confiável e ética. Uau, que palavra esquisita essa ética. A gente sempre fala de ética numa guerra. Será que a gente sempre é vai ter ética numa guerra? Uma coisa que a gente sempre fala, a maior vítima de todas as guerras, qual é a verdade? Se tá que a gente tem que lidar com a inverdade, nós estamos falando que alguém em algum momento, né, eh, oportunamente, deliberadamente, trabalha num padrão antiético. É, mas apesar de tudo isso, o governo americano continuou utilizando a tecnologia, né? E muitas horas após eh o o anúncio desse veto, eh o comando central então dos Estados Unidos, né, eh utilizou as ferramentas da Antropique para auxiliar em ataques aéreos agora, né, nesse evento do Oriente Médio, incluindo também análise de inteligência, simulação de cenário de combate, eh também eh propagado pela mídia no mundo inteiro, né? Mas o esse embate abriu espaço pros concorrentes, porque eh ao colocar o pé, né, sobre o padrão ético, a antropica, então criou eh uma fronteira difícil, né? Eh porque a gente viu ali então um espaço aberto para concorrentes e a gente viu então acontecer o Altman se jogou na frente dizendo: "Olha, se a Antropique não faz, né, eh, a gente faz, né?" Então você fala assim: "Tá bom, eh, eu posso ter tudo isso, mas quando a ética falha e neste caso falhou miseravelmente, eh, a gente tem que voltar à discussão do uso da EAI de um ponto de vista ético, né? e também eh de alguma maneira a repercussão deste conflito eh impulsionou também o aplicativo Cloud, né, topo, né, dos mais baixados eh da app store norte-americana, né, bateu o recorde e isso me faz e relembrar um caso publicitário no Brasil interessantíssimo que tá sendo eh inspirado, né, ou pelo menos a gente se inspira neste case para enxergar este caso, que toda vez que Coca-Cola briga com Peps Quem mais vende é guaraná, né?
A gente viu ali antropic entrou em litígio por causa e da sua persistência ética. E aí o que acontece? A gente vai ver os antiéticos tomando espaço como bactérias, não é isso? Como não existe eh vácuo, né? E você vai ver com, né, ética ou sem ética, as empresas eh entram ali e para colocar as suas questões e vender mais, não é? Então esse conflito escalou já desde a desde fevereiro, né, agora o mês passado, eh quando então o secretário de guerra norte-americano, secretário de guerra, mudou até de nome, o Peter Hexet, né, estabeleceu um prazo, então, para que a Antropic eh removesse as restrições de segurança, né? Eh, o próprio CEO da empresa, que é o Amodei, ele recusou o pedido do Pentágono e disse que não, né, eh, para permitir qualquer uso legal da tecnologia, não. A gente quer colocar inteligência artificial, mas a gente não joga qualquer jogo, né? E a Antropique manteve as cláusulas contratuais extremamente rigorosas, eh, que proíbem o uso de seus sistemas para vigilância doméstica. Claro, em massa e também para o desenvolvimento de armas autônomas e tudo mais, né? Eh, e esse comunicado então do Amodei veio como um terremoto, né? E ele também afirmou que os sistemas de AI, de fronteiras atuais, né, eh não são confiáveis o suficiente para você alimentar armamentos autônomos. e declarou também que a sua empresa não forneceria produtos que colocassem combatentes e civis em risco, né? Ou seja, altíssimo padrão ético sobretudo, né? a recusa, como a gente vê no próprio governo Trump, qualquer negativa vi a Espanha, que não autorizou o uso, né, das da própria base aérea. E hoje já foi comunicado que Estados Unidos romperá relações comerciais com a Espanha, igualzinho que aconteceu aqui quando HSET, né, e o secretário de guerra, eh, classifica, né, eh, a Antropique, então como um risco à cadeia de suprimentos, forçando, então, fornecedores militares a abandonarem essa tecnologia, né?
Então, quer dizer, é uma pressão absolutamente eh eh inédita do Pentágono, né? que gerou mobilização, então, de profissionais, de tecnologia, eh funcionários, de tudo quanto é tipo de bigtecs, né, que assinar uma carta aberta em apoio à decisão da Antropic, pedindo então a manutenção das restrições éticas em contratos militares, porque sim, trabalhamos de ponta, sim, queremos vender tudo que a gente gostaria de ter, sim, a gente gostaria de ver nosso nome colado em alguma coisa de muito sucesso. Sim, gostaria de ter uma feição é dessa colonização de futuro que a Antropic fazia oferecendo uma tecnologia é que inclusive aumenta a precisão. Sim, mas todo mundo pedindo a manutenção das restrições éticas em contratos militares para que a gente não tenha então perda de civis, né? e em eh experimentos feitos com gente de verdade. Então fica uma coisa meia complicada esse tipo de coisa, né? Foi aí então que a Openai eh aproveitou essa brecha para fechar um contrato com o Departamento de Defesa, claro, eh já agora na sexta-feira, dia 27 também. E o Altman anunciou o acordo para uso de seus modelos eh em redes classificadas eh das Forças Armadas dos Estados Unidos, né? Então, eh, tim afirmou que a Openai, eh, mantém restrições também semelhantes a as da Antropique, né, proibindo vigilância em massa e exigindo supervisão humana no uso da força. A ver, não é, a haver não é de repente vai que não é, é porque foi muita sede ao pote, tá bom? Então, na realidade, quando a gente vê eh tudo isso acontecer, o caso da Coca-Cola e da Pepsi, onde o Guaraná vem demais, é isso que a gente tá vendo acontecer, que hoje o cloud, né, ultrapassa o Chat GPT e o Jimenai nos Estados Unidos, né, após recusar o acordo com o Pentágono.
Interessante ver também de que maneira essas coisas também se pronunciam, né?
Isso demonstra duas coisas. uma falta de ética patente, né, eh, surpreendente por parte de uma bigtec de um lado e por parte do governo, né, do país mais poderoso do mundo. Claro, ao mesmo tempo que você tem parceiros também, eh, que são, né, eh, bigtecs e que estão brigando também para recusar acordos do Pentágono que fujam as regras, né? Então isso é bastante interessante também, exatamente como era também o modelo autocrático e voluntarioso também, eh, que colocou também, eh, essa essa questão do nível do do governo Trump de uma maneira muito geral, né, de que tudo bem, se ele quer jogar qualquer jogo e ele considera uma negativa como algo pessoal, é, isso aconteceu também ali quando o Trump classificou, né, eh, o software como é um supply risk. Ele considera hoje, né, que a antropique é um risco na sua cadeia eh de fornecimento, eh, só porque ela pôs pé num detalhe ético. Então, você vê que quem pede isso e quem reage dessa forma eh também não deve ter lá a ética como padrão moral do que a gente gostaria de ver, né? É claro que a gente vê também existem, né, eh, formas que a gente viu, né, eh, ele baniu, né, Trump baniu o cloud, mas de qualquer maneira também ele foi usado, né? Então a gente vê que ética, na IAI é uma postura e de San Altman, né, para preencher esse vácuo da Antropic, mas que não pegou absolutamente nada nada. Bem, quando a gente fala sobre o fatá 2 e a gente fala aqui as questões que tá bom, a gente viu e exatamente o Irã colocou essa questão, né, gente? Vocês vão ver uma tecnologia, o fatá 2, né, um míssel hipersônico planador, uau, iraniano, né, apresentado com uma evolução capaz de uma coisa absurda você manobrar, né, um míssil de velocidade max 5, ou seja, 6.000 1000 km porh e você consegue manobrabilidade absurda após o lançamento total e além de tudo ainda tem a bainha de plaza de plasma a ao redor da algiva, né? E que ainda cria essa extrema ionização do ar no redor, formando um campo de plasma que teoricamente aí absorve ou desvia as ondas de radar. O fato é que a gente viu muitos desses mísseis, né, fazendo manobras radicais absurdas, colocando aquilo que é o orgulho da tecnologia israelense, que é o domo de ferro, seu sistema de baterias antiaéreas, né, eh super logado eh de reter muitos ataques aéreos, eh não totalmente, mas em alguns casos sucumbido, eh, pela, né, nova tecnologia do Fatá dois míssil hipersônico planador lançado agora na guerra, né, contra, né, Estados Unidos, Israel e Irã. Eh, a gente tá vendo tudo isso, gente. Quando a gente fala de AI, a gente coloca de novo aquelas questões de base. Será que a gente tem tudo que a gente gostaria de ter para que a gente eh pudesse enxergar que e falta uma coisa essencial no meio de tudo isso? Eu tenho tecnologia, tenho, tenho muita tecnologia, um absurdo de tecnologia. A gente viu inauguração do Fat 2 em uso, uma coisa que a gente sabia que poderia existir, tava divulgado, mas você sabe que, como eu falei, a guerra a maior vítima é a verdade. Você nunca sabe se isso é usado para fazer pressão de propaganda, né, sobre a guerra ou se isso realmente vem sobre todo mundo.
Então, tem muita tecnologia, tem tecnologias novas, um monte delas. Tem tecnologia sendo usado a sua extensão, tem, tem ética. H, um requerimento ético absurdo. Acabamos de ver o caso da Antropique, né, eh, justamente com o Pentágono e o, né, o secretário de guerra americano, o Hexset, de um conflito, né, que então vira um risco na cadeia e de fornecimento. Não tem risco nenhum, apenas você coloca qual é o padrão de utilização que você gostaria de ver pras coisas que você acabou de fazer. Então, é claro que isso tem o seu valor, mas o que fica realmente eh ressonando aqui não é a tecnologia.
Temos muita, temos tecnologia que fazem absurdos. Tem temos tecnologia que age como uma agulha ou como um bisturi, dado o nível de precisão com que atacam.
Maravilhoso. Alguém pode me dizer qual é a razão exata dessa guerra? Alguém pode, por favor, me dizer qual é o objetivo real? do que se espera desta guerra.
Temos oito países envolvidos numa guerra com muita tecnologia. Até agora não ficou visível quais são os objetivos que se busca em cima da sucumbência de tudo isso. Não é o fator religioso, não é o fator do governo, não é o fator, embora, hein o Irã seja um país absolutamente e execvelhando do ponto de vista da nossa cultura, eh é claro que a gente teria eh outros mecanismos, tanto que eh agora, segunda-feira, né, quando foi segunda-feira, ontem. É, a gente teria o quê? É mais um ciclo de negociações na Suíça. Não aconteceu por quê? Porque teve a guerra na na no sábado, onde ela foi determinada e porque todo mundo que tava negociando em nome do Irã morreu.
Então você fala assim: "Gente, alguém pode me dizer: "Tá bom, eh, qual é o propósito de mover tanta tecnologia?
Ninguém sabe até agora". Então, de novo, a gente replica aquele velho ponto da filosofia. Para que eu coloco tanta, tanta tanta tecnologia em uso quando eu não tenho um propósito muito claro? Fez muito bem Antropiic que cortou os canais para que se pudesse fazer testes, né, em cima de tecnologias que ainda não são visíveis, colocando os padrões éticos em cima. Eh, padrão ético também questionar eh de que maneira a gente enxerga o propósito dessas operações todas que botou fogo no inferno, botou fogo num bloco inteiro do Oriente Médio, que é um caldeirão de óleo fervendo em cima de tudo isso, com muita tecnologia, mas a pergunta é para quê? Que que a gente vai ver com isso? Só destruição, morte e de tudo aquilo que a gente falou. Eh, eu acho que de alguma maneira e essa questão ética se volta também a discutir eh quais são os padrões que a gente tem eh de que a gente deveria diminuir um pouquinho essa verve da treta humana de, sabe, dizimar culturas diferentes. Eu eu pelo menos aqui, Carlos Piaza, meu CPF, tá? Eu entendo que, por mais difícil que seja, eh, negociações sérias feitas com adultos na sala eh deveria repercutir algum tipo de resultado que preservasse aquele que mais sofre, que é o civil, né? Então, era isso, que eu tinha eh que trazer aqui. Eh, para você, eu falei para você que discutir sobre tudo isso ia ser um Game of Thrones. Eh, tem material que não acaba mais, mas pelo menos que vocês se divirtam.
Um beijo para todo mundo. A gente volta só de raiva. A gente volta para comentar algum outro absurdo desse mundo hostil que a gente vive. Foi.
Vou começar com a primeira pergunta para vocês.
Eh, olhando o nosso contexto histórico sobre conflitos que a gente já teve mundialmente, né? Eh, a gente ficou um bom tempo sem conflitos, né? Aquela época da globalização, etc. Agora a gente tá vivendo isso de uma forma mais intensa, desde a Ucrânia, etc. Uma mudança no no paradigma global aqui. Mas se a gente olhar para os conflitos que a gente teve antes, eram conflitos muito mais difíceis de serem resolvidos.
Quanto tempo os Estados Unidos ficou, por exemplo, no Afeganistão, no Iraque, etc. E o que a gente tem visto agora são coisas muito mais cirúrgicas e muito mais fáceis até do que a gente via no passado, né? Eh, o que os Estados Unidos fez na Venezuela aqui, cara, foi tipo tirar doce da mão de criança. Os caras entraram em 12 horas dentro do de um outro país, levaram Maduro e agora, cara, derrubaram o líder supremo do Irã também com uma facilidade muito grande, né?
Eh, dentro desse contexto que a gente tem visto atualmente, dessas eh incursões muito cirúrgicas, até onde de fato a tecnologia tá pesando nesse nessa forma mais efetiva de realizar essas incursões até até onde a IA de fato tá tá por trás dessa efetividade na opinião de vocês?
Bom, acho que primeiro no contexto geral, acho que o normal é o mundo estar em guerra. A gente viveu um período de exceção de, sei lá, 60 anos, talvez, pós Segunda Guerra, onde a gente teve um período um pouco mais calmo, talvez com conflitos um pouco mais localizados, mas o normal do mundo sempre foi a gente estar com alguma guerra e guerras longas, né? Guerras arrastadas que duravam anos.
Agora, de fato, a gente tem uma mudança de paradigma, como você falou do Maduro, mas se a gente pegar essa incursão do Irã, o que eu vejo de um lado, a gente tem um lado que apostou muito em inteligência, aí não é só inteligência artificial, mas inteligência humana apoiada por tecnologia. E um lado que me parece quase que inocente.
Então, se a gente olhar o caso do Irã especificamente, poxa, em um dia ou 12 horas, enfim, no primeiro ataque a gente mata o líder supremo.
E aí, pra gente não entrar muito no mérito de quem tá certo ou quem tá errado, eu vou fazer uma analogia aqui usando desenho animado, tá bom?
MHá matou o Lion.
Ó, pega a referência. Você que é geração Z, põe no Google para saber.
Põe no põe, põe no Google. Você vai entender os personagens que eu tô tô descrevendo aqui. O Munhá foi lá e matou o Lion. E aí a gente precisa eleger uma nova pessoa ali para empunhar a espada justiceira. Então vamos anunciar para o mundo que a gente vai fazer agora uma reunião. E nesta reunião com o local e hora marcado estará Pantro, Shitara, Tiger, Willy Kit, Will Cat, inclusive o Snarf.
E aí Israel vai lá e bombardeia esse mesmo lugar. Então assim, o sucessor do líder supremo do Irã, provavelmente já foi morto também ali nas 12 horas subsequentes. Então o ponto é, de um lado a gente tem inteligência humana muito forte e voltada para este tema, apoiada por tecnologia e um outro lado que é quase naíve, né? é muito inocente de fazer isso, a não ser que, e aí pode ter uma diferença cultural entre nós e eles, que talvez assim eles estejam quase que engendrando ali, né, esse essa essa morte, essa e eh essa esse sacrifício, né? E aí é um elemento cultural que assim eu não vou saber julgar, não. Vamos lá. Eh, o fato das guerras serem curtas é meio relativo, né? Porque se a gente olhar Rússia e Ucrânia, já tem aí uns 4 anos rodando.
Sim. não tá assim tão curto.
Uhum.
Eh, Venezuela foi um caso à parte, foram lá, pegaram Maduro, já tinham acertado lá com a com a vice-presidente, ela sumiu, ficou tranquilo.
Faixa de Gaza, teve a guerra, os Estados Unidos entraram, pressionaram depois de terem destruído todo, toda a cidade lá, toda planaram, né, ali tudo. Então assim, o pessoal não tinha o que fazer.
Agora, no caso do Irã, eu realmente não sei o que que vai acontecer, porque foram lá, mataram o Camenei, Trump ficou feliz, falou: "Já tenho um nome para substituir". De repente ele descobre que, opa, o nome que eu tinha pensado, matei sem querer.
Matei sem querer porque ele tava junto lá, né? Fazia parte dali do Fazia parte dos Thundercats ali.
Thundercats. Aliás, deu para perceber que você realmente é fã do Thundercats.
Nerd, nerd completo.
É, enfim. Mas matou todos os Thundercats que estavam lá. Mas eu tava lendo que já escolheram o novo e quem que é o novo é o filho do Caminei. Então assim, vai acabar esse negócio tão cedo, não sei.
Quero falar com você agora que ainda não conhece a Clever. Clever é uma empresa que já tem mais de 3 milhões de usuários em 30 países com 30 idiomas diferentes, que tem trazido soluções em blockchain, criptomoedas e ativos digitais. O objetivo da Clever é te dar liberdade financeira para operar esse mercado de cripto. Então, se você acredita nisso, se você acredita nessa liberdade, você já pensa como a clever, vai conhecer os caras, é clever. Estão contratando também pessoal para trabalhar com cripto, com blockchain. Então, se você tem interesse, se você tem conhecimento nessa área, procura a Clever. Se você gosta de criptomoedas, se você opera no mercado, você precisa conhecer a Clever, precisa conhecer as soluções da Clever.
Então o endereço tá aqui embaixo no vídeo. Para quem não tá no YouTube é clever. Vai lá, vai conhecer que realmente é um mercado sensacional.
É, é, é ingenuidade achar que um sistema tão complexo e e robusto como tinha no Irã, né? Porque tinha líder supremo, presidente, primeiro- ministro, tudo, tudo. Aí tem a guarda revolucionária que você vai derrubar um cara e vai derrubar o regime. É meio inocente, né?
Muito inocente. Até porque como os os especialistas falam, né? O Irã não é Venezuela, eles têm um componente religioso muito forte. Então os caras eles se sacrificam. Homem bomba não tem nenhum problema de lá para morrer, né? O próprio Camenei provavelmente ele fez isso. Então, ok, eu vou morrer em nome do regime, né? Então, não sei se vai salvar. Agora, voltando na pergunta, né, onde é que a tecnologia mudou? Acho que mudou totalmente. Se a gente voltar lá atrás, quando os Estados Unidos foram, por exemplo, atrás do Saddam Hussein, tiveram que colocar os pezinhos lá e sair procurando para ver onde é que tava. Levaram muito tempo até acharam bin Laden, a mesma coisa. Foram lá para Afeganistão, tava lá os talibans, onde é que ele tá, onde é que não tá. demorou muito tempo até descobrir. Agora não. Sensores, radares, satélites, análise de dados, mapeia o comportamento, eh, monitora as transmissões de rádio para saber como é que tá o padrão disso daí e conseguiu localizar muito fácil, né? Então, foi uma operação cirúrgica assim porque totalmente apoiado por tecnologia, por inteligência artificial.
eh a estratégia deles de como eles abriram o caminho para chegar até lá e matar o Camenei, eh teve toda uma estratégia, tudo tecnologia, no Sim.
E e a gente não pode esquecer nessa nessa equação também, a gente fala muito sobre o Irã como como atacado e os Estados Unidos como atacante, mas a gente não pode desprezar Israel aqui no meio do caminho, né? Israel até poucos pouco tempo atrás em em mundos mais pacíficos era conhecido por ser a o país das startups de tecnologia, né? O veio de Israel, tecnologia do do domo de de ferro que eles têm, que é 100% inteligência artificial, é tecnologia própria de Israel, né? Então, eh tem uma uma variável aqui que faz uma diferença muito grande, que é a própria tecnologia do aliado americano que tá ali do lado do Irã. Sem dúvida. Israel sempre construiu sistemas e tecnologias para se tornarem globais. Porque Israel, como tamanho de país e até de população, é insignificante para você escalar uma tecnologia ou uma startup, um negócio.
Então, todo negócio que nasce em Israel já nasce para ser global. Então, existe um incentivo muito forte ali de você utilizar tecnologias profundas, tecnologias emergentes para você construir modelos de negócios novos.
Agora, a gente não pode se enganar, né, que a gente assim tá a todo tempo testando as coisas de forma inocente para lá e para cá e etc.
E aí depois, num contexto de guerra, a gente vê o resultado disso. Então, sabe aquele show de drones do final do ano, onde você consegue colocar 200, 300 drones ali em sincronia perfeita, montando desenhos e etc?, foi um pouco a estratégia do primeiro ataque dos Estados Unidos para invadir o o território, né, o espaço aéreo do Irã.
Aquela coisa daquela primeira foto que apareceu na China de não sei quantos gigapixels que você conseguia aproximar, aproximar, aproximar, aproximar até chegar no rosto de uma pessoa. É a forma que tá sendo usada hoje para você identificar um alvo de uma liderança de um partido, de uma liderança de um regime e etc.
Então, eh, as tecnologias estão aí, estão permeando o nosso dia a dia, a gente se encanta com elas, mas aí a gente precisa ver que uso a gente dá para isso. Nativamente falando, inteligência artificial ou drones, etc., Nenhuma tecnologia, nativamente falando, ela é má, depende do uso que você vai dar para ela.
Exatamente. Exatamente. E nesse sentido a gente teve algumas empresas que tiveram até eh algum destaque na bolsa nos últimos dias, né? Uma foi a própria Palantir, que é do do Pentágono ali. E tem mais uma, cara, que eu tava vendo no Reddit, hoje eu devia ter anotado o nome, mas que também teve um um boom muito grande porque é tecnologia eh bélica, mas quando a gente fala de tecnologia bélica, não é simplesmente indústria, né, de armas, etc. São empresas teco, com inteligência artificial, etc. Eu vou, enquanto vocês fazem os comentários, eu vou procurar aqui o nome da outra, mas é um nome masculino até que que também teve um bom muito grande na nasc, acho que de ontem para hoje.
É, o problema é que todas essas tecnologias, você falou, não é bélica, mas depois essa tecnologia de software acaba sendo embarcada, né?
Exato.
Então você torna os drones autônomos, torna toda essa possibilidade desse balé dos drones. Então, eh, não tem pólvora ali, mas até que tem não. Aí você coloca isso junto com a pólvora que já existe. Esse que é o problema, né? Esse é o ponto. E uma agora, uma coisa, uma coisa interessante, resgatando aqui um comentário do do César, né? Eh, a gente falou de guerras muito rápidas e guerras que estão se arrastando Rússia, né? um bom exemplo. E aí é interessante olhar também assim, os países que tão sofrendo esses ataques, essas incursões muito rápidas, tão na dependência de tecnologias que estão vindo do outro eixo, né? Ou seja, do eixo oriental. Aí eu tô falando de Rússia, de China e etc.
É interessante ver que a Venezuela contava com defesas, sistemas de defesa, russos e chineses, que por definição, deveriam prevenir o ataque que sofreram dos Estados Unidos. Aí a gente pode entrar no contexto de Venezuela e entender que, ah, mas não montaram direito, não foram bem treinados, etc. E aí não conseguiram utilizar.
Mas o Irã sofreu do mesmo mal.
E aí a gente começa a ver que o o campo de testes mesmo, o campo de provas, é quando a gente tem de fato um evento como esse. E e aí não é ser desejoso de guerra, mas parece que de vez em quando esses warlords eles se colocam à prova para testar os seus equipamentos de fato. E aí o que a gente tá vendo é que os Estados Unidos tá muito na frente, Israel tá muito na frente das tecnologias russas e chinesas. E a gente começa a entrar num polo aqui de contestar realmente assim como é que estão os modelos tecnológicos. E aí a gente pode entrar, claro, nos modelos de inteligência artificial do lado ocidental versus o lado oriental. A China anunciou recentemente um caça muito semelhante ao caça invisível americano.
E o meme que circula nos Estados Unidos é: "Os caras levaram 45 anos para fazer uma cópia".
Então assim, será que a China tá conseguindo acompanhar o ritmo de evolução das tecnologias bélicas destes países? E aí, portanto, os países que dependem do fornecimento do outro lado do eixo, e aí estamos quase numa guerra fria de novo, hein, César, mas será que os países que dependem desse tipo de tecnologia de fato não estão muito mais vulneráveis a uma vontade, a um desejo que possa ver de um de um Trump, de um Netaniarro, enfim, porque esses caras de fato estão controlando a tecnologia que tá na ponta de fato.
Vamos lá. Minha minha opinião sobre isso, Charles, eh não é que a tecnologia eh oriental esteja atrasada, está do ponto de vista bélico.
Uhum.
Só que Estados Unidos desde sempre esteve aí envolvido com guerras, né?
Sempre colocando seu dedinho como grande xerife da do planeta, né? Então, principalmente no Oriente Médio, então Afeganistão, Iraque, eh vários outros.
Enquanto isso, a China foi desenvolvendo lá a sua tecnologia para uso próprio, para desenvolvimento. Então, se você olhar, por exemplo, automóveis elétricos, a China dá um baile, né?
Perfeito.
Nos Estados Unidos, na Europa, enfim, todas as tradicionais, eh, a tecnologia de monitoramento, de reconhecimento facial, de monitoramento interno da China, também é super avançada. O que ela não tem essa questão bélica porque ela nunca exportou armamentos.
Voltando na guerra da Rússia e Ucrânia, né? Quem que tava ali for todo mundo achou que a Rússia invadiu a Ucrânia, que rapidinho ia uma semana resolvia.
Uma semana eu resolvo. E não foi bem assim, né? Não tá sendo ainda.
O comediante presidente, ele falou: "Não, aqui vocês não vêm, vamos nos defender, vamos brigar". E o cara tá brigando até hoje. E quem tava lá fornecendo armamentos? Estados Unidos.
Eh, você fala: "Venezuela contava, mas se deu mal." Bom, a Venezuela é um país quebrado, né?
Sim, sim.
Eh, a Rússia, a China não financiou a Venezuela do ponto de vista bélico para comprar armamento, para comprar defesa nesse sentido, né? Então, eh, essa é uma diferença entre Rússia, entre a Ucrânia e a Venezuela, porque Venezuela não tinha nada ali para se defender, né? Então, foi muito fácil pros Estados Unidos atacarem.
É, o sistema de defesa da Venezuela é o mesmo sistema que hoje existe no Irã.
E e o o ponto só é que é isso. Venezuela quebrado.
Cara, mas o da Venezuela foi bizarro.
Os caras os caras não deram um tiro.
Lev, levaram o presidente, entraram na tua casa.
Pois. Sim. Hum.
Pegaram tua mulher, deram um tapa na tua cara e foram embora, velho.
Pois é, foi inacreditável. E eh agora o o paralelo com Rússia e Ucrânia é muito legal pro seguinte, a a Rússia tá levando a melhor ainda, não tão fácil quanto quanto gostaria que fosse, né? Mas a a Ucrânia tem tem tecnologia americana.
Uhum.
Né? É apoiado pelos Estados Unidos.
Sim. OTAN. e OTAN e etc. E a Rússia usa muitos equipamentos bélicos iranianos, inclusive o míssil Fat, etc. O Irã exporta pra Rússia. Então, nesse caso, a a lógica se inverteu, né?
E e de fato o a questão da Venezuela é bizarra. Agora, uma coisa que eu tenho dúvidas e que me assusta um pouco pensar nisso é em relação à China, porque a China nunca se expôs bélicamente.
A China é um um titã, né? E se a gente pensar na evolução tecnológica que ela tem para bens pacíficos, como o César falou, carro elétrico, eh a próprio monitoramento do da ditadura chinesa da própria população, etc., cara, eu ten eu tenho medo de pensar o que eles podem ser capazes de fazer bélicamente, né?
feito. Acho que é legítimo que já pode estar lá. É que a gente não sabe. A China, como você falou, a China nunca se expôs, ela nunca entrou em outras, outros combates para mostrar o que que ela tem. Pode ser que lá no subterrâneo já tem um monte de coisa.
Lembra que o chat GPT foi lançado centenas de milhões de dólares para ser treinado. De repente veio lá de psiquic.
Sim.
Com os trocadinhos e fez a mesma coisa.
Uhum. Esse é um excelente ponto, César.
Excelente ponto.
É porque assim eh, China faz e fica quieto. Uma outra coisa, você tava falando de cópia, né? Você falou: "Ah, levou 45 anos para copiar".
Olha a ironia. Os drones que foram utilizados para abrir o caminho no ataque do Irã.
O Lucas, o Lucas que é low cost. Eh, é, ele custa o preço de uma ticross, esse drone.
É, é isso. Assim, é muito barato.
Uhum.
000.
É isso. É uma cross.
18 kg de explosivo, 35.000. Drone de alto custo. De onde que vem esse drone?
É um drone que foi criado pelo Irã, que foi utilizado na guerra Rússia e Ucrânia. Os americanos conseguiram capturar esse drone, copiaram, criaram centenas e mandaram agora contra o Irã.
eh todos coordenados por inteligência artificial, que foi o que abriu o caminho para que depois os caças israelenses fossem fazer o ataque.
Agora é muito muito importante esse ponto que o César trouxe do deepsic. Eh, e aí é interessante a gente avaliar um pouco isso momentos antes da guerra, tá?
Esquece agora esse momento bélico e etc.
Mas o que a gente tinha até pouco tempo atrás era uma discussão do tipo, vai ser hype ou não vai ser hype? Essas empresas que estão construindo esses modelos, Open AI e etc, não descobriram ainda um modelo econômico, financeiro, para pararem de pé, ainda continuam queimando caixa a rodo, de repente aparece lá na China o deepsic e aí a gente volta num contexto que parece aquele contexto dos bancos, né?
To big to fail.
O, os Estados Unidos passam a não poder, mas deixar que essas empresas vão à falência, por assim dizer, e passa a precisar, na verdade, que elas prosperem, continuem evoluindo nos seus modelos, porque do outro lado, financiado por um capital de estado, estão nascendo modelos tão potentes ou tão competentes quanto.
E aí você imagina o seguinte, pô, de um lado do essa Guerra Fria agora entre Estados Unidos e China, de um lado existe um modelo mais barato, mais eficiente, etc, que consegue entregar resultado do outro. Eu tenho empresas de capital privado que podem desaparecer da noite pro dia, eu vou ficar sem, vou ficar órfão disso. Então, como é que essa equação depois vai ficar? Então agora o governo começa a fazer contratos bilionários com Antropic, com Open AI e etc. E assim, eh, de uma certa forma, o governo americano não pode deixar mais esses modelos de inteligência artificial irem à falência.
Sim, eu eu acho que tem um um uma variável cultural aí que é é ela é muito decisiva nesse ponto de vista, viu Charles? Porque o eu percebo, tenho eu tenho um uma um sentimento de que a cultura oriental ela procura mais a eficiência do que a vanguarda, né? Então a gente vê aqui no no Ocidente que, cara, não importa o quanto vai custar, eu vou fazer o melhor modelo, mesmo que ele custe o dobro para ser 10% melhor que o anterior, né? E e eu percebo que a a cultura oriental ela é mais baseada na eficiência, tipo, beleza, eu posso ter um modelo muito mais barato, mas tão bom quanto o que o que o ocidente tem, etc. Se a gente fizer um paralelo também além de, por exemplo, e Open AI e depsic, mas se a gente colocar BID e Tesla, isso fica muito muito evidente também, isso, né?
Então, a Tesla sempre quis fazer os melhores carros, carros caríssimos, enquanto a BID ali e os chineses foram, pô, não vou fazer um carro bom e acessível que eu possa ter uma escala global, por exemplo, né?
Aqui no Brasil, quantos telas você já viu? Quantos BID?
Exato. Exatamente.
Assim, na Europa é a mesma coisa. Estão vendendo muito mais carro elétrico do que carro a combustão e os chineses estão dominando.
Sim. Então, acho que tem essa essa variável da da cultura de eficiência, de reaproveitamento, etc. A gente tem fez recentemente um episódio sobre a China, o Murilo, um abraço pro Murilo, que que teve fez uma imersão lá de duas semanas, ele falou muito sobre essa questão cultural de inclusive da forma como eles se alimentam, de aproveitar tudo, etc. É uma questão de um país que já passou por muitos problemas e que acabou tendo essa cultura mais aflorada, né? E eu percebo que no Ocidente, cara, é exatamente você falou, cara. Agora tá tão grande, tá tão eh uma corrida tão gigantesca para quem tem os modelos, etc., que o importante é ter o melhor modelo, não importa o quanto ele custe.
Sim, né?
Sim.
O que vai, talvez a luz disso, né, uma coisa que deve acontecer é que assim, as empresas, as startups que nasceram na casca desses modelos, talvez não se sustentem. E aí, eh, eu sei que a gente aqui tá tá focado um pouco mais na nas questões geopolíticas hoje, mas olhando também do prisma de negócios, que eu acho que é sempre importante, é esse cuidado, porque o que fica na casca, né?
Se a sua, se a sua startup ela depende exclusivamente de um modelo de inteligência artificial hoje para funcionar, cuidado.
Qualquer a qualquer momento essa tecnologia pode sair da tua mão e você dançar ou ela custar tanto que fique inviável o seu modelo de negócio também. E aí para você sair para outra tecnologia também viabiliza. Agora essa questão da competição China Estados Unidos não é de hoje, né? No primeiro mandato do Trump, ele já tinha eh essa visão de que a China tava chegando e que os Estados Unidos ia perder hegemonia.
Então, já no primeiro mandato, ele batia muito de frente com a China. E eles tiveram uma estratégia que, na minha opinião, foi sensacional, porque décadas atrás, que que eles fizeram? Bom, vamos produzir aqui quase que trabalho escravo, vamos produzir tudo muito barato e todas as empresas eh globais, né, americanas inclusive, mandando toda a produção lá paraa China porque era baratinho.
Uhum.
E eles ali contando moedinha, né? Cada produtinho vendido, contando moedinha, colocando um cofreinho, se capitalizando ao mesmo tempo, investindo em educação.
Os melhores talentos eles mandaram pro MIT, para Oxford, pras melhores universidades do mundo. Estudaram, aprenderam, voltaram.
O R de da estratégia de inteligência artificial da China já há alguns anos atrás, era um cara que foi estudar no Estados Unidos, foi trabalhar no Google, se tornou R de da região Ásia do Google, depois ele saiu do Google, foi assumir essa posição do governo chinês de estratégia de inteligência artificial.
Inteligência artificial depende do quê?
de dados, meu.
Coisa que a China mais tem. Exatamente.
O país com 1.2 forma compulsória, com 1.2 bilhões de pessoas, você tem muita gente ali para capturar os dados.
É diferente da Europa, por exemplo, que você tem ali gente falando espanhol, português, inglês, francês, alemão, tudo muito segmentado. Você tem mais de 500 milhões de pessoas, mas é tudo segmentado. China é todo mundo junto, como você falou, captura de dados compulsória. Então, volume de dados eles têm para treinar o modelo que eles quiserem.
Então, se a China hoje tá ameaçando aí a hegemonia dos Estados Unidos, não é uma coisa de agora. e faz parte aí de um processo de algumas décadas, né?
Você que tá aí escutando esse episódio bacana e quer levar toda essa tecnologia, essas novidades pra sua empresa e não sabe como, chama o time da Vembers. A gente pode ajudar vocês com desenvolvimento de software, com arquitetura de soluções, a entender os problemas que vocês estão vivendo e sair do outro lado com uma solução bem bacana. E se você tá escutando o podcast para aprender coisas novas, faz o seguinte, manda um e-mail pra gente no peoplecare@vems.
E você pode fazer parte também do nosso grupo de talentos. Valeu.
Agora o time do Relações Públicas vai gostar mais de mim.
Um ponto interessante que a gente pode discutir também é a respeito do próprio Irã, né?
Ah, muitas pessoas não sabem, mas o Irã ele vem do reino persa, né? E que a num passado não tão distante foi uma das maiores potências mundiais de um do mundo anterior, né? Com muita evolução também em em questões de de química, física, etc. O os persas sempre foram muito avançados cientificamente, né? E e o Irã até antes da revolução que aconteceu do do regime dos aatolás, ele era uma democracia que era pujante e a gente tinha uma monarquia, né? Tinha o chá e isso, exato. Mas não tinha essa repressão e era um país bem avançado cientificamente, né? Então, a gente não pode desprezar aí também, por mais que a gente esteja num num desnível muito grande entre Israel, Estados Unidos e Irã, mas é o que a gente ouve muito nos comentários hoje de de sobre o conflito, né? O Irã não é a Venezuela.
eh, tem um tem um um uma fagulha de tecnologia ali e de um passado que remete a a isso ser esse conflito se estender um pouco mais e não ser tão simples como como foi no nos conflitos anteriores, né?
É, sem dúvida nenhuma. Acho que assim, a discussão toda ao redor do Irã tá justamente inclusive sobre a capacidade que ele tem ou não de enriquecer urânio a ponto de construir uma arma nuclear.
Eh, são pouquíssimos os países no mundo, oito, que tem uma bomba nuclear, se não me engano, são oito, não é isso, César?
oito ou nove.
Acho que é isso. Eh, então assim, se o Irã tem a capacidade de enriquecer o urânio a ponto de ter uma bomba nuclear, é porque de fato esse esse viés da ciência, da tecnologia ainda tá muito presente ali. Quando a gente olha paraas repúblicas islâmicas, de uma certa forma, você tem ali, né, um regime controlado com base nos textos, no Corão e e muito ali eh dirigido pela religião e pelos mandamentos dessa religião.
Mas o Irã preservou de uma certa forma todo esse lado científico, tecnológico e etc, quase que criando uma casta diferente para continuar essa evolução.
O objetivo final pode não ser nobre, né?
A gente tá falando de construir uma bomba atômica e provavelmente arrisco a dizer que usariam.
Eh, então o ponto é só o fato de que eles conseguiram ainda separar isso e essa tecnologia tá muito forte, muito presente por lá.
Agora, qual o maior risco hoje pra humanidade? É a bomba atômica ou são as armas autônomas?
Eh, essa é uma discussão que existe já há alguns anos, não sei se vocês acompanharam, mas existe um grupo que é o autônomoswapons.org, que há uns 8, 9 anos atrás lançou um vídeo que era do Slatter Bots, Robôs Assassinos, não sei se vocês lembram desse vídeo, que eram mini drones.
Esse vídeo era um alerta do que que poderia acontecer. Eram mini drones do tamanho de um besouro. Besouro anabolizado ali.
Arnold nega besouro.
Um pouquinho grandinho, mas cabia na palma da mão. Carregando 3 g de explosivo.
3 g.
3 g.
Equivalente a uma bala.
equivalente a uma bala com inteligência artificial autônomo, eh, que te permitia definir qual era o alvo. Esse alvo você poderia definir, por exemplo, por gênero, etnia, idade, etc, etc. Era um drone muito, como ele se movia com inteligência artificial, eh, como os drones que foram usados no Irã, né? Era muito difícil de você acertar eles, por exemplo. Eles conseguiam e mudar a rota automaticamente numa fração de segundo.
Então, era muito difícil chegar e eles poderiam ser utilizados eh como uma arma. Não sei se vocês lembram disso.
Foi um vídeo que foi bastante eh discutido.
E bom, a princípio você poderia usar isso contra pessoas do mal, contra bandidos. Então, ao invés de você utilizar uma SUAT da vida, um sniper, você utiliza um drone desses. Ele é capaz de entrar pela frente de uma janela.
Só que aí o grande alerta era: "Tá bom, e se esse tipo de coisa você pensa maior e a invés de um drone, você tem um enxame de drones que é capaz de devastar.
Você dispara lá 5.000 drones uma vez que custam baratinho, você devasta metade de uma cidade. Ah, teoricamente só os maus da cidade, né? Pouquinho, falou de cultura nerd, um pouquinho de Thanos.
Sim, sim, sim.
um pouquinho de só metade da população da cidade, tá? Agora, e se esse se esse se essa tecnologia cai em mãos erradas e você começa, por exemplo, a um governo, né, que você tem ali governo corrupto ou autocrático, né, ditatorial, que você tem os inimigos, que você começa a usar isso para se livrar dos inimigos. Então, o alerta era um pouquinho isso. Eh, ainda puxando da cultura nerd, né? Não sei se vocês lembram, no Capitão América, soldado invernal, uma das cenas era justamente que eles estavam querendo usar a estrela da Nemúria, que ficava sobrevoando a cidade com algoritmo para escolher quais eram as pessoas perigosas para poder com High Laser eliminar essas pessoas.
Então, voltando assim, eh, esse alerta foi feito o professor e se não me engano, Steven Russell, tá? especialista 35 anos com inteligência artificial. Ele participa desse grupo. Ele fala: "Olha, janela para que os governos se unam e estabeleçam regras do uso de inteligência artificial para não usar isso como uma arma de destruição em massa, como uma arma de monitoramento em massa, a janela tá se fechando." Uhum.
E aí, voltando agora para fechar, foi um pouco isso que aconteceu com a Antropique, né?
Sim. que na semana passada e o psodantropic o Dário Amodei, ele se recusou a fornecer o algoritmo totalmente aberto e sem nenhum guard rail pro Pentágono, o que de novo levou a ilha do Trump que falou: "Vamos cancelar o contrato com Antropique".
E usou mesmo assim. E e usou mesmo assim, porque até dentro do Pentágono tem vendor looking e até dentro do Pentágono temos Shadow White.
Shadow it. Exatamente. Olha só que deixou o Trump irado, mas não adiantou nada, né? O negócio já tava lá.
Na sexta-feira ele reclamou do da Antropique, classificou o o secretário lá do ministro da guerra lá do Trump classificou Antropique como um risco a a cadeia de suprimentos.
Isso, né? A única empresa que tem essa classificação hoje nos Estados Unidos é aer.
Eh, e agora classificou Antropique nisso, mas no sábado teve o ataque usando antropique, né?
É, o Clou, ele é embarcado nas tecnologias da Pilanter, né? Inclusive aquele modelo que eles têm produto chamado Gothaman, né? Que que mapeia comportamentos, etc.
E parece que não era tão simples assim de você eh tirar um modelo e colocar outro, né? Então, não deu tempo, né?
Então, até porque você precisa testar níveis de confiança do novo modelo e etc. Não é uma coisa simples fazer isso.
Já se estabeleceu um novo contrato agora com a Open AI também, um contrato bilionário.
Então o S Altman tá topando, eh, talvez diminuir um pouco essa barreira ética que foi construída ali pela Antropiquic, enfim. Ah, mas enfim, a gente precisa ver o que que esse modelo novo da Open AI vai ser capaz de produzir.
É, segundo o Sunman, ele vai manter os mesmos níveis de restrição que eram impostos pela Antropic.
É, ele falou isso, mas ele falou, mas, né, por que que trocaria um pelo outro se dar a mesma?
Justo, tem alguma coisa aí.
Vamos lá. Que que eu vi sobre isso? Saiu um tropique rapidinho, Sam falou: "Opa, abri um espaço, pode deixar que eu forneço para vocês que vocês quiserem".
Só que logo em seguida, né, ontem, hoje eu tava lendo sobre isso, que ele já mandou um e-mail interno pros funcionários da Openif falando: "Olha, tem contrato, mas esse contrato foi mal redigido, a gente vai ter que ver isso porque não dá para deixar totalmente aberto". Então, primeiro ele falou: "Eu faço". Agora já tá falando: "Opa, foi mal escrito, não dá para fazer".
Entendi.
Ele voltou atrás com relação a isso. E isso é uma coisa que é interessante a gente discutir, né? Porque como bem lembrou o Piaza no comentário, a inteligência artificial nasceu dentro do Pentágono, né, no no começo. E e agora a gente vê uma dependência do Pentágono de empresas privadas como Antrópica, Openi, etc.
Não era de se esperar que o próprio Pentágono tivesse um modelo suficientemente inteligente para ser utilizado sem restrições e não depender dessas outras empresas.
Então, eu acho que é um pouco o modelo que acabou acontecendo na China e é por isso que hoje os Estados Unidos tá tão dependente dessas novas bigtechs.
É, o ponto é que tal, por que que o Pentágono talvez não tenha isso? Porque justamente a gente viveu dentro do Hype Cycle o vale da desilusão dessa tecnologia. E aí a gente desapostou em tudo que tava associado a essa tecnologia. Acho que se a gente for olhar, né, o nascimento disso e toda a empolgação que a gente teve para casos mais recentes, onde basicamente a gente tá falando do Watson da IBM, nossa, o cara desenterrou o Watson, hein? e que a gente começou a conseguir usar de novo, né? E aí eu tô falando da da Bia do Bradesco, quando a gente começa a usar aqui mais intensamente no Brasil e etc.
Então eu acho que a gente desapostou, desinvestiu e a gente seguiu por outros caminhos, outras tecnologias e etc. O governo americano só acorda para isso de novo quando surge a primeira inteligência artificial generativa e os LLMs.
E aí não dá tempo de você correr atrás do rabo, né, e criar todo um novo modelo. Inclusive, eu acho que assim, vale pela mesma lógica do que a gente sempre discute nos negócios. Make it or buy it. Então é mais rápido quando você tem um modelo pronto, disponível ali, buy it, coloca para dentro de casa e eventualmente a partir dali você começa a construir todo um novo modelo exclusivo, proprietário para você. Como tem, por exemplo, no caso do governo, sistemas operacionais próprios, né? A empresa nenhuma de governo, de estratégia, pelo menos de inteligência, usa Windows ou um Unix, eh, ou um Linux de sistema operacional que você compra de prateleira. São sistemas operacionais próprios. A mesma coisa vai acabar acontecendo com modelos de inteligência artificial. Mas neste primeiro momento, Biet, certamente foi uma estratégia muito mais rápida e muito mais efetiva.
Sim. É, o que me espanta é eles não terem olhado para isso como as empresas privadas não olharam, né? Porque o chat EPT surgiu há 3, 4 anos atrás aí e como se fosse algo mega revolucionário, mas que é baseado no modelo de rede neural, que já tem um bom tempo, né? E e a gente sempre se acostumou a entender que a tecnologia sempre era uma consequência da tecnologia bélica, né? A a infelizmente o o a tecnologia e a ciência muitas vezes são alavancadas justamente por conflitos, né?
Renato Rusto já falava isso.
É verdade.
Tem um álbum do Legião Urbana, começo dos anos 90. que é músicas de acampamento, que foi nesse álbum que foi lançada a música A Canção do Senhor da Guerra, que ele fala: "Eh, uma guerra sempre avança a tecnologia, seja a guerra santa, morna, quente ou fria. Para que exportar comida se as armas dão mais lucro na exportação?" Não sei se vocês lembram dessa.
Eu acho que você deveria repetir cantando agora.
Não me faça isso. Mas eu sempre achei essa essa canção do Renato Russo assim genial, porque como o Charles falou, as guerras sempre existiram.
Uhum.
Eh, e nos anos 90, Renato Russo vai lá e escreve esse esse refrão. E assim, por que que começou a guerra Rússia e Ucrânia? tava lá o Biden ficou investindo, investindo, investindo, fornecendo porque dá dinheiro, né? Ucrânia se endividando, mas eles fornecendo. Outros países também fornecendo dinheiro para comprar armas. É, é muito dinheiro envolvido com isso.
Sim, sem dúvida.
Sim. E a tecnologia que tá envolvida nisso. Eu acho que assim, sempre são três indústrias que puxam a inovação do mundo, né? Uma é a bélica e assim a gente deve muita coisa a indústria bélica pros usos que a gente tem cotidianamente. Então um belo dia o Bill Clinton apertou um botão na Casa Branca e liberou o GPS pro mundo inteiro. Então hoje a gente consegue navegar por São Paulo graças a isso e era uma tecnologia militar que tava ali e disponível.
Enfim, mais uma indústria bélica, a segunda indústria é a indústria de games. E aí a indústria de games também é protagonista de uma série de inovações que acabam afetando o nosso mundo hoje.
Uma delas que inclusive afeta o mundo de inteligência artificial. Tô falando claramente das placas de vídeo que são usadas para alimentar esses modelos e e tudo mais. Quem puxou, quem drivou pra placa de vídeo evoluir, sempre foi o mundo dos games. E a terceira indústria, não sei se a gente tá falando nesse podcast aqui num horário apropriado ou não, é a indústria da pornografia.
Essa daí sempre moveu o mundo.
Ela move o mundo, certamente. E todas as tecnologias acabam se refletindo nisso também. Não deixe de lado pensar que a inteligência artificial, tal como a gente tem hoje, também vai alimentar modelos que vão servir exclusivamente para masturbação.
Pois é, isso é verdade.
Isso já existe na China. Na China, desculpa, no Japão. Japão.
Muito. Tem casamentos de pessoas com inteligência artificial já.
Não. E bonecas super realistas real doll com inteligência artificial.
Agora falando de dinheiro, né? falou bastante da Palantier, o contrato que eles têm com o governo americano, eles tinham um contrato que tava quase 500 milhões e depois mais um outro de 800 milhões, ou seja, 1.3 bilhões entre Palantir e governo americano. É muita coisa, né?
É muita grana, né, cara?
É muita grana.
É muita grana. E e eu acho que nesse sentido, quando a gente fala da dependência do do governo americano, dessas empresas privadas, por exemplo, acho que nesse sentido a China leva uma certa vantagem, porque como enfim um um um regime mais autocrático, né, eles têm um incentivo governamental paraa criação dessas empresas muito grande, né? Isso gera um vínculo de da empresa estado muito grande, né? Então, por exemplo, na China, provavelmente uma uma empresa como Antropic não poderia falar não pro governo, né?
Perfeito, perfeito. Acho que é um pouco isso. É claro que não sendo chinês e não tendo convivido tanto tempo ali dentro, a gente sempre vai ter uma visão limitada do que é a China e etc. Mas dentro do prisma daquilo que eu já consegui aprender sobre China, a gente tem duas coisas que são muito claras.
Uma é que a China sempre foi o motor de crescimento do mundo e aí durante um século ou pouco mais do que um século deixou de ser. Então pro chinês a China está voltando ao lugar que nunca deveria ter deixado de estar. Make China great again.
É isso. Basica, basicamente e esse esse lema funciona melhor lá, talvez do que nos Estados Unidos. Então o pro chinês tem isso. E o chinês ele tem essa esse regime de só um partido e de uma comunidade estruturada em baixíssima mobilidade social.
Então, lá na China meio que você recebe uma incumbência como cidadão e você cumpre.
Isso significa dizer que na cultura ocidental é normal inclusive você eventualmente trocar de carreira e coisas do tipo. Na China isso não existe. Se você foi designado para fazer alguma coisa, você vai fazer aquela coisa. E aí quando o governo uma herança da própria revolução cultural do MIT, né? Perfeito. Perfeito.
E aí quando você é designado para fazer uma coisa ou para construir uma empresa ou para edificar um modelo de inteligência artificial, você vai fazer.
Então, essas coisas estão muito claras já para mim como cultura chinesa, embora de novo, né, eh, acho que só antropologicamente falando, a gente deveria viver mais lá para realmente aprofundar isso.
Mas, eh, isso tá muito claro. Você tem baixa mobilidade social e aí com essa baixa mobilidade social o governo consegue diretivamente apontar os caminhos que você deve seguir. E aí as coisas surgem e acontecem de acordo com a necessidade do do país naquele momento. Mas isso é só China ou é oriental de forma geral? Porque Japão, até onde eu sei, também é assim. As coisas são muito estruturadas. Então você, de acordo com a família, você já sabe qual vai ser a tua aposentadoria, entendeu? Onde é que você vai trabalhar, o que que você vai fazer e por aí a é o o Japão ele tem um mix eh interessante dessas culturas. É engraçado o Japão ser um país capitalista, mas que eh impede, por exemplo, empresas de fazerem demissões, layoffs. O layoff é proibido por lei no Japão.
Se você, como empresário, vai demitir uma pessoa, OK, mas se você vai demitir 10, você precisa justificar pro governo.
Por que que você tá demitindo 10? Porque e assim você o a justificativa precisa demonstrar que é para preservar o interesse maior de 100 pessoas, de 1000 pessoas e etc, porque é inaceitável, por exemplo, pra cultura japonesa um layoff. Então é muito interessante que este tipo de cultura ainda exista e esteja preservado nos anos de hoje.
Uhum. Então tem um mix ali na cultura oriental, né, bastante interessante. É capitalista por um lado, mas ao mesmo tempo preserva muito essa coisa da baixa mobilidade social a ponto de uma empresa não poder demitir, fazer um layoff, fazer uma demissão em massa lá no no Japão.
É, é realmente uma cultura muito diferente do que a gente tá acostumado aqui no no Oriente, né?
No ocidente.
No ocidente, isso.
Oriente e ocidente são duas realidades totalmente diferentes.
Totalmente, né? Totalmente. E uma coisa que que eu queria trazer paraa discussão com vocês é a gente passando por a gente tá vivendo um um contexto mundial completamente diferente do que a gente já viveu eh até então, né? não só pela pelo pelo retorno dos conflitos, mas por ter essa essa aba tecnológica muito mais latente do que a gente tinha antes.
Quando a gente vê um presidente dos Estados Unidos bater frente com um CEO de uma empresa a ponto de considerar ela como um risco pra segurança nacional do país, a gente não pode deixar de se perguntar se o software não tá indo longe demais.
Será que isso de fato vai virar uma uma um um uma realidade daqui em diante?
Será que o software vai passar a ser uma uma arma política, uma arma de geopolítica, como a gente já tem visto hoje? Enfim, esse episódio só existe por causa disso. Qual que a opinião de vocês? Eu acho que uma coisa que me chamou muito atenção, e aí isso já faz muito tempo, foi quando a Pfizer comprou uma outra empresa chamada Farmacia e comprou por um valor em bilhões de dólares que num determinado momento eu parei para me perguntar o seguinte: "Pera aí, esse valor em bilhões de dólares representa aqui mais do que determinados PIBs de países E aí começou a ficar claro para mim um conceito de que hoje no mundo existem verdadeiras empresas nações.
Quando a gente pega os gigantes, os conglomerados, e aí não precisa ser software, vale de qualquer segmento. Se você pegar o quanto essa empresa gera de faturamento, vale mais do que PIB de muito país. Se você pegar um número de colaboradores, vale mais do que populações de países ou de cidades.
Então, se você olhar ainda pra pra planta, pra posição geográfica que essas empresas têm, você também tem ali, de uma certa forma território. E o mundo sempre foi orientado por PIB, população e território.
Então hoje você tem no contexto mundial verdadeiras empresas, nações que tm o mesmo poder, o mesma, a mesma barganha que países têm quando sentam num centro de segurança da ONU e etc para discutir sim, face a face com presidentes, para discutir interesses nacionais, para influenciar esses interesses. E aí, é claro, né, a gente, eu comecei falando da indústria farmacêutica, mas quando você olha hoje as 10 maiores companhias do mundo, a gente tá falando de empresas de petróleo, empresas de tecnologia e o software tá presente ali.
Uhum.
A gente sempre tá falando das bigtechs.
Quantos colaboradores tem o Google?
Quanto faturamento tem o Google? E quanto território tem o Google? O Google hoje é uma nação. Ele pode sentar frente à frente com o presidente e discutir sim, de igual para igual.
Acho que até um pouquinho pior, né? Ele pode determinar aquele presidente o que que ele pode ou não fazer e se ele vai ou não ficar no poder. As Bigtecs apoiaram a eleição do Trump. Quando o Trump foi, assumiu agora o segundo mandato, quem que tava ali sentado na primeira fila?
Todos. Todos.
Todos os grandes CEOs aí das das Big Techs. Então assim, qual é o poder real dele hoje?
eh para ele perder esse poder e ser subjulgado pelos pelas BigTechs é complicado. É uma relação meio estranha.
Se a gente saindo um pouquinho do tema aí de das guerras e tudo mais, mas o que aconteceu recente, a disputa Netflix, Parmont pela Warner.
Sim.
E quem que tava apoiando ali a Parmon?
Tinha o filho do Larry Alison. Larry Alison colocando a fortuna dele. Larryon é apoiador do Trump e o Trump também querendo que nessa disputa que a Parmon levasse a melhor. Por quê? Porque eles também têm ali canal de televisão e tudo mais.
Uhum.
O que ajudaria também a falar: "Bom, agora eu tenho um amigo que tem um canal de televisão para me apoiar aqui". Uhum.
Com relação à mídia. Então essas relações entre os bigs e o e a política é bastante complicada. E eu acho que hoje a quem pesa mais aí, quem quem tem mais poder acabam sendo as bigtechs, pelo filho, pelo dinheiro e tudo mais.
Então assim, para eles colocarem quem eles quiserem como presidente, como governador, como eh eh congresso e por aí aí que tá o grande risco hoje pra gente. É claro que não existe uma relação monetária possível de se fazer isso, mas se a Apple quisesse comprar o sistema financeiro brasileiro inteiro, a Petrobras, sobraria troco. Sobraria troco. Então, qual é realmente assim o nível de poder político que uma companhia como essa tem? E aí, se você for olhar base de usuários, dados e tudo mais que ela tem, realmente assim, ela pode sentar frente à frente com um presidente de qualquer nação e discutir.
Eu acho que isso passa muito também sobre o poder de influência que essas empresas têm sobre a opinião pública, né? Eh, claro que faturamento, funcionários e e o PIB interno dessa empresa conta muito, mas acho que eles vêm muito a reboque também do que essas próprias empresas, como a Meta, por exemplo, eh, Google, etc., tem no de o poder de influenciar através dos seus algoritmos o que as pessoas recebem de formação e como recebem informação, né?
Então, acho que isso é é é um pouco equivalente com o que a gente tinha 20 anos atrás dos grandes conglomerados de mídia, por exemplo, né? Como a gente viu, por exemplo, na época do do color, a mídia toda contra e como isso fez o o o que de fato aconteceu no Brasil, né?
Hoje eu acho que a mídia tá embarcada dentro desse poder da da própria tecnologia e essas bigtechs acabam tendo esse poder de de manipular e e entregar aquilo que elas queiram que vocês saibam ou não, né? Então, eh, e a opinião pública e a política nunca vão se desvincular. E se um desses players tem o poder de eh influenciar a opinião pública, a política vai est embarcada, colada nesse cara o tempo todo, né?
Totalmente. Só que assim, a diferença é que até pouco tempo atrás a mídia, né, eh, TV, rádio, jornal, era alguma coisa regional ou no máximo do país. Tem um filme que se chama O Quarto Poder, que é com John Travolta e Dustin Hoffman, que mostra muito bem isso daí, como que a mídia eh manipula a opinião pública, tá?
No caso lá foi numa numa situação de sequestro, mas ela mostra bem, ora pinta o cara como bandido, ora como mocinho e a mídia, a a população acaba entrando nessa. Mas enfim, o antes isso era do país, hoje Google, meu, é o mundo inteiro, meta, o mundo inteiro e por aí a não, não precisa ir muito longe. O Trump tentou banir o TikTok dos Estados Unidos por por receio de que a o governo chinês manipulasse através do TikTok o que se vê nos Estados Unidos, né? E no fim o que ele fez foi forçar que o a o TikTok chinês vendesse a parte americana para os americanos.
Só que aí o que que acontece quando a gente fala de regular as bigtecs, né? Eu acho que falar isso para país eh tem muito pouco efeito.
É por isso que essa discussão tem que ser uma discussão global. Da mesma forma como, por exemplo, as que eu comentei antes sobre as armas autônomas, né, desse grupo, dessa organização, eh, Anônimos Autônomos Weapons, eh a influência deles não era num país, mas sim com relação às Nações Unidas.
Para quê? para que todas as nações possam estabelecer quais são as diretrizes para uso da inteligência artificial no caso de armas autônomas. E a mesma coisa deveria ser com relação às bigtecs para que exista uma uma guard raios éticos e uniformizados, morais e uniformizados para todos os países. Não adianta você fazer isso para um e não fazer pro outro porque as grandes empresas elas são globais. Então você tem que fazer isso também de forma global.
um ponto que me ocorreu aqui enquanto você falava, César, que você tocou no assunto das Nações Unidas, eh atrelado ao que você falou também uns minutos atrás sobre a a própria justificativa dos Estados Unidos sobre o Irã, construir a bomba atômica, etc.
Vocês não acham que a gente tá num num contexto tecnológico mundial hoje onde essas instituições e esses receios que nós temos tão um pouco desatualizados?
Porque, por exemplo, as Nações Unidas elas refletem o resultado da Segunda Guerra Mundial, né? Conselho de Segurança com as as nações que que tinham bomba atômica, etc., com poder de veto. Se um não concordar, ninguém concorda, né? É um modelo que hoje a ONU praticamente não consegue evitar nada e aptar em nada. E o próprio receio que a gente tinha no passado da bomba atômica, por ser um trauma da Segunda Guerra Mundial, será que ela se justifica mesmo hoje, como você mesmo falou, porque a gente pode ter armas autônomas e tecnologias que podem ser até mais eh eh perigosas e e e com consequências mais sérias do que uma própria bomba atômica?
Porque a bomba atômica ela traz consequências pro mundo inteiro, até para quem ataca. né? Mas uma uma arma como essa que você falou dos bisourinhos que que podem eh ser exemamente fatais e eficientes, elas podem ser inclusive com um resultado eh eh na prática mais devastador do que uma própria bomba, né?
Então, será que a gente não tá num num não tá sobre a regência de de diretrizes desatualizadas pro mundo que a gente tá vivendo hoje, cara?
Talvez o Stephen Hawkins, ele tinha uma frase que eu acho interessante, né, sobre inteligência artificial, que ele falava: "Olha, a inteligência artificial pode ser a maior invenção da humanidade e talvez a última que demonstrava a preocupação dele com o uso não ético eh desse tipo de tecnologia.
Então, eh, e nada impede que você coloque um algoritmo também para determinar, para ela, para que a inteligência possa determinar de forma autônoma se vai ou não disparar uma arma nuclear.
Eh, muita gente acha, não, porque o problema é o ser humano, porque quando ele está com a arma na mão, ele tem emoção.
A decisão é dele de atirar ou não e e ele fica emocionado e toma a decisão errada. O algoritmo jamais, ele não temoção, jamais vai errar, que não é bem verdade, né? Tanto que a antropic eles o o CEO falou: "Não, hoje não existe nenhuma tecnologia que consiga ser confiável, que a gente possa dizer que ela toma as decisões corretas".
Eh, existe um outro problema também que é com relação aos vieses, né, que a inteligência artificial embute e que isso pode ser muito prejudicial para um determinado grupo de pessoas. e a gente ainda não conseguiu lidar com isso adequadamente. Então existem aí uma série de riscos além da bomba atômica que existia, continua existindo, só que hoje a gente tem novos riscos. Esse é o problema.
Aumentou.
É, eu acho que o modelo que a gente tem hoje, e aí não é à toa que tem muita gente defendendo a volta à monarquia por aí.
Nossa, verdade.
Quando a gente acha que tá ruim, os cara consegue piorar.
O modelo, o modelo que a gente tem hoje, a gente coloca muitos burocratas e uma cadeia de burocratas para decidir coisas. E aí, eu não tô falando especificamente da ONU, mas vamos pegar um caso recente que apareceu na mídia. O acordo entre França e Mercosul levou 20 anos.
Verdade.
20 anos.
Quem tem a paciência hoje para esperar que uma decisão leve 20 anos? A gente tá num outro mundo, num outro contexto, numa outra velocidade.
Então, as pessoas vêm defendendo a monarquia porque, em tese, é mais fácil de você tomar a decisão. Você senta com uma pessoa, se a pessoa disse sim é sim.
Se a pessoa disse não é não. Como é que a gente cria dentro de um contexto mundial global uma autoridade que possa tomar decisões mais rápidas? Então a gente precisa de um novo modelo de ONU.
A gente precisa de um novo modelo de construção de decisões globais. O modelo atual ele não funciona, ele é lento e ele não coloca de fato na mesa as decisões que foram tomadas para serem colocadas em prática. Basta ver acordo de clima, todas as decisões que efetivamente saem de lá, chanceladas muitas vezes pelo grupo inteiro, não são cumpridas. Então, para além da decisão, tem o cumprimento da decisão. Então, é muito frustrante ver isso. E eu acho que essa frustração é que tem gerado essas declarações de para alguns lados volta de monarquia ou por que um ditador pacífico é bom dentro de um país. De novo, a gente tá falando de uma única pessoa que toma uma decisão. Então, qual é o novo modelo que a gente precisa de tomada de decisão global? Eh, infelizmente o modelo atual ele não funciona. Well, respondendo a tua pergunta de forma pragmática. Não, a ONU não consegue tomar uma decisão desse tipo. Não consegue porque vai sentar lá, vão ter, vai ter um representante de cada país. Aí você vai tentar pautar A, o cara vai puxar o assunto B. Aí tem todos os assessores, toda aquela cadeia vertical que não resolve. E a gente sai de reuniões caríssimas, longuíssimas, que não resolvem nada. E isso é prejudicial, porque o ser humano ele tem tendência de de de extremos a extremos, né? Então, quando você vê um modelo eh democrático lento, eh você não tenta resolver a lentidão, você vai para um outro extremo e a gente começa a ver apoio da população até em em líderes com tendência autocráticas, como por exemplo, a gente tá vendo nos Estados Unidos hoje, né?
Sim.
Então é um presidente que tem apoio de metade da população, né? e que passa por cima do Congresso, passa por cima do judiciário e faz o que acha que tem que fazer, como se fosse exatamente um monarca, como você falou.
Perfeito.
Mas por quê? Essa essa fadiga que as pessoas têm de de atualizar de fato esse modelo para que esse modelo seja mais eficiente e atenda melhor a velocidade que elas precisam na na vida, levam elas de um extremo pro outro, né? Isso fragiliza e machuca a democracia, o que é muito ruim pro pro mundo como todo, né?
Sim. Talvez todo esse excesso de informação, de tecnologia que a gente tem hoje, também esteja deixando as pessoas mais cansadas e por isso que elas preferem então, ah, deixa eu entregar o controle aqui para esse cara, ele faz o que ele quiser e tá tudo bem, porque tô cansado de de toda essa discussão que parece às vezes que tá cachorrinho correndo atrás do rabo que não sai do lugar. É o cara que prefere ir no restaurante que só tem um prato, né?
Porque ele não quer escolher.
É a gente, ou ele vai no restaurante que tem um monte de prato, mas ele fala: "Cara, escolhe aí para mim, vai, às vezes até pro garçom fala, escolhe, escolhe aí para mim, vai tá bom hoje, né? Que que tá bom hoje". Aí é, é, a gente a gente tem entregue também uma parte da nossa cognição a inteligências artificiais de toda sorte, né? A gente hoje não decide mais o caminho que a gente vai fazer na rua, a gente delega isso pro Waaz, eh, e por aí vai. Então, assim, hoje a gente começa a delegar até a nossa cognição de escrita para um chat GPT para fazer um post numa rede social.
Então, até onde também a gente vai com isso? Bom, a gente delega a nossa vida para tecnologias ou para governos e a gente espera que eles tomem as boas decisões por nós. A gente só segue.
É, isso é uma é é um ponto crítico que talvez seja consequência de de fato do mundo e da tecnologia que a gente tem hoje, né? Então, eh, não vejo o caminho muito feliz daqui pra frente, cara. Eu não queria terminar o episódio com esse baixo astral, mas o engraçado é que tem gente que fala: "Não, isso é defesa da liberdade, da nossa liberdade". Indifesa da liberdade, em defesa da liberdade. Mas que liberdade que é essa? Que você vai entregar para outra pessoa tomar a decisão? você não sabe que que que você tá decidindo. Dá muito trabalho.
É, olha, W, então assim, vai, já que é pra gente terminar de forma positiva, vou trazer aqui pra mesa um estudo da Harvard que acabou de sair. Depois a gente pode inclusive colocar o link aqui, mas é interessante, você consegue filtrar eh por profissão, por tipo de profissão, o quanto a inteligência artificial ela pode aumentar o teu potencial ali ou o quanto a inteligência artificial vai te substituir.
E aí é interessante ver que acima de telemarketing e substituição estão os tradutores e intérpretes. É pior do que telemarketing, tá? Então, já dando um spoiler aqui do que você vai ver na pirâmide ali. E aí, assim, a base, os insubstituíveis são todos aqueles que trabalham, principalmente ali na construção civil, no trabalho realmente braçal. Então, gente, aprendam a pintar, aprendam a serrar, aprendam a construir, porque de fato ali, ó, esta linha está absolutamente preservada, é a base da pirâmide, não será nem aumentada, nem substituída por inteligência artificial.
Nunca viu, eu nunca vi o chat GPT carpinho terreno.
É isso aí. Não vai mesmo. Mas pera aí, a impressão de casas 3D.
Ah, então só que aí, só que aí olha, tem um maquininha constrói tudo.
Não, mas tem um tem um ponto aqui, olha, existe, existe a parte utópica da tecnologia e existe a parte real da tecnologia. E aí, vamos lá, César. Eu não sei, a minha esposa é arquiteta e aí dá para eu falar com propriedade. A primeira coisa que uma pessoa faz quando ela recebe um apartamento novo da construtora é quebrar tudo.
É quebrar tudo porque assim, ó, a construtora coloca ali uma tomada, você já precisa de logo 10. Aí você tem que quebrar, passar conduí e tal, não sei o quê. Não adianta. Não existe essa coisa de assim você fazer um desenho, um projeto que depois você fala assim: "Tô aqui, tô instalado". Não, você vai colocar uma tomada nova, vai colocar um ponto de água novo, vai. Então assim, não tem jeito, não tem jeito. Não existe esse negócio de pré-fabricado que fica pronto do jeito que você quer. Não tem arquiteto, pedreiro, vai tá lá fazendo tudo.
É isso aí. Isso aí.
Então, amanhã, mestre Google, cadê os cursos de pintura de parede?
Isso é isso, galera. Corre, corre. Não faça curso de IA, faça curso de marcenaria.
Isso. Muito bem. Muito bem.
Meu pai era marceneiro, tá vendo? Sabia muito, ó.
Sabia muito. Meu pai espanhol, marceneiro, assim, me ensinou a como lidar com serrote, com martelo, com furadeira.
Já meio caminho andado. É isso aí.
É, já tá, tá, já vai seguir o rumo da Não, mas falando, falando sério, acho que assim, eh, tem isso, claro, mas assim, as relações humanas elas vão ser absolutamente preservadas.
Eh, você sabe qual foi o maior case da NRF deste ano?
O 11 Madson, um restaurante em Nova York que tá criando um formato de ambidestria corporativa super interessante.
95% do faturamento e da receita do restaurante tá dedicado à eficiência.
Então é a boa compra do ingrediente, o bons, a boa contratação dos garçons, etc. Tudo para fazer o ambiente perfeito. 5% é para você gastar com imbecilidades de hospitalidade.
Tudo tá ali na autonomia criativa de quem vai atender o cliente. E aí o case que ele conta é que o próprio dono do restaurante, ele tava ouvindo uma conversa de quatro pessoas que estavam sentadas à mesa, as pessoas conversando sobre os melhores restaurantes que tinham ido em Nova York naquela viagem.
E a única frustração que eles tinham é que assim, não tinha dado tempo deles comerem o autêntico hot dog de Nova York. O cara não pensou duas vezes, ele saiu do restaurante, comprou um hot dog de levou pro chefe dele e falou assim: "Dá um jeito disso aqui ficar gourmê, gurmetiza aí".
E aí levou ali fatiado em quatro tal e serviu numa cloche maravilhosa pros caras.
Então esse nível de surpresa, de serviço, da possibilidade de você fazer não one to many, mas one to one, isso vai ter espaço sempre. Então assim, as relações humanas no final do dia vão continuar ganhando o jogo sobre qualquer uma dessas coisas que a gente discutiu aqui.
Também acho. Conseguimos finalizar com uma mensagem um pouco mais positiva.
Perfeito. Boa. Conseguimos.
Meus amigos. Obrigado demais pelo papo.
Foi muito bom. Foi, acho que um papo necessário que a gente precisa ter de reflexão sobre as nossas carreiras, nossas profissões, né, cara, num ponto tão crítico que a gente tem vivido do do cenário mundial aí. Então, obrigado por por vir aqui compartilhar seus pontos de vista. Obrigado mesmo.
Sempre um prazer, W.
Obrigado a você. Valeu. Você que acompanhou a gente até agora, muito obrigado pela audiência de vocês. Se você ainda não deixou seu like, se você ainda não deixou, não deixou o seu comentário, você tem a última chance.
Agora vai lá no no YouTube, no Spotify, dá cinco estrelinhas pra gente e compartilha esse episódio com quem você entende que se interessa pelo assunto, se se interessa por geopolítica, inteligência artificial, que a gente faz uma uma mega salada aqui para para deixar o o assunto sempre em dia.
Obrigado pela audiência de vocês, meus amigos. Obrigado novamente. Valeu,
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