Do Ticket ao Assento: A Infraestrutura e Tecnologia por trás do Transporte
Convidados
Romulo Barbosa
CEO @ Techrom
Rodrigo Melo
CTO @ Travelier
Explore o episódio
Você já se perguntou por que o assento que você escolheu na compra de uma passagem de ônibus fica bloqueado por minutos depois que a sessão cai? Ou como um site consegue montar conexões entre cidades que não têm rota direta, em tempo real, consultando dezenas de operadoras diferentes ao mesmo tempo? A tecnologia por trás do transporte rodoviário é muito mais complexa do que qualquer tela de compra deixa parecer, e é exatamente esse universo que Wellington Cruz e o co-host Rômulo Barbosa desvendam neste episódio do PPT no Compila. O papo desta semana é com Rodrigo Melo, CTO Latam da Travelier, empresa israelense com presença em 134 países que opera marcas como de Ônibus no Brasil e plataforma 10 na Argentina, além de sistemas de gestão como TMS e o hub global Travel Connect. Ao longo da conversa, Rodrigo detalha como funciona o ecossistema de OTAs, TMSs e GDS, explica a lógica por trás do cache de rotas, dos algoritmos de conexão e da pré-reserva de assentos, e revela os desafios reais de integrar operadoras com APIs antigas, sem webhooks, que ainda rodam em Delphi nos guichês. A discussão avança para o uso de IA generativa nos processos internos, o projeto Jarvis como interface conversacional de dados via Big Query, agentes de compra no WhatsApp já em rollout, e as lições de um hackathon global que colocou times de Israel, Croácia e América Latina para resolver problemas reais em 48 horas. Rodrigo carrega mais de 20 anos de carreira, passando por agências de publicidade, mercado de loyalty, healthtech como CTO e finalmente o desafio de centralizar a infraestrutura de uma das maiores plataformas de transporte terrestre do mundo. Se você trabalha com arquitetura de software, produto, dados ou simplesmente quer entender o que está por trás de uma compra de passagem que deu pau, este episódio entrega uma aula rara com quem está no meio do campo. Assine o canal, deixe suas cinco estrelas no Spotify e, se quiser apoiar o PPT no Compila, manda seu pix para [email protected].
- Apresentação: Quem é Rodrigo Melo e sua jornada de Flash a CTO
- O que é a Travelier? OTAs, TMSs e a estratégia global de M&A no transporte terrestre
- GDS: O Gateway que conecta centenas de TMSs em uma única integração
- Desafios de escala global: jornadas de compra diferentes, mapeamento de paradas e integrações regionais
- Algoritmos de rota, conexões e cache inteligente: como a busca de passagens funciona por baixo dos panos
- Race condition, lock de assento e pré-reserva: por que seu assento some antes de você pagar
- IA no produto: do problema do caixeiro-viajante ao Travel Connect como motor de rotas multimodais
- Waze, semáforos e inferência de dados: como o mapeamento colaborativo mudou a navegação
- Adoção de IA internamente: da resistência dos seniores ao AI Champions e cultura de experimentação
- RAG, busca vetorial e MCP: como vetorizar reuniões, código e documentos para criar agentes internos
- IA como nova camada de abstração: da linguagem assembly ao prompt em linguagem natural
- Agentes, MCPs e o fim do app? Como o canal conversacional vai mudar a compra de passagens
- Jarvis: o agente interno que consulta Big Query em linguagem natural e gera dashboards on-demand
- Hackathon global: como o time Brasil resolveu troca de passagem via interface conversacional em 48h
- Gestão global distribuída: como alinhar estratégia de tecnologia entre Israel, Croácia, Ásia e Latam
Então, surgiu o GDS.
Que que é o GDS? Global Distribution System. É um produto que ele conecta vários TMSs e aí ele te oferece uma única conexão.
Ele tava mapeando as ruas no Brasil ainda, então você ganhava pontos de você deixar o ligado.
Ah, verdade. Ah, é.
E aí por onde você passava, ele ia construindo as ruas. Cara, a gente tem tentado aplicar não só no produto, mas também no processo de desenvolvimento e ferramentas internas da empresa e também no nosso próprio processo de trabalho. E aí ela começa a criar o que ali o meu agente de fato com a interface eh conversacional que meu tá ajudando todo mundo a conseguir a informação que quer.
Muito bem, muito bem meus amigos. O PPT não compilha. Estamos aqui para mais um episódio e hoje, meu amigo Ron, você vai conhecer um pouco mais sobre mobilidade.
Cara, você sabe que é uma é uma área que eu não conheço nada e acho que a gente vai ter uma boa discussão aqui. Quero saber o que que tá por trás do quando eu tento comprar uma passagem, de repente dá um pau lá no sistema e aí não consigo comprar. Enfim, vamos entender a complexidade desse mundo aqui, ainda mais eu que sou um grande viajante, grande cliente, né, um grande cliente, né? Eh, pulando de um estado pro outro, pelo menos duas vezes por mês. Eh, tô cheio de pergunta aqui para fazer sobre isso.
Boa.
E a gente tá aqui com o Rodrigo Melo, que é City Latan da Trevelir. Fala aí, Rodrigão. Tudo bem, cara?
Tudo bem, Editon. Eh, muito obrigado aqui por participar aqui com vocês. Eh, conhecer aqui o podcast eh ROM também. É um prazer estar aqui conversando com vocês. Eh, contar um pouco da minha história, no que que eu tô fazendo hoje.
Eh, eu sou City na Travier, né, representando aqui Latan. Eh, a gente tem duas grandes regiões, que é Latan e Europa, Oriente Médio e Ásia, que a gente chama de Apac. Eh, eu tenho uma carreira extensa como programador.
Então, comecei minha carreira mais ou menos ali de 12 a 13, não sou muito bom de datas, tá? Mas de 12 a 3 anos de idade eu já tava programando. Comecei a programar em flash muito como eu tinha muito vontade de aprender a desenvolver jogos, então comecei em flash, né?
Comecei desenhando, fazendo animação, depois eu fui pra programação.
Você que tá ouvindo, a gente é da geração Z, provavelmente não sabe o que é o Flash.
Provavelmente não sabe o que é o Flash.
Exatamente. Mas todo o flecheiro que eu conheço programa bem, né? Puxa no saco.
Mas eh, enfim.
E trabalhei muito ali no meu início de carreira em agências de publicidade. Eu comecei no El-learn, uma empresa chamada Cógnita, educação na era digital. Eu trabalhava ali com cursos de Leearn, então eu produzi os cursos e criava a plataforma também. Foi a minha primeira plataforma onde eu trabalharia com Flash. Depois eu migrei pro DNET, já já fui direto pro DNET, back end. Eh, tive uma carreira extensa na em agências de publicidade, criando o que a gente chamava um negócio interessante, chamava Rich Internet Application, que eram aplicações com apelo de interface gráfica. Uhum.
Então, partículas, fazer interfaces que eram, entre aspas, disruptivas, né? a interface que hoje eu brinco que a interface hoje em dia não é não é tão legal quanto era antes. Depois eu trabalhei eh como um arquiteto eh de soluções durante um bom tempo no mercado de loyalty.
Bem-vindo ao sindicato dos arquitetos.
Dos arquitetos. Depois trocou quase o nome para staff, né? Mas é enfim, é uma discussão à parte. eh eh na Verten, né, que é um grande grupo de loyalty, eh white label de de mercado de de loyalty rewards no no Brasil.
Depois, eh, eu me juntei ao Marcelo Toledo numa empreitada, numa startup chamada Clivo, que é uma healthtech. Foi um desafio muito interessante. Eh, foi o meu primeiro, na verdade, eh, papel de gestão como CTO. Montei time, montei produto, montamos, né? Foi equipe que fez tudo isso junto comigo. Eh, depois eu decidi tirar um momento sabático. Eu nunca tinha feito um sabático, tava um pouco cansado, fiquei em um ano em um momento sabático, aproveitei para viajar, voltei pro mercado para como city nas research, né? o mercado de de research, mercado financeiro. E então fui abordado pelo pelo pela empresa israelense, né, que é a Travel. E hoje eu tô aqui show de bola, desafio.
Excelente jornada, cara. Parabéns.
Vamos.
Eu acho que a gente vai extrair muita coisa desse homem aqui hoje, viu?
Com certeza, cara. Entender os pormenores, né? Porque a gente eh como usuário a gente não tem ideia da complexidade que tá por trás desses ambientes, né?
Exatamente. Eu aqui como como arquiteto tô cheio de curiosidade e vou encher esse cara de pergunta. Vamos lá que o assunto vai ser bom.
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Então, se você puder e quiser, vai lá, contribua com o PPT no Compila que o episódio tá muito bom hoje. Borail.
Rodrigo, para começar, eu queria que você falasse um pouquinho pra gente do que que é a Travelir.
Perfeito.
Você é Cityou Latan, mas tem uma estrutura maior por trás, né? Então queria que você falasse um pouco dessa estrutura e e o que de fato é o negócio da Travelier.
Tá ótimo. Bom, a Travelir ela é um grupo, né? Ela atravia um grupo é israelense, sede em Israel, headquarter é Israel. Ela surgiu através de uma outra empresa chamada Bucaway, hum, que é uma OTA. Então, OTA Online Travel Agency são empresas que vendem ticket online.
Uhum.
Né? E a gente vende ticket online de ônibus, né? Trem e ferry no mundo inteiro.
No mundo inteiro.
Mundo inteiro não, né? A gente não tá nos Estados Unidos.
Ah, tá. Mas a gente a gente liga entende que é é uma empresa global, né?
Então a gente tem 134 países. A gente tá em 134 países. Então Israel tem uma grande presença na Ásia, eh, na Europa, agora no Brasil e na Argentina.
Uhum.
Na verdade, Latã. Agora, a estratégia e é expandirã. Uhum. Paraguai, Colômbia, Chile. Eh, e a Travelir, ela ela ela surgiu da seguinte forma, começou com Cabuka, que é o AT, e ela tem como uma estratégia ela comprar, adquirir, fazer MNAs com empresa, com empresas do mesmo segmento ou do mesmo ecossistema.
Para quê? Para criar um ecossistema eh no setor rodoviário. A gente fala grounds in, né? Então, a gente tá no, a, a gente não está no aéreo, não temos, não estamos presença no aéreo, mas a gente tem eh ground em si, mar e terra.
Uhum.
Basicamente isso. Então, eh durante os anos, a Traverar ela vem comprando, adquirindo algumas marcas. Então, a primeira aquisição, se eu não me engano, foi na Tailândia, que é o One to Go, que inclusive tem 90% do Mark share na Ásia.
Então, é muito grande. É o gol, é a maior empresa do do nosso grupo, a maior hoje a gente fala marca, né? A maior marca do nosso grupo. Comprou uma empresa na na Croácia chamada Get by Buz. Depois foi mudou a marca para Traveling, o nominho um pouquinho mais friendly ali.
É. Eh, no Brasil comprou uma empresa chamada que se chamava Brasil by Bus e se tornou The ônibus. Depois a gente fez um rebrand e ela passou a ser a de ônibus. A gente entendia que tinha mais a ver com o negócio.
Ah, vocês continuam operando as marcas locais.
É isso que eu vou que eu vou explicar.
Não, eh, a gente vai chegar lá, então a gente e aí adquirir que a minha largada continua. Não, tranquilo. Tô tentando organizar as ideias também aqui porque é bastante informação. Tem a plataforma 10 que opera na Argentina que também tem uma grande fatia do mercado argentino e que passou a operar também no Paraguai, eh, agora na Colômbia e também depois a gente começou a comprar um outro tipo de Então, assim, entendam que todas essas empresas elas são ais, então elas vendem passagens online.
Perfeito.
com a criação do ecossistema, fez sentido a gente também adquirir outros tipos, outros tipos de empresa. Então, tem um um tipo de empresa que a gente chama de TMS, que é ticket management system ou travel management system. O que que é essa empresa? Então, imagina que a gente vai montar aqui uma empresa de ônibus.
Uhum.
Uma operadora. Então, eh, os três aqui, pô, vamos montar um São Paulo, Rio de Janeiro, um ônibus bonitinho aí que a gente montou, colocou nossa marca, etc. Como é que a gente vai operar isso? A gente precisa de um sistema, a gente não vai criar um sistema. Apesar da gente gostar de criar sistemas, a gente não vai fazer isso. Então a gente compra um TMS.
Hum. Que é o sistema de gestão de operador rodoviário.
Exatamente. É ali que vai ter o lock do assento.
Ah, ali que vai ter de fato a a venda.
Então ele vai a empresa vai operar.
Cuida da bilhetagem da gestão.
Exatamente. A gente cuida de tudo isso.
Então, a gente vai montar uma empresa como essa. A gente vai precisar de um de um TMS para rodar, né? Então, fez sentido a gente também adquirir empresas desse segmento de TMS.
De TMS. Então, a gente tem a Cissorg na Argentina também. Uhum.
Né? Com a representatividade aqui Latan.
E a gente tem também a City Oeste, que é na Croácia, que opera em Apac. né, que é tô falando ali, Europa, eh, Oriente Médio e e Ásia principalmente.
Então, eh, com essa, qual é a grande estratégia da Traveder? ter uma presença global e distribuir todo o conteúdo de todas as marcas globalmente. E aí vem o grande plano. Através da aquisição das eh dos TMSs e das OL A, eu concentro todo o conteúdo, né, de todas as rotas, as opções que a gente tem, eh, que a gente chama de conteúdo, né, catálogo, em um só lugar.
E aí tem um projeto que ele é muito eh que é o projeto principal da empresa que é a Travel Connect. O que que seria Travel Connect? Um grande hubes TMSs.
Então por eu falei dois TMS porque a gente adquiriu dois TMS são nossos, mas entenda que cada UTA está conectado a vários TMSs.
Sim. Então, a gente tem 20 TMS do Brasil, eh, 40 TMS na Argentina, né, 90 e eh na Croácia e assim por diante.
Então, isso que eu ia te perguntar, Rodrigão, porque pro para um negócio global como como é a Travel, eh, você precisa de uma personalização regional muito grande, né, cara? Porque você tem regulação diferente, tem players diferentes, cada um vai ter a sua própria PI, imagina de acordo com o seu TMS.
É, preciso também exatamente a questão da integração aí com esse esses cara. Você tem que ter uma gestão de integração aí que é bizarra, né? Porque você não consegue ter uma solução que atinja todos, né? Você vai ter que personalizar isso regionalmente de uma forma muito muito agressiva, né?
Sim. E esse tem sido o grande desafio que a gente tem enfrentado lá. Eh, eu vou pôr um ponto eh um ponto extra aqui que é eh quando você tem muitos TMS eh surgiu a necessidade de ter uma integração mais fácil, igual você tá falando, né? Eu tenho um plugin play ali, eu tô vou montar uma OT da vida, eu tenho que conectar vários.
Uhum.
Então, surgiu o GDS.
Que que é o GDS? Global Distribution System. É um produto que ele conecta vários TMS e aí ele te oferece uma única conexão.
Uhum. É tipo um gateway de TMS.
Exatamente. É um gate. É um é um gateway de TMS. Exatamente isso. Então eu tenho um contrato com TMS. Então, supondo que que a gente criou uma aqui, eu vou ter um contrato com eh com o TMS, com a empresa de ônibus, por exemplo.
Uhum.
Eh, mas eu vou passar por esse GDS.
Então, esse GDS é um produto de vocês ou é uma categoria de software?
Não, é uma categoria também. Então, falamos aqui de três categorias.
A OTA é a que tá na ponta com o usuário vendendo o ticket, vendendo a experiência para ele. O TMS que tá na outra ponta, né, fazendo todo o controle de inventário, gestão de inventário, que aí é local daquela companhia de de viagem, daquela companhia de viagem, mas elas compartilham ali, né? Então, uma marca compra o mesmo TMS que a outra marca pode ter.
Sim, mas ela tem deploy sítios diferentes, né? Isso. Deploy diferente.
Exatamente.
E eu tenho GDS no meio que facilita essa comunicação com essa integração com todos esses outros TMS.
Entendi.
E aí a minha OTA é é muito mais fácil eu conectar no GDS que eu tenho acesso a todo o catálogo e aí depois o trabalho é mais eh operacional, burocrático, contrato, etc.
Entendi.
Pontos positivos e negativos. Ponto positivo, você tem uma conexão só. Ponto negativo que tem uma questão de custo maior, né? Porque aí você tá pagando uma perna a mais aí, mas se eu vou direto no TS, você tá terceirizando a gestão das suas conexões.
Exatamente. Exatamente. Ô, ô, Rodrigo, e bom, além desse desafio que você colocou do ponto de vista de integração, quais são os outros desafios que você tem? Porque realmente são eh você tem a questão de sistemas diferentes, você tem uma questão, né, eh, de regional, né, você tem aqui América Latina, Europa, então você tem as particularidades regionais. Como é que é o desafio do ponto de vista de tecnologia para eh orquestrar todo esse esse ambiente?
Legal. Eu eu tô na companhia faz mais ou menos 2 anos. Eh, eu fui contratado, inclusive para ser o CTO que vai apoiar nessa estratégia de centralização.
Existe uma uma estratégia de centralização, aonde envolve, na verdade, eh ter duas grandes marcas, Latan e e o an Latan e a PAC, né? Eh, e aí aqui a gente vai se posicionar como plataforma 10 em tudo.
O nome vai ser plataforma 10.
Plataforma 10, exatamente. Por enquanto vai ser tudo plataforma 10 e o antiugo lá do outro lado do mundo. A gente costuma falar assim, do outro lado do mundo. E realmente existe muitas diferenças, inclusive no Brasil, cara, o Brasil é muito diferente de tudo na real. Então, a gente tem desafio não só tecnologia, mas questão de burocracia, etc. E eu vou trazer um negócio interessante aqui para vocês. Quando vocês compram a jornada do usuário aqui é diferente da jornada do usuário lá.
Então, um desafio que a gente passou agora, que foi bem interessante, foi que quando eu vou comprar uma passagem aqui, eh, existe um fluxo que já tá bem difundido tanto aqui quanto na Argentina também, que é eu informo e o assento, por exemplo, eu vou pegar uma passagem Rio de Janeiro, São Paulo, vou falar quantos quantos passageiros vão, falar qual o assento que eu quero, qual é a categoria, se é um leito, se é um semileito, eh, vou logar ou não, né? tem todo aquele processo ali de identificação do usuário e no final eu informo todos os dados do passageiro e etco.
Isso.
Ponto.
Conheço bem esse fluxo porque eu moro em Florianópolis. Tô aí você fiz isso muitas vezes na minha vida.
Legal. Legal.
Lá é o inverso, lá você informa primeiro todos os dados e isso quebrou todo o nosso fluxo aqui quando a gente fez a integração com o nosso sistema global.
Uhum.
Então foi uma adaptação rápida, óbvio.
Uhum.
Né? Mas foi algo que é, pô, um desafio totalmente diferente, fora parte contábil, etc. É uma experiência completamente diferente. Lembra que uns anos atrás tive experiência de ir para pra Alemanha e eu comprei muita passagem de trem lá, mas eu comprei já daqui do Brasil nos sites de e alemães, né?
Aham.
Cara, é bem é muito diferente. É muito diferente. De fato, você tem que ter tem todo um um cadastro inicial. Aí depois você vai, agora que você falou, faz todo sentido para mim. E aí, aí você vai escolhe a categoria, se você quer classe econômica ou não.
E aí, e alguns lugares escolher o lugar é até opcional, né?
E tem lá lá às vezes você pode escolher ou não.
Verdade e ou você pode pagar mais barato e tipo você pega o que tiver, entendeu? E aqui no Brasil isso não existe, né? Porque Brasileria dar merda se fosse aqui no Brasil, cara. E e lá é cansativo também. Eu tive em Madrid eh no ano passado para num evento inclusive da da Travel, eh onde eu fui pegar um trem de Madrid para Barcelona. Pô, eu quero ver qual o assento, a opção, pô, eu sou aquele cara que eu olhe qual é o melhor assento, qual é a melhor vista, pô? Vou pegar um trem ali, uma hora, duas horas, eu quero ter a melhor vista.
Cara, eu tinha que preencher tudo para chegar no final, não ter disponibilidade.
Putz.
E aí eu eu acho que eu usei uns quatro aplicativos diferentes para testar, até para testar, para ver os concorrentes, para entender como tá a nossa experiência também no nosso produto, né, que é a Bucaway que tem presença lá.
Então assim, eu fiquei cansado de ter que ficar preenchendo todas aquelas informações. E quanto aqui você pega, por exemplo, o site da de Ônibus, que eu acho que é uma na no grupo, eu acho que é a marca que tem uma experiência muito boa de navegação. Quando você escolhe ali São Paulo Rio de Janeiro e é um spa que a gente tem, então ele já abre ali a opção para você, a categoria, você escolhe e você não troca de tela para escolher o acento. Eu já carrego o acento para você, a disponibilidade. Então, antes de você prosseguir, você já sabe onde você, se tem disponibilidade, onde você quer se tem disponibilidade. Exatamente.
Então isso facilita muito. Eh, então é isso, tem esses desafios, tem também um desafio muito forte, indo mais paraa tecnologia de mapeamento, né? Então, hoje o que que acontece? Hoje a gente tem um grande mapeamento, aí é um assunto interessante pra gente falar de dados, porque a gente tem um grande mapeamento toda vez que vai entrar um operador novo ou uma integração nova, né? Eh, eu preciso mapear do meu lado aqui do meu sistema, o que que é Rio de Janeiro aqui e o que que é Rio de Janeiro lá. Ah, verdade. Verdade.
Paradas.
Então, quais paradas que tem chaves diferente, ADIS diferentes, eh, paradas, quais são as paradas que tem aqui, quais são as paradas que tem lá, como é que eu apei essa parada? Isso é um grande desafio que a gente tem. Eh, a gente tem uma ferramenta para fazer isso, né? Aqui tem ferramenta e eh nas outras marcas também, cada uma com a sua própria ferramenta, mas ainda é um trabalho árdo que a gente tem que fazer.
Quero falar com você agora que ainda não conhece a Clever. Clever é uma empresa que já tem mais de 3 milhões de usuários em 30 países com 30 idiomas diferentes que tem trazido soluções em blockchain, criptomoedas e ativos digitais. O objetivo da Clever é te dar liberdade financeira para operar esse mercado de cripto. Então, se você acredita nisso, se você acredita nessa liberdade, você já pensa como a Clever, vai conhecer os caras, é clever.Ou AO estão contratando também pessoal para trabalhar com cripto, com blockchain. Então, se você tem interesse, se você tem conhecimento nessa área, procura a Clever. Se você gosta de criptomoedas, se você opera no mercado, você precisa conhecer a Clever, precisa conhecer as soluções da Clever.
Então, o endereço tá aqui embaixo no vídeo. Para quem não tá no YouTube, é clever. Vai lá, vai conhecer que realmente é um mercado sensacional.
Você tocou num ponto que eu vou te fazer a pergunta que eu tô segurando o episódio inteiro para fazer. Eh, como é que vocês conseguem ter essa visão eh logística através de algoritmo para para sugerir os trechos de viagem e etc? Tem um site que eu acho incrível, que você deve conhecer por ser do mercado, acho que é Home to Hill, Ro to Home, o negócio assim que eu uso sempre quando eu vou viajar para fora, que cara, você pode colocar qualquer lugar do mundo, assim, tipo, vou como o nome do próprio site fala, como sair do Rio e chegar em Roma. Ele te dá todas as opções possíveis de carro, de trem, de ônibus e os preços e você pode comprar por lá mesmo. Isso deve ser uma loucura.
Pelo que você falou, a gente conhece o background técnico, tudo bem, você consegue fazer ali a ligação dos grafos e e chegar até lá, mas, cara, a aquele trecho de trem que ele sugeriu para aquele pedaço é de uma operadora de trem lá do país tal, que tem chaves diferentes, tem nomes diferentes.
Como é que ele consegue fazer essa gestão? E e e e porque é diferente do A, o A ele traça a melhor rota ali para conseguir chegar num determinado ponto.
Mas ali traçar a rota, ele precisa consultar a PI, saber que o ponto X é o mesmo ponto X de uma PI, que vai ser o ponto A de partida de outra PI. Cara, isso é de uma complexidade absurda, né?
É absurda. E foi incluir mais um item aqui que esse tipo de existe um produto chamado Metasart também que é da categoria Metasearch que ele tá muito mais focado nisso, descobrir melhores ofertas, melhores eh eh trechos. Eh, o Busca Ônibus, por exemplo, é uma marca que foi adquirida aqui no Brasil também, mas não foi uma aquisição por Israel, foi uma aquisição de Brasil para Brasil.
Ah, tá.
E aí, por que que a gente adquiriu esse esse produto? porque ele me traz isso, ele me traz uma inteligência de dados.
Então, tô tô rodando ali no Google Big Query, a base é Big Query.
Eh, e ali foi desenvolvido o algoritmo de não só de predição de preço também, que é um desafio que a gente tem, mas faz exatamente essa inteligência. E aí com isso, o que, qual o tipo de problema resolveu pra gente? Por exemplo, na OTI, eh, tem trechos que não existem.
Então beleza. Eu tenho um São Paulo, Rio de Janeiro, eh um Tieto Rio, mas eu não tenho, de repente um Jundiaí eh Rio de Janeiro direto.
Aí você tem que incluir TT no meio.
Aí a gente chama de conexões. Então a gente roda um algoritmo em cima da base para descobrir essas conexões. Esse algoritmo inicialmente, cara, foi bem um quase um brotce ali, tá? não performava, mas gerava ali, como é um job que fica rodando de madrugada, então de tempos em tempos ele monta essas conexões. Então, sim, mas você tinha que fazer um processamento à parte para popular uma base com essas conexões paraa busca poder ficar efetiva.
Exatamente. Porque hoje como funciona?
Eu vou em todos os operadores, todos os TMSs, todas as integrações, trago esse conteúdo. Aí eu tenho uma inteligência dentro do meu que a gente chama de roach API. Então, a gente tem uma inteligência aqui dentro.
Não só para ter o melhor conteúdo, mas também até para não estressar a integração. Então tem rate limit que a gente tem que lidar, tem de repente é buscas que não de rotas que não existem. Então eu não quero bater lá no no provider, eu quero, pô, essa rota não existe, então eu tenho que ter uma estrutura de cash aqui negativo pra gente faz um cash negativo para eu não ter que ir lá e fazer uma requisição que eu sei que não vai trazer nada.
Então toda essa inteligência tá dentro de um de um que a gente chama de road API aqui no Brasil.
E isso tá duplicado na Argentina. Eu tenho a mesma lógica na Argentina, eu tenho a mesma lógica na Ásia, né, na OneGO, eu tenho a mesma lógica em outras companhias.
Eh, e aí aqui a gente começou com um algoritmo bem simples. E aí quando criou-se o projeto Traveder Connect, que é aquele que eu te falei que seria o grande hubloba tudo, aí eu conecto um time de dados ali para focar exatamente nesse tipo de de problema.
Outro para focar exatamente no no problema de de alteração de preço, que é algo que pô, tu fica puto, né? Você vai lá na no site, o preço tá um aí quando você vai pagar o preço tá outro.
Eu vou te eu fico puto, mas fico puto com outra coisa que eu vou te falar porque aí você já emenda na tua explicação e e diz como é que vocês conseguem minimizar isso. Me deixa mais puto é quando eu escolho o assento.
Uhum. Porque para mim o assento é importante, porque eu sempre viajo de leito, porque eu não sou um cara pequeno. Então para eu poder dormir e chegar descansado, tem que ser numa poltrona maior.
Perfeito.
Então e eu prefiro sempre as o leito que vai sozinho, né, do lado aí deixa para casal, etc. às vezes as mulheres não ficam confortáveis de tá do lado de homem e tal, o que eu entendo perfeitamente, então prefiro sempre ficar no sozinho. Então a escolha do meu horário depende muito do da disponibilidade de de de lugares, né? E aí, pô, cheguei aqui, encontrei.
Belezaum.
Aí, cara, se falhar alguma coisa durante a jornada, sei lá, botei o número do cartão errado, não passou, caiu a conexão, eu perdi a sessão, a [ __ ] do meu assento continua locado e aí eu não consigo refazer.
Continua. Continua.
Isso é o que me estressa demais.
[ __ ] que pariu.
Deixa explicar porque funciona assim.
Eh, pensa que os e como é que a gente monta essa base de dados? a gente tem um grande cash. Primeiramente é isso. Então eu vou buscar o conteúdo e aí a gente tem várias estratégias para buscar esse conteúdo. Conteúdo que é, por exemplo, top roads, quais são as 100 mais acessadas? Eu então vou buscar mais mais vezes.
Sim. O seu TTL é menor, né?
Isso. O meu TTL é menor. Tem as 2000 mais, então tem várias estratégias, as 2.000 mais acessadas, as 100.000 mais acessadas, tem esses layers, tem as que são disponíveis, por exemplo, só um dia da semana.
Uhum. A gente descobriu isso eh com um algoritmo preditivo, tipo, cara, tem essas rotas aqui, ó, elas não estão disponíveis, por exemplo, durante a semana, só sábado e domingo. A gente só vai descobrir isso depois. A gente não tinha essa visão. Eh, tem provedor que tem provedor que ele oferece São Paulo, Rio de Janeiro, mas por uma questão política ele deixou de oferecer ali durante alguns dias da semana. tem tudo isso. Então, a nosso grande desafio é montar esse cash de forma que eu não estresse o o a integração, mas que eu tenha o resultado quente eh da melhor forma possível.
Tem que ser de uma forma inteligente que você não desperdice processamento, né?
Exatamente. Então esse o o quando a gente quando você olha ali a primeira tela que você a São Paulo, Rio de Janeiro, R$ 200, por exemplo, semileito e que você clicou e viu o a disponibilidade de assento, aquele primeiro dado ele tá cacheado e o segundo dado é real time, é a disponibilidade.
E a gente também faz uma reverificação do preço.
Uhum. ali, porque se o preço mudar, você já sabe, ó, esse preço aqui teve uma alteração. Quando você clica em, não é nem reservar, mas quando você vai pro próximo passo, a gente já faz uma uma pré-reserva para você no operador.
Cada operador tem sua regra. Então, mais ou menos o que a gente usa ali é 20 minutos aquela passagem tá disponível para mim.
Uhum.
Então, durante aqueles 20 minutos tá locado lá no TS.
Tem que esperar essa [ __ ] do Cash vencer.
Exatamente. Tá lá no TMS. Ah, não tá nem no cash, né? Tá direto no TMS.
Não é, tá lá no TMS direto. Isso daí é direto que é disponibilidade. Eu não não posso controlar isso. Então, 20. Mas aí, óbvio, a gente tem a nossa camada, porque como cada um, um é 10 minutos, outro é 20, outro é 30, a gente vai ter que ir por pelo, a gente vai ter que ter a inteligência de ir pelo pela média. Eh, e aí é só é liberado realmente depois que passa esse tempo, [ __ ] Car, e aí eu esqueço, aí eu vou de novo, aí alguém pegou o lugar.
Isso é é meio meio complicado pra experiência de quem vier de ônibus, cara.
Mas cara, isso mas é muito difícil de de lidar com isso mesmo. Olhando pela outra perspectiva, realmente é complexo, né?
Cara, sendo bem sincero, basta me disponibilizar um API que eu possa ir lá e se o TMS tivesse um web hook, então que você, pô, caiu a sessão do cara, o cara não comprou, libera, você conseguiria fazer, né? Mas nem todos os TMS devem ter isso, né? É, cara, quando eu trabalhei no mercado de LOIT, a gente tinha muita integração também, e-commerce, marketplace, etc. E eu lembro que um grande passo foi justamente eh eh quando a gente passou a ser eh mais ativo, né? Não ativo, seria, né? Ativo e não reativo, que é quando o dado muda do lado de lá, eu recebo Uhum. no meu hook aqui. Então é o que precisa no mercado hoje é isso, essa integração com essa que são integrações antigas, vocês sabem. Então já viu, né?
Sistemas muito antigos que foram digitalizados, que foram antes a gente não tinha passagem e de ônibus sendo vendida na internet, você tinha que ir lá no guichê no guichê, cara.
Você tinha que ir no guichê. Então, os sistemas que nós usamos hoje ainda são sistemas muito antigos e e eu vejo isso na prática, cara, porque hoje você compra pela internet, não vou falar o nome da da companhia que eu costumo usar, né?
Mas você vê pela internet, tem toda aquela casca moderna, etc. Mas você vai no guichê, é um delfão que tá rodando lá, cara. É isso. É um delfão.
É um delfão que tá rodando, bicho. Você vê lá, tipo, falei, cara, isso aí é componente Delf. Eu lembro dessa [ __ ] Ah, quem já trabalhou com o D sabe, né?
É, exatamente.
Não, mas é isso mesmo. E aí, cara, é uma coisa que a gente fica de mãos atadas e aí é uma questão ali de relacionamento, né? Então, é a nossa empresa ter um relacionamento próximo com os operadores e propor esse tipo de melhoria que vai ser bom para todo mundo.
É, com certeza. Exatamente.
O preço, por exemplo, que é algo que incomoda bastante, né, pô? E o preço, em vez de eu ir lá buscar o tempo inteiro para eu ver se tu, cara, me manda aí, eu, se você garantir que se o preço mudar, você vai me avisar, eu vou ter o meu catálogo atualizado e eu não vou bater aí.
É muito mais fácil ele ser o agente ativo do que você ficar fazendo pulling, né?
Solçu uma solução de eventos, uma de eventos nesse sentido poderia ser seria perfeito, perfeito, né? Exatamente. Você tá avisando o cara o tempo todo, o cara tá disputando tá tá real disponível. Isso para você consumir, né? Exatamente.
E é muito mais fácil a gente que causa mudança comunicar os interessados, que é o conceito de evento, do que o interessado ficar fazendo pulling, perguntando o tempo inteiro, cara, esse cara que que recebe essa requisição de mudança, o que ele vai economizar de processamento de server, banda, etc., já paga uma melhoria dessa tranquilamente, né, cara?
Porque é é muita requisição, né? É muita requisição. É muita requisição. E é e assim a gente tem as requisições para montar o catálogo, né, que roda os workers ali, né, o hor e vários horários agendados. E também tem as requisições dos usuários.
Uhum.
Então, imagina que o usuário vai no teu site, ele procura lá Rio de Janeiro, Israel. Não tem essa rota. eu tenho que lidar com esse com essa situação também, né, que foi o que eu tinha falado do cash negativo.
Então, não existe nenhuma opção de e Rio Jer Israel. Então, o que que eu tenho que fazer? Eu tenho que ter um sistema de cash negativo aqui para quando vir essa requisição de novo, eu não eu não eu não bater nas integrações, porque eh o que não está no cash, eu tenho que bater em todas as integrações.
Hum.
Então, se eu tenho 300 integrações, eu tenho que buscar o conteúdo de todas. E aí, beleza? Entra no meu pipeline, aonde isso vai entrar no meu banco de dados, vai entrar no meu cash, vai entrar na minha estrutura pra próxima a gente já ter isso cacheado. Mas eh acontece de bote, né, cara? Os botes vêm na nossa aplicação o tempo inteiro.
É, você tem que ter um cash de resultado negativo, porque se você não encontrou no cash, o natural é que você vai buscar na fonte, né?
Isso.
Só que pode ser que aquela requisição na fonte também seja negativa, né? também seja negativa. Então, a gente tem a gente tem layers, isso eu tô falando, inclusive isso eu tô falando muito assim, a estrutura que já tem no Brasil, inclusive a estrutura que já tem no Brasil já tem esses mecanismos de layers de proteção, eh, cash negativo, eh o próprio rate limit da nossa própria aplicação, também tem Circuit Breaker.
Pô, parceiro lá tá sendo estressado, não só por mim, porque tem outras integrações, o parceiro não tá saudável.
Então, pô, vamos aliviar aqui para ele e vamos voltar só como ele quando ele tiver de pé novamente. Então, a gente tem que cuidar de todas essas etapas.
E como é que lida com race condition nesse caso de, por exemplo, eh, eu tenho cash, eu tenho o dado lá no TMS, só que aconteceu que dois caras entraram naquele mesmo assento e conseguiram, sei lá, reservar com milésimos de segundos.
Quem você acha que cuida do race condition nessa arquitetura?
Cara, eu acho que vai o que manda é o que loca no TMS, né? Quem faz a primeira requisição, certo?
Puramente o TMS.
Mas é como é que você lida com a experiência do cara que viu lá e de repente não consegue mais?
É, é, cara, é mensagem de de erro amigável, tente novamente.
Eh, a gente já a gente faz muito experimento lá. Então, uma das coisas que a gente normalmente faz é pegar esses casos de uso, por exemplo, esse, e e trazer uma opção nova para ele.
Hum.
Caso eu consiga achar uma opção que tá no mesmo valor, né, ou então tem um um uma margem ali pequena de diferença, a gente loca esse esse essa passagem para ele.
Entendi.
Então, a gente roda esses experimentos, mede, ver se faz sentido manter ou não.
Então, tem o time de produto tá o tempo inteiro fazendo esse tipo de coisa. Sim.
Isso foi inclusive no caso real, né, a gente de tentar e eh locar o cara, eu preciso fazer com que você vá de Rio de Janeiro para para Minas Gerais de qualquer forma. Então, pô, o nosso backend vai cuidar disso.
Você oferece o mais próximo, justamente por por causa desse gap de tempo que você tem, né? Entre o cara ver o assento disponível, você eh reservar de fato no TMS, alguém pode ter reservado antes.
Por mais que seja um gap pequeno, pode acontecer. Exatamente. Esse gap aconteceria no momento da da pré-reserva.
Da pré-reserva.
Porque uma vez que teve a pré-reserva dos 20 minutos que eu te falei lá, é garantido é, mas se nesse momento acontecer, aí sim a gente vai para essa para esse mecanismo.
Ô, Rodrigo, e certamente você deve também e deve est começando a usar EA e exatamente pensando na experiência do usuário. Eu, [ __ ] tô tentando lembrar de um de uma EAI. tem uma específica que é um pouco nessa experiência que você comentou, eh, não vou lembrar agora, mas que você joga, sei lá, eu quero ir para França e, e Espanha e aí você fala: "Eu quero, sei lá, eh, vou para Paris e eh Valência, Barcelona e aí ai traça toda a rota.
[ __ ] ah, daqui é legal você ir de trem nesse trecho aqui. Isso aqui talvez seja legal você alugar um carro. Isso aqui vai de avião que é mais barato. E aí te te dá inclusive, cara até dicas de preço, tal. [ __ ] assim, a experiência é muito legal. Não sei se vocês também estão avançando para algo nessa linha de você ter umaai que possa de uma forma conversacional ser mais fácil para ajudar a experiência do usuário.
Na verdade, isso vem sido desenvolvido nesse projeto já da Traveria Connect.
Legal, né? É muito mais comum isso lá na Europa, né? Fora do Brasil. e Argentina, porque lá é muito mais comum você pegar um ônibus.
Depois pegar um trem, de repente pegar um ônibus de novo.
Aham.
Então, a Traveler Connect e a gente tem essa inteligência de A Travel Connect ele basicamente pegou todos toda essa lógica que a gente tem regional, que é uma lógica reativa. Tudo isso que eu falei mais para vocês aqui é um pouco mais reativo e rola com modelos preditivos da própria Treveleir. Uhum.
Então, mudança de preço, a gente consegue saber lá quando que mais ou menos vai mudar o preço para quanto e se a gente vai eh absorver, por exemplo, e essa mudança de preço ou não para não eh prejudicar a experiência do usuário. Tem toda essa lógica lá.
Entendi.
Isso que você tá falando, mesma coisa.
Então, pô, eu quero ir na Ásia, eu quero viajar os países da Ásia, eu vou fazer toda a rota aqui. Então, ele o Travel Connect entrega para o Anugo, que é a OT da Ásia já todo esse mecanismo. E aí isso não precisa mais ser desenvolvido dentro da Gol.
Entendi. Você já tem um motor externo que que te traça isso.
Eu tenho todo esse motor externo barra interno que é um produto nosso. Um componente à parte.
Um componente a Isso é um componente à parte. E esse e o Traveler Connect não não eh ele surgiu para resolver um problema interno, mas que também ele virou um produto, porque outras empresas conectam nele. Então a gente tem parcerias com outras empresas para conectar e a gente disponibilizar o nosso conteúdo para essas outras empresas se for do interesse de de ambos.
Legal. Legal.
Bem bem interess. Que isso é, pô, achei muito bacana, cara, porque, pô, te poupa um tempo enorme, né, de pensar na logística, né, dos trechos, te dar uma ideia de valor, [ __ ] talvez essa é a melhor alternativa que você vai gastar esse preço aqui. E também na questão da rota, né, putz, se eu for por aqui vai ser melhor ou se eu for de trem é mais rápido. Então, cara, achei muito legal a experiência. Eu eu não lembro o nome do Não é Movit não. Movit.
Movit tem um aplicativo legal também, inclusive a gente fez uma parceria com eles aqui no Brasil. O o Home to Hill, ele faz mais ou menos isso, né? Você põe onde você vai e aí ele fala: "Ó, vai daqui até aqui, você pode e ele dá opções assim, ó. De trem é tanto tempo, custa tanto. Se você for de ônibus é tanto tempo, custa tanto. E tudo você compra lá dentro, cara. É impressionante assim. Claro. E aí vem a pergunta que eu vou te fazer daqui a pouco. Eh, são ele te dá as opções e é tudo feito ali dentro com um preço que é dele, né?
Uhum.
E e aí você tem que manejar. Eu, como já sou macaco velho, eu pego ali, vejo que tem essa opção, vou no outro site, tal, vou comprar, é, vou vou pesquisando, né? Mas é bem isso. Ele pega um ponto A, um ponto B e ele calcula tipo de entre X e Y, A, B, C, D e as opções.
O famoso Pathfinder, a estrela dixtra, algoritmos, só que muito num escala muito maior.
Exato. Exatamente. É o o como é o nome? Algoritmo do cacheiro viajante.
Viajante. Isso. O problema do cacheiro viajante. Exatamente. PNP, lembra quem?
Lembra disso, computação.
É adorável isso, cara. Isso aí é maravilhoso. E é um um um ponto que o Ron colocou bem, que ele tem um custo computacional muito grande e que a IA generativa consegue resolver muito bem, né? Porque ela tem ali essa questão mais probabilística, não determinística, que ela consegue facilitar bastante, né?
Agora, o quão ela é efetiva nesses casos, eu não sei opinar, cara.
Mas é um teste interessante, né? Eh, como que será que se comportaria esse modelo dentro de um vector da base convertendo porque é a linguagem que o modelo vai entender.
Eh, aí talvez seja um problema de moderagem de dados. Como que você vetoriza isso por semelhança? Sim, né? Para conseguir ter uma busca vetorial ali dentro do modelo que que seja asserto. É um Acabaram de me dar uma tesque.
Acabaram de me dar uma tesque.
Pode ser um negócio interessante, né?
Porque é um custo computacional muito grande de você, porque você cada rota ali é uma trad para processar, né, cara?
E layers, né? Porque não é só a rota as variações que tem ali em cima daqu daquela daquelas opções que você tem. É porque eu lembro que um tempo atrás eu eu tava comentando com um amigo meu, pô, o cacheiro viajante é muito simples eh na faculdade, na literatura, porque é um problema, entre aspas, simples, porque você tem um ambiente não determinístico ou determinístico, dependendo ali do do cenário que você tá, mas você tem uma layer só. Se eu coloco, por exemplo, um semáforo que tem time, Sim.
Aí teu algoritmo, cara, fica muito mais complexo.
Ele já é naturalmente exponencial, porque a cada ponto você tem n possibilidades, né? Se você coloca isso o dois mundos paralelos, digamos assim, onde você tem variação de semáforo, etc., você deixa isso muito mais exponencial.
Muito mais exponencial.
E aí você tem um custo computacional absurdo, né?
É. E para você ver como esses e essas o Google resolveu muito bem, né? Eh, Waz, Google Maps, pô. Ah, o usuário olha aquilo ali nem sabe a complexidade que tá por trás, né, cara?
Eu peguei, vou vamos chamar de velho agora, né, de novo, mas como eu sempre fui muito nerd e muito entusiasta, eu peguei a primeira fase do A no Brasil, Hum, onde ele não traçava a rota, sabia? Olha que curiosidade. Acho que se procurar no YouTube, você vai achar como era. Ele tava mapeando as ruas no Brasil ainda, então você ganhava pontos de você deixar o ex ligado.
É verdade. Ah, é.
E aí por onde você passava, ele ia construindo as ruas, cara.
Ah, então você ia alimentando aí.
Você ia alimentando. Ele ainda não fazia a rota. Você ligava e aí ele ia monitorando você com o GPS para onde você passava e você ia vendo o mapa construindo em tempo real. Cara, olha só.
Que nemal, hein, cara? Era muito legal, cara.
[ __ ] agora você me f lembrando agora realmente e no início eh e e a sacada cas foram foram fantásticas, né? Porque o próprio usuário alimentava, né? Pô, é a melhor maneira de você ter algo mais eh preciso pô do usuário pr usuário. E aí você consegue imaginar como fariam, né? Porque, pô, se duas pessoas estão usando, seguiram ali, aquele aquele vértice ali tem um peso de realidade maior. Você vai consolidando isso numa época pré-Google, né? Porque depois o Google já tem o mundo mapeado inteiro com apps. Aí teve a fusão e ficou muito mais mais amplo. Mas na época dos primórdios ali do a cara era e era e era uma escavadeirinha que você ia andando assim. É. É. Que abrindo ia abrindo os cabo foi um israil também, né? Israel. Foi.
Aliás, cara, o livro dele é muito legal, cara. Chama eh apaixone-se pela solu pelo problema e não pela solução. Cara, é muito legal. A a história do cara é muito legal, cara. E eu vi, eu não, aqui em São Paulo eu ainda não vi isso, mas eu eu passei uns dias no interior de Santa Catarina agora, tem cidades que o ex tá dando o tempo do semáforo, cara. É impressionante o tempo do caramba, o tempo do semáforo. Eu falei: "Cara, não é possível que isso tá acontecendo".
Eu fiquei olhando assim no Uber, eu falei: "Cara, será que isso é real?" E aí, tipo, há tanto tempo, sinal, cara, abri, liberou no ex e abriu na hora.
Eu tô achando que tem algum serviço, alguma outra empresa que tá fornecendo, porque eu vi isso na 99 aqui São Paulo.
Ah, então pode ser algum serviço que tá integrado aí, mas mesmo assim, como é que o serviço sabe dessa informação? Eu quero, tô curioso para saber, porque é impressionante, cara.
Tem alguma integração com a prefeitura, né, com algum sistema da prefeitura, né?
Sei, não sei. Ou por inferência, porque o tempo de chegada do é muito preciso.
Eu acho que faz mais sentido ser por inferência pelo seguinte, eu comecei a observar usando o aplicativo e não é todo farol que ele faz isso, não é todo o semáforo.
Sim.
Então assim, são alguns, então provavelmente é aquele que ele tem informação com uma cura maior, de repente ou mais confiável. E se você parar para pensar com a quantidade de dados que ele tem, se ele sabe quando os veículos estão chegando perto e param, ele sabe por inferência quanto tempo cada um fica parado. Então ele sabe o tempo de de vermelho de cada um.
E aí você sabe que um parou ele pode disparar um cronô. Nossa, tô tô viajando aqui.
Não, mas é é isso mesmo, cara. É uma inferência que seria muito mais efetiva do que um próprio serviço, porque o serviço vai ter delay, vai ter leg. Você tá falando ali de 10, 20 segundos. Às vezes uma requisição tem 2 segundos.
Questão burocrática também, né?
Você que tá aí escutando esse episódio bacana e quer levar toda essa tecnologia, essas novidades pra sua empresa e não sabe como, chama o time da Vembers. A gente pode ajudar vocês com desenvolvimento de software, com arquitetura de soluções, a entender os problemas que vocês estão vivendo e sair do outro lado com uma solução bem bacana. E se você tá escutando o podcast para aprender coisas novas, faz o seguinte, manda um e-mail pra gente no peoplecare@vemers.
E você pode fazer parte também do nosso grupo de talentos. Valeu.
Agora o time do Relações Públicas vai gostar mais de mim.
Eh, e vocês estão usando o EAI internamente para desenvolvimento, para ajudar a produtividade? de como é que tá sendo essa adoção, o que que vocês estão usando.
Sim, eh, a gente teve várias fases de AI lá. A gente teve várias fases de AI no grupo. Primeiro, a teve a o convencimento dos desenvolvedores seniors a usar a AI.
Todo mundo passou por isso, né, cara? Todo mundo passou. E eu percebi que os mais seniors eram os mais resistentes, cara.
Sim.
Negócio incrível, assim. Eh, então assim, era um uso muito, pô, pergunta ali, prompt, a gente usava mais chatt época, depois veio o cloud. Eh, mas quando eh como Isso é um negócio interessante de trabalhar numa empresa global com várias marcas, porque você vê iniciativas em vários lugares e várias iniciativas diferentes.
Você tá fazendo benchmark o tempo todo, né? tá fazendo bitm o tempo inteiro.
Então a gente deve ter, sei lá, uns quatro, cinco canais de AI, cada um focado ali num num a gente fala de eixo, né? Mas a gente tem tentado aplicar I não só no produto, mas também no processo de desenvolvimento e em ferramentas internas da empresa e também no nosso próprio processo de trabalho. Então, um dos primeiros experimentos que eu fiz eh tentar conectar as empresas, as daily das empresas, as reuniões das empresas, pra gente entender o que que tá rolando. Uhum. eh em cada equipe.
Então eu fiz uma integração ali com a gente usa Google, né, Google Workspace lá.
Então bastava você colocar ali o [email protected] na reunião e aí quando eu tiver essa transcrição do da reunião, ele vai para um repositório central.
Hum.
E aí eu conecto meu repositório central via MCP ou via conectora ali do chatpt ou do cloud. Nesse repositório, eu posso perguntar ali, ah, e aí o que, ah, faltei na daily hoje, por exemplo, é o que que rolou na daily? Como é que tá o estatus do projeto? Qualquer lugar, é quem permitir, obviamente, né? Porque você precisa e permitir. Então, isso é um exemplo de que, pô, melhorar a comunicação interna da empresa e transparência do que tá acontecendo em diferentes times. E aí começa os desafios. Pô, o cara entrou na daily começou a falar ali a daily de repente começou a falar e assunto pessoal, pô. Então vamos melhorar aqui o prompt, fazer um pré-prompt ali, qualquer assunto pessoal, etc.
Não, retorna.
E aí tu vai, qual foi o assunto do projeto na dele?
Hoje o Zezinho falou que o Ricou mulher, está saindo de casa, por isso que ele chegou tarde no trabalho.
É, é isso, cara. Isso foi o meu primeiro experimento. Foi esse. Eu conectei então o Google Meets. É, na época eu usei NMN.
Agora você que me deu uma ideia, é, é fazer uns testes aí de produtividade, né? Eu tô fazendo um experimento aqui pro podcast que eu tô usando a transcrição dos episódios para trazer pesquisa pro pro site do podcast, né?
Uhum.
Então, eu tô pegando a transcrição e encontrando a melhor forma de vetorizar para que você entre lá e sei lá, quero, o que que foi falado sobre logística no podcast?
Muito bom. E aí ele vai procurar em todos os episódios falar: "Ó, nesse trecho aqui o Rodrigo da Travelir falou como faz a bús". No episódio tal. Então, quero fazer um um do ali. Então, eu tô tô, mas a ideia que você deu do MCP me parece mais plausível para desacoplar ali do que ter uma busca vetorial dentro do próprio. Enfim, são não, eu acho que umas ideias você me deu.
Acho que você pode usar o o banco de dados vetorial para armazenar informação e conectar o cloud direto. Você pode conectar o cloud direto via MCPT1 até o MCP do cloud que eu acho que é contact, cloud contact, se eu não me engano.
Fiz o outro experimento também que eu já falo ali de vetorizar todo o codebase dentro do Milvus, que é um banco de dados vetorial. E aí você pode já usar esse MCP ou conectar direto no chatt via conectores mesmo. E aí depende da fonte de dato. Você pode usar um drive, você pode usar.
O que eu tô testando até a a agora comecei os testes há pouco tempo. Eu tô fazendo a busca vetorial direto no banco, recuperando o resultado e passando via prompt pro modelo, tá?
Ainda tá OK. Mas eu acho que se usar o MCP como tool do modelo, talvez ele ele acerte melhor na busca. Foi o ponto que você você me deu essa ideia aqui, né? E outro ponto que é muito difícil é você acertar o tamanho do chunk que você vai vetorizar, né? Porque você tem que ser um chunk que não pode ser muito longo, mas também não pode ser curto que você perca o contexto. Contexto.
Eh, então fica aqui a sugestão de se quem quiser aprender mais sobre hag e vetorial. É um desafio interessante para quem tiver com com interesse de fazer um labi em casa, fica aí.
É. E aí, bom, teve esse esse esse projeto que eu fiz ali, que a gente usou. E aí quando eu falo fases da empresa, porque todo mundo teve a fase que o CEO começou a dar aquele push em todo mundo, a gente precisa ir, ai pô, meu filho criou uma aplicação eh inteira em um dia, sabe? Começou isso. Eu acho que e a empresa foi amadurecendo, né? amadurecendo e a empresa foi observando que eu acho que muito por parte inclusive de do time de Israel, inclusive do CEO Womer, que ele ele ele vivia aí no dia a dia dele da forma que ele podia.
Uhum. Então eu lembro que a gente fez um offsite que foi o offsite de Madrid, aonde é um offsite presencial, né, com os líderes, todos os líderes estão ali, mas tem algumas as cerimônias, o time inteiro global tá assistindo e não não interessa se não interessava se era remoto ou não, ele tava com o Google eh com o Google Meet aberto só com ele transcrevendo.
Uhum. Então, às vezes, cara, assim, a cultura para mim é o que mais importa, porque às vezes não é algo mirabolante criar um LLM, você não precisa criar um LLM, mas eh é esse é esse consentimento da importância de ir aí dentro da empresa. Então o cara aplicabilidade, o cara, eu não tinha pensado nisso. A gente ali batendo um papo, fazendo algumas reuniões, às vezes a gente juntava grupo para falar sobre sobre algum problema que a gente quer resolver, pô, o cara pegava lá o notebook e colocava só para transcrever no Google Meets, pra gente ter a informação depois, sabe? um negócio que é físico, foi digitalizado, transcrevido ali.
Então eu eu acho isso, eu achei isso fantástico. E aí eu acho que a gente criou o AI Champions, que foi liderado pelo um dos líderes da Croácia, né, do time da Croácia, o ante. Eh, e a ideia ali era criar eh resolver problemas com a Ei, mas de uma forma mais eh eh focada, né? Porque assim, os times estão trabalhando nos seus problemas, tendo que entregar tesque, tendo que, enfim, entregar fitura, etc. E e tá lidando com o mundo novo, que é AI, né? Com contexto novo que é AI. Então, quando você coloca um time para focar nisso e olhar nisso, ele vai ter tempo de pesquisar, ele vai ter tempo de trazer as melhores práticas, que eram coisas que o meu time perguntava. Pô, Rodrigo, com pô, a gente precisava entender quais são as melhores práticas, galera. A gente tá aprendendo todo mundo junto agora. Eu acho que a gente tem várias práticas, mas talvez a melhor a gente não saiba agora. Então vamos testar.
Todo mundo aprendendo.
Tá todo mundo aprendendo. Então é o momento de testar. E aí quando você passa essa tranquilidade pro time, vamos testar, eh, se a gente errar não tem problema. Eu acho que você começa a criar a cultura de AI. Eh, depois de um tempo, as pessoas começaram a se preocupar com custo do token.
E o direcionamento Israel foi, galera, não se preocupa com isso agora. você não precisa se preocupar com isso. Agora você tem carta branca, vamos usar, vamos testar, vamos aprender e depois a gente vai pra questão da eficiência. E aí o time aqui Latan começou com iniciativas eh mais aqui regional, então tentar um spec driven development mais customizado. Ninguém usou ali o git e o gitpack ainda, mas algo mais customizado aqui dentro. Testar, criar eh o PRD, enfim, criar o plano, etc. Vamos testar. algo mais manual ainda, né? E é isso que a gente tem feito aqui. A gente tem testado métodos diferentes. Tem time que tá testando gate, tem times que tá testando algo mais customizado. Eh, em Israel, eh, quando eu digo Israel, assim, mais iniciativa de Israel, Croácia e Ásia, etc. Eles também estão testando e lá eh tá mais maduro em relação à documentação. Então, a gente tá criando um método próprio, né, usando ferramentas nossas em ferramentas internas.
Porque o que que eu acho que precisa e é o conceito de glue, conceito de colar as coisas, de ligar as coisas. Eu acho que é o momento que a gente precisa conectar as ferramentas que a gente usa, conectar os processos e ter um ciclo só. Porque aí um insite interessante que eu até tava falando com amigo meu, ele falou assim: "Cara, eu vi um podcast eh um cara falando, um coder falando nos Estados Unidos, que ele parou de codar eh e software, ele parou de entregar feature e agora ele tá codando fluxo, agora eu codo o flow, então o meu trabalho tá em cima disso. Como é que eu codo a a o SLDC inteiro aqui, SDLC inteiro? Então ele tá olhando para aquilo e eu acho que é o que vai acontecer também, tá? Eh, eu eu fiz um artigo, eu escrevi um artigo no acho que três meses atrás, eh, falando qual era a minha visão do que é a inteligência artificial, assim, até um negócio meio filosófico, porque demorou para eu chegar nisso.
Uhum.
Demorou muito, porque eu também, cara, o que que de fato é IA? Eu gosto de inteligência artificial desde 2009, quando eu comprei um rede de um livro de redes neurais que eu não entendi nada.
Porque eu não sou um físico, talvez, nem um matemático, não entendi nada.
Mas nem para para matemática é simples, cara.
É. E e assim, esse livro ele abordava eh muito na ciência. Falei: "Pô, bom, eu não entendi isso. Então, o conceito exatamente assim.
E aí eu comecei a adquirir outros livros mais simples que falavam de um jeito mais macro. E essa é uma estratégia que eu uso para para entender assuntos complexos. Eu tenho um overview daquilo, do que é aquilo e eu vou descendo. E aí quando eu tô no detalhe aqui, bom, agora conecta com o que eu entendi, qual é o propósito. Então eu fiz isso.
Eh, e aí para mim o que que o que que de fato, vou tentar até traduzir o meu o meu pensamento em relação a IAI, ela para mim nada mais é do que a nova camada de abstração.
Sim, pra gente, né? programadores em engenheiros, porque quando a gente trabalhava lá atrás com C, tinha que lidar com registradores, tava muito mais próximo do hardware, inclusive assembly, né? Na verdade o assembly, né?
Registradores tá muito mais próximo do hardware, depois v eh é gerenciamento de memória, coisas que, pô, hoje em dia é importante, mas a tá abstraído e bem resolvido, né?
Ninguém revisa mais o bite code que gera eh depois que você passa por um compilador, né?
E eu concordo contigo. Acho que a gente vai passar para uma camada de abstração que que vai gerar essa linguagem intermediária e é uma camada mais, né? E cada vez o camada mais o conhecimento de negócio e de arquitetura vai começar a ficar mais importante, né, cara? No final, o que a gente tá fazendo? A gente tá, a gente tá falando pro computador através de uma interface o que que a gente quer resolver, né? Eh, aí eu tinha que lidar com registradores, eu tinha que lidar com memória, depois eu não tenho que lidar mais com isso, garba de collector veio, etc.
Essa geração de hoje não sabe o que é um ponteiro isso aí.
Não sabe. Talvez a galera do Gol, galera do Gol sabe. Galera do Gol, galera do Gol, sim. Teve que teve que lidar. E aí eu fiz uma brincadeira nesse artigo, eh, que assim, eu coloquei um código em assembly. Código é um loop simples, em assembly, só que é um loop que vai ser desse tamanho, depois em C, depois em Java, Python.
Python com uma linhazinha só, né? E depois o mesmo em AI.
Uhum.
Que é a linguagem natural, basicamente.
Sim. faz isso aqui para mim, ele vaiificar um pouco maior. Agora, uma fiquei curioso saber a sua visão sobre eh a gente tá falando dessa interação humano máquina para poder trabalhar com com a interação com com o computador, etc. Isso toca muito os canais de comunicação para para empresas, por exemplo, né? Eh, a gente falou muito sobre fala-se muito sobre a transformação que a gente teve no na bolha da internet, que aí as pessoas lidavam mais com os portais e aí teve os grandes portais como Yahu, né, que começaram a ter o um um grande boom aí na na na bolhada da poncom. Depois a gente passou pela transformação do mobile, onde a gente começou a ter aplicativos para celular, etc, que virou uma nova forma de lidar com com o device ali, com a computação. E agora a gente tá entrando na no modelo dos agentes, né?
Como que você acha que isso afeta principalmente o seu negócio hoje?
Porque a gente já tem ouvido falar de algumas empresas, acho que agora a última que eu vi foi o próprio iFood, de criando MCPs e conexões com os LLMs para você fazer pedidos direto pelo seu assistente pessoal, como o Chat GPT, por exemplo, que as pessoas us hoje usam como assistente pessoal e o cara compra, faz um pedido ali de de comida direto pelo chat PT, etc, faz perguntas sobre o cardápio, etc. Então isso muda muito a forma do canal de comunicação com a empresa, porque eh eh hoje eu posso ter um aplicativo do iFood e fazer o pedido por lá, mas em breve pode ser que eu faça isso direto pelo chat EPT. Como isso você como você acha que isso afeta o o teu negócio e e como que as empresas devem se preparar para esse novo mundo, por exemplo?
[ __ ] uma [ __ ] de uma pergunta, né?
muito boa. Eh, eu acho que primeiro, eh, eu faço um comparativo quando chegou o canal WhatsApp.
Uhum.
Chegou o o os chats assim, né? Porque foi meio parecido, né? Os chatbots. Então, pô, é um novo canal de aquisição, mas também trouxe uma preocupação de privacidade de dados e também o controle que você tem em cima daquela interface. Então eu acho que não é todo produto, talvez, tá? Não é todo o produto que se encaixa nesse tipo de interação, porque você sabe que tem produtos que, pô, vão performar melhor, por exemplo, no canal de WhatsApp, algo que tem que ser mais prático ali, que não exige, por exemplo, uma interface talvez tão rica.
Eh, e eu controlo melhor a experiência dentro de um site. Sei onde ele clicou, eu sei onde tá indo minha atenção do usuário, que é algo que eu não vou conseguir talvez ter dentro de uma interface como WhatsApp e que talvez um agente.
Sim. E aí muda um mon conversacional.
É, muda a o canal e o e o uso, né? Você falando, eu lembrei de um de um de um de uma crítica que eu fiz mental de caso de uso do WhatsApp, inclusive. Eu eu usava bilhete único. Uso bilhete único. Agora eu tô usando menos porque agora o cartão de crédito você pode passar direto na catraca do metrô, né?
Algumas acho que nem nem todos. O Rio acho que você consegue em todos, mas acho que são é que mas em breve vai est aceitando em todos, né?
E aí cara, eu quando eu saí, é porque eu nem sempre uso carteira, uso só o celular, né? E meu bilhete único fica no na carteira, né? Como a gente tem tudo na no celular hoje, eu quase não ando com a carteira mais para cima e para baixo. Aí uma vez outra, pô, podia ir de metrô e aí tava sem sem o cubirete único. Aí que que eu faço? Eu vou na maquininha para pegar para pagar o QR code e pago com Pix ali o o débito, né, direto pelo pelo Mercado Pago aqui, aproximação com o celular, cara. Aí aconteceu de eu chegar no metrô e todas as maquininhas estavam quebradas. Tinha uma só funcionando com uma fila enorme do CR code ali para você passar isso. Para passar na maquininha para pegar o Q code. Aí tava lá do lado, peça seu bilhete pelo WhatsApp. Falei: "Porra, não vou ficar na fila, vou adicionar aqui no WhatsApp e vou pegar meu QRcode no WhatsApp, vou passar lá, né? Beleza, pego lá, sei lá, ele vai gerar um Pix, copia e cola, eu jogo aqui, vai ser rapidinho e sair da fila.
Cara, eu não me conformo a burocracia que é você pedir a [ __ ] de um QR code pelo WhatsApp. Você já tentou?
Eu fiz passei por isso também, cara. Pede e-mail, CPF, fala: "Cara, por que que tem que pedir no WhatsApp se na maquininha eu só peço o negócio e pago?
Por que que não pode ser assim também?" Eh, cara, eu passei pela mesma coisa, né? Você foi falando aí e eu lembrei.
Pois é, cara.
Passei pela mesma coisa.
Uma burocracia do cara. Para que que nome, endereço, CPF? Pô, daqui a pouco exame de sangue para comprar o o fica fica aqui a a crítica pros responsáveis, porque podia ser muito mais fácil. Se o bilhete ele não é pessoal, para que eu tenho que dar meus dados para comprar no no no WhatsApp e só no WhatsApp? Se na maquininha eu vou lá peço, ó, unitário, é que encostão e pego o meu QR code bem diferente no caso fosse putar uma passagem, no teu caso, quero comprar uma passagem São Paulo, Florianópolis. [ __ ] aí aí até aí sim tem que saber quem é.
É, mas mas no caso dele, no caso dele, ele vai pedir essas informações em todos os canais.
O que é discrepante no metrô é por que um canal na maquininha não pede e no WhatsApp é tão burocrático.
Mas aqui no meu tem uma questão de seguro, né? Então a gente tem um seguro viagem que eu preciso das informações.
Sim. Não, é outro, é outro escopo, né?
Mas tem um ponto interessante que você foi falando, eu fui pensando aqui, eh, o metrô ali, você precisa pegar ele. O meu, eu tenho um monte de concorrente.
Se a minha experiência não for a melhor possível, eu vou perder esse cara.
É, perder essa pessoa no metrô, eu preciso pegar um metrô.
Eu passei pela mesma coisa. Um dia que eu tentei pegar na estação ali Morumbi, São Paulo Morumbi, cara, não tava funcionando. Eu não uso débito, só crédito, cara. Eu não, [ __ ] não funcionava crédito em lugar nenhum. Ela falou: "Usa a máquina". Fui na máquina, a máquina não funcionava, eu e eu tenho um aplicativo deles, o aplicativo crashava.
Na hora que eu digitava meu CPF, quando eu dava o OK, ele ele fecha, brother. Ele nem dá mensagem de erro.
Falei: "Cara, como é que eu vou?" Eu tipo, não tinha opção. Tentei o WhatsApp, WhatsApp não respondia. Aí eu não sei se creschou tudo, etc. Mas o ponto é, eu precisava pegar o metrô, cara. Eu vou ter em casa. Na verdade não. Eu eu eu pedi pra minha namorada mandar um QR code para mim.
Pois é, cara, que ela já tinha. Então, manda um QR code que eu vou pegar o metrô.
É, eu concordo contigo que a mentalidade essa o cara vai ter que pegar de qualquer jeito. Mas se parar para pensar na eficiência operacional, se fosse fácil pelo WhatsApp, será que tanta gente ia aí na maquininha? Será que não poderia ter menos máquinas? Não teria menos custo, entendeu? E é uns negócios que não faz sentido, cara, porque se você não precisa dessa informação no canal A, por que que você precisa no canal B? E ainda mais nessa nessa situação, né? Tem que precisa ser ágil.
É igual você falou, cara, formou uma fila enorme, cara.
Pois é. Eh, e aí depois eu fiquei puto porque eu saí da fila e tive que voltar e aí a fila tava maior e assim, cara, é, não, eu já não, eu já não eh eu já não consegui entender o porque não tinha o cartão, porque tu vai, sei lá, para outro país, Estados Unidos, pô, o cartão passa em todas as todas as as máquinas ali, todas as catracas. Então, tipo, pô, por que que não tem aqui? E não, no Rio, cara, você vai no Rio, você passa com o teu cartão de direto.
Funciona direto. Não tem nem o Acho que não tem um cartão que tem aqui. O É, não tem, tem também, mas você pode passar direto o cartão de crédito.
Você pode passar direto o cartão, né?
É, pode passar direto aqui. Em breve vai tá assim, acho que tá em experimento por negociação com as máquinas, provavelmente, né? Porque tem que ser uma negociação diferente, porque, né, o cara paga em dinheiro ou no Pix, tem a taxa do cartão aí que tem que ter uma tem que ter uma compensação, né? Então deve est com uma uma negociação aí, mas em breve deve deve porque o bilhete único você já paga o cartão de crédito sem adicional. Você recarga o faz a recarga do bilhete único com cartão de crédito sem taxa. Então já deve ter uma negociação entre governo do estado, prefeitura para você fala pelo top ali, pelo aplicativo.
Isso. ou até pelo pelo top e também por PicPay, Mercado Pago, todos esses caras que fazem o trabalho de correspondente de de agenciar a recarga, você faz direto o valor valor cheio que você paga no cartão de crédito, chega no cartão, no bilhete único, né?
Agora, interessante, só voltando o que você comentou eh sobre eh que muito em breve a gente vai ter, a gente não vai precisar comprar nós, né? Mas a gente vai criar nossos agentes e a gente quero uma passagem São Paulo, Florianópolis, eu quero nesse, nesse assento, nesse horário, e aí o o agente vai ficar lá, tá fazendo interação. Então isso para vocês é um desafio.
Exatamente. É, é um desafio. E assim, é aquilo que eu tava falando, eu entendo que é um novo canal, assim como WhatsApp é um canal e assim como o sistema web ainda é um canal, porque ele não morreu, né? Mas, tipo, falava-se muito que os sistemas iam passar a ser todos eh chat, né? Mas não rolou. Eh, e eu acho que tem tipos de usuários diferentes também. Vai ter aquele usuário que vai acessar o website. Tem usuário, inclusive que não acessa nem aplicativo, acessa o website mesmo, se sente mais seguro.
Ah, convenhamos para algumas coisas, às vezes tem um botão para apertar e resolver muito mais fácil que escrever o pedido, né?
Então, acho que nem tudo vai ser: "Ah, por favor, façam". Pô, às vezes é só entrar lá. que nem iood. Muito mais fácil você entrar lá escolher comida, quantidade pagou já era. Do que ah, quero saber o que são as comidas.
Não. E iood, eu gosto de olhar.
É, eu olho a foto, olho tudo. Às vezes não não vem o que eu queria, mas assim, eu gosto de olhar a foto. E-commerce é a mesma coisa. Falaram, pô, agora o fluxo de compra do e-commerce vai mudar, vai ir pro Eu não uso porque eu preciso ver ali o produto, catálogo. Eu sou esse tipo de usuário.
Eh, mas faz parte do jogo, você tem que tá lá.
Sim. É, vai ter aí uma uma acomodação, talvez, da forma de interação, né? Nem tudo vai ser chat e agente, mas você pode usar um agente numa interface que não seja chat, né?
Pode usar inteligência artificial, talvez de uma forma te dá resultados por uma interface comum que que seja inteligente, né? E eu acho que tem um caso de uso que funciona bem, que é quando você quer resolver o problema muito rápido. Quero ir pro Rio de Janeiro, eh, São Paulo, Rio de Janeiro, não importa o valor, de repente não importa o valor.
Eh, quero ir na parte da manhã, resolve para mim e fecha para mim, pelo amor de Deus, a passagem.
Nesse período, esse período encontro o menor valor, encontro o menor valor e aí de repente eu desenho uma jornada ali que é, beleza, eu vou garantir a passagem para me ou pago ou eu garanto a passagem para você de alguma forma e você vai viajar.
Isso é um caso de uso.
Sim. Ou até, por exemplo, um executivo que que como você eh tem tem várias localidades para gerenciar, de repente você dá acesso à sua agenda para um agente, ele sabe, pô, ele tem uma reunião agora na Argentina, então ele já pode te proativamente falar, ó, tem uma passagem para essa tua reunião e tal, quer comprar, você confirma e e aí via MCP, etc., você faz a transação. Aí eu acho que tem um uma aplicabilidade, um caso de uso bem interessante, né?
É, pensei também em uma agência que trabalha dessa forma, né? Alguém liga na agência, precisa, você já tem todas as informações, ela vai ali na interface, em vez de buscar, já coloca todas as informações que o cliente já, né, falou ali, já preencheu para ele no for ou falou via telefone e não vai mudar muito disso. Então, já resolve o problema.
Exatamente. Então, tem um tem um caminho para ser explorado aí que vai ser divertido, hein?
E um negócio interessante, a gente começou eh lá criando um projeto chamado Jarvis.
Todo mundo todo mundo chama de Jarvis, né, cara? Aí você vê o nível de Nerdice quando o cara chama de Jarvis.
Todo mundo eh eu já vi vários Jarvis e eu já vi também AI Champions também.
Acho que é que é bem comum e minions também. já viram, acho que umas três empresas fazendo os minions, os agentes rodando ali no no cluster.
Eh, o Jarvis ele foi uma um foi basicamente ele foi um MCP que a gente criou inicialmente. Jarvis Zoom foi um MCP que a gente criou para conectar em toda a nossa base, eh, em todo o nosso Big Queryum.
Que tem todas as informações de GMV, todas as informações de receita, como que tá cada marca ali tá operando.
Então, eu tenho todos os dados concentrados num lugar só. E aí o CAFC tá ali rodando. Então todo dado que fecha aqui, todo o pedido que fecha aqui vai para Israel através de um Cafka. A gente manda todas as informações, todos os eventos que acontecem nas marcas vão através desse CAFCA para para E aí você tem um ponto que consolida o resultado da empresa.
Isso que é o que a gente a gente chama de T-Rex, se não me adorei, o T-Rex, né? Um T-Rex ele tem ele tem tudo ali. E aí o qual que é a ideia do Jarvis, né? É, pô, cara, às vezes você tem que entrar num relatório aqui, um relatório ali, quer buscar uma informação, navegar, cara, é muito mais fácil eu chegar no era chatt e perguntar, pô, como é que tá indo aí? Qual é o o qual é a minha receita desde o início do ano, desde o início do mês? E aí o Jarvis, o Jarvis 2, eh, ele virou, na verdade, a nossa interface. Então, a gente criou a nossa interface, então a gente saiu do do chat EPT, então a informação não passa mais lá. Então é tudo criado dentro de casa. Então a gente tem uma uma interface conversacional que é o Jarve 2 com ferramentas. Então ferramentas são a conexão com o Big Query, eh search, então básico, né? Se eu quiser fazer um search, alguma coisa, eh, conexão com sistema de arquivo. E aí eu começo a criar o que ali o meu agente de fato com uma interface eh conversacional que, meu tá ajudando todo mundo a conseguir a informação que quer.
Pô, Jarves, no momento no momento certo, pô, Jarves, eu quero aí que você ranqueie como que tá sendo. Vamos ver quem que tá indo melhor das brands, quem que tá performando melhor, quem qual é o market share é por brand aqui na dentro da companhia?
É quase como um text to e to SQL.
Isso.
Só que você consegue trazer dado no estruturado junto, né?
Consigo, consigo gerar o gráfico, eu consigo compartilhar o gráfico e aí eu tô dentro de casa. Então eu tenho controle do dado, tenho a questão de privacidade, etc. Então eu consigo, por exemplo, pô, vou montar um relatório, vou pedir para ele montar um relatório, ele monta o relatório e monta o dashboard já para mim com a interface gráfica. Então a gente codou essa interface ali e eu compartilho com alguém que tá interessado. Ó que legal esse relatório aqui que eu montei. Dá uma olhada. Clicou no link, ele já vê o relatório pronto. Então não preciso mais montar dashboard, não preciso. E isso pro pro pessoal de negócio, isso é muito bom, né? Porque você não precisa mais de um de alguém que vá criar, pegar o dado que fazer a o SQL para extrair a base.
Exatamente. [ __ ] isso, cara, facilita muito, imagin cara. E é uma tecnologia que vocês já estão avançando, que para você colocar na ponta pro cliente também vai ser muito mais simples, né? Porque você já amadurece isso dentro de casa. E para você colocar no cliente para ele falar: "Pô, quero viajar pro interior de tal dia, tal dia e ele consultar o seu cash e poder fazer a sugestão pro cara e o cara fazer a compra ali, tá muito mais fácil, né? Porque você já tem esse aprendizado dentro de casa.
A gente já tem isso, inclusive no WhatsApp.
Legal.
Rodando, a gente tá fazendo um rollout, né? Então, começou na Argentina, eh, e agora a gente tá rolando para outros, para outros países. Então, não é a mesma solução, mas é a mesma ideia.
Então, tem um orquestrador ali, vai te perguntando ali o que é necessário, eh, baseado no que você vai falando ali, ele vai fazendo a interação novamente ou não e ele fecha no final. Hoje a gente gera um link para pagar, mas a ideia é que a gente consiga ter um eh eh uma experiência um pouco melhor ali dentro, porque ele ele gera o link, você ainda tem que preencher alguns dados ali, seu de passageiro, etc. A gente tá melhorando isso. Então é questão de roadmap, né? questão de road map que aí e aí um negócio interessante também que queria falar, a gente teve um grande evento que foi o Rakatom ji lá e cara, eu vou ser bem sincero, não é puxando sardinha pra empresa, não. Eu acho que foi o evento mais organizado que eu já vi na minha vida, cara, de racatom, assim, foi muito, muito estruturado. Isso eu tava de licença.
Que legal, cara. Eu tava de licença, tava acompanhando, não participei ali com time, né, porque tem que dispor de um de de um tempo, mas a forma que foi organizada para mim assim eh foi sensacional. Então a gente criou um site no Laball, criou toda a campanha, divulgou e etc.
Uhum.
Não teve aquele, pô, cara, você tem que fazer, p, tem que se mostrar. Não, não tem. Porque aquela criação de cultura que eu te falei da EAI, que veio se construindo já tornou esse ambiente mais leve.
Então, as pessoas estavam super animadas. ali para pô cara, qual grupo que eu me junto, porque qual que foi a dinâmica? A gente tinha datas, então tinha a primeira reunião de Kikof com todo mundo, 8 da manhã, 7 da manhã, porque o nosso fuso horário aqui ferra um pouco a gente.
Ah, é verdade, né? A galera tá lá na Tailândia, enfim, na Croácia, Israel.
E aí você montava um grupo, se você não de três a sete pessoas limitado, quais eram a as regras? ter que mesclar, tem que mesclar time de brands diferente, de áreas diferentes, pra gente ter ideia diferente. Beleza? Assim, não é obrigatório, mas é é a sugestão. Eh, e aí você submetia o time, qual o problema que você queria resolver? Eh, se você não tivesse um problema, os stakeholders, as pessoas e as pessoas que não gostam, eles é eles, el a gente não tem um problema, eu vou arrumar um para você.
Isso, tem uma página com um monte de problema resolver, tá? convenhamos. Eles são bons nisso, são bons, são excelentes nisso. Então é o bounty bounty ideas. Então a gente tinha um monte de bounty ideas ali, quem quisesse pegar pegava. Site feito em lovable, né? E e aí beleza, manda o vídeo, faz o vídeo. Então tinha uma apresentação de 3 minutos ali para todo mundo apresentar seu produto, o que que ele vai ser, etc. E aí depois rolava 48 horas.
Cara, você tá livre pras 48 horas você trabalhar em cima disso.
Que da hora. Ah, o que que eu preciso antes de para começar, além de enviar todas as informações, quais recursos que eu vou usar? Ah, eu preciso de tokens, eu preciso de licença de banco de dados, eu preciso de licença de Openi. Então, cara, manda pra gente que Traveler Grupo vai fornecer para todo mundo, para todo mundo ter as ferramentas. E depois foi interessante, todo mundo desenvolveu, teve aquelas 48 horas, depois as apresentações, cara, veio muita coisa.
Legal. E uma das coisas que vieram, que eu acho muito interessante, foi feito aqui pelo time Brasil. A gente recriou todo o processo de compra do site atual no no na interface conversacional e ainda melhor, porque hoje você para você cancelar uma, você precisa trocar uma passagem, você não consegue, você precisa cancelar isso para uma questão mais dos TNSs, você precisa cancelar para fazer outra Sim. Isso é um estorno, é um transtorno terrível, né?
Exatamente. Os caras desenvolveram isso daí cancelando, achando outra passagem melhor e etc. Tudo com no conversacional. Então a gente resolveu um problema que a gente já tinha na interface comum e a gente provou o que que a gente poderia fazer em 48 horas, porque por trás das engrenagens você tá cancelando e criando outra, só que o cara não percebe.
Exatamente. Exatamente.
A experiência é outra, né? E aí eu acho que assim o formato foi muito interessante, tipo, o cara o site de lovable, cara, lindo, absurdo, com todas as informações ali que precisava. Eh, e e aí teve o prêmio, obviamente, 10.000, que não é pouco, era .000 distribuído ali por eh por categoria. Então, assim, tinha algumas características que que você ia ser avaliado. Você pode fazer a o experimento que você quiser. Uhum. Mas se você comprovar que tem ROI, então, pô, 35% mais de chance. Eh, se você tiver alinhado com a estratégia da empresa, né, e se for uma ferramenta, eh, é uma ferramenta interna ou uma ferramenta ou produto que tá alinhado com com ferramentas internas ou produto.
E aí surgiu coisas espetaculares. Essa surgiu uma que é muito interessante que eu falei no início da conversa, que é aquele mapeamento que a gente faz de rota, era um monte de rota, paradas e etc. Hoje e o time, o time lá da Croácia, que é do City OS, eles gastam mais ou menos de um a quro dias para configurar tudo. São muitos parâmetros, é muita coisa.
Caramba.
Então os caras fizeram o gen, que é basicamente você sobe os arquivos dos parceiros e ele já preenche praticamente quase tudo e ele te dá ali a reguinha, cara, só precisa disso e isso e outro e passou para horas, saca? o cadastramento disso, esse cara lindo.
E então o objetivo era a RH também fez um sensacional, tipo eles começar e e aí não é só a solução, é o problema de fato, porque o RH descobriu o seguinte, ó, a gente perde muito tempo respondendo perguntas para os colaboradores de toda a companhia que essas perguntas já estão respondidas em algum lugar, tá, em algum sistema de RH, tá em algum documento, etc. e que de fato não é eficiente você ficar procurando essas informações. Então, pô, vamos criar um banco de dados vetorial com todas essas informações e criar o nosso gente.
[ __ ] fica lindo, né, cara? O RH, a galera do RH fez isso.
É, foi então você vê como a cultura de entender como funciona dá fruto, né, cara? O pessoal de RH consegue entender o que um rag, como criar um banco, como a inteligência funciona. Isso é ex. Eu acho que isso aliado também é a questão do problema, né, cara? Vamos resolver. Tem aqui, tem vários problemas porque a gente conversa aqui, eh, e a gente escuta muito no mercado, eh, ah, tem que usar EI. Ah, não, mas é porque veio top down, não é? E aí tem que usar. E aí o cara mais que cai no, cai no ouvido do cara, né?
Tipo, o cara que tá lá em cima, que é o CEO, SEfou, etc. O cara vai falar: "Cara, eu ouvi de uma outra empresa que o cara teve não sei quanto de ganho operacional.
Meu amigo seou, meu grupo dos amigos se a galera tá falando, né?" O cara falou que tem teve 30% de ganho operacional. E aí o que que ele solta pra equipe? Cara, vê aí qual a oportunidade que a gente tem de otimização.
Só que aí se o cara não é um líder experiente, um um R ou um gerente experiente, o cara vai querer fazer para mostrar serviço. O cara poderia falar: "Cara, no nosso business aqui nesse momento, a gente não tem oportunidade de de usar, entendeu? O cara tá no papel dele, né, de pô, vê aí se a gente tem como otimizar e tal. O problema é que a galera vai querer mostrar serviço, falar: "Não, pô, dá para fazer isso, tal". E o cara vai querer mostrar, pô, fiz isso com E às vezes a otimização nem acontece, o cara só fala que fez, né?
Bom, isso também é um um ponto, né? Os cara só faz só para fazer um presis, mas na prática quando vê não é isso.
Quem conhece o mundo corporativo sabe como as coisas são. Igual as aplicações em Lávabo que, pô, a galera começou a fazer um monte de aplicação em Lávabo ali, mas de fato, cara, não ia pra frente, né? parava ali.
Algumas funcionaram bem, mas outras não.
Mas sempre eu via que parava ali no protótipo.
Sim.
Assim, é legal a você ter a consciência que é tem um propósito.
E eu acho que o nível de maturidade que a gente chegou eh no Hacat, como para mim foi o o fator eh principal para mim pro sucesso do Hacaton, porque eu lembro da seguinte do seguinte direcionamento de Israel. Eh, ache um problema primeiro.
E aqui tá as dicas. E assim, tem um guide, cara. E isso parece tão primordial, mas a gente que é apaixonado por tecnologia, é muito comum a gente encontrar um problema para uma solução que você criou, que você é apaixonado pelo pelo falar, cara, olha isso, que legal para fazer isso aí. Você quer encontrar um problema que resolva com aquela tua solução. Isso é mais comum do que parece. A gente tá falando, pô, encontre um problema para resolver, etc.
Parece tão óbvio, mas não é tão óbvio pra cabeça do cara de tecnologia, porque a gente tá apaixonado em resolver e mexer com tecnologia, cara. E às vezes você tá com uma tecnologia na mão ali que, pô, talvez o negócio não precise agora, né? Então, é importante, isso reflete muito sobre o seu, a sua maturidade de de como profissional de tecnologia, como executivo, de beleza, tecnologia legal, você tem que aprender, mas você tem que ela tem que ser usada como ferramenta do negócio, não o contrário.
Isso, isso acaba sendo uma armadilha, eh, porque se tudo que você for fazer, desenvolver, você quiser resolver com inteligência artificial, tá lascado, né? Tá lascado às vezes, cara. É, faz aqui com código tradicional mesmo que isso vai resolver.
Mat isso. Você tá matando uma formiga com bazuca.
Às vezes um machine learning tradicional vai resolver o problema, cara. Muito mais barato.
Isso. E e mais e é determinístico, né?
Dependendo do caso, pode ser mais efetivo.
E por que uma armadilha? Porque é muito convidativo, né? Se chegar ali, é gostoso de fazer, né? É legal.
Então, mas aí, pô, será que dê? Nem nem tudo que eu devo como é que tem outra fase?
Tudo eu posso, nem tudo eu devo, né? Sei lá. Alguma coisa filosofia. Agora, cara, pra gente já partir pros pros finalmentes aqui, que ai, infelizmente, já passamos o nosso tempo e você é um cara muito bom de papo, poderia ficar aqui tomando cerveja contigo o resto da noite. Eu fiquei curioso como é que vocês fazem esse alinhamento executivo, porque você tiou Latan, deve ter um parcelu, eh, Europa, Ásia, como você falou, e tem alguém que coordena isso. Como que vocês alinham estratégia de tecnologia para que não vire empresas diferentes?
Perfeito. Então, a estrutura funciona da seguinte forma. Então, sou aqui desse lado do Globo, eh, do, como é que ele chama agora? É sul global.
Sul global. Sul global. Global. Eh, tô aqui desse lado do Globo, existe o outro Globo do outro lado e existe eh a figura do City Old Israel, Headquarter, que é que que faz parte do board, etc. Então, eu tenho uma interação direta com ele one a Ones, toda semana. né, com IOS, com israelense e a gente tem os fóruns dos CO e fóruns de produto e é ali que a gente basicamente se alinha. Então, sempre é muito eh colaborativo. Então, um negócio interessante trabalhar com os israelenses que eles são muito colaborativos. Eh, eles perguntam, cara, a gente tá com essa ideia, ele já normalmente vem algo meio que já pronto assim, mais um esboço. Então, fui no workshop na no ano passado em Israel, eh, inclusive vão em Israel, que é muito legal lá, eu não imaginava como era uma cidade tão legal, cara, que ela vive um animal. E aí, eh, todos os líderes de produto e tecnologia se reuniram para falar, por exemplo, sobre a centralização da companhia, né? Qual que é a melhor estratégia? Será que a gente eh junta todas as marcas ou a gente junta as marcas Lat e depois junta as marcas eh a Pat aqui, depois junta tudo para conversar sobre isso, para falar inclusive de padronização de tecnologia, porque no nosso cenário que foram vários MNs, a gente vão, teremos tecnologias diferentes, ferramenta de log diferente, a coxa de retalho. Exatamente.
Eh, então é algo muito colaborativo. E agora a definição do SDLC agêntico.
Então é um trabalho muito colaborativo.
A gente tem reuniões ali quinzenais onde se junta todo mundo, conversa aí, aí dá um resumo, a gente tem o papel de casa, né, o a tarefa de casa fazer e é esse tipo de interação que a gente tem, assim, basicamente é bem conectado.
Legal, legal.
Eh, tem uns eventos que sempre tem, então sempre tem os offsites. Eh, teve offsite em Madrid, na Argentina. Então, cara, é um time muito próximo, assim, um time realmente muito próximo na tomada de decisão.
Que fique de exemplo aqui para as outras empresas tá fazendo deve, sair de casa, pegar metrô, eh, chegar no escritório e aí ficar codando e fazendo reunião no Teams para depois voltar para casa, pegar trânsito. Veja como com competência, gestão, dá para tocar uma empresa global, com tecnologias dispersas, com realidades locais.
sem ninguém tá sentado em cima de uma mesa, na mesa não, na cadeira, olhando pra mesa, eh, só porque precisa ir pro escritório. Isso é um parabéns aí pra empresa que tem um modelo de gestão moderno, coerente e que de fato faz sentido e e faz as pessoas se sentir bem, né, cara?
É, acho que isso é o é o essencial. E eu sempre falei sobre isso, sobre remoto, trabalhar remoto, trabalhar fisicamente.
Para mim assim, você precisa aplicar o modelo de gestão que vai funcionar para aquele cenário que você tá, cara.
É porque não é sobre sobre onde você trabalha, mas é sobre o que você entrega. Isso sempre foi assim e deveria ser assim sempre, né, cara?
Porque os problemas que você vai achar num trabalho remoto são diferentes de um problema que você vai achar num trabalho de repente presencial. Então você tem que adaptar seu modelo de gestão para isso. As coisas mudam. A gente não usa mais os métodos de gestão de 30 anos atrás. a gente vai, né? Então é isso que eu acredito e o grupo também acredita e tem funcionado.
Parabéns, cara. Muito legal.
Você tem grandes desafios aí, lida com coisas muito complexas. Parabéns. Adorei conhecer a a essa esses desafios que você tem e [ __ ] ter até corajoso matar isso no braço, cara, que é é uma não é uma operação fácil. Parabéns.
É 20 anos de experiência aí.
Show de bola, cara. Tem que tem que exposto, cara. Obrigado aí vocês pela oportunidade aqui.
Adorei conhecer vocês. Tava bem ansioso para para conhecer. Vi o podcast.
Legal.
Inclusive aquele que você fez de Spective Development, [ __ ] sensacional. Inclusive ajudou a gente lá.
A gente tem, pô, mostrei pra galera. Eu acho que vocês estão fazendo um ótimo trabalho aqui. Tô bem feliz de ter sido convidado aqui para para bater esse papo.
Que seja a primeira de muitas.
Vamos embora.
Isso aí. Ron, obrigado, cara.
Obrigado você. Obrigado, Rodrigo, novamente por ter por ter vindo, cara.
Eh, curioso porque a gente não tem ideia da complexidade, né? Quando você vai fazer uma compra de passagem e tal, [ __ ] o ecossistema que tá por trás, a complexidade tá por trás, pô, foi muito bacana entender o quão complexo é o processo, cara. Pô, legal. Obrigado por ter por ter vindo e ter exposto aí esse desafio.
Obrigado, um prazer, cara.
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