Blockchain na Saúde: Como salvar vidas com Open Source
Convidados
Bruno Campos
CEO @ Klever
João Pedro
Economista @ Klever
Explore o episódio
O sistema de saúde brasileiro tem um problema que quase ninguém discute abertamente: seus dados clínicos estão presos em gavetas, CDs e sistemas incompatíveis de hospitais que você mal se lembra de ter visitado. Prontuários eletrônicos descentralizados não são ficção científica — são a resposta para uma crise de eficiência que alimenta a inflação médica, trava pesquisas científicas e, em situações de emergência, pode custar vidas. Neste episódio, o host Wellington Cruz mergulha fundo em um projeto open source que propõe exatamente isso: devolver ao paciente o controle e a propriedade dos seus próprios dados de saúde, com blockchain como espinha dorsal da solução. Bruno Campos, CEO da Klever e idealizador do projeto, e João Pedro, economista da Klever, detalham como o Decentralized Electronic Health Record — o DEHR — foi arquitetado para funcionar na vida real. A conversa vai longe: interoperabilidade via protocolo HL7 FHIR e integração com a RNDS (Rede Nacional de Dados de Saúde), smart contracts para consentimento granular e auditável, identidade descentralizada com DID para eliminar duplicação de registros, zero-knowledge proof para garantir privacidade em blockchain público, wallet abstraction para que o paciente nunca perca acesso aos próprios dados e até preparação para o Quantum Day com arquitetura de criptografia substituível. Você vai entender, passo a passo, como um atendimento de emergência pelo SAMU poderia acessar exatamente o perfil de dados que você pré-autorizou — e nada além disso. A inflação médica, a análise atuarial de risco nas operadoras e o impacto econômico de um ecossistema de saúde mais eficiente também entram na conversa, com uma perspectiva econômica que conecta tecnologia e qualidade de vida de forma direta e honesta. Bruno Campos traz para a mesa mais de duas décadas construindo soluções em blockchain, liderando a Klever em 30 países, e uma motivação pessoal que vai muito além do código. Wellington Cruz, com vasta experiência em arquitetura de soluções para o setor de saúde e tecnologia, conduz o debate com profundidade técnica e clareza didática. Este projeto é open source, está no GitHub agora mesmo e precisa de você — seja você desenvolvedor, profissional de saúde, pesquisador ou entusiasta de dados. Acesse o repositório pelo link na descrição, deixe sua estrela, abra uma issue, contribua com requisitos ou simplesmente espalhe a ideia. Se o conteúdo agregou valor ao seu dia, considere apoiar o PPT não Compila pelo Pix [email protected] ou tornando-se membro do canal. A revolução do blockchain não está na especulação — está aqui, resolvendo problemas reais.
- Teaser: Blockchain na Saúde — O Dado que Pode Salvar Sua Vida
- Apresentação do Episódio e do Projeto Open Source de Prontuário Eletrônico
- O Problema Real: Inflação Médica, Ineficiência e o Custo Humano da Saúde Suplementar
- Ownership dos Dados: Seu Prontuário Está Preso no Hospital — e Isso Tem Que Mudar
- Como o Projeto Funciona: Identidade Descentralizada, Smart Contracts e Blockchain
- Dado On-Chain vs. Off-Chain: O Blockchain Como Cartório de Dados Médicos
- Quantum Day e Criptografia: O Projeto Já Está Preparado para o Futuro?
- Blockchain Vai Muito Além do Bitcoin: Casos Reais em Singapura, Estônia e China
- Fluxo Técnico Completo: Do Consentimento no Celular ao Acesso do Médico no Consultório
- Caso de Emergência: Como o SAMU Acessa Seus Dados Sem Você Estar Consciente
- Ingestão de Dados e IA: Como Exames Entram no Prontuário Descentralizado
- Por Que Open Source? O Modelo Linux Aplicado à Saúde e à Sociedade
- Outras Iniciativas da Klever: Supply Chain, Energia e Blockchain com Propósito Real
- Bastidores: Linux no Trabalho, Distros e a Jornada de Dois Arquitetos Nerds
- Chamada Final: Como Contribuir com o Projeto Open Source de Saúde
muita pesquisa e desenvolvimento na área de saúde não vai paraa frente por falta de contato com os pacientes, por falta de consentimento de uso dos dados do paciente. Então, o benefício do projeto é você ter mais qualidade de vida, longevidade e a um preço que a população possa possa pagar. A galera precisa entender que blockchain vai muito além da bolha, que é uma bolha só, é um negocinho pequenininho, né? Com um grupo de de cir punks ali, pequenininho chamado crirypto. Eu já permiti que qualquer serviço de emergência pode ter acesso aos meus dados.
Sim, porque se eu for atropelado e eu tiver inconsciente, eu quero que o cara do SAMU tenha acesso ao meu dado.
Muito bem. Muito bem, meus amigos do PPT não compil, estamos aqui para mais um episódio e hoje esse é um episódio diferente.
Você já conhece esse cara que tá aqui comigo, dá um oi pra galera.
Oi.
O nosso Bruno Campos Vulgo ou Baiano.
Baiano.
Aca baiano.
É isso aí.
E a gente tá aqui para falar de um assunto extremamente importante, né, Baiano? eh, que é o mercado de saúde.
Isso, mas principalmente para convidar você que tá ouvindo a gente a participar de um projeto open source que a Clever está mantendo e que vai resolver, eu espero, um grande problema do mercado de saúde, que é a o uso e a o ownership dos dados.
Dá para dizer isso, né, Baiano?
Isso, isso aí. Então, eh, a gente vai falar aqui um pouco sobre como funciona esse projeto. O, foi uma iniciativa do baiano através da CLV, que eu comecei a colaborar com ele aqui, falei: "Cara, temos que gravar um episódio sobre isso, né? A gente vai falar aqui tecnicamente sobre como esse episódio, como esse esse projeto pretende resolver esses problemas. Vamos falar um pouco dos desafios que existem na área de saúde, mas a gente quer fazer algo aberto para que você que está nos ouvindo possa colaborar. Se você trabalha na área de saúde, se você é um entusiasta de blockchain, da área de dados, você tá convidado a participar desse projeto open source. Fala um pouquinho aí sobre ele.
Isso aí é um projeto eh que tá na minha página do GitHub, né? Lógico que a Clévia colabora, mas é uma iniciativa que nasceu entre eu e o na verdade num papo que nós tivemos e um desejo, né, antigo de coração e já antigo também dentro da Cléver de trazer eh o blockchain para soluções da vida real com propósito real, né? Esse é o ponto.
Então, é um prontuário eletrônico descentralizado, decentralized e eletronic health record.
É isso aí. There there.
É isso aí. É o é o projeto tá na minha página do GitHub. É público aqui na descrição e vai ter o Qcode aqui também.
Isso aí, open source. É só chegar lá e contribuições serão muito, muito bem-vindas. principalmente você que é da área de saúde, me ajude, porque eu sou da área de blockchain. Tô aprendendo muito com esse cara aqui. Ele que tem sido meu principal stakeholder. Eu tenho ajudado bastante aqui, mas toda a contribuição que você puder trazer sobre outras perspectivas, né, eu passei por algumas empresas de saúde, já tem um tempo que eu que eu consigo trazer uma contribuição, mas não pode ser uma visão única. Então, por favor, traga suas perspectivas, mesmo que você não queira codar, mas traga, entre aqui no na contribuição para trazer requisitos, trazer casos de uso, né, trazer questões de negócio que possa ser eh destrinchadas aqui dentro da solução, como a solução resolve determinado problema. Então eu fico muito feliz de fazer esse episódio aqui para falar de um projeto open source, uma iniciativa super bacana com meu irmão aqui, meu grande amigo, pra gente falar tecnicamente e falar do problema. E o JP, né, tá um pouquinho atrasado, mas ele daqui a pouco vai estar aqui com a gente, porque ele chega, vai falar um pouquinho também aqui da questão de economia a respeito disso, como essas coisas se encaixam, né, e dá uma contextualizada legal sobre o projeto, né? Vai tá o link na descrição, vai tá o QR code aqui também. Então acompanha que se você nunca participou de um projeto open source, não sabe como funciona, né, Band? Acompanha com a gente aqui mesmo no centro da área de saúde para você saber como essas coisas funcionam, né?
Exatamente. Vai dentro do do link, né, dentro lá do repositório do GitHub, tem todas as instruções de como você ser eh um contribuinte, né, do projeto. Então é é muito tranquilo, é só entrar lá, ler as regras. Eu propositalmente deixei tudo escrito em inglês e português para poder não ter também esse essa barreira aí do idioma. Então tá, toda a documentação tá aí em inglês e português, né? E sejam muito bem-vindas.
Vamos.
Exatamente. E o que muita gente não sabe, né, cara, é que o projeto open source, eh, além dele trazer contribuições são do mercado para aquelas pessoas que querem aprender, é uma grande fonte de conhecimento, né?
Então, se você eh quer aprender, por exemplo, sobre a área de saúde, os desafios, se você entrar na página do projeto agora, você já vai perceber muita coisa ali que precisa ser resolvida e que tá pendente dentro do projeto, precisa ser resolvida e você vai sair dali já com um grande uma grande carga de conhecimento como como funciona o mercado e como funciona esse e esse ecossistema, né?
Exatamente. Então aí se envolva com open source que que vale a pena. Isso aí.
Então vamos lá que o episódio tá muito bom. Mas antes, se você ainda não deixou o like, se você ainda não deu cinco estrelinhas no Spotify, se você ainda não segue a gente nas redes sociais, você tem essa oportunidade para começar agora. E se você acha que a gente contribui ainda mais com a sua vida profissional, se você acha que a gente agrega valor no seu dia a dia, seja profissionalmente, seja por entretenimento, você pode contribuir com o PPT no CPIL. Você pode ser membro no canal, você pode ser um contribuidor esporádico através da chave Pix Pix@ppt no compil. vai lá fala: "Pô, gostei do episódio, vou pagar a cerveja dos caras, vai ser muito bem-vindo pra gente manter essa estrutura para levar conteúdo gratuito para vocês. E se você é da área de tecnologia e quer ter o seu, a sua marca atrelada a um podcast que leva conteúdo e que incentiva a vida das pessoas, você pode ser um patrocinador do PPT no CPIL. Assim como é a Clever, assim como é a VMBS, como é a Techron e como é a Even e ter aqui o seu logo no PPT no compil [email protected].
Chega de recado e vamos falar do projeto.
Vamos nessa.
Bora.
Esse projeto que a gente vai conversar hoje aqui, ele ele tem um potencial muito grande de, eu não vou dizer resolver, pode parecer uma prepotência, né? Mas de colaborar em um dos problemas centrais que a gente tem na saúde suplementar do Brasil, né?
que é justamente a eficiência do do processo de de cuidado, né, e de fato reduzir o desperdício que a gente tem, que acaba levando a a gente ter aí a inflação médica, uma das maiores do mundo, que acaba atingindo direto o usuário, né, o o segurado, o paciente, né? Então, é interessante a gente falar desse projeto aqui e bastante gente ouve, a gente é da área de saúde para que as pessoas se interessem, entendam esse problema, né, e contribuam nesse nesse projeto open source, né?
Exato. Exatamente.
Eh, um projeto que nasceu de um papo nosso, né? Diga esse passagem. Você foi o primeiro, é a primeira pessoa a contribuir com ele.
Primeiro contributor zero.
É isso aí. Primeiro contributor lá. Eh, já tinha um desejo muito grande, né?
Trabalhei com saúde, na verdade eu comecei minha carreira na área de saúde, né? Comecei trabalhando em hospital. Meu primeiro trampo, é meu primeiro trampo, né? Com TI. achava que seu primeiro trampo na área de saúde era naquela outra seguradora, não? Que a gente trabalhou na anterior, na anterior, mas já teve uma experiência com hospital, então com hospital.
É, eh, na verdade, não foi o primeiro, o primeiro foi foi um dos primeiros que eu trabalhei em provedor de internet e tal, foi minha escola ali, mas um dos primeiros onde eu conheci minha esposa, né, foi no hospital espanhol da Bahia, né, pô, que legal. e trabalhei lá no CPD, nessa época, no CPD do Hospital Espanhol da Bahia.
Então, trabalhei em hospital, eh, minha esposa conhece muito na área de saúde.
Eh, ela foi analista de negócio, analista de de requisitos, né? Nem existe mais isso, né? Mas ela foi, é, vai existir cada vez menos. Existe algum agora que não vai exment.
É, mas na época, né, ela na lista de negócio, tem requisito para na área hospitalar, ela conhece muito de processo hospitalar. Eu não vou saber dizer, ela tem aqueles certificações de processo hospitalar, né? Tem umas umas certificações.
Ela conhece muito, né? Conhece muito mesmo. E sempre foi um um desejo, né? construir alguma coisa útil, realmente real e um um um case real para área de saúde. Eh, passou passaram uns anos, eu vi um problema latente também aí fazer um apelo também ao pessoal de pesquisa, pessoal de pesquisa e desenvolvimento se interesse nesse nesse projeto. Não sei como a gente vai passar o link aí, vai ficar aqui na descrição.
É, eu não não sei.
Melhor ainda. Vamos botar um Qcode aqui com com o link para pessoal conhecer.
Porque eh descobri que existe um problema enorme também na área de de pesquisa e desenvolvimento. Muita muita pesquisa e desenvolvimento na área de saúde não vai paraa frente por falta de contato com os pacientes, por falta de consentimento de uso dos dados do paciente, né? Por mais que o pessoal tente executar ali um uma pré-autorização, etc. Tem tem alguns casos quebarram, né, em alguns requisitos, principalmente agora com LGPD e tal, e esbarra justamente no no consentimento, tipo assim, a pessoa, ah, eu quero consentir meus dados para pesquisa, desenvolvimento. E muita pesquisa simplesmente para, simplesmente ela morre. E eu descobri isso através do meu irmão que eh mestrando, né, e doutorando na na UFBA, eh na área de de saúde também, ehologia, né, na área de epidemiologia, um epidemiologista, né, e a gente conversando certa vez, descobri isso, né, descobri, ele falou: "Pô, mano, muito muito muita pesquisa morre aí porque a gente não consegue acesso aos dados e aí não tem como fazer a pesquisa. sem os dados, né? Como é que vai fazer a pesquisa sem os dados? Então, eh, eu diria que o projeto nasceu com esse desejo de colaborar, como você falou, colaborar em resolver e algumas issues, né, alguns alguns gaps que nós temos na área de saúde em relação ao prontuário eletrônico.
Isso, né? E usando, e a ideia não é inventar, né? E aí foi você que me ajudou muito nisso, inventar na do zero. Então, usando Fire, né? H HL7, HL7 Fire, Smart, tudo já, já tá lá plugável, já tá desenhado para ser assim, né? Usando, eh, a rede eh como é RDNs, RNDS, rede nacional de dados de saúde saúde, né? Usando já integrado, opa, desculpa, já integrado com o mercado, isso. Com ecossistema, né?
Com ecossistema, exatamente, né? apenas provendo o mecanismo para que seja possível, né, eh, haver uma interação mais, vamos chamar assim, mais inteligente, né, eh, e mais segura, transparente, inteligente e eficiente entre pacientes, seguradoras e hospitais, né? Quando eu falo seguradora, eu tô incluindo até o SUS também, né?
Sim. Que não deixa de ser uma seguradora não deixa de ser uma seguradora.
né, que nós temos, né, e com certeza maior que nós temos.
Sem dúvida, sem dúvida.
E antes da gente entrar no nos detalhes da solução e onde entra o blockchain nessa nessa história toda, eu queria ouvir o JP de em termos mais econômicos aqui desse problema que a gente tem, né?
Porque quando a gente fala sobre inflação e inflação médica, né, JP, geralmente a gente tá colocando aqui o termo puro da inflação. É só ali a diferença entre demanda e como é o nome mesmo, caro me oferta, né, que gera inflação. Mas no caso da inflação médica, a gente tem uma questão de eficiência operacional que acaba acarretando nessa questão de da da inflação do do da prestação do serviço médico, que não é só o termo econômico, né?
Não, sem dúvida. E quando você tá na saúde suplementar, o que você vive no dia a dia, eh, quando chegam esses aumentos, né? Eh, você fala: "Um dia eu não vou conseguir pagar o plano de saúde que eu tenho, né?" Eh, e quando você fala desta área especificamente, a saúde ela tá ligada a uma parte muito frágil do nosso dia a dia, né? Eh, tá ligado a a um período de muito sofrimento, né? Então você não vai no hospital fazer uma cirurgia, um tratamento, porque você tá 100%, né, com a sua saúde. E essa preocupação de você ter um uma inflação tão elevada dentro de um segmento que é tão sensível a à vida da população, eh, é extremamente preocupante, porque você traz uma incerteza adicional pro seu futuro e pro futuro da sua família que vai atrapalhar ali, vamos dizer assim, a sua saúde mental, né? Então, se você constrói um projeto que tem uma várias, né, belezas, vamos dizer assim, mas uma muito importante que é open source, onde todo mundo pode colaborar, esse é um projeto de todos para todos, né? E quando você fala em saúde, você fala de cuidado.
Então, você constrói uma rede colaborativa, né? Eh, que vai ajudar o desenvolvimento desse projeto, que vai aumentar a qualidade de saúde a um preço, né? Eh, e quando você aumenta a eficiência, você tem chance de você reduzir o preço, né? É, ou então e oferecer um preço que seja mais justo com o atendimento que você tá prestando, é maior pra população. Então, o benefício do projeto é você ter mais qualidade de vida, longevidade e a um preço que a população possa possa pagar, né? Eh, e hoje você tem uma série de conflitos dentro do setor de de saúde, né, de prestadores, hospitais, né, quem quem presta infraestrutura, quem presta serviço. Então, trazer todo mundo paraa mesa, né? Eu acho que se você quer construir um setor que é sólido, você não tem um contra o outro, né? Mas a gente tem que achar a melhor fórmula de todo mundo eh ganhar, né? Então, quem tá eh investindo, você vai ter o teu retorno sobre o seu capital, quem tá pagando vai ter a qualidade do do atendimento e no longo prazo uma previsibilidade que você vai continuar eh com aquele serviço que você contratou, né? Que você não vai ser expulso desse serviço simplesmente porque você tem uma inflação muito acima da inflação média, né? e que vai tornar o teu acesso inviável no tempo.
E pra gente até contextualizar para quem tá nos ouvindo, qual é o objetivo de fato do do projeto, né? É facilitar o uso de dados de prontuário médico com todas as premissas de privacidade, de segurança, etc., para que a gente consiga, de acordo com o que colocou bem o JP, nessa questão de eh inflação médica, do custo médico elevado, trazer uma eficiência operacional pro mercado de saúde para que esse custo não se eleve tanto. Por quê? A inflação médica hoje ela ela vem muito pela questão da eficiência operacional, né?
Então, é como se você, vamos supor, você tá loteando um terreno e você vai construir uma casa naquele lote.
Você tem que fazer um estudo de solos, tem que fazer um estudo, um diagnóstico de de estabilidade, um monte de coisa para entender como que você vai fazer aquela construção, né? Só que quando você faz um loteamento, você faz isso uma vez só e aí todas as pessoas seguem aquele processo e você não precisa repetir todo esse estudo.
Exato.
Na saúde acontece exatamente o contrário. Quando você vai no médico com uma queixa, ele não sabe que estudo foi feito sobre você, não sabe qual é o seu tipo sanguíneo, não sabe quais os problemas prévios você tem de saúde.
Então, é como se cada casa que fosse utilizar um lote daquele loteamento tivesse que fazer todo esse estudo novamente, todo esse processo para poder acumular o conhecimento para pro médico tomar uma decisão, a menos que seja o médico da família, né?
Exato.
É, é o único caso que foge desse exemplo.
Exato. Mas por que que o médico da família funciona? Porque porque ele acompanha todo mundo, tem contexto a vida inteira.
Exatamente. E aí o que faria o ecossistema de saúde baratear? é que todo mundo tivesse acesso franco à informação.
Exato, né? Então, se você tá com dor de cabeça, foi no pronto socorro, [ __ ] pedir uma ressonância para saber se você não tem um tumor no cérebro, se você já fez um ano atrás, é um exame caríssimo. Isso vai honerar a operadora, né? Da mesma forma, o processo que você precisa passar paraa avaliação de saúde pode baratear o seu exame, o o seu o seu a conta do seu seguro, o que você paga pra operadora se você conseguir fornecer informações que você tem um perfil baixo de risco.
É, e ou até eliminar, né? Mas lógico que eu sei que aí tem uma questão da da reguladora, né, da porque hoje é exigido que tenha o o como é que chama aquilo? E a declaração de saúde, mas uma vez que você disponibiliza o seu prontuário pra operadora sobre seu consentimento, você está consentindo isso.
Uhum.
Tendo aí, eu acho que o o JP vai trazer algum exemplo assim, tendo alguma algum benefício em troca de disponibilizar os seus dados paraa operadora, a operadora vai ter muito mais segurança em fechar um um perfil adequado a à sua saúde, porque ela vai saber exatamente quem você é. Não é simplesmente uma declaração de saúde, você assina tudo sim, sim, sim, sim, sim. E a operadora opão, vou confiar nisso, né? E aí tem carência e tal. Não poderia ter até um benefício. Não tem, não vai precisar mais de carência. É um benefício.
Uhum.
Não precisa mais de carência. Porque, ó, eu vou abrir aqui, eu vou consentir meus dados. Você vai ver que meu meu meu prontuário vai mostrar que eu sou uma pessoa saudável, que eu sou uma pessoa que eu me cuido, que eu eu faço a medicina preventiva. Isso vai est provado através de dados fidedignos.
Essa é a ideia do projeto. Os dados são fidedignos. A gente pode entrar depois nos detalhes técnicos ou tecnológicos, porque os dados são fidignos e são autenticados, certificados. E aí você vai conseguir, opa, esse cara realmente a saúde dele é exemplar. Eu realmente não preciso ter carência para esse cara.
Ele pode entrar no plano e começar a usar, né? Enfim, pode mudar essa relação.
Quero falar com você agora que ainda não conhece a Clever. Clever é uma empresa que já tem mais de 3 milhões de usuários em 30 países com 30 idiomas diferentes, que tem trazido soluções em blockchain, criptomoedas e ativos digitais. O objetivo da Clever é te dar liberdade financeira para operar esse mercado de cripto. Então, se você acredita nisso, se você acredita nessa liberdade, você já pensa como a Clever, vai conhecer os caras, é clever.O. Estão contratando também pessoal para trabalhar com cripto, com blockchain. Então, se você tem interesse, se você tem conhecimento nessa área, procura a clever. Se você gosta de criptomoedas, se você opera no mercado, você precisa conhecer a Clever, precisa conhecer as soluções da Clever.
Então, o endereço tá aqui embaixo no vídeo. Para quem não tá no YouTube, é clever. Vai lá, vai conhecer que realmente é um mercado sensacional.
É, hoje, hoje a gente tem uma relação geralmente atrelada a serviço, que ela é punitiva, né? Então, a não ser quando você tem um interesse eh muito eh especial sobre o determinado tema, mas se você tem um padrão e tudo que foge daquele padrão, você é penalizado, né? Eu acho que quando você tem acesso aos dados, né? O que você pode mudar essa dinâmica é você começar a receber descontos porque você tem uma qualidade, né, de de dados ali disponível para quem vai te prestar um serviço que você começa a ter benefícios e não se você tem uma determinada eh característica, você sofre uma penalização, né? Eh, porque este mercado, especificamente, quanto mais você vive e a nossa eh idade média de vida, né, nossa expectativa de vida, ela tem crescido, mas inexoravelmente você vai apresentar mais problemas de saúde, né? Eh, só o Benjamin Button, né, que fez o fez fez o caminho inverso.
O cara não termina o ele termina na maternidade.
Exatamente. Foi melhorando, né, teoricamente a saúde dele no tempo. Como a gente não vai ter essa oportunidade, é, essa é uma, esse é um uma conta, né, um uma particularidade que a gente tem que ter um olhar diferente, entendeu? porque pega 100% da população, né, eh, dentro de novo, né, de um momento de fragilidade pro paciente e pra família. e que a gente tem que ter, não adianta a gente trazer conceitos antigos, né, eh, para tentar achar resultados novos, né, a gente vai ter que mudar um pouco o o mindset, a forma como a gente enxerga esse mercado, a forma como a gente enxerga a dinâmica desse mercado para tratar esse problema de frente e efetivamente conseguir que você tenha uma saúde de qualidade eh para todo mundo no tempo, né? Não adianta a gente ter, estava conversando aqui um pouquinho antes, né, que um que uma pessoa ou uma família fique em média 4 anos, né, ali com o plano de saúde, porque é a média de tempo que ele troca de emprego no Brasil, né? Então você não pode ter um um horizonte tão reduzido assim. E pensando, né, no problema que a gente tem de empregabilidade, principalmente quando você passa dos 50 e 55, é é onde tudo se converge, né?
você vai, você vai perdendo a assistência médica. No momento on dia que você entra numa fase mais crítica da vida pela propriedade, você tem possivelmente uma redução de renda e uma necessidade de aumento de de gasto. Ou seja, essa conta ela tá montada para dar errado, né, da forma como tá hoje. e trazer soluções como essa, eu acho que a gente consegue eh olhar para para esse problema de uma forma diferente, inovar e aí ter todos os benefícios, tanto pro setor privado, pro paciente, né, para quem tá dentro do ecossistema mesmo, porque mesmo, ah, mas eu sou o dono do hospital e ou sei lá, eu trabalho no hospital, tarará, então para mim eu quero, sou diretor financeiro do hospital. Ah, eu quero maximizar, cara.
você vai ficar doente. Deixa eu te contar uma coisa. Você vai ficar doente, entendeu? Infelizmente você, a sua esposa, a sua mãe, seu filho, vai passar por isso, né? E nesse momento você vai ter a cabeça, né? Que você pensa de diretor financeiro, se for, etc. Ou você vai falar: "Putz, eu tive nesse mercado durante tanto tempo, eu podia ter feito diferente e não fiz". Eu não tô dizendo que é fácil, né? Não tô dizendo, ah, não, não tem ganhar dinheiro, nada disso. O sistema tem que funcionar bem para todo mundo, senão porque não adianta só um player ganhar dinheiro isso, e o ecossistema não se sustentar, porque aí você pode ganhar muito dinheiro por por pouco tempo, né?
Então, o ecossistema precisa se manter saudável, né? Um ponto que você colocou, JP, que é eh eu quero frisar ele novamente, porque muitas pessoas não têm essa visão, que é a análise de risco que as seguradoras e as operadoras de saúde fazem, né? Eh, muitas pessoas têm esse receio de, ah, mas se o cara souber do meu prontuário, ele pode querer me cobrar mais, etc. Ele já vai cobrar mais, porque se ele não tem a informação, ele não vai correr o risco, né? Então você já está sendo tratado como o pior caso sempre. A oportunidade de usar o dado é te tirar alguma dessas coisas que você não está no pior caso e você ter uma redução no seu valor.
Porque quando a gente fala de operadora de saúde seguradora, tudo é risco, é atuarial. Se você tem mais risco de saúde, você vai pagar mais. Se você tem menos risco de saúde, você vai pagar menos. Ex.
Então, se você não tem o dado, o risco existe, né? Se você oferece o dado e elimina o risco, você paga menos, né? Então esse é um ponto importante. E aí, eh, passando já para você, Benano, que é o especialista nesse ponto de descentralização, pra gente tratar isso da forma que a gente tá colocando aqui, tem um a gente tem uma inversão, a gente tem que tombar a visão sobre sobre os dados que permeiam a saúde. Eu vou fazer uma pergunta para vocês dois. Uhum.
Onde tá o seu prontuário?
Tá em vários lugares onde tá estão estão em vários né ser um só, né?
Mas eu tenho vários, né?
Você sabe onde tá qual é o seu prontuário?
Não tenho ideia.
Não tenho uma ideia. Eu se eu sei que eu ao longo da minha vida, eu fiz eu usei muit muito um determinado hospitalum.
Então eu acho que ele é o que me conhece melhor e que ele tem ele tem os meus dados. Pois é, eu vou vou até contar um caso real que aconteceu comigo.
Não, no meu, antes de você contar, no meu caso, então, Bahia, São Paulo, Jundiaí, São Paulo, Rio de Janeiro. Pô, meu prontuário já tá descentralizado.
Pois é, totalmente descentralizado, mas do jeito errado.
Ainda ainda passa em Santiago do Chile.
Fiquei um ano em Santiago do Chile, né?
Pois é.
Então, fora os outros lugares que eu passei ali, mas não cheguei a usar, né?
Mas enfim, mas o o mais importante que essa essa pergunta super interessante é assim, o meu prontuário vai ter que passar, né, para eu ter acesso para um website, um login e uma senha Uhum. Sim.
De terceiros. Não, não comigo.
Ex. Então, e e é isso que eu quero quero mostrar o caso para vocês.
Minha mãe faleceu o ano passado.
Sim. Aí a gente descobriu que ela tinha um seguro que reembolsava os dias que ela teve de internação, etc. E aí a gente tinha que comprovar essa internação. Então eu fui em todos os hospitais que ela que ela ficou internada e pedi o prontuário.
Falei: "Eu mando o prontuário". No prontuário vai ter. Meu amigo, você sabe qual a dificuldade de você conseguir um prontuário no hospital?
E além do tempo que essa galera tem que lá dentro triar esse material e separar esse material, a despadronização de como esse dado vem.
Dois hospitais me entregaram caderno encadernado impresso.
Dois me entregaram em CD. Um dos CDs tinha PDF, o outro tinha um formato de documento clínico que eu tive que descobrir como abrir.
Uau! Então, dados totalmente desestruturados.
CD, onde é que tem um leitor de CD?
Eu tive que comprar um leitor de CD USB na na no Mercado Livre para chegar e eu conseguir abrir o o CD.
Caramba, que vem gravado no CD.
Que você falou CD. Eu falei: "Cara, como assim, né?
É que muitos car tão velho".
[ __ ] geração Z nem sabe que é um CD.
Não sabemos. É. E e tem isso, né? Tem a modernização, né? Po acho que o eh eh esse projeto, essa inspiração desse projeto vem muito disso também, né?
Exato. E aí percebe que é como se você tivesse pedindo um favor pro hospital te dar um dado que é seu.
É seu.
Nesse caso, como era sua mãe, é seu.
É seu. Exatamente. Meu me dá meu dado e eu eu não tenho como escolher o formato, não tenho escolher o tempo de entrega.
Eh, o dado tá literalmente enclaus enclausurado no ponto e e passamos por isso pouco tempo também, né? Antes de tudo, mas já te falei antes, é um momento difícil você perder um ente querido, você tá ali arrasado.
Exatamente, né? E caramba, e ainda tem que passar por isso.
Exato. E o ponto principal é eh o dado ele tá na custódia errada. Exato.
E aí o que eu falei que a gente tem que tombar a matriz é a gente tem que começar a centralizar o dado em quem tem o dado. O dado precisa estar centralizado no próprio usuário, no paciente.
No paciente. E como é que o projeto trata isso, baiano? Então, tá aí mais um mais um requisito para colocar no como a gente fala no pipe, né? colocar lá no eh no board, né? Colocar no backlog, né?
Eh, tem um mecanismo de backup familiar.
Backup fam. É, isso aí é interessante, hein? Mas antes de você entrar no detalhe de como tem como o familiar acessar aquela informação.
Isso. E e principalmente como cada um é responsável pelo seu próprio dado.
Ausência. Sim. Na ausência do do titular, né? Exatamente.
Mas o dado, né, o até a gente tá falando falando, mas assim, falar o nome até inclusive do projeto, um nome bem simples, né? Eh, prontuário, eh, eletrônico descentralizado, só que o nome tá em inglês, então centralized electronic health record, né? Então, é um prontuário eletrônico descentralizado, né? Eh, simples assim.
Então a ideia é que o seu prontuário seja seu. Então nesse caso, os mais sua mãe, né? Ela através de um PES, né?
Então o o projeto, né? A gente já tá, inclusive esse contrato eu escrevi semana passada, um smart contract, ele usa um decentralized identity, então ele usa um sistema de de identidade descentralizada, né? Ou seja, é uma é uma é um sistema de identificação eh ancorado em blockchain. Então eu consigo garantir que você é você. Eh, tô implementando nesse momento os mecanismos para que a gente evite o a duplicação, porque você foi num canto, foi em outro, terminou acontecendo de ter dois well dois dois Bruno, dois dois baianos ou um Bruno e um baiano, né?
Que são a mesma pessoa indiscutivelmente.
É. E e então eh a o projeto já trata esses essas questões e é de maneira de centralizar. Então tá tudo ancorado em blockchain. Apesar de estar no blockchain, aí pode vir, pô, mas eh e os dados não estão públicos já que estão no blockchain? Não, é só ele só ancorado no blockchain.
Uhum.
Se você olhar o blockchain lá, vai ter um hash, né? Vai ser só um hash lá indecifrável. Não tem como ninguém saber nada. Inclusive ele já tá preparado pro QD, né? Eu já coloquei uma preparação para o QD, né? Eu sei o que é que não sabe o QD o Quantum Day, né? quando esse algoritmo atual de criptografia é só uma pergunta factível de de ser quebrado pela computação quant uma pergunta que eu ia fazer inclusive porque tá rolando algumas notícias financeiras em relação a isso. E mas antes eu deixo deixa eu vamos se focar na na na na é e e me despedir aqui do do meu amigo JP que vai precisar o tempo del chegou o tempo dele deu uma uma bela contribuição econômica aqui no começo pra gente que é excelente. Obrigado, obrigado. El sempre um prazer estar aqui. Eh, hoje mandar um beijo pra minha mãe que é aniversário dela.
Já tá com ela agora. Então é um prazer participar. Tô sempre à disposição.Amos junto. Obrigado. Manda aqui, cara. A hora que você quiser, você entra, senta aqui no porta podcast que tu vai gravando.
É isso aí. Valeu, obrigado. Obrigado.
Valeu.
Você que tá aí escutando esse episódio bacana e quer levar toda essa tecnologia, essas novidades pra sua empresa e não sabe como, chama o time da Vembers. A gente pode ajudar vocês com desenvolvimento de software, com arquitetura de soluções, a entender os problemas que vocês estão vivendo e sair do outro lado com uma solução bem bacana. E se você tá escutando o podcast para aprender coisas novas, faz o seguinte, manda um e-mail pra gente no peoplecare@vemers.
E você pode fazer parte também do nosso grupo de talentos. Valeu.
Agora o time do Relações Públicas vai gostar mais de mim.
Então, continua pra gente, baiano, dessa questão da autenticidade e do mecanismo de evitar de duplicação do cara, né?
Isso eh a partir do momento que a gente identifica, né, uma uma pessoa, aquela pessoa uma pessoa, né, eh ela ganha essa identidade, né, e aí não só por um parâmetro, mas vários parâmetros para garantir de que a gente nunca duplique aquela pessoa, né?
Eh, e aí o o mais importante disso, na verdade, assim, o o inovador disso não é essa parte que essa parte já existe. A gente tem CPF, a gente tem várias formas de identificar uma pessoa que ela é única, etc. e tal.
Eh, mas o mais importante, porque como é um é um é um protocolo, né, vamos chamar assim, que vai conversar com várias entidades, né, não necessariamente o que para um é o é o identificador é o identificador pro outro, necessariamente o principal problema que a gente tem é necessariamente o que o identificador para um hospital é pro outro, o que é o identificador para um por uma operadora é para hospital e vice-versa.
E aí a questão eh principal disso é da descentralização dessa autenticação, né? Essa autenticação não tá num lugar centralizado, né? Tá num blockchain público, inclusive. Então, eh, tá aí o principal ganho, né? Não só de segurança, mas um ganho de de infraestrutura, né? Porque essa infraestrutura do DER, né? Como como é o nome? Ela pode até cair, mas o bloco tinha tá lá de pé.
Sim, né? Então não tem risco, né, de você perder essa essa essa autenticação que que já foi feita uma vez que foi feita, foi autenticada, foi certificado. Aquilo não tem como você é imutável, não tem como você voltar atrás, alterar.
Então esse é um ponto muito importante que ele resolve um problema que a gente tem quando fala de interoperabilidade de dados. Eu eu até já te falei sobre esse ponto, né?
Eh, quando a gente faz uma carga de dados de um player A para um player B, a gente tem esse problema da do desencontro de chaves. Uhum.
Né?
E aí, inclusive o dentro do próprio protocolo Fire, você tem eh mecanismos fazer um MPI.
Uhum.
Que é o Master Patient Index.
Uhum. que você calcula um hash de acordo com as informações dele e ele com ali um lógica fuz e etc, ele vai eh se você mand um hospital mandou CPF o nome, o outro mandou o número da carteirinha, o nome e o outro mandou o nome, o endereço, ele vai usar esses dados para sempre chegar no mesmo hash e aí não precisar depender de uma chave hard, uma uma hard key para poder fazer isso, né? Exatamente.
Quando a gente fala dissocentralizado, o problema ele se resolve na própria natureza da solução, né?
Exato.
Porque é como se eu mandasse pra tua carteira na Chain, então eu já vou direto na sua chave.
Se eu for um hospital, eu vou te mandar para para aquele endereço.
Então não necessariamente eu preciso ter esse essa deduplicação direto no dado ou não.
É, embora ou tô simplificando o problema? Não, então é entrar aqui no detalhe técnico, mas assim é exatamente esse mecanismo, né, para evitar a detuplicação e tal de criar um hash com base, né, no nos principais dados do usuário, né? E aí você tem como garantir que aquele cara, aquele cara, mesmo que você só tenha um, dois, três ali, você consegue bater.
Só que eh no der, né, a gente não tem um usuário, eh, eu tenho lá o ten Bruno ou Baiano que são a mesma pessoa.
Sim, eu tenho uma wallet para eles, não tem.
Uhum.
Quem faz essa abstração pra gente é um smart contract.
Uhum. que inclusive o Smart Contract, dentre outras coisas, tem zero knowledge proof para poder garantir a anonimização dos dados da blockchain. Eh, dentre outras coisas, ele faz a abstração da wallet. Então, esse smart contract que controla a wallet, porque aí tem um outro problema.
Eh, se fosse uma wallet mesmo, vamos pensar de maneira mais simples, é uma wallet, aí você perde suas 12, 24 palavras, como é que fica?
Perdi meus dados clínicos.
É, não, não tem como. Isso até contra lei, né?
Hum. Não pode. Então para isso que eu tenho smart contra, que se preciso for eu consigo recuperar.
Entendi.
Eu consigo inclusive recuperar. Pô, eu perdi minha chave, sei lá, eu perdi meu acesso, consigo recuperar. E a pessoa, né, faleceu, como a gente te deu o exemplo aqui, o filho agora que vai precisar acessar através de mecanismos de comprovação, comprobatórios de que aquela pessoa é a pessoa indicada a ter o acesso. Eu chamei de backup familiar.
Sim.
Eh, a pessoa vai conseguir acessar os dados.
Se fosse uma wallet, perdeu, já era, morreu com a pessoa.
É, entendi.
Então, é é um é o uso da tecnologia de uma maneira mais sofisticada. Us, é, então essa essa questão da da deduplicação na entrada dos dados ainda é importante para poder gerar esse rest.
Exatamente. E isso existe, mas existe ainda uma camada que no Smart Contract que ele faz essa abstração, ele faz o que a gente chama account abstraction, né? Ele faz uma abstração de conta, né? O wallet abstraction, eu tô chamando de account mesmo, mas é o wallet abstraction, o termo certo. Ele faz a essa abstração para cada exatamente nesse ponto da da do did que chama, né?
Do de decentraliz identity.
Hum.
Né? E aí ele, você tem uma wallet pro lá, mas essa wallet não é sua, você vai continuar entrando com pesquis.
Uhum.
Você vai usar um PESK.
Entendi.
O Smart Contract que em algum momento vai bater esse BK com a sua wallet, vai associar os dois, mas eu para isso é o Elva.
Então esse ele tem acesso ao wallet dele e ele ele que vai gerenciar esse esse é um ponto então que a gente precisa tratar no projeto porque esse mecanismo de deduplicação ele existe off já no fire, né?
Sim.
Que é o tratamento do MPI.
Sim. E aí precisa conectar ele com esse essa questão dos examente isso, porque me parece muito mais eficiente esse ponto do do da abstração de wallet que você colocou do que o próprio MPI que tem um escopo mais reduzido, mais local ali, né?
Sim. Ele é um ele é um ele ixe, ele é como se fosse um MDM sob demanda.
Exatamente. Exatamente isso.
E ele que vai gerenciar as wallets, né?
Internamente vai ter o wallet, vai ter tudo, mas é gerenciado.
Entendi.
Via Smart Cont. É, então o desafio que se você quiser colaborar com a gente aqui, esse contrato já tá pronto. Esse eu já construí, já escrevi aí, ó. P tudo na Clever Chain.
Tudo na Clever, tudo na Clever Blockchain.
Show de bola. É importante avisar, né, que é um projeto open source, viu, gente?
Então, a gente tá tá pegando aí colaboradores, etc. A Cléver é a principal colaboradora, mantenedora, mas tá aberto aqui para para todos, né?
É, tá aberto, tá aberta, tá? vai ter o link aí pro GitHub, é público.
Eh, preocupação muito forte, principalmente no dado os últimos momentos que estamos vivendo de eh cybersegurança com com Iá, né? Então, o projeto já foi pensado nisso também.
Então, já tem um mecanismo lá de como construir cada coisa, como contribuir, quem quiser contribuir tem lá, tem um security, tem um markind lá de security.
né? Tem as regras de de security que você tem que seguir e de como contributor você tem que seguir ali aquelas regras que é importante, né?
Você falou, tem uns guardreios lá, igual o Linux fez para evitar fluid de no kern do Linux.
É exatamente isso. É bem na mesma linha.
É bem na mesma linha.
Você falou sobre o Quantum Day.
Ah, sim, sim. Eh, e como funciona esse mecanismo que deixa o projeto quantum safety?
É, então hoje ele tá usando eh EDCSA mesmo, né? O mesmo o mesmo a mesma curva elíptica, né? De criptografia usada no blockchain, nos nos blockchains, né? Como você falou, tá aberto hoje. A gente tá usando toda a coragem usando o clever blockchain, que é o meu conhecimento, né? né? São dos construtores do Clever Blockchain, então para mim é muito mais fácil construir no na Clever Blockchain do que em qualquer outro blockchain. E também modesta parte é mais fácil construir na Clever blockchain do que em qualquer outro blockchain.
É uma chain muito boa de trabalhar.
É, exatamente.
Mas ele é aberto, chegar amanhã alguém lá e fal: "Não, vou fazer aqui pro, sei lá, pro Etherum, Solana", sei lá. é aberto, é open source, você pode contribuir. Então nó só seguir as diretrizes de segurança e de como contributor, né? Todas ambas diretrizes e guard tá tudo certo.
É lógico, vai passar por eh code review, etc, etc.
Todo o padrão de um projeto open source.
Padrão de um padrão de um projeto open source.
Eh, mas eh, vixe, me perdi. A, tá falando que é do quanto dei, então, do quanto dei.
Eh, então ele tá ele tá usando, né, mas ele tá pronto. Tipo assim, ele eu já deixei uma arquitetura preparada pra troca.
em algum momento vai vir a troca desse algoritmo. Beleza? O que os blockchains começaram a usar, a gente vai usar também.
Entendi.
N por enquanto tá plugado no blockchain, tá distraído, mas tá feito de uma forma que a gente e essa parte é plugin play, vamos dizer assim. Então você pode trocar a qualquer momento.
Entendi.
Né? Porque tem uma preocupação com quanto dei realmente, né? Inclusive tem uma preocupação já de imediato, isso foi importante até você colocar, porque tem partes da criptografia e não é só uma questão eh do quanto dei em relação à chave eh de acesso, a chave que vai eh assinar a próxima transção, mas o que já está feito, né? Então existe essa preocupação também. Então, coisas que tem criptografia, que são coisas que que eh já são criptografadas, eh vamos chamar assim, offchain, né, e que vão ficar lá para sempre e vão durar lá, né? Esses dados vão perdurar lá.
Uhum.
Mesmo depois do do QDI. Ah, mas atualizou, mas os dados estão criptografados a moda antiga.
Sim. É, é, né?
Então é possível quebrar e será possível quebrar e acessar os dados e imagina vazamento de dados, ess coisa. Então já foi arquitetado para nesses casos, né?
Nesses casos do projeto a gente vai usar já algoritmos quanto safe.
Uhum. Como é que funciona um algoritmo quanto um é na verdade é bem simples, né? É, pense assim, é o, a criptografia é uma matemática, né?
Então, quando a gente fala de E C D SA, Ecs, às vezes eu troco ali a letrinha, fim. Isso é uma matemática, uma matemática discreta, é uma matemática. Matemática discreta.
Uma matemática. É um tipo de matemática.
A computação quântica, ela é muito boa nesse tipo de matemática.
Ela resolve essa matemática muito fácil.
Já tem outras matemáticas que para ela é difícil.
Uhum.
Na verdade é o tipo de matemática.
Então o algoritmo quanto resistance muda o tipo de matemática. Em vez de usar massa matemática.
Entendi.
Que pra computação quântica é para ela.
Ih, isso aí é molezinha para mim. Isso aí eu resolvo com, sei lá, 15, né?
Exagero aqui, mas sei lá, com 15 kbits, né?
Não, eu vou trocar essa matemática que ela precise de Uhum.
né? Milhões de kil bits e ela não vai ter, não tem como ela quebrar. Isso é um assunto que eu fiquei curioso. Vou pesquisar isso aí.
É bom, a gente pode marcar um podcast sobre isso.
Vamos fazer. Vamos. Fica aí, porque o o a aografia e eu estendo o convite a eh alguém mais até dizer assim mais especializado no assunto como o Sobreira.
Traga. Vamos vamos porque a criptografia padrão ela é baseada em matemática discreta, que é números inteiros sempre, né? E módulos, etc.
E sempre grandes laços, né? Vários.
Eh, e porque aí por isso você tem um um uma quantidade de de processamento matemático muito grande, porque você tem que interar trilhões, milhões de vezes, né? E que é muito rápido para você fazer com o paralelismo natural do próprio do quantum computing, né?
É o quantum quanto computing é álgebra álgebra linear, né? Isso, exato. Em vez de ser uma álgebra eh natural, como nos usa álgebra linear, que é muito mais eficiente.É, então para esse tipo de matemática, ele fica aqui, ó, cobrem a gente.
É, ele é muito bom. Então assim, ele não precisa de muitos bits, chamar bits, né?
Quando de botar um Q, né? De quanto, né?
Isso. Eu fiquei curioso sobre esse assunto porque eu tava vendo uma análise política econômica essa semana porque a gente tá vivendo aqui, para quem não sabe, a gente tá gravando na última, deixa eu adotar o episódio aqui para pessoal ficar com contexto. A gente tá gravando na última semana de junho e a gente tá com a curva descendente do Bitcoin, né? Sim, sim. E sempre que acontece isso, pô, meu Deus do céu, sempre todo mundo procura uma causa para isso, né?
Tudo bem, a gente tá no momento político, econômico, mundial complicado com Irã, Estados Unidos, etc. Mas aí surgiu agora a questão da preocupação com quanto, sendo que a eh, vamos dizer assim, o Kdei, né, tá assim, é previsto, né, para 2030, né?
Uhum. E aí eles nas últimas notícias, pode ser que seja 2029, é, pode ser, né?
Pode ser que não, pode ser que seja 31 também, pode ser que seja 35, sim, né? Enfim, não sei, não sabemos, mas eh eu diria que existe um cronograma e aí eh porque isso é público, eu acho que não tem problema falar, né? Eh, existe um cronograma que a IBM tá tá cumprindo, né? É, até então ela tem feito tudo certinho nas datas, tá? tem um cronograma ali, tal data eu consegui chegar nesse ponto, tal data eh milingone e tal, tal. Então ela tá dentro do cronograma. Se ela cumprir o cronograma dela, vai chegar aí 2029, 2030, realmente com um computador quântico.
Agora qual vai ser o acesso a esse computador quântico? um computador quântico. Já existe o computador quântico, assim, existe o experimento, como o experimento, é, ele experiment computador teórico com algumas aplicabilidades reais ali de baixo processamento, né?
É, porque o que é o computador quântico, né? A gente até tá mudando um pou assim, o computador quântico o o a gente tem o computador tradicional que você tem zero ou um. Computador quântico você tem zero e um.
Isso.
Você tem uns dois ou posições diferentes dos dois. Tem uns dois. É o o bit ele vira o gato de short.
Você tem é você tem sobreposição, né?
Sobreposição.
Então, eh, como eu falei, é maravilhoso para álgebra álgebra linear, assim como álgebra linear é a base de EA e IA, enfim, é a mesma base matemática. Por isso que um nasceu pro outro, né? Um nasci para você, se nasceu para mim, é computação quântica e inteligência artificial. Um nasceu pro outro, né? Um vai, é o casamento perfeito.
E aí eu acho que a grande revolução que a gente vai ter vai ser quando essas coisas se encontrarem, se encontrarem, porque aí vai ser o casamento perfeito, né?
Aí vem o Jarves.
É, aí vem o Jarves. Mas aí a questão toda é o eh essa esse encontro, né, perfeito precisa de Kbits limpos, né? Precisa dessa sobreposição perfeita, limpa, ela tem que acontecer. E hoje ela é muito suja.
Sim. Que é da natureza da física quântica. Eh, eh, a sobreposição ela tem um grau de incerteza e o maior problema é você conseguir controlar essa incerteza, né?
É, mas existe um mecanismo, um caminho, né? É uma questão tecnológica mesmo, né?
Então, vai ter um momento que vai chegar com esses kil bits limpos, acredita-se.
E é o cronograma, quando eu falei do cronograma, é isso, existe os magos est, então a IBM tá lá, tal data eu vou chegar com 15 kbits limpos. Chegou tal data vou chegar com tantos. Chegou.
Então tá indo, né? Então se continuar no cronograma que ela tá é 2029, 2030. Então assim, a gente acredita que o QD mesmo é 2030, assim. Então quando fala disso é é porque assim é é pura especulação, né?
2030 dá tempo, sabe?
É são 4 anos, sabe?
São 4 anos, sabe? Para trocar os algoritmos. E aí fala do Bitcoin, cara, o Bitcoin é o menor dos problemas quando você fala de computação quântica, sabe?
Tipo assim, cara, é o menor dos problemas. Tá. É o menor. É o menor.
Exato. É.
É. Tá falando de 1% no mercado.
Não. E e mesmo assim, vamos supor, se isso fosse uma preocupação pro pro Qay, eh, a gente tá falando de um player que hoje é o que tá na frente de fato com a com a com a quântica, que é o o que é IBM.
Uhum.
E que tem um cronograma proposto ainda que ele tende a dificultar conforme avança, né? Porque quando você tá ali nos primeiros resultados, etc., a coisa tá mais controlada. É, mas eh já viu algum projeto que termina no dia certo?
É, é isso. É o que eu falei, é o que temos para agora. É isso, sem especular, sem tá lá, tá no caminho.
Então, pensando que ele vai cumprir, que ele vai, vai dar certo, tudo certinho.
2029, 2030.
Mas eh, sendo pragmático, se hoje a gente tivesse o Q day, a gente teria as chains em risco.
É, mas aí é o que eu falo, cara. Você teria os foguetes nucleares em risco?
Seria? Não, seria o menos, seria o menor, você teria toda, toda a cadeia de criptografia militar, bancos, governo, tudo que existe, tudo tá tá tá usando ainda a criptografia, não qu não quanto resistência, é muita coisa pouca que tá sendo trocada. Então, cara, isso isso para mim quando dizem que foi o anúncio do do Kde e aí eu vou aproveitar a brecha para entrar nesse assunto. Para mim é assim, a gente tá falando de um mercado especulativo.
Sim, exato.
E o mercado especulativo aí o baiano arrotou. Ah, vai subir, vai descer.
Não. E e que não faz muito sentido porque o cara e vai mudar em que, cara? Se o cara não tá mudou hoje? Que que muda hoje? É, é, não, e a uma especulação, a, a incoerência, né? Porque o cara deixa de ir para uma cripto para investimento, porque nó tá em risco com a computação quântica e vai no CDB que usa criptografia até mais frágil, muitas vezes, né? É, não que é a mesma criptografia centralizada, é mais frágil nesse sentido.
É a mesma criptografia quebrável.
Ex. Ou seja, o risco da computação quântica tá dos dois lados.
Tá dos dois lados. muito assim o na verdade o a cripta é é muito não faz nem sentido.
Uhum.
Sabe, tem tanta coisa mais importante para se preocupar comb, né? É. É que assim, cara, desculpa, o Bitcoin é o último das preocupações, vai ter coisa muito mais importante para se preocupar que vai quebrar do que o Bitcoin. Mas aproveitando essa parte, eh é por isso que eh a gente, né, tem se colocado muito, eh, porque desde o princípio, aliás, eu fiz um eu fiz um hoje acordei inspirado, na verdade, bati um papo ali, um chatezinho rápido, né, com com a gras do do do Blockcha Ril, aproveitar e fazer um mechão porque a galera é muito gente boa.
Um abraço pra galera do Blo do Blo Ril. Um abraço aí, Francisco. E a a GRZ mandou mensagem para mim hoje. A gente trocou uma ideiazinha ali, terminou me inspirando. Fiz um post até no Lenquedin sobre isso, né? Lá em 2017, 2018, eu não lembro muito bem se foi, mas acho que foi por aí.
Foi um que você postou a capa do livro da Revolução Block antes de vir para cá.
Isso. E cara, eh, quando eu li aquele livro, quando eu li lá atrás, eu entendi.
Eu sei da história desse livro, ela é muito legal. Foi o Barbiera que me deu esse livro. E eu li esse livro, cara, e eu falei assim, cara, eh, é uma revolução, realmente. E não é só o Bitcoin, sabe? O Bitcoin é a primeira é a é a é a, vamos dizer assim, a primeira implementação, é, vamos dizer assim, é o primeiro protótipo dessa implementação. É o primeiro, é o primeiro carro, é a primeira casa nesse formato, sabe? É, mas é o primeiro.
É o showroom, né?
É o showroom, mas é o primeiro. Sabe aquele feira de carro quando você vê o protótipo? Uhum.
Tipo, o que vai ser o futuro, sabe? O Bitcoin é só isso, porque e ele por si só revolucionário, OK. E ele foi para um caminho que eu não sei se foi muito bem o o projetado, né? Porque eh ninguém sabe quem foi o Satos na Camota, etc. e tal. Mas para mim, o Linux, eu acho que não é ele não, porque tinha muito, o código era muito ruim, né? Para o código tinha que ser bem melhor para ter sido ele. Já te já te já te falei sobre isso, né? O código deu muito problema no início, deu, enfim, era muito mal escrito, não era um código da qualidade do Linux, eh, do nível do Linux.
Então, mas cara, o a ideia, né, e a ideia implementada maravilhosa. E assim, beleza, é, resolve essa questão para como uma lédia pro mundo financeiro, resolve. Hoje é unânime, a gente tem todos os bancos, todo mundo, enfim, não precisa, não é chovendo uma molhada que fala isso, cara. Isso é só um uma da uma um das aplicações, né?
Aplicaçõ e aí foi o poxa que eu fiz, cara, legal.
Eu também comecei assim. Eu comecei nesse mundo, mas hoje eu nem me vejo mais nesse mundo, não. A gente tá aqui falando hoje de um projeto que não tem nada a ver comir tem nada. Não tem nada a ver com cripto.
Na verdade é isso. A galera precisa entender que blockchain vai muito além da bolha, que é uma bolha só, é um negocinho pequenininho, né? Com um grupo de de cyfer punks ali, pequenininho chamado crypto. E essa crypto burb é só uma bolhinha ali, uma galerinha. é uma das aplicações. É igual você falar que programação só serve para fazer código de banco.
Exato. E aí você vai, cara, eh, você pega, né, eu andei me informando, estudando bastante esse esse primeiro semestre, né, de 2026.
Mergolhei muito com AI e com um monte de soluções que juntam AI, IoT e blockchain. E você vê cidades como Singapura em nível de Smart City, você vê a China, né? Você vê mercados na China que não tem funcionário, né? O mercado só tem consumidor porque ele já tem um IT, já tem um RFED no produto.
Você escaneia o produto, todo supply chain tá em blockchain, ninguém nem fala de blockchain lá, porque lá é natural, tá tudo em blockchain, não existe mais um si é está, já é uma realidade, né? A lâmpada da rua de Singapura tá no blockchain, tá ancorada, a informação tá ancorada em blockchain.
Você tá entendendo o nível que os cara lá tão? É, é outro nível. Entendeu? Os caras estão em outro nível. Os caras tem um nível de de controle, né? Usando a tecnologia pro que ela é, com essa junção de AI mais IoT mais blockchain que resolve um monte.
Resolve. Você não vem mais problema na China de produto adulterado.
Uhum.
de bebida ou produto adulterado. Eh, o que a gente tá falando aqui, né, de prontuário eletrônico, eh, da pessoa um outro exemplo, Estônia, Smart Grid, toda, toda a eletricidade, todas casas da Estônia, todo, tudo tá no blockchain.
Cada relógio de energia da Estônia está no blockchain ancorado Smart Grid. E eles usam AI para saber o melhor momento que eh você vai passar energia de um canto para outro, porque a é fantástico para trabalhar com dados, né? Não é só um chat, como muita gente acha que é é muito mais que isso.
É principalmente para dados, né?
Principalmente para dados. pessoas t dados a muito provavelmente tem uma aplicabilidade boa para você usar AI, né? Então os caras uniram AI eo tipo o quando eu falo de IoT nesse caso, é o é o relógio inteligente, né? O o relógio ali da da inteligente, ele ele já é conectado numa rede, ele já manda informação.
Essa informação, tanto o asset como o asset, ele tá ancorado no blockchain como os dados. Eu quero pegar esse ponto aqui e depois eu quero que você continue a partir daqui, porque eu sei que na Clever você tem outras iniciativas também de outras aplicabilidades em blockchain, que é importante a gente chegar nesse ponto, mas eh eu queria que você explicasse aqui essa questão da ancoragem na Chain, porque muitas pessoas não entendem exatamente o que é um dado que tá na Chin e o que está fora. Lá no começo a gente falou que o, por exemplo, o dado clínico desse projeto que a gente tá detalhando aqui, ele ele está ancorado, mas ele não está na blockchain.
A gente tem o dado on chain, que faz a ancoragem, que faz essas validações de de identificação, de permissão e etc. E tem o dado fora. Como é que isso funciona na prática ali tecnicamente?
A gente aproveita e volta até, né?
Assim, foi bom para falar tudo isso. A gente tem iniciativas, né, todas essas áreas de smart grid, pro setor de energia, pro setor.
Quero que você detalhe um pouco delas mais pro final, todas elas, porque a gente entende que a revolução blockchain ela é pra vida real, não é só pro pra memecoin ali, o cara e toda tecnologia boa que faz sentido, ela tem que ser abstraída para várias soluções.
Exatamente.
Se ela atende só um caso específico, ela não é uma tecnologia Exatamente. de de reuso, né?
Exatamente. Então, eh o grande lance é eh o dado on chain versus eh offchain.
Eh, o blockchain ele é maravilhoso para certificação e autenticação de dados. Eu tenho um dado que eu preciso certificar ele, eu preciso autenticar ele. Penso como um cartório de dados.
Uhum.
Né?
Imagina que você vai carimbar lá todo dado a dado. Esse dado, pá, pá, vou certificar ele, vou autenticar ele.
Como se eu pegasse todos os meus exames de sangue, autenticasse ele no cartório.
P no cartório, né? Então é, né? Isso é o blockchain é fantástico para isso. O blockchain é péssimo.
Guardar dados.
Uhum.
Ele não é feito para isso, né? Por mais que a gente esteja evoluindo, hoje já não tem mais problema com questão de de troput. Hoje bloc funciona com charge, não sei o quê, e um monte de de mecanismos já que faz com que ele voe porque a gente tá falando algorit algoritma algoritmicamente de uma lista ligada, sim, né? E você não armazena dados numa lista ligada para você buscar isso o tempo todo.
Você foi num ponto chave e o blockchain, então ele é muito bom para isso, mas ele é péssimo porque, exatamente, você falou, não tem não tem index.
Uhum. Então, tanto que os dados do blockcha indexados estão no Explorer, que é uma normalmente uma ferramenta parte que fica indexando os dados, né, do blockchain paraa consulta.
Uhum.
Né? E aí tem outra questão, os dados no blockchain são públicos numa blockchain pública, né? Ou que que é o também o que faz sentido na maioria dos casos, né?
Existe eh no Brasil ainda muita falta de conhecimento, de uso de blockchain pública, né? Eu fiz um estudo também, esse foi um estudo que eu fiz mesmo, né?
Peguei, pesquisei sobre todos os projetos de blockchain fora do Brasil e dentro do Brasil, né? Dentro do Brasil tem muito projeto blockchain, mas a maioria usando blockchain DLT, na verdade, né? E distributor e leure technology, né? E ou seja, um blockchain permissionado e privado. Uhum.
Como era o Drex, né?
Como era o Drex, né? que para alguns casos pode até fazer sentido, mas na maioria não. E ex e por que existe esse gap enorme do Brasil versus fora do Brasil? por falta de conhecimento mesmo, porque no Brasil existe é uma um lobby muito forte, né, do Você fala muito no Brasil de soberania nacional, mas a verdade é que o Brasil bebe muito de de alguém que vendeu para ele aquela ideia.
É isso. É soberania do amigo que soberania do amigo que indicou. E aí? E aí o que acontece é, cara, por que que você não fez isso no blockchain público?
O que você fez? Faz todo sentido fazer um blockchain público.
Não, porque é o fulano que indicou e não sei o quê. E eu fiz na na num com blockchain uma uma DLT aqui, né? XPTO, enfim. E não faz sentido aí você construir um blockchain para chamar de seu, né? Por falta de por total falta de conhecimento. Gastou mais dinheiro. Tudo bem que na maioria das vezes bloquinho não é a parte cara, mas gastou mais dinheiro. Tá gastando infraestrutura, tá? podia estar usando uma infraestrutura instalada pública, né?
Não precisava estar gastando com isso.
Ia gastar menos com taxa de rede, com certeza, né? E lá fora, quando você olha lá fora, não, a maioria dos projetos usa uma blockchain pública mesmo.
E e isso é interessante você explicar, baiano, porque as pessoas elas acham que isso foi uma dúvida que eu já que eu aprendi contigo, inclusive eu tudo que eu sei de blockchain, eu devolvo você, né, cara? Aprendi demais contigo e que as pessoas têm muitas dúvidas, eu já tive que esclarecer, de que um uma chain ela precisa ser específica para um fim e não. Você pode ter vários tipos de aplicações que a máquina da Chain ela funciona da mesma forma. Se eu estou certificando dado de saúde, se eu tô certificando uma moeda, se eu estou certificando, isso é transparente para chain, né? Então, você usar uma uma chain pública não necessariamente precisa eh eh representar que publicamente as pessoas têm acesso à aquele dado do que o teu negócio tá fazendo.
Eu volto à pergunta original, né? E aí o dado on, então blockchain é bom para isso. Então quando a gente fala de ancoragem, a gente fala assim: "Eu vou pegar o o seu prontuário eletrônico.
E aí ele chegou num num funciona o Decentralizer eh electronic health record, né? Seu prontuário eletrônico descentralizado, seu prontuário mesmo tá no banco de dados, né? Agora e como eu falei, âncoras mesmo, né? Eh, você consentiu, né, eh, o acesso a seu a prontuário, a uma operadora ou a um hospital. Esse consentimento, essa esse momento, esse esse dado de consentimento, eu você consentiu esse dado, foi via smart contract. Então, você não tá gerando toque, você não tá gerando nenhum nada financeiro, esquece mundo financeiro, não tem nada a ver.
você tá usando um smart contract.
Através desse smart contract, ele vai pegar até o exemplo que você deu partir de um de um conjunto de dados que você de consentimento de quem é você, do que você consentiva, etc. e tal. Eu vou pegar esse conjunto de dados, criar um hash desse conjunto de dados criptográfico usando a curva elíptica, né, a matemática, criptografia e vou escrever isso assinando, né, via smart contract num blockchain. Então eu consigo garantir, eu consigo depois dizer assim, esse consentimento está aqui, está, né? Então, se algum dia alguém chegar na base de dados e alterar e disser assim: "Não, esse consentiu não consenti".
Ou a pessoa eh botar isso aqui em dúvida ou revogar, né? Tipo, eu eu permiti que o Hospital X tinha primeiro primeiro eu consenti e agora eu não quero mais. E aí você consentiu, então essa informação está ancorada no blockchain. Essa informação está devidamente autenticada e certificada no blockchain. Não tem depois como você dizer, eu não consigo uma prova forense e eu tenho o filme, não só a foto, né?
É. Então eu sei que o cara em algum momento consentiu porque eu tenho um bloco que me diz isso.
E depois eu tenho uma transação em outro bloco que diz que ele revogou.
Aí ah, algum dado momento eu revoguei, lembra? Ele é sequencial, né? Como você falou, uma lista ligada, lista ligada, Linked list, né? Então tá ali, né? É um bloco, na verdade, que a gente chama, né? Mas é aí o conceito válido. É válido.
É, eu falo lista ligada porque é o que o pessoal entende como estudo de algoritmo, né? É. Aí você então ela é temporal, né? Tá, tá executando um bloco hoje, criando outra daqui a cada x segundos.
É uma é uma ledger, né? Então naquele momento tem a informação, você consentiu. Em outro dado momento você revogou.
Uhum. Eu certifiquei e autentiquei.
Então não tem como depois você dizer não, não revoguei não. Você revogou. Não tem como a outra parte dizer não, ele não, não, ele revogou.
Então imagine o quanto e até para fins de auditoria do mundo de saúde.
Perito.
Ah, eu eu não permiti que usou o dado, cara. Mas se usou o dado em tal data, você consegue saber quando foi revogado, quando foi permitido, né? com prova forense.
Compra prova forense. Tu falar, ó, nesse momento aqui que eu usei o seu dado estava permitido. Você revogou dois dias depois, etc. E mesma coisa, o contrário, para proteger o usuário, né?
O cara usou o dado antes de você permitir todo o ecossistema, todo mundo, todo mundo tá protegido.
Ex. Então, tá todo mundo auditado e todo mundo protegido, né? E como que funciona exatamente essa ponte entre o banco de dados que a gente falou aqui, que a gente vai trabalhar com FIR, eh eh serviços que de fato trabalhem com o protocolo que é padrão, né, no mercado de saúde e essa ligação com a Chain, porque são dois mundos que eles não necessariamente ainda eh nasceram juntos, né?
Então aí é o que eu falei que entra o Smart Contessa abstração de um lado pro outro.
Aí você vai ter um smart contract que eu autentico aqui e recebo uma chave que eu vou no banco depois.
Isso.
O que que eu como é que eu como é que é gerado esse hash no blockchain, né? Ele é gerado a partir de um conjunto de dados que foi imputado no Smart Cont.
Uhum. Então eu consigo depois dizer, eu vou dar um exemplo bem bugo, eu consigo dizer que Bruno está dentro daquele rest. Eu consigo dizer que eh eh um dado específico, Bruno consentiu, eu consigo dizer que Bruno consentiu está dentro daquele hash. Eu consigo dizer que Bruno revogou está dentro daquele hash.
Tô falando de maneira bem boba, mas você entendeu. Eu tenho um conjunto de dados sim que a partir dele eu construí um hash que você olha pro blockchain, é um hash e você não tem como decriptografar aquilo, né? ou computador cântico, mas enfim, você não tem como decleptografar aquilo antes do Quantum Day. Não tem como.
É, não tem como. Você não tem como decleptografar aquilo. Você não tem como entrar ali e olhar e dizer, cara, não, não é público. A gente tá dentro da LGPD, não tem problema nenhum com isso.
Uhum.
Só quem tem o dado consegue olhar para aquele hash e dizer esse hash é desse dado?
Hum.
Isso é o zero knowledge proof.
Hum, entendi.
Pera aí que agora até eu Pera aí. O cara tem acesso à aquele dado.
E aí como que ele como que ele consegue saber que aquele dado que ele acessou off chain é assinado de fato? Porque aqui a gente não tem formação de criptografia no offchain.
Não tem.
Como é que eu ligo uma coisa com outra?
Pel mais contras.
Tá? Então tem que ter uma chave lá, uma wallet via wallet abstraction. Mas aí eu tenho que ter persistido off chain também para ter isso onin.
Sim, mas eu tenho que ter uma chave lá para eu saber onde buscar. Não, isso tá no Smart Contract. Isso é um chain mesmo.
Tá, mas como é que eu vou buscar o dado depois? É isso que eu do lado de Ah, do lado de cá a pecinha que tá faltando na minha cabeça.
Do lado de cá eu tenho um PES.
Ah, tá. que eu entendi. Então você tem um PS5 P que aqui que me volta no smart contract e aí eu rodo a querer lá off chain com aquele PES.
Eu tenho um PES key que ele me linca com uma wallet, tá?
Via wallet abstraction.
Entendi.
Via wallet abstract eu sei que é eu consigo assinar.
Uhum.
Eu tenho uma PK para cada wallet. Então eu assinei com essa assinatura, eu consigo assinar e eu consigo através dessa mesma assinatura, eu consigo dizer, eu consigo assinar uma mensagem, né? Então consigo dizer que essa mensagem dados está aqui.
Vamos fazer um exercício. Você vai vai curtir pra gente entender o fluxo e quem sabe você possa até se empolgar e vir colaborar no mesmo projeto com a gente.
Eu sou um um usuário do do registro eletrônico descentralizado e aí eu tenho no meu celular uma aplicação, né? Enfim, eu tenho ali a minha meu ID, que é uma chave, que é uma chave, uma chave privada, só que uma chave privada que você consegue revogar, eh, reconciliar, você consegue, vamos supor que seja um aplicativo ali onde tem uma IUX que eu controle o acesso aos meus dados de de saúde, né? E aí eu eu já permiti ali dentro do Eu vou usar esse caso porque eu achei muito legal que vocês usaram no vídeo do produto da Clever.
Sim, sim.
Então eu já permiti que qualquer serviço de emergência pode ter acesso aos meus dados.
Sim, porque se eu for atropelado e eu tiver inconsciente, eu quero que o cara do SAMU tenha acesso ao meu dado.
Então você já consent já tá consentido, já tá pré-consentido.
Isso já tá consentido.
Como é que é o fluxo dessa informação?
Porque o meu prontuário tá numa base de dados em um provedor X persistido em Fire.
O meu aplicativo está no meu celular ou no meu smartwatch com com NFC que tem já o meu registro com meu ID na Chain e esse permissionamento, como é o exemplo do vídeo.
Como exemplo do vídeo, eu quero reproduzir exatamente esse.
E aí, beleza, fui, tava muito louco, fui atropelado, caí na calçada e aí chegou o SAMU. E aí o SAMU também tem acesso a essa a essa ferramenta e ele vai se aproximar ali do meu NFC e vai ter acesso aos dados. Como que é esse fluxo do cara que é requisitante? Como que eu identifico ele? Como que eu valido isso na chain certifico?
E como que eu faço essa integração com o offchain para devolver o dado para ele?
Vamos fazer o um diagrama de sequência eh mental aqui pra galera entender.
Sim. Então, no sistema os o requisitante ele é identificado como requisitante.
Perfeito.
Perfeito.
Ele tem lá a identificação dele na Chin também.
Ele é um hospital, ele é SAMU, ele é ele é ele é alguma coisa.
E se for a primeira vez, ele vai se vai Uhum.
vai se identificar ali como requisitante na informação. De maneira simples, não tem nada muito complicado, não.
Uhum. Ele é requisitante. Você tá lá eh desmaiado, né? Mas você deixou já consentido o seu prontuário eletrônico, que alguns dados como o que você é alérgico para ninguém te dar uma injeção de um negócio que vai te matar.
Uhum.
Né? Ou se você tem assim alguma coisa que um atendimento de emergência precisa saber, sei lá, se é diabético, se é alérgico, cara, isco, eu tenho um problema cardíaco, cara.
Isso aqui, serviço de emergência precisa saber. Então você vai ser de você vai deixar na verdade eh essas informações que não é seu prontuário inteiro, é um scope ali, é um scopo fechado, é um é um profile, como a gente tá chamando lá, é um profile.
Você vai deixar esse perfil, né, esse profile específico, emergencial com sentido para qualquer requisitante.
Hum.
Chegou o cara ali, não, esse aqui tá tá com sentido. Pode pode ver. Entendi.
Você tá desmaiado, não tem como, né?
Enfim.
Entendi. Aí o cara, vamos supor, o cara do Samuri tem uma outra aplicação. Eu quero traduzir isso em arquitetura de solução pra galera entender como funciona.
E aí ele aproximou do meu celular ou qualquer celular não precisa ter nenhuma aplicação.
Ah, sim. No evento, no exemplo do vídeo, a gente tá pensando ali a ideia, como a gente tem já desenvolvido soluções nesse sentido, você não precisa ter uma aplicação, porque aquele NFC que ele lê vai levar para uma página web. Você como requisitante já foi identificado, ele vai te mostrar aquela informação, sendo você ainda tem nenhum app.
Ah, tá, entendi.
Ele vai te levar uma página web do sistema.
O NFC vai ser mais para me identificar, como se fosse um QR code, né, o final, né? Aí o cara vai lá me faz a leitura, e eu autentico ele como requisitante de emergência e aí ele já cai numa página web que validou o dado e vai buscar no banco.
Tem e tem esse perfil já, né? Entendi.
Assim, é só candidato, não é? O cara não vai ver seu prontuário inteiro.
Entendi. Só aquele perfil.
Só aquele perfil. E aí ele consegue, ele cai e isso que é o importante, isso tá autenticado e certificado em blockchain.
Entendi.
Então o cara só vai conseguir ver aquele dado.
Entendi. Mas quando ele faz a requisição, isso é uma transação em chin.
Quando ele faz requisição, cada requisição, cada acesso, cada consentimento é uma transação, porque aí eu consigo depois rastrear quem teve acesso ao meu dado.
Exatamente.
Auditável.
Auditável. Excelente.
E aí o cara, beleza, uma vez que eu gravei essa transação na Chain, aí ele através da aplicação cai numa aplicação web, etc. E tem acesso à informação e aí funciona como qualquer outro tipo de aplicação onde vai buscar o banco, etc.
Ex. Porque nesse caso foi um consentimento automático, né, que você deixou previamente, tá, consentido para uma emergência.
Beleza, vamos complicar o o caso de uso.
Vamos lá. que é assim, gente, é, não combinamos nada disso daqui, é só jeito eu, eu eu tenho o meu dr d E e h r é der, eu tô chamando de der, como que o H, né? Não pronuncia em português, né?
Não tenh eu tenho der da da da Clever.
Não, mas eu tô chamando assim, eu nem sei se o nome seria isso.
É, enfim, é um quer surgir um nome aí, sugere. Eh, tá aqui, eu tenho todo o meu prontuário, etc. tá aqui no meu celular, minha chave, etc. E aí eu fiz uma consulta, vou fazer uma consulta com um médico, um endocrinologista, vamos supor, que tá que é de uma clínica particular.
Sim.
E aí eu vou chegar lá e falar: "Doutor, tudo bem?" Você ele euou falar: "Ó, eu tenho o meu prontuário, como é o fluxo?" Porque aí ele não tá pré-autorizado, né? Não, aí ele vai ter que eh solicitar e aí que vai entrar Fire Smart nesse momento, né, que é como o ecossistema já se comporta, não é isso?
Isso. É, então ele ele vai solicitar seu prontuário eletrônico, né? E aí você vai cons vai chegar consentimento para você.
Uhum.
No seu smartphone, no seu smartwatch, aonde for. Dr. Fulano de tal está pedindo esse, esse esse dado seu.
Ful tal. Exatamente.
E aí você vai lá e consente ou não.
Consente ou não. E você pode determinar qual dado que ele vai ver ou não.
Hum. Entendi. O cara pode pedir tudo.
Você fala: "Não, não, meu exame de toque, esse cara não vai ver porque ele é endocrinologista". Não tem nada com isso. É exato.
Entendi.
Falar de uma parada que pode pegar meu.
Ah, não, meu exame toxicológico. Não quero que ninguém veja.
Exatamente.
É, sei lá. É, esse foi bom.
Tô sendo mais realista mesmo.
Exame de toque é de boa.
É, é. Falou: "Não, meu exame toqueológico não vai ver".
Cara, tem uma, cara, tem uma doença que constrange ele.
Sim, sim. Eu não quero que esse teste de DST aqui da verrug.
Exatamente.
Exato.
É, sei lá, o cara tem um negócio lá que ele pô, isso aqui só quem precisa mesmo.
Esse cara não precisa saber.
Entendi. E aí pode ser granular ou pode ser por categorias, né?
Pode ser categorias. Eu posso, beleza, eu quero que ele veja meus dados cardiológicos, quero que ele veja meus exames, mas esse aqui da verruga eu não quero que ele veja. É, mas aí aí vai depender da pessoa, né? Pessoa, não, eu quero, não. Ah, vou deixar aqui, pode ver tudo.
Uhum.
Na pessoa, do jeito que eu sou, os médicos vão ver tudo de mim, que eu não tenho, eu não vou ficar ali, ah, no país cara, quem tem de saúde é você, cara.
Exato.
Não, mas o importante é ser flexível e dar liberdade prossimo.
Isso. Mas tô falando de mim.
É exato, né? Mas a o sistema vai ter o controle.
Você vai dizer o que Uhum.
O que a pessoa vai ver, como e quando, né? É isso.
Uhum.
Consenti agora e revoguei no minuto seguinte. Eu consenti só para esse momento.
É, você pode falar, ó, faz aqui um teste na Eu posso fazer um consentimento com tempo de inspiração, né? Isso é sensacional. É, é um hashing, é capitografia. Eu posso consentir com inspiração, né? Consentir por 24 horas, consentir por 2 horas.
Você tem duas horas para olhar meu prontuário.
Não olhou, se fodeu, se deu mal, vai ter que pedir de novo.
Vai ter que pedir de novo.
Cara, isso resolve muito problema, cara, na área de saúde.
É, ou consentia, cara, pode olhar meu outro lado. Enfim, o poder está na mão do paciente. Ele é o dono do dado dele. Ele é que diz quem vai ver, como e quando.
Uhum. Não é, toma aí, faz o que você quiser. Não.
Agora pergunta de 1 milhão para essa arquitetura toda. Eu já sei resposto, mas tô tô fazendo o papel de você, viu, ouvinte. Eh, a ingestão desse dado, fui lá, autorizei o médico a ver o meu meu prontuário e ele falou: "Beleza, vê aqui o que você precisa. você precisa fazer esse exame.
Como é que esse exame vem pro meu pantuário depois?
O seu via Fire, né? O tal do Fire e o Smart saí quem me ensinou foi você sobre isso.
Por isso que eu falei que eu sei a resposta.
Eu prefiro até que você explique. Você tem mais propriedade de explicar isso do que eu.
Eu vou inverter a pergunta. Responda, por favor, para mim. Você que me ensinou sobre isso.
Uma vez que o cara tá tá autorizado, isso acho que a gente tem que ter aqui nessa autorização uma uma autorização de leitura e uma de persistência.
É isso aí, né? Porque aí no momento da persistência o cara executou o o exame, ele já tem o teu teu ID ali, né? E aí ele vai empurrar para dentro da tua plataforma ele ali o Aí ele vai empurrar aquele dado que você sabe que ele vai fazer injeção e aí é porque a injeção você pode ler, né? Nesse caso ele vai ter que te empurrar o dado porque você não vai consegir, não vai ficar fazendo pulling para saber se o exame tá pronto.
É, aí ele vai ingerir o dado e aí com o smart contano, pô. Fala ingerir, ingestão. Não, se empurrar não, empurrar lá ele lá ele não tem como, cara. você vai lá empurrar, vai vir um lá ele automaticamente. Automaticamente autom você consegue persistir na base fire, né, que vai compor o o o prontuário do do cidadão.
Na verdade, só o que tem aí de só vou te corrigir porque você que me ensinou como funciona, né, a área de saúde, né, não tinha esse conhecimento. você que me ensinou como é que funciona exatamente esse hoje esse mecanismo entre operadora, entre hospital e aí vai ter agora um terceiro elemento, né, que é o próprio paciente, que o próprio paciente empoderado, né?
Empoderada.
Então o único ponto aí que só tem smart contract na na no consentimento e revogação.
Sim.
O resto é fire pura, é fire smart. É, é aí a solução aqui no no Fire, eh, quando ele faz a o quando ele não vou falar empurrar o dado, sen não só falar ali de novo.
Quando ele quando ele envia o dado, isso, fazer a ingesta do dado, faz a in a ingestão do dado, ele precisa ter o consentimento também de persistência, porque senão qualquer mané vai mandar qualquer lado para mim.
Isso isso é ancorado no blockchain. Isso tem a prova forense, estou bonitinho, tá? pode receber ali uma solicitação, ó, o médico tal tá querendo te mandar tal exame.
E aí você pode persistir ou você já pode autorizar antes.
Exato. Pode deixar pré-autorizado.
Já pode deixar pré-autorizado.
E aí o talvez aqui em um em uma camada que fica aqui pra gente estudar e ter uma uma definição melhor, talvez você tenha que ter uma camada que talvez com inteligência artificial, etc. para saber como esse dado vem estruturado, porque eventualmente ele pode ser um PDF, não pode ser fire. Então você você não vai perder esse dado, sim.
Mas você tem que tornar ele de um dado desestruturado, estruturado para persistir em Fire.
Exato.
E aí cabe ter inteligência artificial, etc. Que aí a comunidade vai ter que contribuir para que a gente consiga fazer isso de uma forma mais transparente, né?
Exatamente. Perfeito. Perfeito. Você mesmo perguntou, você mesmo respondeu.
Obrigada. Pô, era para o host ele não, ele não pode ser o convidado. O host é, mas nesse caso você é host e convidado, porque você é um dos meus no momento, na verdade, você é o principal stakeholder desse projeto, né? Que eu tiro todas as minhas dúvidas sobre Fire, sobre é H7, H7, F Smart, tudo que eu tenho dúvida sobre isso, pergunta a você. Eu não, você é o meu stake roda para cara. E é por isso que a gente tá aqui para convidar você par que é da área de saúde, que é da área de tecnologia, que é entusiasta a vir contribuir com a gente.
Isso aí, muito bem-vindo.
Vamos fazer esse projeto engrenar porque é uma coisa que é é um trabalho com propósito, né, cara?
É, é isso.
É um projeto com propósito.
O principal é isso. É um é um projeto com propósito. E na verdade isso é emocionante, cara. Eu fico realmente até emocionado porque eh trabalho de formiguinha que a gente vem fazendo já há alguns anos de trazer projetos como propósito, tá começando de fato ganhar corpo, né?
Ganhar corpo, né? Já existe interesses nesse projeto, né? Então assim, galera, vamos contribuir. E por e por que que eu fiz open source, né? Até já me questionaram isso, mas pô, você fez open source?
É porque eu acho que não é um projeto que pertence a mim e a você, né? Ah, mas eu não ganhar dinheiro com car, vou ganhar dinheiro de outra forma, né? Com consultoria, ajudando a implementar, ajudando a colocar para rodar, né? Tranquilo.
É. E eu acho que assim, em algumas coisas, o benefício que a sociedade pode receber merece a atenção de cada um.
E e o modelo mesmo, né? Quantos penso no Linux.
Exato, exato. Open source. Mas aí o o Linux é quantas oportunidades de negócio trazem, né?
Exato. Você acha que o Linux ele de favor?
Tá. É exato.
Tem um Fusca na garagem? Não tem, né? É isso. Entendeu?
É, ele tá bem de vida. Então assim, não é, né? Não, não é, é que o modelo muda, né? Às vezes a gente pensa ainda muito de uma maneira muito tradicional, mas é um modelo diferente.
Sim.
Né? Um modelo diferente de de do business também, né? E eu acho que é muito fair, né? Porque traz um traz mais gente, oportunidade para mais gente, né? Eu acho que esse é o principal ponto, porque quando a gente fala de de projeto open source, não é só, ah, pô, o cara vai pode usar de graça, pode, vai ter um trabalho do [ __ ] mas pode usar, mas o ponto principal é que você alimenta o ecossistema. Exatamente.
E vai ter mais gente que o cara pode ter uma ideia, pode plugar o serviço que ele presta dentro disso e também ter oportunidade de fazer a coisa crescer junto, né, cara?
Exatamente. Exatamente.
Então, pode fortalecer a a chain da Clever, pode ter outras outras chas, pode fortalecer um player como a Philips. Philips vendeu, né? Mas, por exemplo, novo dono do Tazi, que se quiser colaborar vai ser bem-vindo.
Então, pode alavancar muito o negócio, né?
Exatamente. Exatamente. Como é algo que eh feito já desde o início com propósito e com um propósito de cocriação mesmo.
Exato.
Então, a ideia ali é coconstruir, né? Porque começou com nós dois, eu trocando ideia com você, pô, eu entendo de de blockchain.
Essa é a minha praia. Eu chamo de fire, né? Mas é firing. Fire.
Você entende blockchain? Eu entendo de tecnologia em saúde. De saúde.
E a gente começou a trocar, trocar ali, pô, vamos construir aqui.
Inclusive, quando eu fiz ali o open fiz exatamente poder eu compartilhar contigo, não ter que criar um repositório, te dar acesso. Falei: "Não, cara, fazer público aqui. Olha lá, ele vai me corrigindo, vai vai contribuindo, entendeu? Tipo, não precisa, né, de de controle assim. É cara livre. É isso. E e aí eu e aí eu pensei, aí eu lembrei do meu irmão nos tempos lá de de mestrando e doutorando, que me comentou que, pô, tem pesquisa que para. Falei: "Pô, o pessoal pode pegar esse projeto e trabalhar dentro do centro de pesquisa, mestrado, doutorado, para agregar o projeto também, sem dúvida, valor e valor também a eles para que eles saiam dessa desse desse modo, né?
Então, a ideia também é chamar a academia.
Sim.
A ideia também é chamar as operadoras.
Uhum.
A ideia também é chamar o governo.
Sim, né? Tá lá já com os prestadores, tá lá com integração pronta já para RNDS. Então assim, a ideia chama não sabe o RNDS que já trabalha em Fire.
Exato. Você que me me mostrou isso aí, me deu os links, eu fui lá atrás.
Sim. As. Já trabalha em Fire e já trabalhei em blockchain.
Exato.
No escândalo que teve lá da falsificação do do da carteirinha de um Exatamente. Sim.
um determinado ex-presidente, eh, ficou evidenciado que ficou registrado a mudança dentro do bloco exatamente.
Então, já é compliance com a tecnologia do governo.
Do governo, né?
Do estado, chama assim.
É do governo, não, do estado.
Estado que é o perene, né?
Isso. Que é o Perene. É isso aí.
O governo troca de qu anos. O estado é o estado ele permanece.
Ele permanece. É a NS.
Isso.
Eh, desculpa. Os as autarquias, né? As autarquias elas devem e por favor vamos manter assim independente de governo.
É, elas são perenes. É o estado que eu tenho muito orgulho no nosso Brasil nesse nesse aspecto.
Sem dúvida, porque tem muita gente competente em todas essas autarquias.
E e cara, por exemplo, hoje a gente falou sempre muito mal sobre os serviços públicos de tecnologia e tal. Cara, hoje eu acho o GOV BR, por exemplo, um [ __ ] serviço, cara.
Pr caramba.
[ __ ] serviço.
Identidade brasileira em blockchain a partir de 2031, 32, né? Negócio assim. É exato.
Tem um dat, tem uma data aí.
Então é, na verdade, já tem, mas aí 2012 acho que é a data que 100%, né? que a gente fala muito sobre países como, por exemplo, Estônia, Taiwan, mas cara, a gente tem um continente, velho, velho.
É, é muito fácil você, eu tava, eu tava num evento de de energia, eh, teve participação, se eu não me engano, esse papo eu tive com com o diretor da da NEL, né, que eu tava lá batendo um papo e falou: "Cara, é muito fácil implantar um smart, não sei o quê, entrar na Estônia, que eu dou exemplo da Estônia depois, que é o tamanho do meu bairro." Isso bem, isso é o tamanho do do seu bairro, é talvez o tamanho do do recreo bandante da barra da Tijuca junto.
É uma coisa assim de verdade, né? Isso.
E aí você olha pro Brasil, cara, o Brasil é um é um continente.
É um continente, cara, né? E aí tem muitaí ao mesmo tempo a margem oportunidades, né? Que por exemplo na área de energia, né? A gente tava tava fazendo um estudo, a gente tem 11, é é um é um reporte da própria ANEL, né? Não é eu que tô deciado, eu fui porte da Nel. A gente tá falando aí de um de perdas não técnicas, ou seja, gato.
Uhum.
Em torno de 11 bilhões de reais.
Caraca.
2 bilhões de dólares, né? 2 bilhões, né? 2 bilhões. Depende da cotação e do dia, né? 2 bilhões é alguma coisa.
Eu adorei o termo perda não técnica.
É, vem assim no reporte. Perda não técnica, ou seja, não é da engenharia.
Sim. É, não é uma perda operacional ali, é uma perda fraud de fraudulento.
Fraudulento, gato.
Então assim, cara, beleza. A gente tem um problema que, né, não é só a tecnologia. A tecnologia não vai resolver o problema dos dos territórios que são tomados. Uhum.
Né? E aí, enfim, é um Não, não vou nem entrar, é um problema sociológico, né?
É, não vou nem entrar na seara aqui.
Mas, cara, não, todos os gatos estão ali, não?
É, entendeu?
Então, pô, cara, se recuperar 3%, 3% de 10, 11 bilhões é muita coisa.
É muita coisa. Muita coisa. Você recupera 5%. Você pode ter certeza que tem tem gato muito maior que o gato da comunidade. São gatinho muito pequenininho.
E aí quando eu falo da tecnologia, eu tô falando desses para quando eu falei aqui que é emocionante, porque assim, quando quando eu falo do da tecnologia da revolução como post que eu fiz hoje e a mais IoT mais blockchain, eu tô falando desse tipo sim de propósito de resolver problemas que são da sociedade que são da sociedade. Porque por que que minha casa volta me a falta luz?
E por que que brasileiros vivem às vezes volta e meia pum falta luz?
Deixa eu pegar esse gancho e perguntar das outras iniciativas que você tem lá na clever de de blockchain aplicado. Então, a gente falando sobre problemas que ajudam a sociedade de fato, eu sei que você tem outros eh outras iniciativas aqui dentro da clever que resolvem problemas da vida real. Queria que você falasse um pouquinho dessas aí que também tá aberto pro pessoal contribuir, né? Eh, não, na verdade só o que tá aberto é o é o de saúde.
É o de saúde mesmo.
Então, a oportunidade de resolver em saúde aqui.
É, o resto, na verdade, até assim, eu eu eu vou comentar, mas não vou poder entrar em detalhes, né, que tem N, tem terceiros, desenvolvido.
Ah, entendi.
Mas a gente tem desenvolvido, né, soluções para supply chain. Bom, para supply chain, a gente tem um um parceiro, uma startup, né? Eh, que a gente eh a gente suporta, né? Suporta no sentido de suportar mesmo, de ajudar com com infraestrutura, com gente.
Legal, né? Eu não vou dizer assim que a gente dá dinheiro ou que não, mas a gente precisa desenvolar o que o dinheiro daria.
Isso precisa desenvolver. A gente pega a gente do nosso time e desenvolve para eles, né?
Precisa de infraestrutura. A gente pega uma uma um tên nossa infraestrutura e fala: "Tome, use e fica à vontade." Legal, né? Então é uma forma que a gente entende de fazer um grant para aquele projeto, né? Então a gente tem um OMINUS Brace, é o nome da startup, né? Eles estão bem bem cotados também, participaram do Energy Summit, foram ontem no AI Summit.
Eh, onde mais que eles foram no Web Summit, né? E eu estive lá junto com eles, né? Com um abraço aí a a Pri e ao Tony, né? Que são que estão ali na frente, né? E e eles desenvolveram, né, essa solução de supply chain. Uma solução de supply chain, né, usando a tecnologia da Clever.
Uhum. né, usando todo toda a tecnologia, vamos assim, toda a tecnologia do ecossistema da CL. Para quem não entende exatamente o termo supply chain, eh, entender a cadeia de procedimento de um determinado de procedência num determinado é cadeia de valor, né, que chama também cadeia de valor de uma determinada indústria. Eles eh eles já estão prospectando aí museus, a energia que eles participaram, né? Eh, mas basicamente é você conseguir autenticar e certificar passo a passo da cadeia de valor daquela indústria, daquela empresa, né? Então eles conseguem, eles fizeram um sistema bem legal. Aí também tem a ancoragem no Blockchain, tem os bontos o mesmo princípio, só que códigos diferentes, coisas diferentes.
Uhum. Mas o princípio é o mesmo.
Então poderia pegar essa latinha de cerveja que tá aqui comigo agora e e validar se de fato ela tem a procedência que ela diz que tem.
Na China já é assim, né?
Na China até o alface você consegue passar o cara o celular e ver da que fazenda que aquele alface veio tudo em blockchain.
E aqui a gente tomando eh caipirinha com metanol.
Exato. É, esse é o ponto. Por isso que eu falo do propósito.
Olha que legal, né? A gente falou disso e a gente antes de você ter todos esses projetos aqui, um ano, um ano e pouco atrás, a gente fez um episódio que eu vou deixar o card aqui, vou deixar o link de como o blockchain poderia ter evitado essa crise de envenenamento que a gente teve de metanonda e a materialização que você tá tendo agora nesse projeto.
Examente. Exato. Foi, é isso que eu tô comentando, que já vem anos esse trabalho de formiguinha, gente. Bloco é muito mais que isso, gente.
A verdadeira revolução não é essa coisa especulativa, preço sobe, preço cai.
Não é isso.
A verdadeira revolução é resolver esses problemas.
É a vida real, né?
É a vida real. Verdadeira revolução resolver o problema do dado do paciente.
Verdadeira revolução resolver o problema de envenenamento de comida, de bebida.
Verdadeira revolução é vai um pouco mais além, né? Eh, um pouco mais além. Não é só blockchain puro também, sendo bem bem pé no chão aqui.
É, o blockchain é um componente, né, da solução.
É, AI. Io e blockchain. Então comentando tem os B3, essa startup. Parabéns para eles. Tô muito orgulhoso do que eles estão construindo, estão fazendo.
Traz eles aqui pra gente jogar.
Trazer. Sim. Muito Tony Priam convidados, tá?
Sei.
E eles vão gostar muito de de estar aqui. E a gente tem outras iniciativas, né? que aí devido o sigilo, não posso tá comentando.
Eu vou saber depois quando desligar a câmera vocês l não, mas é é focado nessas áreas de onde onde cabe, né, propósito com eh eh autenticação de cadeia de valor, né, de de propriedade, né, coisas coisas que t a ver com isso.
Então, eh, a gente tem, a gente tá com muitos projetos mesmo nessas, nessas áreas, né, com esse trabalho de formiguinha que a gente vem vindo, né?
Eh, e foi muito bom, assim, tudo tem cooperado, sabe como é? Eh, aquilo, né?
Você busca, buscar e acharez, né? Então você vai buscando o negócio, a gente eh eu não sei bem se a gente encontrou eles, eles encontraram a gente hoje a gente faz parte eh fazer também como chou fã deles, fãzaço. Hoje a gente faz parte do arranjo produtivo do Serratec, né? Somos associados lá, né? Eh, Serratec, para quem não sabe, é um polo tecnológico que roda lá em Petrópolis, né? Que a gente tá falando aí de um arranjo produtivo, tá lá no site, né? de cerca de 1 bilhão, 1 bilhão e alguma coisa, né, de de faturamento do arranjo produtivo. Então, arranjo produtivo grande, importante e que deu link pra gente com projetos com o pessoal do LNCC que tá ali do lado, né, o laboratório eh LNCC, Laboratório Nacional de Ciência Computação, né, onde tem um super computador lá e tal.
Então, cara, acontece muita coisa no Serratec e muita coisa tá nascendo de lá desse dessa cooperação, dessa coconstrução, dessa participação, desse arranjo produtivo dentro do Serratec, né? É até onde eu posso comentar.
Novidades virão, pamente, é publicamente, até onde eu posso comentar.
Novidades virão. Quando você conseguir liberar essas informações, você vai voltar aqui contar pra gente, com certeza. Tudo virar coisas que todo mundo tiver usando aí. Aí, tá vendo aí?
É isso, pô. Fico feliz demais, cara, de ver essa essa visão da Clever de fato trazer o blockchain pra vida real, pra solução real, né? Porque no fundo, cara, nós continuamos sendo, apesar de executivos, etc., nós somos arquitetos. Exato.
E o que o arquiteto quer é ver a tecnologia girar o ponteiro do negócio, da sociedade, de uma forma que que de fato tem efeito, né? E não a tecnologia por tecnologia, né?
Eu gostei do que você falou, porque assim, a gente nós nós hoje somos executivos, mas somos executivos nerdes, né? A gente não largou a a mãozinha nerd ainda, né?
Não esquece, fica ali, gosta de abrir um um vest code.
Uh, quem nunca é? Eu eu tenho trabalhado muito com Android Studio.
Pó, faz tempo que eu não abro Android Studio. É, pois eu abro quase todo dia.
Eu tô usando DS Code muito cloud.
É, tem um tempo que eu não uso. Eu eh isso aí Valeu, Brito. Mas é eu trabalha lá com a gente, né? É o o Excode, né? Já já usei muito também o Excode, mas hoje o Brito cuida lá da parte do iOS.
Eu ajudo só no Android mesmo.
É melhor, é melhor. Mais mais rots.
É. Aí você viu? Eu voltei pro meu meus raízes. Eu tô usando Linux. Aí você não viu não quando eu ti com Linux.
É, não, não vi não.
É meu Mac agora fica só em casa.
[ __ ] cara, uma alma se salvou do foi pro paraíso.
É, tá faltando só um Android. Não, mas eu tô tenho tenho qual distro você tá usando nesse tô usando Fedora.
Fedora. Ah, Fedorinha. Eu sou Nutella.
Eu uso um Mutu.
Pô, mas você consegue usar o [ __ ] funciona bem zaço para mim. Me adaptei direito.
Para mim, o problema do é, ele fica muito, demora muito tempo para atualizar as coisas.
Ah, cara, para mim não, segurança eles atualizam tudo, mas às vezes você quer usar um negócio, sabe que o cara pô, mas tu vai lá e instala, [ __ ] Aí quebra, aí não tem compatibilidade, quebra nada não.
Eu gosto agora do Fedora.
Eu nunca Fedora é ótimo também, porque o Fedora tem ele acompanha ali, né?
É que é outra escola, né? Escola RPM.
É escola RPM.
É aqui é a escola PT.
É.
A PT o package, né? The package.
É, mas é tô lá no Linuxão. A gente que já p a gente trabalhava numa certa numa certa indústria vital brasileira que a gente teve que lutar para ter Linux na máquina. Lembra?
Na máquina. É, é verdade. E éramos os poucos que podiam ter, né?
Não, porque fomos os pioneiros. Não, tem que ter L, pô. O programador tem que ter Linux, cara. E a gente, né? Ainda uns malucos botou a gente ainda de frente, né? É, você vai gerar fogo.
Bora deu deu deu asa pra cobra.
A gente meteu Linux, homologamos Linux.
É importante demais essa fase, né, cara?
Como a gente cresceu nesse nesse processo.
É verdade. Muito bom.
Muito bom, né, cara?
Precisa fazer um episódio para falar disso.
É porque eu acho que tem muitos aprendizados aí que a gente pode trazer pra galera que tá gente.
Verdade. Verdade.
Pode ser um episódio legal.
É muita coisa ali, né, cara, que a gente aprendeu juntos. que a gente eh a gente rompeu, né? Acho que principal que a gente rompeu eh aquilo que foi falado hoje aqui e o JP falou lindamente, né? Como é que você quer fazer algo novo fazendo igual, fazendo a mesma coisa? A gente rompeu com isso. A gente falou: "Não, a gente vai fazer algo novo mudando os processos, mudando as coisas".
Exato. Exato. Mudando quebando. Adi Não adianta você ficar parado reclamando de que o mundo é diferente, que é ruim, que não se se você não propõe algo diferente, né? Eu lembro do do time do El brigando com o meu time, até que eu cheguei assim e falei: "Cara, é assim, a gente tá aqui para servir eles e vice-versa.
E vice-versa e o negócio andou".
Exato. E aí encaixou de vez lá ele.
Depois dessa acho que a gente pode encerrar aqui o episódio, meu irmão.
[ __ ] feliz demais sempre que você vem aqui, cara.
Muito feliz.
E vamos ver. Estamos aguardando aqui o seu pedido de contribuição nesse projeto.
Isso aí. Quero ver, quero ver as estrelinhas subindo lá. Põe dar umas estáinhas. É, que você entre para aprender, para poder entender como funcionam os guardios, etc. Se você é entusiasta, quero ver foque do projeto, estrelinhas.
Quero ver.
Isso aí. Vamos, vamos interagir, porque o PPT não compila é uma grande comunidade, a área de saúde é uma grande comunidade, a área de blockchain é uma grande comunidade. Vamos unir essas comunidades e e fazer alguma coisa com propósito.
Com propósito, com propósito real.
Exato. Vamos mudar a vida, mudar a sociedade, mudar mudar a vida e a saúde das pessoas sempre para melhor.
Isso aí.
Obrigado, meu amigo.
Obrigado a você, cara. Como sempre muito feliz de te ver aqui. Você sabe que a porta tá aberta o tempo sempre que você quiser.
Obrigado.
Você que acompanhou a gente até agora, muito obrigado pela audiência de vocês.
Se você curte o nosso episódio, gosta do nosso trabalho, você pode contribuir com o PPT na compila, você pode ser membro lá no canal do YouTube e aí você vai contribuir com valor lá através do YouTube. E se você não quiser fazer isso através de uma bigtec, você pode ser um contribuidor esporádico aqui no PPT no Cumpila. Tem lá o nosso Pix, [email protected].
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entra em contato com a gente que a gente vai ficar muito feliz de entender o seu caso. Se você não pode contribuir de nenhuma dessas outras formas, você já contribuir demais comentando o episódio, deixando o seu like, colocando as cinco estrelinhas lá no Spotify, eh mandando no slack da empresa, sugerindo alguém que você sabe que é da área de saúde, é entusiasta da área de tecnologia. Então a gente tá aqui para tornar a informação livre.
Isso aí, né? Estamos aqui para fazer o todo mundo crescer junto. Obrigado pela audiência de vocês. Valeu. Valeu,
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